#028 – Estudo do Velho Testamento – Livro Gênesis

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Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda a análise do Livro do Gênesis, retomando a discussão sobre o quarto dia da criação e a complexidade dos ciclos planetários. O estudo se baseia em uma reportagem da revista Legião da Boa Vontade de 1954, que registrou as palavras de Emmanuel sobre a transição planetária e a verticalização do eixo da Terra, em resposta a uma obra mediúnica controversa da época.

O que é estudado neste episódio

  • A abordagem de Emmanuel diante do erro: Haroldo Dutra Dias destaca a postura caridosa de Emmanuel, que, ao invés de criticar diretamente a obra mediúnica equivocada, optou por apresentar uma ideia mais robusta e fundamentada, oferecendo material para reflexão.
  • Os ciclos da matéria planetária: Emmanuel revela que a Terra, em sua constituição física, possui grandes períodos de atividade e repouso, cada um calculado em 260 mil anos. Isso totaliza um ciclo de 520 mil anos, que Haroldo compara às estações do ano, com primavera-verão (atividade) e outono-inverno (repouso).
  • A precessão dos equinócios: É explicado o movimento da Terra que causa a precessão dos equinócios, um lento e gradual câmbio no eixo terrestre ao longo de 24 a 26 mil anos, diferenciando-o de uma mudança abrupta e catastrófica.
  • A influência dos ciclos na evolução espiritual: O estudo enfatiza que, como o Espírito evolui em contato com a matéria, ele se sujeita às leis que regem essa matéria. Assim, os ciclos de repouso e atividade planetária afetam diretamente a evolução das almas.
  • Os grandes instrutores da humanidade: Emmanuel menciona que grandes instrutores como Buda, Sócrates e Zoroastro, que são “ministros do Cristo”, consideram que, dentro dos 260 mil anos de atividade, 60 a 64 mil anos são dedicados à reorganização dos “pródromos da vida organizada”.
  • Os ciclos civilizatórios e as “grandes raças”: Após esse período de reorganização, surgem ciclos de desenvolvimento de “grandes raças” (etnias ou civilizações) a cada 28 mil anos. São mencionadas duas raças primitivas, a raça Lemuriana e a raça Atlântida, cada uma com um ciclo de 28 mil anos.
  • A raça Ariana e a chegada dos capelinos: O estudo aborda o período da raça Ariana, que se estende de 25 mil anos antes de Cristo a 3 mil anos depois de Cristo. Haroldo Dutra Dias conecta a chegada dos capelinos, descrita em “A Caminho da Luz”, ao declínio da civilização Atlântida e ao início da era Ariana, que teria fixado caracteres raciais e impulsionado o desenvolvimento da humanidade.
  • A Bíblia e os ciclos de 7 mil anos: É feita uma correlação entre os ciclos de 28 mil anos e os ciclos bíblicos de 7 mil anos, que compreendem o período do Gênesis ao Apocalipse.
  • Os próximos ciclos civilizatórios: Emmanuel projeta que, após o período Ariano, haverá mais dois ciclos civilizatórios antes do término do “dia sideral” em 59 mil anos depois de Cristo.
  • A progressividade da revelação: A importância da Bíblia e suas lições morais é reafirmada, destacando que a verdade é eterna e a revelação divina é progressiva e concatenada, seguindo o princípio da continuidade.

Reflexões

  • A providência divina opera em quadros temporais vastos, o que nos convida a confiar mais na ordem e no planejamento do Criador, mesmo diante das aparentes dificuldades do presente.
  • A evolução espiritual está intrinsecamente ligada à matéria e seus ciclos, demonstrando que as leis divinas e naturais são uma só, aplicáveis tanto ao mundo físico quanto ao espiritual.
  • A postura de Emmanuel, ao apresentar uma ideia mais robusta em vez de criticar o erro, serve como um modelo de caridade e sabedoria na abordagem de questões doutrinárias e filosóficas.

Ler transcrição do episódio

Retomando o nosso estudo do Gênesis, eu tinha comentado que a gente ia passar para o quinto dia, sair do quarto. O quarto dia que fala dos luminários, do Sol, do Lua, dos astros, dos ciclos. Mas, eu senti que precisava dar um fechamento, não tinha ficado muito claro. Então, eu vou com um pouquinho mais de calma nesse assunto, só para não deixar muita brecha e também porque eu não li a reportagem do Chico. A verdade foi o seguinte, em 1954, o editorial da revista Legião da Boa Vontade foi a Pedro Leopoldo ouvir a palavra de Emmanuel.

É que havia sido lançado um livro mediúnico, eu vou omitir aqui o médium e o espírito, por respeito, e essa obra mediúnica, ela continha, é o grande problema, ela continha alguns elementos fundamentados e alguns elementos bastante fantasiosos, bastante fantasiosos mesmo. Então, eles foram lá ouvir o Emmanuel, queriam saber sobre, todo mundo já deve imaginar qual era o tema, o tema era transição planetária, verticalização do eixo da Terra. E, toda vez que se fala dessa questão de transição planetária, a gente parece que evoca aquelas teorias da conspiração americana, que o eixo vai verticalizar, aí você começa já aquela visão catastrófica e tal.

E, no caso da obra, ela falava até de um planeta que ia entrar no sistema solar para pegar espírito exilado, um negócio mais imaginativo do que Guerra nas Estrelas e Jornada nas Estrelas, porque o Jornada nas Estrelas e Guerra nas Estrelas é bem fundamentado, é uma obra embasada, é uma obra estudada, não tem infantilidade ali. Há, inclusive, uma projeção de tecnologia, as coisas fazem um pouco de sentido. Evidentemente que tem uma imaginação cinematográfica, é óbvio, não é? Mas, tem um embasamento. E, aqui, no caso, não tinha.

