Neste episódio do estudo do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda-se no livro de Gênesis, especificamente no versículo “Haja luz e houve luz”, expandindo sua interpretação para além do sentido literal e físico, à luz da Doutrina Espírita.
O que é estudado neste episódio
- Gênesis 1:3 (“Haja luz e houve luz”): A interpretação deste versículo é expandida para além da luz física, abrangendo a luz espiritual e o processo de desenvolvimento do Espírito.
- Questão 88 de “O Livro dos Espíritos”: Aborda a forma, limitação e constância dos Espíritos. A analogia da “chama, clarão ou centelha etérea” é utilizada para descrever a forma do Espírito, e a questão da cor dessa centelha é explorada, relacionando-a ao grau de pureza do Espírito, do “colorido escuro e opaco” ao “rubi brilhante” do Espírito puro.
- Simbolismo do vinho e da vinha: A cor rubi, associada ao Espírito puro, é conectada ao simbolismo do vinho e da vinha, presentes na parábola de Jesus e na simbologia do trabalho do Criador, onde a evolução do Espírito é comparada à transformação da uva em vinho.
- Evolução do Espírito: A jornada do Espírito, criado “simples e ignorante”, é descrita como um processo de brilhar e trabalhar a própria luz, passando de um estado de “sem forma e vazio” (falta de estrutura e conteúdo) para uma crescente complexidade e irradiação.
- Questão 92 de “O Livro dos Espíritos”: Trata da ubiquidade dos Espíritos e sua capacidade de irradiação. O Espírito é um “centro que irradia para diversos lados”, e a força e complexidade dessa irradiação dependem do grau de pureza. A irradiação não transmite apenas presença, mas também conhecimento, amor, conforto e bem-estar.
- Capítulo 23 de “Entre a Terra e o Céu” (André Luiz/Chico Xavier): Este trecho é usado para ilustrar concretamente os conceitos abstratos de irradiação espiritual. A cena de Irmã Clara irradiando luz e cores em um ambiente de vampirismo espiritual demonstra como a pureza e o equilíbrio de um Espírito podem influenciar e pacificar o ambiente e os seres ao redor, transmitindo “música, linguagem, sabedoria e amor”.
Reflexões
- A luz mencionada em Gênesis pode ser interpretada como a luz interior do Espírito, que se desenvolve e brilha à medida que evolui, passando de um estado de simplicidade e ignorância para a pureza e a plenitude.
- A irradiação do Espírito, descrita como um “centro que irradia”, não é apenas uma manifestação de presença, mas um veículo de transmissão de conteúdo espiritual, como sabedoria, amor e conforto, cuja força e complexidade aumentam com a evolução.
- A sintonia espiritual perfeita, que permite a captação plena da “música e linguagem, sabedoria e amor” contidos nas irradiações de um Espírito elevado, só é possível entre aqueles que compartilham um mesmo nível evolutivo.
Ler transcrição do episódio
Então, boa noite para todos, nós estamos hoje começando uma etapa nova do Gênesis, mas antes a gente queria comemorar, com todos que estão nos assistindo, que hoje nós atingimos até agora 999 assinantes do canal Evangelho Espiritista, então a gente está pedindo que esse milésimo coração assine o mais rápido possível para a gente atingir essa meta de mil assinantes do canal e, se Deus quiser, dois mil, três mil, onde a gente possa ter sustentabilidade para levar adiante os projetos que a gente tanto tem vontade de realizar e que faltam recursos, que precisamos da ajuda de todos para angariar recursos e desenvolver esses projetos.
Então, queremos agradecer aos 999 que já assinaram e agradecer aos que vão assinar em poucos segundos. Mas, aqui, nós vamos fechar o versículo 3, passar para a frente, porque a gente precisa seguir o versículo 3, que é Haja luz e houve luz, para trazer, agora, uma coisa totalmente diferente do que a gente já falou aqui, algumas coisas para a gente refletir. Então, eu trouxe um texto rápido do Livro dos Espíritos e uma passagem linda do Livro Entre a Terra e o Céu e, depois, a gente vai comentar algumas coisas aqui.
