#016 – Estudo do Velho Testamento – Livro Êxodo

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Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento à luz da Doutrina Espírita, Haroldo Dutra Dias aprofunda-se no livro de Êxodo, focando nos Dez Mandamentos. O estudo inicia com uma reflexão sobre a obra “Paulo e Estêvão”, de Emmanuel, destacando sua relevância para a compreensão das personagens bíblicas e a conexão entre a primeira e a segunda revelações.

O que é estudado neste episódio

  • A obra “Paulo e Estêvão” e sua importância: A discussão começa com a celebração dos 80 anos da obra de Emmanuel, ressaltando como ela humaniza as figuras bíblicas, mostrando suas vidas reais, desafios e a formação do cristianismo primitivo. É enfatizada a transição de Saulo para Paulo como um símbolo da divulgação da mensagem cristã e a continuidade da revelação divina.
  • A Primeira Revelação e suas nuances: Haroldo aborda a interpretação comum de que Moisés representa a totalidade da Primeira Revelação. Ele esclarece que Moisés é um símbolo que resume milênios de encarnações e a contribuição de inúmeros profetas e patriarcas, conforme descrito no capítulo 1 de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.
  • O Segundo Mandamento (Deuteronômio 5:8): O foco principal do estudo é o segundo mandamento: “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra”. Haroldo interpreta este mandamento como um convite a não materializar Deus, que é imaterial.
  • A música “Quanta” de Gilberto Gil como comentário: A letra da música é apresentada como uma profunda reflexão sobre a imaterialidade de Deus, destacando a ideia de um “vago Deus por trás do mundo, por de trás do de trás”, que não pode ser acessado pelos sentidos físicos.
  • Adoração em espírito e verdade: O estudo ressalta a dificuldade e a profundidade de adorar a Deus sem o uso dos cinco sentidos, conectando-o à ideia de “adorar em espírito e em verdade”, conforme ensinado por Jesus.
  • O conflito entre o “reino de Deus” e o “reino dos homens”: Haroldo explora a oposição entre o monoteísmo hebraico e o culto ao imperador romano, que se considerava um deus. Este conflito é apresentado como o núcleo central do Evangelho, onde Jesus constantemente fala do “reino dos céus” em contraste com o “reino dos homens”.
  • O monoteísmo como desafio atual: A reflexão final questiona se a humanidade, mesmo com tantas religiões monoteístas, realmente alcançou o monoteísmo puro, sugerindo que este é um desafio contínuo na jornada evolutiva.

Reflexões

  • A Doutrina Espírita nos convida a uma fé raciocinada, que busca aprofundar a compreensão das revelações divinas, superando interpretações literais e reconhecendo a continuidade e a amplitude da mensagem espiritual ao longo do tempo.
  • O segundo mandamento, ao proibir a criação de imagens de Deus, nos impele a buscar uma conexão mais profunda e imaterial com o Criador, transcendendo os sentidos físicos e cultivando a adoração em espírito e verdade.
  • A trajetória de Saulo para Paulo e o conflito entre o monoteísmo e o culto ao imperador romano ilustram a constante luta entre os valores do “reino de Deus” e as ilusões do “reino dos homens”, um desafio que permanece relevante em nossa jornada evolutiva.

Ler transcrição do episódio

Senhor Deus Pai dos que choram Dos tristes, dos oprimidos Fortaleza dos vencidos Consolo de toda a dor Embora a miséria amarga Dos prantos de nosso ermo Desse mundo de desterro Clamamos por vosso amor Nas aflições do caminho Na noite mais tormentosa Vossa fonte generosa É o bem que não secará Sois em tudo a luz eterna Da alegria e da bonança Nossa porta de esperança Que nunca se fechará Quando tudo nos despreza No mundo da iniquidade Quando vem a bendecidade Sobre as flores da ilusão Papai, sois a luz divina O cântico da certeza Vencendo toda a aspereza Vencendo toda a aflição No dia da nossa morte No abandono do tormento Trazem-nos o esquecimento Da sombra, da dor, do mal Que nos últimos instantes Sintamos a luz da vida Renovada e redimida Na paz ditosa e imortal Senhor Deus Senhor Deus Senhor Deus Senhor Deus Senhor Deus Senhor Deus Senhor Deus Senhor Deus Senhor Deus Boa tarde!

