
Prepare-se para uma jornada emocionante que conecta o passado e o futuro, a tradição e a renovação. Neste episódio especial, mergulhamos na história do Natal e do nascimento de Jesus, contada de uma forma única e inspiradora. Em seguida, a equipe do SER se reúne para compartilhar os empolgantes projetos que prometem um Ano Novo repleto de luz e aprendizado. Venha se inspirar e sentir a energia transformadora que o SER está preparando para todos nós!
Neste episódio
- A história do nascimento de Jesus em um cordel envolvente.
- A reflexão sobre o verdadeiro significado do Natal e a mensagem de Jesus.
- Os projetos e novidades do SER para o ano de 2012, incluindo o seminário literomusical sobre Paulo e Estevão.
- A importância da arte no movimento espírita e a experiência do Seminário Lítero Musical “A Caminho da Luz”.
- Iniciativas de evangelização infantil e de bebês.
Participantes
- Thiago Franklin
- Afonso Chagas
- Guilherme de Barros
- Haroldo Dutra Dias
- Sheila Lavarini
Destaques
- A narrativa do nascimento de Jesus, desde as profecias do Velho Testamento até a manjedoura, com uma perspectiva espírita e cultural.
- A discussão sobre o Messias como o “ungido” e a missão de redenção da humanidade, contrastando a expectativa de um rei com a humildade do nascimento de Jesus.
- A história emocionante do reencontro de uma filha com sua família no Natal, destacando o poder da caridade e da espiritualidade.
- A apresentação dos projetos do SER para 2012, com ênfase no seminário literomusical sobre Paulo e Estevão, que busca integrar arte e doutrina.
Ler transcrição do episódio
A de nascer, nova era de crescer, novo homem coração de quem quer servir. É prosperir, novo verbo é burilar o íntimo, colorindo o céu de um novo ser. É prosperir, novo verbo é burilar o íntimo, colorindo o céu de um novo ser. Aqui traduzido é Deus Conosco. Olá pessoal, aqui é Haroldo, pode ser especial de Natal, minha frase de hoje é Mas a carta viva desce, e no mapa da virtude a terra resplandece. Venha a nós o vosso reino, será nela qual o céu. Olá pessoal, aqui é Afonso, a minha frase é Maria dizendo ao anjo Gabriel Cumpra-se na serva conforme a vontade do Senhor.
Olá, aqui é Guilherme Barros, a minha frase é Eu vos digo que quem viu a mim, viu o Pai. E tem mais um atum muito bacana aqui, hoje nós estamos na confraternização do ser Comemorando esse ano maravilhoso que nós tivemos, e tem um atum muito bacana, dá um oi aí pessoal. Oi! Na segunda parte desse episódio, hoje nós vamos falar sobre o Natal, o nascimento de Jesus e o ano novo do ser. Então a gente queria gravar dois episódios, mas nós resolvemos dar uma compactada e vamos gravar um episódio só e vamos falar sobre o nascimento de Jesus, que muita gente estava pedindo para gravar um episódio com a mensagem de Natal e como nós queríamos gravar um episódio para falar sobre os novos projetos que vamos fazer em 2012, nós resolvemos colocar tudo num pacote só.
Aí ficou bom né, o Natal e o novo ser. É, pois é. Coroando o céu de um novo ser, coroando o céu de um novo ser. Coroando o céu de um novo ser, coroando o céu de um novo ser. Dos 12 meses do ano, o de dezembro é o mais bonito. Todo mundo prega a paz, confraterniza em nome de Cristo, mas sai daquele que não der um presente, pode gerar até um conflito. É verdade, é assim que acontece, e por favor não me interprete mal, pois esse mês tão lindo que eu disse, também é o mês mais comercial. Nascimento de quem? Jesus? Eu quero é meu presente de Natal.
Ninguém lembra do começo de tudo, mas pode deixar, vou refrescar sua memória. Há muito tempo lá em Belém, deu início a essa bela história do verdadeiro dono da festa, digno de toda honra e glória. Houve um período na história que Deus se calou pro seu povo. Foram cerca de 400 anos até surgiu um profeta novo. O nome dele seria João, responsável por esse renovo. Zacarias era um homem bem velho, e Isabel também bem velhinha. Ter um menino nessa altura do campeonato, só podia ser piada de vizinha. Mas como Deus não é homem de piada, fez nascer justo de homem novinha.
Gabriel, argante do Senhor, disse a Zacarias que ele ia ser papai. O homem se espantou com aquilo e disse que não, jamais. Gabriel olhou e disse pra ele, tu pensa que eu sou anjo paraguaio? Eu sou é servo de Deus que mandou esse recado trazer. Mas como você está duvidando, se prepare pro que eu vou fazer. Vai ficar sem falar uma ruma de dia até o menino nascer. E assim foi o acontecido, Isabel bem velha embuchou. Zacarias continuava mudo, mesmo assim a Deus adorou. A mulher já estava com seis mês, quando o anjo do céu retornou.
E aí, como é que começa a história, Haroldo? Bom, é uma história longa, né? Começa lá com as profecias do Velho Testamento, do ponto de vista bíblico, né? Mas, pra nós que temos o conhecimento espírita, a gente sabe que essa história, ela é mais profunda e tem a ver com a vinda do governador espiritual do Orbe ao planeta, trazendo o aspecto da segunda revelação e um acontecimento ímpar, muito especial, preparado, previsto, cantado nas epopeias de quase todas as civilizações do Orbe, que pressentiram a vinda de Jesus.
Noite igual Não haverá Nesse mundo e o céu Não brilhará Outra vez igual Dia de festa Se derá Anjos cantando É Natal Nasceu o Cristo O mestre irmão Para mostrar Que no coração Há um lugar para Todo irmão Sem cor, sem raça Sem distinção Te damos graças Ó mestre irmão Por nascer Entre nós a cada dia Que vem Junto com o sol Trazendo paz e esperança De ver Outra noite igual Não haverá Nesse mundo e o céu Não brilhará Outra vez igual Dia de festa Holy night Never will men see The sky so bright We’ll never see Can you feel the light It’s time to celebrate Holy night Angels keep singing Christmas night We now have Jesus And he has come He’ll show the way to me Holy heart He’s bringing new life to Everyone No matter who they are He’s the one We thank you Jesus All Jews have won From now on You’ll be part of heaven’s sunrise They’ve come Each and every day To bring us Peace and hope We can sing One more Christmas night Mais Mas aquela que toca mais fundo a gente, aquela que diz mais de perto a nós, pelo menos ocidentais, é a história da maneira como está retratada na Bíblia, não é Afonso?
Exatamente. Nós ficamos refletindo sobre a chegada de Jesus ao planeta numa cena um tanto assim miraculosa, olhando pela letra, mas à medida em que nós compreendemos a mensagem de redenção, de amor, de humildade, o Senhor chegando numa estrevaria, sendo colocado numa manjedoura a representar a criação do reflexo da humildade como motivo de redenção do ser na terra. Mas antes da estrevaria, vamos contar essa história direito aqui. Como é que é? Conta pra gente, Haroldo, a história de Zacarias. Pois é, isso é muito interessante, né?
Toda essa narrativa que existe no Evangelho, e é importante que a gente diga isso, ela é uma narrativa que evoca outras mais antigas. Então, nós temos nas profecias do Velho Testamento, e mesmo em histórias do povo hebreu, o próprio fato de Moisés ter saído do Egito, o êxodo do Egito, sempre a história de alguém mais velho que não tem condição de gerar, ter um filho, aconteceu isso com Abraão, a promessa de Zac, a formação do próprio povo hebreu vem de uma promessa de um casal mais idoso. Então, a gente vai percebendo que essas histórias também do Evangelho, elas evocam histórias mais antigas.
Elas chamam à memória uma história que era forte para o povo, que já era algo muito profundo na memória do povo. E, no caso do Evangelho, começa com Isabel e Zacarias. O Zacarias, um sacerdote, participava daquele turno de sacerdotes, eram 24 ordens, eles faziam um revezamento, iam para Jerusalém e ficavam lá durante uma semana, duas vezes por ano. Então, eram duas semanas por ano, 24 turnos, aí eles conseguiam manter mais ou menos as 52 semanas, sendo que tinha um turno principal para ocasiões de festas. E o Zacarias era desse turno, ele era desses sacerdotes que se ofereciam, ou seja, alguém vinculado ao templo, alguém vinculado à questão religiosa, mas já muito velho e recebem aí esse aviso da vinda de um profeta.
É interessante isso porque, para nós ocidentais, soa às vezes um pouco estranho você falar de um profeta, do anúncio de um profeta, mas para eles, naquela cultura oriental, naquela região, o profeta é aquela pessoa que tem um contato especial, que tem uma religiosidade diferenciada, é alguém que acaba sendo um porta-voz pela sua intuição, pela sua capacidade de transmitir uma mensagem. Então, quando é anunciado para esse casal, Isabel e Zacarias, a vinda de um profeta, isso fala muito fundo, cala muito fundo no coração deles, é como se fosse um presente.
Primeiro, ter um filho, homem. Eles não tinham filhos. Então, ter um filho é um sinal de ser abençoado por Deus naquela cultura. Não ter um filho é uma aprovação, é uma dor. Então, o fato só de ela já ter um filho já é algo sensacional. Ter um filho homem, mais sensacional ainda. Filho homem e profeta, aí o presente foi completo. Vem então João Batista e aí a gente percebe algo curioso, que uma prima de Isabel, que é Maria, também recebe um anúncio semelhante, mas agora não só de um profeta, mas a promessa da vinda do ungido, do Messias.
Ou seja, o Messias, lembrando aqui que na tradição de Israel, o Messias é aquele rei escolhido por Deus, para realizar os propósitos prometidos aos patriarcas. É um rei. Tanto que a cerimônia de coroamento do rei é a unção, onde o sacerdote derrama o olho sobre a cabeça dele. Daí a palavra Messias, que está traduzida para o grego, vira Cristo. Então, Messias e Cristo, Jesus Cristo ou Jesus Messias, é na verdade o profeta, o grande profeta prometido, o ungido, aquele que veio realizar o grande propósito que Deus prometeu a Abraão, que prometeu aos patriarcas, aos profetas.
E João Batista entra, na tradição também dizia-se isso, que precedendo o Messias nós teríamos um porta-voz, um estandarte. Um Messias que ele chamava de um pequeno Messias batedor, aquele que vai na frente, vai abrindo caminho. Então, foi realmente um acontecimento muito impressionante, muito extraordinário, desse profeta João Batista, precursor, anunciando aí o grande Messias, que é Jesus. E o mais extraordinário que é o que o Afonso falou, a expectativa que eles tinham de rei era muito diferente. Aí vem um rei que nasce numa manjadora, com todas aquelas características de Jesus, obrigou as pessoas a rever os conceitos.