Na questão 88 do Livro dos Espíritos, tem uma pergunta que é incrível. Os Espíritos têm forma determinada, limitada e constante? Se há uma forma determinada, eu consigo saber qual é a forma do Espírito? Um triângulo, um retângulo, um círculo, um quadrado, um paralelepípedo? Ela é limitada? É inteligente a pergunta do Kardec? Ou não tem limite? Ela é constante? Ou muda? À medida que você evolui, a forma do Espírito muda? A pergunta do Kardec é incrível. Os Espíritos respondem. Para vós, não. Para nós, sim. Os Espíritos estão dizendo que, para nós, o Espírito tem forma determinada, limitada e fixa.
O Espírito é, se quiseres, – porque, aqui, é uma analogia, uma chama, um clarão ou uma centelha etérea. Imagine um quarto escuro, você acende uma vela, aquela chama da vela é a forma do Espírito. Ele é uma centelha, analogia utilizada pelos Espíritos. Claro que é uma analogia, é muito mais complexo do que isso, mas dá uma ideia. O Kardec letra A da questão nº 88. Essa chama ou centelha tem cor? Incrível, não é? Os Espíritos respondem. Tem uma coloração que, para vós, vai para vós vai do colorido escuro e opaco colorido escuro.
Não falou monocromático? Eu achei isso muito interessante. Por mais inferior que seja o Espírito, ele é colorido. Ele emite várias cores, só que elas são escuras e opacas. Há uma cor brilhante qual é a do rubi, conforme o Espírito é mais ou menos puro. Se o topo é o rubi, a cor do Espírito puro é a do rubi, que lembra a cor do vinho. É curioso isso, porque quando Kardec terminou O Livro dos Espíritos, os Espíritos disseram para ele assim pede para fazer um desenho de um galho de uva. E, aí, ele colocou aquele galho de uva e falou esse é o símbolo do trabalho do Criador.
Vocês encarnam, evoluem como se fossem extrair o vinho. Então, o bago é o corpo, por isso as lutas, as vicissitudes, até que sai o vinho. Então, o vinho é o supremo trabalho do Criador. Por isso, não é à toa que Jesus conta a parábola da vinha, Senhor da vinha, vinha de luz, que é o livro que o Emmanuel dá o título, vinha de luz, as bodas de cana, que Jesus transforma a água em vinho, o vinho, cor rubi, é a cor do Espírito puro, é a cor original do Espírito, que expressa todo o seu potencial. É um colorido. Então, o que é interessante nisto aqui?
Ele diz assim, pra vós, porque o nosso olho está dizendo aqui o que o nosso olho capta. O nosso olho não é capaz de perceber o infravermelho e o ultravioleta. E, evidentemente, a visão de um Espírito puro não está limitada a este espectro. Ele vê muito mais. Então, tem mais sutilezas do que a gente imagina. Aí, alguém vai perguntar assim e Por que você está trazendo esta questão? Por que isto tem a ver com e disse Deus, haja luz e houve luz? Porque isto aqui é o seguinte, Deus cria o Espírito, simples e ignorante, e diz pra ele, haja luz.
Bilhões de anos depois, ele é um Espírito puro e houve luz. Na sua extrema potencialidade. Mas, a evolução é, no seu percurso, brilhar, trabalhar a nossa luz, fazer luz que vai de um colorido opaco e escuro até um radiante rubi. Faz sentido isto? Faz sentido? Faz? Não? Para mim, faz sentido, porque não tem como ficar eternamente no opaco. Ah, sim, claro, a evolução. É a evolução. Então, o aperfeiçoamento, ele acontece. Exatamente. Ele vai. Se você fica, você vai ficando, mas, ele vai continuar. Verdade. Bom, o que nós estamos querendo destacar com isto?
O versículo do Gênesis não está descrevendo apenas luz física, luz espiritual, mas, ele está falando, também, de uma luz interior, de um processo de desenvolvimento do Espírito. Nós já trouxemos isto aqui. No início, a Terra era sem forma e vazia. Sem forma, falta de estrutura, vazia, falta de conteúdo. O Espírito é simples e ignorante. Ignorante, no sentido de que ele não absorveu, ainda, experiências e conhecimentos e ele não tem complexidade estrutural. Correto? Portanto, que a evolução começa no mineral. A primeira experiência que ele faz é de uma bactéria.
