#039 – Estudo do Velho Testamento – Livro Êxodo

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Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda-se no Livro do Êxodo, utilizando a Doutrina Espírita como lente interpretativa. O foco principal é a simbologia da peregrinação do povo hebreu no deserto, transpondo-a para a jornada evolutiva do espírito.

O que é estudado neste episódio

  • A Peregrinação como Símbolo Espiritual: Haroldo Dutra Dias convida a desvincular a narrativa do povo hebreu, do deserto geográfico e dos quarenta anos de travessia de sua literalidade histórica para compreendê-los como um profundo símbolo da jornada de aprimoramento do princípio inteligente.
  • “A Caminho da Luz” e a Luz Divina: É feita uma conexão com o livro “A Caminho da Luz”, de Emmanuel, que descreve o Velho Testamento como um “monumento da ciência secreta do povo hebreu”. A “Luz” é interpretada como Deus, a inteligência suprema e o amor supremo do universo.
  • O Conceito de Fluido Cósmico: O estudo revisita o conceito espírita de fluido cósmico universal, ou matéria primitiva, como um “oceano” que envolve e penetra toda a criação. A matéria mental é apresentada como uma modificação desse fluido, absorvido e manipulado pelo espírito.
  • Deslocamento Espiritual e Aprimoramento: A peregrinação é entendida como um deslocamento de aprimoramento, não apenas espacial. Assim como uma semente se desloca em direção a ser árvore, o espírito se move em direção ao desabrochar de seus potenciais divinos, mesmo quando fisicamente imóvel.
  • O Processo de Purificação e Aperfeiçoamento: A peregrinação no deserto é apresentada como um símbolo do processo de purificação e aperfeiçoamento do princípio inteligente, desde sua criação simples e ignorante até a plenitude de se tornar um Espírito puro e cocriador em plano maior.
  • Questões de O Livro dos Espíritos (224 a 226):
    • Questão 224: “Que é a alma na encarnação e no intervalo das encarnações?” A resposta dos Espíritos define a alma no intervalo das encarnações como “Espírito errante que aspira a novo destino que espera”, onde “errante” significa peregrino.
    • Questão 225: “A erraticidade é, por si só, um sinal de inferioridade dos Espíritos?” A resposta esclarece que não, pois há Espíritos errantes de todos os graus, e a encarnação é um estado transitório, sendo o estado normal do Espírito quando liberto da matéria.
    • Questão 226: “Poder-se-á dizer que são errantes todos os Espíritos que não estão encarnados?” A resposta diferencia: “Sim, com relação aos que tenham de reencarnar. Não são errantes, porém, os Espíritos puros. Os que chegaram à perfeição. Esses se encontram no seu estado definitivo.”
  • A Terra Prometida como Estado de Pureza Espiritual: A “Terra Prometida” do Velho Testamento é interpretada como o estado de pureza espiritual, o ponto final da peregrinação para o Espírito puro.
  • A Vida do Espírito Puro: É abordada a condição do Espírito puro, que não precisa mais reencarnar e cuja “vida eterna” começa ao atingir esse estágio. A dificuldade de compreender a realidade dos mundos celestes e a vida dos Espíritos puros é ressaltada, devido à limitação da cognição humana.
  • A Matéria dos Mundos Superiores: Haroldo explica que os mundos celestes são feitos de fluido cósmico em combinações inimagináveis para nós, desmistificando a ideia de que o mundo espiritual não possui matéria ou que é menos complexo.

Reflexões

  • A peregrinação do povo hebreu no deserto é uma poderosa metáfora para a jornada evolutiva do espírito, que busca o aprimoramento moral e intelectual em direção a Deus.
  • A encarnação é um estado transitório na longa trajetória do espírito; sua vida verdadeira e normal se dá no mundo espiritual, onde passa a maior parte do tempo.
  • O conceito de “Espírito errante” não se refere a um espírito que “erra” no sentido de cometer equívocos, mas sim a um “peregrino” em sua jornada de evolução, ainda não tendo alcançado a perfeição e o estado definitivo de Espírito puro.

Ler transcrição do episódio

Na Candelária Oblação, pedindo a vinia do Senhor Um homem velho, em oração, é a redenção do pecador Suplica o homem com olhar, e o olho fala sem dizer Derrama a dor, e a dor é mar, e o mar tem sal, que a alma vai sorver Sendo o menino salvador, o seu silêncio quer sorrir Ao homem velho, diz amor, e o amor é flor, que vai florir Cerrando o velho seu olhar, e o olho cala após dizer A paz me doa, me entrega ao mar, e após o mar, eu devo renascer Dispensa sim, sem hesitar, ó meu Senhor, quem pode ver No mundo o verbo se encarnar, e a vida então resplandecer E o homem novo ser feliz, que é simeão, além do mar Em outro chão, nova raiz, e da raiz, o bem que há de brotar Tomou os seus braços, louvou a Deus e disse Agora soberano, despedes em paz teu servo, segundo a tua palavra Porque os meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante da face de todos os pobres A paz me doa, me entrega ao mar, e após o mar, eu devo renascer Dispensa sim, sem hesitar, ó meu Senhor, quem pode ver No mundo o verbo se encarnar, e a vida então resplandecer E o homem novo ser feliz, que é simeão, além do mar Em outro chão, nova raiz, e da raiz, o bem que há de brotar Agora sim!

Boa tarde, amigos! Ei, Leonora, Júlio! Tudo bem? Que dia lindo, né? Bem, amigos da Rede Lobo, esse é o Globo especial das 11h30! Isso aí tá no padrão! Tá lindo, não tá? Nossa, meu Deus, o que que é isso? É a cantata brasiliana, escrita pelo Aloysio, musicada pelo Luiz Marcelo. A gente até passou, recentemente, no canal, no final do ano, né? Ou no início do ano, não sei mais. No final do ano. E eles já compuseram isso já tem um tempo. Só que nós fizemos novos vídeos, Alô, com as letras e tal. E é lindo, mas é muito lindo.

