#053 – Estudo do Velho Testamento – Livro Êxodo

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Neste episódio do estudo do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias nos conduz por uma exploração aprofundada do Livro do Êxodo, focando na riqueza simbólica do Tabernáculo e, em particular, do Candelabro (Menorá). O estudo ressalta a importância de uma interpretação não literal dos textos bíblicos, destacando a profundidade e a multiplicidade de significados presentes na tradição hebraica.

O que é estudado neste episódio

  • A interpretação simbólica da Bíblia Hebraica: Haroldo enfatiza que os textos foram escritos para serem simbólicos, e a interpretação literal perde a essência intencional. A pergunta correta não é “qual a interpretação?”, mas “quais as interpretações?”, dada a riqueza de significados (as “70 faces da Torá”).
  • O Tabernáculo e seus símbolos: O estudo aborda o significado do Lugar Santo, a mesa com os pães sem fermento, o incenso e o Candelabro. A oferta de sangue e fumaça é explicada como a ascensão do sopro da vida e da fumaça perfumada aos céus.
  • O Candelabro (Menorá) e suas múltiplas interpretações:
    • Êxodo 25:31-40: A descrição detalhada da construção do Candelabro de ouro puro, com seus sete braços e ornamentos em forma de flor de amêndoa, é analisada. Moisés viu um “modelo” que lhe foi mostrado sobre a montanha.
    • A relação com os dias da criação: Uma tradição rabínica (Ginsberg, “The Legends of Torah”) conecta cada dia da criação com um elemento do Tabernáculo, onde o Candelabro representa os luminares (sol, lua, estrelas) criados no quarto dia.
    • Os Espíritos luminares: O Candelabro simboliza os “Espíritos do Senhor, que são as virtudes dos céus”, descritos no prefácio de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” como “estrelas cadentes” que vêm iluminar os caminhos.
    • A amendoeira (Xaqued) e o verbo vigiar (Xoqued): A palavra hebraica para amendoeira (“Xaqued”) e para vigiar (“Xoqued”) possuem o mesmo radical. Essa conexão revela que os Espíritos luminares são os “vigilantes” e “cuidadores” da evolução espiritual.
    • Amor e Renúncia: A amêndoa doce (flor branca) simboliza o amor, enquanto a amêndoa amarga (flor rosa) representa a renúncia e o sacrifício. Os Espíritos luminares manifestam ambas as qualidades.
    • Jeremias 1:11-12: A visão de Jeremias de um “ramo de amendoeira” é interpretada por Deus como um símbolo de Sua vigilância sobre Sua palavra para realizá-la, conectando a amendoeira à Providência Divina.
    • Eclesiastes 12:1-7: Este trecho é analisado como uma descrição poética do processo de desencarnação, onde a “amendoeira em flor” simboliza a vida espiritual e o renascimento, florescendo no “inverno” da existência.
    • O “vaso que se quebra” e o “fio de prata”: A passagem é associada à libertação da mente espiritual no momento da desencarnação, com referências ao terceiro ventrículo do cérebro (o “poço de Jacó”) e ao cordão fluídico que liga o perispírito ao corpo físico.
    • Zacarias 4:1-14: A visão do Candelabro de ouro com duas oliveiras é apresentada, onde as oliveiras são interpretadas como “os dois ungidos”, ou “dois Cristos”, que estão de pé diante do Senhor de toda a terra, governando o planeta.

Reflexões

  • A profundidade da simbologia bíblica nos convida a ir além da leitura literal, buscando a essência espiritual e os múltiplos significados que enriquecem nossa compreensão da mensagem divina.
  • A figura da amendoeira, com sua dualidade de amor e renúncia, e sua capacidade de florescer no inverno, nos oferece uma poderosa metáfora da Providência Divina e da promessa de vida eterna, mesmo diante do processo de desencarnação.
  • A complexidade dos símbolos bíblicos, como o Candelabro e as oliveiras, revela a vastidão do conhecimento espiritual e a pequenez de nossa compreensão diante dos desígnios divinos, incentivando a humildade e a busca contínua.

Ler transcrição do episódio

Boa tarde! Olá, amigos! Boa tarde! Boa tarde, Leonora! Boa tarde, Júlio! Boa tarde, meus amigos! Todos bem? Tudo em paz, Leonora! Hoje é aniversário da Rosana, né? Aniversário da Rosana! Pois é! Dando os parabéns pra ela! Todo mundo mandando os parabéns! Nossa amiga, nossa trabalhadora da doutrina espírita em todos os aspectos, né? É, gente… E ela tá aqui na live? Ela tá aqui? Ah, eu não sei se hoje ela está, mas ela sempre entra. Sempre assiste conosco. Ah, então… É, gente, parabéns! Eu vou ter que entrar em contato, ligar, ué…

Mas… E você, Leonora, tá aí com a gripezinha, né? Tô um pouquinho gripada. Acho que tá todo mundo assim, né? Aqui no Sul, todo mundo que a gente fala tá com gripe. Ah, gente. Tá muito frio aí? Não, não. Tá um dia bem bonito. Ah, isso. Tem sol bem agradável. Aruto, tá tudo bem? Tudo em paz, Júlio. Tudo em paz. Como é que foi na prova? Foi ótimo! O pessoal tá achando que nós vamos entrar num lugar santo hoje. O pessoal já tá lavando os pés nas bacias, Aruto, lavando… Pra ver se entra. Oi, Júlio. O pessoal tá lavando os pés nas bacias pra ver se entra, né?