Que grande homenagem, hein? 80 anos de Paulo Estevam 80 anos, né, Leonora? Boa tarde, boa tarde, Júlio Boa tarde, Arnoldo Me emociona ainda assistir nesse negócio aí, cara Ah, isso aí é a arte A sensibilidade, né, do artista Em fazer essa obra assim, né Como se dizia, a arte trazendo o belo e o bom Essa é a arte Arnoldo, e essa obra, ela tem uma… Ela é muito marcante na sua vida Na sua trajetória no espiritismo, né, Arnoldo? É, essa obra, meu Deus do céu, né Acho que foi aquela palestra na FEB, já foi sobre ela A primeira palestra que você fez lá A primeira foi sobre o livro Paulo Estevam E aí que eu saí do circuito de Belo Horizonte No circuito mais amplo Saí da corrida da Lagoa da Pampulha pra maratona Arnoldo, e o que você acha?

Qual a importância dessa obra? Inclusive nesse contexto do estudo do Antigo Testamento Como é que você vê a importância dessa obra Para a doutrina, para os espíritas? Como é que você enxerga isso? Júlio, é uma obra muito grandiosa Eu acredito que, à medida que a gente vai amadurecendo Parece que a nossa visão da obra também vai mudando, né E eu confesso que antes de ler o Paulo Estevam Eu tinha uma visão dessas personagens bíblicas Uma visão muito romantizada, muito infantil E penso que isso vem de uma, abre aspas, como diz Clarencio Para André Luiz, né De uma educação religiosa equivocada E aí quando a gente lê a obra Paulo Estevam Você fica de frente com as pessoas de verdade O Paulo de verdade, o Gesiel, o Pedro Com pessoas de verdade vivendo vidas verdadeiras Ele sai daquele romance religioso E eu acho que, talvez hoje, essa seja uma das maiores demandas Se nós queremos ser espíritas verdadeiros Sair um pouco da fantasia, colocar os pés no chão E começar a viver de verdade a mensagem cristã Dentro dos desafios do mundo atual Porque a obra Paulo Estevam mostra isso Ela não tinha…

Era um mundo de verdade Uma vida… Cada um ali com a sua vida cheia de desafios, dificuldades E nem por isso eles perdiam Essa capacidade de ternura, de amor, de firmeza, de fé, de propósito Eu acho que esse é o ponto Para mim que mais toca É engraçado porque o Francisco Thyssen falava isso Ele dizia que todo início de ano ele relia o Paulo Estevam Para se preparar para as lutas e desafios da atividade religiosa À frente da Federação Espírita Brasileira Engraçado, não é? Olha só Ela traz muito mesmo dessa questão do ambiente de relacionamento cristão Do ambiente de desafios pessoais, íntimos Então ela não é só uma história que gira em torno de um personagem, de outro Mas de uma comunidade É isso É muito ali de atos dos apóstolos também Era isso que eu estava pensando É a vida daquelas pessoas Elas vivendo realmente E fundando essa igreja Fundando esse cristianismo Mas com a vida deles Com a vida deles Com a comunidade E bonito também Porque eles não tinham todas as respostas Não tinham todas as respostas A gente surpreende, por exemplo, o final da vida de São João Pedro Ele tendo que sair de Jerusalém Porque Jerusalém estava prestes a ser destruída Ele tem que sair de Jerusalém e ir para Roma Ele não tinha casa, não tinha nada Não tinha nada E quem recebe, quem providencia ali uma casa Faz uma vaquinha Para comprar uma casa para Simão Pedro Nós estamos falando de Simão Pedro E aí conta essa história toda religiosa de Simão Pedro É uma fantasia Esse não é o Simão Pedro real Isso não é vida real Então nós criamos símbolos religiosos que são fantasias Não são as pessoas de verdade Não são as vidas de verdade Muito distante de nós E o Paulo Esteão traz isso Mas eu sei que ali no finalzinho o Simão Pedro E eles se perguntando A própria história de Saulo Desde Saulo a Paulo Porque aí você vê uma trajetória de um homem Você vê a trajetória de um santo Não de um santo no aspecto Mas de um homem De um homem que se habilita De um homem que se habilita Então é muito bacana E você acha que essa obra contribui também Para essa questão da noção dos aspectos Do estudo do Antigo Testamento, Haroldo?