Mas o anjo explicou tudinho e José se apressou para casar. Haroldo, mas o que significa o Messias para a gente? Pois é, o Messias literalmente é o ungido. Mas para que você unge? A ideia é de alguém que foi comissionado, alguém que recebeu uma missão, alguém que recebeu uma tarefa específica. No caso do Messias prometido a Israel, qual que era a missão que seria confiada a esse comissionado? A redenção da humanidade. Então, essa é a ideia. Nas histórias, a gente tem que… Isso é um cordel. É bom, eu acho bonito isso, porque às vezes a gente fica tão teológico que esquece o aspecto literário, o aspecto humano da Bíblia.
A Bíblia é um cordel. A Bíblia é um conjunto de histórias, que eu não estou dizendo que são histórias falsas, não é isso? Mas é contado como se fosse uma história. E qual que é a história? A história é que Deus criou uma humanidade e essa humanidade falhou. Ela falhou. Por ela ter falhado, criou um problema. Qual que foi o problema? O mal entrou na criação de Deus. Então, Deus criou tudo perfeito, criou tudo para ser em paz, o bem, o amor, a fraternidade, mas o ser humano escorregou e aí o mal entrou. Bom, se o mal entrou na criação, como é que Deus vai resolver esse problema?
Porque a expectativa das pessoas é, ó, Deus, já que você criou o mundo e agora veio o mal, você dá o seu jeito. Você resolve isso. Essa que é a expectativa. Então, o que Deus faz? Ele faz um pacto com o povo, que é o povo hebreu, através de Abraão, e fala, ó, o negócio, eu vou erradicar o mal do mundo. Como é que eu vou erradicar o mal? Eu vou escolher um povo e vou dar a esse povo a minha lei. Vou ensinar a ele a minha lei. Se esse povo segue essa lei e se ele ensina essa lei para os outros povos, o mal está erradicado.
Só que o que aconteceu? O povo hebreu falhou na missão que foi dada a ele de exemplificar a lei de Deus. Aí, os profetas vêm e começam a falar, olha, Israel, você está falhando, povo hebreu, começam a chamar a atenção. Todos os profetas do Velho Testamento estão, na verdade, dando puxão de orelha no povo hebreu. Nós vamos colocar o plano B em ação. Isso. Então, todos os profetas vêm e vão puxando a orelha. Vocês estão falhando, vocês estão falhando, estão falhando, até chegar ao cúmulo que a falha estava tão grande que na tradição, na história dos profetas, estão lembrando que isso aqui é um cordel, é uma história, Deus fala assim, ó, Vocês estão falhando tanto que eu vou tirar vocês da terra prometida e vou deixar vocês serem exilados.
Aí, ocorre o exílio para a Babilônia. O povo hebreu é tirado da terra. Então, naquele momento, foi o puxão de orelha mais pesado, porque a sensação que eles tiveram é que acabou, eles perderam a chance agora, foram demitidos. Aí, vem uma promessa. Qual era a promessa? Eu criei, a criação estava boa, entrou o mal. Aí, eu escolho um povo para erradicar o mal. O povo falha. E agora? Como é que vai resolver o problema? Vai resolver o problema o seguinte, Deus enviaria um Messias para exercer o papel do povo hebreu, para fazer a função de ensinar a lei divina, erradicar o mal do mundo e promover a redenção do ser humano.
Ou, na linguagem bíblica, a salvação, no sentido de salvar da queda, do erro. Esse é o Messias. Então, a missão dele é essa. Jesus vem, por isso que ele é chamado de o Redentor, aquele que veio para tirar o mal. Ele é a solução do problema. Ele veio para solucionar o problema. E a ideia é de que Jesus, na verdade, sendo um homem, ele concentra nele a solução de um problema que é o problema humano, que é o problema de toda a humanidade. Essa é a história. Essa é a história. Queria perguntar para o Sr. Arudo, qual é o significado desse holocausto do homem, desse verbo, dessa lei, dessa manifestação suprema do amor entre os homens e se isso tem relação com esse papel de Redentor, de Salvador.
Será que é pela proposta da simplicidade do nascimento, da simplicidade do exemplo e pelo exemplo do supremo sacrifício de si mesmo em função dos outros, dos demais, é que existe essa ideia do Redentor e do Salvador e daquele que carrega os pecados do mundo sobre si mesmo. Ou seja, o grande pecado é o egoísmo e aquele que abre mão do próprio ego em função dos demais é aquele que salva, é aquele que manifesta Deus em si mesmo. Nossa, exatamente, Guilherme. É interessante isso que você está falando porque tem uma passagem do Evangelho que está em Lucas, que é o caminho útil de Emmaus.
Depois que Jesus é crucificado, os apóstolos estão tristes, caminhando em direção a Emmaus e aí um peregrino aparece e começa a conversar com eles e vai conversando e eles começam a se sentir animados novamente porque a palavra, o bom humor, a esperança daquele peregrino que estava caminhando com eles era tão grande, sem eles perceberem aquela tristeza da crucificação, a tristeza daquele evento se dissipou e eles ficam tão alegres que no momento em que eles vão se hospedar eles falam com o peregrino assim, fica com a gente aqui, hospeda aqui também, você não vai prosseguir de noite, era muito perigoso andar à noite naquelas estradas e o peregrino aceita e quando eles vão fazer a refeição, que o peregrino parte o pão, a ficha cai.
Eles percebem que era Jesus. E aí, por que eu estou falando isso? Jesus começa a ir lá no Velho Testamento e ir pegando todas as passagens do Velho Testamento que são um indício, que são um símbolo do que seria a vida dele. Para mostrar para os apóstolos que a crucificação, que todo esse processo, já estava lá dito no Velho Testamento. Então, vamos tentar fazer isso aqui um pouquinho. Um pouquinho só. Quando Moisés sobe no Senai, Deus se manifesta no Senai. Então, a montanha começa a pegar fogo, na narrativa, na história, no cordel bíblico.
Então, a montanha começa a pegar fogo e Moisés fala, nossa mãe, abaixa a cabeça, fica quietinho, pronto, agora estou perdido. Aí, Deus se reduz e o fogo que estava na montanha passa para um espinheiro, uma sarça, que é um espinheiro. Aí, só a sarça começa a pegar fogo. Quando os sábios vão comentar essa passagem do Velho Testamento, eles falam assim, poxa, Deus podia ter escolhido qualquer planta para se manifestar, uma planta bonita. Por que ele escolheu um espinheiro? E aí, eles dizem assim, olha, o povo estava escravo no Egito.
Então, quando o Criador se manifesta no espinheiro, ele estava querendo ser solidário com o povo. Já começa aí. Ele se apequenou, ele aceitou o espinho, ele aceitou a dificuldade para ser solidário com quem está sofrendo. Essa história vai se repetir. Lá na frente, Abraão vai levar Isaac para comemorar a Páscoa. Quando ele sobe a montanha, sempre uma montanha, está sempre subindo, sobe a montanha, o Isaac pergunta para o pai, mas nós vamos celebrar a Páscoa? Vamos. Mas, cadê o cordeiro? Aí, o pai fica engasgado, porque o cordeiro era o filho.
Mais um símbolo aí. Só que no momento que ele vai sacrificar o Isaac, aí o Criador não deixa, na narrativa bíblica, é claro, ele não deixa. E aí, onde aparece o cordeiro? Aparece um cordeiro com um chifre preso no espinho. Depois, nós vamos ver o quê? Nós vamos ver Jesus lá, subindo também para Jerusalém, para celebrar a Páscoa, só que numa Páscoa triste, porque naquela Páscoa ele seria o cordeiro e dessa vez o cordeiro seria sacrificado. Então, exatamente isso, porque como que o mal surgiu? Na história bíblica, o mal surgiu quando Adão e Eva, num processo de prepotência, de egoísmo, mas muito mais prepotência, orgulho, querem se sobrepor a Deus.
Então, quando essas prepotências deles em desobedecer o Criador para ter mais conhecimento do que Deus, para sobrepujar a Deus, traz o mal para o mundo. O que a gente aprende na doutrina? O orgulho e o egoísmo, as chagas, as forças grandes, os vícios que são mães de todos os outros vícios, o orgulho e o egoísmo. E a cruz ali de Jesus, o sacrifício, falando exatamente isso, não é, Guilherme? Alguém que aceita o autossacrifício, a renúncia própria, extremo sacrifício para mostrar que o caminho é o inverso do orgulho e do egoísmo, que o caminho da libertação é o caminho da renúncia, é o caminho do sacrifício pessoal para que algo aconteça.
Isso é bonito, muito bonito. Eu até escolhi a frase de abertura porque eu acho que tem uma relação, a gente está falando do Natal, do nascimento de Jesus, mas eu acho que tem uma relação profunda entre o nascimento e o sacrifício do Cristo. O nascimento marca o início do nascimento do Cristo dentro de todas as pessoas que o seguiam. E ali marca essa ressurreição, esse resgate do homem do seu pecado, do seu erro e do erro do seu egoísmo. O Paulo fala exatamente isso, ele fala assim, simbolicamente, porque o Paulo é um doutor da lei, então ele brinca com isso, ele fala assim, olha, como o erro entrou por um homem, por um homem veio a solução.
Então, a primeira criação, você tem o Adão, a alma vivente, que é o egoísta, o orgulhoso, que está fechado nele, que só pensa nele, e a segunda criação é a partir do Cristo. Então é como se você tivesse um DNA, o DNA Adão, e agora um DNA aperfeiçoado, porque a ideia é de que Jesus é o homem que Deus projetou. Por isso é o filho do homem, é o resultado biológico do desenvolvimento do homem. Exatamente, ele é aquele, quando fala assim, façamos o homem a nossa imagem e semelhança, o homem a imagem e semelhança de Deus, o homem que Deus projetou, é Jesus.
Então a ideia é de que, assim, você teve um rascunho, que foi Adão, e a arte final, que é o Cristo, é o homem como Deus queria que fosse, a sua imagem e semelhança. Eu até queria saber também, Haroldo, assim, da sua opinião, porque uma vez eu tive uma, sei lá, acho que uma visão interior, um insight, não sei, de que quando Jesus falava assim, se você viu a mim, viu o pai, que ao contrário de ser algo de arrogância, era de extrema humildade, no sentido de falar assim, tudo que você viu em mim, que você julga que é bom, na verdade é a manifestação de Deus, porque eu não faço nada sem Deus.