Nossa! E Luiz Marcelo cantando, né? Essa voz dele, doce, né? Uma voz muito gostosa de ouvir. Tava dali, mas ficando junto daqueles dois ali, coisa séria. Nossa, maravilhoso. Maravilhoso, né, Alô? E como é que foi a semana? Meu amigo, tamo na corrida. É? Tá. Mesmo isso. Mas vamos lá, né? Tá com algum curso em andamento? Lançando hoje, né? E também os mestrados, as coisas da vida, né, Júlio? Nossa, né? Eita, meu Deus! Ué, Alô, deixa eu te falar um negócio. Telegrinos. É só um negócio. O serviço vai de acordo com a carroceria do caminhão, né, amigão?

A carroceria, verdade. Você vem com as cortas largas, aí… Né? Ô, Júlio, mas aqui. Eu passei um para-caça pro pessoal, né? Aham. Né, Leonor? As questões 224 a 226. Eu não vi, Alô. Nossa, meu Deus. Vamos fazer hoje. Vamos fazer juntos, então. Lembrando também, né, Júlio? Hoje é abertura do céu. Online, né? Que a gente não tá podendo fazer presencial. Rádio Fraternidade. Nossa parceira aqui no Serum. O Rubens, a Divina. E a turma toda lá, né? Os amigos, o Manuel. A turma querida. E hoje é abertura com o Simão Pedro.

Depois de Simão Pedro sou eu, na madrugada. Que bacana. De nove às dez? De nove às dez, na madrugada. Dedicação imensa, né? Qual que é o tema que você vai falar, Alô? Vou falar… O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. Nossa. Tá esse versículo aí. Que bacana. Que saudade de um evento presencial, né? Duas mil pessoas. Cinco mil pessoas. Saudade da aglomeração, né? Caralho. Vamos lá, então. Bem-vindos a mais uma sexta-feira de Estudo de Êxodo. Agradecemos muito a presença de todos vocês, do Haroldo, do Júlio, dos nossos 253 amigos que estão assistindo ao vivo conosco.

Um beijo grande naqueles que vão assistir depois online. Todos muito bem-vindos. Tem sido tardes muito ricas e de encontros. É muito bom. A gente se sente em família com o pessoal. É um sentimento diferente, né, Haroldo? Que foi se transformando com essa coisa do online. Antigamente, às vezes, mesmo numa palestra ao vivo, muitas vezes você não tinha o nome das pessoas como às vezes você tem aqui. Você não tem elas participando tão diretamente com comentários. E agora a gente está aqui e vai vendo os nominhos aparecendo como se pessoas estivessem na sala mesmo.

Com a gente. É muito bom. E as dúvidas também na hora, né? Na hora. Não entendi, fiquei em dúvida. Todo mundo junto no caminho. Verdade. Eu já vi que a Marina está aqui com a gente. Marina Reis está assistindo a gente. Saudade. Saudade da Marina também. Olha, pra mim quem abriu a sala foi o Heitor Barreiros Júnior. Ele está aguardando estudo maravilhoso do Belém do Pará. Aqui, olha. Aqui o Heitor que abriu. Heitor. Bacana, Heitor. Aí nós vamos ter um monte de gente. O segundo também. O João Pedro. Os homens chegaram primeiro hoje.

Heitor, João Pedro, Marcelo. Aí depois vem a Marlene. A Neuza do Carmo. A Neuza de Três Lagosas. Neuza, pô. Fui na casa dela, almocei na casa dela em Três Lagosas. Que legal, Júlio. Nós fizemos o evento do Ser Lado do Brasil Coração do Mundo com os meninos cantando. Rosana, Marta Pila, Elizabeth Balata. Aí, olha. Onde a gente veio? Sérgio Luiz está sempre aí com a gente. O Luminha está sempre aí. Quem mais? Stanislau Júnior. Quem estiver pela primeira vez aí vai falando. A Wanda de Tupan, Terra da Michelle. Tupan virou Terra da Michelle, olha só que coisa.

Olha que nome. Bati Kumuru. Boa tarde, Delano Soares de Kamuru Xatiba, Bahia. Kumuru Xatiba. Kumuru Xatiba. Bahia. Depois o Delano podia falar o que significa Kumuru Xatiba pra gente. Deve ser nome indígena, né? É mesmo, Júlio. É legal saber esses negócios, né? É… A Sônia, Andréia Pena. Quem mais está vindo aí, Leonora? Renata Lacerda. Vamos ver mais pro final. Que já está com 200 e tantas pessoas. Olha, o Roberto falou que ele assistiu todos os da Gênesis e hoje é o primeiro dia que ele está ao vivo. Bem-vindo, Roberto.

Que legal. Marisa Ruda. Marisa, querida. Marisa. Olha só, Nívia. Vera Lúcia. A Elisabeth. Eu assisto todos os estudos do Exdo, mas infelizmente não consegui assistir ao vivo. Hoje conseguirei. Graças a Deus. Gratidão. Gratidão nossa, Elisabeth. Que bom. Vamos ver aqui quem está lá no final da fila. Quem está chegando agora. Está lenta aqui na minha. Rosângela Oliveira. De Belo Horizonte. Vivian Sá, Valesca. A Vanessa que está sempre conosco, nossa amiga. Feliz tarde de estudos. Sempre feliz, né? Sexta-feira, sempre dia feliz.

A Jane Silva. Edna Miranda. Vai que vai, Aroulo. Mas e aí? 2, 2, 4? De qual livro, Jesus Cristo? É o Livro dos Espíritos. E hoje a gente é a questão 2, 2, 4. Para aí. Vamos colocar o pessoal todos juntos, né? Estamos na terceira parte de Exdo, falando sobre comunhão, falando sobre o tabernáculo e seus interpretações, né, Aroulo? E as interpretações espirituais, as interpretações que trazemos desse tabernáculo. É bem importante você ter falado isso, né, Leonora? Porque é claro que a gente poderia fazer uma abordagem histórica, geográfica.