E, o que mais chama a atenção é que o Emmanuel em nenhum momento critica ninguém. O Emmanuel evita fazer qualquer referência ao médium, qualquer referência ao espírito, ele não combate nenhuma ideia e ele faz uma coisa que é muito interessante. Diante de uma ideia que a gente considera equivocada, a melhor coisa, a maneira mais caridosa de se agir é apresentar uma ideia mais robusta e melhor. Por que nós vamos atacar a pessoa que está apresentando a ideia? Faz sentido, não é? Se a questão é a ideia, apresenta a outra melhor.

Eu, particularmente, acho que o Emmanuel deu uma pesada na mão. Ele foi fundo, fundo, fundo. Infelizmente, brincadeira à parte, a equipe editorial da revista, eu acho que ficou tão atordoada, a verdade é essa, que eles praticamente não conseguiram nem perguntar nada para o Emmanuel. Eu imagino que eles devem ter ficado, assim, perplexos. Eu vou ler aqui um trechinho da resposta e a gente vai trabalhar alguns elementos que me tirou várias noites de sono, essa resposta aqui, porque ele também não dá o pão de queijo pronto, não.

Ele dá os ingredientes, a receita e é assim que se faz. Então, a pergunta que foi feita para ele é a seguinte, pode Emmanuel dizer-nos algo a respeito da verticalização do eixo da Terra e das transformações que a Terra sofrerá? Parece que essa era a ideia central da obra mediúnica. Então, antes de ler a resposta do Emmanuel, vamos voltar aqui. Evidentemente, que a pergunta está fazendo referência a um dos movimentos do planeta. A gente sabe que a Terra tem dezenas de movimentos, não são só dois. Ela gira em torno do próprio eixo, gira em torno do Sol e tem outros movimentos imperceptíveis.

E, um deles que é muito representativo, um movimento muito importante, que é o da precessão dos equinócios. É mais ou menos assim, você joga um pião, o pião roda. Depois de um tempo que o pião está rodando, ele vai perdendo a força, aí ele começa a dar uma… além de girar, ele começa a cambalear. A Terra também faz isso. E, ao fazer isso, a gente sabe que o eixo da Terra está inclinado, ele não está reto. Então, se você pegar… E, isso é uma coisa muito interessante. Todos os planetas do Sistema Solar giram em torno do Sol no mesmo plano.

Isso é curioso, não é? Olha que coisa, não é, gente? Isso significa assim, aqui está a Terra, Saturno não está aqui, não. A Terra está aqui, o Sol está aqui, a Terra está aqui, Saturno não está aqui. O Sol está aqui, a Terra está aqui, Mercúrio, Vênus, Marte, Terra, Júpiter, tudo na mesma linha, como se eles estivessem alinhadinhos. Então, se você olhar de fora do Sistema Solar, é tudo alinhado, estão girando no mesmo plano. Isso é de uma finura. São aquelas, eu diria que são aquelas marcas que Deus deixa na Criação para falar assim, ei, eu estou aqui, eu existo, porque ninguém vai imaginar que o acaso produz uma coisa dessa, não é?

Então, está tudo no mesmo plano. Então, o que os cientistas fazem? Pegam o percurso em torno do Sol e estabelecem um plano. E, a Terra, ela não gira assim, ela não gira assim, retinha, ela está inclinada. Ela gira inclinada. Por isso, exatamente por ela estar inclinada, nós temos Polo Norte e Polo Sul. Porque, se ela estivesse retinha, metade dela recebia Sol durante o dia, a outra metade recebia igual Sol durante a noite. Então, não haveria congelamento dos polos por ela estar inclinada. Então, no inverno, no verão, aí você tem essa diferença, os polos não recebem luz adequadamente.

Então, é de uma sutileza muito grande. Mas, o que acontece? Em torno de 24 a 26 mil anos, esse eixo muda. Então, a Terra vai fazendo um movimento e o eixo gradativamente vai mudando. Então, é isso que nós temos que perceber. Não é de repente assim, ah, hoje a Terra resolveu dar uma inclinada. Não é assim que funciona. Ela para e fala, agora eu vou inclinar para cá, eu cansei de deitar deste lado, eu vou deitar do outro lado. Não é assim que acontece. O movimento é lento e, aos pouquinhos, você vai tendo uma mudança dos eixos.

Então, o mar está avançando, a gente sabe disso, o mar já está avançando sobre a Holanda, você tem derretimentos de calotas polares, quer dizer, é um processo, só para a gente entender isso. Então, bastava um exame mais lúcido da geografia e da física para perceber que a obra mediúnica tinha furos, assim, absurdos. Ok? Mas, Emmanuel também não perde tempo fazendo crítica sem sentido. O que é a crítica sem sentido? Que a gente faz toda hora, é uma coisa difícil, não é assim? A crítica sem sentido é você virar para a pessoa e falar assim, você está errado.

E aí? Não, a informação que você trouxe está errada. Ok. E? Não, meu objetivo aqui é só falar que você está errado. Entendem? Quer dizer, isso é reflexo do ego, do orgulho, a gente não consegue administrar. Isso se chama orgulho. Não tem outro nome. Isso não é inteligência, não é nada. Isso se chama orgulho. Isso significa que vem aquele sentimento, dá uma vontade de você ser melhor do que o outro, e aí você inventa palavras, inventa teorias, aí você inventa coisas, mas, no fundo, você quer provar para a pessoa que você é melhor do que ela, você quer aparecer.

Isso é vaidade e orgulho. Não é? Como Emmanuel já se libertou disso, no sentido de que ele já tem domínio sobre isso, ele não deixa que a vaidade e o orgulho ditem o seu comportamento, ele já tem um autodomínio, ele não fez isso. Não fez isso. Ele preferiu por dar mais material de reflexão. Então, o que ele respondeu? Ele respondeu assim, e é o Chico falando, afirma nosso orientador espiritual que não podemos esquecer que a Terra, não podemos esquecer que a Terra, em sua constituição física, estamos falando de matéria, propriamente considerada, possui os seus grandes períodos de atividade e de repouso.