Nós estamos refletindo sobre essa sua questão, o capítulo 30 do livro Pensamento e Vida, Emmanuel diz assim, amor puro é o reflexo do Criador na criatura. Ele tinha começado o capítulo primeiro dizendo que a mente é o espelho da vida em toda parte. E o espelho, primeiramente, ele capta para depois refletir. Então, quando o Senhor Jesus, revelação do amor, projeta ou reflete diante da vida o amor, ele está refletindo em Deus. Então, essa reflexão de Deus, ou essa irradiação divina que sai da própria intimidade, define se você me viu, viu o pai, se me conheceu, conheceu o pai, porque eu sou amor e Deus também é amor.
Então, nós estivemos pensando nessa situação. Deus quando fala, fala direito e toda promessa dEle é confirmada. Esse negócio que o Senhor mandou dizer sem confirmação é tudo furada. Tu acredita que Deus confirmou ainda mais a promessa que já foi aprovada? Maria foi visitar Isabel e na chegada cumprimentou. Isabel, quando viu Maria, o menino no bucho balançou, sabia nem que a outra estava grávida e disse, acredite Maria no que o anjo falou. Isabel teve um menino e o povo doido para saber o nome. Disseram para pôr Zacaria, filho.
Ela disse que era João e Batista o sobrenome. Eles insistiram em chamar Zacaria e o pai sem falar escreveu sem cognome. Cognome é o mesmo que apelido. Ele escreveu bem direitinho o nome de João. Poderia ter escrito Joãozinho, mas o anjo não estava de brincadeira não. Zacaria voltou a falar e a história correu a região. Naquela época também tinha em Berré que contava o tamanho da população. Mas se eu sou do Ceará e morava em Alagoas, a contar não valia não. Tinha que voltar para minha terrinha e me apresentar ao escrivão.
Foi numa dessas que nasceu Jesus. José e Maria moravam em Nazaré. Foram a Belém para tal contagem 150 quilômetros de viagem a pé. O jumentinho era só para Maria. Coitado os pés de José. A cidade estava lotada. Não tinha vaga em nenhuma pensão. O menino se aprontou para nascer. Maria já estava com barrigão. Correram para um estribaria. E cadê ter médico de plantão? Jesus nasceu ali mesmo. Simos como devemos ser. Não teve médico nem enfermeira. Mas Deus assim quis fazer. Para servir de lição para muitos que querem tanto aparecer.
E na continuidade da história do nascimento de Jesus, o rei vem à terra, é colocado na manjedoura e logo após ele é convidado a fugir porque estava sendo perseguido. E vai viver em terras estranhas durante um período de 4 anos aproximadamente. Novamente o Egito na vida dos hebreus. Porque Abraão esteve no Egito e saiu do Egito. O povo hebreu esteve no Egito e saiu do Egito. Jesus foi ao Egito e do Egito foi convidado a voltar para Nazaré e desenvolver-se, crescer e desenvolver sabedoria e espírito. Não é isso, Haroldo?
Exatamente. Bonito isso, não é, Afonso? Achei interessante, Afonso, quando você fala essa lembrança do pensamento e vida, essa obra fantástica. Porque hoje, até com o avanço da matemática e da ciência e a gente tem condição de entender isso pelo fractal, não é? Aquele mínimo que reflete o todo. É bonito isso, não é? Como que nós, mesmo sendo relativos, quando adquirimos um estado de pureza de alma, nós somos capazes de refletir o absoluto que é Deus em nós. Então, é muito bonito isso, porque Jesus fala, o Guilherme lembrou bem da passagem, eu posso falar, mas para onde você vai, que nós não sabemos, não é?
Ele fala, eu vou para Deus, e ele começa a perguntar de Deus, e aí Jesus fala, mostra-nos o Pai, ele fala, mas você está me vendo, não é? Como assim? Porque, na verdade… Eu estive com vocês por tanto tempo… Na verdade, é como se Jesus estivesse falando, eu estou refletindo Deus desde o dia que eu encontrei com vocês, até hoje, eu estou só refletindo Deus, você está falando que eu não conheço Deus? É bonito, não é? Dessa referência da parte que reflete o todo, tem uma mitologia, uma metáfora na tradição hindu, se não me engano, que é a teia de Indra, que é uma teia, a criação é uma teia, e nos nós se depositam gotículas de água que refletem toda a teia, que refletem o todo.
Então, em cada gota, você vê toda a teia, cada ponto da teia. E uma outra, que são as patas das vacas, dos animais, no pasto de arroz, e que ficam aquelas pegadas, milhares de pegadas, e cada pegada reflete as estrelas. Então, em cada poça, está todo o céu contido. Ao ver a estrela, se perguntavam o que era aquilo. O anjo de Deus foi até eles e disse Rapaz, fique tranquilo, nasceu o rei de vocês, vão lá visitar o pupilo. Os homens pensaram em ir para lá, se for até o Herodes. O perguntaram pelo rei que nasceu. Que rei?
Se eu sou o Lorde? O Kaba ficou injuriado e chamou o sacerdote. Me diga onde vai nascer o Messias e fale logo, que eu estou aperreado. Responderam que era em Belém. O Kaba ficou agoniado, chamou os pastores para conversa e me deu bem descarado. Vão lá e ache o menino, depois volto para cá. Quero que me diga direitinho onde o rei pode estar, pois também quero ir me prostar e adorar. Os pastores saíram dali, acreditando que era verdade. O anjo de Deus os guiou a uma certa maternidade, onde nasciam os cavalos e bois dos homens daquela cidade.
Sentir a presença de Deus e chorar daqueles pastores, quando viram o menino ali, sem luxo, riqueza e valores, estava ali o rei dos reis, príncipe da paz, senhor dos senhores. O chá de bebê de Jesus aconteceu naquele momento. Ao invés de fralda tinha ouro, de chupeta tinha incenso. Foi dado até um pote de mirra como forma de agradecimento. Deus disse para eles em sonho para mudar o caminho da volta, pois Herodes estava esperando, armado com sua escolta, a fim de pegar o menino e fazer uma reviravolta. Deus disse também a José para o Egito ele fugir, pois o rei ia matar o bebê nascido ali, Jesus o Nazareno, descendente de Davi.
Vamos falar sobre dois aspectos. Primeiro sobre o aspecto histórico. Sobre o aspecto histórico, nós temos documentos antigos, manuscritos antigos, que falam sobre a infância de Jesus. Os quatro evangelhos, que estão na nossa Bíblia, e alguns chamados evangelhos apócrifos, porque eles não estão no cano, eles não estão na nossa Bíblia conhecida, que falam, trazem um pouco mais de informação sobre a infância. Acontece que esses apócrifos, via de regra, eles são livros mais tardios, e eles trazem informações, eles trazem elementos, pelo estilo, pela forma de trazer, um pouco em dissonância com o que está nos evangelhos.
Então, é preciso ser avaliado com bastante critério, para não correr o risco de tirar conclusões precipitadas. Então, esse é o aspecto histórico. Há muito pouca informação, muito pouca informação mesmo, histórica. Agora, vamos passar para a questão espiritual. Humberto de Campos, no capítulo 2 do livro Boa Nova, traz a informação necessária sobre a questão da infância, onde ele complementa que João Batista e Jesus, que eram primos, afastados, mas primos, conviveram na infância, porque Isabel, Maria, visitava Isabel, Isabel visitava Maria, até a visita, no evangelho tem uma visita, quando elas estavam gerando ainda.
E, nesse encontro, mostra-se que ele, criança, estava vivendo lá, na cidade, em Nazaré, normal, como uma criança normal. E, aí, Humberto de Campos narra um fato expressivo. Quando Jesus chega à idade de 12 para 13 anos, Maria começa a ir ao Templo de Jerusalém, tentando já encaminhar profissionalmente Jesus. Talvez com atividade religiosa, como sacerdote, nada extremamente compreensível, porque basta lembrar que Zacarias era sacerdote. Isabel era uma família sacerdotal, possivelmente Maria também o fosse. Ela estava tentando colocar o filho naquele caminho, que era um caminho já da família.
Vamos formá-lo como doutor da lei ou como sacerdote para ir para o Templo de Jerusalém. Ela faz os contatos, porque ela ficou impressionada pelo fato de Jesus ter conversado com os doutores, muito novo, entre 12 e 13 anos, mas, quando ela volta, ela encontra Jesus e Jesus a repreende. Repreende. E, ao repreendê-la, Jesus mesmo toma uma decisão. E, aí, Humberto Campos diz simples, eu acho que a frase é como se fosse um trovão. Isso, né? Porque é uma frase simples, mas um som ensurdecedor. Jesus procura José e pede para ele ir para trabalhar na carpintaria doméstica com o pai.
E, dali, ele só vai sair para iniciar a sua atividade pública. Então, é, mais uma vez, Jesus contrariando as nossas expectativas humanas. Porque tem gente que acha que ele pegou um tapete voador, um elefante voador, e foi, e saiu do planeta, como outros esperavam, que ele fosse um rei, que fosse um guerreiro. E, na verdade, verdadeira, ele nasceu na manjedoura, viveu ali em Nazaré e trabalhou na carpintaria com o pai até começar o seu trabalho. Tanto que, no Evangelho de João, tem uma frase dos fariseus quando ele fala, mas esse aí não é o filho do carpinteiro?
Esse não é o carpinteiro? Filho de José? Jesus era conhecido como carpinteiro. Jesus era conhecido como carpinteiro. Como carpinteiro. Outro fato extraordinário. No livro Paulo e Estevão, quando Paulo vai à casa do Caminho, conversa com Estevão, Estevão começa a falar de Jesus e ele fala, mas, espera aí, esse seu mestre não é aquele carpinteiro? Por incrível que pareça. Algumas pessoas podem ficar tristes com isso. Está aí, próximo dia 25, eu dou essa notícia. Mas, Jesus era carpinteiro. Porque as pessoas, elas exerçam a imaginação muito fértil, né?
Ficam querendo coisas mirabolantes. Poxa, mas, mais mirabolante ainda, né? Do que outra maneira. Do que a exemplificação de Jesus. E nós precisamos lembrar uma frase muito famosa do livro Pequeno Príncipe, que o essencial é simples e é invisível aos olhos. Então, à medida em que você foi narrando, nós fomos vendo Jesus, vai dizer no Sermão da Montanha, não vim destruir a lei, vim cumpri-la. Ele viveu no planeta como alguém do planeta. E que, para além disso, ele fez aquele trabalho todo mencionato de redenção da humanidade, que nós já tratamos aqui.
Alfonso, bacana que você está falando que o essencial é invisível aos olhos, mas o Natal foi transformar, de uma certa maneira, uma coisa para ser bem visível aos olhos. Cheio de comes, bebes e presentes, e luzes, e pisca-pisca. Isso é, não que seja ruim, mas é triste a gente ensinar para as crianças acreditarem em Papai Noel e terem dúvidas sobre a existência de Deus. Papai Noel, na nossa maneira de entender, sem entrar em nenhuma crítica, o Papai Noel está nos antípodos de uma criança. Ele já está caminhando para o término da existência.
