#025 – Estudo do Velho Testamento – Livro Gênesis

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Neste 25º episódio do estudo do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda-se no Livro de Gênesis, explorando a fascinante temática dos ciclos na natureza e na vida, à luz da Doutrina Espírita.

O que é estudado neste episódio

  • A Lei dos Ciclos Divinos: Haroldo Dutra Dias introduz o conceito de que todo ciclo possui uma fase crescente e uma fase decrescente, exemplificando com as estações do ano (primavera, verão, outono, inverno) e as fases da Lua (cheia e nova).
  • Ciclos na Vida Humana: É abordado o ciclo da encarnação, dividindo-o em infância, mocidade (crescente) e maturidade, velhice (decrescente). É mencionado o ciclo de 84 anos, associado a Urano, como um arquétipo da vida humana, com hemiciclos de 42 anos.
  • Ciclos de Sete Anos: O estudo destaca a importância do número sete em diversos ciclos, como os 7 anos para a completa autonomia sanguínea do perispírito no corpo físico, conforme André Luiz em “Missionários da Luz”. Também são citados os ciclos lunares (quatro de sete dias, totalizando 28 dias) e a influência do número sete no calendário judaico, como na Páscoa e no Pentecostes.
  • Ciclos Planetários e Cósmicos: Haroldo explora os ciclos de planetas visíveis a olho nu na antiguidade (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno), mencionando o ciclo de 28 anos de Saturno. Ele também discute um ciclo maior, de 520 mil anos, mencionado por Chico Xavier, com períodos de repouso e florescimento, e sua relação com as civilizações planetárias (Lemúria, Atlântida), cada uma durando 28 mil anos.
  • A Percepção do Tempo: É feita uma reflexão sobre a relatividade do tempo e a forma como medimos os ciclos, destacando que a medição terrestre é uma aproximação e que a experiência do tempo pode ser diferente fora da Terra, como em viagens aéreas que alteram a percepção de dias e fusos horários.
  • Respeito aos Ciclos Naturais: O estudo conclui com a importância de respeitar os ciclos naturais, tanto da natureza quanto do próprio organismo, alertando para os prejuízos psíquicos e o estresse causados pela tentativa de burlar ou ignorar esses ritmos divinos.

Reflexões

  • A lei dos ciclos é um princípio divino fundamental, manifestando-se em todas as esferas da existência, desde o macrocosmo até o microcosmo da vida individual.
  • O entendimento e o respeito pelos ciclos naturais são essenciais para a saúde física, mental e espiritual, evitando desequilíbrios e promovendo uma vida mais harmoniosa.
  • A Doutrina Espírita, ao integrar conhecimentos científicos e espirituais, oferece uma compreensão mais profunda da complexidade e da interconexão dos fenômenos cósmicos e da vida.

Ler transcrição do episódio

Bom, a gente chegou a comentar, vou deixar para a reunião seguinte, trazer mais umas coisas fortes de ciclo, né, mas eu acho importante, eu trouxe aqui um graficozinho, que na próxima eu vou falar melhor, só para a gente reforçar um elemento aqui. É o que? Vamos, vamos. Pode. Bom, então vamos lá. Eu só queria destacar algo aqui, nesse negócio do ciclo, a gente vai fazer aqui para o nosso raciocínio, para a gente entender ciclo, uma linha horizontal cortando como se fosse uma maçã. Então, uma linha horizontal, uma banda em cima, uma banda embaixo, não é?

Para mostrar que todo ciclo, ele tem uma metade crescente e uma metade decrescente. Então, vamos imaginar, primavera, verão, outono, inverno. Primavera, verão, outono, inverno. Isso é um princípio da lei divina. No caso, um princípio dos ciclos evolutivos. Como é que a gente entende isso? Olhando para a Lua. Então, a Lua reflete isso para a gente. Lua cheia, Lua nova. Lua cheia, Lua nova. Então, uma parte crescente e uma parte decrescente. Então, vai da Lua nova até a Lua cheia, da Lua cheia até a Lua nova. Todo ciclo é assim.