Tem um princípio inteligente de simplicidade, de um ser unicelular. E, hoje, nós estamos, aqui, na condição humana, com bilhões de células ao nosso serviço. Então, a pergunta é quem é mais complexo, do ponto de vista de forma, de estrutura? Nós ou a bactéria? Nós. Então, a evolução vai de uma forma simples, com o mínimo de complexidade, para cada vez mais complexidade estrutural, em todos os níveis, inclusive de radiação. Vamos voltar, aqui, no livro dos Espíritos, que eu esqueci uma questão, que é que é a questão é a questão 92 do livro dos Espíritos.
Eu só queria trazer isso, senão, nós não vamos compreender aqui. Tem os Espíritos o dom da ubiquidade? Questão 92. Ubiquidade é o seguinte. O Espírito pode estar em dois lugares ao mesmo tempo, três, quatro, cinco. Por outras palavras, o Espírito pode dividir-se ou existir em muitos pontos ao mesmo tempo? Aí, os Espíritos respondem. Não, não pode haver divisão de um mesmo Espírito. Mas, cada um, cada Espírito, é um centro que irradia para diversos lados. Isso é que faz parecer estar um Espírito em muitos lugares ao mesmo tempo.
Vês o Sol? É um somente. No entanto, irradia em todos os sentidos e leva muito longe os seus raios. Contudo, não se divide. Kardec não perde tempo, faz uma letra A, é óbvio. A grande letra A. Todos os Espíritos irradiam com igual força porque, aqui, os Espíritos descreveram a lei divina. Todo Espírito é um centro que irradia. Isto é uma lei. Então, quando eu estou falando que a Terra era sem forma e vazia, sem forma no sentido de que não tem complexidade de forma, o que podemos imaginar? O Espírito no início da evolução, como é a complexidade da radiação dele?
Vamos pensar nisto. A resposta dos Espíritos é longe disto. Esta força depende do grau de pureza de cada um. Então, quanto mais puro o Espírito, maior o seu poder de irradiação e, muito mais do que isto, mais complexa a sua irradiação. Mais elementos ele transmite porque, o que os Espíritos estão dizendo aqui, o Espírito não divide, mas, se ele irradia, por exemplo, Totobezerra de Menezes pode irradiar para cem reuniões mediúnicas. E, eu tenho cinquenta médiuns psicografando Bezerra de Menezes na mesma reunião, no mesmo horário.
A pergunta é qual o conteúdo da irradiação de Bezerra de Menezes? Ele está passando conhecimento com a irradiação dele. Quando ele irradia, ele está transmitindo o saber, ele está transmitindo o amor, ele está transmitindo o conforto, o bem-estar. As pessoas chegavam, Marcelo Souto Maior, por exemplo, conta, quando ele foi pedir autorização do livro para o Chico, que ele estava aguardando em uma antessala, a mão dele começou a ficar quente. O mundo começou a queimar. Era o Chico irradiando em direção dele. Aí, vem o Euríbe e diz assim, papai autorizou você a publicar o livro e diz que vai ser um sucesso.
Então, o que o Chico estava fazendo ali? Sabe que o Chico estava só esquentando a mão dele no sentido material da expressão? O que o Chico estava fazendo com as mãos daquele escritor que o livro seria um sucesso? Que tipo de conteúdo o Chico estava transmitindo através da sua irradiação? Então, a evolução ganha em forma, do sem forma vai para uma complexidade da forma e do vazio vai ganhando conteúdo. Então, o Espírito simples e ignorante é simples é claro que é simples quando a gente diz simples, nós estamos dizendo o seguinte você pega um pé de jabuticaba que tem cem anos e uma semente de jabuticaba.
É isso que nós estamos falando de simplicidade, porque toda a potencialidade do pé de jabuticaba está na semente. Então, quando o Espírito é criado, toda a potencialidade do Espírito puro já está lá, mas é potencialidade. Não está ainda realizado, não está concretizado. No livro Entre a Terra e o Céu, no capítulo 23, e é interessante dos livros de André Luiz, porque eles ilustram com casos práticos e concretos conceitos abstratos que estão no livro dos Espíritos. Então, o que nós estamos falando aqui do haja luz e houve luz é abstrato demais.