Pra ver se entra. Pois é. Estamos aguardando esse dia em nossas vidas. Verdade. É o dia 10, né? Tem 15 dias, né, que a gente não encontra, né? Que a gente não encontra. Verdade, Júlio. Então, vamos lá. Vamos entrar nesse lugar santo. Hoje não tem brincadeira, não. Porque hoje tem muita coisa pra gente estudar. Pega o caderninho. Bom… Então… Antes da gente entrar no lugar santo… A gente sempre fala isso aqui, né? A gente sempre fala que… a gente tem que tomar um cuidado pra… não fazer uma interpretação… literal…

do texto bíblico. Tem que tomar muito cuidado. Porque o texto bíblico, ele foi escrito… pensando em ser simbólico. Então, a redação, a tradição, a cultura do povo hebreu, suas crenças religiosas, foi tudo formatado pra ser simbólico. Então, quando a gente… quando a gente faz uma interpretação literal, a gente perde esse elemento intencional. Intencional, né? E é importante por quê? A gente entender que existe uma essência guardada no envoltório letra, que é esse o sentido. Há uma essência espiritual que foi guardada naquele envoltório da letra, da narrativa.

E foi guardada de uma maneira muito engenhosa. Muito engenhosa porque os hebreus adoram trocadilhos. Eles adoram usar palavras que têm o mesmo radical e têm sentidos diferentes e brincar. Porque lembram? A gente já estudou isso aqui, né? Lembrem. Na Bíblia hebraica só tem as consoantes, não tem as vogais. E eles brincam demais com isso, porque se você mudar as vogais, muda a palavra. E eles vão mudando as vogais e fazendo essa brincadeira. Então, quando a gente diz assim qual a interpretação dessa passagem? A pergunta já começou errada.

Já começou errada. Qual a interpretação? Então, a pergunta para o hebreu, ele ia olhar para a gente e falar assim não entendi a sua pergunta. A gente não tem uma interpretação de nenhum texto. Nenhum texto da Bíblia hebraica tem uma interpretação. Então, a pergunta mais adequada seria quais as interpretações desse texto? Aí, sim. Aí, agora, você entrou na atividade lúdica de interpretar a Bíblia hebraica. Porque é lúdico, é gostoso, é divertido. Tem esse sentido de ficar buscando vários significados. Exatamente. O Luiz Gustavo está lembrando aí das 70 faces da Torá.

Então, se prepare. Respira todo mundo fundo. Aperta o cinto. Coloca a máscara de oxigênio. Porque hoje eu não vou falar sobre isso, não. Nós vamos fazer isso. E tem gente que vai ficar tonta aqui nessa live. Então, se você começar a sentir enjoo, tontura, levanta a mão que a gente para para você respirar. Porque hoje vai ser, assim, aqueles brinquedos que giram. Ô, meu Deus do céu, o que é isso? Que negócio é esse? Está todo mundo preparado? Não, não. Então, vamos lá. Bom, o lugar santo é o lugar intermediário entre o Santíssimo e o local dos sacrifícios, a primeira parte do templo, que é onde estão as bacias do sacrifício.

Nesse local intermediário entravam os sacerdotes para fazerem o culto. E o que nós tínhamos lá? Nós tínhamos a mesa com os pães sem fermento, simbolizando a Páscoa, simbolizando a refeição, simbolizando a comunhão na mesa. Nós tínhamos o incenso, que é um outro tipo de sacrifício, porque nós tínhamos o sacrifício de animais, onde você oferece o sangue, e tinha o sacrifício de determinadas plantas, onde você oferece a fumaça perfumada que sobe aos céus. Então, já vou começar agora, se der um enjoo aí, todo mundo. Então, vamos lá.

O sangue sobe aos céus e a fumaça sobe aos céus. Quando eu ofereço o sangue na bacia, porque o sangue não é vida, o sopro da vida está no sangue. Então, quando eu sacrifico o animal e jogo o sangue naquela bacia, o sopro da vida sai do sangue e sobe a Deus. Olha isso, hein? Olha a vitalidade aí, não é? E quando eu incenso? A mesma coisa, só que agora é a fumaça perfumada, que está subindo aos céus. O incenso, os pães, a mesa, e o candelabro, ou o cachiçal de ouro, com as sete estruturas em forma de amêndoa, porque o candelabro é todo feito baseado na amendoeira.

Na amendoeira. Então, ele tem amendoeira, na haste principal, ele tem quatro flores de amendoeira e cada haste, cada uma das seis, tem três flores de amendoeira. Ok? Então, vamos lá agora. Vamos lá. Então, agora nós vamos… Aí, Arudo, qual a interpretação do candelabro? Pergunta errada. Pergunta errada. A pergunta não é qual a interpretação do candelabro. A pergunta é quais as interpretações do candelabro. Ok? Vamos ver isso? Vamos. Então, eu trouxe aqui um autor, que é o Ginsberg, que escreveu The Legends of Torah.

E eu vou trazer, é um livro que traz as tradições, os midrash, do povo hebreu. Eu separei pra vocês aqui um texto maravilhoso. Então, The Legends of Torah. As lendas da Torah. Lendas no sentido das histórias, das tradições. Então, vamos lá. Deus disse… Deus estava conversando com os anjos antes de criar, antes de criar, antes da criação. Então, ele conversou com os anjos e disse assim No primeiro dia da criação, farei os céus e os estenderei. Assim, Israel levantará o tabernáculo como a morada da minha glória. Então, cada dia da criação representa uma ação do povo de Israel.

