Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento à luz do Espiritismo, Haroldo Dutra Dias e convidados dão continuidade à análise do Livro dos Salmos, aprofundando-se no Salmo 6.
O que é estudado neste episódio
- Recapitulação do Salmo 5: Os participantes relembram os temas abordados no estudo anterior, como a diferença entre súplica humana e resposta divina, o caminho do justo e do ímpio, a justiça divina e a lei de causa e efeito, correção versus punição, misericórdia divina e processo de purificação.
- Leitura e análise do Salmo 6: O Salmo 6 é apresentado como uma súplica durante a provação, onde o salmista clama por misericórdia divina em meio ao sofrimento físico e espiritual. Haroldo Dutra Dias oferece uma tradução e interpretação detalhada dos versículos, destacando a angústia e o pedido de socorro do salmista.
- A justiça divina e a lei de causa e efeito: É enfatizado que a justiça divina é firme e não há “jeitinho” na lei. A discussão aborda a importância de não ter uma abordagem ingênua da justiça divina, que, embora misericordiosa, também é rigorosa em suas consequências.
- O temor a Deus e a correção amorosa: A necessidade de compreender o “temor a Deus” não como medo, mas como respeito à lei divina, é explorada. A correção é vista como uma manifestação de amor, pois quem ama corrige e orienta para o crescimento espiritual.
- A expiação e a prova: A diferença entre expiação (decorrente do passado) e prova (com causas presentes ou para aquisição de experiência) é esclarecida, utilizando exemplos como o sofrimento infantil para ilustrar a complexidade das aflições.
- O “Sheol” e o umbral: A menção ao “Sheol” no Salmo 6 é interpretada como a região que os espíritas chamam de umbral, um local de sofrimento onde a recordação de Deus é obscurecida pela revolta e rebeldia.
- “Párias em Redenção” e o amor que cobre a multidão de pecados: O livro “Párias em Redenção” é citado para ilustrar a ideia de que a redenção de um criminoso não ocorre sem esforço e sacrifício. O “amor que cobre a multidão de pecados” é explicado como um amor de renúncia, sacrifício, perdão e tolerância, capaz de transformar séculos de inimizade em convivência harmoniosa.
- “Quem com ferro fere, com ferro será ferido” e “Oferecer a outra face”: Essas duas máximas são conjugadas para explicar que a escolha da luta e da agressão atrai consequências semelhantes, enquanto “dar a outra face” significa oferecer a melhor parte de si, quebrando o ciclo de violência e agressão através da pacificação e da fidelidade.
- A supervisão divina individual e o pensamento de Deus: A ideia de que Deus supervisiona cada detalhe da vida humana é abordada, não como um código rígido, mas como o pensamento divino que mantém a ordem e oferece recursos para a evolução, permitindo que o indivíduo reescreva sua história a partir do ponto em que se encontra.
Reflexões
- A justiça divina é firme e amorosa, e a correção é uma manifestação desse amor, visando o crescimento espiritual e a redenção.
- O “amor que cobre a multidão de pecados” não é um amor passivo, mas um amor ativo de renúncia, sacrifício, perdão e tolerância, capaz de transformar inimizades e resgatar débitos do passado.
- “Dar a outra face” significa oferecer a melhor parte de si, quebrando o ciclo de violência e agressão através da pacificação e da fidelidade, em vez de revidar com a mesma moeda.
Ler transcrição do episódio
Olá, amigos! Bom dia! Sejam bem-vindos a mais um estudo de Salmos. Como é que vai, Haroldo, Júlio? Todos muito bem-vindos. Olá, Júlio. Bom dia. Volto a ter você aqui, né? Da outra vez. Júlio, estamos aqui sentindo sua falta, mas… Estamos de volta com o nosso salmo, né, Júlio? Pois é, Sérgio. Hoje deu certo com o filme completo. E ela veio hoje num dia de um salmo diferente, né, Arudo? Mas eu queria ressaltar aqui o que a gente estudou no outro, né? No último salmo, sabe? Alguns temas que a gente abordou no Salmo 5, Arudo, para a gente relembrar.
No Salmo 5, foi muito legal, a gente comentou sobre a diferença entre o pedido e a resposta divina, porque a gente falou que o que estava no Salmo, às vezes pedindo a destruição do ímpio, aquilo era uma súplica humana, Arudo, e não uma resposta de Deus. Sim. Você comentou um pouquinho disso. Falamos sobre o caminho do justo e o caminho do ímpio. Então, quem não acompanhou o Salmo 5, vale a pena ir lá. Fala justo sobre isso. Sobre a impiedade, né, Arudo? Sobre aquele extremo mal, aquela maldade, né? Daquela pessoa que se afasta realmente de Deus, né?
