#084 – Estudo do Velho Testamento – Livro Gênesis

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Neste episódio, Haroldo Dutra Dias dá continuidade ao estudo do Livro Gênesis do Velho Testamento à luz da Doutrina Espírita, focando na simbologia da Arca de Noé. Com o auxílio da obra “No Mundo Maior”, de André Luiz (psicografada por Chico Xavier), especialmente o capítulo “A Casa Mental”, o estudo aprofunda a compreensão dos “andares” da Arca como representações dos compartimentos cerebrais que abrigam passado, presente e futuro.

O que é estudado neste episódio

  • Revisão do primeiro andar da Arca: Retoma a discussão sobre o primeiro andar, que simboliza o cérebro reptiliano e as experiências do reino animal, como instintos de conservação, sobrevivência e reprodução. É enfatizado que as paixões e instintos não são destruídos, mas canalizados e controlados pela vontade do espírito evoluído.
  • O segundo andar da Arca: Este andar, onde estão Noé, sua esposa e seus três filhos com suas esposas, representa o presente e as possibilidades atuais da evolução. É o campo de operação onde o passado e o futuro se encontram.
  • A influência do passado no presente: Aborda como o passado, através da lei de causa e efeito, transborda para o presente, gerando situações de reparação e reconstrução. A importância de sanear o passado sem repeti-lo e sem desestruturar a integridade psíquica é destacada.
  • A influência do futuro no presente: Explora como os potenciais de crescimento, intuições e inspirações dos gênios tutelares também deságuam no presente, moldando as oportunidades atuais.
  • A importância da concretização no presente: Enfatiza que a evolução espiritual se constrói na concretização do mínimo e na operação no campo de trabalho atual, e não apenas em grandes sonhos ou projetos. A parábola dos talentos é usada para ilustrar a importância de multiplicar os recursos que se tem.
  • A Arca fechada por fora: A passagem bíblica onde Deus fecha a Arca por fora é interpretada como a providência divina coordenando elementos fora do nosso controle, como circunstâncias e relações que surgem ou se vão. A necessidade de sensibilidade para perceber os recursos e relações disponíveis no presente é ressaltada.
  • O perigo do ativismo excessivo: Alerta sobre o risco de o presente se tornar uma fuga, onde a atividade constante (ativismo) impede a reflexão, o reabastecimento de energias e o propósito. A diferença entre trabalho e simples movimentação é abordada, citando Emmanuel.
  • A necessidade de equilíbrio: Conclui que a consciência precisa se movimentar dinamicamente entre os “andares” da Arca, buscando equilíbrio entre o passado, o presente e o futuro para manter a estabilidade espiritual.

Reflexões

  • A evolução espiritual não se dá por grandes feitos imaginários, mas pela concretização e multiplicação dos recursos que temos no presente, por menores que sejam.
  • O presente é o ponto de encontro entre as consequências do passado e as potencialidades do futuro, exigindo de nós a capacidade de sanear, construir e reabastecer nossas energias espirituais.
  • A providência divina atua em nossa vida, coordenando eventos e situações que estão além do nosso controle, e é preciso sensibilidade para reconhecer os recursos e oportunidades que nos são apresentados no agora.

Ler transcrição do episódio

A Luz da Doutrina Espírita Olá, amigos! Estamos de volta para mais um episódio do nosso estudo do Livro Gênesis do Velho Testamento A Luz da Doutrina Espírita Nós estamos estudando a Arca de Noé com o auxílio da obra No Mundo Maior em especial o capítulo A Casa Mental no qual Calderaro como já explicamos define passado, presente e futuro como três compartimentos do nosso cérebro esse instrumento através do qual a mente espiritual se manifesta no plano material Nós já comentamos aqui o primeiro andar da Arca comentamos o livro O Cérebro Triunfo a contribuição desses amigos médicos no esclarecimento dos aspectos mais técnicos desse capítulo do livro No Mundo Maior falamos desse primeiro cérebro que guarda as nossas experiências no reino animal os nossos instintos todos aqueles impulsos psíquicos que guardam uma relação com a vida no plano material impulsos cuja função primordial é manter a forma física que servirá de instrumento para o aprimoramento do espírito dentre esses instintos o instinto de conservação de sobrevivência de reprodução etc.