Então, o fato de Deus ter criado os céus no primeiro dia, o correspondente disso é o povo hebreu levantar a tenda do tabernáculo. E o santo dos santos, para quê? Para que a glória de Deus faça morada no tabernáculo. Perceberam? Então, o tabernáculo aqui, como um símbolo, a tenda do tabernáculo, que foi estendida como um símbolo dos céus que foram estendidos. No segundo dia, porei uma divisão entre as águas terrestres e as águas celestiais. Assim, o povo hebreu pendurará um véu no tabernáculo para dividir o santo lugar do Santíssimo.

No terceiro dia, farei a terra produzir gramas e ervas. Assim, ele, o povo hebreu, em obediência aos meus mandamentos, comerá ervas na primeira noite da Páscoa e preparará os pães sem fermento para mim. No quarto dia, farei os luminares. Assim, o povo hebreu fará o candelabro de ouro para mim. O candelabro representando o sol, a lua, as estrelas. No quinto dia, criarei os pássaros. Assim, o povo hebreu formará querubins com asas estendidas. Lembram disso? Da Arca da Aliança? Com o propiciatório lá, os dois querubins?

Dois querubins com as asas abertas? No sexto dia, criarei o homem. Assim, Israel preparará um homem dos filhos de Arão como sumo sacerdote para o meu serviço. No sétimo dia, Deus descansa e o povo celebra o Shabat. Gostaram? Nós estamos só aquecendo. Gostaram? Olha só. Os dias da criação com todo o tabernáculo e seus símbolos, né? Seus símbolos. Então, o tabernáculo é um símbolo das estrelas do céu. Ok? Ok? Mas, eu não estou sentindo que vocês estão tontos ainda. Então, deixa eu caprichar um pouquinho mais. As estrelas dos céus, que são as virtudes do Senhor, como estrelas cadentes, vêm à Terra.

Que texto é esse, Júlio? Consegue aí, Júlio, pegar para a gente? Deixa eu só fechar a porta aqui, deixa a gente fechar a porta aqui. É o Evangelho segundo o Espiritismo, né? Evangelho segundo o Espiritismo. Vamos pegar aí o… O Júlio está pegando lá. Isso, Evangelho segundo o Espiritismo, é o prefácio. Conseguiu, Júlio? Lê para a gente um pedacinho. Seu som está travado. Leandro, você está com ele na mão já aí? Porque eu estava tentando entrar aqui, Nuno. Ah, pois eu nem peguei. Espera aí. O garoto ficou fazendo…

Assim, eu perco o anel. Está aqui na mão já. Agora, todo mundo pegou. Então, vamos. Vamos lá, Leandro. Então, estamos lá no prefácio mesmo. Os Espíritos do Senhor, que são as virtudes dos céus, qual o imenso exército que se movimenta ao receber as ordens do seu comando? Espalham-se por toda a superfície da Terra e, semelhantes a estrelas cadentes, vêm iluminar os caminhos e abrir os olhos dos cegos. Espírito de verdade. Estrelas cadentes vêm iluminar. Ok? Vamos gravar isso? Então, os Espíritos do Senhor, não é? As virtudes dos céus são as estrelas cadentes, porque eles estão vindo para a Terra, se movimentando sobre o comando do general, do grande general da criação, que é Deus, não é?

Ok, gente? E eles vêm iluminar. Então, aqui a gente toca no primeiro aspecto que o candelabro remete. O que o candelabro remete? Aos luminares, aos Espíritos luminares da criação. As virtudes dos céus. Vamos mais? Primeira fase. Vamos lá mais. Mas, a menorá, ela tinha também os ornamentos, não é isso? Nós não falamos disso? A haste central, os botões e flores de amêndoa e, nas seis hastes laterais, três botões e flores de amêndoa. Então, na haste central, quatro botões e flores de amêndoa, lembrando que a última abertura da menorá é um botão de amêndoa, onde você coloca a candeiazinha, que vai iluminar.

Então, a candeiazinha de cada um dos sete braços da menorá é colocada nesse botão de amêndoa aberto. Como se fosse uma mãozinha assim, não é? Ok? Por quê? Então, vamos lá? Ela está começando a ficar tonta. Agora está ficando bom. Aroto, você quer escolher uma imagem da menorá? Por que não? Ah, põe aí. Nós vamos escolher uma aqui. Vou auxiliar a tela. Mas uma que tenha essas amêndoas. É, o Aroto vai me falar qual é a melhor. Vamos lá. Aí, Aroto. Não apareceu. Não compartilhou ainda não. Ainda não? Não. Aroto, espera aí.

E? Olha. Parece, não é? É, essa não está tão legal. Essa não está dando para ver bem, não é? Bom, mas então… Essa aí, olha. Que tem as duas pontas. Não, embaixo. Desce mais. Desce. Pode descer mais. Pode descer mais. Aí, olha. Essa aí, da esquerda. Tem duas plantas. Isso. Essa aí. Pode ficar. Isso. Essa é a principal para a gente. Pode… Consegue aumentar ela? Deu aí? Deu. O pessoal está vendo? Todo mundo vendo, gente? Ela está bem pequenininha, não é? Aqui ela está na tela toda. Aqui, não. Ah, espera aí. Espera aí.

Você tem que mudar a extremidade aí. Espera aí. Eu vou… Espera aí que eu vou fazer direitinho. Espera aí. Calma aí. Vai falar, Aroto. Então, vamos lá. Êxodo 25, 31 a 40. Farás um candelabro de ouro puro. Seis braços sairão dos seus lados. Três braços do candelabro de um lado. Três braços do candelabro do outro. Tudo se fará com um bloco de ouro batido. Farias também sete lâmpadas. As lâmpadas serão elevadas de tal modo que aluminem de fronte dele. Vê, pois, e faze tudo conforme o modelo que te foi mostrado sobre a montanha.