Vamos checar algumas coisas? Então, vamos imaginar uma encarnação regular, não é? A criatura encarnou, passou pela infância, mocidade, maturidade e velhice. Então, você tem infância, mocidade, o hemiciclo crescente, maturidade, velhice, o hemiciclo decrescente. É mais ou menos assim. Dizem as tradições, porque aí você pega ciclos, que só os ciclos já falamos isso aqui. Não tem nada de místico nisso. O relógio do universo são os corpos celestes. Inclusive, o relógio que nós estamos usando aqui é, na verdade, uma adaptação que mede ciclo celeste, movimento dos astros.

Então, é o sistema solar e isso é que mede. Então, nós temos um ciclo importantíssimo, que é o ciclo de 84 anos, que é um ciclo de urano, que é quase que um arquétipo da vida humana. Então, nós teremos um hemiciclo crescente, 42, e depois um decrescente, 42. Dá um padrão. Ah, mas fulano morreu antes. É, acontece. Por isso que é um padrão, né? É um padrão. Tem uns que fogem. Ah, meu tio viveu 90. Viveu. É, acontece também, né? Mas, o padrão, mais ou menos, dá esse ciclo, porque ele é interessante, porque você pode dividi-lo em 7 períodos de 12 ou em 12 de 7.

Não é isso? 84. 12 períodos de 7. E, aí, fica interessante. Porque o André Luiz, no livro Missionários da Luz, quando está acompanhando a encarnação dos Sejos Mundo, ele fica encabulado, porque ele fala assim, olha, agora começou, está concebido e tal, agora vamos ter que aguardar até completar a encarnação aos sete anos. Por que sete? Porque só aos sete anos, você sabe, o perispírito se liga ao corpo físico através do sangue, do sangue. E, o sangue é o grande elemento que faz circular a energia vital no nosso corpo.

E, ele só tem uma autonomia sanguínea, que é o sete anos. Ele está totalmente desvinculado da mãe. Ele criou todo um elemento, e, agora, ele está autonômico, completou. É o primeiro ciclo de sete, tem mais onze, até dar doze. Então, é uma forma, também, da gente entender isso. Você pega o ciclo da Lua, são quatro de sete, mais ou menos 28, não é? Mais ou menos. Mais ou menos, só para a gente ter uma ideia. Sete, sete, sete, sete. E, todo o calendário judaico vai trabalhar com isso. Então, a Páscoa é no décimo quarto dia do primeiro mês, não é?

A próxima festa, que é a festa de Pentecostes, são quarenta, aí você pega sete semanas depois da Páscoa, sete sábados, ou quarenta e nove dias. Por isso, da cinquenta, você comemora, da cinquenta Pentecostes, em grego, a festa dos cinquenta dias. Então, a gente vai ver que tudo isto está presente, natural, isto é um fenômeno natural, é da natureza. E, os antigos costumavam olhar para o céu e fazer um detalhamento dos astros, visíveis ao olho nu, identificáveis ao olho nu, como sete planetas. Era o Sol, a Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno.

E, o sétimo, Saturno, qual é o ciclo dele? Sete, sete. É interessante, porque ele é um ciclo de vinte e oito anos. Se o da Lua é de vinte e oito dias, Saturno é de vinte e oito anos. É incrível, é uma simetria, parece um relodinho mesmo. É claro que isto aqui são cálculos aproximados, porque todo ciclo eu estou medindo por outro. Então, se eu falo assim, tal ciclo dura tantos anos, na verdade, eu estou medindo o ciclo de Saturno pelo ciclo da Terra em torno do Sol. Então, não vai dar exato nunca. Você tem que medir o ciclo mesmo.

Então, eu teria que subir em Saturno e ficar olhando ele dar uma volta em torno do Sol. Aí, eu ia ver o ciclo completo, que é o que fazem os Espíritos crísticos do Sol. Não é? Eles olham todo ciclo, e o ciclo completo, eles não ficam medindo quantos dias, quantos anos. Isto aí é para a gente que está aqui na Terra. Não é? Até porque tem uma coisa curiosa, por exemplo, quando você viaja para o Japão, dependendo do fuso horário, o tempo que você passou no avião não conta. Porque dependendo do percurso que você faz, do dia, o fuso horário tem uma diferença.