Fechou. É só esse parágrafo. Já deu aqui? Quantos estudos do Gênesis aqui? Quantas semanas do Gênesis? O que ele trouxe aqui para a gente? Ele trouxe um princípio. Um princípio. Tudo que diz respeito à forma, à matéria, tem períodos de atividade e de repouso. É o que está no capítulo 1 do Gênesis, que nós estamos estudando aqui. Então, quando o Gênesis diz lá que Deus criou em seis dias e repousou no sétimo, é isso que o texto bíblico está querendo nos ensinar, que existe um ciclo ascendente, primavera-verão, e um ciclo descendente, outono-inverno.

Outono-inverno é um convite ao repouso, à reciclagem, à refundir. Tudo bem? Então, outono-inverno é esse convite a refundir, a repousar, a refazer. E a primavera-verão, que é a outra metade, é um convite a florescer, a expressar. Uma é a energia potencial que está sendo construída e a outra é a energia cinética, é o movimento. Então, repouso, movimento, repouso, movimento, isso diz respeito ao mundo da forma. Não quero, porque o Emmanuel foi muito cuidadoso na resposta, ele diz assim, não podemos esquecer que a Terra em sua constituição física, porque no que diz respeito aos fenômenos puramente espirituais, não podemos nos pronunciar.

Ok? Em resumo, não sei, não sei, porque nós ainda estamos tão profundamente mergulhados na forma, no elemento material, sobretudo nós encarnados, que fica difícil fazer afirmações sobre o Espírito puro, o puro Espírito, que eu digo assim, o Espírito sem a matéria. Então, nós vamos nos abster desses lances muito grandes, não é? Há um limite. A astronomia tem um conceito fantástico, não é? Tudo na astronomia, toda a construção, ela é ótica, tudo é ótico. Então, há uma faixa do universo que nós não temos acesso, porque são tantos milhões de anos-luz para chegar, para aquela luz chegar até nós, que ela nunca vai chegar, porque as galáxias estão se afastando umas das outras.

Então, a velocidade com que as galáxias se afastam e a velocidade que a luz e o tempo que a luz demandaria daquela galáxia para chegar, ela fica no ponto cego. Ok? Então, significa que nós temos um ponto cego. O cientista sabe disso. E, não adianta, você pode construir o mais potentíssimo telescópio, que é fisicamente impossível. Isso significa que Deus colocou um limite à nossa observação, um limite físico. Nós temos acesso a uma fronteira do universo. Correto? Então, eu gostaria de trazer esse conceito físico para cá, para dizer também que, do ponto de vista do conhecimento, nós temos uma fronteira e a gente precisa ter um cuidado.

Então, Emmanuel foi cuidadoso. Repouso, atividade. Porque ele está trabalhando com o princípio que é o do Gênesis. Deus repousou. É assim que tudo na forma e na matéria funciona. Repouso e atividade. Aí, ele continua. Cada período de atividade e cada período de repouso da matéria planetária, que, hoje, representa o holiceste, nossa morada temporária, pode ser calculado, cada um, cada um, em 260 mil anos. Atravessando o período de repouso da matéria terrestre, a vida se reorganiza exatamente de novo nos vários departamentos do planeta, representando, assim, novos caminhos para a evolução das almas.

Este é o segundo parágrafo. Então, vocês imaginam o pessoal lá da revista LBV com o gravadorzinho e o Emmanuel falando isto. É aquele grilo. Pip! Então, 260 mil anos para o repouso, 260 mil anos para a atividade. Então, ele deu aqui um ciclo. Tranquilo! Vamos aplicar os princípios? Eu estou tentando aqui construir, tá? Vamos passo a passo. Vamos aplicar os princípios? O que a gente sabe de ciclo? Eu sei que ninguém aqui sabe desta coisa de 520 mil anos. Ninguém aqui sabia deste negócio de 260 mil anos de atividade, 260 mil anos de repouso da matéria terrestre.

Ok? Ok! Mas, tem coisa que a gente sabe. O que você sabe? Você sabe das estações do ano, não sabe? Primavera-verão, outono-inverno. Sabemos que a primavera-verão é a atividade, outono-inverno é o repouso. Isto nós sabemos, não sabemos? Não é meio a meio? É meio a meio. Então, vamos aplicar os princípios? Vamos! O que Emmanuel está dizendo? A matéria terrestre tem uma estação, tem um ano, um ano da matéria. É o ano. Este ano é dividido, metade, outono-inverno, que é o repouso, 260 mil anos e a outra metade, primavera-verão, 260 mil anos.

Soma, qual é o valor do ano? 520 mil anos, aproximadamente. Por que aproximadamente? Muita atenção nisto aqui. Quantas maçãs são uma abóbora? Não tem sentido a minha pergunta. A minha pergunta é estúpida, porque você não mede abóbora com maçã, correto? Ok! Como é que eu vou medir um ciclo de um corpo celeste? Como é que eu vou medir um ciclo de um corpo celeste pelo movimento da Terra em torno do Sol? Não vai funcionar. Um ano é o tempo que a Terra leva para sair de um ponto, girar em torno do Sol e voltar para o mesmo ponto.

Estamos de acordo com isto? Quem disse que esta é a régua para medir o Universo? Toda vez que nós damos o valor de um ciclo em anos, é aproximativo, não é exato. Porque você não mede abóbora com maçã. Cada ciclo é um ciclo. Então, o que é um ciclo? Eu tenho que estar observando o movimento daquele corpo celeste. Estamos de acordo com isto aqui? Podemos avançar? Podemos. Que ciclo é este? Este é fácil. Não sei. Não sei. Que movimento é este? É do Sistema Solar? Eu arriscaria. Se é para chutar a gol, eu chuto. Mas, já vou advertir.

Estou pondo a bola no meio do campo e estou chutando. Se fizer gol, é sorte, não é técnica. Por que eu chuto que é um movimento do Sistema Solar? Porque da galáxia é muito maior. Movimento da galáxia, nós não estamos falando de milhares de anos, nós estamos falando de bilhões e bilhões de anos. Ciclos galácticos. Estamos combinados? Então, meu chute é que isto aqui envolve algum tipo de movimento que eu não sei qual. Se eu pudesse ter tido a oportunidade com o conhecimento que eu tenho hoje, eu perguntaria para o Emmanuel.