E a criança de Jesus está começando um processo novo, está abrindo possibilidades novas. A humanidade criou, à semelhança dela, uma comemoração, uma celebração em que verdadeiramente foi esquecido aquele que deveria ser celebrado. Foi esquecida a mensagem da humildade, da ternura, da luz que emana de dentro, o brilho, a vossa luz, o resplandecer a vossa luz foi esquecido. Mas nós sabemos que é processo, é um processo que hoje parece-nos estamos caminhando com passos largos, graças ao entendimento espírita para uma nova era na humanidade, para uma era de regeneração onde as verdades deverão ser recolocadas ou a verdade deverá ser recolocada onde deve estar.
E nós compreenderemos melhor, seguramente qual que é o papel de Jesus no planeta no universo e o nosso papel como discípulos dele, se pudermos dizer assim. Afonso, essa metáfora que você trouxe me faz pensar que de fato a gente busca nessa época muitas vezes em luzes fora que o Júlio falou aqui, cheio de luzes luzes que a gente tenta ascender realmente dentro de nós. O Papai Noel traz sempre antigos apegos embrulhados em novos presentes. Na verdade, né Guilherme, é uma coisa assim até um pouco triste porque certas festas que foram conectadas a vida de Jesus representam na verdade uma escorregadela da humanidade no paganismo.
No paganismo. Na própria data, parece. Porque o Natal, ele lembra uma festa pagã. Perdeu-se aquele cerne. A gente basta lembrar e não há nenhum problema com festa. Basta lembrar que o povo hebreu celebra três festas e Jesus fazia questão de celebrar todas. Todas. Ele participava de todas. Ele seguia as festas, olha, ele está lá no Evangelho de João, ia a Jerusalém, você imagina, sair da Galiléia e andar até a Jerusalém, são 130 quilômetros a pé. Ele ia com os discípulos, celebrava a festa, mas eram festas muito especiais.
A gente pensa, por exemplo, na festa da Páscoa, que daí sai a Santa Ceia, a última ceia. O que que tem nessa festa? Você come um pão sem fermento para lembrar que saiu correndo do Egito, que não deu tempo de fermentar o pão. Você come ervas amargas para lembrar que você era escravo e agora você é livre. Você ora os salmos, o hilel, são os salmos que cantam a libertação, faz as preces e come o cordeiro que foi imolado, foi sacrificado para que os primogênitos não morressem. Que é a história lá de que cada família ia imolar um cordeiro, colocar o sangue na porta para que o seu filho, homem mais velho, não morresse.
Então, o cordeiro que você está comendo ali é quase que um símbolo de que alguém foi sacrificado por mim. Então, a Páscoa ela tinha todo um simbolismo. Você vai para a festa, por exemplo, de Pentecostes. Você come também o pão sem fermento e a festa em que celebra o recebimento da Torá. Vai para a festa de Tendas, que ficou mais ou menos na data do nosso Natal aí. O que era a festa de Tendas? Toda a família hebraica, ela saía de dentro de casa e durante uma semana ela morava numa barraca, numa tenda, que era armada ou no telhado ou no quintal.
Para lembrar o quê? Para lembrar duas coisas. Que um dia eles foram peregrinos no deserto e para lembrar que na terra você é peregrino. Você desapegar, aprender a armar sua tenda lá e viver com o mínimo de recursos, porque você é peregrino e a qualquer momento a viagem pode se encerrar para você. Então, todas as festas tinham um sentido profundo. Infelizmente, o nosso Natal, ele perdeu a referência do aniversariante, da história do aniversariante. Nenhum problema em festejar o aniversário de Jesus, não, em o Natal ser um momento de alegria, nenhum problema.
Deve ser, né? Aliás, o nascimento de Jesus foi festa pura, foi festa até entre os anjos, como diz a narrativa, até os anjos fizeram festa, porque realmente é uma coisa maravilhosa a vinda dele. É um acontecimento maravilhoso. O que eu acho que nós podemos fazer? O que nós podemos fazer é nós, quando temos consciência, transformar o nosso Natal ou reconectar o nosso Natal com a mensagem de Jesus. Eu me recordo, hoje, uma pessoa me ligou e me disse assim, ah, Haroldo, vai chegar o Natal, mas olha, eu estou sem dinheiro, não vou poder te dar nenhum presente.
E a gente já estava já preparando para o podcast, já estava com o negócio na ponta da língua, né? Eu falei assim, graças a Deus que você não tem dinheiro para me dar presente. Porque aí, eu e você vamos poder celebrar o verdadeiro Natal. Você vai fazer uma prece para mim, eu vou fazer uma prece para você e nós vamos comemorar a vinda do nosso mestre, do governador espiritual aqui que veio entre nós. Nós vamos celebrar o fato de um dia ele ter vindo aqui. Aí, nós vamos conectar o nosso Natal, vai ser o nosso primeiro Natal verdadeiro Natal de Jesus.
Graças a Deus, você não tem dinheiro para me dar presente. Maravilha, né, Haroldo? Mas nós lembramos também… Nenhum problema com presente, viu Afonso? Inclusive, se você quiser me presentear, Afonso, não tem nenhum preconceito não, tá? Eu estou dizendo isso assim, mas é… Certamente. Eu não tenho nenhum problema. Você vai falar, pô, Haroldo, tem problema com presente? Não tem não. Não tem não. Mas voltando à questão do Natal, a misericórdia de Deus é tão grande. No livro Nosso Lar, André Luiz nos informa que, por esta ocasião, há todo o investimento do plano espiritual superior, porque, ainda assim, o coração do homem sensibiliza, ficamos mais fraternos, mais compassivos, relacionamos mais, a humanidade abre os canais e, naturalmente, o plano espiritual investe.
Imagina quando nós verdadeiramente celebrarmos o Senhor Jesus aqui na Terra. Ele é o grande Deus para você servir e crer. Pegando a deixa, né, da questão do Natal, para contar uma história de Natal que a gente ouviu hoje e que me emocionou muito. Nós estávamos, à tarde, comprando as caixinhas para enviar os DVDs e aí começou a chover, choveu muito forte. E, no lugar onde nós estávamos, tinha uma mulher pegando umas caixas e, durante a chuva, a chuva é muito forte, e onde nós estávamos, a enxurrada estava muito forte, entrando um pouco dentro da loja e aí o Júlio falou assim ah, porque nessas horas que a gente vê a força da água, as enchentes, a correnteza e ela falou assim é, minha mãe passou por isso, eu também e começou a contar a história que quando ela tinha dois anos de idade a mãe dela morava numa região em Belo Horizonte, bem baixa, perto da Tóquio da Raposa e aí choveu muito e a casa começou a ser inundada então a mãe de três meninas, colocou ela na janela, foi pegar uma e foi pegar a recém-nascida só que a água subiu toda e levou-a embora, ela foi embora na enxurrada e a mãe ficou desesperada foi dada como morta acontece que ela foi contar que o pai dela a partir daí, todo Natal ele ia no orfanato pegar uma criança para levar e passar o Natal em casa com eles e Depois se passaram três anos disso ele foi no orfanato e bateu o olho nela e era filha dele reconheceu por quê?
Porque ela é gêmea então a irmãzinha gêmea idêntica morava em casa com o pai, ele bateu o olho nela e aí encontrou a filha, e aí foi uma confusão porque ela tinha estado ela tinha cinco aninhos ela tinha estado já na casa de uma família que ia adotá-la e o pai era policial não sei quem, era delegado e conseguiu mexer com a papelada toda, fizeram teste de DNA e tudo mais, era filha mesmo e aí ela reencontrou a família aos cinco anos e aí o que ela conta é que ela tinha sido resgatada pelos bombeiros ficou quatro meses inconsciente, em coma e não lembrava nada, não lembrava nada do passado dela ele morava no orfanato ela falou que ela está em contato até hoje com essa família que iria adotá-los e aí ela reencontra os pais reencontra a irmã gêmea e volta para a família então a gente fica pensando o que é essa energia de Natal o pai pela perda da filha passa a ir para os orfanatos a cada Natal para pegar uma criança para passar o Natal em casa e nisso ela reencontra a filha imagina quantas histórias desse tipo que mostram que quem faz o Natal é a gente nós podemos transformar o nosso Natal no verdadeiro Natal e o quanto a espiritualidade está atrás disso atuando e mexendo todos os pauzinhos então assim eu e Júlio ficamos muito emocionados ficamos mobilizados com essa história hoje o dia todo imagina os ouvintes quantas histórias de Natal interessantes eles não podem contar e compartilhar vamos aproveitar e colocar nos comentários Tiago, eu estava contando essa história por telefone para a Daniela da Laboro foi ela que me contou que eu recebi meu presente de Natal antecipado porque a gente realmente, eu fiquei assustado com aquilo porque eu e Sheila ficamos emocionadíssimos com a história dela ela contando com uma naturalidade uma pessoa que morreu uma criança de dois anos que foi dada como morta e que nos fez é apenas uma história de Natal de alguém que nasceu duas vezes e que nos faz meditar na beleza da vida que a gente tem alguém que renasceu para uma família se houve felicidade ao nascer e uma tristeza imensa ao perdê-la eu imagino como um reencontro, maravilhoso eu acho que isso deixa uma mensagem, acho que eu vi o Julio hoje também como o Afonso falou é uma data onde todos nós estamos propensos a abrir mais o coração estamos mais abertos a fraternidade, mais abertos a caridade então o Julio recebeu uma ligação hoje lá no escritório e várias instituições ligam principalmente os amigos do movimento espírita padrinho, uma criança para poder ajudar e é interessante a gente ver como muitas pessoas que as vezes a gente conhece mesmo do nosso meio durante o ano não está aberto a esse tipo de doação e no Natal parece que acontece uma mágica no planeta onde as pessoas realmente sentem uma energia diferente e começam a abrir para esse tipo de movimento eu acho que realmente a espiritualidade fica muito feliz com esses momentos e eu acho que fica essa parte do Natal do nosso podcast eu acho que fica essa mensagem maravilhosa de caridade de lembrar do outro de lembrar de Jesus a vinda de Jesus Tiago, eu queria lembrar e agradecer também porque a gente tomou uma iniciativa nesse final de ano que foi uma campanha de Natal com o CD do Grupo Segredo ah sim, é verdade foi muito legal quantos CDs nós arrecadamos Júlio?