Eu vou ler de novo. Isso aqui é Deus falando com Moisés. Vê, pois, e faze tudo conforme o modelo que te foi mostrado. Então, Moisés viu o modelo. Hã? Moisés viu o modelo. Depois, ele fez conforme o modelo que foi mostrado a ele sobre o monte Sinai. E o texto fala também de cálices ou ornamentos com formato de flor de amêndoa com botão e flor. Três em cada braço do candelabro. Quatro no seu eixo central. Sendo que, do eixo central, três estariam dispostas em cada braço. Ou seja, três botões de flor de amêndoa em cada braço e quatro botões de flor de amêndoa no eixo central do candelabro.

Põe a imagem de novo aí, Júlio. Está só uma tela cinza, Júlio. Não sei se… Isso. Você consegue aumentar isso aí, Júlio? Não, não é? Aí… Viram aí, gente? É? Então, são três botões de amêndoa e lá em cima o sete para você poder colocar a luz, né? Ok? Bom… Sumiu. Todo mundo está vendo. Agora, vamos lá, Júlio. Joga aí na internet, Júlio. Amendoeira de Israel. Vamos ver a flor de amêndoa? Viu, Júlio? Parou desse aí? Está fechado seu áudio, né? Mostra aí para a gente a amendoeira. De preferência no pé, essa branquinha bonita aí, olha que linda.

Essa aqui? Na esquerda? É, aqui está totalmente à direita aí. Isso, essa aí. Olha. Dá uma espiadinha. Peraí que quando eu dou zoom, ela some. Peraí. Está vendo aí? Uma vara de amendoeira. Isso, uma vara, gente. Com essa amêndoa. Gente, dá uma olhada aí, todo mundo aprecia isso aí, porque essa aí é a vara de Arão. A vara de Arão, o primeiro sumo sacerdote, é uma vara de amendoeira. É essa aí, ó. Inclusive o Júlio pegou, é essa aí de Arão mesmo, que a gente custou para achar onde que ela estava, né? Onde que o Arão escondeu e a gente pegou.

É essa aí, essa é a original de Arão. O que ela… Arão, sumo sacerdote. O primeiro sumo sacerdote de Israel. A vara de Arão. Inclusive diz a tradição que dentro da Arca da Aliança não estão apenas as tábuas da lei, mas também a vara de Arão. Então observa bem. Todo mundo observou? E o pessoal segue perguntando quais os significados. Calma, o pessoal está ansioso. Quais os significados? Mas a pergunta é certa. Calma, o pessoal está ansioso. Aproveita a jornada. Bom, como é que escreve em hebraico amêndoa? Amêndoa. Amêndoa é escrito com três consoantes.

SH, que tem um som de xá. Xá, xalom, xabat. Essa primeira consoante é xabat, xalom, esse sonzinho de xá. Escreve SH, é a primeira consoante. A segunda consoante é Q, de queijo, quiabo. Isso, Júlio. Bonitinho. Então, o sonzinho de xá. Gente, lembrando que o hebraico é da direita para a esquerda. Então, a primeira letra está na direita. Então, essa letrinha aí que parece uma plantinha é o xá, xá. É a primeira letra de xabat, xalom e xaqued, que é a amendoeira. Xaqued. E a segunda? A segunda é essa bonita que parece um P.

Essa letrinha que parece um P, na verdade, é um Q de queijo, quiabo. É um Q, queijo, quiabo. Primeira letra aí, um Q. E essa última aí, à esquerda, um tracinho com… parece uma travezinha descendo, é um D. É um D de dado, de dom, xaqued. Ok? Só que vocês estão colocando vogal aí, eu não coloquei vogal. Alvão Eleutério já está colocando as vogais aí, por que você colocou vogal? Isso, a Viviane foi esperta, colocou só a consoante. Por que está colocando vogal? Não tem vogal na Torá, só tem consoante. Consoante. Então, se eu não te der as vogais, o que essa palavra pode significar?

Xaqued, amendoeira, e xoqued, vigiar. Vigiar e orar, vigiar é essa palavrinha aí, gente. Xoqued. Xoqued é… O número de pessoas que estão vendo está diminuindo, Haroldo? Será que eles estão desmaiando lá? Estão desmaiando, né? A Janaína está falando, seria D, queixe? Não, Janaína, aí você está lendo ao contrário. Hebreu não lê da esquerda para a direita, lê da direita para a esquerda. Então, gente, o verbo vigiar e a palavra amendoeira é a mesma palavra, só muda as vogais. Olha, Haroldo, eu vou ler, como é que eu vou saber se é amendoeira e vigiar?

E por que você tem que diferenciar? Você está querendo diferenciar para quê? Você está querendo diferenciar para quê? Quem que mandou você fazer a diferença? Entre amendoeira e vigiar? Quem que mandou você fazer a diferença? Agora, nós vamos voltar lá. O candelabro, que são as luzes, são feitas de xoqued ou xaqued, de amendoeiras ou vigilantes. Os Espíritos do Senhor, que são as virtudes do céu e que descem à terra, quais estrelas cadentes? Eles são, eles são os vigilantes do Senhor. Eles vigiam, eles são os cuidadores dos encarnados, dos Espíritos em evolução.

Não só encarnados, mas Espíritos em evolução. Eles são os vigilantes, os cuidadores. Eles são xoqued. Eu não vou provocar, não. Agora, para deixar mais tonto ainda, mais tonto ainda, a amêndoa, com essa florzinha branca, ela é doce, docinha, docinha, docinha, gostosa, e ela simboliza o amor. E a amendoeira, de flor rosa, ela é amargazinha e ela simboliza a renúncia, o sacrifício. Então, os Espíritos do Senhor, que são as virtudes dos céus, que são as estrelas cadentes, eles são o candelabro de amendoeiras, porque eles são o amor, a renúncia, os vigilantes da evolução, as luzes, os luminares.