Sr. Emmanuel, considerando que todo ciclo tem como referência o movimento de um corpo celeste, este ciclo de 520 mil anos se refere a qual corpo celeste? Não é? Eu deveria fazer a pergunta para ele. Mas, já era. Bom, ok até aqui? Estamos acompanhando? Alguém vai perguntar por que nós estamos estudando isto? Para quê? Para entender os mecanismos que regem a evolução espiritual das almas. Porque os Espíritos evoluem, segundo o livro dos Espíritos, no contato com a matéria. No contato com a matéria que o Espírito desenvolve os seus potenciais anímicos, cognitivos, espirituais, emocionais, etc.

Alguns que eu nem conheço. É com a matéria. É neste contato com a matéria. Se a matéria apresenta esta constituição, esta maneira de ser, de ter repouso e de ter atividade, se isto é uma lógica da matéria, é óbvio que isto afeta o Espírito. Porque, a unir-se à matéria, ele tem que se adaptar a esta respiração da matéria. A matéria, ora repousa, ora ativa, ora contrai, ora expande. Então, toda vez que o Espírito está em contato com a matéria, ele se sujeita às leis da matéria. Considerando que essas leis que regem o elemento material são oriundas da inteligência divina, é óbvio que elas têm um conteúdo moral, porque Deus é um.

Então, nós aprendemos no Livro dos Espíritos que a lei divina e a lei natural são uma. Uma. Então, quando eu estou estudando o Sermão da Montanha, e quando eu estou estudando estes ciclos aqui, eu estou estudando a mesma lei. Porque a lei divina e a lei natural são uma. Uma só. Porque Deus é um. Deus é um. Então, ele tem critérios e os critérios valem para a matéria e para o Espírito. Até aqui tudo bem? Podemos ir? Até agora está bom. Vocês vão ver agora, assim sendo, os grandes instrutores da humanidade, grandes instrutores, está tudo maiúsculo, grandes instrutores da humanidade, depois eles vão fazer uma pergunta, os grandes instrutores.

E, aí, Emmanuel diz assim, olha, o Cristo, que é o governador espiritual do ódio, possui ministros e ministérios. Esses ministros do Cristo são os grandes instrutores da humanidade. E, Emmanuel dá três exemplos. Buda, Sócrates, Zoroastro. Evidentemente, quem estava fazendo a entrevista não fez a pergunta. Quantos ministros o Cristo tem? Quantos ministérios? Quais são as pastas? Não fizeram. Então, vamos ter que nos contentar. A verdade é que, olha a resposta do Emmanuel, esse é o terceiro parágrafo, assim sendo, os grandes instrutores da humanidade, nos planos superiores, consideram que não tem ninguém fazendo afinação aqui.

Eles consideram porque a percepção deles também não é divina. É a percepção deles, é o grau de percepção deles. Eles consideram pelos que eles podem. Evidentemente, que o Espírito desse pode observar mais que nós. Um pouquinho mais, não é? É porque eles não reencarnam, fica lá muito tempo. Não é? Encarna só quando quer. Brincadeira, vamos lá. Eles consideram que desses 260 mil anos de atividade, ok, ele não quis fazer referência aos períodos do repouso. 60 a 64 mil anos são empregados na reorganização dos pródromos da vida organizada.

Logo em seguida surge o desenvolvimento das grandes raças que, como grandes quadros, enfeixam assuntos e serviços que dizem respeito à evolução do Espírito domiciliado na Terra. Estamos falando só da Terra. Como é que é? Vamos lá. Depois de várias noites sem dormir, o que eu percebi que o Emmanuel está fazendo? Ele está pegando o último ano. O que? Vamos lá, gente. Vamos pegar o Paleolítico. Uma era. Só o Paleolítico. O Paleolítico, aproximadamente, começou em 2,5 milhões de anos antes de Cristo e ele se encerrou, aproximadamente, 10 mil anos antes de Cristo.

Então, eu tenho o Paleolítico inferior, que vai de 2,5 milhões de anos a 200 mil anos antes de Cristo. De 200 mil anos a 30 mil anos antes de Cristo, eu tenho o Paleolítico médio. Vamos gravar. Isto aqui nos interessa. Muito nos interessa. Paleolítico médio, 200 mil anos antes de Cristo a 30 mil anos antes de Cristo. E, depois, o Paleolítico superior, que vai de 30 mil anos antes de Cristo a 10 mil anos antes de Cristo. Aproximadamente. Ok? Eu não estou nem referindo a outras eras. Então, dá para perceber que só dentro do Paleolítico, nós tivemos vários ciclos de 520 mil anos.

Tranquilo? Então, se eu considero que 520 mil anos é um dia sideral, o Paleolítico teve vários dias siderais para nos facilitar. O Emmanuel falou assim, eu vou pegar o último dia, que é o que a gente está nele. Ou seja, é o poder do agora. Vamos concentrar no dia de hoje? No dia de hoje. Nosso pequeno dia de 520 mil anos. Tranquilo até aqui? Tranquilo? Tranquilo? A pergunta é quando começou esse dia? Nossa Senhora! Mas, vamos lá, vamos com calma. Até aqui tudo bem? Então, Emmanuel está assim, gente, vamos concentrar no dia de hoje, o dia de hoje, o dia sideral.

Eu vou dividir ao meio, não vou nem pegar a noite, não, que é o outono-inverno, vou pegar a parte primavera-verão, a parte clara, as doze horas de luz, 260 mil anos. Tranquilo até aqui? Podemos ir? Qual que é a dica? A dica dele é que ele faz referência a raças, as grandes raças, como quadros que enfeixam assuntos e serviços. Evidentemente, quando Emmanuel respondeu isso aqui em 1954, o termo correto era raça. Hoje, não se utiliza mais. Hoje, nós chamamos de etnia. Eu procuro adotar o seguinte critério, observar mais a ideia e menos a palavra, porque a palavra é uma etiqueta.

