PodSER #038 – Espíritas Mineiros – Sr. Manuel Alves

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Prepare-se para uma viagem no tempo e na história do espiritismo mineiro! Neste episódio especial do PodSER, temos a honra de receber o Sr. Manuel Alves, um verdadeiro tesouro vivo do movimento espírita, que, com seus 95 anos e uma lucidez impressionante, compartilha suas memórias e “causos” inesquecíveis.

Acompanhe Thiago Franklin, Julio Corradi e Haroldo Dutra Dias em um bate-papo emocionante e inspirador, onde o Sr. Manuel, carinhosamente conhecido como Manuelzinho, nos leva desde seu primeiro contato com o espiritismo, motivado por uma doença, até a convivência com André Luiz, irmão de Chico Xavier. Esta é a primeira parte de uma série dedicada a desvendar a rica história do espiritismo nas montanhas e vales de Minas Gerais.

Neste episódio

  • A jornada de vida do Sr. Manuel Alves no movimento espírita.
  • Seu primeiro contato com o espiritismo através de uma doença e a inesperada ajuda do irmão de Chico Xavier, André Luiz.
  • Detalhes fascinantes sobre a convivência com Chico Xavier e as orientações recebidas.
  • A história da fundação do Grupo Espírita Irmão Frederico e do Grupo Emmanuel.
  • Reflexões sobre a importância do Evangelho no espiritismo e a disciplina na vida espírita.
  • Causos e ensinamentos que marcaram a trajetória do Sr. Manuel Alves e influenciaram o espiritismo mineiro.

Participantes

  • Sr. Manuel Alves: Convidado especial, testemunha viva da história do espiritismo mineiro.
  • Thiago Franklin: Apresentador do PodSER.
  • Julio Corradi: Co-apresentador.
  • Haroldo Dutra Dias: Co-apresentador.

Destaques

  • O Sr. Manuel Alves, aos 95 anos, compartilha sua história de vida e seu primeiro contato com o espiritismo, que se deu por meio de uma doença e o levou a conhecer André Luiz, irmão de Chico Xavier.
  • A emocionante narrativa do encontro com Chico Xavier, que o Sr. Manuel descreve como um privilégio, e as experiências marcantes que teve ao lado do médium.
  • A fundação do Grupo Espírita Irmão Frederico e a contribuição para o Grupo Emmanuel, destacando a importância do estudo do Evangelho e a persistência na divulgação da doutrina.
  • As valiosas orientações de Chico Xavier sobre a essência do Centro Espírita: prece, água fluidificada e passe magnético, e a defesa do Evangelho como pilar fundamental do espiritismo.

Ler transcrição do episódio

Você está no Poder Ser, o podcast do Instituto Ser. Você já conhece o Instituto Ser? É uma instituição sem fins lucrativos, espírita, com sede em Belo Horizonte, Minas Gerais. Acesse www.portalser.org e conheça nossos projetos. A de nascer, nova era de crescer Novo homem, coração de quem quer servir É prosperir, novo verbo é burilar O íntimo colorindo o céu de um novo ser Olá pessoal, estamos iniciando mais um episódio do Poder Ser. Aqui é Tiago Franklin e… A de Emmanuel é uma lição tirada do livro Fonte Viva. Olá pessoal, aqui é Júlio Corrade.

E a minha frase está no texto que li agora há pouco. Eu sou Manuel Antônio Alves e lembro de uma palavra que guardei profundamente. É a palavra disciplina. Quando Emmanuel veio e tinha uma proposta para executar contigo, disse a ele. Eu tenho três palavras que você tem que seguir religiosamente. Se você não estiver disposto, não vamos começar. A palavra é disciplina e a segunda palavra, Emmanuel, é disciplina. E a terceira é disciplina. Disciplina, disciplina e disciplina. Agora, eu estou dizendo isso não é porque eu tenho não, né?

Porque eu estou falando aqui junto de familiares e eles me conhecem bem de disciplina. Está longe ainda, né? Como estamos vivendo em um mundo de provas e expiações que, evolutivamente, é o segundo de baixo para cima. Só tem um mais atrasado que o nosso. Então é razoável, né? Que por enquanto não tenhamos. Não vou colocar vocês na roda. Não tenhamos essa disciplina, né? Mas já estamos começando porque a esposa ajuda o marido, o pai ajuda o filho, o filho ajuda o pai, né? E vamos tocando e fazendo dinheiro, né? A disciplina.

Meu nome é Haroldo Dutra Dias e a minha frase é do Emmanuel. A paternidade divina é amor e justiça para todas as criaturas. É isso aí, pessoal. Hoje nós convidamos o nosso querido senhor Manuel Alves. É um querido amigo que há muito tempo nós temos o desejo de trazer para gravar um episódio e contar os seus causos envolvendo o movimento espírita, espiritualidade e Chico Xavier, né? É uma alegria ter aqui o senhor Manuel. E assim como nos diz Emmanuel sobre a necessidade de se retirar a flor do conjunto, né? Para que possamos observar o seu brilho, o perfume.