Nossa, Haroldo, mas não pode ser uma coisa só? Não! Não pode ser uma coisa só. Eles são luzes, eles são amor, eles são renúncia, eles são vigilantes, eles são virtudes, ao mesmo tempo, tudo junto. Eleonora e Júlio, dá uma checada aí se alguém desmaiou, porque nós estamos só começando. Eu nem comecei ainda. A Rosana, a nossa aniversariante do dia, diz que, muito bela e profundo, amor e renúncia, olha só que legal que o Isabel colocou. Podemos dizer que os cuidadores, os vigilantes ajudam na iluminação dos encarnados?

Isso, também. Também. E que eles também veem a Terra em sinal de amor e renúncia, como o Cristo, que é amendoeira de flor branca e de flor rosa, porque ele é doce do amor, mas ele também trouxe a amêndoa amarga do sacrifício na cruz. Está bom? Todo mundo de pé? Podemos avançar mais um pouquinho, gente? Então, vamos. Jeremias, capítulo 1, versículos 11 e 12. Foi-me dirigida a palavra de Deus nos seguintes termos. O que está vendo, Jeremias? Eu respondi. Vejo um ramo de amendoeira. Essa aí também é amendoeira do Jeremias, que é a mesma do arão.

Deu trabalho para eu e para o Júlio, para o Jeremias emprestar isso aí, que vocês não imaginam. Não é, Júlio? Ele emprestar isso aí. Vejo um ramo de amendoeira. Então Deus me disse, viste bem, porque eu estou vigiando sobre a minha palavra para realizá-la. Então, tem um trocadilho aqui, porque agora a gente já sabe que amendoeira e vigiar é a mesma palavrinha que o Júlio está aí. Então, Jeremias disse assim, vejo um ramo de chaquete. E Deus disse, viste bem, porque eu chaquete. Chaquete, chaquete. Perceberam? Então, a visão que Jeremias teve desse ramo de amendoeira foi explicada.

O que Deus explicou? Esse ramo de amendoeira é um símbolo de Deus vigiando a criação. Gente, o que é Deus vigiando a criação, Júlio, Eleonora? Começa com providência e termina com divina. Deixa eu falar, Nuno, providência e divina. Isso, Júlio, perfeito. Perfeito. Rapidão, rapidão. Providência divina, gente. O ramo de amendoeira, está aqui, Jeremias 11 e 12, é Deus que está explicando pra Jeremias. O ramo de amendoeira é o símbolo da providência divina no cosmos. Do olho, do olhar de Deus que tudo vigia, que tudo observa, que cuida de tudo.

Agora, tem amêndoa amarga e tem amêndoa doce. Quando você fere a lei divina, a vigilância de Deus se manifesta em causa e efeito. Expiação. Quando você está em harmonia com a lei divina, a vigilância divina se manifesta como flor branca, como amor. Se não for pelo amor, vai pela dor. Amendoeira doce, amendoeira amarga. Tudo bem? Há um silêncio aqui que eu fiquei até atrasado. Hã? Podemos ir mais um pouquinho? Podemos, Júlio? Podemos. Está muito bom, a gente vai querer assistir esse estudo de novo. Então, eu vou avançar, hein?

Vai lá. Sobe na amendoeira. Só que agora, nós precisamos entender uma coisinha. Depois do verão, quando os frutos eram colhidos, não é isso? A terra era arada, já tinha sido colhido. Colheu ali, começa a arar e preparar a terra. Aí, vem o outono, aí vem o outono e o inverno. O que acontece no inverno? Acabou a plantação, não é? Então, pensa naquela geleira, pensa no inverno. Não tem. E, aí, o inverno vai seguindo. O inverno. De repente, gente, o inverno começa a acabar. Não acabou. Não acabou. Vai acabar. O que vem depois do inverno?

Primavera. O inverno não acabou. Está acabando. Virá a primavera. Primavera, novo ciclo. Nova era. Alvorecer. Tudo vai florir. Tudo vai florir. Uma explosão de vida. Não chegou, vai chegar. Antes de acabar o inverno em Israel, Júlio, qual a primeira planta que floresce antes de todas as outras, ainda no inverno, Júlio? Mendoíra. Você tirou. Mendoíra. Você tirou aí, Júlio. Não tira. Deixa isso aí. O estudo todo. Mendoíra, gente. Então, em Israel, a primeira planta a florescer antes da primavera é a Mendoíra. Por isso que essa planta é tão importante.

Por isso que ela foi escolhida. Por isso que ela foi escolhida. Porque ela é a promessa de vida. Promessa de vida eterna. Ok? Isso. Por isso que a Mendoíra é símbolo de renascimento. Então, Júlio, Júlio. Oi. Chegou o inverno da vida humana. Os cabelos estão todos branquinhos, Júlio. Chegou o inverno, Júlio. O inverno da vida humana. Você já está com o pé direito no mundo espiritual e o pé esquerdo aqui na crosta. Você está desencarnando. Está indo. Metade no mundo espiritual, metade aqui. Qual a planta que está florindo, Júlio, no inverno da tua existência?

Mendoíra. Mendoíra. Hoje eu estou demais, cara. Você está ótima. Nada que você pergunta hoje. Então, Eclesiastes, capítulo 12. Prestem atenção. Lembra-te do teu criador nos dias da tua mocidade. Lembra-te de Deus enquanto você está jovem. Antes que venham os dias da desgraça e cheguem os anos dos quais dirás não tenho mais prazer. Antes que se escureçam o sol e a luz a lua e as estrelas. Gente, quem são o sol, a luz, a lua e as estrelas? Quem representa o sol, a lua, as estrelas? Foi criado no quarto dia. Vou ler de novo aqui.