Vamos captar a ideia. O que ele está dizendo? De ciclos civilizatórios. Da humanidade. Então, aqui eu já consigo me movimentar. Por que eu consigo me movimentar? Porque basta eu pensar o seguinte, qual que é o primeiro primato, o primeiro homem? Aquilo que nós podemos considerar o homem. Aí, eu já começo a dar um parâmetro. Tranquilo? Porque não pode ter raças ou etnias ou quadros civilizatórios se eu não tenho um homem formado. Está aqui todo mundo me acompanhando? Então, eu pego esses 260 mil anos e encaixo. Qual é o surgimento do primeiro homem?

Aí, você já começa a encaixar meu dia. Encaixar meu dia. Assim, aí ele fala, você tem 60, 64 mil anos que foi uma reorganização. Que é a primavera, não é? Depois do inverno. O que acontece depois do inverno? Você tem aquele degelozinho, o gelo começa a escorrer, aí começam a vir os primeiros brotinhos. Isso, simbolicamente falando, demorou 64 mil anos. Depois desse período, logo em seguida, surge o desenvolvimento das grandes raças. Assim, depois desses 60, 64 mil anos de reorganização da nossa casa planetária, temos sempre grandes transformações de 28 em 28 mil anos.

Opa! Gostei! Aqui está bom. 28 em 28 mil anos. Então, vocês estão vendo que isso aqui é boneca russa. Você pega uma grande, abre, tem outra lá dentro. Você tira, tem outra dentro. Você tira, tem outra dentro. Ok? Vamos ficar simples aqui. Transformações civilizatórias de 28 em 28 mil anos. Aqui eu fiquei feliz. Eu fiquei feliz por quê? Eu conheço alguma coisa disso? Muito pouco. Mas, eu conheço do ciclo lunar, aproximadamente 28 dias. Então, aplicando o princípio, eu conheço o movimento da lua. Tem uma fase de lua nova a lua cheia, depois de lua cheia, lua nova.

Então, eu tenho 7 mil anos, 7 mil anos, 7 mil anos, 7 mil anos eu conheço. 7 mil anos eu conheço. Porque 7 mil anos é bíblico. Então, 7 mais 7 é 14, mais 7 mais 7 é 28. 28 mil anos. Aí, depois mais 28. Então, começou a picar. Tranquilo aí? Vamos lá. Aí, ele fala assim, depois do período de 64 mil anos, que foi gasto nos pródromos, tivemos duas raças na Terra, cujos traços se perderam por causa de seu primitivismo. Opa! Ficou bom aqui? Nossa! Ficou muito bom. Ficou bom demais. Porque ele está recuando lá para o homem, para o início do hominídeo.

Então, 28 mil, primeira raça primitiva, 28 mil, segunda raça primitiva. Logo em seguida, podemos considerar a grande raça lemuriana como portadora de uma inteligência algo mais avançada, algo mais avançada do que os primitivos. Então, não vamos animar muito. Detentora de valores mais altos nos domínios do Espírito. Após a raça lemuriana, em seguida aos 28 mil anos de trabalho lemuriano, propriamente considerado, chegamos ao grande período da raça Atlântida. Em outros 28 mil anos de grandes trabalhos, no qual a inteligência do mundo se elevou de maneira considerável.

Aqui ficou bom. Aqui ficou bom. 28 mil anos Atlântida, 28 mil anos Lemúria, 28 mil anos a segunda raça primitiva, 28 mil anos a primeira raça primitiva. Eu estou começando a fazer um quadro. Correto? Ok. Achamo-nos agora nos últimos períodos da raça ariana. Fantástico. Agora, não vamos nos enganar com os últimos períodos. O que ele está falando? Últimos períodos significa ciclo descendente, porque são 28 mil anos. Na verdade, está caminhando para a metade. Então, muita atenção agora. 28 mil anos da raça primitiva, 28 mil anos da segunda, 28 mil anos de Lemúria, 28 mil anos de Atlântida, 28 mil anos da raça ariana, que é o que?

Capellino. Foi quando chegaram, aí é o caminho da luz. Não vamos repetir, tem o DVD, tem o livro, e tem muito estudo para ser feito sobre isso. Mas, evidentemente, que, ao descrever a queda de Adão, embora o símbolo seja polissêmico, todo símbolo bíblico é polissêmico, porque a Torá tem 70 faces. Tem várias interpretações. Mas, uma das interpretações, que é olhar coletivamente, coletivamente, a raça adâmica se refere ao fenômeno do degredo dos capellinos na Terra. Porque eles chegaram aqui, agora nós já estamos sabendo, pegaram o finalzinho de Atlântida, deram um impulso, fixaram caracteres raciais e iniciou-se a raça ariana.

Correto? E, aí, nós temos um enredo da história bíblica, o enredo da história bíblica. Toda a história bíblica está nesse enredo, nesse cachotinho, 28.000 anos. Só que ela mesma, a história bíblica, são 7.000 anos. Tranquilo? Ok. Eu vou parar por aqui para dar um quadro. Evidentemente, que não dá para demonstrar como é que eu cheguei nisso aqui, porque demandaria horas e horas e horas e horas. Então, eu vou pedir, eu vou apresentar o resultado para avaliação, para a crítica, para análise de todos. E, aí, pensa se chegar a alguma conclusão diferente, se conseguir fechar isso, diferente.

Claro. O que? Da vinda? Da vinda? A parábola lá, eu tinha bem lembrado, porque ela encerra os princípios. Então, com aqueles princípios ali, a gente consegue ver quais são os critérios da evolução. Agora, é evidente que o princípio da parábola você pode aplicar a esse quadro maior ou a um quadro menor. Por exemplo, eu posso pegar esse período aí do povo hebreu, o cristianismo e o espiritismo e colocar a parábola, porque é um princípio. Então, qualquer pedaço, entende o que eu estou querendo dizer? Se você olhar um quadro maior ou um quadro menor, a lei é a mesma.