Ela traz elementos que ajudam a gente a… Nossa, eu penso que É a obra que de uma maneira sutil Ela conecta a primeira revelação e a segunda Porque nós temos um hábito de achar A gente sempre fala isso aqui Desde que a gente começou a estudar Levítico Nós temos que superar essa ideia De que primeira revelação é Moisés Primeira revelação são milhares de pessoas Que encarnaram ao longo de mais de mil anos E a gente vê isso A gente vê uma personagem ali fundamental Do Velho Testamento Que é o Gamaliel O Gamaliel é neto do Hiléu Então, a gente vê figuras ali que são Pilares, não é?

É, e o desfecho De mais de 1500 anos de encarnações De 17, 20 gerações De pessoas Que encarnaram para estruturar Uma ideia de monoteísmo E, aí, a gente resume Resume a primeira revelação Em cinco livros de Moisés Na figura de Moisés É um pouco essa distorção Que a gente precisa A gente precisa vencer A gente precisa vencer E eles recitavam Isaías, não é? Eu sempre lembro de ler Recitando Isaías Aquela mãe que ensinou tanto para eles Que deu tantas bases para eles Citando Isaías Tendo que fugir Eram judeus Que viviam em outras regiões Viviam ali na Grécia Passavam dificuldade Perderam, tiveram que sair de novo Então, é um Uma peregrinação constante Carlos, você acha que Só me vem um pensamento Você acha que Paulo É a transição do que a gente chama Primeira revelação para a segunda?

Júlio, eu acho que ele é a divulgação Porque, assim Essa transição é o próprio Jesus Eu imaginei porque Como doutor da lei, não é? Aquele que abraça É quem está trazendo um bastão E pegando o outro, vamos dizer assim Entendi Eu acho que o Paulo é esse símbolo Até porque a gente tem que entender A maior parte dos cristãos Eram judeus convertidos Pessoas que entenderam Que Jesus ia levar adiante A primeira revelação Ele ia dar sequência Porque Deus é vivo Então, ele se revela permanentemente Isso é lindo, não é? Deus não fica parado num lugar Deus está se movendo Não é?

O Espírito, o rua sopra Onde quer Não sabe de onde ele vem, nem para onde ele vai Assim é todo aquele Que foi gerado Do rua, do Espírito Então Deus é um movimento no infinito É um movimento no infinito A gente que tem mania de parar E ficar adorando montanha Eu queria dar essa pausa Esse início aqui Porque realmente a obra Que a gente tem muita gratidão Ao Emmanuel, ao Chico Aos Espíritos que intuíram Que acompanharam essa obra Que é tão fundamental para nós E realmente Você vê que é uma obra que dá para ler uma vez por ano Sem perda de tempo nenhuma Pode ler que vai ler coisa nova Vai aprender coisa nova Quem não leu, leia Paulo Estevão Tem gente que não gosta de romances de Emmanuel Tem gente que tem uma coisa dessa com os romances Mas não tem nada a ver, não é?

Tem que superar Tem que superar isso Todo mundo que não gosta de alface Não gosta de pano Tem que superar isso Muito bem, vamos lá Haroldo hoje falou assim Vou chegar uns 15 minutinhos atrasado Ele tem 17 minutos Hoje é o último dia Hoje é o último dia, graças a Deus Daquelas aulas que terminam hoje A partir de semana que vem, graças a Deus A gente não vai precisar Ficar saindo correndo Se Deus quiser Vamos aproveitar essa meia horinha Boa tarde A todos os amigos que estão conosco E vamos retomando Nosso estudo de êxodo A luz da doutrina espírita Pra mim quem abriu a sala foi a Regiana Estamos falando Dos 10 os mandamentos Começamos a lê-los lá A partir de Deuteronômio 5 E na última semana Falamos do primeiro e um pouquinho Do segundo mandamento Que eles estão super interligados Não é Haroldo?