Então, quando você está voltando, por exemplo, de lá, como lá está na frente, você vai chegar aqui quase no horário que você saiu de lá. Onde que eu passei as duas horas da tarde do dia tal? Aí, para dar impressão, eu não passei em lugar nenhum. Porque eu saí no dia 28, às 12 horas. Estou chegando aqui no dia 28 às 12 horas. Onde que eu estava? Você estava no Sistema Solar. Você saiu da Terra. Você viveu o tempo fora da condicionante dia. Porque a condicionante dia é o giro da Terra em torno do próprio eixo. Se você está fora da Terra, não tem dia, nem noite.

Então, você acaba de ter uma experiência de experimentar o tempo fora da Terra. Então, não vamos ficar aqui medindo. Ah, na verdade, não são 28 anos. São 27 anos, não sei quantos meses, tantas horas, minutos e segundos. Isso aí é o típico sujeito que está na Terra medindo um ciclo. Então, sai da Terra. Isto aqui é tudo aproximado só para a gente ter uma ideia. Por isso que é simbólico. São ciclos. Mas, é interessante. O círculo do planeta, ciclo de sete anos, que é o mesmo da Lua. E, ele vai seguir o mesmo padrão. O que tem de interessante nisto aqui?

Nós vamos ver vários ciclos, várias equações. Mas, nós vamos ver um ciclo que eu não sei o que é. E, aqui, eu estou tentando perdoar, mas ainda não consegui. A pessoa que entrevistou o Chico, o Chico respondeu e a pessoa não perguntou. O Chico fala na revista da Legião da Boa Vontade. Na próxima, nós vamos… Hã? Não, não foi. Foi alguém da revista mesmo. Eu estou quase conseguindo perdoar esta pessoa. Porque o Chico começa a falar para ela de um ciclo. Primeiro, ela vem com uma ideia toda mística de precessão dos equinócios, aquelas ideias de alguns Espíritos que falavam de um planeta, de um mochileiro que ia entrar na Terra para pegar os…

É uma coisa toda fantasiosa. Aí, o Chico foge disso e diz o Emmanuel e começa a falar de um ciclo de 520 mil anos. A cada 520 mil anos, este ciclo se repete. Acredite se quiser. E o que ele fala? Ele fala assim, que tem um período, que este ciclo é um ciclo da matéria planetária e que ele tem um período de repouso e um período de florescimento. Um período de repouso de 260 mil anos e um período de florescimento. O que ele está dizendo? Primavera, verão, outono e inverno. Porque é o princípio de todos os ciclos. E, Nós vamos pegar o último, nós estamos dentro deste ciclo, nós estamos na parte crescente dele, deste grande ciclo e ele tem a ver com as civilizações planetárias.

Então, grandes períodos de desenvolvimento de civilizações que, segundo o Chico, duram 28 mil anos. São como se fossem séries escolares. Então, nós tivemos Lemúria, 28 mil anos, Atlântida, 28 mil anos e estamos, agora, no ciclo. Então, eu fiz o esquema aqui, tem todas as datasinhas, tudo certinho deste ciclo. Mas, para mostrar que é o quê? É o mesmo princípio. Só consegui decifrar isto aqui, por quê? Porque eu apliquei a informação que o Chico trouxe, os princípios da lei divina dos ciclos. Todo ciclo tem uma fase crescente e uma fase minguante.

Se tem uma fase crescente e uma fase minguante, o quê que você pode fazer? Divide em quatro. Eu tenho aqui uma parte, uma lua cheia, uma lua nova. Você faz quase que as fases da lua, que foi o que eu fiz aqui. Com estas fases, você consegue delimitar todos os períodos. Consegue delimitar precisamente o quê que está acontecendo. Interessante isto, não é? Muito interessante. Então, este ciclo entrou na primavera, ele saiu do inverno, entrou na primavera, no ano 201.000 antes de Cristo e ele vai chegar ao seu fim no ano 59.000 depois de Cristo.