Ela vai se aplicar exatamente da mesma maneira. É bonito isso, não é? Mas, vamos lá. Então, ele pergunta aqui do afundamento de Atlântida, a gente sabe, mais ou menos, 10 a 12 mil anos antes da Grécia de Sócrates. Então, não dá. O próprio Emmanuel dá. Ele dá umas dicas. Aí, conta. Continha, continha, vamos lá. Foi onde eu fiz o desenho de um ciclo em que eu tinha um período que eu coloquei em cima aqui, o período de repouso e, depois, um período ascendente, limitando a lua. Então, onde está a negrinha aqui é a lua nova, onde está a branquinha aqui é a lua cheia.

Então, um crescendo, primavera, verão, depois, outono, inverno. Então, do outono ao inverno, esse outono ao inverno, 260 mil anos, eu desconsiderei. Estou interessado aqui no período da atividade. Vamos lá. Se, para ter a primeira raça primitiva, eu preciso de um homem formado, então, já, pumba! Primavera, 201 mil anos antes de Cristo. 201 mil antes de Cristo até 59 mil depois de Cristo. Aí, a matéria planetária vai entrar num repouso. Que repouso? Não sei. Sei que nós temos um quadro. Então, nesse dia sideral, temos uma noite que foi do repouso, período do repouso, 462 mil a.C.

até 201 mil a.C. Aí, é bonito que eu posso ir recuando essas datas. Aí, gente, é um estudo bonito, mas precisa de pessoas da área que tenham geofísica, geografia, para poder analisar, porque você começa a pôr era do gelo, pegar paleolítico, pegar as eras todas, e ir vendo esses dias. Evidentemente, se você fizer esse estudo, você começa a identificar padrões, padrões de comportamento. Porque, se eu analisar os dias anteriores, eu sou capaz de entender o dia de hoje, porque os princípios são os mesmos. Mas, é claro que isso aqui é um estudo que, meu Deus do céu, demandaria muitas pessoas para fazerem, com muitas especialidades, muita informação, mas é um estudo maravilhoso.

É quase que uma matéria universitária. Quem sabe uma faculdade espírita para se estudar a evolução espiritual? Não é? A gente precisaria de um astrônomo, de um astrofísico, de um físico, de um biólogo, de um químico, de uma equipe multidisciplinar para poder analisar isso. Mas, vamos baixar a bolinha. Aqui é só um estudo do Gênesis. 462.000 anos a.C. até 201.000 anos a.C. foi o repouso. 201.000 anos a.C. até 59.000 anos a.C. é o período de atividade. É a proposta evolutiva. O que será o homem da Terra no ano 59.000 a.C.?

Não faço nem ideia. Não faço nem ideia. Mas, encerra o ciclo. Então, podem se preparar para esta data. 59.000 anos a.C. Marque na agenda. Bom, qual é a importância disso? É, não me impressionar com o que eu enxergo. É o que eu fico tentando pensar. Porque, se o controle da providência divina se dá em quadros tão amplos, a gente precisa confiar mais. A coisa está em ordem. Está planejada até demais, não é mesmo? Está até muito planejada. A agenda de Deus é uma coisa grande. São números grandes, quadros inódios. Aí, quando a gente olha a nossa época, nos dá o senso da grandeza, da previdência divina.

Entendem? Porque, quando o primeiro homem, biologicamente, surgiu dando condições para que Espíritos pudessem iniciar um processo civilizatório, um ciclo reencarnatório civilizatório, esse quadro já estava todo desenhado. Isto aqui está todo desenhado. A Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos. Tem 4,5 bilhões de anos que Jesus dirige a Terra. E, 520 mil anos para Ele é um dia. Eu morro de medo de pedir alguma coisa para Ele. Ele fala assim, espera um dia. Já não estou querendo. Espera, me dá um dia. Eu falo, mestre, pelo amor de Deus, sem brincadeira, nada de dia sideral.

Eu quero um dia de 24 horas. Ele fala, espera um dia. É o parâmetro do Cristo. É o parâmetro do Cristo. Onde fica aí? Vamos esperar. O que é bonito nisto aqui? A gente consegue um quadro muito curioso. A primeira raça primitiva, pelos cálculos que eu fiz aqui, aproximativos, foi de 137 mil anos antes de Cristo a 109 mil anos. Depois, pegar a questão do cromagno, do nome de Neandertal e colocar dentro disso aqui. A segunda raça primitiva foi de 109 mil antes de Cristo a 81 mil antes de Cristo. Lemúria, de 81 mil antes de Cristo até 53 mil antes de Cristo.

Olha que interessante. Agora, aqui fica bom. Atlântida, 53 mil antes de Cristo a 25 mil antes de Cristo. 53 mil a 25 mil antes de Cristo. Aqui, quando eu consegui chegar aqui, eu fiquei feliz, porque as coisas precisam encaixar. É um quebra-cabeça. E, aqui, eu tive um encaixe muito bonito. Se a gente olhar o que o Emmanuel fala da chegada dos capelinos, se você prestar atenção em algumas pistas, dá para perceber que os capelinos chegaram aqui aproximadamente entre 30 mil a 25 mil anos antes de Cristo. Então, fica a dica.

Quem quiser, volta, estuda, lê lá e dá uma olhadinha nisso. Analisa lá fixação de caracteres raciais, aparecimento da cor branca, olha um tanto de coisa lá, dá uma olhadinha nisso. Ou seja, os capelinos chegaram no declínio da civilização de Atlântida e início de uma nova era. Que nova era? A era Ariana. Aqui é nome, tá, gente? É o nome que a gente dá, né? Então, é o nome que Jesus põe, porque o nome que ele põe é outro. Esse é o nome que nós pusemos. Pode chamar de Ariana. É até injusto, porque a gente sabe que vieram quatro grandes vertentes de capela.

Os hindus, os egípcios, os hebreus e os arianos. O fato é que não é à toa que Emmanuel chama esse período de período de período ariano, porque os arianos são os grandes, os positivistas, os materialistas e foi essa vertente capelina que dominou o planeta. Então, hoje nós temos um planeta positivista, materialista, etc. Que reflete as características psicológicas da vertente ariana. Porque se fosse a vertente hebraica que tivesse dominado o mundo, o mundo seria outro. Não estou dizendo que melhor nem pior, mas seria outro.