Falamos sobre justiça divina e lei de causa e efeito, falamos sobre correção versus punição, ou seja, entender que os sofrimentos, a dor, a gente não vê como uma punição, mas como uma correção amorosa que visa o crescimento espiritual. Falamos também sobre misericórdia divina e processo de purificação, e falamos também sobre o importante de divulgar os salmos também. Mas hoje nós vamos para o Salmo 6, não é isso? Hoje é o Salmo 6. O resumo ficou dentro do que foi mesmo, do Salmo 5? Ficou, está muito bom, muito bom, é isso mesmo.
Não, vale a pena só assistir, voltar, reassistir. É isso aí. Então nós estamos fazendo aqui diferente, e a gente deve fazer nos próximos assim, sempre a gente recapitular o Salmo anterior, aí fazemos nossa aberturazinha e começamos o Salmo 6, pode ser? Sim. Então vamos lá para a edição do clima. Deus dá as boas-vindas ao Salmo 6. E aqui na Bíblia de Jerusalém, eles vão nos dar uma dica, dizendo que é um Salmo 6, súplica durante a provação. E aí ele dá a dica que agora vai entrar o mestre de canto, instrumentos de corda, sobe uma oitava, sobe uma oitava e salmo de Davi.
Uma oitava abaixo ou acima? Eu achei que seria uma oitava abaixo, porque a pessoa estaria meio que chorando lá e tudo, mas aqui ele fala… Não é sobre, não. É sobre a oitava. Com instrumentos de corda sobre a oitava. E aí, Haroldo? Oitava abaixo ou acima? Não, esse é abaixo, com certeza. Esse é um tema que está suplicando por misericórdia. Já é o início do salmo. Senhor, não me castigues, não me repreendas na tua fúria e não me castigues na tua irritação. Vamos começar com a leitura, Aroto? O que você acha? Como é que você quer fazer?
Podemos, podemos. Então, o salmo começa com… Eu vou fazer a leitura aqui. Eu estou traduzindo agora direto, porque a tradução desse salmo não está muito legal. Então, para o que dirige com os instrumentos de corda, em tua ação de Davi. Senhor, e aqui é o nome, né? Senhor, não me repreendas na tua fúria, não me castigues na tua irritação compadece-te de mim porque Senhor estou lânguido me cura porque estão assustados os meus ossos, olha isso a expressão em hebraico e o meu ser, a minha alma está assustada até quando retorna Senhor e retira a minha pessoa, me salva por causa da tua benevolência porque não há a tua recordação na morte e no Sheol.
Olha isso. O Sheol é a região que nós, Espíritas, chamamos de umbral. Não há a tua recordação no Sheol. Quem te agradece? Eu estou cansado com o meu gemido, inundo a noite toda o meu leito com as minhas lágrimas. A minha cama se dissolveu em um banho. Olha isso, um banho de lágrimas. Os meus olhos se debilitaram por causa daqueles que me hostilizam. Afastai-os para longe de mim todos aqueles que obram na iniquidade. Porque o Senhor me escutou, escutou o som do meu pranto. O Senhor escutou a minha súplica e acolheu a minha oração.
Que eles se envergonhem e que fiquem assustados, muito assustados, todos aqueles que se tornaram meus inimigos. Que eles se retornem e que se envergonhem. Esse é o sal. Bem diferente das traduções, mas o sentido é o mesmo. Bem-aventurados os aflitos. Eu já pensei quando li esse sal. A pessoa está aflita. Isso aí. E aí tem alguns detalhes que a gente vai ter que trabalhar aqui. Alguns detalhes importantes, muito importantes. Muito importantes. É… Eu fiz uma pesquisazinha, né, Rod? É um salmo bem de súplica também, de reconhecimento também de Deus.
Ele suplica e acredita, né? Não, é todo salmo, o salmista, não há dúvidas sobre Deus. Nenhum salmo. Nenhum salmo. O diferencial desse salmo aqui é… Aqui é alguém que está sofrendo as consequências da justiça divina. Sim. E está suplicando o misericórdia. Esse é um ponto que eu gostaria de tratar aqui. Esse é um ponto que eu gostaria de tratar. Porque nós temos que tomar um cuidado muito grande para não ter uma abordagem ingênua da justiça divina. A justiça divina ela é firme, ela é firme. Mas, ao longo dos anos, no movimento espírita, a gente foi deixando de considerar o aspecto da severidade da lei, da justeza da lei, e a gente começou a construir um pensamento equivocado de que existe jeitinho na lei divina.