Aí, o Espírito é um cento, uma centelha que irradia e fica tudo muito abstrato. E, a beleza da obra de André Luiz é que ela vai narrando fatos da vida espiritual que dão concretude. Aí, você fala Amor, eu entendi. Amor, eu entendi. Então, tem um pedacinho aqui que é o seguinte, é uma residência, a residência do Amaro, que estava complicadíssima, porque Azulmira, que era a mulher que morava na casa, estava atormentada por Odila, não vou entrar aqui no roteiro, para não complicar, que realmente lhe vampirizava as forças e Azulmira jazia no leito, apática e desolada.
A Odila estava vampirizando Azulmira, sugando todas as energias dela. E, Azulmira se sentia triste, apática, sem vontade de fazer nada, vampirizada, sem energia vital. Como estátua – olha que bonito isso, bonito assim, me expressei mal, não tem nada de bonito aqui, olha que interessante isso, olha que triste isso, mas interessante – ela estava como estátua viva de angústia e medo, escutando o vento que zunia lá fora. Estava com medo do vento, estava sentindo a presença do vampirizador da Odila. E, aí, com síndrome de pânico, medo, apática, mais magra e abatida, exibia, comovedoramente, a própria exaustão.
Emagreceu. Quer dizer, o quadro era do vampirismo, porque a característica do vampirismo, na gradação da obsessão, é que, no quadro do vampirismo, a obsessão é tão grave que ela já ultrapassou a fronteira mental, porque a obsessão começa mental, que é o caso da fascinação. Você fica com a ideia fixa, uma única ideia, aí não houve mais, ou você acha que você é o melhor, melhor do que todo mundo, essa é a fascinação. Ela é uma obsessão mental. Depois, a obsessão começa a ganhar contornos mais graves, ela começa a atingir o emocional da criatura, o psíquico, até ela chegar em pontos que são gravíssimos, que é o caso do vampirismo, onde ela já começa a afetar as forças físicas, ela começa a ter um impacto físico.
Então, a criatura demonstra no corpo o quadro obsessivo que ela vive. Está subjugada, está subjugada, emocionalmente, mentalmente, psíquicamente, fisicamente e vitalmente, porque o Espírito começa a pegar a energia vital. É curioso isto, porque, se o processo não for interrompido através de uma intervenção espiritual, a criatura desencarna, porque a energia vital é a que faz você manter encarnado. Se você perde a energia vital, você desencarna. Então, ela é mais magra, mais abatida, exibia comovedoramente a própria exaustão.
Irmã Clara, depois de expressivo entendimento com o nosso orientador, solicitou que nos mantivéssemos a pequena distância e, abeirando-se da genitora de Evelina, que, tanto quanto a enferma, não nos percebia à presença, alongou os braços em prece. Resumindo, este livro começa com uma criança fazendo uma prece para a mãe, para a mãe ajudar a casa, ajudar a madrasta. Mal sabia ela que a vampirizadora era a mãe e a vampirizada era a madrasta. E, aí, o Clarencio pede um afastamento do ministério, do auxílio, para atender este caso.
Demora dois anos, o caso é resolvido e tudo o que a criança pediu na prece é atendido. Contei o final do livro. Ok! Então, a irmã Clara estende os braços, pede para o André Luiz, e faz a prece. Sob forte emoção, acompanhei o formoso quadro que se desdobrou divino ao nosso olhar, quando a irmã Clara começou a fazer a prece. Gradativamente, o recinto foi invadido por vasto círculo de luz. Por que círculo? A irmã Clara começou a irradiar. Então, formou um círculo, porque ela está irradiando em todas as direções. Formou um círculo de luz, do qual se fizera, à instrutora, o núcleo irradiante.
Então, o círculo de luz e o núcleo irradiante é a irmã Clara. Assemelhava-se nossa amiga a uma estrela repentinamente trazida à Terra – imagina a luz – com os dois braços distendidos em formas de asas, prestes a desferir a céu-sovou. Cercava enorme halo de dourado esplendor e radiação dourada, como se ouro eterizado e luminescente lhe emoldurasse a forma leve e sublime. Dos revérberos dessa natureza, esse halo e as outras ondas que saiam desse dourado, passavam as irradiações a tonalidades diferentes, em círculos fechados sobre si mesmos.
