PodSER #003 – Apocalipse

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Prepare-se para uma jornada fascinante pelo livro mais enigmático da Bíblia! Neste episódio do PodSER, mergulhamos nas profundezas do Apocalipse de João, desvendando seus mistérios e símbolos à luz da Doutrina Espírita. Junte-se a nós para uma conversa esclarecedora que promete transformar sua compreensão sobre este texto milenar.

Neste episódio

  • A continuidade do estudo sobre o Apocalipse de João, iniciado em São José do Rio Preto.
  • A importância de compreender os ciclos astronômicos e a cultura hebraica para a interpretação do Apocalipse.
  • A linguagem apocalíptica e seus simbolismos, como o número 7 e a figura do “anjo” nas cartas às igrejas.
  • A visão espírita sobre o Apocalipse, com insights de Emmanuel e a obra de Chico Xavier.
  • A relevância da moral e da ética na interpretação dos textos sagrados.

Participantes

  • Haroldo Dutra Dias
  • Fred Cornelio
  • Thiago Franklin

Destaques

  • A discussão sobre a autoria do Apocalipse e a importância de considerar o contexto histórico e cultural da época.
  • A explicação do número 7 como uma “constante da física para ciclo”, essencial para entender os ciclos evolutivos.
  • A analogia dos “sete copos” para ilustrar como os símbolos do Apocalipse representam padrões arquetípicos que se preenchem ao longo da história.
  • A revelação de que Emmanuel, em “A Caminho da Luz”, descreve João sendo levado às esferas superiores para receber as visões do Apocalipse.

Ler transcrição do episódio

A de nascer, nova era de crescer, novo homem coração, de quem quer servir. É prosperir, novo verbo é burilar o íntimo, colorindo o céu de um novo ser. Olá pessoal, estamos ensinando mais um episódio do Pode Ser. Aqui é Tiago Franklin e feliz aquele que lê e os que ouvem as palavras desta profecia e os que observam as coisas nela escrita, pois o tempo está próximo. Olá pessoal, aqui é Haroldo Dutra Dias. Minha frase é O Evangelho é o Sol da Imortalidade, que o Espiritismo reflete com sabedoria para a atualidade do mundo.

Emmanuel Vinha de Luz Olá pessoal, aqui é o Fred Cornélio. Minha frase é Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último, o princípio e o fim. Felizes os que lavam as suas vestes, para terem direito à árvore da vida e entrar na cidade pelas portas. Apocalipse XXII É isso aí pessoal, estamos aqui para o tão esperado episódio sobre o Apocalipse. Vamos fazer aqui um apanhado sobre o estudo que o Haroldo fez. Aonde mesmo, Haroldo? São José do Rio Preto. Lembrando que é o seguinte, se você não assistiu ainda o estudo que o Haroldo fez lá, para agora, para agora, porque lá tem muitas referências.

Vocês podem ir no site, no mesmo post onde vocês estão encontrando o podcast. Tem o link para assistir o seminário lá. É um seminário, são dois vídeos, duas partes. Assista, porque senão vocês vão perder muita coisa do que vai ser falado aqui nesse episódio. É importante que vocês assistam, porque nós vamos repetir, né Haroldo, o que foi falado lá, porque é um estudo de quase quatro horas. Exatamente. Vamos fazer algumas referências, voltar alguns assuntos, mas não tem como repetir tudo. Isso, nós vamos avançar dentro daquele estudo, né Haroldo?

Dentro desse comentário, é. É isso aí. Vamos para mais uma semana de e-mails e recados do Pode Ser. E aí Haroldo, como é que foi a repercussão do pessoal com a Biblioteca do Ser, o episódio sobre a Biblioteca do Ser? Acho que são as melhores possíveis, né? Eu estou gostando muito da participação, viu Tiago? Parece que todos estão respondendo aos nossos apelos, estão deixando comentários, estão deixando e-mails, e nós, mais uma vez, estamos conclamando todos os ouvintes a participarem e a divulgarem o site para que as pessoas possam fazer o download do episódio do Pode Ser.

É isso aí. Olha, que bacana, nós recebemos um e-mail do Marcelo Orsini, lá do Glacos, né? Marcelo Orsini, Espiritismo BH. Isso, pode ler o e-mail dele, eu vou deixar você ter esse prazer. Parabenizo o amigo por essa maravilhosa iniciativa e coloco o material do Espiritismo BH áudio e vídeo à sua disposição, caso queira aproveitá-lo no Instituto Ser. Ô Marcelo, obrigado por essa generosidade. Nós já pensávamos mesmo em divulgar essa iniciativa pioneira sua, que foi o Espiritismo BH, que tem entrevistas maravilhosas, e é claro que nós vamos aceitar essa proposta generosa que você está fazendo e colocando também o Ser à disposição de vocês, que precisarem, porque o nosso objetivo é juntar as mãos de todo mundo que está trabalhando e não há concorrência aqui, a questão é união de forças, porque a Seara é muito grande.

É isso aí. Recebemos o e-mail, de novo, do Moura Junior. Agora o Moura se identificou, né? Campo Grande Rio. Do Rio de Janeiro. Ele diz o seguinte, Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Não é nem a gente que está falando isso, o Chico já se manifestou sobre isso, falou, foi algo que nós aprendemos, porque essa lição de amor que Jesus deixou pelo semelhante é algo incomum, porque não se trata de uma lição apenas filosófica, ela é uma lição de vivência, de prática. O amor incondicional que ele demonstrou é um farol, é um sol que brilha para todos os seres que evoluem no planeta Terra e com certeza é a tônica que vibra em todo o universo infinito do Criador.

É o amor. Muito bom, aproveitando, vamos mandar um abraço para a Cris, que é a esposa dele, que disse que ela também é… Cris, esposa do Moura Junior, olha, um abraço para você, muito obrigado pelo carinho, pela participação sua e do seu esposo. Nós estamos muito felizes de você estar participando. Viu, Cris, um abraço, Jesus abençoe a sua família. Temos um e-mail aqui do Eduardo Laborne. O Eduardo é aqui de Belo Horizonte, Minas Gerais. Ele diz assim, já vínhamos planejando um site em homenagem ao Senhor Honório, que seria batizado Estudando com Honório Abreu.

Ele seria constituído basicamente com um acervo de fitas e transcrições que estão com a Sandra. Como você sabe, e deve estar passando por isso, montar um site sério envolve dificuldades, especialmente quando estamos falando de um acervo tão precioso. Gostaria de saber se podemos marcar um dia e pensarmos em uma maneira de concentrarmos esforços para a divulgação deste material. Eduardo, olha, você encheu o nosso coração de alegria. Nós estamos colocando o site do SER inteiramente à disposição de você e da Sandra para divulgar esse material do Senhor Honório, porque você sabe que ele foi para nós um grande professor, um grande orientador.

Nós temos um carinho muito grande por ele, pelo trabalho que ele fez em Belo Horizonte, em companhia de Manuel Alves, Oswaldo Abreu, Leão Zalho, Sobral, Damasceno Sobral. Então, se você quiser colocar uma coluna aqui no site Estudando com Honório Abreu, pode mandar o material que nós vamos colocar lá. Estudando com Honório Abreu vai ter esse espaço no site e eu te digo que eu vou ser o primeiro a consultar lá toda hora e ficar ouvindo esse material. É precioso, estamos de braço aberto e vamos marcar assim na gente encontrar e acertar os detalhes disso.

O Rodolfo Jaime Pacca, de Mogi das Cruzes, São Paulo. Haroldo, acompanho com admiração o seu trabalho e aproveitando este gancho ecumênico, gostaria que você abordasse a atualidade crítico-acadêmica quanto aos textos de Paulo, mais especificamente o tema abordado pela chamada Nova Perspectiva, em que temos hoje o bispo anglicano Nicholas Thomas Wright como principal difusor. Rodolfo, muito obrigado pela participação. Estou vendo que você é um estudioso. Realmente o N.T. Wright é hoje um grande representante da chamada Nova Perspectiva em Paulo.

O que é essa Nova Perspectiva? Você já deve saber, nós estamos explicando para os ouvintes. É aquela perspectiva que propõe uma leitura de Paulo e da vida de Paulo à luz das informações das tradições judaicas. E isso nos interessa muito de perto, porque realmente a primeira e a segunda perspectiva elas minoraram ou não deram a devida atenção às raízes judaicas de Paulo. A tradição judaica, a forma de leitura e de interpretação dos judeus, e isso fez com que Paulo fosse interpretado em muitos pontos de maneira equivocada.

É claro que nós sabemos que Paulo é um homem de três mundos. Ele circulava pelo mundo romano, circulava por toda a cultura grega, e era um doutor da lei, um fariseu. Então, é preciso também enxergar que Paulo tinha essa flexibilidade, essa mobilidade, essa capacidade de transitar pelos três mundos. Mas a obra do N.T. Wright, inclusive, foi traduzida a uma, Nova Perspectiva em Paulo, o português, ele tem uma obra ampla. Me parece que as editoras estão pretendendo dar continuidade na tradução das obras dele. Eu li, gostei muito, acho o N.T.

Wright muito inteligente, e ele realmente vem com força total, e é respeitadíssimo, tem feito escola mesmo. Muito bem lembrado, viu, Rodolfo? E nós, particularmente, com essa biblioteca, como nós já falamos no episódio anterior, fomos a Jerusalém, trouxemos todo o material judaico, e o N.T. Wright tem sido uma linha interessante para a gente usar esse material judaico na interpretação das cartas de Paulo. Obrigado pela participação, Rodolfo. A Janaína Fazione, de Belo Horizonte, Minas Gerais. Aroldo, Thiago e João Nélio, que alegria poder ouvi-los novamente.

Eu gostaria de ver algumas fotos dessa viagem que o Aroldo fez a Jerusalém. Seria possível colocar algumas delas aqui no site? Tem que saber do Aroldo, né? Boa ideia, viu, Janaína? O pessoal só está dando boa ideia, né? As fotos estão lá, nós vamos colocar no site, então. Está combinado. Agora são alguns comentários, Aroldo, que o pessoal coloca lá no post. Lembrando que é muito importante o pessoal colocar esses comentários porque é um espaço amplo para as pessoas se conhecerem também, né? Nós queremos mandar um abraço gigante para o Henrique, Henrique Lisboa, que fez um comentário muito bacana lá, até colocou lá um link para o pessoal poder baixar o livro que o Aroldo fez, a citação no episódio anterior.

E ele diz assim, O Henrique, obrigado. Aliás, nós temos que fazer um agradecimento duplo para o Henrique, porque quando nós mudamos para o apartamento atual, o Henrique ajudou a carregar esses livros, né? Então ele conhece esses livros com as mãos, ajudou a carregar. Com o suor do teu rosto. Com o suor. Viu, Henrique, um beijo no seu coração, no coração da Elisa. Um abraço. Muito obrigado pelo carinho e nós estamos te esperando aqui. Temos também um comentário do Leonardo de Araújo Para mim, espírita há muitos anos, foi muito bom ouvir a participação do pastor Enéas e Karen.

Me ajudou a rever a questão falada do estereótipo que carregamos, dentro de nossa visão preconceituosa. Parabéns por esse trabalho de estreitamento entre laços com irmãos de outras crenças. Muito bom entendermos que podemos e devemos aprender com os nossos irmãos que laboram no campo evangélico com amor e que embora estejam situados em escolas diferentes de interpretação. Ô Leonardo, muito bonito isso que você falou. E nós gostaríamos de agradecer aqui também ao pastor Enéas e a Karen, amigos do coração que enriqueceram muito esse episódio e isso mostra que é o amor e a união das pessoas que vai somando e vai acrescentando tesouros ao nosso coração.