É muito importante isso. Mas nesse estudo aqui do Exdo, a gente não tem muito tempo para essa abordagem, né? E também, essa abordagem mais histórica, mais geográfica, a pessoa pode fazer com latas bíblicas em casa. Dá para ela fazer mais sozinha. Por outro lado, essa interpretação mais espiritual, ela é mais desafiadora. Então, aqui no nosso estudo, nós estamos focados nessa interpretação espiritual. Então, vejam, não é que a gente esteja desprezando outras abordagens, né? Travou? Travou? Deu uma travadinha. Voltou?

Não é que a gente esteja desprezando as outras abordagens, mas é que a gente precisa ter foco para que a gente possa aproveitar melhor o tempo que a gente está encontrando, né? Então, às vezes, o pessoal faz algumas perguntas, muitas perguntas fogem totalmente do estudo, e realmente não tem como a gente atender, porque senão nós vamos perder o nosso objetivo, né? Chegar a cada ano prometido. Chegar a cada ano prometido. Não é? A gente vai demorar mais do que 40 anos, né? Só para a gente começar, para a gente aumentar a nossa cultura, está aí, ó, Kumuru, chatiba, significa na linguagem pataxó, grande diferença entre a maré baixa e a maré alta.

Olha! Ah, que bacana! E eu gravei um CD numa tribo pataxó. Fui eu e o Luiz Henrique, nós fomos gravar, ficamos hospedados lá na casa do cacique e gravamos um CD de músicas pataxós. Que incrível! Se eu achar, vou trazer, tem uma foto minha andando assim na estradinha, aquele monte de indiozinho andando atrás de mim, assim. Nossa, que coisa! Muito legal! Experiência fantástica! É, muito legal, garoto! Não foi muito boa, só no dia seguinte, que eu dormi num quarto lá, aí no outro dia, lógico, que o cacique tinha celular, né?

Aí ele estava com o celular na mão e mostrando uma foto de uma cobra, assim, não sei para quem, aí chegou para mim e falou assim, essa cobra aqui, então. Matei justamente ali, onde você dormiu? Não apareceu, meu Deus do céu! Ainda bem que ele falou depois, né? Muito bem. Mas vamos lá. Bom, vamos lá, então. Olha, então, a palavra chave hoje, para a gente, é a palavra peregrinação. Peregrinação. Então, a partir desse momento, nós vamos ter que fazer um exercício que o povo hebreu peregrinando no deserto quarenta anos tem que se tornar um símbolo.

Então, a gente precisa fazer um esforço agora para a gente desvincular o povo, a etnia hebraica, o deserto geográfico e o tempo quarenta anos e transformar isso tudo num símbolo espiritual. Então, a gente tem que descolar, né? Então, agora é como se a gente estivesse subindo, ficando, assim, bem alto, dar um pouquinho de insegurança, porque a gente quer colocar os pés no chão. Mas, nós lemos, na semana passada, lemos não, a gente citou o capítulo 7 do livro O Caminho da Luz, em que o Emmanuel fala do povo hebreu, né?

E ele fala que o Velho Testamento é um monumento da ciência secreta do povo hebreu. Então, se a gente pensa no título da obra A Caminho da Luz, o que significa isso? Que nós estamos peregrinando. Nós estamos a caminho da luz. Qual que é a grande luz do universo? É Deus. A grande luz, a luz criadora, a inteligência suprema, o amor supremo, o centro gravitacional do universo é Deus. Então, nós estamos peregrinando na direção espiritual de Deus. Veja, não é numa direção espacial, porque Deus está em todo lugar. Nós também comentamos isso aqui sobre o conceito espírita do campo cósmico, ou fluido cósmico, ou matéria cósmica, ou matéria primitiva, que, metaforicamente, é como se fosse um oceano e toda a criação estivesse mergulhada nesse oceano.

Então, essa água, comentamos isso aqui também, essa água envolve e penetra. Então, nós estamos envoltos na matéria cósmica, glória à matéria cósmica, a energia, glória à matéria cósmica, a energia potencial que dá vida aos elementos, fonte de portentosos movimentos onde a forma se acaba e principia. Olha isso! Augusto dos Anjos, né? O Parnaso. Lançamos até este livro aqui com José Henrique, Martiniandro. Onde a forma se acaba e principia. Então, tudo o que surge na criação surge da matéria cósmica. Tudo o que surge surge da matéria cósmica e toda a forma que se acaba se acaba na matéria cósmica.

Então, nós estamos envoltos, mas também somos penetrados pelo fluido cósmico, como a água entra no peixe. O peixe respira a água dentro dele. O que Kardec vai nos dizer sobre o pensamento, sobre o perispírito, sobre tudo? Ele fala que é uma modificação do fluido cósmico. E, André Luiz vai nos explicar que por um processo similar ao da respiração, nós absorvemos o fluido cósmico, manipulamos e ele se transforma na nossa matéria mental. Então, veja, nos penetra. Nossa matéria mental é fluido cósmico, modificado. Então, quando dizemos Acaminho da Luz, não estamos falando de um deslocamento no espaço-tempo.

Apenas. Nós estamos falando de um deslocamento de aprimoramento. Então, eu posso dizer, todo mundo vai entender aqui, que a semente se desloca em direção à árvore, embora ela esteja parada. Faz sentido isso? Eu coloco a sementezinha na cova, curva, bonitinha, ela está parada, não? Ela está se deslocando em direção ao seu destino, que é ser árvore. Nós também. Então, Acaminho da Luz é o nosso deslocamento espiritual mesmo quando estamos imóveis. Mesmo agora, sentado nessa cadeira, todos nós estamos nos deslocando espiritualmente rumo ao aprimoramento.