E, isso não tem. Então, eu vou dar um exemplo aqui. Todo mundo deve conhecer o livro psicografado do Vitor Hugo, Párias em Redenção. Não é assim? Não é assim, Júlio? Párias em Redenção? Eu fiquei em dúvida aqui se é do Divaldo ou se é da Gama. Párias em Redenção. Eu acho que é a Zilda, de Ciclagama, grande, não, Divaldo Franco, Divaldo Franco, Párias em Redenção. Gente, o que é um pária? É um criminoso, é um criminoso. Como que a Justiça Divina trata um criminoso? Ela redime, mas, ela redime com leite condensado? Redime com leite condensado?
Então, no judaísmo, tem uma ideia de que eu tenho dois pilares. Deus tem dois pilares. O pilar da misericórdia, da doçura, da leveza e o pilar da energia, da força, da correção. O judaísmo também costuma dizer que são as duas faces de Deus e que você enxerga a face adequada ao seu comportamento. Então, se você é um párea, a face de Deus que você mais enxerga é essa, da firmeza, da dureza, do rigor. Se você já está mais adiantado no caminho da redenção, você enxerga mais a face da doçura, da misericórdia. Olha que bonito!
Tem um texto, isso é fantástico, Pierre Lénard, ele diz assim, Deus tem que ser amado, mas tem que ser temido. Nós não podemos eliminar o temor a Deus. Olha isso. Nossa, Arudo. É que esses temas, né, Arudo, eles foram objeto de uma… eu entendo até para o meio espírita, principalmente, de ressignificação. Ou seja, a gente… Só que aí, vamos dizer assim, nessa ressignificação, nesse processo nosso de sairmos de um extremo para o outro, É como se perdesse algumas coisas que precisassem resgatar. Porque esse temor…
A gente até falava assim, essas terminologias que estavam no Antigo Testamento… Isso. A gente foi abandonando, né, Arouda? Assim, meio que… Sem muito meditar sobre elas, né? E temor é uma delas. O que a gente tem que tomar um cuidado, Júlio, eu posso mudar a terminologia, o que eu não posso perder é a ideia, o princípio. Eu não posso perder o princípio. E, veja, o consolador prometido, quando Kardec escreve lá Bem-aventurados os aflitos, a Eleonora lembrou muito bem, quando a doutrina espírita vem trazer a lei de causa e efeito, vem trazer a reencarnação, qual angústia qual angústia que o Espiritismo veio atender?
Que resposta que ele veio dar? Ele veio consolar quem? Ele veio consolar uma mãe cujo filho de 16 anos foi assassinado. Ele veio aconselhar os pais cuja filha e o filho de 4 anos de idade estão com um câncer irreversível. Ele veio perceber por isso é chamado de consolador prometido então ele veio trazer esclarecimento de Porque isso está acontecendo com você porque isso está acontecendo só que nós podemos esse é o fato esse é o fato então nós temos bilhões de pessoas passando ou que vão passar por expiações A expiação é decorrente do passado.
Uma prova pode ter uma causa presente. Então, você está passando por uma dificuldade por questões de imperfeição moral, de imperfeição do Espírito, falta de previdência, falta de cuidado, de disciplina, etc. Causas atuais, inclusive. Das aflições. E, prova, você está sendo provado, você precisa ganhar experiência, você precisa ganhar maturidade. Mas, não dá para explicar uma criança que já nasceu com hidrocefalia. Como é que eu explico isso? Como é que eu explico isso? Então, tem fatos que são muito dolorosos. E, aí, eu tenho dois caminhos.
O caminho da inquisição, que é imaginar que Deus está com chicote, castigando todo mundo, e uma visão fantasiosa de que não, não tem, não tem resgate, não tem, é só o amor. Como se o amor de Deus pudesse ser restringido às nossas manifestações piegas, porque quando uma mãe, quando um pai está corrigindo um filho, Isso é uma alta manifestação de amor, porque quem não ama não corrige. Quem não ama deixa você se afundar, deixa você fazer tudo em arma. A pessoa que não te ama, quem te ama, fala, peraí, Eleonora, não faça isso, não quero, nossa, nem imagino ver você numa situação, não faça isso, por favor, não é?
Então, está lá no capítulo 13 de Coríntios, as características do amor. Esse Salmo vai trazer isso, porque esse é o Salmo do párea em redenção. Párias em redenção. Filhos do Calvário. Filhos do Calvário. Por que são filhos do Calvário? Eles vão passar pela crucificação. E por que eles vão passar pela crucificação? Porque é todo mundo puro, igual Jesus? Não tem nada para resgatar? Mais ou menos, né? Quando eu li esse salmo, né? E imediatamente já fiquei pensando, bem-aventurados os aflitos, bem-aventurados os que choram, né?
