Neste primeiro episódio do estudo do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias nos convida a uma profunda jornada pelo Livro de Levítico, um dos cinco livros do Pentateuco Mosaico. Este estudo, que se propõe a ser uma releitura à luz da Doutrina Espírita e dos ensinamentos de Emmanuel, busca desvendar as chaves espirituais contidas nas escrituras antigas, muitas vezes consideradas obscuras sem essa perspectiva.
O que é estudado neste episódio
- Estrutura de Levítico: O livro é didaticamente dividido em duas partes principais. A primeira, dos capítulos 1 a 17, aborda o “caminho para Deus”, focando em leis de sacrifício para a aproximação da divindade. A segunda parte, dos capítulos 18 a 27, trata da “caminhada com Deus”, com leis de santificação para manter a comunhão.
- O Conceito de Santidade: A palavra “santo” (kadosh) no judaísmo é explorada, significando “separado” e referindo-se à transcendência de Deus – Ele é mais do que a criação. Contudo, é ressaltada a imanência divina, a presença constante de Deus em nossas vidas. O versículo central de Levítico 19, “Eu sou santo, e vós sereis santos”, é destacado como a essência do livro, indicando a decisão divina de santificar todas as criaturas.
- Leis Individuais e Comunitárias: Levítico enfatiza a importância da comunidade na jornada espiritual. Os sacrifícios e a responsabilidade coletiva pelos erros individuais são discutidos, contrastando com o individualismo religioso e alinhando-se ao conceito de “Ubuntu” (eu sou porque nós somos).
- A Sacramentalização do Tempo: A segunda parte de Levítico detalha as festas e celebrações judaicas como marcas temporais para a comunhão com Deus. São abordadas:
- O Shabat (Sábado): A primeira celebração, focada na reunião familiar e na refeição, simbolizando a comunhão com Deus como um Pai de família.
- A Páscoa: Celebrando a libertação da escravidão, com o simbolismo do pão sem fermento (humildade) e ervas amargas (lembrança do sofrimento).
- A Festa dos Pães sem Fermento: Sete dias de purificação, onde o fermento simboliza o orgulho e o egoísmo.
- A Festa das Primícias: A oferta dos primeiros frutos a Deus, representando o início da produção do bem.
- Pentecostes: O recebimento da Torá (Lei) no Sinai, simbolizando a revelação divina que vem após um processo de preparação.
- O Dia da Expiação (Yom Kippur): O dia do perdão e do juízo, onde a nação e a comunidade são julgadas e se pede mais um ano de vida, com o Apocalipse sendo interpretado como o grande Yom Kippur da Terra.
- A Festa das Tendas (Sucot): A lembrança da peregrinação no deserto, vivendo em tendas para recordar a dependência de Deus.
- Levítico e a Doutrina Espírita: O estudo faz um paralelo entre os ensinamentos de Levítico e as questões de O Livro dos Espíritos, especialmente as que tratam da progressão dos Espíritos (Questões 96, 97, 112, 114-119). É destacada a ideia de que Deus cria os Espíritos simples e ignorantes, com a missão de progredir e alcançar a perfeição através de provas e expiações, para se aproximarem d’Ele. A importância da submissão à vontade divina e da aceitação das provas para um progresso mais rápido é enfatizada.
- Comentários de Emmanuel: São apresentadas mensagens de Emmanuel que reforçam a ideia da jornada evolutiva, das provas como desafios para o crescimento e da importância da caridade e da compreensão para com os “espíritos caídos” que não suportaram as provas. Jesus é apresentado como o orientador supremo de todas as almas, cuja luz guia nos caminhos eternos.
Reflexões
- A jornada espiritual é um processo contínuo de purificação e aproximação de Deus, que exige sacrifício no sentido de renúncia ao egoísmo e busca pela santidade, compreendida como separação do mal.
- A Doutrina Espírita elucida que as “provas” e “expiações” do Velho Testamento correspondem aos desafios e aprendizados necessários para a evolução do Espírito, visando a perfeição e a felicidade.