Simbolizados aí nesses casais de animais que foram colocados para dentro da Arca mantendo então por serem casais de animais a sua função criativa reprodutiva mostrando que essas forças psíquicas são forças dinâmicas que continuam operando no psiquismo humano na mente espiritual mesmo ela atingindo altos patamares evolutivos porque como aprendemos no livro dos Espíritos as paixões não são destruídas os instintos não são destruídos eles são canalizados são controlados são colocados a serviço de uma vontade poderosa quando o espírito atinge as culminâncias espirituais através da sua vontade poderosa ele subordina e coloca a seu serviço a serviço da sua consciência iluminada todas essas experiências do passado nos reinos inferiores da sua evolução portanto esses instintos não são destruídos o que ocorre que na fase de espírito imperfeito quando a consciência ainda não possui essa vontade soberana e autônoma ela muitas vezes se deixa escravizar por esses instintos se deixa escravizar por essas paixões e esses sentimentos, esses instintos essas forças psíquicas a dominam não é ela que tem o controle mas essas forças que determinam no reino individual do seu espírito hoje nós vamos falar do segundo andar que é o andar onde está Noé, sua esposa e seus três filhos Sem, Cão e Jafé com as suas respectivas esposas os pares os casais aí demonstrando a vitalidade a força ativa dessas energias psíquicas mas agora no segundo andar lembrando a lição de Calderaro no livro Num Mundo Maior nós estamos no presente estamos naquela parte do cérebro que diz respeito ao momento presente as possibilidades atuais da nossa evolução e aqui cabem dois comentários primeiro todo o nosso presente é uma espécie de escoador em que o passado e o futuro derramam suas forças a nossa situação presente ela sofre o transbordamento daqueles elementos do passado que vem lá do pretérito remoto e nos alcança no dia de hoje em virtude da lei soberana de causa e efeito que é uma lei que estabelece responsabilidade para as consciências em evolução uma vez atingido o livre-arbítrio uma vez atingida a autodeterminação o Espírito é responsável pelo plantio, ele é responsável por suas escolhas e ele é responsável por aquilo que ele constrói pelas decisões que ele toma, pelas ações que ele concretiza por aquilo que ele destrói e por aquilo que ele constrói pelo que ele fere pelo que ele cura essa lei de responsabilidade determina que o autor da desarmonia seja o responsável pela harmonização o autor do mal seja o responsável por canalizar o bem e aquele que desintegrou seja o responsável pela reintegração pela reconstrução é assim que o passado volta e atinge o presente isso está muito bem explicado de uma maneira muito sábia, muito serena por Allan Kardec no Evangelho segundo o Espiritismo quando trata das causas anteriores das aflições é que há situações vividas por nós que ocorrem não por uma ação direta praticada no presente, às vezes a pessoa agiu com toda prudência, utilizando todos os recursos de bondade, de sabedoria de previdência que ela tinha no momento e, mesmo assim, dá tudo errado mesmo assim, ela é tomada por um conjunto de circunstâncias que representam esse dilúvio que representam esses 40 dias de chuva caindo e de destruição completa é a lei de destruição operando para reconstruir no futuro.