Vou ler de novo. No quarto dia Lembra o texto que eu comecei lendo aqui? No quarto dia eu farei os luminários, os luminários do céu e Israel fará o candelabro de ouro para mim. Amenorá, o candelabro representa o sol, a lua e as estrelas, que são os luminários. Ok? Então, antes que se escureçam e que voltem as nuvens depois da chuva. Gente, está descrevendo aqui os últimos momentos da encarnação de um indivíduo. No dia em que os guardas da casa tremem. Os guardas da casa são as pernas, gente. Começa a tremer. Aqui é bonito, vocês vão ver.

E os homens fortes se curvam. Em que aquelas que moem, poucos, numerosas, param. Quem são aquelas que moem? Os dentes. Os dentes caem. Fica sem dente, desdentado. E aquelas que olham pela janela perdem seus brilhos. Os olhos começam a perder o brilho. Está se preparando para desencarnar. Quando se fecha a porta da rua e o barulho do moinho diminui. Moinho é o estômago, gente. Estômago e intestino, que digere, que tritura. Quando se acorda com o canto do pássaro e todas as canções erguedecem. Opa! Então, espera aí. A canção está parando de um lado e um pássaro está cantando o outro?

Estou desencarnando. Quando se temem a altura e se levam sustos pelos caminhos. Por quê? Os caminhos. Você está começando a desencarnar e está começando a tomar uns sustos. E quando a amendoeira está em flor. Porque a amendoeira é a única planta que floresce no inverno. Então, a amendoeira é um símbolo da vida espiritual, da vida eterna. A amendoeira está em flor. O gafanhoto torna-se pesado e a alcaparra desabrocha. É porque o homem já está a caminho de sua morada eterna. É o texto que está explicando. Tudo isso aqui está acontecendo porque o homem está a caminho da sua morada eterna.

Ou seja, está desencarnando. E os que choram sua morte começam a rondar pela rua. Começa o cortejo do seu velório. É o seu velório. Antes que o fio de prata se afrouxe E a taça de ouro se quebre Antes que o jarro se quebre na fonte E a roldana se arrebente no poço Antes que o pó volte à terra de onde veio E o ruar, o sopro, o espírito Volte a Deus que o concedeu O fio de prata vocês conhecem Que vaso é esse que está se quebrando? É um vasozinho mesmo. E ele parece a casca da amendoeira. O terceiro ventrículo do cérebro Onde, segundo Calderaro, a mente está situada No assoalho do terceiro ventrículo Controlando a saída da produção do líquor Do líquido céfalo-rachidiano No qual o cérebro está mergulhado.

É ali que está a mente. Gente, isso está descrito lá nas desencarnações. Vocês estão lembrando aqui das narrativas da desencarnação do Nossa, me deu um branco agora. Deu bem que foi branco, né? Desencarnação Desencarnação, aquele que era evangélico Era um homem super justo Está na série André Luiz, gente. Eita, meu Deus. Alguém vai falar aí no grupo. Gente, série André Luiz Quando descreve lá a desencarnação Dimas! Obrigado, Márcia. Lembrei, Heroso, lembrei Dimas. Dimas! Dimas! Mas já lembrou esse monte de nomes e termos.

Isso é o que está escrito. A hora que o bem feitor quebra ali algo no terceiro ventrículo, a mente espiritual se liberta. Porque ela está no assoalho do terceiro ventrículo. É ali que a mente, que a nossa mente está situada. Controlando o líquor e controlando uma série de processos no cérebro. Esse é o vaso que se quebra. E o fio de prata. Todo mundo sabe o que é o fio de prata. É o cordão que liga o perispírito ao corpo físico. Ok? Então, esse vaso que se quebra é o que? A amêndoa que se abre, gente. A casca da amêndoa se quebra e sai a amêndoa, a mente espiritual.

Está todo mundo aí vivo ainda? Ou já teve alguns que desencarnaram? Eu estava tentando lembrar o que a gente estava estudando para chegar ali. É os candelabros, não é? Ou candelabros, ou amenorar. Perceberam? É uma multidão de sim. Gente, vocês estão vendo por que por que a Bíblia hebraica é um monumento da ciência secreta do povo hebreu, cujos símbolos são pouco acessíveis ao raciocínio comum e que só os grandes mestres da raça poderiam interpretá-lo fielmente no passado? É por causa dessa profusão de símbolos. Não é uma conexão linear.

Mas, olha para o ramo da amendoeira. Está tudo aí. Olha, está tudo aí. Só sem olhar. Está tudo aí. Então, Eleonora, Júlio, a amendoeira florindo é o símbolo de que, no momento em que você está desencarnando, parece um inverno que está se acabando, não é? Está acabando o inverno. Mas, na verdade, a primavera é a que está chegando. A vida espiritual. Fantástico? Quando a gente brinca, quando a gente brinca de rodar a pessoa, rodar, rodar, rodar, rodar, rodar, depois solta ela e derruba. E aí, está tudo bem? Onde é que você estava, né?

Onde é que você estava? Nossa! Então, gente, na tradição rabínica, tem um osso em formato de amêndoa. E os rabinos acreditavam que é a partir desse osso que ocorre a ressurreição dos mortos. Que ossinho é esse? O osso aqui, considera, né, gente, isso aqui não é aula de anatomia, isso aqui é um símbolo, é o assoalho do terceiro ventrículo, é a estrutura dos ventrículos, por isso que fala de fonte. Lembram aqui? Antes que o feio de pata, antes que a taça de ouro se parta, antes que o jarro se quebre na fonte e a roldana arrebente no poço.