Rumo ao Desabrochar dos nossos potenciais divinos. Acaminho da Luz. Essa é a peregrinação. Essa é a peregrinação. Vamos nos aproximando moralmente falando de Deus. Vamos nos aproximando intelectualmente de Deus. Vamos nos aproximando do ponto de vista do comportamento. Vamos nos aproximando de Deus. Então, nossos pensamentos, nossos sentimentos, nossas ações vão se aproximando de Deus. Alguém aí caiu do cavalo? Alguém aí caiu da carroça? Ou está todo mundo acompanhando? Acredito que sim. Eu estou com vergonha de falar que eu caí da carroça.

Então, agora, todo mundo está acompanhando. Todo mundo está acompanhando. Então, esse processo de purificação e aperfeiçoamento, nós vamos chamar de peregrinação no deserto. E aqui que está um dos mais profundos símbolos do Velho Testamento. A Peregrinação do povo hebreu é um símbolo. É um símbolo da jornada de aprimoramento do princípio inteligente criado simples e ignorante rumo à sua plenitude, que é transformar-se em Espírito puro e tornar-se cocriador em plano maior. Tem que respirar. E parou, e agora parou bastante.

Voltou. A internet aqui está muito ruim. Mas, voltou, não é? Voltou. Então, agora, veja, eu tenho duas opções agora. Duas opções. Eu posso ficar me perguntando assim, quantos hebreus tinham encarnado peregrinando no deserto? Como é que eles andaram lá no deserto? Tem um trajeto aí? Quantas famílias tinham? Que data que foi isso? Ou Ou Eu posso me perguntar o que esses símbolos da peregrinação nos ensinam sobre a grande peregrinação espiritual das almas? Fez sentido? Fez, Júlio? Leonora, quem está nos acompanhando? Fez sentido, gente?

Então, veja, a peregrinação espiritual, ela é tão portentosa, ela é tão gigantesca, que chega um momento que a gente não tem muita paciência para ficar assim. Onde que ele andou no deserto? Fica muito pequeno, não é? Fica muito pequeno. Bom, feita essa introdução, agora nós vamos para a questão 224 de O Livro dos Espíritos. Então, veja, a questão 224 ela está na parte chamada da vida espírita. Vida espírita, o adjetivo espírita, quando Kardec usa espírita, adjetivo espírita, ele está se referindo ao que é espiritual.

Então, da vida espírita é a vida do espírito. Tá, gente? Então, não é a vida do espírita religioso. Não é isso. Não é isso. Da vida espírita é a vida do espírito. Então, vamos lá. Questão 224. Que é a alma na encarnação no intervalo das encarnações. No intervalo. Porque, gente, na encarnação a gente sabe o que é. Olha aí para o Júlio. Olha aí para mim. Olha aí para Eleonore. Olha para você aí. Você sabe, na encarnação, o que é a alma na encarnação? É tu, sou eu. Eu, tu, eles, nós, vós. Não tem muita dúvida. Agora, entre as encarnações, o que é a alma?

Aí os Espíritos respondem. Espírito errante que aspira a novo destino que espera. O que é errante, gente? O errante, não é quem está errando, não, hein? O errante é o peregrino. Então, o que é a alma no intervalo entre uma encarnação e outra? Peregrino. Errante. Espírito errante. Agora, veja. Veja. Eu vou pular a letra A, porque não nos interessa agora. Eu vou para 2, 2, 5. Tá? A erraticidade é, por si só, um sinal de inferioridade dos Espíritos? Muita calma nessa hora, hein? Muita calma. Porque tem uma pegadinha nessa questão.

Nós só vamos entender a pegadinha na 2, 2,5. A erraticidade, por si só, é um sinal de inferioridade dos Espíritos? Não. Por quanto há Espíritos errantes de todos os graus? A encarnação é um estado transitório. Já o dissemos. O Espírito se acha no seu estado normal quando liberto da matéria. Então, veja lá. Do ponto de vista da evolução, transitório é a encarnação. A encarnação é um é como é que falo? É um momento ligeiro. A vida do Espírito é no mundo espiritual. Lá é a vida verdadeira. Só que o que acontece? A gente acha que a encarnação é o estado normal.

Por isso que a gente fica tão chocado com a desencarnação. Porque a gente acha que a regra é estar encarnado. Não. Agora, olha 226. Poder-se há dizer que são errantes todos os Espíritos que não estão encarnados? Porque não deu a entender isso na 225? Olha o que os Espíritos responderam. Que a erraticidade não é um sinal de inferioridade. Porque Espíritos errantes têm de todos os graus. Aí o Kardec tem uma pegadinha aí. Aí o Kardec perguntou. Poder-se há dizer que são errantes todos os Espíritos que não estão encarnados?

Agora, olha a resposta. Sim, vírgula. Com relação aos que tenham de reencarnar. Não são errantes, porém, os Espíritos puros. Os que chegaram à perfeição. Esses se encontram no seu estado definitivo. Acabou a peregrinação para eles. Acabou. Então, vamos juntar as pecinhas? Vamos. Espírito puro chegou. Chegou. Chegou onde? Na Terra Prometida. Então, a Terra Prometida do Velho Testamento é o estado de pureza espiritual. Acabou a jornada. Não precisa mais encarnar. Vive. Não precisa. Ai, Yaruda, e se quiser? Se quiser, encarna, claro, gente.

Se quiser. Se quiser, você encarna. Eu estou falando, precisa. Qual que é a diferença do Espírito puro para a gente? Você chega lá e fala, eu não quero encarnar. Mas vai encarnar assim mesmo. O Espírito puro fala, eu não quero encarnar. Tá bom. Então, o Espírito puro completou a peregrinação. Acabou. Acabou. Acabou. Chegou. Chegou na Terra Prometida, onde mana leite e mel. Chegou. Completou. Completou. E quem não é Espírito puro? Vamos imaginar quem não é Espírito puro, mas é um Espírito superior. Superior. Muito superior.