Se fossem os hindus, o mundo seria outro. Não sei se melhor ou pior, mas seria outro. Se fossem os egípcios, o mundo seria outro. Mas, o fato é que foram os arianos. Vinte e cinco mil anos antes de Cristo apasmem três mil anos depois de Cristo. É por isso que o Emmanuel fala vamos ler aqui achamos-nos agora nos últimos períodos da raça ariana viu como é que o meu quebra-cabeça fechou bonitinho Por que ele fechou bonitinho? Por que ele fechou bonitinho? Porque eu não tenho que ter sete mais sete mais sete para dar vinte e oito.

Não tenho. Sete mil anos, sete mil anos, sete mil anos, sete mil anos. Eu não tenho. Não tenho. Eu conheço sete mil anos? Conheço. Kardec pergunta Em que período viveu Adão? Mais ou menos na época que ele assina Lais. Que é só você somar a idade dos patriarcas, não é? Porque Adão ali não é uma pessoa, é uma era. Quatro mil anos. Mais dois mil anos do Cristo, mais mil anos do Apocalipse, quantos? Sete mil anos. De Gênesis a Apocalipse. Sete mil anos. Então, aqui foi muito fantástico, por quê? Três mil anos depois de Cristo.

Se eu voltar sete, eu tenho Adão. Sete mil anos. Aí, eu volto mais sete, mais sete, mais sete. Olha o período ariano. Qual é o período ariano? De vinte e cinco mil anos antes de Cristo a três mil anos depois de Cristo. Para completar os vinte e oito. Então, de vinte e cinco mil anos antes de Cristo a três mil anos depois de Cristo, sendo que a última semana, os últimos sete mil anos é a Bíblia. Então, esse encaixe aqui foi muito bom, não é? Mas, e depois dos três mil anos? Depois dos três mil anos, nós teremos de três mil anos depois de Cristo a trinta e um mil depois de Cristo uma nova civilização cujo nome é?

Não sei. Essa resposta é importante. Aliás, se você não entendeu nada, só entendeu isso, não sei, usa porque é muito útil para a vida. Depois, nós temos uma outra ainda, um outro ciclo civilizatório que vai de trinta e um mil depois de Cristo a cinquenta e nove mil depois de Cristo. Aí, entra no outono e inverno. Considerando que a gente está na parte crescente. Nós estamos na parte crescente. É, crescente. É porque o crescente é assim, não é? Ok? Então, quem estava já fazendo o cálculo aí, apocalipse mal, milênio, arrebatamento, pode ficar mais tranquilo, porque ainda vai ter mais dois ciclos civilizatórios.

Aí, alguém vai perguntar, que é importante frisar, e a Bíblia, então, perde sentido? Ora, mas como que as lições morais da Bíblia vão perder sentido se as palavras são de vida eterna? Jesus não disse? As minhas palavras são palavras de vida eterna. Então, não pode perder. Porque a verdade não envelhece. Ela é eterna. Ela não se desgasta. Não é? Ou, se vocês quiserem uma mais infame, o que seriam das velhas piadas, se não fossem os recém-nascidos? Não é? Está sempre alguém evoluindo, acessando, renovando, não é mesmo?

Então, a verdade é a verdade. Ela é eterna, como o próprio Deus. Mas, e a história bíblica? A história? A história? Novos profetas. Ela vai se renovar. A história vai se desenvolver. Não é? Porque a revelação é progressiva, não é progressiva? É progressiva. Mas, ela é progressiva e concatenada. Ela é progressiva e concatenada. Então, nós temos que aprender o grande princípio das revelações, que é o princípio da continuidade. A maneira fácil de você pegar um falso profeta, ele fere o princípio da continuidade. Porque ele vem e diz assim, o que eu vos digo é tudo novo, joga tudo fora.

Pode saber que é falso profeta. Se eu ter que jogar tudo fora, estou negando a inteligência de Deus. Não é? É como se alguém chegasse e falasse assim, agora eu tenho um pé de jabuticaba, joga a semente fora. Não existe. E o princípio de continuidade? Não é? Então, tudo o que virá, virá na base do que já foi dado. Ok? Válido? Bom, então, todo esse quadro amplo, e a gente acredita que o que o Emmanuel fez? Então, vocês chegaram para ele com uma pergunta. Ah, eu ouvi uma obra mediúnica do fulano, do espírito tal, que diz que vai ter uma verticalização do eixo da Terra, vai cair, o mar vai invadir, vai morrer todo mundo, vai morrer metade, vai ser uma catástrofe, vai vir um planeta, vai entrar no sistema solar, chupar os espíritos que estão, não sei, elevados, degredados.

O negócio era um negócio assim, horror, né? O Emmanuel nem toca na questão. Ele não fala da obra. Ele dá esses dados. Não é? Como se ele quisesse nos dizer, nos dizer, vamos colocar as coisas num quadro maior de análise? Que tal pensarmos que há grandes ciclos? E, aqui, eu estou pegando um ciclo, gente, que não é nada. Não é nada. Os hindus falam de ciclos que são ciclos de milhões de anos e que são úteis, porque não dá para eu avaliar a evolução da Terra com ciclos de milhares de anos. Não dá. A Terra tem 4,5 bilhões.

Então, se eu conseguisse um ciclo de milhões de anos, eu poderia olhar a história da Terra com mais precisão, né? Porque ela tem bilhões de anos. Correto? Se eu quiser analisar a vida de uma galáxia, eu preciso de ciclos em bilhões de anos. Ciclos? Então, o que o Emmanuel quis dizer é gente, calma, gente, vamos ficar calmos, vamos ficar calmos, vamos colocar num quadro maior da providência e da previdência divina. Nós estamos em um dia. Nesse dia que nós estamos, tem 520 mil anos, nós estamos aqui nele. Bonito, né?