O senhor Manuel Alves é um indivíduo que a gente tem que pensar ali daquele grupamento que reencarnou em Belo Horizonte para vivenciar o Evangelho junto à doutrina espírita, né? Então hoje ouviremos uma pessoa doce, bem-humorada, mas firmes com as bases doutrinárias, tal como foi orientado por Chico Xavier. E é com alegria que a gente recebe o senhor Manuel para a gente poder gravar esse episódio. Colônia do céu de um novo ser. Colônia do céu de um novo ser. Bem-vindo, senhor Manuel. Bem-vindo. É uma honra para nós conversar com o senhor.

Oh, meu Deus! Pois é. O Haroldo conhece, né? O grupo Emmanuel. Demais, demais, senhor Manuel. Eu comecei lá com 15 anos de idade. Então eu fui privilegiado. Um dos motivos. Ou por misericórdia divina ou por méritos. Como no meu mapa ainda não tem méritos, eu vim ao debate da misericórdia divina. Apesar de Emmanuel nos afirmar que a misericórdia divina não cai a esmo. E não pode cair mesmo, porque senão seria injustiça, né? Então, eu conto isso porque eu caí nas posições maravilhosas. Primeiro, conhecer o Chico. Olha!

É? É. É verdade, senhor Manuel. Isso aí é um privilégio mesmo. Conhecer a União Espírita Mineira. E através da União Espírita Mineira, eu conheci o grupo Emmanuel. Olha por onde eu comecei. Foi um privilégio para mim. Foi fraco, não é Haroldo? Se eu tivesse começado em outros agrupamentos, teria sido muito mais difícil para mim. Vocês entenderam? Isso começou com a última aula. É pesadilha de infância no Harvard. Então, eu fui privilegiado, né? É. Conheci o Chico através de uma doença, que eu vou contar para vocês, que vale a pena contar.

Conte o que a gente mais quer ouvir para contar as histórias. É, vale a pena. Aqui no nosso roteiro. E através disso, a minha irmã falou comigo assim, ô Mano, você gosta tanto de falar do Evangelho, né? Do Evangelho, porque a doutrina eu não conhecia o livro dos Espíritas ainda não, viu? Não tinha aberto o livro dos Espíritas ainda não. Você gosta, por que você não faz um curso de expositor? Aí eu fui na União Espírita Mineira e ia conversar um. Olha só. Aí eu me inscrevi lá. Eu e mais dois companheiros do nosso pequeno grupo Irmão Frederico.

E nós que fundamos o grupo Espírita Irmão Frederico. Graças a Deus, hoje, conseguimos uma sede, já tem bastante anos. E foi através do Chico que nos incentivou também. Senhor Manuel, vamos começar do começo. Eu fiquei curioso. Foi uma história antes do senhor conhecer o Chico Xavier, que foi como o senhor conheceu o irmão do Chico Xavier. Pois é. Mas para contar que eu conheci o Chico, tem que contar a história do irmão. Isso. Eu era gerente de uma pequena firma na rua Tamóis, número 24, chamado Porta das Frutas. Devia ter vinte e tantos anos de idade.

Mais ou menos isso. E o meu cunhado era atacadíssimo no mercado central. E um rapaz comprava na mão dele, porque ele tinha uma quitanda no interior. E era pelo bolso. O meu patrão era importador. Ele importava muitas coisas. Sardinha e tal, tal, tal. E meu cunhado mandou ele lá comprar umas coisas na minha mão. E como ele era pobre, eu avalizei ele. Ele comprava crédito. Eu assinava as compras. E ele vinha e pagava. Direitinho. E um dia eu o atrasei do almoço. E ele perguntou. A moça que trabalhava conosco, nossa colega, perguntou a ela por quê.

Maravilha. Chegou até agora do almoço, não olhou pro relógio. Aí ela falou. Não, ele está muito mal de saúde. Muito mal. Ele está mais ou menos tentando andar. Não fala essa comigo. Aí me esperou. Quando foi mais ou menos três horas da tarde, eu cheguei. E ele falou comigo. Mas eu não sabia que você estava doente, não. O que você tem? Eu falei. Eu tenho x-tose homose. E não tenho mais tratamento. Porque nós estávamos mais ou menos em 1950 para 1951. E a Alemanha mandava as injeções para a x-tose. Entramos em guerra.

Ela parou de mandar. Então acabou o recurso. E morreu gente. Muitas pessoas. Eu mesmo no mercado perdi três colegas. Um menino e um com 38 anos de idade. Aí eu vou marcar uma consulta com o meu irmão para você. Aí eu perguntei a ele. Seu irmão é médico? Ele disse. Não, mano. Eu sou irmão do Chico Xavier. Aí eu pensei dentro de mim. E daí? Eu estou precisando de médico. Não estou precisando de Chico Xavier. Pensei assim dentro de mim. Mas está muito bem. Demorou meses. Aproximadamente quatro meses. Aí fui para a casa dele.