6.000 CDs 6.000 crianças que vão receber através através da doação das pessoas e da colaboração das empresas que vão fabricar, vão produzir a gente vai conseguir distribuir 6.000 CDs e como é que as CDs vão ser distribuídas Júlio? Explica pra gente vão ser distribuídas pelo correio na campanha do Natal dos Correios que tem aquelas cartinhas que são apadrinhadas mas a gente o nosso CD vai entrar atendendo as cartinhas que não são apadrinhadas isso que é bacana e foi uma escolha, não que todas as crianças merecem mas é um critério pra chegar em crianças que não iriam receber nada então foi muito legal a campanha e como que a gente sentiu que a ação no bem ela tem receptividade né Arudo, hoje as vezes a gente fala, o mundo está assim você provoca uma ação no bem a uma avalanche de pessoas que querem colaborar isso faz a gente recordar né Júlio o aniversariante aí, que é Jesus quando ele vira para os apóstolos diante da multidão faminta e pergunta assim, quantos pães tendes?
E os apóstolos falaram que tinham sete pães e aí ele multiplica e isso é a ação no bem a gente oferece ali três pãezinhos e Deus transforma isso numa multiplicação enorme isso é fantástico agora próximo ao natal próximo ao natal, vem o ano novo agora eu quero saber como é que vai ser o ano novo do ser pois é, o novo ser e como vai ser o ano novo do ser agora, todo mundo que está aqui vai falar um pouquinho sobre os novos projetos do ser nossos projetos para 2012 então, eu queria agora ter o seguinte, ano que vem tem uma surpresa acho que todo mundo aí pessoal, viu a campanha sobre o DVD do Acaminho da Luz, o seminário muito bacana, muito legal nós soltamos um vídeo, o pessoal nossa, veio em cima igual abelha no mel agora, ano que vem tem um seminário que vai ser muito bacana ano que vem, Aruto, o que nós comemoramos ano que vem?
Ano que vem comemorou esse ano tem um aniversário muito especial 70 anos do livro, Paulo e Estevam e o que o ser está preparando? O que o ser está preparando, Juas? O ser está preparando um seminário que nós ainda não sabemos o título mas é litero musical e tem Paulo na mira Paulo, você tem uma mira a gente está preparando um seminário que vai ter muitas atrações, muita coisa bacana uma delas vai ser o lançamento do livro do Gladstone o Paulo e Estevam sonetos nós já falamos dele aí nós falamos no podcast e vai ser o lançamento vamos ter o estudo, vamos ter a parte musical estamos olhando um espaço bem bacana também e vamos ver se a gente se organiza para que o pessoal que vem de fora possa o nosso sonho é que ele aconteça em julho, né?
Então, quem quiser já se preparar quem quiser já se preparar fica a dica primeira semana de julho em Belo Horizonte, quem quiser se preparar para vir, nós vamos adorar receber vocês aqui lembrando também que ele é um seminário que segue na mesma linha do seminário Caminho da Luz, porque o seminário Caminho da Luz, ele incorporou elementos nós do C quisemos criar um seminário que fosse uma obra coletiva fosse uma obra coletiva nós amamos a palavra amamos a palavra olha quem está falando, né? Claro, mas a gente não queria que a sensibilização fosse só através da palavra então no seminário Caminho da Luz nós buscamos outros canais da sensibilidade humana então ali a gente encontra música, teatro imagem luz, poesia técnica de luz poesia então a gente conseguiu fazer uma panela mineira um caldeirão eu tenho o caldeirão do Hulk aqui foi o caldeirão do C e colocamos lá sarau de poesia show musical palestra e misturamos tudo e acho que a gente encontrou uma coisa assim que a única coisa que eu poderia dizer que é trem bom, é gostoso é gostoso é bom é prazeroso esse foi um projeto pensado pra ser gostoso pra ser bom nós fizemos pra sentir prazer, pra sentir alegria e pra comemorar o livro Caminho da Luz e pra dizer pra Emmanuel assim Emmanuel, muito obrigado Deus te abençoe por essa maravilhosa obra Chico Xavier da onde você estiver, muito obrigado foi a nossa forma de dizer obrigado, né Júlio?
E de agradecer, é só isso gente e a gente quer que você adquira o DVD, que você assista entendendo que é isso faça pipoca, sente aí na sua sala e tenta sentir alegria tenta sentir o prazer que está nos olhos das pessoas que estão participando do seminário a alegria, desde o sujeito que está iluminando até da pessoa que estava limpando lá o teatro as pessoas estavam num clima de Emmanuel, muito obrigado Chico, muito obrigado e o esse seminário, o Paulo Esteves ele vai vir nessa sequência, né e já começa bombástico porque o Gladisson, todo mundo sabe quem é, né, nós já temos aí os episódios faz as letras das músicas e outras coisas, fez a letra da música, tema cartas, que é a música tema do seminário Caminho da Luz e ele transformou o livro Paulo Esteves em 72 impressionantes sonetos claro que nós vamos pintar e bordar com esses sonetos vai ser publicado o livro e só isso já é uma coisa que dá uma alegria na gente, mas nós vamos fazer muito mais coisas e está preparando aí letras sobre as cartas de Paulo, olha a gente só de falar se a gente se arrepia, mas eu não vou contar muito não não conta muito não, porque nós vamos gravar um podcast sobre isso também o bacana do seminário também é a integração da arte, né Haroldo, porque as obras de Emmanuel elas são muito ricas e tem muito material pra se trabalhar na arte, né e é um estímulo pra esse movimento que vem crescendo, se organizando né E nessa organização vai poder produzir muita coisa de qualidade, né então nosso trabalho aqui com o seminário Caminho da Luz foi justamente refletir isso, refletir evangelho refletir a obra através da arte com a presença da Companhia Espírita Laboro fazendo a peça peça linda, maravilhosa a letra da música do Gladstone, que foi especificamente composta para o seminário para o tema do seminário e mais duas outras canções que a gente vai colocar nesse episódio pra vocês ouvirem a música que vocês ouviram na abertura do episódio é uma música do James Marotta Noite Igual, que é maravilhosa cantada pelo Gladstone em português e a Cacau cantando em inglês e que foi um momento muito especial também porque falava da vinda de Jesus e a música Estradas que é uma música do Willio de Barros e do Helder que foi composta na União Espírita Mineira As memórias que perdi e que desejo relembrar são como sonhos perdidos no tempo soam na lembrança como vidas não vividas como estradas que guardam meus passos Vem que passem cem mil anos Vem que pedras virem pó Vem que se apaguem as estrelas ainda vou encontrar Vem que passem nem que seja duras penas vou conquistar a agonia e eu sei que algum dia ainda vou Viver a vida Vivar plenar e então em meu coração vai a chamar o amor Viver Vivar plenar e então em meu coração vai a chamar o amor o amor Viver Viver plenar e então em meu coração vai a chamar a chamar o amor é é é é é é é é é é é é é é é é é é é é é é é é é Pico-cristã.
Por quê? Se você coloca uma pessoa surda, cega e muda em um quarto escuro durante 60 anos, ela não vai produzir arte. Por que ela não vai produzir arte? Porque ela não vai ter referencial. Ela não tem referência. Então, nós não estamos querendo engessar a arte ao chamá-la de espírita. Não é isso. A arte é livre, mas a arte sempre se inspira em algo e ela sempre transmite valores, ainda que o artista esteja inconsciente quanto aos valores que ele está transmitindo. Então, nesse caso, e o Kardec fala muito bem sobre isso, a arte que se inspira na doutrina espírita, e essa arte é a arte que nós entendemos de arte espírita, é a arte que se inspira na doutrina espírita para retirar o seu conteúdo, o seu temário, a sua reflexão, o seu ideal.
Essa arte é uma arte forte, é uma arte poderosa. É uma arte poderosa porque ela fala de imortalidade, ela fala de comunicabilidade dos espíritos, ela fala de sobrevivência, ela fala de fé, ela fala de Deus, ela fala de amor, ela fala de temas que são temas centrais da doutrina espírita. E o Júlio tocou nesse assunto as apresentações artísticas, sem querer diminuir ninguém e nenhum trabalho, eram sempre vistas como algo que ia abrir evento. Então vai abrir um evento, põe uma apresentação para o pessoal não fazer barulho no salão até que venha a atividade principal.
Esse era o paradigma. Nós, você, sobretudo, com a estrada aí do Júlio, nosso diretor de cultura, e participação de outras pessoas que estão trabalhando pela arte inspirada no espiritismo há muitos anos, quisemos compor uma peça artística. Compor uma peça artística. Então você pensa um seminário literomusical e fala para a pessoa assim, tem que ser composta uma música para esse seminário, quer dizer, mudou a perspectiva, mudou o paradigma. Não é simplesmente uma música que vai abrir um seminário, não, não. É uma música que foi composta com o tema central do seminário.
Então ela é a música-tema. É como se fosse a trilha sonora do filme. Chegou a peça, aquela peça, não foi uma peça que caiu de paraquedas no seminário, a peça da Companhia Labor. Não. A peça vinha falar do advento do espiritismo no momento do seminário em que nós íamos discutir a transição, o advento do espiritismo e a nova era. Então foi uma peça colocada no ponto exato. A apresentação de luz no final resumia toda a temática do que foi passado. Ou seja, o que nós estamos querendo dizer com isso? A palavra, a fala nesse seminário, que ficou a meu cargo, que ficou sob a minha responsabilidade, ela representou um dos ingredientes da obra artística intitulada Seminário Lítero Musical A Caminho da Luz.
Então foi um quebra-cabeça artístico onde a fala era uma das peças. Eu acho que assim, eu vou dar meu depoimento agora assim, se eu desencarnar hoje, eu fico muito feliz de ter participado de algo inovador no movimento espírita. Inovador. Porque eu acho que esse Seminário Lítero Musical A Caminho da Luz foi algo com sabor de ineditismo, com sabor de pioneirismo. Claro que tem muito o que fazer ainda. Nós acreditamos que virão pessoas que farão muito melhor. Nós estamos falando de perfeição. Mas que foi lançada em um paradigma novo, é um paradigma novo.
Agora, por favor, Jesus, a hora que você for colocar esse DVD na sua casa, pensa nisso. Pensa que você está vendo algo diferente. E para ver algo diferente, você precisa de um olhar diferente. Eu só peço isso. É se entregar. É se entregar. É querer assistir aquilo ali sem resistência. Mas é difícil, né? É difícil. Deixa se levar pela música. Eu vou falar assim, eu como fiz a direção de vídeo, eu tive a responsabilidade de assistir esse DVD, eu assisti pelo menos umas 25 vezes. Porque o Júlio me fez voltar e voltar e voltar para corrigir um monte de coisas um monte de vezes.
Eu li cada vírgula dessa legenda para poder corrigi-la. Eu me emocionei as 25 vezes. Tinha momentos que eu assistia esse DVD que eu falava assim, vamos de vontade abraçar o Aroldo? É sério, estou falando a verdade. Porque realmente, assim, se você deixa se levar, você vai ver que é muito bom. E nós queremos agradecer as pessoas que acreditaram e compraram o DVD na pré-venda sem saber o que era esse tal de seminário só tomando pílula. Só pílula na internet. Só pílula no YouTube. Coisas maravilhosas, né Júlio? Porque você pensa que um Ladso Nascimento, que é um cantor profissional, um sujeito com uma carreira aqui em Minas reconhecido nacionalmente.