Quando isso ocorre, nós estamos diante das causas anteriores das aflições, aqueles elementos que fogem ao nosso controle porque eles são frutos de escolhas, de decisões e de ações praticadas no pretérito mas o pretérito continua vivo, principalmente em nós isso é que é importante o pretérito grava energias forças vivas no nosso próprio psiquismo e essas forças operam como se fossem ímãs esses ímãs geram energias que vão atrair, que vão construir situações de reparação reparação reconstrução esse é um elemento que nós não podemos considerar sob pena de nós caminharmos de maneira ingênua caminharmos com uma visão distorcida da vida acreditando que a vida é apenas um tapete de rodas não, os espinhos do passado voltam ao nosso encontro e é preciso, então, muita fé, muita coragem muita resistência resiliência fortaleza interior para que a gente consiga sanear o passado, sem repeti-lo e sem desestruturar nossa integridade psíquica então, essa força do passado deságua no presente mas não só isso o futuro também aquelas energias que representam os potenciais de crescimento de engrandecimento do nosso espírito as intuições aqueles valores que nós ainda vamos atingir as inspirações daqueles gênios tutelares que velam pelo nosso destino também deságuam no presente de modo que o presente é esse encontro das águas das águas do passado e das águas do futuro nesse sentido é importante sobretudo nós espíritas que detemos uma larga soma de conhecimentos é importante a gente considerar que mais vale um projeto concretizado que mil sonhados nós precisamos aprimorar a nossa capacidade de concretizar a realidade não basta uma imaginação potente não basta uma intuição poderosa não basta uma conexão espiritual porque porque isso por si só não garante felicidade não garante estabilidade espiritual isso são elementos que canalizam forças para que a gente possa concretizar mas se eu não concretizo no presente se eu não opero na faixa que a providência divina me colocou naquele campo de trabalho em que eu estou situado eu não construo estabilidade espiritual é aqui que muitos de nós se perdem se perde porque ficamos imaginando situações de fama de destaque situações grandiosas porque essas situações grandiosas elas provocam admiração nas pessoas e como nós temos uma carência profunda de aceitação e de admiração a gente acredita que com grandes coisas nós vamos construir evolução espiritual e não é assim nós construimos evolução espiritual concretizando o mínimo operando no mínimo para que a gente receba mais é a parábola dos talentos um recebeu dez, recebeu cinco, recebeu um não é a quantidade de talento que você recebe, é a capacidade que você tem de multiplicar o talento que você recebeu então muitos vem com compromisso na família e abandonam o compromisso na família para assumir uma atividade que é secundária e aquele compromisso na família que é prioritário que ele deveria abraçar com toda força, com toda dedicação para sanear o passado e construir estabilidade futura ele abandona em busca de devaneios em busca de projetos grandiosos e acaba desestabilizando a sua evolução espiritual por que?