- A comunhão com Deus não é um ato isolado, mas uma vivência constante que se manifesta na vida comunitária, na observância de hábitos que promovem a santidade e na aceitação das leis divinas como guias para a ascensão espiritual.
Ler transcrição do episódio
Pai do Fim da Humanidade, Divino Mestre, amigos espirituais que orientam esta Casa, que dirigem este trabalho, nós suplicamos o amparo espiritual para o nosso esforço modesto e a inspiração superior para que as nossas reflexões se afazem das cogitações puramente humanas e atinjam os patamares verdadeiramente e genuinamente espirituais, de onde vertem as bênçãos de esclarecimento e de consolo para os nossos corações sedentos. Nós te agradecemos, Mestre, a oportunidade de reunir estes corações em torno das tuas palavras de vida eterna que teu amor ilumine o nosso caminho, sustente os nossos passos e renove as nossas forças para as provas que aperfeiçoarão o nosso Espírito e para as inspirações que se encarregarão do trabalho imprescindível da purificação das nossas almas.
Esteja conosco, Senhor, não somente durante o transcurso desta atividade, mas em todos os momentos da nossa existência. Assistam-se. Ainda vai ter uma mensagem para nós? Só para a gente? Eu ligo para o nosso, Escritografia de Jesus do Cântico de Chagué, capítulo 29, que diz-lhes e de vós também para a vida e dar-lhes o jeito que for justo que eles foram ateusmente reciclados. Ninguém poderá pensar em uma Terra cheia de beleza e possibilidades, mas um amplo auel de uma diversidade universal. O planeta não é um barco desgovernado.
As coletividades humanas costumam cair em desordem, mas às vezes presidem aos destinos da casa terrestre, e se expressam com absoluta harmonia. Essa verificação nos ajuda a compreender que a Terra é a vida de Jesus. Aí, vemo-lo trabalhando desde a hora dos séculos, e aí assistimos à consumação das criaturas que, de experiência a experiência, se reintegram em um tibetano-alemão. A famosa parábola dos cento-douros reforma o conceito dos cento-douros. Em essência, designa o local dos serviços humanos e refere-se ao volume de obrigações que os aprendizes receberam no resto do dia.
Por enquanto, os homens guardam a ilusão de que o homem pode ser o cabral de hegemonias sociais ou políticas, mas perceberão, em tempo, o clamoroso engano em que todos os filhos da razão, como glorificados na crosta da Terra, trazem um símbolo aparente de contribuir para que se efetuem um valor de vida mais elevado, no entanto em que agem transitoriamente. Onde quer que estejas, recorda que te encontras na linha do Cristo. Vive-se sitiado pela dificuldade e pelo conforto comum. Trabalhe para o bem geral, mesmo assim, porque o Senhor concedeu a cada operador o material conveniente e justo.
Trabalhe para o bem geral, mesmo assim, porque o Senhor concedeu a cada operador o material conveniente e justo. Trabalhe para o bem geral, mesmo assim, porque o Senhor concedeu a cada operador o material conveniente e justo. Bom, resumindo, nós procedemos a uma reformulação do nosso mundo, trouxemos o material xerox, que não tem ninho, que depois procura, né, que a gente vai providenciar uma copa para cada operador. Depois, nós vamos disponibilizar também no nosso site, porque nós temos hoje oitenta pessoas acompanhando a gente online.
Vou mandar um abraço para todas elas, pedir que elas nos acompanhem em pressa, vibrando, para que o nosso trabalho seja um trabalho não apenas humano, mas que ele reflita a direção espiritual. E, Hoje, nós viemos, assim, mais equipados com o material e vamos retomar alguns pontos e avançar em outros, mas fazendo uma releitura de alguns textos da codificação de Emmanuel sobre o tema do Livro Levítico. Então, como hoje está inaugurando com esse acompanhamento espiritual e tudo, a gente já chamou, assim, da primeira aula, todos nós aqui somos alunos e talvez as pessoas se perguntem por que o Livro Levítico?