Ele é interno de uma das músicas do filme Filhos do Vento. Não é? Então é. E outra, e não espírita. Não é espírita. E eu peço pra você, acesse o DVD, veja a alegria do Ladson. O sorriso no rosto dele. Como que ele se envolveu. Aí, essa é a parte da espiritualidade. Essa é a parte do que o Afonso estava falando, daquilo que é invisível aos olhos. Porque foi o trabalho que a espiritualidade fez naquele teatro. E no final o Ladson falou assim, olha, eu quero participar, vocês por favor sempre me chamem, porque esse tipo de coisa eu quero estar presente nisso.
E isso não tem preço. Pra todas as outras coisas existem credicard, mas pra isso não tem preço. E o Ladson, é no seu nome que nós agradecemos a todas as pessoas que participaram e auxiliaram. Que tem uma lista grande nos créditos do DVD. Por favor, tem gente que desliga o filme, na hora que vai começar o crédito. Assista no crédito, tem um negócio muito bacana. Não conta não. Tem um negócio muito bacana lá nos créditos. Assiste lá. Tem um negócio legal lá. Não deixe de assistir não. Gente, se nós não passarmos para os demais projetos, o pessoal só vai acabar de ouvir esse podcast no ano novo.
Porque Natal é ano novo. É, vamos lá então. Já que o Guilherme disse aqui. E ano que vem nós temos mais podcast. O podcast não vai parar. Pela temática aqui, vocês já viram, nós vamos ter muito podcast ano que vem. E tem mais projeto de áudio. Ah, tem. Esse projeto de áudio nós vamos falar no final. Nós vamos falar no final. Mas, ano que vem nós já temos uma lista. Esse ano, a gente não vai sentar, né Guilherme? Nós vamos sentar para poder planejar todos os episódios que serão gravados ano que vem. Aí não pode perguntar.
A gente tentou, a gente pede até desculpa, porque algumas pessoas pedindo. Ah, podia abrir lá a lista para a gente poder colocar pergunta. Eu coloquei lá realmente um temário que a gente ia tentar seguir. Mas não deu para a gente poder seguir aquele temário porque tivemos outras urgências de temas para poder falar. Mas ano que vem já está planejado. Nós vamos ter esse temário aberto. Vocês vão poder mandar perguntas, participar mais. O Gui podia falar um pouquinho para a gente sobre crowdsource, né? É, pois é. Isso até é uma ideia de nós já testarmos algumas coisas.
Com relação ao próprio DVD, A Caminho da Luz. Por exemplo, na parte de traduções. Tradução das legendas. E o crowdsourcing é isso. Ou seja, é você procurar, nós procurarmos fontes de colaboração entre as pessoas, dentro de uma comunidade. E nós já temos uma comunidade formada, não é, Thiago? Formada por 50 ou mais, 50 mil downloads. Ah, sim. Ah, não. Eu tenho que dar uma boa notícia aqui. Nós estamos virando um ano com 60 mil downloads no podcast. Pois é, olha que número fantástico. Ano que vem nós queremos virar o ano com 200 mil downloads.
Pelo menos. Porque a gente acredita que, como a gente dizia lá no início do podcast, nós gostaríamos que você que está ouvindo o podcast divulgue para mais 5 amigos. Isso, vamos resgatar essa ideia. É, não vamos esquecer desse pedido não, gente. Exatamente. Vamos passar, grava um CDzinho, grava no pendrive. O podcast pode ser distribuído. Quem tiver aí e estiver ouvindo e gosta e tem, às vezes, um programa de rádio na cidade, rádio comunitária e quiser distribuir o podcast através de rádio comunitária e qualquer outro programa de rádio, pode ficar à vontade.
Pode pegar o material, não precisa de pedido prévio do ser. Pode pegar o material e passar nas rádios, não tem problema nenhum. Eu introduzo o podcast pelo DVD. Nós queremos agradecer também as mocidades que estão fazendo estudos com os podcasts. Tem o pessoal de Araxá, tem o pessoal de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Ceará. Começaram o Orijão Pessoa. Pois é, que tem mandado pra gente e-mails dizendo que estão utilizando os episódios do podcast pra fazer estudos. Olha, nós lembramos de muitos casos, seria, infelizmente, a gente não vai poder hoje agradecer a todos e citar as correspondências interessantes que a gente recebe contando as experiências de cada grupo, mas a gente agradece muito e todos nós lemos com muito interesse.
E todos os e-mails são lidos, tá, gente? Nós não temos gravado, por exemplo, a leitura de e-mails no podcast porque a gente sentiu que não estava ficando muito bom. Às vezes a gente gravava e não utilizava. Então a leitura dos e-mails, às vezes, ficava muito defasada. E tem que ter uma logística de continuidade, né, Tiago? De gravação pra que a coisa fique atualizada. E não estava dando muito certo. A gente pretende pro ano que vem tentar, não vamos prometer, mas nós vamos tentar gravar uma leitura de e-mails antes de lançar o episódio, porque aí fica uma coisa mais tranquila.
Mas voltando no CrowdSource rapidamente, pra vocês terem uma ideia, nós entramos em contato com um amigo esperantista, o Leonardo Lahr, um grande abraço pra ele. E ele rapidamente acionou alguns amigos que já se disponibilizaram em um grupo de amigos a fazer, por exemplo, a tradução tudo online, é um processo bem interessante, dinâmico, a tradução da legenda para o Esperanto. E no meio do caminho lá alguém se ofereceu pro holandês. Então, se você tá ouvindo aí, tem conhecimento de línguas? Se você fala javanês, você pode traduzir chinês.
Mas nós recebemos e-mails, por exemplo, de Dubai. O pessoal de Dubai que tá ouvindo pode dizer, quiser traduzir pro árabe, nós estamos aqui à disposição, é só vocês entrarem em contato com a gente. E lembrar que o movimento espírita cresceu muito internacionalmente, nos Estados Unidos, em Cuba, em muitos lugares. Tem um pessoal lá dos Estados Unidos que mandou um e-mail, é um grupo de caminhoneiros dos Estados Unidos que estão viajando nas estradas dos Estados Unidos ouvindo podcast. É fantástico isso. Olha que ideia bacana.
Será que nós temos caminhoneiros no Brasil ouvindo podcast também? Ah, pois é. Manda e-mail pra gente. Manda e-mail com foto, grava uma mensagem, tem muitas formas de participar, bacana. Agora nós temos mais um projeto ano que vem, que é o projeto da evangelização infantil. Agora eu não vou falar desse projeto não, porque eu vou chamar as duas Sheila, pra poder falar desse projeto pra gente. Como é que ele vai acontecer, Sheila? Sheila Lavarini, conta pra gente. O que que tá sendo programado? Nossa programação pro próximo ano é investir mesmo na pesquisa, na busca de trabalhos, de iniciativas, dentro do campo da evangelização, que estão alinhados com aquilo que a gente vem buscando, que é da formação de uma mentalidade cristã.
E essa formação começa desde cedo, né? Desde o momento que o espírito se prepara pra reencarnar. Então a nossa pretensão e o nosso trabalho é investir buscando esses grupos, até convocando quem tá ouvindo, que desenvolve trabalhos, que buscam a adequação do conhecimento e do evangelho, do conhecimento espírito e do evangelho a cada etapa do desenvolvimento, seja ela qual for, do bebê. Então a gente tem a Sheila aqui, junto com Daniela, com Sandra, desenvolveram um trabalho de evangelização de bebês e elas já viajam compartilhando essas experiências.
Eu acho que foi o trabalho mais requisitado, depois da gravação do podcast, foi esse trabalho Araxá, várias outras localidades, o Tiago já trouxe essa informação, acredito que é um trabalho de grande repercussão, né Sheila? É porque é de grande necessidade, né? As Pessoas que trabalham com evangelização, as mães, os pais, a gente sente uma necessidade de pensar mais sobre esse trabalho, pensar mais na perspectiva dessas crianças que estão aqui hoje, pensar mais na necessidade desse espírito reencarnante nesse momento do nosso planeta.
Então a nossa pretensão é essa, assim, buscar mais referências, embasar o nosso trabalho de forma que a gente possa atender a necessidade de cada etapa do desenvolvimento, que a gente possa trabalhar dentro dessa perspectiva do sentir, do sentir e de trazer o evangelho para uma vivência, que é tão difícil para a gente que é adulto, né? Do sentir, do Se emocionar, das vivências mesmo. E aí a gente vai chamar a Sheila então para trazer sobre o que é esse projeto da evangelização de bebês, né? Nós já temos proposta até para evangelização de gestantes, então o começo do trabalho com a evangelização de gestantes seria super legal, né?
Assim, a gente já vê hospitais que trabalham no campo da saúde desenvolvendo trabalhos com as gestantes sobre o cuidado, né? E hoje a gente sabe que não é só o cuidado, é mais do que o cuidado, é o preparar, e esse preparar quando você começa a trabalhar já com a mãe, muito bacana, tá aí o desafio, né Sheila? Bom, a Sheila vem trazendo essa parte, essa justificativa pedagógica, digamos assim, e eu quero lembrar uma história que eu acho que isso enriquece muito a nossa caminhada, que é o caso do Elton. Porque quando a gente fala da questão de trabalhar a evangelização pelos canais sensoriais, a gente lembra muito dessa história.
Não posso contar quanto tempo, senão todo mundo vai descobrir que é a idade que eu tenho. Antes dela começar a contar, eu só quero, ela não sabe ainda não, mas provavelmente um projeto, um dos projetos que nós vamos contar daqui a pouquinho, mas eu vou adiantar, eu vou adiantar, um dos curtas-metragens que a gente quer rodar vai ser sobre essa história, Sheila. O caso do Elton? Pode contar ou não? Pode contar, eu vou deixar ela contar a história. Porque foi uma coisa muito marcante pra mim. Quando eu tinha em torno de uns 18 anos, a gente foi retomar um trabalho de evangelização numa casa que frequentávamos na época, e eram 80 crianças.
E aí eu fui tentar evangelizar, começar sozinha. Então a gente dividia as turmas, de 8 a 9, uma turma de 9 às 10, outra de 10 às 11, outra… Mas nosso primeiro contato nessa casa, eram muitas crianças, era um centro numa região muito carente, onde as famílias iam tomar sopa. Eles recebiam alimentos e roupas, então desde muito cedo as famílias se aglomeravam na porta do centro, e a gente iniciou o processo da evangelização por causa disso. Eram muitas crianças, de todas as idades. E quando a gente entrou… E o centro na época era muito destruído, então não tinha nenhum vaso inteiro, os vasos eram quebrados, os vírus quebrados, todo mundo quebrado.