E eles, com certeza, a cada dia eu aprendo com eles, aprendo com outros irmãos evangélicos, tenho um profundo respeito pelos evangélicos. É onde eu tenho aprendido muito. E tenho contribuído também, levando um pouco de doutrina, do que a doutrina ensina. A Tabata Lopes de Recife, Pernambuco Adorei o podcast 2. Parabéns à equipe. Já estou ansiosa pelo próximo episódio. O podcast é gostoso de ouvir, descontraído e nos leva a profundas reflexões. Olha que bacana, né? O pessoal está gostando mesmo. É bom ter um retorno.

Essa lá de Recife. Um abraço pra você, querido. Pra todos aí. Obrigado pelo carinho com que eu fui recebido aí. Nós já estamos morrendo de vontade de voltar. Temos aqui do Eleno, grande amigo. Eleno Silvestre. Que pode ser maravilhoso. Adorei a participação do meu grande amigo João Nélio. Espero ele aí várias vezes com vocês. Parabéns pelo trabalho que o pastor Enéas faz. Já adorei a participação dele na Rede Minas com o Haroldo. E hoje ouvindo o Pode Ser 2, posso dizer que senti alegria de ver concretizado o respeito entre as religiões.

Ô Eleno, obrigado pelo carinho. E nós também. O João já é… Já faz parte aqui do script. Vai estar sempre com a gente. O Enéas também. Nós vamos ter uma programação com ele, uma sequência, vários episódios que nós vamos gravar num trabalho sobre comentários de obras que nós consideramos obras básicas para estudar a Bíblia. E o Enéas está ajudando a gente a montar essa programação que nós vamos espalhar em alguns episódios do podcast. Então, viu Eleno? Muito obrigado e continua com a gente aí. Estamos contando com você também.

Marlene Sales, da cidade de Paulista, Pernambuco. Amei a participação do pastor Enéas. É preciso saber colocar em prática o verdadeiro sentido da palavra alteridade, tão usada por nós espíritas. O pessoal gostou mesmo da participação do Enéas, né? Realmente vai ter vontade. A Marlene é da turma lá da Tábata. É a mesma turma lá de Recife, Pernambuco. É importante, está vendo como é importante a divulgação, né Arouca? A gente pediu para o pessoal. Vamos divulgar, hein gente? Vamos aproveitar aquilo que a gente… A gente reitera aquele pedido.

Cada pessoa apresentar para mais cinco pessoas esse pode ser podcast que ele vai radiar para o Brasil inteiro, né? Para o mundo inteiro, se Deus quiser. E foi um bom trabalho, né? Eu acredito. A resposta que a gente está tendo está sendo muito boa, né? Tales Argolo. Gostei muito da participação do pastor Enéas, da Karen. Eu já havia escutado o pastor Enéas no programa Brasil das Gerais, juntamente com Arouca, acerca da tradução do Novo Testamento. E fico muito feliz pela sua abertura ao diálogo interreligioso. Ô Tales, obrigado pela participação.

E é verdade. O Enéas, ele é um símbolo da tolerância religiosa e da capacidade de dialogar com as mais diferentes escolas cristãs e não cristãs. Ele é realmente o exemplo vivo disso, do respeito, da caridade, do amor ao próximo, independente da crença. Para mim, ele é uma referência nesse sentido. Acho que a gente pode até falar, Arouca, a gente está querendo fazer um lembrete, na verdade é um comunicado. Porque o site do Instituto provavelmente vai mudar de nome, né? A gente vai ter que fazer algumas modificações, né?

Nós estamos tirando a palavra Instituto. Porque como já tem o Instituto ser por questões jurídicas e mais sobretudo por questões morais e éticas, nós não queremos utilizar nome de outras pessoas, de outros idealistas que já têm uma instituição embora diferente da nossa proposta, mas já tem esse nome. Então, o nosso é ser. A gente vai tirar essa questão do Instituto e seria importante que as pessoas colocassem no e-mail o estado, a cidade e, quando necessário, o país. Para que a gente saiba de onde é, para que a gente tenha um mapeamento da resposta do episódio.

É muito bom. E O recado que a gente queria dar mesmo era esse da divulgação, né? O importante é a divulgação desse trabalho. Agora, o maior patrimônio, eu acho que o ser pode angariar neste momento é a divulgação desse trabalho. Quem está ouvindo e gostou e acha que vale a pena replicar esse trabalho pode copiar, pode fazer o que quiser pode botar em outros sites. O negócio é a divulgação do podcast. Exatamente. E lembrar também aos ouvintes que o site do ser, ele é uma plantinha que está começando a nascer. Falta ainda muito conteúdo para ser colocado o podcast está começando e nós estamos convidando todos a serem aqueles lavradores que tenham a paciência de cuidar da plantinha enquanto ela está nascendo, que incentivem que enviem sugestões críticas mas sempre lembrando que o trabalho está começando.

Está começando. Vem muita coisa boa pela frente, mas como você sabe não acontece no estalar de dedo não é de uma hora para outra, até porque nós estamos dependendo de recursos financeiros e outros tipos de recursos para que o trabalho se amplie. E em breve nós convocaremos todos para participar inclusive com recursos. O trabalho está sendo planejado. A gente está fazendo um projeto nós temos reuniões na casa do Haroldo que às vezes vai até duas horas da manhã, acreditem se quiser, às terças feiras. Então é um trabalho que está sendo feito com todo carinho.

E vamos para mais um episódio. Mais um episódio. Música Música Música Música Música Música Música E Acho que o Haroldo pode começar. Qual é o primeiro recado que você quer dar para as pessoas que assistiram aquele estudo? Baseado inclusive nos comentários que estão sendo feitos e e-mails que estão sendo enviados nós percebemos que estão surgindo algumas dúvidas que nós inclusive esperávamos que surgissem porque o Apocalipse é um livro extremamente difícil, denso rico em simbolismos que de certa forma é uma chave para a interpretação de toda a Bíblia.

Então a gente imaginava que fosse ter essa dificuldade mesmo, não é assim tão simples e é preciso assimilar alguns conceitos básicos para que a interpretação do Apocalipse possa ser mais proveitosa. Então isso a gente sentiu que precisava comentar algumas coisas sobre isso. Muito bacana. Bom, então vamos fazer o seguinte tem aqui alguns e-mails que já chegaram sobre pessoas que já assistiram o seminário e Eu gostaria primeiro que você falasse para a gente porque que você começou falando sobre os ciclos astronômicos.

Eu vou ser sincero, quando eu dei o play para poder assistir esse seminário eu estava esperando você já entrar de cara no Apocalipse e trazer todos aqueles simbolismos e não foi o que nós encontramos. Nós encontramos um Haroldo trazendo coisas do Caminho da Luz, coisas da codificação e ficou aquela coisa assim, bom, por quê? Exatamente. Eu até senti isso também, Sábio Tiago. A ideia era entrar um pouco mais no livro, mas o assunto foi rendendo e aquele tema não deu tempo de entrar propriamente no livro. Mas as questões que a gente abordou no seminário são questões importantíssimas da pessoa entender, refletir para que ela possa entrar com segurança no Apocalipse lembrando que nós estamos fazendo uma interpretação do Apocalipse à luz dos princípios da doutrina espírita.

Os princípios nós aprendemos na doutrina. Essa interpretação, embora ela busque muitos subsídios em comentários de teólogos protestantes, católicos, inclusive leituras da tradição judaica, ela traz alguns elementos que essas outras tradições também não têm. Mas o mais importante que a gente queria comentar, Tiago e Fred, é o seguinte. O crescimento, a vida na Terra e a evolução espiritual se dá dentro do espaço-tempo. O que significa isso? Se dá em um ambiente histórico, geográfico, cultural. Esse é o âmbito espacial.

Mas também em uma estrutura temporal. E o que determina essa configuração do espaço-tempo? Está parecendo que eu estou falando de física, relatividade, mas é um pouco isso. Nós sabemos que o espaço-tempo é determinado pela distribuição de massa, de matéria, no universo. Os planetas, os sóis, as constelações, eles, de certa forma, curvam o espaço-tempo, eles fazem uma distribuição da energia, geram um campo gravitacional e isso interfere na forma como o universo se desenvolve. É como se o movimento dos corpos celestes, gerado pela lei da gravidade, fossem ponteiros do relógio.

Está parecendo muito abstrato, mas eu vou dar um exemplo bem concreto e isso vai ficar bem simples. Como nós sentimos isso aqui? Dia, noite, primavera, verão, outono, inverno, a lua, com os movimentos da maré, etc. Como que isso interfere na nossa vida? Sem que, às vezes, a gente pare para refletir nisso. Interfere muito. Se é dia, se é noite, se é primavera, se é inverno. Isso tudo afeta o que nós vamos fazer individualmente enquanto sociedade. E esse é apenas um ciclo. São apenas alguns ciclos. Ciclos do movimento da Terra em torno do Sol, do movimento da Terra em torno do seu próprio eixo, mas existem outros ciclos.

E o Apocalipse vai trabalhar com ciclos. Essa é uma abordagem diferente? É. É uma abordagem bem diferente. Por que ela tem que ser feita? Para evitar o subjetivismo na interpretação do Apocalipse. Os símbolos são muito impressionantes. E todos nós trazemos aí uma curiosidade muito grande em torno desses símbolos, tentando descobrir e desvendar o que cada símbolo quer dizer e quando aquilo irá de fato acontecer. E na sua palestra a gente consegue perceber com muita clareza que você muda um pouco o paradigma de visão de que não estamos ali interpretando necessariamente fatos, não que eles não existam e possam existir dentro do livro, mas estamos interpretando ciclos.

Estamos tentando entender processos que acontecem na nossa caminhada, na nossa jornada. E isso é que é espetacular, porque nós aprendemos bastante achamos isso, achamos essa mudança de visão muito interessante, muito bacana e amparada pela doutrina espírita. Você trouxe textos ali. A mensagem do Arago, que está no livro A Gênese. A mensagem sensacional. Que é alguém extremamente referenciado por Allan Kardec citado como um grande sábio, como alguém que merecia todo esse respeito e pela mensagem que você trouxe ali do Chico.

O Emmanuel respondendo as perguntas onde ele dá esses ciclos todos. E isso nos deixa um gostinho de que depois queremos entrar em alguns pontos do Apocalipse também que são extremamente interessantes. Mas é muito importante nós consideramos muito importante esse entendimento essa visão. Eu acho que esse seminário onde foi mesmo? São José do Rio Preto. Esse seminário em São José do Rio Preto trouxe um óculos uma forma diferente da gente poder enxergar o Apocalipse que eu realmente desconhecia. Uma das perguntas que mais tarde eu pretendo fazer daqui a pouco para você é em torno disso.

Como que esse estudo começou. E o interessante disso que você está colocando Fred é pelo seguinte. A maioria das pessoas quando abrem o livro Apocalipse vem numa ânsia para descobrir fatos que vão acontecer. O que não deu tempo de eu falar no seminário mas que de certa forma eu deixei a semente plantada é que muitos símbolos do Apocalipse não são fatos são ciclos. O que os símbolos estão dizendo a respeito não são acontecimentos mas ciclos evolutivos. Então aquelas figuras algumas coisas não são fatos, são ciclos. São leis.

É como se fosse assim. Ele vai falar, olha, existe aqui a primavera, existe o verão e aí você vai fazer uma leitura da história da humanidade e encaixar os fatos na primavera, no verão, no inverno, mais ou menos isso. Ou seja, a simbologia está dizendo a respeito ao ciclo. Isso é muito importante porque toda a cultura judaica que é a cultura de João Evangelista é uma cultura baseada numa vivência com a natureza. Em festas que são celebradas de acordo com um calendário que segue fenômenos astronômicos. Todas as festas judaicas da Páscoa, Pentecostes, Festa das Tendas, os sete anos da Terra, 49 anos que é Jubileu, tudo isso estava baseado em ciclos astronômicos e essas festas tinham um significado que apontavam para o significado desses ciclos.