E na sequência é bem isso que o Haroldo falou, porque Kardec realmente organiza também esse capítulo falando das causas atuais das aflições, das causas anteriores das aflições. Então, assim, tereis aflições, né? Terês aflições. Então ele vai trazer todas essas causas mesmo, e o que chama a atenção, essas causas como resgate mesmo, é da lei, como expiação, o que chama a atenção… desse texto é que ele está em sofrimento, ele está doente, como ele fala ali, mas ele está clamando a Deus. Diferente, às vezes, a gente está em sofrimento e não está com essa bem-aventurança.
Aí a gente fica contra Deus, contra tudo que está acontecendo. Ele fala isso, Eleonora. No versículo 6… ele diz assim, porque não há na morte recordação de ti. Eu não entendo que ele esteja falando aqui da morte física, da morte espiritual, no sentido psicológico, que você morre quando você está na revolta, quando você está na rebeldia. Não há na morte recordação de ti. E, no Sheol, não há quem te agradeça. Vamos fazer assim, vamos visitar o umbral mais profundo. Tem alguém lá de joelho agradecendo a Deus? Se tivesse, seria imediatamente resgatado pelos samaritanos, porque eles passam lá todos os dias.
A gente aprende lá no Mensageiros, o posto de socorro está no meio do umbral, A morada nova está lá na região bem inferior do umbral, está cheia de colônias ali, está cheia de postos de socorro, está lá. Mas, por que não resgata todo mundo? Porque não é todo mundo que quer ser resgatado. Violenta, né? Os espíritos que estão ali sem condições de estar numa situação, na outra situação. E quem está ali sem condição de estar numa situação, está mergulhado em lágrima. Arô, você falou do livro, mas eu abri aqui para ver.
Olha só os capítulos aqui. Loucura, espera aí. Deixa eu abrir aqui. Os capítulos, Arô, deixa eu ler aqui. Espera aí. É aqui, olha. Vamos pegar o capítulo 5 aqui, que já pegou um pouquinho do que você falou. Capítulo 5. Ascensão criminosa e glória amarga. Capítulo 7. Obsessão vingadora e pertinaz. Capítulo 9. Subjulgação impiedosa… Ai, piedade aí. Impiedosa e nefasta. Infeliz despertar do além. Nossa. E o capítulo 3, na segunda parte, que é projetos e esperanças futuras. E aí assim eu peguei aqui na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na Com certeza.
Por isso que a gente não pode ficar apegado à palavra. Porque, veja, vê que o Vitor Hugo está usando as palavras aqui porque ele quer dar um significado mais amplo para essas palavras. É da mesma maneira que fala aqui, ó Senhor, não me corrije na tua irritação, não me repreendas na tua fúria. Nem me castigues na tua irritação. Aí a pessoa fica interpretando literalmente. Ai, Deus fica enfurecido. Deus fica irritado. Não, não está falando de Deus. Está falando da lei de causa e efeito. Que ela vai só endurecendo para quem se torna mais duro.
A lei vai endurecendo para quem se torna mais duro. Duas coisas que você falava, eu me lembrei, Haroldo. Primeiro, até para a gente… Você falou assim, ah… Da justiça divina. Jesus vai trazer que o amor cobre a multidão dos pecados. Depois queria que a gente pegasse esse trecho para mesclar ele com aquilo de que a justiça divina, de como ela atua. E a outra, quem com ferro fere, com ferro será ferido. Então, ou seja, como é que a gente… conjuga essas duas afirmativas, porque uma diz que o amor cobre a multidão de pecados, e a outra diz que o ferro fere, e com o ferro será ferido.
E a gente, então, fica no meio do caminho, pensando, ora, num Deus punitivo, que a gente estava falando que não é, e ora num Deus permissivo. Que… que meio que… Não, eu vou dar um jeitinho aqui. E você falando, e eu vejo quando o salmista está falando, ele me parece, ele me lembra muito aquele filho pródigo que está voltando, pedindo as coisas para o pai, meio equivocadamente. É isso aí. A questão é o seguinte, Júlio. Se você optou para estar com instrumentos de ferro na mão, você fez a escolha da luta e da disputa.
Se você fez essa escolha, quem vai conduzir o seu processo educativo será o ferro, porque você escolheu. Quem com ferro fere tem uma escolha prévia. Eu escolhi, usando o meu livre-arbítrio, eu escolhi encher a minha mão de instrumentos de armas de ferro. O ferro aqui é o símbolo das armas. Se eu escolhi encher as minhas mãos de armas para ferir, Qual o processo educativo que a lei divina vai usar comigo? Verbo. Faz sentido? Por que isso? Pelo princípio da afinidade. O princípio da afinidade. Então, se eu escolhi o verbo desequilibrado, a agressão verbal, eu serei educado pela agressão verbal, porque você atrai aquilo que você emana.