E tinha uma família vizinha do centro, que morava esse garoto, que era um garoto de 7 anos na época, que era o chefe de todo mundo, e ele andava com um cano de ferro na mão. E quando a gente começou a evangelizar, a gente falando, os bancos eram de ferro, e ele batia esse cano, tan, tan, tan, no banco, atrapalhando todo mundo. Mas a gente aguentou firme. No final, quando as crianças estavam desenhando, ele saiu puxando todos os desenhos e rasgando, e aí eu fiquei muito brava com ele. Falei que ele não sabia desenhar, que ele estava fazendo aquilo porque ele não sabia desenhar.
E ele falou, não, sua burra, eu sei desenhar sim. E pegou um papel, aí eu dei pra ele papel e lápis, e ele desenhou um pato dono de perfeito. A partir disso, aí eu falei assim, então, eu não sei desenhar. Eu contava a história pra ele, e ele, nas próximas aulas, eu comprei cartolina, giz de cera, canetinha, contava a história, ele desenhava a aula toda pra mim e levava na outra aula. Nas aulas seguintes, ele continuava com o ferro na mão, mas não batia mais no banco. E aí me ajudava a organizar as turmas, de oito a nove, tal idade, de nove às dez, tal idade, assistia a todas as idades.
E foi muito interessante porque, nas reuniões das obsessões do centro, foi um alvoroço muito grande, porque a gente teve notícia que ele era um chefe de uma gangue, de uma falange espiritual. Ele estava reencarnado, uma reencarnação compulsória, e os espíritos ficavam muito nervosos com o processo de evangelização dele. E aí o centro foi obtendo tantas melhoras porque, como ele era vizinho do centro, ele ficava em cima do muro, e aí ele passou a vigiar o centro. Então, o centro pôde montar de novo, colocar os vasos sanitários, pias, vidros, e ele tomava conta do centro.
E aconteceram várias coisas, e a gente, como as crianças daquela época, a maioria não sabia ler nem escrever, mesmo os maiores, os adolescentes, e na época aqui em Belo Horizonte tinham muitos trombadinhas que chegavam na evangelização com relógio na mão, com correntinha. E a gente utilizou a arte no trabalho da evangelização. Então, nós trabalhávamos com teatro, com jogral, com coral, então, várias músicas espíritas a gente encenava, e eram os recursos que a gente tinha na época, e por isso que a gente acredita muito na questão artística para a evangelização, e a gente defende muito essa ideia.
Passou-se o tempo, e uns dois anos depois, o Hélito mudou, a família mudou de cidade, a gente ficou muito chateado, porque a gente se apegou muito àquela criança, e o quanto ele modificou. Mudou-se. Uns 20 anos depois, ou menos que isso, um tempo mais ou menos assim, na minha reunião mediúnica, numa outra casa, numa reunião, aí, uma médium, uma outra médium, falou assim, Gêlia, tem um espírito aqui te agradecendo pelos momentos de evangelização, e que ele, ele se encontrou com Jesus. E tem um detalhe que eu lembrei outro dia, Bernardo cantando a musiquinha que eu ensinei pra ele, esse menino, quando criança, ele me contava que ele tinha muitos pesadelos, e ele falava que eu tive sonho ruim, eu tive sonho ruim, e me contava que a gente via que ele devia passar perto na noite, e aí eu ensinei a música pra ele, que era, quando eu tenho medo, eu logo penso assim, Jesus é meu amigo, Jesus gosta de mim.
Então, aí ele falava que quando ele cantava essa música de noite, que ele tinha um pesadelo, ele acordava, ele cantava essa música, ele ficava mais tranquilo e dormia de novo. E aí, nessa reunião, a médium falou pra ele, tem um espírito aqui agradecendo por você ter apresentado Jesus, e isso salvou a encarnação dele, e a gente percebeu que era o Elton. Ele desencarnou com 17 anos, vítima de bala, né, e aí ele cantou essa música, e falou que em vários momentos de dificuldade que ele passou, não só no momento da vida dele, mas que no desencarno ele cantava.
Então, essa semana, quando o Bernardo cantou isso, eu lembrei desse fato na reunião. E aí, a gente quando a gente tem essa oportunidade que tão rica de perceber que a evangelização ela foi capaz de modificar o curso de um espírito, porque ele abriu-se pra Jesus, né, pra todo o contexto que ele trem, tem isso realmente coroa o trabalho da evangelização. Então, acreditando em todos esses processos, é que a gente vai começar a modelar a questão da evangelização junto a esses novos formatos que a gente tem experimentado com os bebês, e que a gente tem tido muito feedback positivo.
Muito bom. Bom, cês tão vendo que o ano do ser tá recheado aí, né? A questão da evangelização também, né, Tiago? A gente… É natural que ocorra o projeto, porque da mesma forma como pra nós é natural estarmos próximos ao Aroldo, que haja muita participação e que o evangelho seja uma coisa viva, que essa questão do estudo, da fala aprofundada sobre as coisas ocorra, né? Porque aqui nós temos pessoas que já evangelizam há muito tempo, tem uma experiência a trazer. E a gente tem tentado trazer por conta da proximidade desse estudo profundo do evangelho, tentar de alguma forma trazer elementos novos, né?
Trazer esse conhecimento que o Aroldo hoje traz e que tá muito ainda focado no público adulto, né? Transformar muito desse conhecimento, dessa proximidade em algo palpável também pras crianças, né? E Dentro disso a gente quer de uma forma natural, sem nenhuma pretensão de ser referência pra nada, né? Nossa busca é até mesmo de busca coletiva, de um trabalho, né? Porque a busca da verdade, ela tá em todos os lugares, né? E a necessidade, essa necessidade da evangelização e desse sentir o evangelho é tão grande que muitas pessoas buscam um caminho, né?
E ter um referencial teórico é muito importante. E ter um conhecimento da necessidade de cada fase enquanto encarnado aqui, né? Como comunicar, o como comunicar é muito importante. Então, como comunicar o adulto, como comunicar aos pacientes, como comunicar aos jovens, como comunicar às crianças, como comunicar aos bebês, como comunicar às gestantes. A ideia é reforçar esse pensamento, né? Porque no meio de evangelizadores já existem muitas pessoas que são pedagogos, que são pessoas profissionais. E muitas pessoas que não são.
Nós temos que aumentar esse coro onde fique bem claro para as direções das casas, né? Para as pessoas que coordenam os trabalhos, de que a questão do conhecimento das fases da criança, do conhecimento do processo da criança é importante para que se faça a evangelização também. Para que a gente saia da evangelização de piloto automático. E dentro desses projetos na prática, uma das coisas que a gente propôs e já tem uma equipe sendo formada para a gente desenvolver, é que a gente quer criar um pode-ser para as crianças, né?
Um pode-serzinho. Um pode-serzinho, né? Que vai ser isso que a gente tem como adulto, né? Que são essas conversas gostosas e tal. Mas a gente quer criar alguma coisa que os pais possam baixar lá no nosso site, botar no carro, né? Eu vou levar a criança para a escola para ela poder ouvir uma história, para ela poder ouvir uma música, né? Ouvir coisas bacanas. Então, ou seja, não é só para os adultos, né? A gente quer também favorecer as crianças, porque é legal para nós que são coisas que vão ser boas para os pais, mas também boas para as crianças, né?
Lá em casa a gente tem esse… Acho que todo mundo que tem filho pequeno tem esse… Não é um problema, né? A realidade é que se você entra no carro, a música que você vai escutar é que ela está querendo ouvir, né? É só CD infantil no carro. É… Então você… É só grupo segredo. Então a gente quer fazer algo que os pais possam baixar e vibrar com a gente, né? Com histórias gostosas, contadas de uma maneira diferente. Sem contar que nós temos o planejamento dos livros infantis. Sim. Do Capacete, por exemplo, que é um livro nosso que a gente vai colocar.
Vai dar continuidade na série, né, Sheila? Parece, né? É, a gente quer fazer a continuidade da série, mas disponibilizar para iPad. As versões digitais. As versões digitais, né? Os tablets. Então a nossa intenção é que essa ilustração, que o livro seja online, para que todas as pessoas tenham acesso de baixar, e conversão para colorir, para impressão. Isso tudo ajuda muito o trabalho das evangelizadoras também. E nós queremos, assim, o que a gente quer frisar é que nós estamos de mãos abertas para dar as mãos. Porque a gente sabe que tem um longo percurso de várias pessoas que vêm caminhando arduamente todos esses anos buscando formas de melhor fazer o trabalho.
Então a gente quer dar as mãos e fortalecer a corrente. Essa é a nossa proposta. Acho que isso é o mais importante, né, Sheila? Isso que você falou. Para não ficar passando a impressão de que o ser está querendo criar coisas que sejam só deles ou a partir de um centro irradiar as pessoas imaginando que as pessoas teriam ferido. Muito pelo contrário. A nossa proposta é dar as mãos, é criar aquilo que o Guilherme já tinha falado antes, que é um crowdsourcing, um processo coletivo de reflexão. Pensar e, mais do que isso, produzir coisas que sejam gostosas.
Como o Júlio falou, produzir o material que você possa colocar no carro e as crianças ouvirem. Então aqui nós somos uma espécie de oficina, produzindo coisas, testando outras, ouvindo, recebendo ideias de outras pessoas do mundo inteiro, do Brasil inteiro. E a gente vai somando aí uma coisa, gente, acho que é importante dizer isso nessa hora, o ser não tem pretensão nenhuma de ter um jardim e fornecer flor para todo mundo. Não. Nós sempre estamos recebendo flores. Eu acho que o único mérito que o ser tem é de montar os buquês, montar os ramalhetes com as flores que ele recebe de todos vocês.
A gente está sempre recebendo comentários, sugestões, ideias. A gente vai conectando, vai conectando, vai juntando e oferecendo os buquês. Aqui nós temos uma mania, né, Arô? Nós temos uma mania de ser colaborativo. Nós queremos trabalhar colaborativamente. Nós queremos… Todo mundo que está ouvindo podcast, você está convidado a colaborar. Nós estamos aqui para colaborar com vocês e vocês colaborarem com a gente. Nós temos mais dois projetos para poder finalizar. Um projeto, ele está nascendo também, ano que vem vai ser um ano de gestações, né?
Que é um curso de cinema que nós pretendemos colocar no ar. Nós já tivemos uma experiência antes do SER que é um projeto que vocês podem acessar aí, que chama www.cinemaespirita.com.br que é um curso que nós fizemos aqui em BH. Foi uma turma que nós organizamos entre o movimento espírita aqui na nossa comunidade mesmo, local, onde tínhamos amigos que tinham vontade de desenvolver projetos audiovisual e nós contratamos professores que já dão aula de cinema e montamos uma turma. Esse curso aconteceu durante um ano lá nesse site.