E o João Evangelista, utilizando a literatura apocalíptica, inclusive o livro de Daniel, ele vai fundamentar todo o seu trabalho nesses ciclos. Se a pessoa não conhece essa estrutura temporal dos ciclos, ele se perde na interpretação do apocalipse e começa a ler o apocalipse com um subjetivismo muito grande. Aí o símbolo pode ser o que você quiser. Porque aí você perde o parâmetro objetivo. Eu quis começar pelo ciclo porque os ciclos astronômicos são os parâmetros objetivos para a interpretação do apocalipse. Embora eu estivesse muito consciente de que algumas pessoas fossem interpretar isso de uma forma equivocada, acreditando que eu estaria dando uma interpretação mística para o apocalipse porque eu não deu tempo de demonstrar certas coisas.

Mas é o contrário. A gente quis dar uma fundamentação mais segura para a interpretação. Eu há uns seis meses atrás eu procurei na internet alguma coisa sobre o apocalipse. Eu gostaria, né, eu busquei encontrar algo que pudesse trazer consistência. Fiz uma pesquisa profunda, fiz no português mesmo, mas eu não encontrei nada. Acredito que por conta disso, né, Haroldo? É muito escasso. Não existe embasamento, né? Eu fui, assim, quando nós o Haroldo falou assim, Haroldo, está chegando muita pergunta sobre o apocalipse.

As pessoas estão perguntando, estão sedentas sobre o seminário. Muita coisa está chegando. Vamos gravar sobre o apocalipse. Aí eu falei assim, pô, eu vou gravar com o Haroldo? Eu tenho que estudar esse negócio. Eu não sei nada de apocalipse. E fui e falei, vou procurar na literatura espírita, né, para a gente já começar um pouco mais embasado. Cara, não achei quase nada. No Vadmeco, por exemplo, o Vadmeco espírita, né, que geralmente a gente utiliza para poder começar as pesquisas, algumas coisas. É muito pouco o material que tem de referência dentro do movimento espírita sobre o apocalipse.

Ainda mais que depois a abordagem que o Haroldo trouxe para a gente, acho que as coisas é difícil da gente ir buscar, tem que ir pelo ovo, né? Exatamente. Você tem alguma ideia por que é tão escasso essa informação sobre o apocalipse dentro da literatura espírita? Por que a espiritualidade, por exemplo, não abriu mais sobre isso? Não, eu acho que abriu muito. Tem muita coisa na obra do Chico, na psicografia do Chico, mas que está pulverizado. E você precisa primeiro encontrar pontos de referência para reunir esse material.

Quando eu trouxe essa questão dos ciclos astronômicos, é porque essa é uma linha para você fazer uma reunião de vários materiais que vão ajudar na interpretação, como outras linhas. Depois é preciso a gente ir até gravando outro episódio, ou até outro seminário para entrar mais profundamente no apocalipse. Hoje nós vamos falar um pouquinho também, mais especificamente sobre o livro. Quando você encontra essas linhas mestras, aí você vai encontrar material. Ou seja, o que nós estamos buscando? Porque o que os Espíritos não fizeram, eles não quiseram entrar, foi chamar esse símbolo, significa isso.

Eles não quiseram fazer isso. Eles foram sutis, porque não é isso. O que nos mostra que existe uma linha de abordagem que nós devemos seguir e uma linha que nós não devemos seguir. Exatamente. Existe uma linha de abordagem. Quando você encontra essa linha de abordagem, nós vamos falar daqui a pouco. Hoje nós vamos dar um pouquinho do ouro. Ah, maravilha! É isso aí que nós estamos querendo. Hoje nós vamos dar um pouquinho do ouro. Entrar um pouco mais dentro do livro do Apocalipse. Bom, vamos aproveitar que já estamos aí entrando, Arudo trouxe a abertura, vamos entrar com o pé.

Eu não quero entrar com você, não. Vou entrar com os dois. Eu queria que você falasse um pouco do contexto histórico de João e quando foi escrito o Apocalipse. Eu acho que seria importante a gente dizer. Essa pergunta sua é muito boa, Tiago. E aí eu já gostaria de agora começar a falar, porque uma das dúvidas foram essas. Tem algumas pessoas mandando e-mail assim. Olha, eu consultei teólogo protestante e tal, historiador católico e tal, e eles dizem isso, isso e isso. Então, o primeiro ponto que a gente precisa dizer é o seguinte.

Nessa pesquisa, eu sempre procurei conjugar pesquisador encarnado, pesquisador está aqui, com a informação trazida pela espiritualidade. E é nesse encontro que a gente vai extrair o material. O que que os pesquisadores têm de certo? Vamos lá, eu preciso dizer isso. Que João, evangelista, foi o último apóstolo, o último a morrer. E no final da vida dele, ele produziu esse material, que é o evangelho dele e que é o Apocalipse. E aí os pesquisadores ficam no que eu chamaria, sem querer ser agressivo, de patinação no gelo.

Ah, foi ele que escreveu, ele editou, era um discípulo dele. Então, a primeira coisa que a gente gostaria de dizer aqui é o seguinte, primeiro, não existe nenhum original de nenhum livro da Bíblia. Por mais que isso pareça assustador, nenhum original de nenhum livro da Bíblia sobreviveu. Nós só temos cópias, cópias. No caso do Velho Testamento, por exemplo, cópias feitas dois mil, três mil anos depois. No caso do Novo Testamento, algumas cópias, na melhor das hipóteses, as mais antigas, feitas 150, 200 anos depois.

Então, essa ideia de que existe um original do Novo Testamento, que está na Igreja Católica, no Vaticano, e que lá tem uma assinatura do João Evangelista, com firma reconhecida, carteira de identidade, certidão de nascimento dele, isso não existe. Isso não existe. Existem cópias. Com base nessas cópias, os estudiosos fazem especulações. Especulações. Então, a gente fala, a epístola aos hebreus não é de Paulo. Por que eles dizem isso? Com base em 50 especulações. E, às vezes, a pessoa lê, mesmo pessoas formadas em história.

E acreditam naquilo e pronto. Lê aquilo? Ah, não, o pesquisador falando e tal falou, mas falou por quê? Qual que é o fundamento para a opinião dele? De onde que ele tirou essa conclusão? Então, tem pesquisador, Tiago, que diz assim, o Apocalipse não foi escrito por João. Ora, eu vou dizer uma coisa. Eu estou procurando um livro no Novo Testamento que foi escrito diretamente por algum apóstolo. Porque todos eles foram ditados. Foram ditados e escribas anotaram. Por que eu estou dizendo isso? Basta a pessoa ir na epístola aos romanos.

Capítulo 15 Vai lá encontrar o escriba da epístola aos romanos. Ele se identificando. Quer dizer, quem estava escrevendo se identificou. Não era Paulo que estava escrevendo. Na epístola aos gálatas, ele diz assim, e estas palavras eu estou grafando com as minhas próprias letras e grandes. Ou seja, aquele pedacinho ele pegou e escreveu. Daí, você raciocina que o restante não era ele. Então, é claro que João evangelista, já velho, já um ancião com mais de 90 anos de idade, todos os apóstolos já tinham desencarnado, já tinham morrido, ele estava ditando para alguém, para algum discípulo ou para alguns discípulos.

E a visão que ele tinha, esses discípulos foram anotando. Porque nós temos dúvidas se algum apóstolo, com exceção de Mateus, sabia escrever. Porque 99,9% das pessoas na Antiguidade não sabiam ler e escrever. Por quê? Porque a escrita não era necessária. A cultura era transmitida de forma oral. A escrita e a leitura eram reservadas para a elite intelectual, para quem podia pagar, para quem podia aprender uma arte dificílima, que era a arte da escrita, que era preparar o papiro. Você tinha que preparar tudo. Ou você compra uma bica e uma folha de papel e escreve.

Você tinha que preparar a tinta, preparar o papiro, preparar o pergaminho. Só esse processo de preparação você gastava 20 dias. E se você errasse uma letra, você inutilizou. Então, o que as pessoas preferiam fazer? Contratar escribas profissionais ou valer-se de escribas profissionais que pudessem escrever com celeridade. Pedro fez isso? Fez. Utilizou-se de João Marcos, que escreveu o Evangelho de Marcos, segundo a tradição de Pedro. E é assim com todos. Então, claro, que não foi João que pegou a pena, o cálamo, e escreveu com a própria mão?

É claro que não. Foi alguém. Ele ditava as suas impressões. Aí a pessoa diz assim, o Apocalipse é de João? Aí nós vamos entrar na discussão de direito autoral na Antiguidade. Aí eu preciso dizer o seguinte, se você considera quem que é o autor? Quem teve o sonho? Quem foi lá no mundo espiritual, teve as visões, conversou com Jesus, editou ou quem escreveu? Depende. Se você acha que o titular do direito autoral é quem escreveu, então o Apocalipse não é de João. Se você acha que o direito autoral é de quem teve o sonho, de quem conversou com Jesus e de quem editou, então o Apocalipse é de João.

Estou usando essa brincadeira, mas… Mas é fantástico. É uma forma mais fácil da gente entender. Guaruldo, nós sabemos, temos informações até do estudo do livro Paulo Estevão, em torno da Carta aos Hebreus, que só isso já dá um podcast, pode ser espetacular. Estou notando aqui. Existem estudos importantes em torno disso já, na mão de pessoas que tentam confirmar essa ideia de que a Carta aos Hebreus é a carta escrita realmente por Paulo e tal. Agora, nós temos alguma informação na doutrina espírita, eu desconheço, em torno do Apocalipse, da autoria, ou seja, desses fatos, de como essas mensagens, de como essas visões vieram, de como esses símbolos, em que período…

Agora, olha que sensacional isso que você está falando, Fred. Essa informação está no livro A Caminho da Luz, no capítulo sobre o Cristianismo, em que o Emmanuel vai falar que João era o último apóstolo, ainda encarnado, que ele é chamado à espiritualidade, levado às esferas superiores, onde estava o próprio Jesus. Jesus mostra para ele esses quadros de uma forma simbólica. Alguns ele captou com máxima fidelidade, alguns outros ele não foi capaz de interpretar com absoluta fidelidade, por isso que em determinados pontos o Apocalipse é meio obscuro, é filtragem de João.

E que ele ditou para um discípulo chamado Johannes também. Era um discípulo chamado João que escreveu. Essa informação está no Caminho da Luz. Então, olha que interessante isso. Quando você faz uma história, quando você faz um estudo histórico, pega os historiadores do Cristianismo, tenta entender as razões pelas quais eles dizem que o Evangelho não é de João e tudo, e conecta com essa informação de Emmanuel, aí você tem um quadro amplo. Aí você fala, nossa, meu Deus, que coisa fantástica. E é isso. Aí a gente monta o quebra-cabeça.

É o caso da Epístola aos Hebreus. Todas as outras Epístolas Paulo ditou. E o Emmanuel chega a descrever as pessoas que estavam presentes enquanto ele ditava as cartas. A única que ele escreveu sozinho, de próprio punho, é a Carta aos Hebreus. É o que aonde todo mundo fala que não foi ele que escreveu. Porque o estilo não é dele. É claro que não. O dele foi o único que ele escreveu de próprio punho. Esse é o estilo realmente de Paulo. Esse é o dele mesmo. Se nós pegarmos as ideias, porque Paulo também, não sou eu que digo isso, hoje, os grandes autores que estão reestudando Paulo, talvez Paulo seja a figura mais incompreendida do Cristianismo.

O que teve as interpretações mais esdrúxulas, mais equivocadas na história do Cristianismo, foi Paulo. Agora, nos últimos 20 anos, grandes pesquisadores estão mudando todos os paradigmas. O que acontece? A pessoa vai na internet, lê um historiador desatualizado, lê um historiador ultrapassado e começa a falar, ah, Emmanuel está errado e o fulano lá que está certo. Porque falta realmente esse conjunto, você pesquisar uma bibliografia, o que é a bibliografia atual hoje de Paulo? O que é a bibliografia atual de Apocalipse?