Meu irmão tinha uma caminhonete. Não tinha nem estrada para chegar lá. Era difícil. Demorou quase duas horas para chegar em Peripouco. A estrada. Então, fomos lá. Na casa dele. E o Chico fez uma pequena reunião. Então ele foi para um quartinho. E eu olhando. Porque eu tinha medo de espírito. Que pelava. Medo. Quando falava comigo em espírito. Ele entrou lá para o quartinho. E tinha uma cama de solteiro. Com uma travesseira diagonal. Ele ajoelhou nos pés da cama. Fez uma prece. Veio uma estrela. E pousou no travesseiro.

Como? Não sei. Nossa, que isso. Então, naturalmente materializado. E se colocou assim no travesseiro. Ele levantou. Ele levantou incorporado. Vamos usar a palavra incorporado? Apesar de não existir isso. Espírito não incorpora. Só se for em um caso muito especial. Então, ele levantou incorporado com a irmã Sheila. E falou assim, com sotaque alemão. André! André! Conversa com o Manuelzinho aí. Senão ele vai morrer de medo. Aí o André pegou um tamburete. Rastou para perto de mim. E começou a conversar comigo. Sobre a reunião.

Que já estava em andamento. E virou para mim e disse. Vocês aqui vão entender. Eu até hoje não entendo. Ele virou para mim e disse. Manoel! Nessa reunião aqui. A rádio. A rádio. Ou radioatividade. Uma energia, né? A radioatividade que nós gastamos nessa reunião. O Brasil não tem em Estóquio. Aí. Não falou nada comigo. Porque eu sei lá o que é radioatividade. Não sabia nada de radioatividade. Como não sei até hoje. Detalhadamente. Muito bem. Aí o Chico desceu. Passou perto de mim. Colocou uma estrela. Do mar na minha mão.

Mas ela era luminosa. Era… Luminosa. Na minha mão. E passou com um… Eu não sei bem como eu vou explicar a vocês. Como se fosse uma… Lâmpada florescente. Comprida, né? Amarrada em gomos. E a reunião. Ela foi realizada. Não só para mim. Para mim e para mais duas pessoas. Uma senhora. Que colocava os papéis. Para o Chico escrever. No centro Luiz Gonzaga. E tinha uma filha de 13 anos. E a filha desencarnou. E ela desequilibrou. E o senhor que foi… Até hoje não entendi bem. Nesse caso. É que tinha um senhor lá deitado.

Chegou de cadeira de roda. Que ele foi aplicar. Um passe em uma senhora. Que tinha 30 anos. Entrevada na cama. E ela levantou. E ele foi para a cama. Olha só. Eu não entendia. Dentro da causa e efeito. Como que poderia funcionar. Então a reunião foi realizada. Para nós três. E o Chico então passou aqui. Com a estrela. E passou com essa tipo lâmpada. E passou no pescoço da companheira. E o homem eu não vi. Ele deu um passe só nele. Porque ele estava deitado. Eu não vi nem quem era. E o Chico voltou. Recolheu a… A estrela do mar.

Que estava na minha mão. Lá para dentro do quartinho. E voltou com um pequeno aparelho. De aproximadamente 20 centímetros. De tamanho. De comprimento. Com uns 10 centímetros de altura. Mas eu… Nunca fui muito indagador. Nada disso. Nem depois não perguntei muita coisa. Ao André. Que tinha me levado. Então… Ele passou com o aparelho. E me pulverizou. Aqui. O meu tórax. Mais aqui para o intestino. Para o estômago. E eu fiquei meio… Meio nervoso. Mas foi acabando. Quando terminou a reunião. Eu estava normal. Então…

Não preciso perguntar a você. Porque alguém… Pergunta aí. Teve êxito. Hoje, por exemplo, estou com 95 anos. O que você acha? Parece que funcionou. Vamos esperar mais uns 15 anos. Para a gente ver. 95 anos. E outra coisa. Eu tenho muitas coisas. Que eu não entendo. Comigo mesmo. Toda a vida fui magrelo. Magro. Toda a minha vida. Alguém fala. Que eu levei vantagem. Você é magro, não é? Eu sou magro. É mesmo? É mesmo? Eu ia perguntar ao senhor Manuel. Então, esse irmão aí. É o André Luiz. O irmão do Chico. Que deu nome ao médico.

Autor das obras. Agora, a história dele é interessante. O André. Ele era médico. E ajudava o Chico. É mesmo? É. E eu ia. Toda sexta-feira. Depois que conhecemos. Eu e mais dois companheiros. No meu cunhado e mais um. Nós íamos lá. Geralmente, toda sexta-feira. Se faltava alguma, era porra. E nós íamos. E o Correio. Com ele, com o André. E buscava a correspondência do Chico. Dentro de um saco. Um saco. De farinha de trigo. Lotado. E ajudava a responder. Os questionamentos. As mensagens. Pedindo. E o André ajudava. E o André Luiz.

Chegou para conhecer. O Chico. Com o intuito de escrever o livro. Nosso Lar. Aí, quando ele chegou. O Emmanuel. Para apresentar o Chico. E tal. Aí ele perguntou. Quem é aquele rapaz? Quem é aquele rapaz? Aquele rapaz é o André Luiz. Irmão do Chico Xavier. Aí ele falou. Então, a partir de hoje. Eu vou chamar André Luiz. Olha. Aí ele passou a chamar André Luiz. Então. Ele achou. Nesse contato de conhecer o Chico. Vamos falar assim. Amanhã eu volto e começo a escrever o livro. Aí Emmanuel disse. Não, não é assim. Aí o que aconteceu?