Este é o hemiciclo crescente. Que ciclo é este? Não sei. Ele se refere a um movimento seguramente. Movimento de quê? Eu imagino a pessoa, eu estou tentando perdoar, não é? Porque evidentemente, que na hora que o Chico tivesse dito isto, a primeira coisa que eu ia perguntar foi assim, Chico, gostaria de perguntar ao benfeitor Emmanuel, como sabemos que todo ciclo é decorrente de um movimento de um corpo celeste? Este ciclo de 520.000 anos decorre de qual movimento? Aí, ele ia falar, este ciclo decorre do movimento do sistema solar em torno do que eu imagino que seja isto.

Algum movimento do sistema solar com outros sistemas solares em torno de alguma constelação. Deve ser isto. Deve ser. Quem sabe? Só quem está lá em cima vendo. É evidentemente que um encarnado, espíritos como nós que estamos encarnando, não tem acesso a este tipo de ciclo. Que é exatamente o que o Arago fala no livro A Gênesis. Ele fala assim, existem ciclos tão longos que vocês não sabem nem que eles existem. Mas, eles existem. E, existem outros maiores ainda. Isto aqui é fichinha. Porque a Via Láctea, por exemplo, está girando em torno de algum centro.

Que ciclo é este da Via Láctea? Quanto tempo dura? Conseguiram, mas bem pequenininhos. Pequenininhos. É coisa de vinte mil anos, vinte e oito mil anos. Isto aí é fichinha. Mas, isto não se deveria… Não, aqui não é tema. Não, deste aqui, não. De outros, ajuda. De outros, ajuda. Mas, na Bíblia tem muita coisa. Tem muita coisa. O que interessa mesmo está lá. Nós vamos ver. Mas, é só para ter uma ideia de que isto aqui é natureza. Não tem nada de anormal nisto. Você planta lá o feijãozinho e ele vai ter uma sequência. É isto aqui.

Porque tudo tem uma gradação. Tudo é gradativo. E, há de nós, como na mensagem anterior que nós lemos, quando queremos burlar o espírito de sequência da natureza. Porque, aí, a gente atropela e que foge da… Então, hoje, só para a gente encerrar, estão propondo, algumas pessoas chegam a propor que a gente precisa se vincular mais à natureza e respeitar limites. Por exemplo, está no inverno, a gente costuma ter hábitos de verão e, aí, o corpo grita. Porque, no inverno, você fica um pouco mais sonolento, você quer acordar… E, precisa viver isto.

Precisa respeitar isto. E, isto precisa ser respeitado porque ele é um ciclo natural. Toda a natureza respeita isto. Só nós, humanos, nos achamos isentos e, aí, acaba causando uma série de prejuízos psíquicos, de estresse, de desgaste, o que a gente não respeita. Aquilo que você falou no ano passado, da luz heléa… Ela tira a gente do contato da natureza. Você acha que é fora da natureza. É incrível isto, não é? Os tóxicos, você já bota a luz, você já ilumina. Já que é logo… É incrível, não é? Mas, é uma questão mesmo de percepção, não é?

É lógico que, hoje, você precisa de alguns elementos. Claro, não, lógico. Vamos voltar. Você tem que perceber estas coisas. Tem que perceber. A gente vê, aí, como todo mundo ficou, estes últimos dias, todo mundo se sentindo cansado, todo mundo se sentindo um cansaço maior. E, a gente vê que fazem parte de ciclos, que a gente não faz ideia. O que é que está acontecendo? Arragô fala isto na mensagem. Você está mais atento, não é? Mais atento. Às vezes, a gente não respeita nem o ciclo do próprio organismo, não é? Então, você vai atingindo uma certa idade e quer viver no ritmo que você vivia quando tinha 20 anos de idade.

Não vai, porque você não está certo. Porque a natureza está te convidando a assumir outro ritmo, outro movimento, outro ritmo. Bom, mas, semana que vem, tem muita coisa boa. Nós vamos entrar. Era só para dar esta hashtag, fica a dica. São princípios da lei divina, princípios dos ciclos. Não tem nada de espetacular, no sentido de mirabulante, não é? É espetacular, porque é divino. E, tudo que é divino é tão simples, tão encadeado, que é espetacular.

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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