A gente sempre responde que o Livro Levítico faz parte dos cinco livros do Pentateuso Mosaico e é um dos livros mais citados por Jesus no Evangelho. E, a gente vai perceber que esse livro serviu de inspiração para muitos outros livros do Novo Testamento. E, sem uma compreensão agora espiritual, as chaves da Deusa Espírita, alguns temas do Novo Testamento parecem obscuros, sem essa chave que abre para a gente caminhos. Nós havíamos comentado que o Livro Levítico tem vinte e sete capítulos e nós havíamos comentado que podemos, didaticamente, sempre lembrando, didaticamente, não é intenção de criar toro nas divisões, isso aqui é apenas para facilitar o nosso entendimento.
Até porque o oro original não tem capítulo, não tem reciclo, não tem sinal de pontuação, nem nada disso. Essas divisões que nós estamos fazendo são divisões didáticas para nos auxiliar. E, o dia que elas não auxiliarem mais, a gente abandona elas. São mulheres. Nós podemos dividir o livro do capítulo um até o final do capítulo vinte. É uma parte. E, do capítulo vinte e um até o final do capítulo sete. É uma outra parte. Já comentamos isso. A primeira parte, nós podemos dizer que, resumindo, de uma maneira bem didática, seria o caminho para Deus.
O que a criatura deve fazer para se aproximar de Deus? Lembrando que o texto parte do pressuposto que nós estamos afastados da divindade. Afastados, não no sentido de que Deus nos abandonou, não no sentido de que a providência divina não veio por nós, não no sentido de que Deus não esteja próximo de nós. Não é esse o ponto. Afastados, do ponto de vista da comunhão, é fato que os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e as nossas ações nem sempre estão em perfeita comunhão com Deus. Isso é fato. Nós, Espíritos encarnados no homem, temos altos e baixos momentos de aproximação em que a gente se sente em sintonia com a espiritualidade superior e com o próprio coração de Deus e momentos em que nós estamos absolutamente entregues às nossas paixões, a nós mesmos.
Então, é nesse sentido de afastamento. Não é um afastamento de Deus, porque o livro Levítico não fala de Deus, está falando de nós. Ele está tratando as nossas fazendas. Não há nenhum problema com Deus. Em Deus, há somente perfeição, amor, harmonia, luz, sabedoria, etc. Como diz o apóstolo Tiago, Deus é inalterável, o pai das luzes, em quem não há nenhuma sombra de variação. Deus é luz absoluta e constante. A questão é que nós nos afastamos desse fogo e vivemos situações, em o livro Levítico, nessa primeira parte do capítulo, no capítulo 20, é um conjunto de leis, leis, para se aproximar de Deus.
E, por incrível que pareça, são leis de sacrifício. Isso aqui é o curioso. Sacrifícios, sacrifícios de animais, oferecimento de cereais, de vegetais, mas sempre oferendas sacrificiais, feitas no homo. É o que chama mais atenção. Então, nós poderíamos dizer que a palavra que resume essa primeira parte é sacrifício, sacrifício com o caminho para Deus. A segunda parte já não é mais um caminho para Deus, é a caminhada com Deus. A segunda parte do livro Levítico vai falar de leis para uma comunhão perfeita, para se manter a comunhão.
E, aí, naturalmente, não trata mais de sacrifícios, mas de leis de santificação. Nós comentamos, estamos só revisando isso. Bom, qual é o contexto desse livro no Pentateuco, Moisés tira o ponto da escravidão. Bom, se o povo está na escravidão, ele vive, ele vivia, um processo de sofrimento, de escuro, de expiação, e ele foi libertado. Esse é o sentido da palavra salvar. Salvar é o sentido de ser libertado da escravidão. E o Egito, no Velho Testamento, é importante a gente frisar isso, o Egito é o símbolo de toda a escravidão, é o arquétipo da escravidão, da sombra, da estreiteza, do sofrimento, da privação, do confinamento, da falta de liberdade.