Tem todo o histórico das aulas, como aconteceu, tem alguns vídeos. Nesse curso nasceu um curta-metragem que ele está em fase de edição e provavelmente ano que vem, durante o seminário, nós devemos fazer o lançamento dele. Mas, dessa ideia partiu a vontade de a gente desenvolver um curso de cinema online. Nós vamos começar com um módulo de roteiro, onde nós vamos ter um professor que vai dar aula de roteiro. Nós vamos trabalhar com ferramentas colaborativas. Temos ideias de lançar pitchings para escritas de roteiros com os textos do Chico.
Então é um projeto muito bacana que nós queremos envolver toda a comunidade espírita e não espírita também, que a gente sabe que tem muitas pessoas que não são espíritas, mas que tem interesse em conhecer essa temática e escrever coisas sobre essa temática. Então nós vamos dar nós vamos ter a oportunidade de estudar juntos algo para desenvolver projetos de audiovisual. E também é um projeto que está em gestação e ano que vem nós vamos ter notícias dele. E para coroar o final do nosso podcast mais dois? Então mentira, eram três projetos.
Então nós vamos falar da oficina. Conta para a gente como é que vai ser essa oficina de estudo do Evangelho. Certo Tiago, a gente uma coisa que toda vez que a gente viajava uma coisa que a gente ouvia das pessoas era nós aqui estamos com muita vontade de montar um grupo de estudo do Evangelho. A gente quer aprofundar algumas coisas. Você tem livro para indicar? Uma bibliografia? Como que você estuda? Que tradução que você indica? Eu estou com uma dúvida com relação a essa passagem. Todo mundo querendo estudar o Evangelho, graças a Deus.
É realmente um enorme prazer. Então o que a gente pensou? A gente pensou em fazer uma reunião de estudo do Evangelho. Fazer uma reunião de estudo do Evangelho, mas assim bem caseira mesmo. Aquela reunião gostosa, onde vai abrir ali o dicionário, vai pesquisar na hora, vai conversar. Aí surgiu o nome do projeto, que é Oficina do Evangelho. É uma oficina mesmo. Oficina porque nós não vamos pousar de professor nem de mestre, porque não somos. O mestre é Jesus. Nós somos operários, nós estamos treinando e você vai estar apenas espiando a gente, o grupo estudar.
Você vai olhar, você que está ouvindo vai poder acompanhar o estudo ao mesmo tempo. Por isso se chama oficina. E ali a gente vai estudar mesmo, vai descobrir coisas na hora, vai conversar, vai refletir. E por que Ilelo? Ilelo porque o Ilelo, que é o avô do Gamaliel, o mestre de Paulo de Tarso, no passado, um pouquinho antes da época de Jesus, poucos anos antes, ele fundou uma escola, que era uma escola de estudo do Velho Testamento, na época. E é considerado um dos maiores sábios do judaísmo. E há uma referência a ele também no livro Brasil, Coração do Mundo, Parta do Evangelho.
E é um espírito que inspirou. A gente pode dizer que Gamaliel e Paulo de Tarso são dessa escola de Ilelo e realmente ele fez escola. E a gente achou interessante colocar o nome dessa escola de oficina do Evangelho Ilelo. Porque ele era uma pessoa extraordinária, muito compassiva, muito amorosa. Basta lembrar que Humberto de Campos conta um caso muito interessante dele, que um aprendiz chegou a ele e pediu que ele resumisse todo o Velho Testamento enquanto ele pulava de um pé para o outro. E aí ele falou para o aprendiz se colocar na posição.
Quando o aprendiz trocou o pé, ele disse, amor. Isso resume toda a Torá. O resto é comentário. Vá e estude. Então, é um grande mestre mesmo. E a nossa ideia da oficina é exatamente essa. Passar lembrando para as pessoas que é uma coisa muito simples. Nós, mais uma vez, não estamos querendo ensinar ninguém a nada. Nós estamos apenas querendo compartilhar uma forma de fazer. É uma forma de fazer. É uma forma de estudar. É o nosso estudo. Porque a gente vai estar lá aproveitando. E é mais uma forma de estudo colaborativo.
São várias pessoas trocando conhecimento. E como muitas pessoas perguntam sobre passagens, têm dúvidas, nós vamos mostrar como que chega mesmo, como é que pesquisa, como é que estuda, como é que vai no texto, trazer informações. É uma espécie de tipo aqueles cursos de culinária, que você pega os ingredientes e faz ali e a pessoa vê você fazendo na hora. E no final a gente come. E no final a gente come. Agora sim, e para coroar, qual que é o projeto que nós estamos aqui já morrendo de vontade de ver esse projeto acontecer, que é o Sete Minutos com Emmanuel.
Pois é, esse projeto ele nasceu de um desejo e a gente está sempre aqui no Cerco esse desejo de agradecer o Emmanuel, de mostrar a nossa gratidão para ele, pelo trabalho que ele fez e Também divulgar o Evangelho da maneira como ele trabalha o Evangelho. Por que Sete Minutos? A gente pensou na brincadeira do quantas vezes devo perdoar meu irmão até sete, não te digo que sete, mas setenta vezes sete. Então a gente falou sete ou sete, tem que ser uma coisa com sete. É o Sete Minutos. Por que Sete Minutos? Claro que ninguém vai ficar cronometrando aí, gente, para saber se é seis minutos, cinquenta e nove.
A gente quer, mas nos sonhos não vai dar não. A gente quer cronometro, mas na verdade não é essa a ideia. A ideia de Sete Minutos é que é um arquivo de áudio pequeno, curto. No máximo sete megas. Que você ouça rápido e ele vai, cada arquivo, cada episódio será uma abordagem bastante interessante, eu não vou contar aqui agora, que é surpresa. Sobre mensagens da série Fonte Viva. Então, você lembra que tem o livro Caminho, Verdade e Vida, Pão Nosso, Vinha de Luz, Fonte Viva, Ceifa de Luz, Palavras de Vida Eterna, Abenção de Paz e outros.
Esses livros são livros em que o próprio Emmanuel reuniu mensagens em que ele comentava versículos do Evangelho. Ele mesmo fez a reunião e esses livros foram publicados. E a nossa ideia é fazer um trabalho em cima de cada uma dessas páginas. Comentar o texto, falar algumas coisas e aí a gente pede pra você esperar um pouquinho pra você degustar quando o primeiro sair no site. Não é sacanagem não, mas tá dando uma vontadezinha de ouvir esse negócio, viu? Eu acho que é um sonho. Imagina se eu puder acordar todo dia, entrar no site do C e ir lá colher alguma coisa.
Será que vai ser assim? Não sei. Não sei, hein? Essa ideia, mais uma vez, lembrando que o nosso propósito é sempre estreitar os laços que nos unem a essas obras. É promover uma forma de aproximação a essas obras. Não a única forma, mas uma forma, uma maneira. Porque o importante também não é qual o caminho ou qual a forma que você se conecta. O importante é se conectar com essas obras. A gente acredita muito nisso. Como essas obras são utilizadas no Evangelho no Lar, são utilizadas para abrir reunião, a gente acredita que esse material em áudio vai favorecer muito, até porque tem pessoas que têm dificuldade de ler, às vezes estão com problema nos olhos, não enxergam bem, ou não conseguem ler, acham o texto do Emmanuel difícil, lê, mas não lê com a entonação correta, não lê com as pausas corretas.
Então esse projeto vai facilitar isso, porque já vai entregar a mensagem sonora. Não conta mais, não. O importante, né, Haroldo, de tudo que a gente está falando, hoje conversando também no telefonema que eu tive com a Daniela, a gente conversou muitas coisas, que é o fato de que a gente quer fazer aquilo que tem batido as nossas portas, sem pretensão de ser melhor que ninguém, mas assim, aquilo que a gente tem enxergado a gente ao ser, como proposta de trabalho, nós estamos pegando para fazer. Porque a gente sabe que em todo o Brasil tem muitas iniciativas de trabalho.
Muita coisa bacana. E o importante é que nós com esses projetos estamos pegando aquela missão que foi nos dada, que está chegando para a gente. Cada um contribui como pode, como tem condição, e esses projetos que nós falamos é o que nós podemos agora no momento contribuir. Se ele puder auxiliar, se ele puder ser útil, a gente vai ficar muito feliz, porque para nós ele será muito útil, porque nós temos a necessidade desse estudo do Evangelho, nós estamos com necessidade de estudar a série Fonte Viva, então a nós vai atender.
Se atender a você também, nós vamos ficar muito felizes, porque você estará junto conosco. Tenho certeza que as pessoas vão gostar muito. Nós queremos aproveitar esse podcast para desejar um Feliz Ano Novo para todo mundo que está ouvindo esse episódio. E estamos muito felizes pelos resultados, pela resposta do público que tem postado lá nos episódios, que tem comentado, que tem mandado e-mail. A gente quer que continue, não para de nos dar resposta não, porque é daqui que a gente colhe o nosso alimento diário e a vontade de fazer mais.
Esses e-mails são todos compartilhados com o grupo todo, todo mundo responde, fica feliz pelas respostas e não para de mandar e-mail para a gente não. É tão gostoso a gente acordar durante o dia e falar nossa minha caixa está lotada aqui de e-mail e hoje tem mensagem para mandar para todo mundo, porque o trabalho realmente precisa desse carvão. Esse carvão é bom para manter a chama acesa, que é vocês, vocês dando resposta para a gente, a gente sabe que está valendo de alguma coisa esse trabalho. Vamos nos despedir e a gente tem a dizer meu amigo, senta-te aqui um pouco, somos poucos junto a árvore saivosa da amizade.
Feliz Ano Novo, um excelente Natal para todos, muito obrigado. A gente espera contar com todos vocês no ano de 2012 para que o ser se transforme no que a gente espera dele, que ele possa realizar aquilo que a gente está projetando com as bênçãos de Jesus e que a gente consiga também se aperfeiçoar e aperfeiçoar o trabalho que nós estamos realizando. Lembrando e aqui sem nenhuma falsa modéstia que tudo o que o ser faz é na verdade um óbulo da viúva. A gente sabe e tem consciência das limitações, tem consciência das nossas deficiências, mas podem acreditar, nós estamos fazendo tudo o que nós podemos.
Estamos dando o nosso máximo para compartilhar com você amigo que está acompanhando o trabalho do ser, que está acompanhando o portal e o podcast. Pedimos a você, continue conosco, continue nos auxiliando, nos ouvindo, nos ajudando, compartilhando. Estamos sentindo falta das participações, dos comentários, dos posts. 2012 será muito rico. Um beijo no coração de todos. Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.
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