Por que poço? Por que está falando de fonte? Porque o ventrículo é onde está o líquor, é onde está o líquido cefalorraquidiano, que alimenta todo o cérebro. É o poço de Jacob, o líquor, os ventrículos, a estrutura dos ventrículos cerebrais é o poço de Jacob. Aí, Júlio, mostra o poço, que bonitinho. Está vendo onde está esse verdinho aí, Júlio? É aí que a mente fica, Júlio. O assoalho aí, o assoalho é esse que está em cima, o terceiro ventrículo é esse que parece uma mãozinha, está vendo, Júlio? Aqui fala que é esse azulzinho aqui, do mesmo lado.

A mãozinha pegando ele. Aqui, Júlio, é porque é uma estrutura única, tá? Isso tudo é uma estrutura única, a gente está vendo ele em uma vista lateral, está bom? Olha aqui, no assoalho, na parte de baixo desse azulzinho, que é o terceiro ventrículo, tem essa comunicação aqui que vai para o verdinho, está vendo, Júlio? A mente, o jarro que se quebra é esse verdinho aí, Júlio. Acontece alguma coisa aí, a mente sai, a mente espiritual sai daí. E, Esse vermelhinho, esse azul e esse verdinho, tudo junto, é o poço de Jacó, Júlio.

É onde está o líquor, é onde a mente comanda toda a estrutura do cérebro. E lá na desencarnação do Dimas, o que o benfeitor faz? Ele primeiro desliga o intestino, sistema nervoso intérico, aí o Dimas dá um suspiro, porque começou o desprendimento dele. Aí eles vão no coração, desliga alguma coisa lá, a desencarnação começa a acontecer, mas ela só se concretiza quando quebra a amêndoa. A amêndoa. Essa parte verde aí. Isso aí tá bonitinho, olha o poço de Jacó aí com água azul, Júlio. Olha o poço aí todinho com água azul, olha a água descendo, olha a água descendo pra espinha, olha aí o cérebro mergulhado, tá vendo esse azulzinho aí ao redor do cérebro, Júlio?

É o líquor que sai daí do poço, da fonte. E esse azul mais escuro aí, que tá escrito quarto ventrículo abaixo aqui, é nessa região que fica a mente espiritual. Ela fica predominantemente, né, gente? Ela fica predominantemente aí, ou seja, ela tá presa ao corpo aí. O que que quebra a outra? Essa é fácil. Não sei. Não sei. Mas quando eu desencarnar, fizer um curso de técnico operador de desencarnação alheia, aí eu vou aprender como é que quebra isso aí. Depois que eu tiver desencarnado umas duzentas pessoas, eu vou ficar um perito em quebrar essa amêndoa pra ajudar no processo de desencarnação.

Aí cê tem que fazer um curso no mundo espiritual pra você aprender a operar isso aí. E daí surgiu a tradição de quebrar amêndoa no natal. Tem que ter um nível de desenvolvimento moral pra você merecer esse tipo de trabalho, porque não é trabalho pra qualquer um. Bom, eu acho que já deu uma tonteira. Eu ia ler, eu vou só ler um texto aqui, porque aí agora eu quero atordoar, pra todo mundo ficar quase que em desmaio. E a partir desse desmaio agora, a gente retoma na semana que vem. Então o texto que eu vou ler agora é Zacarias, capítulo 4, reciclo 1 a 14.

Ele me disse Que vez? E eu disse Vejo um candelabro todo de ouro com um reservatório Não, deixa, deixa lá, Júlio, deixa a imagem lá do azulzinho do cérebro. Isso! Que vez? Vejo um lampadário todo de ouro Ouro, gente, é porque é o metal mais precioso, o mais puro, o mais importante, é o ouro por isso, porque é o mais importante, porque é o mais nobre. Vejo um lampadário todo de ouro com um reservatório em sua parte superior. Tá vendo aí, Júlio? O reservatório em forma de mãozinha assim? Tá vendo? O reservatório? Tá vendo, Júlio?

Tá vendo aí, Honor? Com um reservatório em sua parte superior. Sete lâmpadas estão sobre ele, sete canais para as lâmpadas que estão em sua parte superior e junto deles estão duas oliveiras, uma à direita do reservatório e outra à sua esquerda. Então, eu perguntei ao anjo que falava comigo o que significam estas coisas, meu senhor? E ele respondeu estes são os sete olhos de Deus que percorrem toda a terra e estas oliveiras são os dois ungidos, os dois Cristos que estão de pé diante do Senhor de toda a terra. Dois Cristos porque quando um encarnou, um deles teve que ficar na governadoria do planeta.

Bom… Calma. Não entendemos foi nada. Estes sete olhos, eu já pensei que podiam ser as sete… É porque estava em uma linha da interpretação, estava em uma linha, mas a Torá tem 70 faces, então, o que o Zacarias fez? Como ele viu que você estava começando a entender, aí ele trouxe um outro significado para você não entender, para te desafiar, porque estava descrevendo, estava tudo parecendo aqui, o poço de Jacó, não é? Os ventricos, onde está o líquor. Aí, como você estava entendendo, ele ampliou isto. Por que, Eleonora?