O companheiro André Luiz. Passou 700 dias. Como se diz. Almoçando, jantando e dormindo com o Chico. Meu Deus. Para criar uma afinidade. Naturalmente. Para escrever o livro. Nosso Lar. Não é tão fácil. A gente acha que é fácil. Não é, Samuel? Como parece. Encontrar médiuns. Médiuns mesmo. Aqui é muito difícil. Eu ganhei um romance. E eu li. O início do romance. A apresentação. E o espírito contando. Que ele demorou dois anos. Visitando o centro espírita. Para encontrar um médium. Ou uma médium. Que tivesse condições.

Para ele escrever. O romance dele. Para ver que não é fácil. Manter essa. Essa sintonia. Entre as duas pessoas. Entendeu? Daí. Desse conhecimento. Que nós tivemos com o Chico Xavier. Tem aqui que o Moisés. Colocou o primeiro livro. Espírita. Foi o nosso lar que o André. Me deu. Eu já era casado. De pouco. E eu. Abri o livro. E li até o capítulo 7. E virei para mim. Mesmo em disco. Está todo mundo louco. Falando que espírito aqui. Dorme. Come. O que é isso? Espírito comer? Espírito dormir? Eu não tinha a mínima noção.

Aí abri o meu criado. E joguei o livro lá. Como se diz. Para mim acabou. Falar comigo. Que o espírito dorme. O espírito toma banho. O espírito come. O espírito trabalha. Para mim. A alma morreu. Ia para o inferno. Para o purgatório. E acabou. Seu Manuel. Como é que o Chico. Te chamava carinhosamente? A mim? É. Manuelzinho. Me apelidou. E quando eu atrevia. Fazer alguma. De perguntas a ele. Eu não tinha coragem. De fazer. Ele. Era quando estava. Ele e esses dois companheiros. Que não faltava. Era meu cunhado e mais um companheiro.

Companheirão. E o. Fugiu agora. O companheiro dele de psicografia. Quem foi? O Valdo? Valdo Vieira. E o Valdo Vieira. E o Valdo Vieira. Então eu fazia perguntas a ele. Por exemplo. Eu perguntei a ele sobre o sonho. Eu tinha tido um sonho com ele. E o Valdo Vieira. E o sonho foi interessante. Aí eu perguntei ao Chico. E o Chico falou. Ô Valdo. O Manuelzinho tem um sonho para te contar. E explicar a ele sobre o sonho. Aí eu fui perto. Nós estávamos na casa do Chico. E fui lá e contei o Valdo. Mas não contei o sonho. O Valdo Vieira.

Me explicou o que era o sonho. Aí ele disse assim. Manoel. Você tem seis sonhos. Noventa sonhos. É por questões físicas. O organismo te influencia. Não entendi bem. Vinte. É de coisas. Do curriqueiro. Do dia a dia. E dez por cento é espiritual. Então eu queria. Contar a ele que o meu. Era espiritual. Que eu tive com ele. Então qual foi o sonho? Eu sonhei que eu cheguei assim. Parecendo um interior. E veio um senhor. Com uma enxada nas costas. E eu perguntei a ele. Meu senhor. Você poderia me falar. Onde está o Chico Xavier e o Valdo Vieira?

Aí ele falou. Você está vendo esse caminho aqui? Aquela luzinha acesa lá em cima? Ali. É onde está o Chico Xavier. Agora o Valdo Vieira. Está naquela segunda casa ali. Aí quando eu olhei para a segunda casa. Ele estava em um alpendre. Em uma cadeira. Estribuchando com o espírito maligno. Olha que sonho. Nossa. No final das contas. Não vamos aqui julgar. Mas. Aconteceu. Ele estava o que? Estribuchando com o espírito maligno. Com o espírito obsessor. Ah. O espírito obsessor. Tinha tomado. Ele. E ele estava lá. Se debatendo na cadeira.

Com o espírito obsessor. Então. E. Aí eu passei a ser. Mais amigo. Não vou falar isso amigo. Não. Do Valdo Vieira do que do Chico. Porque o Chico sempre. Muitas pessoas. Querendo. Falar com ele. Perguntar. E o Valdo não tinha. Aí eu preferia o Valdo. Fazer pergunta. Porque na época. Falaram que ele era. Um dos homens mais cultos. Do Brasil. O senhor disse que o Chico. Aconselhou o senhor. Fazer um curso de expositor. Com quem você fez esse curso? Expositor? Lá na União? Não. Não foi o Chico não. Que me falou não. Foi minha irmã que falou.

