0% Completo
0/0 Etapas
  1. Objetivo e metodologia
  2. Textos introdutórios
    5 Assuntos
  3. MATEUS 24:1
    📜 Textos - Mateus 24:1
    3 Assuntos
  4. 🎬 Vídeos - Mateus 24:1
    24 Assuntos
  5. MATEUS 24:2
    📜 Textos - Mateus 24:2
    3 Assuntos
  6. 🎬 Vídeos - Mateus 24:2
    42 Assuntos
  7. MATEUS 24:3
    📜 Textos - Mateus 24:3
    3 Assuntos
  8. Mateus 24:3 | Textos complementares
    3 Assuntos
  9. 🎬 Vídeos - Mateus 24:3
    25 Assuntos
  10. MATEUS 24:4
  11. 📜 Textos - Mateus 24:4
    3 Assuntos
  12. 🎬 Vídeos - Mateus 24:4
    13 Assuntos
  13. MATEUS 24:5
  14. 📜 Textos - Mateus 24:5
    3 Assuntos
  15. 🎬 Vídeos - Mateus 24:5
    10 Assuntos
  16. Mateus 24:6
    4 Assuntos
  17. Mateus 24:7
    3 Assuntos
  18. Mateus 24:8
    3 Assuntos
  19. Mateus 24:9
    4 Assuntos
  20. Mateus 24:10
    3 Assuntos
  21. Mateus 24:11
    3 Assuntos
  22. Mateus 24:12
    4 Assuntos
  23. Mateus 24:13
    3 Assuntos
  24. Mateus 24:14
    3 Assuntos

Participantes 1064

  • 11098305728
  • 3amadeiras
  • abigailacq
  • aca-teixeira
  • acrispgo
Mostrar mais
Sala 6, Assuntos 9
Em andamento

Transcrição da intervenção do autor 29/08/2021

Sala Progresso
0% Completo

 

MT 24:2 A promessa de Jesus
Autor 1 Data da reunião: 29/08/2021
https://portalser.org/a/29-08-2021-a-promessa-de-jesus-video-06/
Temas abordados: persona e indivíduo; conhecimento; relação do espírita cristão com a instrução.

 

01:04:57

O autor faz seus comentários acerca dos diversos assuntos tratados ao longo da reunião.

COMENTÁRIO DO AUTOR: Meus filhos, quando tratamos das partes constituintes da individualidade tal qual a personalidade, as tratamos como experiências necessárias e inarredáveis ao aprendizado.  A persona constituída nas exigências materiais e culturais de uma reencarnação não é dispensável, mas é educável pelo Espírito.

Não há que se romper os necessários mecanismos de educação social e adestramento das expressões uns para com os outros. Muitas vezes as regras de etiqueta social, embora ainda expressem pouca autenticidade das emanações íntimas do Espírito, funcionando como uma máscara que não revela na totalidade a real condição do Ser, são também um compêndio de adestramento íntimo. Que seria de nossa sociedade terrena e de nossas relações se não houvéssemos criado tais regras para nos conduzir nas interações humanas?

Certamente não poderemos descartá-las como inúteis se tantos benefícios já nos trouxeram, embora sejamos sempre chamados a avanços mais verídicos nos caminhos da auto educação. Não será, decerto, descartando os caminhos por onde trilhamos os aprendizados imprescindíveis que o superaremos. Não é justo dizer à criança: “abandone as brincadeiras, que nada tem de proveitoso!” Já sabemos que as brincadeiras infantis conduzem as crianças em aprendizados imprescindíveis do ponto de vista da formação dos setores mentais mais profundos.

Quanto aos ditames sobre o que convém ao espírita, que o adepto sincero e zeloso de seus ideais não imponha nenhuma regra além daquelas postas por Jesus no Evangelho que constituem reais mandamentos aos que desejam servir a Deus. A cultura humana não define de forma alguma se o aprendiz da verdade está em caminhos proveitosos ou não. Livros são santos quando santamente usados.

Volumes existem que levam os seus leitores aos mais confusos caminhos da interpretação tanto quanto à falta de conhecimento, que é uma prisão para a mente sequiosa de libertação. Porém, cabe a cada adepto concretizar em si essa busca individual pelo entendimento. A natureza é um livro aberto à leitura das grandiosas Leis do Senhor.

O verbo “ler” é subestimado se se limita à definição de quem perlustra os signos matematicamente ajuntados nos livros e enciclopédias dos tempos e, certamente, não será esse o critério que Jesus usará para creditar aos aprendizes a condição de Cristão. Que dizer do analfabeto que ainda existe e nos solicita caridade e orientação? Não será chamado irmão de ideal?

Cumpramos nossa função cristã de Cartas do Senhor sem deturpar seus ensinamentos imortais na condução de nossa educação, sem exigência aos nossos irmãos de lides religiosas. E não estabeleçamos condições a quem quer que seja que deseja desfrutar da doçura do esclarecimento evangélico.

Tais coisas dizemos não como quem incentiva a ociosidade cultural ou o esforço de aprendizado. Dizemos para que os irmãos não firam uns aos outros na suscetibilidade de cada um, pois, de nossa parte, não podemos avaliar as lutas de cada um com precisão e justiça. Se o cristão é chamado a ensinar, não pode se dar à distração dos julgamentos.

 

Hide picture