Quem que é o cérebro da terra? Eleonora, este aqui é o cérebro do homem, do ser humano. Quem que é o cérebro da terra? Eu acho que é Jesus. Só um? Achava que era só um, agora que estamos descobrindo que são dois, não é? São dois ungidos. Quando um ungido encarnou, quando Maria deu à luz a ele, quem que ficou na governadoria do planeta, Eleonora? Não sei. O outro ungido. Porque não é uma comunidade de Espíritos puros e eleitos pelo Senhor da vida, em cujas mãos repousam as rédeas diretoras da vida em todo o nosso sistema planetário?

É uma comunidade de Cristo. Cada planeta tem, no mínimo, dois. O presidente e o vice-presidente. O governador e o vice-governador. Os dois ungidos, que estão de pé diante do Senhor de toda a terra. Então, quem governa a terra? Deus. E quem são os dois ungidos? Eu só sei de um. Nosso Senhor, Jesus, o ungido. O pessoal está perguntando qual o nome. A gente não tem esse nome, né? O nome você vai saber quando você se tornar Espírito puro e começar a morar na esfera do Cristo. Aí, você vai conhecer o segundo e o nome dele.

Falta pouco. Você criou um problema com esses dois Cristos ali? Pois é. Aí, o pessoal quer… Aí, eu vou dizer, Emmanuel, quando ele fala assim, ao que nos é dado saber, a comunidade vai se reunir pela terceira vez, o que resultará desse conclave? Não sabemos. O que é vedado ao soldado saber dos planos do general? Aí, nós somos soldados aqui querendo saber o que o general está planejando. Aí, é falta de juízo. É querer se meter em assunto de Cristo. Eita! Eu acho que a gente podia… Era ler de novo esses acarias, né?

Não, Eleonor. Isso aqui eu trouxe só para perturbar. Ah, tá. Para não perder nada. Eu finalizei aqui, só para vocês não finalizarem com a sensação de que entenderam. Por quê? O estudo da Torá nunca pode ser finalizado com a sensação de que você entendeu. Olha que beleza. O estudo do Evangelho nunca pode ser finalizado você com a sensação de que entendeu. Porque aí você terminou errado. Você terminou com a sensação errada. Tem que terminar com a sensação de não entender. Eu tenho que dar sede, né, Ludo? Isso. E você tem que saber a pequenez.

O Evangelho é maior do que a gente, Júlio. Senhor, não sou digno que entreis na minha morada. Diz em uma só palavra. Muito bom, Flávio. Muito bem. Desafiador, né? Desafiador. O pessoal aqui está todo mundo comentando que vai ter que assistir. Vocês não queriam entrar no Lugar Santo? Olha o Lugar Santo aí, todo azul aí. Estou com saudade de tomar um cafezinho ali. Ou do pátio, né? Acho que as coisas do pátio a gente estava entendendo mais. Eu vou comprar uma pamonha ali no pátio, já volto. Júlio, nós podemos dizer assim, estava bom, estava muito bom.

Mas estava ruim também. Aí estava muito ruim. Agora parece que está piorando. É assim que deve ser o estudo do Evangelho. Estava muito bom. Estava muito bom. Estava bom. Estava muito bom. Mas estava ruim também. Estava muito ruim. Agora parece que está piorando. Está ficando bom. Está piorando e ficando ótimo. Agora parece que eu não estou entendendo nada perfeito. Porque é assim que você vai se sentir na presença do Cristo. Então, Haroldo… Na presença do Cristo você vai se sentir perplexo. Você vai se sentir confuso, pequeno.

A sensação que você vai ter é de eu não sei nada. Diante do Cristo você tem que se sentir assim. Haroldo, tem a ver com o prefácio do Evangelho aqui, cara? Ele fala assim no finalzinho. Homens, irmãos, é quem amamos. Amamos juntos de vós. Amai-vos também uns aos outros e dizei do fundo do coração, fazendo as vontades do Pai que está no céu. Senhor, senhor, e podereis entrar no reino dos céus. Isso aí. Porque dizer senhor, senhor duas vezes significa que a partir desse momento que eu digo senhor, senhor, metaforicamente significa que eu estou absolutamente entregue à lei divina, aos designios de Deus.

Aí, você pode entrar no reino. Bonito, não é? É maravilhoso. São chegados os tempos em que todas as coisas vão ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido, para separar as trevas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos. Isso, confundir os orgulhosos. Confundir os orgulhosos. Ou seja, estou confundido pra caramba aqui. Exatamente. Está bom, gente? Então, semana que vem, a gente retoma do texto de Zacarias. Por quê? Porque nós vamos aprender que a árvore da vida tem nome e ela é uma amendoeira. Também. Além da videira, que é parenta da oliveira.

Mas não é só uma? Não. São 70. Excelente. Então, nós vamos terminar agora a foto da nossa vara. Começar com essa humildade, né? Ô, Júlio, vê se você salva ela aí em alta resolução. Eu vou salvar? No próximo estudo, você não me faz passar vergonha, não. Você me fala. Mas tem que ser ela, viu, Júlio? Porque, pra mim, é a foto mais bonita da internet de um galho de amendoeira. Eu não achei nada mais bonito do que essa aí. Salva ela. Se você achar alguma coisa mais bonita do que ela, aí você salva também. Muito bom, gente.

Muito bom. Muito jóia. Muito bom. Gente, não deu nem pra conversar muito direito com vocês, mas, assim, foi maravilhoso. Sensação de estar entre amigos, né, Haroldo? Sensação de presença de todo mundo, né? Muito bacana. E esperamos vocês aí na semana que vem. Chame os amigos. E vamos rever o estudo, né, Haroldo? Isso. Muito bom. Obrigada, amigos. Estava ótimo. Estava maravilhoso. Beijão, beijão, gente. Com Deus. Bom final de semana. Eita.

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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