Sua irmã. Que me incentivou. E eu fui na União Espírita Mineira. Fazer o curso. E quem deu o curso lá. Foi o Sobral. O Sobral. E ele. Então pediu. Quando eu já estava. Adiantado o curso. Ele pediu para cada um de nós. Fazer um. Estudo pequeno. E levar. Aí eu chamei minha irmã. E a outra. E assentamos. Aqui em casa mesmo. Onde nós estamos aqui agora. No barracão do fundo. E preparamos. E elas fizeram para mim. Um roteiro. Uma exposição. E eu levei. Na União. E o Sobral. Gostou muito. Da exposição que fizemos. Porque ele não esperava.

Não esperava. Aí me perguntou. Você participa de centro espírita? Falei não. Eu não conheço centro espírita não. Um grupo. É médio. Eu posso conhecer? Falei pode. Quando cheguei aqui. Falei com as minhas duas irmãs. Que o meu professor vinha conhecer o quartinho aqui. E elas queriam me bater. De vergonha. Aí o Sobral veio. E fizemos uma amizade. Fizemos uma amizade. O Sobral então. Me apresentou. Na União Espírita Mineira. E falou com o Peralva e a Dona Enem. O seguinte. Na questão de honestidade. Minha. Ele assinava embaixo.

Me apresentando. Olha. Era conhecida há pouco tempo. Aí ingressei. No Cerrado da União Espírita Mineira. Seu Manuel. Eu vou te contar que. O senhor é um dos responsáveis. Por eu me manter na doutrina espírita. Porque na minha juventude. Eu estava na Mocidade. O Precursor lá na União Espírita Mineira. E foi vendo seus causos. Numa palestra. Que eu falei nossa que bacana. Esse negócio de espiritismo. O companheiro aí falou. Na Mocidade. O Precursor. Nós às vezes falávamos lá. Para eles no sábado. Foi nesse quartinho aí.

Que nasceu o Grupo Hermano. Conta pra gente essa história do Grupo Hermano. O quartinho. O quartinho. Tanto é que. Eu recebia até ajuda. Pra fazer o quartinho. Escuta que interessante. Esse colega. Que ia muito. Conosco. Em Pelepobo. O senhor Márcio Rodrigues. Claudomiro Márcio Rodrigues. Me ajudou. Financeiramente para construir o quartinho. E eu pagava. O pedreiro e o ajudante. No fim de semana. Quando foi uma semana. O pedreiro. E o ajudante falou comigo. Nós também queremos cooperar. Só diminui um dia. E aí na semana.

Veja bem. Para nós construirmos aqui. O quartinho. Aí o que aconteceu. O Grupo Hermano. Não conhecia. Eu não conhecia. Ele veio de outro lugar. E eles perderam lá o lugar. Porque venderam lá. E eles ficaram sem lugar. De reunir. Aí veio para o grupo. Irmão Federico. O nosso grupo. Aqui para o quartinho. E ficou aqui de 6 para 7 anos. E tinha um companheiro. Tinha um companheiro. Que tinha um plantio de Orquídea. De Orquídea. E falou. Eu eliminei. Acabei com a plantação de Orquídea. E vou construir um quarto lá. E levar o Grupo Hermano para lá.

E levou. Afinal de contas. Ficaram perto do Grupo Hermano. E o companheiro. Gente. Não posso esquecer o nome dele. Walter Borges. Sim. Walter Borges. Descobriu um barracão na rua Perdões. 211. E ele então comprou o barracão. E doou para o Grupo Hermano. E aí. Desmancharam alguma coisa lá. E fizeram lá um salãozinho. Um salãozinho. Para o Grupo Hermano. E o Grupo Hermano partiu. Aí ficou lá até hoje. Por Perdões. Nessa época, quem que frequentava o Grupo Hermano, Sr. Manuel? Era o Mário Sampaio? A Família Abreu? A Família Abreu.

Quem participava era pouca gente. Era o Oswaldo. O Honório e o Lúcio de Abreu. O Lúcio era menos. O Lúcio depois criou o centro ali Maria Nazaré. E passou para lá. Que tem até hoje o Mário Nazaré. Quem dirigia o Grupo Hermano era o Honório e o Oswaldo. Engraçado que o Sobral nunca participou de diretoria nenhuma. Oh! Nunca aceitou o cargo de diretoria. Nem na União e nem no Grupo Hermano. Fazia tudo, mas sem ser presidente. Tinha uma reunião de 10 obsessões lá, que tem até hoje. Eu participei lá há 18 anos. Nessa reunião de 10 obsessões.

Mas não conseguindo me desobsidiar. Não encontraram obsessor. E o Sobral nunca aceitou dirigir a reunião. Era o Oswaldo e o Lúcio. Depois o Lúcio saiu da reunião. E o Sobral Senhor Mário, eu queria saber as orientações que o Chico dava para o senhor de como conduzir os trabalhos na Casa Espírita. Ah! Ah, meu filho! Isso, como conduzir na Casa Espírita. Não convém nem nós falar muito não, viu? Não convém falar muito não, porque eu Toda vida vi coisas lá que não estavam dentro do nosso projeto não. Até hoje. Estavam dentro do nosso projeto não.