Agora, qual que é o nosso problema? A gente emana pimenta, quando a lei divina nos devolve pimenta, a gente põe a culpa em Deus. Nossa, mas Deus é tão ardido! Então, qual que é a minha expectativa? Que eu emane pimenta e receba mel? Exatamente! Exatamente isso! Então, se eu escolhi o clima da luta, se eu escolhi o clima do ferir com a espada, que eu espere esse clima para me educar. Porque, veja, veja, tira Deus disso. Tira Deus. Ah, eu não posso escolher? Pode. É isso que você quer? É esse o clima que você quer viver?
É? Pode. Mas, entenda, a natureza responde às suas escolhas. Então, quem emana vibrações pesadas, o que está preparado para ele? O umbral. Aquele é o local adequado ao que você está emanando. O dia que você mudar a sua emanação, você é retirado daquele local. Agora, se eu enchi minhas mãos de amor, e aqui não tem amor, olha o Diana, eu acho que vou ali porque eu distribuí cesta básica, aí eu não vou ter meu resgate. Isso é fantasia. Então, o amor que cobra a multidão dos pecados é o seguinte, você recebeu um inimigo do passado como filho, filha.
Então, o que significa isso? Significa que, durante 25, 30 anos, você vai amargar ingratidão, dureza, porque aquele Espírito, aquele Espírito foi prejudicado por você. E o amor que cobra a multidão de pecados são tantos anos de renúncia, de sacrifício, de perdão, de tolerância. Não é o amor hollywoodiano, ai, mimimi, óculos de poliana. Não vai ser com o olhar de poliana que você vai converter um espírito inimigo que nasceu na sua família. O amor que cobra a multidão de pecados é o amor renúncia, o amor sacrifício, o amor perdão, o amor tolerância, que tem paciência de converter séculos de ódio com 30 anos de convivência no mesmo lar.
Aí a espiritualidade chega e fala assim, quando você chega no mundo espiritual, fala, filha, filho, parabéns. Três séculos de inimizade você dissolveu em 50 anos de paternidade, em 50 anos de maternidade. Essa paternidade, essa maternidade sacrificial, você não foi reconhecido, você recebeu ingratidão, você fez extremos sacrifícios, extremas renúncias. Esse filho, essa filha, é o amor que cobre a multidão de pecados. Agora, nós estamos achando que o amor que cobre a multidão de pecados é cobertura de Nutella. Eu fui ali e falei baixinho na casa espírita, então, não vou ter que passar mais por nenhuma expiação.
Tem que tomar cuidado com isso. Porque a questão é, se eu recebi um inimigo dentro do lar, eu posso continuar brigando com ele mais 100 anos? Eu posso. Esse é aquele que conferra o fério. Conferra o fério. E, quantas propostas… Porque, veja, onde está a misericórdia divina? Eu falo assim, a misericórdia divina está no seguinte fato, eu falo assim, meu filho, Eu cobri a inimizade que você construiu com o manto da maternidade. Eu cobri a inimizade que você construiu com o manto da paternidade. Você não soube aproveitar.
Na condição de pai e de mãe, você tinha todos os recursos para dissolver toneladas de ódio em amor. Ah, mas era difícil, porque eu estava imaginando que o amor que cobra uma multidão de pecados era assim, eu ia entregar uma cesta básica e resolvia todos os meus problemas. Então, você nutriu falsas expectativas, filho. Você nutriu falsas expectativas. Porque o amor que nós estamos falando aqui é o amor doação, é o amor renúncia, é o amor sacrifício. É o amor em que você fala assim, gente do céu, eu estou só dando, não recebo nada.
Está tudo certo. Está tudo certo. Você ficou três séculos tirando. Você ficou três séculos usurpando tudo desse Espírito. Agora ele vem como filho, como filha. E ele é ingrato com você e você está revoltado? Tem uma tem uma cena eu vou contar aqui porque é público e ele contou ele contou publicamente então não é nenhuma inconfidência nosso querido amigo roberto lúcio psiquiatra do hospital andré luiz aconteceu um fato tão tão bonito tão incrível porque ele tinha três filhos cheio de despesas e conta para pagar e menino na escola, aquela luta um dia ele ficou bravo estava me arrastando em meio de um e falou assim escuta aqui, eu não estou satisfeito lá no diálogo não estou satisfeito não se fosse só eu e minha esposa, estaríamos numa vida boa, viajando com o que eu ganho, com os recursos que eu tenho, estaria numa boa.
Fui escolher essa paternidade aqui, olha só o sacrifício. Aí o Espírito falou assim, Roberto, meu filho, se você não tivesse esses filhos, você não teria os recursos que você tem. Porque só foi concedido a você ter os recursos que você tem por causa desses três filhos que você recebeu. Para cuidar dos filhos. Então, o recurso é deles, viu? Então, É deles, não é seu. E isso é amor que cobra a multidão de pecado. Por quê? Tem outra forma de resgatar? Tem, Júlio. Eu podia voltar com esses três e ficar brigando, um espetando o outro de novo.