Quais são hoje, 2011, os principais comentaristas de Apocalipse no mundo? Quando você começa isso, você vai vendo que muita coisa já foi superada. Por isso que eu falo, é preciso tomar cuidado com consulta na internet, porque nem sempre o material que está na internet é um material confiável e atualizado. É preciso ir nesses pesquisadores. E eles, à medida que eu vou pesquisando, eles só vão confirmando a informação que já está na obra do Chico. Muito bom. Vamos aproveitar, vamos voltar aqui agora no livro. Lendo Apocalipse, estudando, para a gente poder fazer essa gravação, eu fiquei impressionado com a questão do número 7.

São as sete aventuranças, as sete igrejas. O número 7 está presente no Apocalipse com uma fantástica forma como é colocado. E aí você trouxe, dentro do seminário, a questão dos ciclos. O que é o 7? Qual é a informação do número 7 dentro desse contexto do Apocalipse? E eu acredito que dentro do contexto do Evangelho também. Porque Jesus sempre falou muito no número 7. Isso. E aí me vem à mente o seguinte. Talvez isso seja da cultura da época. O número 7 é isso mesmo? Eu acho que esse é um número que está ligado a leis universais dos ciclos temporais.

São os quatro ciclos de sete mil anos que somam os vinte e oito. Eu diria que é o seguinte. Vamos estudar ciclos de tempo. Ou ciclos. Ciclos. A constante, vamos falar como se fosse físico, a constante da física para ciclo é 7. Esse é o número de ouro. É através desse número que nós vamos fechando os ciclos. Então eu poderia adiantar que é claro que não dá para falar isso em um podcast e também eu vou publicar algo sobre isso. Depois de estudar muito sobre questões de ciclos, eu entendi que no Apocalipse existem sete ciclos proféticos.

E esses sete ciclos proféticos estão vinculados às festas do povo judeu. Não são ciclos que eu inventei. Todos eles estão no Velho Testamento. Tem referências lá. Alguns deles são festas. São ciclos em que os hebreus cultivam com as suas festas regulares, que são de sete. E quando você entende isso, você fecha esses ciclos. Aí o que você faz com o Apocalipse? Você começa a pegar os versículos do Apocalipse e colocar nas gavetas. Ah, essa passagem aqui é do ciclo tal. Essa aqui é do ciclo tal. Aí as coisas começam a ficar em ordem.

Porque lá está em uma espiral. Você não tem muita ideia do que é começo, o que é fim, o que ele está falando. Quando você tem ideia do ciclo, as coisas ficam em ordem. Então, Tiago, o sete é essa constante para entender ciclo evolutivo. É um assunto fácil? Não. Porque envolve um mínimo, pelo menos um conhecimento ainda que inicial de astronomia, de ciclos astronômicos, da própria cultura hebraica, das suas festas, do seu calendário, seu calendário temporal, como é que eles contavam mês, como é que eles contavam ano.

Porque João conta ano, mês, dia, hora, segundo o calendário hebreu. Não é o calendário gregoriano que nós utilizamos. As referências dele são outras. E eu, quando eu leio os comentários sobre Apocalipse, eu vejo que a maioria dos autores, a maioria não, acho que quase a totalidade, já começa tropeçando nisso. Quer ler João segundo um calendário gregoriano. Aí já começou errado. Já começou o erro por aí. O sete tem essa característica. E não precisa dizer muito, eu digo assim, não precisa fazer muito esforço, Tiago.

Olha só, você abre o Apocalipse, é o último livro da Bíblia. Então vamos para o primeiro livro da Bíblia, primeiro capítulo da Bíblia, que é o capítulo da criação. Está lá. Sete dias. Aí você olha o capítulo lá, que é da criação do Sol, da Lua e das estrelas. E aí o texto diz assim, que Deus estava criando os luminares, que é Sol e Lua e as estrelas para tempos determinados e para ciclos. Está dito lá. Quer dizer, lá no quarto dia. Aí a pessoa pensa, mas espera aí, se o Sol foi criado só no quarto dia, como é que ele contou o primeiro, o segundo e o terceiro?

Porque é claro que o dia lá não é dia de 24 horas. É um outro ciclo. Essa sensibilidade, a chave já está lá. Então eu digo assim, a chave para o Apocalipse já está lá no primeiro capítulo da Bíblia. Lá já começa a dar a chave. Isso é muito importante para a compreensão, para a nossa compreensão, Haroldo. Olha só, você está dizendo que para a gente compreender o Apocalipse, nós temos que compreender da cultura hebraica, do contexto. Ou seja, entrar na cabeça de João, no calendário de João. Ou seja, nós temos que ir para o Antigo Testamento.

Para poder entender o último livro do Novo Testamento. Pois é, eu acho que a gente podia aproveitar e entrar na questão da linguagem do Apocalipse. Eu acho que o Haroldo podia trazer para a gente. Por que essa linguagem, Haroldo? Olha que coisa interessante. Uma vez uma pessoa muito nervosa me procurou, sabe? E Falou, mas por que você fica falando essa coisa de cultura hebraica? Não sei o que. Eu falo, olha, eu não tenho culpa se Jesus nasceu lá. Se ele tivesse nascido na China, eu ia falar de cultura chinesa. É Mais ou menos para dizer o seguinte.

A Bíblia foi produzida por pessoas que viveram lá, naquela cultura, naquela língua. Então a primeira coisa quando a gente vai estudar Apocalipse é pensar o seguinte. É um livro? É um livro. Qual o gênero literário desse livro? Essa é a pergunta-chave. Porque na Bíblia você tem poesia, você tem crônica histórica, você tem crônica, tem relato histórico, tem relato de reis, você tem sabedorias, parábolas, provérbios e tem o gênero chamado apocalíptico. Gênero apocalíptico. É só o Apocalipse? De jeito nenhum. Os profetas todos escreveram alguns mais, outros menos também no gênero apocalíptico.

É claro que alguns profetas misturaram gênero apocalíptico e outros tipos de gênero, mas em todos os profetas você encontra o gênero apocalíptico. E depois que o último livro do Velho Testamento foi escrito, até os livros do Novo Testamento nós temos um espaço aí que não está na Bíblia, de mais ou menos 200 anos, que é um período chamado de intertestamentário, quer dizer, é o que está entre os dois testamentos, o primeiro e o segundo. Nesse período tem uma rica literatura hebraica e, por incrível que pareça, literatura apocalíptica.

E o João, quando foi escrever o Apocalipse, ele não inventou estilo, não. Ele copiou o estilo completo. Se você pegar os Apocalipses hebraicos desse período intertestamentário, pegar o livro do profeta Daniel, que é a chave fundamental para entender Apocalipse. Aliás, eu diria o seguinte, Apocalipse é a metade, a outra metade é o livro do Daniel. Não tem como entender Apocalipse sem entender o profeta Daniel, porque João praticamente completou aquela obra. Tudo isso está escrito num gênero chamado gênero apocalíptico.

Aí eu começo assim, olha que coisa curiosa, como que tem que estudar lá a cultura hebraica? João fala assim, ia aparecer uma besta com não sei quantos chifres, ou não sei quantas cabeças. Você vai lá no livro do Daniel, tem uma passagem lá do capítulo 7, e em outros capítulos também, em que o próprio anjo que está revelando para o Daniel os acontecimentos, fala assim, olha, a besta que você viu, o animal que você viu, são impérios. A cabeça e o chifre são reis. Ou seja, a interpretação está lá. A interpretação está lá.

A simbologia já está interpretada. Por que é chifre? Porque na cultura hebraica, é uma cultura de pastores. Eles tinham ovelhas e o bode que cuida das ovelhas. E a força do bode está no chifre. Então, para eles, o símbolo de força, de poder, é o chifre. Então, quando fala que num animal tal, surgiu um chifre, significa o que? Num determinado nação, num determinado país, num determinado império, surge alguém, um Alexandre o Grande, quer dizer, alguém poderoso. É o chifre. É um simbolismo que para nós ocidentais é complicado, mas quando você coloca isso na língua hebraica e na cultura hebraica, é simples.

É uma simbologia de pastor. É uma simbologia de agricultor. Simplifica demais. Simplifica demais. A gente fica querendo complicar, querendo entender uma coisa que… Por exemplo, o símbolo para eles de guerra. Vocês imaginam, na antiguidade, você presenciando uma invasão. A gente assistiu aqui gladiador, cruzadas, aquele mundo de gente descendo um morro assim, com um cavalo. Quando eles viam aquilo, qual que é o símbolo que via a mente deles? Um mar. Um mar revolto. Por isso que o símbolo de guerra no Apocalipse é o mar.

Nações em conflito, nações, povos, muita gente, eles imaginam, é um mar. Quando as nações estão em conflito, é um mar revolto, um mar bravi. Os símbolos são simples, são muito simples. Quem complica é quem está interpretando, interpretando sem critério, sem buscar na tradição. Então é preciso separar os livros apocalípticos. Eu tenho todos eles, todos. Separar os profetas, fazer algo que pouquíssimos fazem, por exemplo, não vejo teólogos protestantes nem católicos fazendo isso. Que é estudar os comentários hebraicos dos profetas do Velho Testamento.

Porque eu conheço grandes comentadores do Apocalipse, que tem doutorado, pós-doutorado, mas nunca leram um comentário dos próprios hebreus sobre os livros deles. Então, uma coisa que eu tenho feito ultimamente é ler comentários dos hebreus eles mesmos comentando os profetas do Velho Testamento. E é fantástico. Porque eles trazem coisas assustadoras que pessoas que tinham Ph.D., doutorado, não se deram conta. Porque menosprezaram a cultura onde esses textos nasceram. Que é o básico. Mas tem que perguntar. Um bate-papo.

Isso fica muito claro. Esse exemplo que você trouxe do profeta Daniel, trazendo a chave do entendimento e a gente colocando chifre na cabeça dos outros. Inventando chifre. Inventando chifre que não tem. Sendo que o chifre já está explicado. Já basta o chifre que está lá. É o poder. Existe, evidentemente, quando a gente pega o acaminho da luz a gente vê o Emmanuel também trazendo algumas interpretações. Que são mais profundas. Que não estão ali tão claras. Embora a gente também consiga entender através do próprio Evangelho do Novo Testamento.

Da epístola de Pedro e João. Mil anos. Tem uma série de chaves. Que são chaves. Mas existe, evidentemente, um espaço para uma busca mais profunda. Aquilo que não está tão claro dentro do Apocalipse. E como é que a gente chega nesse entendimento? Como é que a gente consegue assimilar isso? Nós vamos buscando dentro uma série de informações. Até onde a intuição cabe. Até onde a gente consegue permitir pensar, viajar um pouquinho para poder depois trazer e tentar embasar. Como é que funciona esse processo? Eu sei que você teve uma relação grande com o Seu Honório.

Abreu. Que estudou o Apocalipse. Você deve ter aprendido muita coisa com ele. Com certeza. Então como é que funcionava isso? Com o Seu Honório? Como é que você trabalha? É interessante. Foi uma coisa que eu aprendi com o Seu Honório. Foi o seguinte. Independente do nível que você esteja de interpretação, você precisa interpretar. Você precisa ler. Porque o texto que está no Novo Testamento está no Antigo Testamento, é um texto para nós. Para cada um de nós. Então não importa se você vai fazer uma interpretação mais simples, ou se você é alguém que já tem anos e anos de estudo e vai fazer uma interpretação mais sutil, mais sofisticada.

Tem que interpretar. Tem que interpretar. Tem que ler. Tem que usar sua intuição. Tem que ir buscando. Porque é essa busca que vai fazer quando você encontra uma outra pessoa que está… Eu costumo brincar que é igual quando você está aprendendo música. Você começa a estudar um pouquinho e sabe ali dois acordes no máximo. Aí encontra um amigo e sabe três. Aí ele te ensina um. Você fala, poxa, agora eu já sei três acordes. Você vai encontrando com outro e seu vocabulário vai se enriquecendo. Você vai aprendendo outras coisas.