Estão super interligados Aliás, a Eliene está até Perguntando aqui, não é? Eliene Barras Haroldo Mas, na evangelização espírita Nós somos orientados a ensinar as crianças Que a primeira revelação É Moisés Agora, com essa nova visão Eu não sei o que vou fazer Se o que eu aprendi Ou o que… Eliene, eu sugiro você ensinar O que está no capítulo 1 do Evangelho segundo o Espiritismo Então, assim Na dúvida, sempre volta Para a codificação Por mais que você tenha Frequentado um grupo Por mais que você tenha aprendido algo Por mais que alguém tenha te ensinado algo Essa pessoa Por mais que você tenha amor E gratidão a ela Ela é um ser humano com as suas limitações Com as limitações do seu tempo Com as limitações Do que ela aprendeu Não é para você perder a gratidão A essas pessoas, pelo amor de Deus Mas, na dúvida É Kardec Na dúvida é Kardec Então, se você está com essa dúvida Capítulo 1 do Evangelho segundo o Espiritismo Porque não tem isso lá No Evangelho segundo o Espiritismo É claro que Eliene, nós temos que entender O que?

As metáforas Então Se toda vez que eu tiver falado A Primeira Revelação, eu ficar citando 250 nomes, vai ficar um negócio Pedante Então, a gente resume Moisés Pronto, é um resumo Eu falei, não é? Quando eu digo Moisés, eu estou resumindo Desde Abraão até Zacarias O último dos profetas Se você entender isso, bem Agora, se você interpretar isso literalmente Acha que a Primeira Revelação é só uma pessoa É complicado Porque, aí, nós estamos ficando com o pé da letra Aí, a gente está Imagina, a gente está caminhando para o fundamentalismo Então, se você entender que isso é uma metáfora Quando eu digo Moisés, é uma metáfora Moisés resume o que?

Resume 1.500 anos de missionários Se você explicar isso, está ótimo Então, chega lá para os evangelizantes Os evangelizantes falam assim Olha, quando a tia fala aqui em Moisés Moisés é um símbolo de 1.500 anos de história É o que está lá no capítulo 1 do Evangelho segundo o Espiritismo Aliás, a primeira mensagem dos Espíritos é de um Espírito Israelita Ele assina assim Um Espírito Israelita Olha isso Não é? Então, eu sugiro que você leia 25 vezes essa mensagem Eu já li umas 35 Cada vez que eu leio, eu percebo uma coisa diferente E, isso que eu estou dizendo aqui Eu aprendi nessa mensagem Lá, ele fala isso De várias pessoas, de várias vidas Está dito isso lá E, aí, quando a gente pensa também na segunda revelação É a mesma coisa, quando você pensa na terceira Pensa na terceira Pensa na terceira Será que eu posso resumir a terceira revelação a Kardec?

Aí, eu apago Leondemi Eu apago Gabriel Delany Eu apago Amelie Boudet Eu apago todo mundo Fica só Kardec Eu apago as médiuns que receberam as mensagens Os próprios Espíritos A equipe espiritual toda Então, está evidente que Kardec é um símbolo Ele é um homem, mas ele é um símbolo Eu acho bonito isso no Kardec Porque o nome dele não é Kardec O nome dele é Denizar Denizar Hippolyte León Rivaio Então, e aí? Então, ele foi sensível Não, Allan Kardec Allan Kardec é esse grande símbolo Agora, dentro desse símbolo Allan Kardec Eu tenho Chico, tenho Dival, tenho Raul, tenho Bezerra Puxa vida!