Precisa reencarnar ainda? Precisa. Então, é Espírito errante. Ainda está em peregrinação. Por isso que a 225 fala que existem Espíritos errantes de todos os níveis, menos puro. Porque o puro completou. Então, se você vai lá na questão sem a escala espírita, não tem lá Espíritos imperfeitos, Espíritos superiores, e lá no topo da escala, os puros. Então, se você não é Espírito puro, você é errante. Você está peregrinando. Bom. Alguém caiu da carroça agora? Eleonora, vamos fazer uma… Eu acho que pode tirar o texto já, Júlio.

Não consegue se ver. Coloca. Já deu? Eleonora, quer fazer uma sondagem pra ver se tem alguém que não entendeu? Está todo mundo acompanhando. Está todo mundo acompanhando. Chegamos na Terra Prometida. Espírito puro deixou de peregrinar, chegou na Terra Prometida. Excelente, Haroldo. Chegou na luz. Isso aí. O… a Sandra colocou, olha que interessante a vida transitória é a encarnação que você falou, que é a vida real espiritual, né? É o que eles falam aí. O Espírito se acha no seu estado normal quando liberto da matéria.

O normal é estar desencarnado. Esse aqui é o normal. Esse aqui é o normal. Esse aqui é o normal. Não é isso? Por isso que tem os amigos espirituais que brincavam, né? Quando eu era morto se referindo a gente encarnado, né? Quando eu era morto e a gente inverte e aí a gente não lida bem com o processo de desencarnação, a gente não lida bem com isso. Porque a gente acredita que o estado natural é encarnado. Não é. Não é. O normal é você voltar pro mundo espiritual. Estar encarnado é uma exceção. Exceção que eu digo na longa jornada, na longa trajetória do Espírito.

Ou seja, você passa mais tempo no mundo espiritual do que encarnado. E vai chegar um momento que você não encarna mais. Então veja, quando um Espírito puro olha pra trajetória dele, os pedacinhos que ele encarnou é a menor parte. É a menor parte. Mesmo que ele tenha encarnado 580 mil vezes, é a menor parte. É a escola, né? Né? O Marcelo Mozart tá perguntando, então, podemos considerar toda escritura de êxito como uma metáfora? Todo o Velho Testamento. Monumento da ciência secreta do povo hebreu. Que somente os grandes sábios, nos tempos antigos, eram capazes de interpretar.

Eu tava falando, Haroldo, que porque a nossa situação de Espírito errante, ou até de Espírito não esclarecido, né, é finita. Já a condição de Espírito alcançando, né, a pureza, ela é infinita. Dali pra frente é sempre… Então, é essa a situação. Então, a história, né, Júlio, depois que você tiver um bilhão de anos como Espírito puro, o que são 100 mil anos de encarnação? Na verdade, quando tiver um bilhão de anos de Espírito puro, não vou saber nem o que é que vale um bilhão de Espíritos puros. Nós não estamos contando mais o tempo, né?

Essa questão do tempo aí já virou outra coisa, né, Haroldo? A gente não terá relação… Eu gosto muito de lembrar que eu aprendi isso com você, é isso, né, esta relação como Espírito é uma relação desprovida… Espírito puro é uma relação desprovida de matéria. Não tem planeta, não tem em cima, não tem embaixo, não tem… não tem… É, da matéria como nós conhecemos, né? É, é, essa relação com você. Porque tem o que nós encontramos nas suas infinitas combinações formando o que nós não sabemos. É, porque nós… Além da nossa capacidade de apreciar.

Lembrando que as nossas medidas são medidas da Terra, são medidas da Terra, é a gravidade da Terra, é o peso da Terra, é o tempo da Terra, é o tempo que ela leva aí em volta do Sol… Enfim, é lembrar que nós somos um planeta que tem essa característica, mas os outros não tem essa característica, né, Ludo? Os outros lugares não tem essa característica, quanto mais aonde habitam esses Espíritos puros que não tem essa característica. Vai variando, né? A peregrinação deles não seria 40 anos. Exatamente, Júlio. Exatamente.

Então… Bom, acho que todo mundo… Só uma dúvida, Ludo, fica parecendo que é bobagem, mas eu acho que é legal, porque quando usa a palavra errante, às vezes a gente acha que está falando do Espírito que erra, né? Então é muito legal saber a origem disso, né? Por que a palavra é usada errante, né? É… Não é… Como ele pergunta, né? Não significa que o Espírito está errando, não é? É isso? Errando no sentido de não ser… É aquilo que a gente falou, é o peregrino. É o peregrino? É. Sim, é isso aí. É isso que é bom a gente fixar, né?

Porque às vezes a palavra… Eu… Recentemente eu… Só para… Só um parênteses, né? Essa questão das palavras, que a gente tem que sempre estar consultando, né? Eu sempre li um texto que falava da palavra laudatória, e eu achava que essa laudatória tinha a ver com laudas de texto, né? E não tem nada a ver com isso, né? E eu fiquei, assim… Surpreendido, assim. Estava entendendo o texto, e tinha muito tempo que eu não estava entendendo nada do texto. Porque estava entendendo e era tudo errado, né? E laudatória é como se fosse um elogio, né?

Exatamente, exatamente. Então, bom, o errante aqui é o que está em peregrinação, né? Ele está no processo… Travou. Travou novamente. Travou. Volta aí, volta aí. Volta aí. A Ana Prado colocou que no dicionário está como alguém que muda constantemente de lugar. É o peregrino, né? Exatamente. Maravilhoso, né? Ou seja, está mudando sempre de residência. Está mudando sempre de residência. Cada hora ele está em um lugar. Então, essa é a ideia. Ou seja, está se deslocando. Está se deslocando. Porque cada hora ele está em um lugar.

E o puro? O puro não, gente. O puro chegou no mundo celeste. Chegou no mundo celeste, que é a morada dos espíritos puros. Ah, Haroldo, fala um pouquinho sobre o mundo celeste. Falo? Não sei nada. Bem pouquinho, né, Haroldo? Não, é nada mesmo, né? Nada. Nada. Absolutamente nada. Porque nós não temos capacidade cognitiva de entender o que é o mundo celeste. É algo que foge a nossa compreensão. Foge a nossa compreensão. Falta-nos o sentido, né, Haroldo? Falta-nos o sentido. Falta-nos o sentido. Tem muitas pessoas perguntando sobre o espírito puro, né?