Então eu digo para as pessoas o seguinte. Não desanime. O texto é feito para todos nós. Para todos nós. Vá lá. Se você não consegue entender nenhum daqueles símbolos, tira a lição moral. Esse é o essencial. O Honoré fazia muito isso. Alguns versículos assim, complicados. Ele falava, isso aqui é difícil. Não matei essa charada ainda. Ele ia lá no conteúdo moral. E ele fez um ciclo de estudo no Grupo Emmanuel onde ele tirou somente a parte moral. Ele não quis entrar nessa questão do ciclo. Pegou só a parte moral para mostrar para as pessoas que mesmo você não conhecendo nada da língua, nada da cultura, nada do simbolismo, você poderia extrair uma lição moral daquele livro.

E essa lição é o Nectar. É muito importante. Então nós devemos ter esse espírito com o Novo Testamento inteiro. Entrou ali uma passagem muito complicada? Extraia ali o conteúdo moral que você dá conta e pronto. Você não pode perder de vista o seguinte. Existe mais coisa. Porque tem gente que vai e tira isso e fala, acabei, esgotei. Não tem mais nada aqui. Não é assim. Acho que o problema todo aí a gente vai chegando no aspecto moral. O problema todo está na vaidade. É na hora de publicar. É na hora de apresentar como uma verdade definitiva, incontestável.

É aí onde a gente começa a pisar na bola. Agora vamos voltar um pouquinho mais para o livro. Acho que as pessoas estão cedendo. Aí já é questão de curiosidade minha. Eu não entendi o simbolismo. Eu fui bem na parte moral mesmo. Acho que eu fico até satisfeito de ouvir isso. Porque eu não consegui acessar aquela informação. Eu senti que realmente falta muito estudo. É necessário ter uma bagagem de estudo anterior para entender essas chaves que estão dentro desse apocalipse de João. Aí eu fiquei lendo e tive uma curiosidade que é o seguinte.

Quando você pega as cartas que são enviadas para as igrejas, aí tem lá ao anjo da igreja eu fiquei que diabo é esse anjo? Que anjo é esse? Que anjo é esse anjo? Eu falei, vou perguntar isso para o Haroldo. Que anjo? Ao anjo da igreja. O que significa esse ao anjo? Como é que é isso Haroldo? Bom, tem aí, vamos começar, tem um aspecto primeiro prático da redação do texto porque anjo na cultura hebraica não é esse ser clarinho, clarinho cor de leite com um rostinho juvenil com duas asas lindas, não tem nada disso. Tanto que você pega o texto em que Abraão faz lá a cirurgia da circuncisão faz a operação de fimose dele dois anjos vêm ao encontro dele barbados peregrinos caminhando no deserto porque a ideia de anjo na cultura hebraica é de mensageiro ele é um portador não sei se eu vou ser assim vou falar aqui uma coisa muito pesada mas o anjo é um carteiro os carteiros vão ficar felizes com essa comparação, mas o anjo é isso é um portador mensageiro, é alguém que foi a fonte, está com a mensagem e vem trazer a mensagem toda a aparição de anjo na bíblia pode olhar, ele é portador de um comunicado ele nunca vem lá, eu sou anjo em aqui bater asa não tem isso ele sempre vem, o anjo tal da igreja, aí ele vai portar uma mensagem e vai dizer alguma coisa então tem esse aspecto e nesse sentido a mensagem se confunde com o anjo então você pega por exemplo o anjo gabriel vem dar geralmente mensagens que falam do poder de deus, da atuação poderosa de deus, quer dizer dependendo da mensagem vai ser mandado um anjo diferente e nessa história das igrejas como você tem conteúdos diferentes, para igrejas diferentes cada anjo é aquele anjo adequado para transmitir aquela mensagem que a igreja está precisando ouvir então tem essa beleza disso tudo, você vai escolher o mensageiro adequado para isso, esse é o sentido literário agora eu vou dizer aí uma leitura que eu faço já inspirado pela doutrina quando no livro Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho Humberto de Campos vai falar sobre o Brasil e tudo, ele diz que há um anjo que coordena o trabalho do Brasil que é o anjo Ismael sugerindo também que cada país teria o seu anjo também, protetor, que dirige tem a ver com isso cada coletividade tem um ser que é o responsável pela condução pelo desdobramento que é um intermediário entre o governador espiritual que é Jesus e aquele povo então quando Jesus precisa tomar uma deliberação com relação a algum povo, algum acontecimento ele chama o anjo aí é a reunião com o anjo não precisar puxar a orelha lá dos Estados Unidos chama lá o anjo lá dos Estados Unidos, o anjo do Brasil brincando assim, mas é isso são os coordenadores aí ele faz as reuniões de diretoria para deliberar para tomar posições e aí o apocalipse vai fazer muitas reminiscências a isso é curioso porque isso tem no Velho Testamento também, Israel, o povo hebreu tinha um anjo então é muito interessante a gente perceber que está falando um pouco sobre isso também de estar conectando realidades do mundo físico com realidades do mundo espiritual que organizam os acontecimentos aqui do mundo físico então, olhando por esse mesmo lado pelo mesmo contexto, as igrejas são comunidades são também vamos ter perguntado isso você já está entrando na questão dos símbolos o que é o símbolo?

Durante muito tempo eu me martirizei, fiquei num beco sem saída porque você lia num livro assim e essa besta significa isso isso que está narrando aqui é um helicóptero da segunda guerra mundial esse gafanhoto isso aqui é isso essa igreja é a comunidade tal cristã o que eu percebi? Aqui eu vou entrar num raciocínio complicado não sei se eu vou conseguir transmitir vamos imaginar que você coloca sete copos em cima da mesa em cada um desses copos, você vai colocar um tipo de suco diferente nós estamos falando de arquétipo?

Isso então você pega uma jarra e começa a encher o primeiro copo então você põe um pouquinho vai enchendo, vai enchendo vai enchendo, vai enchendo até o copo ficar cheio eu não estou falando que é um copo atrás do outro, porque os copos são cheios eles são simultaneamente todos vão sendo enchidos o que eu estou querendo dizer? Cada símbolo do apocalipse é um padrão um arquétipo que ao longo da história da humanidade foi sendo preenchido até o seu preenchimento integral no final do ciclo que é o que nós estamos vivendo agora que vai completar todos esses copos por que eu estou dizendo isso?

Você vai lá no profeta Daniel, ele vai dar já um copo lá olha, esse aqui é o copo sobre tal assunto e por isso que Jesus falava assim eu não vim destruir a lei, mosaico eu vim o verbo grego é plerol que é encher completar, preencher era já Jesus dando uma dica de que por que eu estou dizendo isso? Segunda guerra mundial não é um acontecimento que se cumpriu do apocalipse é um pouquinho do suco que foi colocado em um dos copos que é o copo das guerras é um pouquinho do suco é um pouquinho preencher aquele copo então você tem um copo que fala sobre conflitos entre nações é um símbolo que envolve o que?

as bestas os animais aqueles animais com ketan de chifre, ketan de cabeça está falando disso nações dominando nações povos que dominam povos isso é um copo como é que esse copo começou a ser enchido? Segundo a bíblia desde lá da escravidão no egito o egito dominando os hebreus depois o povo hebreu depois a síria e a babilônia depois o império medo persa depois o império grego macedônico depois o império romano e aí o que o apocalipse vai fazer? Ele vai falar assim daqui para frente eu vou chamar todos os impérios dominadores do mundo de Roma de Roma simbólica de império romano simbólico ou de babilônia simbólica é um copo que é descrito como?

Como animais entende? como animais uma grande prostituta aí a grande prostituta é um outro simbolo a grande prostituta é o simbolo que está relacionado com desvios na área religiosa ah Então você entende? Porque por isso que as pessoas eu leio várias, você pega assim dezenas e dezenas de comentários de apocalipse e eu vejo pegadeia, sujeito sudota e comete esses erros bobos esse simbolo significa isso já errou esse simbolo significa um modelo e esse modelo foi sendo completado aos poucos como que eu descubro? À medida em que esses copos foram sendo preenchidos?

Através dos ciclos astronômicos porque todo ano tem primavera então os fenômenos de guerra de conflitos são cíclicos os fenômenos religiosos de deturpação religiosa são cíclicos olha que coisa interessante nós lemos uma mensagem aqui no início desse podcast capítulo do livro fonte viva certamente certamente cedo venho apocalipse capítulo 22 versículo 20 quase sempre enquanto a criatura humana respira na carne em jovem a atitude que lhe caracteriza o coração para com a vida é a de uma criança que desconhece o valor do tempo dias e noites são curtos para a internação em alegrias e aventuras fantasiosas engodos mil da ilusão efêmera lhe obscurecem o olhar e as horas se esvaem num turbilhão de anseios inúteis raras pessoas escapam de semelhante perda geralmente contudo quando a maturidade aparece e a alma já possui relativo grau de educação o homem reajusta apressado a conceituação do dia a semana é reduzida para o que lhe cabe fazer compreende que os mesmos serviços na posição em que se encontra se repetem a determinados meses do ano perfeitamente recapitulados qual ocorre as estações de frio e calor floração e frutescência para a natureza agita-se inquieta-se desdobra-se no afã de multiplicar as suas forças para enriquecer os minutos ou ampliá-los favorecendo as próprias energias e comumente ao termo da homagem a morte do corpo surpreende-o nos ângulos da expectativa ou do entretenimento sem que lhe seja dado recuperar os anos perdidos não te embrens assim na selva humana despreocupado de tua habilitação à luz espiritual ante o caminho eterno no penúltimo versículo do Novo Testamento que é a carta do amor divino para a humanidade determinou o senhor fosse gravada pelo apóstolo a sua promessa solene certamente cedo vem vale-te pois do tempo e não te faças tardio na preparação Emmanuel que é que está lá no livro fonte viva certamente a mensagem aí Emmanuel vai dizer assim que depois que a pessoa se desperta amadurece para o tempo a semana é reduzida para o que lhe cabe fazer compreende que os mesmos serviços na posição em que se encontra se repetem a determinados meses do ano perfeitamente recapitulados qual ocorre as estações de frio e calor floração e frutescência para a natureza que Emmanuel está dizendo aqui?

Que na nossa vida individual nós vivemos ciclos todo ano tem ciclos que se repetem tem atividades na sua vida que vão ser recapituladas ou pode não ser anual temos ciclos, a cada sete anos você vai viver experiências semelhantes na sua vida olha que interessante porque são experiências que vão sendo recapituladas até que o copo se preencha você aprendeu aquela experiência aí vai ter um outro copo e o apocalipse fala disso de modo que não é correto você falar esse símbolo é isso, não esse símbolo se refere ao padrão x e esse padrão x se desenvolve segundo o ciclo astronômico x nós vamos publicar um livro falando sobre tudo isso os padrões que a gente já conseguiu descobrir eu já estou querendo ler os padrões que a gente conseguiu descobrir os ciclos que eu já consegui descobrir eu aprendi muito num livro chamado As Quatro Babilônias que é um livro que foi escrito em 1931 pelo editor RT, está esgotado era de um protestante ele era engenheiro ele deu um pseudônimo que é Marius Coeli mas o livro dele é uma tempestade cerebral ele não organizou ele foi tendo intuição o Emmanuel chegou até a comentar através do Chico esse livro dizendo que era uma grande revelação da espiritualidade que esse protestante teve ele visualizou vários ciclos mas ele não conseguiu ordenar ele não conseguiu concatenar depois de anos estudando esse livro eu consegui concatenar uma série de coisas aí juntei com A Caminho da Luz com o livrinho do Caibá Schutel sobre apocalipse fui conectando e aí fui achando todas as informações esparsas que estão na obra de Emmanuel daqui a pouquinho eu vou falar sobre o livro do Emmanuel aí eu fui começando a matar mas eu só entendi isso Thiago e Fred quando eu entendi que era preciso estudar ciclos e preciso estudar padrões esse símbolo trata de qual padrão?