Interessantíssima a descrição da D. Louis. Então, você tem um círculo central dourado e, aí, círculos mais extensos com outras cores a partir do dourado. Então, em círculos fechados sobre si mesmo, caminhando dos reflexos de ouro e opala ao róseo vivo, cor rosa, róseo vivo, do róseo vivo ao azul celeste, do azul celeste ao verde claro e do verde claro ao violeta suave, que se transfundia em outros aspectos a me escaparem da apreciação. Isto, aqui, foi o que André Luiz deu conta de ver no mundo espiritual, lembrando que a vampirizada e a vampirizadora não viam nada, nem o irmão Clara, nem André Luiz, ninguém.
Isto é o que o André Luiz deu conta de ver, porque, na verdade, a irmã Clara estava irradiando coisas que ele não era capaz de ver. Tive a ideia de que a irmã Clara se convertera no centro de milagroso arco-íris, um arco-íris, a irradiação dela, um arco-íris, cuja existência nunca pudera vislumbrar. O André Luiz está dizendo que nunca tinha visto isto. Fizera-se a casa excessivamente estreita para aquela abençoada fonte de raios, balsamizantes e indefiníveis. A casa ficou pequena, a radiação dela era tão forte. Só que o interessante é que ele está dizendo que os raios são balsamizantes.
A gente sabe o que é balsam, balsam é a calma, reconforta e Indefiníveis, porque tem raios aqui que o André Luiz não sabe nem escrever, não sabe o que é. O que ela está transmitindo ele não sabe. Reparei que a própria Odila se aquietara, a vampirizadora, se aquietou como que dominada por branda coação. Aqui, uma coisa bonita, que está no Livro dos Espíritos. O que é coação? Coação é ordem, porque o Espírito inferior, diante de um Espírito superior, ele não consegue desobedecer. Se o Espírito superior der a ordem, ele não consegue, mas, eles não fazem isso, a não ser quando é extremamente necessário.
Mas, aqui, a irradiação da irmã Clara era tão balsamizante que a própria Odila acalmou. Ela não falou nada, ela não conversou com ninguém, ela só irradiou. Estático, mal conseguia articular alguns monossílabos. Lúcio ficou procurando esclarecimento do nosso instrutor. Irmã Clara informou o ministro – agora, Clarêncio, igualmente elevado, até o Clarêncio estava em vibração. Irmã Clara já atingiu o total equilíbrio dos centros de força que irradiam ondulações luminosas e distintas. Irmã Clara já atingiu o total equilíbrio dos sete chakras.
Total equilíbrio dos sete chakras. Em oração, ao influxo da mente enaltecida, ela emite as vibrações do seu sentimento purificado, que constituem essas vibrações, projeções de harmonia e beleza. Ali fluírem do ser. Se partilhássemos com ela a mesma posição evolutiva, entraríamos, agora, em relação imediata com o elevado plano de consciência em que ela se exterioriza. E, então, em vez de somente observarmos este deslumbramento de luz e cor, perceberíamos a mensagem glorificada que lhe nasce do coração. De vez que as irradiações sob nossos olhos são música e linguagem, sabedoria e amor do pensamento a expressar-se maravilhoso e vivo.
Música, linguagem, sabedoria e amor do pensamento a expressar-se maravilhoso e vivo. A sintonia espiritual perfeita, porém, só é possível entre aqueles que se confundem na afinidade completa. Tem que estar no mesmo nível evolutivo. Então, ali, nem Clarêncio, ministro do auxílio, é o ministro Clarêncio, tinha o mesmo nível evolutivo da irmã Clara. Então, ele não conseguia captar o que está na irradiação. Terminamos, hoje, os genes para dizer que haja luz e houve luz é isto aqui. Um dia, um dia, nós faremos luz assim, com todos os centros de força em perfeito equilíbrio e a nossa irradiação será um arco-íris poderosíssimo que vai transmitir música, linguagem, sabedoria e amor do nosso pensamento a expressar-se maravilhoso e vivo.
E vivo. É isso. Haja luz! Haja luz!
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.
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