Se ele reencarna? Se ele não reencarna? Quando que ele reencarna? A Lizete colocou, então, assim, o que faz o espírito após ele se tornar puro? Lá na escala espírita tem algumas coisas, né? Ele ajuda, ele é um emissário, é de Deus. Lá depois da questão 100, né? Quando fala da escala espírita, fala algumas coisas ali. É, Lizete, vamos tentar ver se te ajuda, né, esse raciocínio. Até você se tornar espírito puro, você é uma criança que está sendo educada. Quando você se torna um espírito puro, aí que começa. A sua vida eterna começa na hora em que você se torna um espírito puro.

Agora, se você perguntar para mim como que é a vida do espírito puro, como? É como você pedir para um bebezinho de dois anos de idade para ele descrever a vida de uma professora de universidade. Como é que o bebezinho vai descrever isso? Não tem como. Agora, essa ideia de some, é importante isso aqui. Vamos voltar um pouquinho, porque eu percebo que muita gente faz confusão com isso. Gente, qual é a matéria cósmica do universo? Veja, eu estou te perguntando qual é a cor do cavalo branco de Napoleão. Qual é a matéria cósmica do universo?

A matéria cósmica. Correto? Então, muita gente acha que chegou no mundo celeste não tem matéria cósmica. Gente, não existe esse lugar. O universo está mergulhado no fluido cósmico. E, na questão 27, os Espíritos nos dizem que o fluido cósmico é suscetível de infinitas combinações. E mais, lá na questão 28, 29, os Espíritos vão dizer que existe matéria num estágio que, para nós, não seria matéria. Então, de que é feito os mundos celestes? De fluido cósmico. Em combinações que nós não temos ideia. Então, nós temos que entender de uma vez por todas, não existe fora do fluido cósmico.

Fora do fluido cósmico, só Deus que criou o fluido cósmico. Então, não existe nenhum ser criado fora do fluido cósmico. Ah, está morando fora. Não tem, gente. Não tem. Então, quando você olha para a nossa tabelinha periódica, cento e poucos elementos naturais, 117, contando com os artificiais, essa matéria que nós conhecemos é uma ínfima parte, uma ínfima parte do que o fluido cósmico pode se tornar. Mas, o que acontece? Toda vez que fala de mundo espiritual, a gente ainda tem essa ideia de fumacinha, de nuvenzinha.

Tem que tirar isso da cabeça. Tem que eliminar isso de uma vez por todas. Quanto mais superior o mundo, mais sofisticada é a matéria desse mundo, porque mais ela se aproxima da matéria cósmica. Mais possibilidade, não são menos, gente. Não são menos. Menos possibilidade somos nós. Nós só temos 117 átomos. As nossas possibilidades são limitadíssimas. Nos mundos celestes, o negócio é tão fora da casinha que nós não temos condição de entender. Não é isso? Então, é importante a gente compreender isso. O mundo celeste é feito de uma matéria que é uma modificação do fluido cósmico.

Tem inumeráveis coisas lá que nós não temos cognição para poder compreender. As possibilidades de existência de um espírito puro são um trilhão de vezes mais diversificadas do que as nossas possibilidades. Então, nós, encarnados nesse planetinha, aqui, com essa matéria, 117 átomos, nós somos bebezinhos no cercadinho, bebezinhos no bercinho. O bercinho, assim, movendo, movendo, e Deus dando uma madeirinha pra gente. E a gente acha que o nosso mundo é o padrão do universo. É o padrão. É o padrão. Não é. Não é. Então, o que acontece com o espírito quando ele se torna puro?

Ele é adulto. Aí, ele vai começar a vida eterna dele. Agora, ele está pronto para começar a vida eterna. Em que sentido? Ele não precisa mais encarnar. Ele, agora, não é mais errante. Ele não envelhece. Ele não tem esse corpo físico grosseio. O corpo dele é o corpo da glória. É o corpo da glória. É o corpo da ressurreição. O corpo glorioso não adoece, não envelhece, não modifica. Nossa, Lodo, mas isso é tão complicado. Assiste um pouquinho de Marvel. Assiste um pouquinho lá de Thor. As séries da Marvel, pra poder abrir um pouquinho a cabeça.

Não é? A Isandra está acompanhando aqui. Gostei. Espírito puro, espírito adulto, atingiu o estágio celestial. Chegou na Terra Prometida. Chegou. Agora, ele vai falar assim, quando você chega, você fala assim, que maravilha! Começou! Quando se forma, a ideia. É igual quando se forma. Parabéns, está aqui o seu diploma. Agora, começa. O trabalho. Começa. Agora, o que diz lá? Qual a finalidade da encarnação? Preparar o espírito para assumir a parte que lhe toca na criação. Você se tornou espírito puro? Muito bem, filhão, filhona!

Agora, você vai assumir a parte que lhe toca na obra divina. E quanto tempo eu tenho, papai, mamãe? Papai, mamãe, né? Papai, mamãe. Porque Deus é pai e mãe, né? Quanto tempo que eu tenho? A eternidade. Então, eu vou parar de evoluir? Não. Agora que você vai evoluir na velocidade boa. E se você estiver pensando assim, nossa, mas é difícil de compreender isso. Se você estivesse compreendendo, você seria um espírito puro. Porque os espíritos dizem assim, não tem como eu explicar pra vocês. É como descrever a cor para um cego de nascença.

Falta elemento de comparação. Bonito, né? É bonito? Bonito isso, né? Deu um silêncio ótimo. É, Haroldo. Eu estava lendo aqui na questão 28, né? As palavras pouco nos importam. Compete-vos a vós formular a vossa linguagem de maneira a vos entender-des. As vossas controvérsias provém quase sempre de não vos entender-des acerca dos termos que empregais. Por ser incompleta a vossa linguagem para exprimir o que não vos ferem os sentidos. Isso. Como é que eu vou? Imagina, Júlio, o espírito chegasse… Júlio, eu vou te explicar um negócio agora que você não pode ver, você não consegue escutar, você não consegue tocar, você não consegue cheirar, você não consegue sentir.