Principalmente reuniões mediúnicas. Problemáticas. No Centro Espírita. Então o Chico não interferia muito nisso não. Mas orientava. E aí nós levamos vantagem também com os livros. Os livros principalmente de Emmanuel. Porque você calcula que se não fosse eu falo isto e eu falo no Centro Espírita. Falava que agora eu parei mesmo de palestra. Eu falava que eu sentia muito. Porque eu não conhecia o Centro Espírita em Belo Horizonte que tivesse reunião de estudar o Evangelho. E eu não conheci. Porque o Centro Espírita que eu conheci primeiramente foi o Oriente.

Foi o primeiro Centro Espírita que eu participei. Fazendo tudo, começando. Não comecei lá, mas foi o primeiro que eu conheci. Então o que eu toda vida lamentei que se não fosse o Chico o Evangelho não existiria. Não existiria. Porque São Paulo do tamanho que é desde que eu acompanho alguma coisa de São Paulo, eu só conheci lá, não pessoalmente uma senhora que estudava o Evangelho. Hoje ela está na Federação Espírita Brasileira. Terezinha de Oliveira. Ah, Terezinha. Ela desencarnou, São Manuel. Desencarnou? Desencarnou.

Terezinha de Oliveira. A única… Tanto é que São Paulo inventou uma vez uma situação lá querendo eliminar o Evangelho segundo o Espiritismo. Tirar da doutrina espírita. Porque tinha muitos padres nele que não tinha nada a ver com a doutrina. Ora, veja bem, era a única fonte que tinha o Evangelho. Estudava o Evangelho. O Evangelho segundo o Espiritismo, baseado em passagens, 27 capítulos baseado no Novo Testamento. Então o Evangelho era só o grupo humano. Outro centro espírita eu não conheci que fazia estudos evangélicos.

Era pioneiro mesmo, não é, São Manuel? Sim. O Emmanuel era pioneiro mesmo. É, eu acho que foi, né? Eu acho que ele foi pioneiro nessa área, né? Agora, eu parece que eu já trouxe esse interesse do Evangelho desde outra reencarnação. Ah, sim. Porque quando eu tive contato com o Evangelho, o Novo Testamento, por exemplo, eu já, parece que eu já era familiar, sabe? Pra mim, já tinha algumas passagens que eu me assimilava, né? Porque, aí, quando eu fiz o curso de Expositor, eu falei com Sobral. Sobral, que fica muito amigo, né?

Eu quero que você vai pra casa e pensa que eu levava ele em casa de caminhonete, de carro, né? Na reunião. Se eu posso ser Expositor, porque eu sou analfabeto. Aí, depois o meu gênio me corrigiu. Falou comigo, São Manuel, você não é analfabeto, você é simi. Aí, eu perguntei ele, por quê? Por quê? Lá de Pernambuco. Ele é meu gênio. Então, é porque o senhor sabe ler e escrever. Então, o senhor não é analfabeto. É semi-analfabeto. Aí, eu perguntei o Sobral se eu poderia ser Expositor analfabeto. Aí, ele foi pra casa e pensou lá.

Aí, ele falou comigo, se você assumiu o compromisso de duas coisas, você pode ser. A primeira é estudar. Sem parar. Estudar a doutrina espírita. E ter boa vontade e tal. Aí, eu falei, não, isso… Primeiro, ele me perguntou, você gosta de expor? Porque fazer o que você não gosta, é mais difícil. Duas coisas, só que você precisa. Se você gosta, é estudar para você expor a doutrina. Ser Expositor. Aí, eu falei com ele, então, Sobral, você me ajuda. Era eu e o Luizão. Desencarnou agora, recentemente. Era analfabeto também.

Nós pedimos ao Sobral pra nos corrigir durante as palestras, sabe? Aí, nós vamos fazer uma palestra em Itaúna. Eu fiz uma palestra em Itaúna. No caminho, eu perguntei a ele, se tinha alguma coisa pra anotar. Aí, ele virou pra mim, você hoje cometeu o erro mais grave do português. Falei, ô meu Deus do céu, será o que eu fiz? Será o que eu falei? Aí, ele falou, você trocou o sexo da palavra. Aí, eu falei, ô Sobral, que isso? Eu sei lá se palavra tem sexo. Você falou uma telefonema. Você tinha dado uma telefonema. Então, você trocou o sexo da palavra.

É um telefonema. Isso é o mais grave. Então, vocês calculam que é coisa é coisa inédita. A gente analfabeto e ser um expositor de doutrina, falar no meio de toda categoria de pessoas, não é isso? É uma coisa muito difícil. Essa manualidade. Sim. Como é que era estudar lá com seu Honório, Leão, Sobral, Oswaldo? Como é que era essa turminha, esse grupinho de estudo, esse NEP? Bom, não reunia essas pessoas para estudar, não. Lá, o Grupo Emmanuel construiu aquele salão que o Walter Borges foi novamente incentivador e tal.