O símbolo de animais com cabeça com chifre trata de questões sociológicas de nações, de conflitos entre nações a mulher a prostituta trata de adulteração a prostituta adultera porque onde está isso? Está lá no profeta Joel o profeta Joel vai falar das duas prostitutas Samaria e Jerusalém aí você vai achar no apocalipse uma prostituta e o que era a prostituta lá no livro de Joel? Jerusalém e Samaria e prostituição? Porque o que é prostituição? O símbolo da união do ser com Deus é casamento quando você não é fiel a Deus é prostituição então a adulteração da religião na linguagem bíblica é prostituição por isso você tem a grande prostituta do apocalipse está vendo que é um símbolo?

Eu tive prostituição lá atrás no povo hebreu tive prostituição na época de Jesus esse copo foi sendo enchido aos poucos e hoje de certa forma todas as religiões acrescentaram um pouquinho de líquido nesse copo todas estão ajudando a encher ele um pouquinho olha que interessante isso e isso tudo se dá de acordo com ciclos e aqui eu já posso falar porque está no livro A Caminho da Luz são ciclos de 1260 anos 1260 anos são ciclos de prostituição religiosa é sensacional tempo, tempos e metade de um tempo que é a equação que está no profeta Daniel a equação para entender ciclo astronômico que é uma equação setenária porque tempo tempo é um tempos dois, metade de um tempo meio, dá três e meio o que é isso?

O sete é o único número que se você dividir ao meio ele dá sete de novo sete dividido ao meio é três e meio três e meio é sete vezes meio nossa olha aqui é um cristal você quebrou ele no meio ele gera dois cristais iguaizinhos o sete essa perfeição dos ciclos por isso essa equação que está no profeta Daniel aí eu tive que fechar essas equações essa equação básica ela reflete quantos ciclos aí eu descobri que eram sete ciclos aí você vai estudando vai encaixando símbolos nesses ciclos não é fácil não voltando um pouquinho Haroldo o Tiago entrou aí nas igrejas do apocalipse falando sobre os anjos e aí você caminhou falando um pouquinho sobre o arquétipo sobre determinados padrões usando esse exemplo aí do copo então nós temos sete igrejas isso sete igrejas e vamos pensar assim nós temos sete comportamentos básicos no campo religioso então eu posso lendo o apocalipse a partir das igrejas aqui virava assim meu Deus em que igreja estou eu quero ir para Esmirna estou em Laodiceia tanto que algumas são elogiadas outras não alguns comentadores protestantes fazem isso muito bem que pegam a história do cristianismo e dividem em sete períodos e aí dá certinho, porque as primeiras igrejas são igrejas fiéis, é o cristianismo primitivo depois começa a deturpação é que é o recado que é enviado é um processo que elas começam sendo elogiadas e depois as últimas vão sendo repreendidas até surgir a igreja que vai reunir você pode também pegar a história do cristianismo e dividir em sete períodos começou de uma forma pura o cristianismo de um puro, depois foi se deturpando é uma forma de leitura mas eu acho que a mais completa é quando você entende que são sete padrões sete padrões é isso aí, sete padrões você pode se comportar assim, assim, assim e assim, aí quando você lê as igrejas você vai vendo os padrões e mais do que isso o padrão de conduta e o resultado da lei vai predicar os efeitos para esse padrão de conduta e sem falar no chamado a transformação, no convite isso é muito importante então essa é uma leitura interessante agora o apocalipse, só mais um apocalipse ele é interessante porque ele começa com as igrejas que nos dá uma certa facilidade de entender isso você dá uma olhada na igreja intuitivamente acho que qualquer um é capaz de entender isso que você está dizendo mas depois que a coisa muda então parece que esse início do apocalipse, capítulo 1 e 2 é até didático será que há um propósito para isso, uma preparação para que a gente possa penetrar em símbolos mais densos ou seja, o que vocês vão vocês vão conhecer vocês precisam saber que são padrões vamos dizer assim, será que é por aí?

Aí uma coisa, por exemplo uma grande dica que eu tive no Acaminho da Luz foi quando Emmanuel diz o seguinte todos os acontecimentos posteriores a João estão previstos no apocalipse as guerras, o comercialismo, não sei o que vai te citando tudo então o que é importante a gente entender que eu tenho aí um período que é também ciclo bíblico que é um período de 2.000 anos ciclo bíblico é um período de 2.000 anos que é o que está descrito no apocalipse ou 2.000 dias 2.000 anos ou 2.000 dias olha que interessante e é importante pensar nesses 2.000 dias, que está lá um ano para o Senhor um dia com 1.000 anos 2.000 anos como um dia quando o apocalipse vai narrar esse período, ele vai fazer várias leituras desse período, então o apocalipse ele é dividido assim, sete igrejas depois você tem sete trombetas sete cálices sete selos tem esses desobramentos, selos, trombetas aí alguns falam será que são separados ou saem do outro, eu entendo que é como se fosse uma espiral mesmo você tem as sete trombetas aí sai, na sétima sai mais sete na sétima sai mais sete que é da ideia de continuidade e aí você vai estudando, por exemplo trombeta, você fala trombeta já vem um problema de tradução o sujeito pensou uma trombeta mesmo, não uma banda tocando um ocidental que vai falar trombeta o original não fala isso o original fala do chifre do carneiro que é o xofar então lá não é trombeta no máximo é um berrante é um xofar, aí nós vamos entender no seguinte o que que é xofar na cultura hebraica o xofar primeiro, era um instrumento tocado por vigias para acusar que está tendo uma invasão vai ter um perigo, tocava o xofar mas, mais do que isso há uma festa judaica em um dia específico que é o chamado Yom Kippur que é o dia da expiação acho que não precisa dizer mais nada o dia da expiação era o dia de acertar contas o dia que você ficava em jejum pedia perdão a Deus pedia, pede para ele mais um ano para ele te dar mais um ano é o dia da expiação e o xofar é tocado então essas sete trombetas que não são trombetas nada são sete xofar, sete chifres de carneiro está fazendo referência a momentos de expurro de expiação lei de causa e efeito olha como é que isso vai abrindo a ideia de selo por que selo?

Porque os livros na antiguidade eram selados, a pessoa enrolava aquilo pegava um selo o selo era uma cera quente marcava aquilo prensava aquilo e ficava marcado quando o mensageiro entregava o selo é a garantia de que o mensageiro não abriu que a carta está intacta então essa ideia de selo é uma ideia de que é algo que se desdobra mas que não está fechado foi o que eu falei no seminário as profecias são dadas para que não se cumpram então a ideia do selo olha eu estou mandando uma advertência tomara que você não precise abrir presta atenção tomara que você não precise abrir porque se você se abrir se você abriu simbolicamente se você tirou o selo e abriu é sinal de que você pisou na bola e o resgate virá então a ideia de algo que vai se desdobrando e por fim a ideia do cálice das taças as taças que é o vinho o cálice a páscoa o cordeiro sendo embolado mais um momento aí também de ajuste de sacrifício afasta de mim este cálice do cálice os hais os choros está tudo ligado a isso e olha como é bonito são coisas que vão se desdobrando segundo padrões essa é a estrutura do apocalipse é uma estrutura setenária depois chega no último capítulo que é curioso porque quando João escreveu não tinha capítulo não tinha capítulo foi dado em 1600 e pouco que começou a dar capítulo e deram 21 que é de 7 pensado ou não se respeitou a estrutura setenária a gente volta pra caminho da luz e vê que o amparo espiritual está ali por trás comandado e o último capítulo é Jerusalém que desceu do céu e ela tem toda a estrutura setenária as pedras é um rico simbolismo mesmo fazendo referência a esses ciclos isso é importante a gente se depara ainda com espíritas que falam que o importante é estudar só o Novo Testamento que o Velho Testamento já está passado e não devemos perder tempo com isso olha lá eu comparo essa fala como uma criança de 10 anos de idade que chegasse e dissesse assim nada do que aconteceu até hoje na humanidade é importante pra mim só importa daqui pra frente é uma criança falando porque a história o que aconteceu o que se passou é o nosso patrimônio é o patrimônio cultural da humanidade, então querer interpretar o novo sem entender a tradição da primeira revelação é ter que aprender a andar todo dia é como você desprezar uma experiência que nem Jesus desprezou então eu realmente fico perplexo quando ouço isso é certo, diante disso Arouldo, a gente pode dizer o seguinte que existe realmente um foco pelo menos assim na doutrina espírita em torno do Novo Testamento porque eu acho que é uma questão de objetividade nós estamos necessitando urgentemente de transformação até pra que profecia não se cumpra na nossa vida mas eu me lembro, por exemplo no Pinga Fogo quando aquele pastor protestante que é líder religioso faz uma pergunta pro Chico e o Chico nos diz exatamente o contrário dessa afirmação de que devemos estudar com mais cuidado porque existem símbolos ou seja, o Chico nos deu um conselho de que é preciso saber e na verdade tem uma questão que é até mais desconcertante quando a gente pensa assim Novo Testamento o Velho Testamento é algo que está lá longe e o Novo está aqui aí eu digo o seguinte que Bíblia que Jesus leu?

Que Bíblia que ele leu? Quando ele ia à sinagoga quando os apóstolos liam alguma coisa que texto que Jesus citava? Carta aos Coríntios? Não, não tinha nem Paulo Quando ele entra na sinagoga de Cafarnaum ele lê um texto de Isaías e quando ele termina de ler o texto ele diz assim Hoje se cumpriu nos seus ouvidos essa profecia Hoje essa profecia se cumpriu nos seus ouvidos E a ideia de cumprir, que eu cumpri aí, é para encher É exatamente Hoje essa profecia o copo encheu Esse copo cheio sou eu aqui Mas ele leu Isaías Quando ele é preso até o último momento da cruz ele só recita Salmo Na última ceia ele reúne com os discípulos e celebra Páscoa que é algo que está no Antigo Testamento E eles recitam e cantam os Salmos que é o alelo que está no Velho Então é uma coisa as pessoas não param para pensar Para os apóstolos e para Jesus não havia Novo Testamento Então Eu sempre digo o seguinte Não tem problema nenhum no Velho Testamento O problema é de quem lê Porque Jesus leu o Velho e fez aquilo que ele fez e viveu daquela forma O Novo Testamento é O Novo Testamento é uma coletânea de livros em que as pessoas contam sobre a história de Jesus e sobre como que ele levou ao máximo a vivência da mensagem espiritual que já estava dada Isso é de uma sutileza e a maioria dos diálogos de Jesus no Novo Testamento são diálogos a respeito de texto do Velho Então, na verdade você querer separar Novo Testamento de Velho é como você querer cortar a raiz do tronco da árvore Eu não consigo enxergar a árvore sem a raiz e não consigo enxergar a raiz sem o tronco da árvore Então, essa é uma cisão artificial Ela é artificial Ela é uma cisão movida pelo preconceito Mas, ela é artificial Ourodo, eu particularmente gosto muito da evolução Claro que não sou um estudioso com todo conhecimento Estamos todos distantes disso Mas, em virtude dessa predileção eu cheguei no livro Gênesis e estudando o primeiro livro e o segundo capítulo especialmente o capítulo 1 e 2 eu vi que é impossível fazer essa cisão porque está tudo ali Se você quiser entender evolução se você estudar Caminho da Luz, Evolução em Dois Mundos buscar nas obras do Chico buscar conhecimento científico você vai chegar no livro Gênesis e vai ficar de boca aberta porque você vai ver a coerência de cada versículo com períodos com fases, com acontecimentos com ordens Então, isso vai ficando claro corroborando com a sua colocação Voltando para Apocalipse tem uma pergunta que eu gostaria de fazer Existe um trecho do Apocalipse que eu acho maravilhoso mas, eu tenho uma interpretação pessoal desse trecho e Mais que uma interpretação pessoal uma interpretação até bairrista porque ela vem junto com o nosso amor a doutrina espírita nos porque de certa forma ela não deixa de ser verdade que é aquela do livrinho, quando o anjo aparece e diz toma esse livrinho come porque ele será mel na tua boca mas será amargo no teu ventre então, dá para a gente entender que algo que nos consola é mel na boca mas que nos renova que nos traz renovação, responsabilidade que nos desperta consciência é amargo no ventre Você tem alguma coisa para falar para a gente a respeito disso?