Muito! Isso é muito complicado! Como é que eu vou entender isso? É. É isso aí. Eu brinco assim, né? É como se você me fizesse uma pergunta assim, qual é a cor de Deus? E eu falasse com você… É essa, exatamente. É essa, exatamente. Exatamente a cor de Deus. Mas o que é isso que você falou? Não sei, eles falaram que é isso. É isso aí. Eu acho que é muito interessante essa… E eu estou tentando aqui entender por que o Aruldo está aqui falando desse tema de espírito puro. Eu acredito que é porque ele falou que ia começar lá do Santo dos Santos, né?

Então ele está puxando esse assunto de espírito puro aí porque ele falou que queria começar de trás pra frente, né? Isso aí. É, Mas é puxado esse negócio porque isso fere todas as nossas… como ele fala, tudo que nos fere o sentido, tudo que são os nossos indicativos, né? De progressão, indicativos de direção, todos os nossos indicativos não estão presentes nessa fase, né? Exatamente. Então pra nós é difícil compreender esse… Eu fico me perguntando, né? Porque, veja bem, nós vivemos em prol de objetivos muito materiais, sobrevivência, né?

Autoconservação, a morte, vivemos em função da alimentação, e tal. E de repente eu fico pensando assim, tá, mas aí ele não precisa de mais nada disso, o que é que move ele, né? Nossa. E aí você fica pensando o que é a meta dele, ele não tem um concorrente, cara. Acabou a concorrência, Haroldo, você não tem mais… É muita coisa que é tirada… Mas a gente não consegue dimensionar, Júlio. Não consegue. É como você… é o que eu falo. É como você sentar com uma criancinha de três aninhos e tentar explicar o que você tá fazendo editando a música e o vídeo do Aloysio e do…

Aloysio. Marcelos. Ela não vai entender. Ela não tem maturidade cognitiva pra entender. Nem porque você tá fazendo aqui. É. Nós não temos maturidade cognitiva pra entender o cotidiano de um espírito puro. Não temos. Escapa a nossa percepção. Mas, Haroldo, me vem a intuição dizer que pelas vias do entendimento racional, não. Mas na medida que a gente consegue beliscar alguma coisa sobre o sentimento, do amor, do amor maternal, paternal, você já consegue meio que falar assim… A gente sente. A gente sente. É um vislumbre.

Então, o bonito, Júlio, é o… eu preciso só terminar aqui, porque tem uma uma palestra… Hoje eu tô meio tentado. Tem uma 18 agora e uma outra lá do… Mas… Tem uma passagem bonita do Centurião, de Cafaná 1, que ele fala… Senhor, eu não sou digno de que entreis na minha morada. Não sei se eu não… Minha casa não te cabe. Minha casa não te cabe. Mas dize uma só palavra, porque eu também sou homem sob autoridade. Eu também obedeço a César e tenho soldados. Então, eu tô sentindo, Senhor, que deve ser igual com você.

Você também obedece a Deus e tem um exército aí de servidores. E basta o Senhor dizer uma palavra, e aí Jesus se vira, porque ele era um romano, vira para os israelitas e diz, nem Israel viu uma fé semelhante a esta. Por quê? Porque ele sentiu. Ele falou, se o negócio é assim comigo, não é? Então, deve ser uma coisa parecida. Eu não sei o que que é, mas deve ser… Porque tem um princípio de unidade. Deus é um. Deus é um. Deus é o autor de todas as leis. Não pode ser muito longe disso aqui. Eu não sei o que que é. Mas é…

E aí o coração alcança. O coração alcança. É isso. Muito bom. E o que ficou, acho que desse estudo de hoje, várias coisas que o Aruldo disse, principalmente essa caminhada espiritual que estamos fazendo. Essa peregrinação da semente até a árvore, mesmo que não mude de lugar, ela está acontecendo, esse símbolo que estamos em caminhada, em peregrinação. Muito importante. Esse sentido espiritual. Esse sentido espiritual da peregrinação. A caminho da luz. Ficou lindo. Nossa, muito bom. Bonito, né, Leonor? Eu vou pedir licença, que eu estou…

Ótimo trabalho. Boas palestras. Obrigado. Aí, Aruldo, valeu. A gente se encontra aí na semana que vem, né? Semana que vem. Obrigada. Até semana que vem. Tá bom, Aruldo. Um abraço. Vou dar uns recadinhos. Um abraço, Leonora. Um abraço. E aí, Leonora? E aí? Foi muito bom, né? Muito bom. A turma está de parabéns, acompanhando o estudo. E é legal, a gente que está há algum tempo escutando o Aruldo falar isso, às vezes, nos bastidores aqui, e vendo a visão dele, o que a gente mais nota é essa necessidade de ter esse olhar mais abrangente, das coisas, né?

Você vê ele citar um filme da Marvel, eu acho que essa visão mais abstrata das coisas, trazendo mais poesia também, ler essas questões que envolvem o que não é tão material, o que é mais abstrato, né? Abstrair um pouco das realidades para poder compreender essas jornadas aí, né? Que ele está falando. E… Eu até tentei achar que a música é matéria cósmica, mas eu vou trazer na semana que vem para a gente escutar. Tem que colocar ela lá no canal, mas eu acho que está no canal, né? Está no canal, está sim. O pessoal pode entrar lá para escutar.

Vamos compartilhar, então, nos grupos, né? Matéria cósmica. Lembrando ao pessoal que está no grupo do Facebook, que está no grupo do Instagram, que a gente… que nós fizemos uma divulgação essa semana, né? Agradecendo as voluntárias que compilam. Toda semana o pessoal assiste os vídeos e comenta lá no Facebook. Coloca suas impressões, faz as suas pesquisas, né? Aí as nossas amigas compilam tudo em arquivos e fica lá. Estudo 38. A gente tem o Denise que faz as transcrições todas, de cada estudo, que depois essas transcrições, elas viram a legenda.