Tem tanta gente boa Eurípedes Tem tanta gente boa É por isso que a Doutrina Espírita, Eliane, é fé raciocinada O que nós estamos fazendo juntos aqui é raciocinar Se isso é válido para a Terceira Revelação, por que não é válido para a Primeira? Como é que eu posso dizer que o trabalho foi todo feito por Moisés? Então, por que Isaías encarnou? Para que Isaías encarnou? Para que Jeremias encarnou? Para que Ezequiel encarnou? Para que teve Isaac, Abraão, Jacó? Por que não nasceu só Moisés? Percebe? É Então, a gente vai apurando, não é?

Mas, quando a gente diz isso também, não é para a gente sair depois daqui, do estudo, brigando com todo mundo pelo amor de Deus, não é? Não é isso, não é? Tem que ser sutil Então, quando alguém fala Moisés, você fala É, Moisés é muita gente É uma legião É, Moisés é muita gente Muita gente, não é? É, isso mesmo, Haroldo, isso que você falou é muito importante, porque uma vez a gente estava estudando aqui com os amigos espirituais e aí tinha uns textos conhecimentos que chegavam aí um deles falou com a gente assim bem delicadamente, olha o objetivo nosso não é que essas informações sejam uma espada para vocês esgrimarem com os amigos, não Essas informações, esses conhecimentos essas novidades esse esclarecimento a mais que a gente traz não é para que vocês façam uma esgrima com os companheiros, não é?

Demonstrando, não é para que a gente tenha mais consciência é para que a gente possa colaborar porque às vezes acontece, Haroldo assim, por uma invigilância seja um conhecimento que a gente adquire aqui ou no Centro Espírita, ou num livro e aí quando a gente vê a gente está usando ela para esgrimar com o outro e é só cortando a orelha, não é, Haroldo? E aí é uma coisa, porque eu digo assim a primeira revelação é Moisés, não está errado não está totalmente certo não está errado, só não está completo Na verdade, tudo vale aquele como lês, não é, Haroldo?

Eu gosto, o Júlio toca violão também ele sabe o que eu estou dizendo tem uma coisa tão gostosa quando alguém chega quando a gente toca um instrumento e aí chega alguém e fala, olha, vou te mostrar esses acordes aqui que você não sabe, é a melhor coisa do mundo a coisa mais gostosa do mundo é quando alguém chega e fala assim ó, vou te mostrar você já viu isso aqui? Você já viu isso aqui? Olha isso aí você fala, nossa, meu Deus peraí, nossa a gente lembra uma vez, a gente foi fazer um evento em São Paulo e o Ladson Nascimento foi com a gente, foi ele, o Júlio, a turma toda e um grande amigo nosso, Maurício, recebeu a gente lá na casa dele e aí de noite, descansando o Ladson pegou o violão e começou a tocar as músicas, que era o último CD dele e aí começou a tocar e falou pelo amor de Deus, meu maior arrependimento hoje na vida é não ter filmado mas eu filmei para a gente quando você descobre a pessoa que está ocultando as verdades embaixo do alquere, né?

A modelo que eu dei embaixo do alquere então quando ele pegou o violão, começou a tocar eu falei, nossa meu Deus, peraí Jesus amado, o que é isso? E ele cantando e tocando que isso, gente? Eu acho que nós temos que encarar o processo da evolução com essa leveza com esse amor com essa vontade de compartilhar com essa vontade de aprender o acorde novo então se você participa aqui do estudo de êxodo e você sair toda reunião com dois acordes novos puxa, que coisa legal que coisa boa não é? Porque não é porque eu tenho todos os acordes que coisa horrorosa nunca, nunca na vida eu vou querer ter todos os acordes é que a gente tem uns bonitos aqui, a gente tira e mostra, aí vem alguém e tira uns bonitos também e mostra, é isso é uma troca bonita, né?