Durante muito tempo eu fiquei refletindo sobre o primeiro capítulo do Evangelho do Espiritismo é o capítulo Não Vim Destruir a Lei e é um capítulo em que o Kardec se dedica a falar das três revelações a revelação do judaísmo, do povo hebreu a revelação do Evangelho na pessoa de Jesus vivendo e ensinando e depois a revelação dos Espíritos se manifestando e trazendo ângulos novos aclarando explicando uma série de coisas eu ficava ainda numa visão num paradigma equivocado em que eu fazia uma cisão das revelações até o dia que eu entendi que é a revelação é a revelação REVELAÇÃO é um arquétipo revelação é um padrão não há evolução sem que Deus, através dos seus mensageiros, da espiritualidade superior se comunique com o homem se ele não conceder conhecimentos, não conceder pessoas vindo aqui para ensinar não há progresso porque nós não conseguiríamos encontrar o caminho da luz sem esses guias que nos levassem sem esse conteúdo que vem em última instância do próprio Criador então esse é o processo de revelação o processo que os judeus entendem muito bem isso quando eles fazem aquela estrela lá de Davi a ponta da estrela Deus na outra ponta está o homem na outra ponta a natureza entre Deus e o homem tem uma ponta essa ponta eles chamam de revelação que a revelação é, na verdade o relacionamento de Deus com o homem é Deus se manifestando ao homem entendendo a revelação dessa forma eu fui no livro Jesus no Lar salvo engano, não sei se é segundo ou terceiro capítulo em que Jesus vai ter uma conversa lá com o criador de cabra, está lá nesse livrinho e ele vai explicar sobre a revelação e o que ele diz?

ele diz o seguinte que os homens daquela época receberam a revelação como alguém que recebe um líquido puro e cristalino numa vasilha suja que coisa e aí ele vai dizer o seguinte que é como uma gota de ovalha que cai na areia aí ela vira barro e uma gota de ovalha que cai numa folha ou num cristal o problema não está na revelação está no coração de quem recebeu e no coração de quem expressou aquela experiência quando eu entendi isso Fred, eu cheguei ao capítulo do livro boa nova que é um capítulo chamado pecado e punição Jesus está conversando com um dos apóstolos e ele pergunta para um dos apóstolos assim como que se dava o processo de redenção na lei ou seja, na Torá e aí Tiago já logo responde, olho por olho, dente por dente aí ele fala assim até tu Tiago procedes como Nicodemos não reparastes que o primeiro mandamento da lei é um mandamento de amor então olha que coisa é como se eu perguntasse assim qual que é o principal artigo de lei da legislação brasileira aí a pessoa respondesse assim matar alguém, pena de seis a vinte anos o sujeito foi lá no quarto penal calma meu amigo, você esqueceu do artigo cinco da constituição todos são iguais perante a lei olha a mente então a mente das pessoas estavam voltadas para aspectos do antigo testamento que diziam respeito a retaliação, olho por olho, dente por dente esqueceram que o principal mandamento era amar a Deus sobre todas as coisas e o outro era amar ao próximo a si mesmo quando a gente percebe isso, nós vemos que a primeira a segunda e a terceira revelação formam um bloco único quando a gente entende isso aí vai chegar nesse ponto que você está falando aí esse livrinho é a revelação divina é quando Deus se manifesta essa manifestação dele é recebida, claro, de uma forma doce mas a digestão dela é amarga por quê?

Porque você tem que alterar padrões de conduta na sua vida tem que mudar e isso é difícil a gente fala assim por exemplo, a doutrina ou a religião é muito bonita então você vê a pessoa que está no movimento espírita está trabalhando, você vai conversar com ela a pessoa tem preconceito racial tem preconceito sexual tem uma série de coisas você fala assim, meu Deus, não é possível isso não está cabendo mais isso não cabe mais, não deu conta ele assimilou a revelação como um mel na boca mas na hora de digerir esse conteúdo na vida dele é amargo porque ele tem que abrir mão do passado é interessante esse livrinho tem esse sentido, não de uma revelação específica a primeira, a segunda, a terceira, mas a revelação acho que fica muito claro isso, as revelações elas só podem se dividir no sentido de que no modo em que eu estou descobrindo o evangelho agora na minha vida então esse é o meu Moisés, é o meu Cristo através do espiritismo muito lindo isso a gente poder ver entender Jesiel que estava entendendo tudo há dois mil anos você não tinha nenhum livro ele já vivia antes citando Isaías exatamente, entendendo tudo foi questão de foco quando ele conheceu o evangelho, fez a conexão porque realmente, Jesus aclarou tudo aclarou e trouxe Jesus foi lá e trouxe a essência toda luminosa e colocou, está aqui não só porque ele falou mas porque ele viveu ele deu um exemplo de vida e aí contra fatos não há argumentos contra um exemplo não tem discussão trazendo dentro da poesia do Gladstone que Jesiel trazia Moisés e Jesus no verbo é fantástico conseguia reunir nós vamos trazer esse material depois para o pessoal conhecer da poesia do Gladstone coisas fantásticas ainda vão aparecer gostaria de conhecer eu acho que a gente poderia trazer um pouquinho tem algumas perguntas que foram enviadas tem uma pergunta do Jomar ele enviou um e-mail para a gente o seguinte Jomar nesse seminário eu particularmente me basei em dois textos o primeiro texto é o texto de Arago que está no livro A Gênese finalzinho do livro A Gênese de Kardec um espírito chamado Arago dá uma mensagem extraordinária em que ele vai falar dos ciclos esses ciclos astronômicos e como que isso está relacionado com o processo da evolução do orbe e das pessoas que aqui evoluem e o outro texto é uma entrevista de Chico Xavier em que um repórter da Legião da Boa Vontade foi até onde estava o Chico porque ele queria que o Emmanuel falasse sobre um livro de Ramatiz que dizia sobre a aproximação de um planeta chupão que iria puxar aquela história então ele começa a fazer algumas perguntas e Emmanuel sai pela tangente ele corrige algumas coisas de uma forma muito caridosa muito sutil que está na obra de Ramatiz mas o mais importante ele traz revelações sensacionais quem traz as revelações é o Emmanuel então talvez você tenha ouvido eu comentar da entrevista que tem algumas perguntas sobre Ramatiz e tenha ficado com a impressão de que eu consultei uma obra de Ramatiz mas não é isso eu consultei a entrevista do Chico em que o Emmanuel vai falar sobre os ciclos evolutivos eu me baseei nesses dois textos mas achei muito interessante o que você falou aí do Herculano Pires, se você puder mandar esse texto do Herculano para a gente eu queria dar uma lida interessante Haroldo, você consegue lembrar da fonte, do livro Diálogos a fonte que você falou do que?

Desse texto, da entrevista essa entrevista do Chico ela foi publicada num livro é um livro recente que é um livro de coletânea com várias entrevistas do Chico e outros assuntos que é o livro chamado Caderno de Mensagens foi lá que eu encontrei aliás, eu encontrei antes muito antes desse livro ser publicado eu já tinha encontrado essa entrevista e fiquei tão impressionado com ela que até pedi para um amigo, o Ricardo, lá de Brasília para ir lá na LBV e pegar o original porque eu não acreditava em algumas coisas ali de tão impressionado mas eu confirmei que a entrevista é genuína, eles tem material inclusive de áudio lá que eu estou eles fazem um contato para conseguir esse áudio o pessoal da LBV podia mandar esse material por favor, se vocês tem isso gravado em áudio e se pudesse mandar esse áudio dessa entrevista seria sensacional, seria fantástico para a gente incluir inclusive no podcast com certeza viu Jomar, mas foi daí que a gente tirou então houve uma citação do repórter na entrevista essa armatiza foi isso que aconteceu para a gente finalizar eu acho que a gente poderia trazer uma outra informação que foi o Leonardo de Araújo que mandou um e-mail para a gente dizendo o seguinte ele baixou a palestra e ele diz o seguinte baixei aquela palestra sobre o estudo Apocalipse e não entendi porque você não acrescentou o texto de um sermão profético dado por Jesus no capítulo Nas Alvoradas do Reino do Senhor na segunda parte do livro A Dois Mil Anos gostaria de ouvir você interpretando um dos textos mais proféticos na obra do Chico Leonardo, você tem razão eu me esqueci de mencionar esse texto sensacional que está no livro A Dois Mil Anos é o momento em que Alívio e o Simeão estão no mundo espiritual e depois deles terem passado pelo martírio e recebem uma visita de Jesus que faz um discurso sobre a partir daquele momento, qual seria o desdobramento do orbe e eu vou dizer para você, realmente foi interessante o que você falou, porque ali Jesus faz uma interpretação do Apocalipse aquele discurso que o Emmanuel registrou ali é Jesus sintetizando fazendo uma síntese clara, sem simbologia do que está dito simbolicamente no Apocalipse, realmente eu esqueci mesmo, valeu pela lembrança nós vamos acrescentar isso no material futuro, quem sabe acho que é uma ideia de um episódio só para comentar sobre isso que aí eu vou prometer para você o seguinte nós vamos pegar esse texto do A Dois Mil Anos e vamos pegar alguns versículos do Apocalipse que estão sendo indiretamente citados nesse discurso, é muito interessante você tem razão, excelente lembrança.

Estou sentindo aí que vem mais Apocalipse por aí tem uma outra pergunta do Roder Augusto Trindade Olá, o site parece ser muito atrativo, gostaria de saber onde posso conseguir os livros falando sobre os ciclos que o Aroudo citou em uma das palestras sobre Apocalipse o pessoal está querendo o livro o Aroudo está querendo estudar não tem livro falando sobre esses ciclos está em alguma biblioteca do mundo espiritual que eu pude ter algum acesso lá, mas não tem é claro que eu tive que reunir muita coisa, alguns materiais que falam sobre ciclos astronômicos estudar alguma coisa essa entrevista do Chico é fundamental, porque ali o Emmanuel nossa quebra o nosso galho, vamos dizer assim dá bastante material no livro A Caminho da Luz está também mas é fruto de muita pesquisa no livro As Quatro Babilônias também fala muito sobre a questão do ciclo, mas tudo material fragmentário é um estudo, faz parte de um estudo que o Aroudo faz já há muitos anos tem mais de 20 anos que a gente está fazendo, a gente vai produzir realmente um livro, aí eu quero colocar isso de uma forma ordenada bem ordenada o máximo que a gente puder concatenar porque também não tem todas as respostas mas pelo menos um quadro geral a gente quer ordenar falando um pouco sobre esses ciclos mas eles são ciclos astronômicos tem alguns ciclos envolvendo o sistema solar e outros ciclos maiores envolvendo constelações, galáxias que é o que o Emmanuel dá nessa entrevista está lá no caderno de mensagens do repórter da LBV que eu aconselho que você dê uma lida com muita atenção que tem muito material no Acaminho da Luz também é pessoal, e pode esperar que venha mais episódios sobre o Apocalipse, que vocês já viram que não deu pra poder nós nem saímos ainda do capítulo 3 e não saímos das igrejas ainda tem mais alguma pergunta Fredinho?