Abriu o salão e tinha as reuniões de terça-feira. Tinha e tem até hoje. Até hoje, a reunião terça-feira não parou. E uma reunião, criaram uma reunião na sexta-feira para estudar a mediunidade. Estudar a cursa de mediunidade. Tem ela até hoje. Oswaldo que abriu é que dirigia ela. Depois passou para o Álvaro de Castro. Hoje não sei se ele está lá ainda nessa reunião de sexta-feira no Grupo Emmanuel. Mas não reuníamos, assim, pessoas para estudar, não. E tínhamos a reunião de desobsessão na quinta-feira. Que tinha bate-papo e tal.

Antes da reunião um pouquinho e depois da reunião. Era só isso. Mas não reunia os irmãos, Oswaldo, né? Cada um no seu campo. Ah, sim. O Oswaldo, ele abriu. E o Lúcio participou muito pouco lá. Na minha época, né? Participou muito pouco no Grupo Emmanuel. Mas lá não abria mão do Evangelho. Não é isso? Vocês têm conhecimento até hoje. Apesar de que com a desencarnação, o Leão também não participava, não. O Leão era do Grupo Emmanuel, mas não participava, não. Ele participou muito mais aqui do abrigo de Jesus do que do Grupo propriamente o Grupo Emmanuel.

. José Manuel, o que foi que o Grupo Emmanuel chegou a conhecer o Chico? . Você não devia fazer essa pergunta pra mim, não, viu? Sabe por quê? Eu não concordei, não concordo com isso até hoje. Não concordo. Nenhuma pessoa do Grupo Emmanuel não… Eu estou falando? Os dirigentes, né? Conheceu o Chico Cabelo. Sobral não conheceu. O Adorno não conheceu. O Oswaldo não conheceu. Nenhum conheceu o Chico. Porque eu participava do Chico durante dez anos, desde que ele me tratou, até em 59, né? Dezembro de 59, que ele foi embora para Uberaba, e que a nossa ida lá ficou mais difícil, não só financeiramente, como tempo também, né?

Sim. Diminuiu muito a ida nossa, que nós éramos três companheiros separados, eu, meu cunhado e o senhor, né? Nenhum conheceu o Chico. Agora, teve um dia que eu questionei a título, assim, de brincadeira, não era uma censura, por que que deram o nome do Grupo Emmanuel? Sendo que o Emmanuel era o guia do Chico. Não era lógico deles terem um contato? Sim. Eu não encontrava, não encontrei ninguém de Belo Horizonte no período que eu ia lá. Os únicos que iam de vez em quando eram o Peralva e a Dona Enem. Ah, sim. O Peralva era secretário, ele nunca aceitou também o cargo lá de presidente, vice-presidente, nada, né?

E a Dona Enem. Agora, vocês têm mais ou menos uma ideia de quem era o Peralva? Eu ouvi, assim, algumas vezes, mas não tem, seu Manu. O Chico falou, o Geraldo Lemos é que citou isso lá no enterro do Peralva, né? No sepultamento do Peralva. Que o Chico tinha dito, depois descobrimos até em livro, que o Peralva era um anjo reencarnado. Depois que o Peralva morreu, o filho dele, que era até muito meu amigo, ele e a Alcione fizeram uma pesquisa da vida do Peralva. Você precisa conhecer, se não conhece esse livro, saber quem era o Peralva.

O Peralva era uma sumidade intelectual, e nunca apareceu, né? Não parecia. Era muito humilde. Pouca conversa, né? Pouca conversa. Eu tive a felicidade, porque eu levava ele pra casa, né? Eu participava da reunião sexta-feira, e ele e a Dona Enem participavam, e eu deixava a Dona Enem em casa e levava o Peralva. E nesse intervalo eu tinha oportunidade de conversar com ele e liberava mais, né? Mas no público não exibia conhecimento nenhum, né? Que ele tinha… Depois é que escreveram o livro. Fizeram um apanhado, e eu não sabia que ele ajudou, escreveu com o reformador, ele escrevia o reformador, palestra lá, aqui no Estado de Minas, né?

O jornal Estado de Minas escrevia mensagem e eu não sabia. Uma sumidade na área intelectual. São causas do movimento Espírita Mineiro, né? O Emmanuel fala no livro, no Consolador, ele fala que Espiritismo sem Evangelho tem possibilidade de modificar ou desaparecer. Quando eu perguntei sobre as orientações que o Chico dava sobre como dar seguimento, né, na Casa Espírita, é porque eu me lembro de uma palestra que eu ouvi do senhor, o senhor falando que o Chico falava que quando o senhor saía lá dos encontros, que ele falava com o senhor que era Casa Espírita, era água fluidificada, Evangelho e o Livro dos Espíritos, não é isso?

Não, o Chico é o prece, agora lembrei, é prece, água fluidificada e o passe magnético. As três coisas que o Centro Espírita deve realizar. O resto é nós que inventamos, né, o Chico falando. E eu então baseei nisso. E aí, senhor Emmanuel, o culto aí na Casa do Senhor nasceu quando? Ah, esse culto nasceu, parece que nem espírito eu era, né, antigo, e a minha esposa tinha uma avó, mas então a avó dela era evangélica e não abria a mão de culto de Evangelho. Aí me incentivou, né, se eu não queria abrir o culto do Evangelho, eu falei, vai abrir o culto do Evangelho, o que que é e tal.