Porque a lei de justiça é soberana e ela opera em todos os destinos sem exceção opera em todos os destinos então nós precisamos ficar muito atento a isso muito atento nós temos na verdade o presente o presente o momento presente o tempo presente os recursos presentes ou os recursos do presente são o que nós possuímos para operar essa é uma grande realidade esse é um grande fato às vezes difícil de aceitar que nós temos uma resistência em aceitar o presente porque estamos sempre planejando, sonhando com algo ou Vivendo no passado lamentando o que se foi o que a lei de destruição levou pessoas que se foram situações que acabaram ciclos que fecharam emocionalmente nós ficamos vinculados a situações passadas que já se foram e que não vão voltar não vão voltar porque é da lei de renovação a alteração dos cenários da nossa existência tudo está em permanente alteração então é curioso porque a maioria de nós ou vive vinculado ao passado porque não consegue esquecer não consegue desapegar-se do que se foi ou vivemos num futuro imaginário cultivando milhões de projetos milhões de sonhos milhões de ideais que não vão se concretizar e o presente que é o campo de operação fica vazio fica vazio há uma grande lição aqui de Noé com a família entrando no segundo andar da arca é que quem dirige a arca quem vai operar a arca é o segundo andar então o que vai definir o nosso futuro espiritual o que vai definir os momentos que virão é o que nós estamos realizando agora agora com o que temos agora com os recursos que estão na nossa mão agora e É preciso muita concentração para que a gente não perca as possibilidades do presente muita concentração então esse é um aspecto que a gente precisa considerar precisa considerar há uma condução divina e aqui a gente percebe que no capítulo 6 a arca é fechada por fora foi Deus que fechou a arca por fora não foi Noé que fechou a porta ela foi fechada por fora foi lacrada por fora esse é um símbolo profundo que evoca a providência divina operando na nossa existência a providência divina coordenando certos elementos que estão fora do nosso controle então existem circunstâncias que ocorrem independentemente da nossa vontade existem pessoas que surgem ou pessoas que vão independentemente da nossa vontade e é preciso entender que isso é a arca sendo fechada por fora portanto é preciso muita sensibilidade muita atenção para a gente olhar para o lado e perceber o que eu tenho agora o que eu tenho agora quais são os relacionamentos quais são as relações que eu tenho hoje quem está do meu lado o que eu posso fazer o que eu preciso fazer com quem eu tenho que me harmonizar com quem eu tenho que me conciliar quem pode me ajudar com quem eu posso operar e pensar quais os recursos que eu tenho eu não tenho esse, não tenho aquilo mas o que eu tenho eu tenho isso, eu tenho esse recurso eu tenho esse o que eu posso fazer com o recurso que eu tenho hoje será que de fato eu estou agindo estou utilizando o recurso atual na sua máxima potencialidade será porque na parábola do talento aquele que recebeu um talento não usou nenhum talento, ele enterrou então que adianta dar dois para ele, ele não consegue usar um ele não consegue explorar nem cem por cento do potencial de um talento para que você vai dar dez para ele vai, ele vai desperdiçar por isso que a parábola termina aquele que é fiel no pouco é fiel no muito porque aquele que com os recursos presentes sabe extrair o máximo proveito ele pode receber mais recursos porque ele vai extrair o máximo proveito aí ele vai receber mais porque ele vai extrair o máximo proveito que não é a quantidade de recursos que você tem é a atitude que você tem perante os recursos essa é a grande diferença de um espírito que sabe usar o presente para sanear então, muitas pessoas ficam endeusando Chico uma idolatria quase infantil a pessoa do Chico e não percebem o trabalho árduo realizado pelo Chico Chico Xavier na sua encarnação então ele recebe uma doença dos olhos ele recebe uma angina ele recebe uma situação familiar delicada a mãe desencarnou uma primeira madrasta depois uma segunda uma quantidade de irmãos uma situação financeira altamente desafiadora várias questões ao longo da sua existência, várias dificuldades pessoas que abandonaram pessoas que traíram, pessoas que perseguiram pessoas que dificultaram muitas espíritas tudo isso, mas ele manteve-se firme utilizando os recursos do presente para construir um patamar de evolução espiritual que no final da existência do Chico a gente percebe que ele transformou uma encarnação em cem ele fez numa vida o que muitos de nós não fazem em vinte em trinta porque simplesmente tomou o que tem tomou os recursos do presente e usou na máxima potencialidade o que que tem aqui vale uma cena muito bonita do filme o náufrago é um filme que o ator principal é o Tom Hanks e é uma cena bonita porque ele fica numa ilha deserta e tentando de tudo, tentando de tudo tentando num desespero para para como é que fala perseguir a imaginação até que ele entra na serenidade e começa a olhar para a ilha o que que a ilha tem o que que ele tem e ai ele diz uma frase bonita no filme que é assim e então eu comecei a ver o que que o mar ia trazer todos os dias, o que que o mar ia trazer ai num dia o mar trazia uma madeira e ele juntava a madeira e num dia trazia outra coisa, daqui a pouco ele tinha condição de construir uma jangada daqui a pouco ele tinha condição de sair, como de fato ele saiu o que