Pode? Pode. Pode? Pode. Então, você está dizendo que eu posso ficar brigando com ódio mil anos de alguém? Pode. E eu vou aprender? Vou. Você vai furar tanto e vai ser furado tantas vezes, que uma hora você vai cansar. Vai. Deus meu. Estou cheio de fome. Cansei. Aí a pergunta aqui, né? Até quando esse sofrimento? Até quando, né? Até quando, Senhor? Até quando? A misericórdia divina, veja, gente, a misericórdia divina, ela não dissolve as sombras que nós criamos. Ela nos dá os recursos para dissolver. Quem tem que dissolver somos nós.
Sim. Então, a gente tem que tomar cuidado para não sair dessa fantasia, para não cair nessa fantasia de isenção da lei. Então, está aí no Páreas em Redenção, a primeira parte do livro, os Espíritos estão acumulando resgate, estão tacando fogo. Glórias até que ele diz ali, né? Glórias que vão passar. Ele fala bonito ali, como é que é, Júlia? Glória… Ascensão criminosa e glória… Na primeira parte, no título 3. Glória amarga. Glória amarga. Ascensão criminosa e glória amarga. Olha isso. Quer dizer, você acha que você está ascendendo, que você está levando vantagem, mas você está subindo de forma criminosa.
E você está acumulando glórias, títulos, posses, fama, achando que é uma vantagem. Quando você acorda, aí você quer que passe uma borrada. Não, gente, apaga isso do meu currículo. Não, não fui eu. Misericórdia, por favor, apaga isso do meu currículo. Não tem isso, gente. Não tem isso. O que Deus dá é o seguinte, ele fala, filho, filho… Eu vou te dar um caderno novo e um lápis, mas tu vai ter que escrever outra história, viu? Tu vai ter que escrever outra história. E só tem um detalhe, a história nova que você vai escrever, ela começa do final da velha.
É isso que eu ia falar, eu vou te dar mais páginas para você escrever. A que está lá, está lá. Vamos escrever novas páginas, né, Aruto? Essas novas… Essas novas páginas é que cobrem as outras, né, Ludo? Olha, aí vem Emmanuel com seu poder de síntese absurdo. Chico, embora ninguém possa voltar e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim. Perfeito. Só isso, né? Ele precisava ter escrito só isso. Mas não, isso é só comentário. É tipo assim, ó. O menor será o maior e o maior será o menor. É assim, é perfeito.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim. Mas o que está dizendo aqui? Não fica alimentando expectativa de que vai ser apagado, porque não vai. Então, a misericórdia é assim, Senhor, me dá mais páginas. E é tão bonito. E agora eu vou entrar numa coisa… Agora não está em livro, tá, gente? Está, mas não está. Está nas entrelinhas. À medida que você… A programação espiritual não é rígida. Está lá no Livro dos Espíritos. O que está programado espiritual são os elementos estruturais da sua encarnação.
Vou dar um exemplo. Elementos estruturais. Quem vai ser seu pai, sua mãe biológica? Que lugar você vai nascer? Olha isso. Seu patrimônio genético. O conjunto de reparações que você tem que fazer nessa vida. Assim, uma linha. Você vai ter que reparar com fulano. Ah, como? Como você quiser. Você vai encontrar fulano essa história vai ter que ser resolvida é assim são as linhas gerais mas quando você vai tendo progresso na encarnação quando você opta pelo amor amor renúncia amor sacrifício amor entrega amor silêncio amor perdão quando você opta por isso o seu aproveitamento porque são fases gente são fases são séries Você vai tirando boa nota?
Vai tirando boa nota? Os Espíritos que dirigem a evolução falam Ei, ei, peraí, peraí, reunião, reunião. Eleonora está saindo muito bem. Está saindo muito bem. Eu acho que ela tem condições de receber mais recursos para simplificar as próximas etapas. Aí, eles começam a dar um recurso. Aí, Eleonora sai bem. Ele fala, nossa, que maravilha, que espetáculo. Olha agora ela vai passar por um período difícil que é aquele resgate doloroso gente mas ela está pronta e ela passa meu Deus gente libera mais recursos para Eleonora o mais difícil ela olha pode dar possibilidades essa encarnação vai ser percebeu?