É isso mesmo é isso mesmo, e nós estamos aqui é importante que ninguém se engane nós estamos aqui falando de evangelho nós estamos aqui falando de coisas que são inerentes ao evangelho que é a harmonia um pouquinho do que o Haroldo falou até no instrumento e a disciplina com relação ao trabalho e a gente quando está discutindo, às vezes nesses momentos que agora não tocamos até agora no tema sem pressa sem uma necessidade de irmos ao ponto de repente mas passar por esses momentos de sensibilidade não é, Haroldo? Porque a gente está trocando agora fluidos, trocando energias o que a gente chama de amolando o machado para o saber mas vamos lá um pouquinho para a gente falar só hoje que hoje acaba lá está acabando as matérias, a partir de semana que vem nós estamos tranquilos semana que vem você traz seu boletim para mim, tá?

Pois é, razona vamos publicar vamos publicar mas vamos eu apanhei uma prova ontem, quase que eu liguei para o Tito, viu? Coloquei aqui em videoconferência a prova de psicoimunologia nossa mãe bom, hoje eu quero começar um pouquinho o segundo mandamento lembrando que a gente opa, desculpe estou tocando aqui hoje a gente está estudando os mandamentos pelo capítulo 5 do livro Deuteronômio só lembrando isso, por quê? Porque é uma repetição do que está em êxodo mas está mais organizado, só por isso é a mesma coisa, só que mais organizado está mais didático então a gente o capítulo 5 versículo 8 que é o segundo mandamento porque o versículo 7 é o primeiro mandamento então a gente vai só começar esse segundo mandamento que em resumo é não fará as imagens de Deus não fará as imagens vamos resumir não materializa Deus é imaterial não materializa não fazer imagens é isso, porque a linguagem hebraica é uma linguagem direta ela fala de forma concreta e aí nós temos que deduzir a consequência abstrata para mim para mim existe um maior comentarista do segundo mandamento quem quiser anotar aí a bibliografia é o maior comentário que eu já li na minha vida sobre o segundo mandamento pode falar aí, Júlio?

Pode Gilberto Gil música quanta? Música quanta? Quanta a música começa assim quanta do latim plural de quântum quando quase não há quantidade que se medir qualidade que se expressar olha isso esse vago Deus por trás do mundo por de trás do de trás quântico dos quânticos cântico dos cânticos para mim não tem algo superior a essa letra para mim não tem comentário superior a isso esse vago Deus por trás do mundo por de trás do de trás olha isso Deus não não fará as imagens para ti por quê? Porque Deus não se mostra aos olhos materiais Deus não se mostra aos sentidos corporais ele se mostra a um sentido que não são os cinco que nós não temos ainda falta-nos o sentido então ficou muito poético?

Arrasou, né? Esse vago Deus por trás do mundo por de trás do de trás quântico dos quânticos olha isso, cântico dos cânticos porque o cântico dos é genial essa letra do Gilberto Di porque o livro cântico está aí, né? Do latim plural de quantum quando quase não há quantidade que se medir qualidade que se expressar fragmento infinitésimo quase que apenas mental quantum granulado no mel quantum ondulado no sal olha isso mel de urânio sal de rádio qualquer coisa quase ideal cântico dos cânticos porque o cântico dos cânticos é o livro mais simbólico do Velho Testamento e é o livro que fala da união da criatura com o Criador porque é o livro de um casamento da noiva com o noivo só que isso é uma metáfora é a metáfora da grande união que nós faremos com Deus a comunhão com Deus quando nos tornarmos seres puros espíritos puros canto de louvor de amor ao vento vento arte do ar balançando o corpo da flor levando o veleiro pro mar vento de calor olha isso de pensamento em chamas inspiração arte de criar o saber arte descoberta invenção teoria em grego quer dizer o ser em contemplação cântico dos cânticos quântico dos quânticos sei que a arte é a irmã da ciência ambas filhas de um Deus fugaz que faz num momento e no mesmo momento desfaz esse vago Deus por trás do mundo por de trás do de trás cântico dos cânticos quântico dos quânticos está aí tudo o que nós vamos fazer agora é comentar a letra isso é um comentário essa é só comentário é um comentário essa letra é um comentário do segundo mandamento não farás para ti imagem nenhuma imagem para representar Deus e não adorarás nenhuma imagem não adorar nenhuma imagem que tem a ver com os sentidos físicos e aí é um desafio eu acho o segundo mandamento um desafio por quê?