que o mar ia trazer as vezes a gente fica tão desesperado querendo resolver por conta própria que a gente menospreza aquele conta gota da providência divina que fica ali com conta gota em doses homeopáticas trazendo recursos para a gente em doses homeopáticas mas você não sabe recolher você não sabe reunir esses recursos no momento oportuno você não tem os elementos para mudar de nível para entrar numa nova circunstância numa nova situação é desafiador isso viver no presente ficar atento ao presente é desafiador é o maior desafio de um encarnado por isso que os orientais o budismo e também essas literaturas de autoajuda as vezes até sensacionalistas falam tanto nisso no estado de presença no prestar atenção no presente no ficar atento atento atenção ao que esta acontecendo ao que esta mudando atenção que é isso que acontece então esse é um elemento agora um outro elemento que esta também no livro no mundo maior é quando o presente as possibilidades presentes se transformam em uma fuga da consciência espiritual então a criatura começa a agir agir, agir, agir ela não para de fazer ela esta sempre ocupada ela esta sempre agindo é o caso que esta lá no livro no mundo maior o caso do espirito que esta sofrendo uma perseguição que esta adoecendo quase desencarnando essa foi a situação que ele adotou ele esqueceu o futuro as conexões com os altos destinos do seu espírito esqueceu o passado e vivia numa vida que não tem tempo não tem pausa então a criatura não consegue relaxar ela esta sempre fazendo alguma coisa porque ai a atividade vira um vício isso é importante porque o Emmanuel no livro pensamento e vida no capítulo intitulado trabalho ele diz assim trabalho não é simples movimentação porque movimentação por movimentação as trevas as regiões em dificuldade no mundo espiritual elas estão repletas de movimentação esta todo mundo movimentando mas é uma movimentação atormentada é uma movimentação sem propósito e esse é também um fenômeno dos tempos atuais as pessoas vão acumulando afazeres elas vão acumulando tarefas elas vão acumulando coisas porque elas não conseguem dizer não porque elas tem necessidade de se auto afirmar pela quantidade de coisas que elas fazem pela quantidade não pela qualidade é o número que conta o critério quantitativo é hoje tudo não importa se o que você está fazendo é de baixo padrão de qualidade o que importa é que você está fazendo muito porque nós vivemos em uma sociedade de produção em massa então as pessoas ficam correndo apavoradas fazendo um tanto de coisa e agindo desesperadas porque elas não tem tempo como diz aquela música lá do Paralâmbulo do Sucesso que diz assim não tenho tempo de ser e nada ter que fazer o espírito não tem tempo do repouso ele não se permite um tempo de reflexão um tempo de renovação das energias como se ele fosse o coordenador do universo como se o universo dependesse da sua ação para poder se estruturar e para poder se desenvolver quando na verdade nós somos singelos cooperadores cooperadores então esse é um outro elemento porque aí as energias espirituais se esgotam no ativismo no ativismo qual que é o problema disso o problema disso a gente pode usar aqui uma metáfora para simbolizar essa atitude é como um veículo que se desloca em uma grande velocidade a 100, 120 por hora mas que não para para abastecer então ele só se desloca só se movimenta o que vai acontecer em determinado momento matemático a gasolina acaba e aí ele para para porque porque ele não deixou ele não permitiu um momento de reflexão de parada para reabastecer reabastecer de ideal reabastecer de consolo afetivo consolo emocional reabastecer-se de energias espirituais para a batalha reabastecer-se de afeto de inspiração reabastecer-se de alegria de prazer como ele não consegue vai usando todos esses recursos o recurso acaba aí ele entra num estágio ou num estado de apatia então aqui ele estava muito acelerado de repente para e essa não é a proposta nós temos que estabelecer um padrão equilibrado de trabalho de movimentação um padrão que nos permita repor as energias que o descanso é uma lei da natureza então é ficar atento a isso porque embora o presente seja o responsável pela construção da estabilidade espiritual futura temos que admitir que nem tudo está nas nossas mãos nós fazemos a nossa parte mas Deus faz a dele nós cumprimos a nossa parcela mas os amigos espirituais aqueles que velam por nós que nos tutelam cumprem a deles, pelo menos é o que nós esperamos que eles cumpram a deles que eles realizem a parte que eles competem nós fazemos a nossa então aqui está esse segredo do segundo andar que nós temos que tomar muito cuidado para não nos afastarmos desse segundo andar e também para que a gente não se concentre demasiado nesse segundo andar então a gente percebe aqui que a consciência ela não pode estacionar ela tem que saber descer um andar onde estão os animais, voltar subir para o terceiro andar que nós vamos comentar no próximo episódio a consciência precisa se movimentar dinamicamente em equilíbrio para que a estabilidade da arca seja mantida mas esse é o assunto do próximo episódio nós aguardamos você até lá que é quando chega na primeira ordem os espíritos puros olha a primeira característica que Kardec escreve nenhuma influência da matéria olha que interessante então no espírito imperfeito a matéria é predominante

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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