Então a gente tem tudo guardadinho lá no Drive e fica o convite para quem ainda não participa do grupo de estudo, que entre lá e participe conosco, e colabore, coloque as suas impressões. Que depois da sexta-feira o pessoal passa a semana inteira, a gente passa a semana inteira refletindo sobre essas lições. E hoje tem bastante coisa, tem Livro dos Espíritos, tem A Caminho da Luz, capítulo 7. Tem bastante coisa para a gente refletir. É isso aí. Então tá bom, despedido do pessoal, vou colocar a música do Cantata novamente para o pessoal escutar.

A Cantata também, essas músicas estão lá na plataforma, no despedido. tv, para o pessoal assistir. Tem a Cantata completa também, que está no nosso Youtube, que a gente fez no final do ano, que foi uma conversa com a Luísio. É só procurar Cantata Brasiliana no portal Ser, lá no despedido. tv, que você vai, acho que está no portal Ser, você vai encontrar a conversa com a Luísio a respeito desse trabalho, que é muito bacana. E é uma maneira bem legal de a gente exercitar esse olhar mais abstrato das coisas, não tão concreto, não tão cartesiano.

E aí a gente vai aprimorando o sentimento para poder ver isso. Eu me lembrei de uma música que eu toquei recentemente, que é Para Ver a Deus, que fala disso. Limpar o coração, nas sentimentos para ver a Deus. Ele fala que tem coisas que a inteligência sonha, mas não alcança. E a gente vai entendendo que essa amplitude da questão dos Espíritos puros e de Deus, elas dependem desse desenvolvimento do sentimento, do amor, para a gente compreender. Afinal de contas, diz que Deus é amor. Então, buscando entender isso, talvez a gente compreenda um pouco mais pelo sentimento essas questões.

Um beijo para todo mundo. O pessoal está fazendo várias perguntas. Então, os vídeos ficam na plataforma Espiritismo TV. É só procurar lá. Espiritismo TV é a plataforma nossa, do Instituto Ser. Tem parceria com várias outras instituições com vídeos, com as músicas, com estudos, com estudos do Antigo Testamento do Aroldo. Então, está lá. E para participar dos grupos de estudo, na descrição aqui do vídeo, tem os links. É só ir lá e colocar no Facebook ou então procura no Facebook Estudo Dias do Aroldo. Também vai aparecer.

Esperamos todos lá. A CBL está chamando atenção da gente aqui para não deixar o Aroldo no aperto não, para organizar aqui o horário. Ah, mas ele sempre fala que às seis horas eu tenho que sair, porque ele tem assim, os horários dele, quem está acompanhando a administração do tempo do Aroldo, cada minuto é um minuto. Então, ele tem várias tarefas, vários horários. Ele sempre fala às seis horas eu vou sair. Mas a gente sempre deixa ele ficar um pouquinho. Mas hoje ele não falou. É, hoje ele não tinha dito. É, hoje ele não tinha falado, CBL.

Por isso que na semana passada ele que falou que saia dez minutos antes. E aí eu marquei direitinho. Mas é bom deixar ele ficar apertado um pouquinho. Está querendo ser espírito puro, né? Bora trabalhar. Está querendo ser espírito puro, tem que fazer essas coisas. O que eu ia falar? Uma ótima semana. Uma ótima semana. Obrigado a todos. Visitem a plataforma, pessoal, quem está aí, além de quem puder contribuir lá com algum recurso, contribui muito quem divulga. Entra lá, procura um vídeo bacana, manda para os amigos, divulga a plataforma.

Quem não conhece, vai lá procurar, fazer a pesquisa por legendas, como a gente tem mostrado aqui, e tudo. Utilizem a plataforma e divulguem para os amigos. É uma forma importante de nos ajudar, né? Coloca nos grupos, pega o link do vídeo, coloca lá, manda para os amigos assistirem. Tem muitos vídeos bacanas lá do Oceano, da Versátil, vários filmes, vários vídeos do Portal Reação, muito bons, que ajudam tanto. O pessoal que trabalha, principalmente com assistência fraterna, Eleonora, muita gente utilizando. Às vezes de mandar o link de um vídeo para a pessoa assistir e tudo, então é importante para nós vocês acessarem e utilizarem lá.

Tá bom? Então vamos escutar a música de novo para a gente encerrar. Beijinho para todos, viu? Beijo, boa semana! Na candelária Oblação Pedindo a vinha Do Senhor Um homem velho Em oração É a redenção Do pecador Suplica o homem Com olhar E o olho fala Sem dizer Derrama a dor E a dor é mar E o mar tem sal Que a alma vai Sorver Sendo o menino Salvador O seu silêncio Quer sorrir Ao homem velho Diz amor E o amor é flor Que vai florir Cerrando o velho Seu olhar E o olho cala Após dizer A paz me doa Me entrego ao mar E após o mar Eu devo Renascer Dispensa sim Sem hesitar Ó meu Senhor Quem pôde ver No mundo o verbo Se encarnar E a vida então Resplandecer E o homem novo Ser feliz Que é simeão Além do mar Em outro chão Nova raiz E da raiz O bem que há de Brotar Tomou nos seus braços Louvou a Deus e disse Agora soberano Despedes em paz Teu servo Segundo a tua palavra Porque os meus olhos Viram a tua salvação Que preparaste Diante da face De todos os povos A paz me doa Me entrego ao mar E após o mar Eu devo Renascer Dispensa sim Sem hesitar Ó meu Senhor Quem pôde ver No mundo o verbo Se encarnar E a vida então Resplandecer E o homem novo Ser feliz Que é simeão Além do mar Em outro chão Nova raiz E da raiz O bem que há de Brotar

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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