É dinâmico Deus te ouça Aroudo viu? Estamos vibrando com isso é fato Eleonora é fato Sabe por quê? Kardec escreve, olha o que Kardec escreve. Ele fala assim, a lei de Deus não é nenhum código. A lei de Deus é o pensamento dele mantendo a ordem segundo a segundo. Não tem nenhum computador, nenhum código com lei divina, não, gente. Quem faz cumprir a lei divina, sabe quem que é? É o pensamento de Deus circulando no fluido cósmico. Os judeus chamam isso de supervisão individual divina. Deus te supervisiona segundo a segundo.
E o Kardec, isso está lá no Talmud, o Kardec pegou isso e escreveu no capítulo 2 do livro A Gênese, o item providência divina. Aquilo que Kardec escreveu lá no Providência Divina, ele pegou lá no Talmud. Ele começa o capítulo dizendo sobre a supervisão divina individual. E ele começa dizendo assim, Alguns equivocadamente imaginam que Deus não acompanha os mínimos e insignificantes detalhes da sua vida. Isso é um engano. Por quê? Porque? E ele vai explicar o fluido cósmico porque nós estamos mergulhados no fluido cósmico não tem mágica não cada segundo seu está sendo supervisionado então eu até sugeriria eu não estou gostando muito de falar em lei divina porque quando eu falo em lei a pessoa pensa num código aonde que está essa lei?
Está no código de penal e a lei divina não está escrita em código nenhum Então, eu acho que seria melhor a gente substituir lei divina por pensamento divino. O pensamento do todo sábio. E, no pensamento, vocês lembram, né? Tem o sentimento e as ideias, né? Está lá no pensamento e vida. A mente, a face do espelho é o sentimento e o centro é o raciocínio. Pensamento tem tudo. Tem o sentimento, então, no pensamento tem o amor. Então, é o pensamento divino que equilibra o universo. A lei divina está no pensamento de Deus dirigindo a cada milésimo de segundo tudo.
Aí, você fala, ah, não, Maru, então tá. O Consolador Prometido. O que o Espírito Verdade fala? Eu, jardineiro divino, cultivo as vossas almas no silêncio dos vossos pensamentos. Olha isso! O que ele está dizendo? Eu tenho acesso à mente de vocês. Estou supervisionando aqui. Eu estou supervisionando e cultivando. Por isso que é o seguinte, gente, tudo pode mudar. Agora, se for de Deus, nunca muda para pior. Se for de Deus. Se for de Deus. Se deixar por minha conta, não muda tudo para pior. Se for de Deus, muda sempre para melhor.
Agora, o melhor nem sempre é o mais agradável. É, o melhor nem sempre é o mais agradável. Às vezes, o melhor é o mais desagradável. A gente… E um conceito de agradável, é lógico, o que seja cômodo. Nem sempre o melhor é cômodo. E daí, porque ele vai trazer… É, às vezes é dor mesmo. Às vezes o melhor é muito doloroso, Ju. Às vezes o melhor é dor, no máximo do que você aguenta. Do que você aguenta. A gente chegou nesse pensamento todo e maravilhoso, essa introdução, porque a gente chegou no ponto onde o nosso salmista está.
Tudo isso que aconteceu trouxe ele até aqui, esse momento de sofrimento. Ele estava em paz com a dor. E aí, semana que vem, a gente vai conversar sobre isso. Muito bom. E representa também o momento que a nossa humanidade passa, né, Haroldo? Alguns já aclamando, outros inconscientes, mas já está acontecendo esse fator aí que está falando. Só tem uma coisa de dizer. Aroto. Ah, não, Aroto. Você falou assim, você vai falar, ah, não, Aroto. Eu vou falar, ah, não, Aroto. Mas tem tanta coisa que a gente tem que desembarassar Porque quando a gente fala do amor, cobra multidão de pecados, quem conferra o fere, conferra se era ferido.
E depois, enquanto você falava, me veio outro, oferecer a outra face. E a outra face, quando se trata da nossa postura, é quem com ferro é ferido, com ferro não ferirá. Vamos dizer assim. E aí a gente tem esse monte de coisa para pensar, porque muitas vezes a gente, inconscientemente, por causa do que com ferro será ferido, quando a gente é ferido, como é que a gente reage com o outro? E aí a gente tem que resolver essa questão com Deus. Como é que é essa justiça divina? Como é que é com esse ferro que eu referi a certo pedido?
Quando se trata da nossa reação para com o próximo. A questão é, nós lemos, no Vira-se, a gente trabalhou o livro Coragem. Lá no livro Coragem tem uma mensagem do Albino Teixeira. E o Albino Teixeira vai falar exatamente sobre isso. E ele conclui o pensamento dizendo o seguinte e ele vai falando isso ó se te agrediram, te prejudicaram, te fizeram isso no final ele conclui assim ó você fica tranquilo estou traduzindo aqui tá você fica tranquilo porque é o seguinte uma coisa é sofrer o mal outra coisa é praticá-lo porque eu Júlio hoje se tem um setor que eu não invoco nas minhas orações é o da contabilidade divina.