Porque ele está dizendo assim adora a Deus sem usar seus cinco sentidos olha isso então é primeiro mandamento é um só Deus, monoteísmo, adorar a Deus adorar a Deus segundo mandamento adora a Deus mas sem usar seus sentidos esquece a audição, esquece a visão esquece o tato esquece o paladar, esquece o olfato esquece todas as sensupercepções sensupercepção, nocicepção todos os sentidos físicos, esquece você não acessa Deus através dessas sensações e percepções e aí? E aí que a gente não sabe nem como é que é esse negócio adorar em espírito isso aí adorar em espírito porque Deus é espírito e verdade e ama todos aqueles que o adoram em espírito e em verdade olha que coisa é bonito, né?

Isso é velho testamento, hein? É isso aí que tá ultrapassado, né? É isso aqui que foi ultrapassado, hein? Não tô brincando, tá? Alguém grava e fala meu Deus do céu é brincadeira, hein? Olha isso agora no nosso próximo encontro, que hoje a gente deu só só a aparição quântica, sim, só a partícula quântica na próxima semana nós vamos perceber quando nós desobedecemos esse mandamento o que que acontece? Na época de Paulo os imperadores romanos em todos os locais que eles conquistavam eles faziam estátuas com a imagem deles e aí os artesãos você viu que o artista sempre consegue sair dessas conjunturas políticas, né?

O que que os escultores faziam? Faziam estátuas sem cabeça porque sabia que o imperador mudava? Aí depois você só trocava a cabeça não precisava fazer tudo de novo, né? E é sempre bom, né gente? As cabeças sempre mudam vamos esquecer disso não as cabeças sempre mudam e aí vinha um novo imperador, trocava a cabeça colocava a cabeça, mas qual que era o problema disso? Um imperador era um Deus um Deus no império romano o imperador era um Deus o imperador deveria ser adorado e quando Roma conquistava um território você poderia manter seus deuses mas entendendo que o Deus acima de todos é o imperador romano e esse imperador ele tinha um símbolo a moeda com a face do imperador no verso eu particularmente acho que nada mudou eu acho que nada mudou por isso que o apocalipse fala na Babilônia Babilônia já foi a Síria Babilônia já foi a Babilônia Babilônia já foi a Grécia Babilônia já foi o Egito Babilônia já foi Roma eita Babilônia que não acaba essa Babilônia que nunca acaba esse era o imperador e aí o que acontece?

Era um culto quando Roma domina Israel e aí como é que faz? Como é que faz? Como é que faz com o primeiro e o segundo mandamento? Então essa essa foi a encrenca do povo hebreu com os romanos e foi por isso que eles foram destruídos essa foi a encrenca percebendo? O fato de não aceitar isso não aceitar, adorar o imperador então para o monoteísmo hebraico o imperador é um homem um homem no sentido de espécie humana de ser humano e aí? Para Roma o imperador é um deus o imperador é um deus então aqui nós temos uma grande oposição que é o núcleo central do evangelho você me perguntar assim Arô você tem dez segundos para resumir o evangelho agora reino de Deus, reino dos homens acabou é isso como que começa toda a parábola de Jesus?

O reino dos céus o reino de Deus é semelhante três pontinhos todas as parábolas de Jesus todas o reino dos céus, o reino de Deus é semelhante começa a parábola e o reino dos homens? O reino dos homens é César é o culto ao imperador é o culto ao imperador é Mas aí bom, aí a gente está só introduzindo esse aqui foi só o só o sumário semana que vem olha que profundo então agora a gente vai entender Paulo agora a gente vai entender Paulo qual que era o desafio de Paulo Paulo qual que era o desafio de Paulo criar uma ponte o monoteísmo então se você me perguntar assim aí agora é uma opinião pessoal abre aspas estou dando a minha opinião pessoal agora século XXI não somos monoteístas?