Está no finalzinho. Gente, vamos ficar animados. Olha, o dia vai terminar em 59 mil depois de Cristo. Está quase terminando. Está quase. 2015 para 59 mil. Está quase terminando o dia. Está quase. Por isso que os Espíritos falam assim, são chegados os tempos. Está pertinho. Então, vamos com calma. É isso que ele quis dizer. Apresentou esse quadro e a gente decifra o quadro. Agora, o que é importante aqui? O que é importante nisso? O importante nisso é que todo ciclo civilizatório, segundo Emmanuel, enfeixa assuntos e serviços.

Então, quais assuntos estiveram em voga no ciclo civilizatório ariano? 25 mil anos antes de Cristo a 3 mil anos depois de Cristo? Nós podemos elucubrar aqui algumas coisas. Basicamente, lidar com a matéria bruta. Vocês concordam? Então, descobriu-se o fogo, o aço, o ouro, o comércio, o urbanismo. Não é? Estamos agora com o iPhone, Apple Watch. Está melhorando a internet. Está melhorando. Mas, é uma proposta que a gente vê muito acanhada. Quais serão os assuntos e serviços do próximo ciclo civilizatório? 3 mil anos depois de Cristo a 31 mil depois de Cristo?

Serão auspiciosos. Acreditamos nós que o homem liberado mais liberado, mais liberto das questões materiais poderá fazer um mergulho mais intenso nas questões espirituais. Não é? Recém-libertado. Recém-libertado. Recém-libertado. E, depois, o último ciclo civilizatório antes deste dia terminar. De 31 mil a 59 mil. Não fácil nem ideia. Uma coisa, e isso é que é bonito, tem espírito que já passou por isso. Você fala assim, nossa, caramba, estou encarnado aqui, meu Deus do céu. O que eu vou fazer no ano de 58 mil depois de Cristo?

Aí, chega um espírito e fala, não, já passei por isso. Isso aí que você está fazendo, eu já passei. Já passei. Não, mas ele não vai estar aqui. Aí, ele vai falar assim, estou te instruindo, estou te guiando. Estou te guiando, porque os grandes instrutores da humanidade só são grandes instrutores da humanidade e atuam com o Cristo porque já passaram por isso. A prece precisa, a prece prece é um quadro muito bonito porque ele é matemático, ele é cíclico, ele está tudo certo, está tudo no lugar, mas o problema que não tem fim, ou promessa difícil de cumprir, está encarnado, não é fácil.

Porque nosso ciclo, o ciclo da vida biológica, você viver setenta, sessenta, setenta, oitenta anos, é tão pouco, é tanta limitação de percepção que a gente olha para isso aqui, é difícil. Eu gostaria de falar, não dá para viver isso aí nem pela nossa vida, né, Pedro? Não, não tem jeito. É o que o Arrago fala. Eu falo muito isso, que quando falam de nossos 4,5 bilhões de anos, o ciclo do Cristo, já estávamos com o planeta, aí ficou uma preguiça danada. Aí, eu falo assim, eu fico pensando que é importante a gente lembrar que uma vez fora da carne, fora das circunstâncias da terra, se libertando da matéria, aí eu me lembro daquela podcast que a gente gravou com o físico lá, Potassir, Potassir, e ele falando que o homem, se ele não se desmaterializar, se ele não se libertar da matéria, essas viagens que a gente ficava vendo nos filmes, não vai rolar não, né?

Então, eu me liguei com ele. Acho que eu tenho agora um motivo espiritual para eu deixar de ser batistão. Para eu evoluir, né? Sim, motivo para eu evoluir, porque senão eu não vou conseguir fazer viagens interestelar, na Terra, em uma cidade da luz, né? Essa coisa toda. Mas, eu estava me lembrando assim, que talvez a gente vá se libertar, inclusive, da questão temporal, né? Ah, eu não vou nem tocar nesse assunto, né? Se libertar da questão temporal. Eu não vou nem tocar nesse assunto. Eu acho que existe uma barreira.

Porque, depois do Einstein, o tempo deixou de ser uma abstração e passou a ser algo concreto que está emaranhado com o espaço. Isso é muito bonito, né? Então, toda vez que a matéria se organiza e que ela gera espaço, ela gera tempo. E, tempo, tempo, tempo é matéria. O Einstein falava um contínuo espaço-tempo. Não tem diferença. Porque, o que ele percebeu? Quando você está em velocidade da luz, o espaço encolhe a chata e o tempo também. O tempo achata e alada para que a equação fique igual. E, aí, o negócio virou sério porque tempo, a gente percebe.

E, o André Luiz fala isso no Evolução em Dois Mundos. A matéria se estrutura gerando espaço, tempo em um reloginho, um metrônomo para cada corpo celeste. Então, a gente vê uma realidade, por exemplo, do sistema solar, uma realidade da nossa galáxia, é outra de outra galáxia. Se eu chegar em um buraco negro, muda toda a estrutura de tempo e espaço. Mas, aí, são coisas que já começam. É como se você pedir para um bebê recém-nascido resolver uma equação de logaritmo. O bebê, ele não tem raciocínio abstrato, logaritmo para ele não dá.

Então, a gente precisa, falta-nos ainda sentido para que aí perde todo o sentido. Tudo que para a gente é segurança, são parâmetros, começam a sair. Vamos com calma. É a sensação do tempo. Chega ali, tem muito a ver com essa questão do meio de transporte. Se você pensasse, na época de Paulo, vou fazer aqui, vou viajar, o tempo era um negócio. O tempo era outra coisa. Hoje, você fala em vencer longas distâncias, isso é um trauma. Então, o tempo hoje… Então, 4,5 bilhões de anos de diferença, talvez no futuro, eles vão ser o seu pensamento.

Hoje, a gente sente como lento e, de fato, é um avião a 800 km por hora. Eu acho lento. Fico pedindo a Deus mesmo para ter um motor de pelo menos 8 mil km por hora. Uma velocidade baixa. Aí, você começa a perceber que…

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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