Porque toda vez que eu pedi para a contabilidade divina justificar, deu ruim. Deu ruim. Porque é o seguinte, a pessoa te prejudica agora. Aí você se sente injustiçado. Aí você vai para a contabilidade divina, ele mostra os últimos três anos que você tem feito isso que você sofreu agora. Aí, a contabilidade divina fala assim o que aconteceu, meu filho? Ah, eu fui traído. Hum, foi traído pelo cônjuge? É, eu fui traído pelo cônjuge. Entendi. Você sabe que você já traiu 50 vezes, então, tirando esta agora, tem mais 49.
A pergunta é você vai continuar nesta face ou você vai dar a outra face? Que outra face? Não, pensa profundamente. A outra face é tem 2.000 anos que você trai e é traído. Que hora você vai dar um basta nisso? Que hora você vai sair deste ciclo? Mas, como eu saio deste ciclo? Dando a outra face. Qual a outra face? A tua face melhor. Mas, qual é a minha melhor face? Olha, a sua pior face é a infidelidade. A sua melhor face é a fidelidade. Seja fiel, meu filho, seja fiel para você merecer ter pessoas fiéis ao seu lado.
Isto é dar a outra face. Só que a gente faz uma interpretação infantil do dar a outra face. A gente acha que dar a outra face é virar saco de pancada, é ficar ali ah, você bateu aqui, bate agora aqui, não, bate agora aqui, porque Jesus falou. Então, dar a outra face é a pessoa gritou, eu diminuo a minha voz. Tem uma página do Emmanuel que diz assim surgiu a violência e o golpe físico, pare, fique paralisado. Para que o agressor perceba a dimensão da própria violência. É outra face. Muito bem. Então, não é fácil. Mas é mais fácil do que brigar.
Para o futuro, vai ser o caminho mais fácil. É mais fácil oferecer a mesma face, Júlio. Porque, se eu recebo uma agressão, é mais fácil eu mostrar a minha face da agressão. Porque… Por exemplo, eu, Haroldo, tenho cinco mil anos de treinamento em ser agressivo. Então, se alguém mostra a face da agressão dele, para mim é muito fácil mostrar a face da agressão. É natural até. O que eu não tenho muita experiência é na face da pacificação. Isso eu não tenho muita experiência. Então, se alguém me mostrar a sua face agressiva, eu não tenho muita experiência ainda para mostrar a face pacificadora.
Tem que treinar. Muito bem cenas do próximo capítulo muito bom, excelente abrimos o salmo 6 assim com o pé direito Sobrou alguma coisa do Salmo 6 ainda, gente? Ah, sim, sobrou, porque agora ele está lá naquele umbral lá chorando. Lembrei do André Luiz, quando ele falou aquele momento em que eu não sei quanto tempo que levou, mas que eu orei. Estou vendo a gente aqui nesse lugar, né? Suplica durante a aprovação. Cenas do próximo capítulo, semana que vem. Para a edição, vou tentar achar essa mensagem que o Alô citou do Coragem aí, para a gente trazer.
E… Muito obrigado. Ótimo. Foi ótimo. Eleonora, Arondo… Muito bem. Os meninos estão assistindo. Eu vi que o Lucas lá comentou, eu vi que o João comentou, os meninos estão conosco ali assistindo. É, coisa boa. Os salmos, eles têm uma coisa. Quando a gente faz como nós estamos fazendo aqui, porque a gente sempre interpreta aqui de maneira muito respeitosa ao texto. A gente… porque tem pessoas que querem interpretar o texto bíblico e elas chegam agredindo o texto bíblico, xingando o texto bíblico. Isso é uma maneira desrespeitosa de tratar o texto.
Quando a gente chega respeitoso, nós temos a inspiração do alto. E, quando você está respeitoso e com a inspiração do alto, você consegue extrair o espírito da letra. Esse espírito da letra é alimento para as nossas almas. Então, a gente sai reabastecido. A gente sai com uma compreensão e com uma energia para encarar as lutas. Porque, agora, todos nós aqui, cada um vai voltar para a sua casa, para o seu trabalho, para a sua luta, para o palco onde eu tenho que cobrir a multidão de pecados com o meu amor. E dar a outra face.
E tirar o ferro da mão. E jogar tudo quanto é espada pra longe. Joga pra longe, porque se ficar perto, você pega de novo. A cacaua que ela mandou beijo, a Tamiris e a Tânia também estão conosco. Beijo pra todo mundo. Obrigado, gente. Vou deixar uma musiquinha pra gente só encerrar aqui. Com Deus. Amém. “
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.

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