Ainda não mesmo com a quantidade de cristãos mesmo com a quantidade de muçulmanos mesmo com a quantidade de religiões monoteístas do mundo esse monoteísmo que está sendo proposto aqui nós não alcançamos ainda ele é desafiador o quântico dos quânticos o cântico dos cânticos bonito, não é? Eu acho que a gente alcança esse monoteísmo quando a gente se torna Espírito puro e quando a gente lê lá Kardec lá na questão 100 do livro dos Espíritos a escala espírita, quando ele vai falar do Espírito puro Espíritos que se libertaram da influência da matéria olha bonito, não é?

Nossa, a gente fica pensando tanta coisa, não é? Muito bom seguimos na próxima semana, então aí nós vamos falar por que é assim? Nós vamos falar de evolução dos passos da evolução gente, não tem nada errado está tudo certo só que, se eu ainda estou subindo a escada, não posso achar que já cheguei no fim dela, não é? Eu também não posso pensar que estou no início poxa, Haroldo, eu estou no início você quer voltar a ser ameba? Quer voltar a ser um ser unicelular? Não é? então é bonito que o Paulo fala assim, graças a Deus já sou o que sou graças a Deus de novo?

Não é? Imagina na próxima encarnação você reencarnar minhoca graças a Deus já estamos aqui já estamos aqui tem muita degrau pra subir nessa escada de Jacó tem muito degrau pra subir nessa escada de Jacó, então é o seguinte não tem degrau errado, gente a escada é de Deus todos os degraus estão certos nós só temos que subir o errado é você ficar estacionado num degrau agora Haroldo, assim é o exercício da semana a gente pensar assim a gente consegue esse monoteísmo esse monoteísmo puro estando encarnado não quando é que a gente o quanto nós conseguimos estar atento a essa ideia monoteísta na vida real, no dia a dia quando muitas vezes você tem que adorar o dinheiro aqui, adorar a beleza ali adorar não sei o que ali como é que faz?

Haroldo – Júlio a gente lembrando aí dessa trajetória do Sauro pra Paulo e essa coisa toda semana que vem nós vamos trabalhar isso tem uma questão no livro dos Espíritos Kardec pergunta assim os Espíritos podem compreender a Deus? E a resposta é os puros sim os imperfeitos podem adivinhá-lo olha isso ficar especulando adivinhar, às vezes acerta alguma coisa né mas, olha que interessante adivinhá-lo e senti-lo então Júlio compreender ainda não mas podemos sentir é isso mesmo Haroldo – é podendo sentir mas aí nós vamos falar isso aí é outra agora nós vamos deixa eu ir lá correndo Júlia – ouvir a música agora nós vamos ouvir a música do Gilberto Gil Haroldo – nossa que coisa boa coisa boa coloca aí que essa música é maravilhosa Júlia – aí a nossa live cai na hora, não tem problema não Haroldo – ela cai, verdade se colocar Júlia – eu vou colocar um trechinho já que nós estamos no final deixa cair Haroldo – deixa cair Júlia – gente, uma ótima semana a todos Haroldo obrigado, boa aula Júlio – obrigado Júlia – Júlio, ótima semana, beijo no coração semana que vem estamos juntos porque a gente quer conversar sobre esse Deus imaterial que a gente pode senti-lo qualidade que se expressar fragmento infinitésimo quase que apenas mental quanto um granulado no mel quanto um ondulado no sal mel de urânio sal do errado qualquer coisa quase ideal cantico dos cantico quantico dos quantico cantico dos cantico quantico dos quantico cantico dos cantico canto de louvor de amor ao vento, vento o ar te doar balançando o corpo da flor levando o veleiro pro ar vento de calor de um pensamento em chamas Inspiração Arte de criar o saber Arte de descobrir da invenção Teoria em grego quer dizer ser em contemplação Cático dos cáticos Cático dos cáticos Cático dos cáticos Cático dos cáticos Sei que a arte é a irmã da ciência Ambas filhas de um Deus vulgar Faz o momento e no mesmo momento Desfaz Receba o Deus por trás do mundo Por detalhes do detrás Cático dos cáticos Cático dos cáticos Cático dos cáticos Cático dos cáticos O que é que tu me pedes?

O que é que tu me pedes?

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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