Aí ela foi morar lá em casa, ficou um período lá em casa, uns 30 dias conosco, né, nós morávamos num barracão no fundo lá, no beco do galo. Bom, mas então, aí lá, ela então comandou o culto do Evangelho para nós, né, e eu não parei. Eu estive fazendo o cálculo aqui, só que o nosso culto aqui tem 38 com 20, 58 anos. Só aqui, né, porque eu vim de lá, já trouxe o culto aqui em casa, né, já abrimos o culto. Então, não paramos, não paramos, desde que e a minha esposa, agora você vai morrer de rir o seguinte, a minha esposa jovem, estudante no Isabela Hendrix, não sei, mais ou menos, estudava lá e ela que trouxe o Evangelho de lá, quando nós casamos, eu contei, né, que eu peguei o Evangelho e parecia que eu já conhecia qualquer coisa do Evangelho.

Agora, ela estudante, filha de boa família, jovem, bonita, namorar um magrelo, feio, não tem lógica. Aí eu conto isso pra provar a programação no mundo espiritual, porque se não tivesse essa programação, ela nem olhava pra minha cara. Isso acontece com o Tiago também? Com certeza! Isso acontece com o Tiago também? Comigo não, que eu sou lindo, né? Com certeza! Tá certo! Se a lindeza souber disso… … … … … … Nós estamos caminhando já pra… A gente vai ter que fazer um outro podcast, não é? Um vídeo que vocês quiserem.

É como diz a dona Laura para o André Luiz. Falar o fundo dele, que sabemos, é sempre fácil. E outra coisa, eu contei dela do livro Nosso Lar. E ele perguntando sobre os bônus horas, aí ela falou que tinha trabalho lá e ganhava até 3 bônus por hora. Aí o André perguntou, e aquele que usa de muito amor no trabalho, quantos bônus ganha? Aí ela respondeu, André, quem entende de amor é só Deus. Nós nem sabemos o que é amor. O Wagner me convidou pra fazer um estudo lá um dia sobre o amor. Aí, falando lá do amor, eu falei que o amor espiritual nós não conhecemos ainda, por enquanto.

Aí uma moça perguntou, e o amor nosso aqui? Aí a outra pediu a palavra, né? Aí falou, eu sei, o nosso amor é do Paraguai. Prazer bom, Sr. Manoel. Vamos fechar então, Sr. Manoel. Conta pra gente quais são os planejamentos futuros do Sr. Manoel Alves. Do futuro? Quando eu estiver lá, eu conto vocês. Vamos esperar. Eu conto vocês, se possível. Tá anotado. Né? Tá comigo? Sr. Manoel, eu pedi pro senhor fazer uma prece pra gente encerrar esse bate-papo aqui. Como o senhor faz no culto na casa do senhor? Pai amado, Pai querido, Senhor e Mestre Jesus, Espíritos, amigos que nos acompanha diariamente, principalmente eu, particularmente, o meu anjo de guarda, muito obrigado.

Que Deus continue te abençoando para que você possa continuar me tolerando e me ajudando. Estou agradecendo a Deus por essa oportunidade que esses companheiros nos deu nesta manhã. Que para repetir coisas maravilhosas que aconteceram em nossa vida e que algumas delas, alguns exemplos de nossos companheiros, conselhos, principalmente daqueles que interessavam muito pela nossa felicidade, como continuam ainda desejando felicidade para nós, que nós possamos continuar merecendo. Sabemos que em nosso mapa ainda não tem esses méritos bastante, mas pedimos a misericórdia divina que nos acompanhe e que nos ajude.

É como diz Emmanuel naquela mensagem maravilhosa do Seara dos Médiuns, capítulo 2, cartão de visita, que ele começa dizendo que desejando sente, sentindo pensa, pensando fala, falando faz, fazendo reflete. E então nós, todo dia, toda hora, que nós pensarmos alguma coisa, devemos desejar só o bem para poder desencadear essa situação maravilhosa para nós. E para esses jovens que nos entrevistaram aqui nesta manhã, eu peço a Deus a paz e a felicidade e agonia para eles, que assim seja graças a Deus. O planeta terreno lhe apresentava em um mar aquelas mesmas veredas escuras cheias da lama da invernidade e do orgulho das criaturas humanas.

Embalde seus olhos compassivos, procuraram ninho doce do céu evangelho, em vão procurou senhores remanescentes da obra de um de seus últimos enviados. A face do orbe terrestre, no coração da ombria haviam-se saldos cânticos de amor e de fraternidade cristã. De Francisco, de Assis, haviam ficado as tradições de carinho e de bondade. Os pecados do mundo como novos lobos de gúbio haviam descido outra vez das selvas misteriosas, das iniquidades humanas, roubando as criaturas a paz e aniquilando-lhes a vida. Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Música Acesse www.portalser.org e conheça nossos projetos.

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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Respostas

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  1. Seu Manuel! Que gratidão ouvi-lo novamente! Durante meus anos de faculdade em BH eu fiz quase 5 anos de estudo com seu Manuel as terças a noite na União Espírita Mineira. Muito obrigado! Forte abraço

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