Eu só quero saber o seguinte existe aí um desejo do Haroldo em produzir um material em torno do Apocalipse publicar isso pra gente como é que isso está qual é o projeto, nós estamos falando de meses, de anos já existe um estudo em torno disso você já apresentou um seminário nós estamos aqui conversando um pouco mais ou seja, tem muita coisa pra poder ver evidentemente que isso dentro de você e no seu material particular isso já existe já começou a ser formatado já tem muita coisa catalogada inclusive sobre essa questão dos ciclos das simbologias e tudo eu já estava com esse material quase todo estruturado já pronto pra publicar, graças a Deus não publiquei porque eu descobri quando fui a Jerusalém eu trouxe uma série de material de comentários hebraicos sobre livros das profetas lá do Antigo Testamento e quando eu comecei a folhear alguns eu quase caí pra trás porque conectava várias coisas e abriu a minha mente para uma série de coisas e eu falei, meu Deus tenho que parar aqui pra debruçar sobre esse material pra que o estudo fique mais sério e algumas dificuldades que eu percebi, então eu já estou estudando esse material tenho lido não há como interpretar profecia e apocalipse se não for na língua original porque existem certos termos que as traduções arrasaram com eles quando você lê uma tradução estragou tudo porque a tradução matou o sentido que era a palavra a conexão daquela palavra que linguagem que é aquela então eu tive que parar um pouco e estou fazendo agora esse estudo linguístico então encontrei um autor Jeff Benner que fala sobre estudar hebraico antigo de inscrições em rochas hebraico antigo mesmo estudando essa simbologia então eu descobri uma mina de ouro estou envolvido nesse material pegando também tal molde tradição judaica que está se abrindo a coisa de uma certa maneira que eu não esperava e que vai ser muito bom que eu acho que esse material vai vir com uma riqueza maior mas tem um amigo nosso, de vez em quando ele acerta chamado Julio Adriano e que ele fez uma sugestão sobre um outro tema e eu acho que é muito interessante o que eu estou pensando em fazer?

Até submeter as pessoas se elas acharem interessantes começando a trazer algumas pinçadas no site passar a colocar algumas coisas fragmentárias mas até para que sirva de discussão e de debate porque eu tenho certeza que a opinião das pessoas as dúvidas vão aprimorar então em vez de eu esperar um livro que vai ser concatenado daqui um ano, dois anos eu já começo a trabalhar alguns materiais e vou construindo aquilo mexendo o copo as pessoas vão se acostumando também e quando chegar o livro elas vão estar mais ou menos com as expectativas harmonizadas todo mundo mais ou menos com um denominador comum então podem aguardar que nós vamos começar a colocar isso no site algumas coisinhas sobre o apocalipse sobre esse ciclo falando sobre palavra o que é essa palavra dia no primeiro capítulo de Gênesis que palavra hebraica é essa quantas vezes ela ocorre no Velho Testamento o que ela significa essas coisas interessantes que são pressupostos para você poder depois estudar nós vamos colocar isso é um tema que atrai mesmo vamos deixar para o próximo mas eu já faço a pergunta aqui nosso tempo está acabando, não é Tiago?

Está acabando mas nós vamos fazer duas perguntinhas para frente eu acho que tem um lado muito interessante do apocalipse que é o lado da mediunidade é um aspecto da mediunidade de João Evangelista sim temos muitas coisas para poder observar e uma outra pergunta eu acho que eu esqueci mas é uma pergunta que não queria calar sobre profecias bom eu mando a pergunta através do site não manda a pergunta através do site não quando a gente for gravar o próximo você vai estar aqui para poder gravar com a gente vai ser um prazer você não vai escapar aliás isso é uma coisa interessante é bom a gente dizer nós da Espíritas fazemos uma leitura de que o profeta é um médium com certeza sem sombra de dúvida a característica da vida do profeta é um médium os profetas pelo menos estão lá de médiums fiéis, fidedinhos e o falso profeta é o médium que caiu o médium que tombou fantástico muito bom, como é que eu esqueci minha pergunta gente não, você vai conter é isso ai a gente gostaria de citar para os ouvintes desse episódio um livro de espíritos diversos psicografado por Chico chamado Sentinelas da Luz esse livro foi publicado em 1990 é isso mesmo, um prefácio geralmente o Emmanuel fazia os prefácios quando o livro terminava e esse prefácio aqui em Uberaba, 2 de janeiro de 1990 e tem um capítulo nesse livro é um capítulo chave quando nós lemos o livro A Caminho da Luz a gente fica com uma dúvida, porque o Emmanuel fala ele escreve o livro no período da primeira guerra e ele fala uma série de coisas sobre o apocalipse e dá uma ideia de que na segunda guerra se cumpririam todos aqueles fatos ou que no final do século se cumpriria a gente fica com uma dúvida será que já cumpriu tudo?

Falta alguma coisa? não falta? Coisas que ele fala lá não aconteceram? Ficou essa dúvida, então ele dá uma mensagem chamada nas convulsões do século XX está no livro Sentinelas da Luz e olha gente esse livro, essa mensagem que está no livro é uma interpretação do apocalipse inclusive o Emmanuel inclusive o Emmanuel usa terminologia do apocalipse, ele já começa dizendo assim não bastaram as tormentas do infortúnio que as grandes guerras do século lançaram sobre os vales do mundo por que ele está usando essa expressão?

Vales do mundo? Emmanuel não usa palavra à toa vale do mundo é referência bíblica por que vale do mundo? Vou dar só uma pitadinha vale há um vale famoso que é o vale de Rinom é aquele vale onde eram oferecidos sacrifícios, onde Davi lutou com Golias essa coisa toda, e onde tem uma regiãozinha, um monte lá chamado Armagedom por que ele está citando vales do mundo? está vendo? Então Emmanuel não é bobo, né? Ele fala assim acordando estremunhada de horrível pesadelo que perdurou por mais de dois mil dias e embora os lares desertos, os campos talados, as arcas empobrecidas e as prisões repletas arregimenta-se a coletividade planetária para novos embates de cegueira e destruição então, olha só toda essa simbologia de alguém que está acordando com dor estremunhada, de pesadelo durou dois mil dias isso é à toa, não é à toa não é à toa aí olha o que ele fala aqui amontoam-se pesadas nuvens nos céus do Oriente e do Ocidente esse negócio de nuvem escura de fumaça, de fumo que está no céu está lá no Apocalipse nuvem depois nós vamos ver outra interpretação que está no Caminho da Luz em que ele vai falar que isso é o que?

É a somatória dos débitos kármicos dos povos que formam uma aura uma espécie de nuvem, fica tudo nublado mas não para por aí só para a gente terminar, não vou ler tudo depois vocês lêem de novo isso, mas ele vai falar da deturpação do cristianismo aí ele fala o conceito de civilização flutua ao sabor dos grupos dominantes o domicílio dos homens sofrerá terríveis brechas até que a razão se equilibre nas diretrizes do mundo tem uma hora que ele fala aqui sobre olha isso aqui que eu gostaria de ler se não é Apocalipse, profeta Daniel irmãos entrelaçai os braços e uni corações em torno do caminho da verdade, da vida tormentas de dor rondam os castelos da vaidade humana e gênios escuros do morticínio acercam-se das moradias sem alicerce os monstros que devoraram as civilizações dos persas dos assírios dos egípcios dos gregos, dos romanos e dos fenícios espreitam a grandeza fantasiosa dos vossos palácios de ilusão gente, isso aqui é o profeta Daniel ele está citando até os mesmos impérios os oráculos que prognosticaram queda e ruína em Persépolis, aí ele vai começar a citar as capitais Persépolis e Babilônia Tebas e Atenas Roma e Cartago pronunciam angustiados vaticínios em vossas cidades poderosas não precisa nem dizer quais, né?

Quais as cidades poderosas hoje do mundo? Povos mortíferos do ódio e da ambição desregrada multiplicam-se no oxigênio terrestre predizendo misérias e desolação trazem a fome e a peste em novos aspectos desorganizando-vos a vida e desintegrando-vos os celeiros o que ele está falando aqui? Questões econômicas então a simbologia de peste e fome no apocalipse tem a ver com essas questões econômicas pobreza, riqueza exagerada, domínio todos vivemos tempos dramáticos depressa expectação e vigília bom, então é o seguinte pode esperar porque vamos ter que gravar mais episódios sobre o apocalipse agora nós queremos de coração que vocês colaborem conosco vocês viram que foi a partir dos e-mails enviados dos comentários que muitas coisas foram construídas muitos pensamentos foram trazidos novas ideias foram aclaradas dentro desse episódio e nós queremos a colaboração de todos lembrando que o pode ser é de vocês a participação ela é fundamental para que esse projeto vá pra frente e nós queremos que todos vocês participem e deixem o recado de vocês vamos construir isso é uma forma de colaborar exatamente inclusive lembrando de colaborar teve um companheiro que anotou algo no seminário, Tiago que é quando eu falo lá da separação dos continentes que antes era pangeia depois se divide e tudo e eu misturei a fala lá ficou parecendo que aquele fenômeno é algo que aconteceu há poucos mil anos atrás na verdade é um fenômeno que aconteceu há milhões de anos atrás então nós gostaríamos de fazer essa correção no seminário realmente há essa confusão lá nós misturamos as coisas e ficou parecendo que essa separação dos continentes era algo recente quando é algo de milhões de anos atrás foi esse pequeno deslize é o falha nossa é isso aí, fantástico isso aí a gente agradece a oportunidade de ter participado do pode ser e vamos vibrar pra que ele continue caminhando dessa forma é o primeiro pode ser eu deixei o meu comentário lá uma delícia, foi gostoso de escutar uma conversa gostosa participação de todos vocês dos amigos todos e o instituto ser está aí começando com o site com o pode ser e com várias outras, com os trabalhos de pesquisa e a gente vai torcendo junto pra que tudo isso possa trazer as maravilhas do conhecimento, do entendimento, da cultura da arte, tocando o coração tocando a razão, fazendo com que o nosso pensamento alcance o pensamento do Cristo, é isso aí e aqui Tiago se despedindo também, agradecendo a presença do Fred e lembrando que o nosso formato aqui do podcast, gente é como se fosse lá um programa que tem na televisão Roda Viva nós vamos trazer outras pessoas aqui também que vão fazer uma espécie de estar no centro aqui da roda e a gente fazendo perguntas pra ela, pra ela que ela aborde algum tema específico hoje foi o apocalipse sobre um trabalho, amanhã vai ser alguém falando de um tema que ele domina então vai ter uma participação de variadas pessoas nós vamos falar sobre música vamos falar sobre muita coisa não vai ter só uma pessoa falando vai ter uma participação de várias pessoas vários assuntos, várias especialidades e é claro que vamos chamar a pessoa que tenha um domínio maior naquela área do tema do dia lembrando que a nossa ideia se Deus nos permitir é que a gente solte um podcast por semana vamos tentar manter essa periodicidade eu acho que pra gente está sendo muito gostoso fazer isso aqui eu acho que é o mel que está na nossa boca está muito gostoso imagino como está gostoso desenvolver esse projeto e poder estar participando aqui com essas pessoas que são do nosso coração bom, acho que por hoje é isso até a próxima e lembre-se gravem isso peça um CD e dê de presente cada um que estiver ouvindo para 5 amigos entrega isso faz um comentário pede para a pessoa ouvir a maior colaboração que vocês podem dar hoje para o nosso projeto, pode ser é divulgar para pessoas queridas com carinho, com entusiasmo essa é a maior colaboração que estamos precisando hoje e essa pessoa que receber esse CD não precisa ficar com ele não escutou, já passa grava mais 4 é isso mesmo né gente nós vivemos hoje num mundo onde tudo é tão divulgado pela internet, a gente recebe tanta coisa sem utilidade no dia a dia quando eu recebi o convite de acessar o site eu fiz questão de entrar na minha caixa e mandar para a turma toda olha gente, vocês não recebem nada de divulgação de massa da minha caixa de e-mail, mas esse aqui eu estou mandando para vocês que é algo especial fantástico, fantástico bom, acho que é isso Música Música Música Música Música Música Música

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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