Então, nós poderíamos dizer, o próprio nome em hebraico e egípcio, Mitzrayim, Mitzrayim vem de estreiteza. O que é estreito? O que é privado? Não seria a expiação no confinamento? A expiação não é, na verdade, uma privação da liberdade. Porque no processo de expiação, nós temos pouco movimento. O processo expiatório é o processo de constrangimento da vontade. Então, o Egito como esse grande símbolo do constrangimento. O povo é tirado e é levado para uma peregrinação, um período de transição, você sai da escravidão, onde você está absolutamente dominado e vai para um período de marcha, de caminhada em direção a uma terra da promessa, da luz, da paz, da união.
É claro que nós estamos falando de símbolos poéticos. Na Bíblia estão sendo símbolos que podemos examinar o pedramento e perder esse sentido espiritual, no sentido de uma caminhada espiritual. E, o Levítico vai fornecer leis, regras para essa pergunta, para essa jornada, num primeiro momento. A criatura que está descravizada ao mal, ela vai se aproximar de Deus e isso vai exigir sacrifício e, depois que ela entra em comunhão, ela tem que observar, ela tem que ter hábitos, hábitos, que assegurem a comunhão com Deus.
Porque, se ela deixa de praticar certos assuntos, se ela deixa de ter certos pensamentos e sentimentos, ela perde a comunhão. Então, nós temos sacrifício, santidade. Esse é o ponto do livro Levítico. Antes da gente entrar nas referências que nós trouxemos, já comentamos aqui, mas é bom lembrar, uma palavra santo, é bom a gente esquecer dois mil anos de tradição religiosa católica e protestante. A palavra santo, no judaísmo, não tem nenhuma conotação com a teologia que nós conhecemos. Santidade é um atributo de Deus.
A palavra kadosh e santo significa separado. E, quando se refere a Deus, quer dizer de um dos atributos de Deus, que é o atributo da transcendência. O que significa isso? Deus é mais do que a criação. Se o universo deixasse de existir, não afetaria nada Deus. Ele criaria outro, se Ele quisesse. Deus está acima da criação. Por isso, Ele é separado, transcendente. Por isso, Ele não pode ser limitado. Deus não cabe na criação. E, olha que a criação é infinita. Deus é tão grande que Ele não cabe nem no infinito. Essa é a reflexão do livro perpétuo.
Essa é a reflexão. Mas, além de ser transcendente, Ele é imanente, porque Deus é amor e quem ama não se afasta. Então, Deus, de cada um dos nossos atos, até dos mais pequeninos, Ele está presente fundamental, tempo integral. Isso é a imanência de Deus, a presença de Deus. Deus está presente, mas não nos enganemos. O fato de Ele estar presente não significa que Ele está todo aqui, porque, senão, nós vamos alimentar a ilusão de que Deus é um pássaro que a gente coloca dentro da galera. Então, é esse o sentido do texto Levítico.
E, o livro Levítico tem uma fala muito forte, gente. No capítulo 19, o livro diz assim, Deus falando para Moisés, Ele diz assim, Eu sou santo, Deus falando, e vós sereis santos. Uma afirmação fortíssima, porque Deus, Ele não está perguntando, nem pedindo permissão, Ele está comunicando com uma decisão, a decisão de que Ele vai santificar todas as suas criaturas. Nós poderíamos dizer, alguns autores chegam a dizer que esse é o principal versículo do Levítico. Se alguém perguntasse assim, resume o livro Levítico em cinco segundos, pode contar, Eu sou santo, vós sereis santos.
Acabou. O resto é comentar. Por isso, nós temos que estudar. Está resumido. Resumido. O que é que vai acontecer? Nós estamos com um esquema aí para a gente acompanhar e vamos ver um pouquinho da primeira parte, só uma panorâmica, porque depois nós temos que ir para alguns textos que são importantes para a gente. Nós temos que correr, porque hoje tem muito conteúdo para a gente refletir. Até o capítulo 7, são fornecidas leis para se aproximar de Deus. Agora, é importante. Leis individuais e leis comunitárias. Porque o livro Levítico está preocupado com o indivíduo e com a comunidade.
Isso é fundamental para a religiosidade do Velho Testamento. É impossível você se aproximar integralmente de Deus, a não ser na experiência da comunidade. Não adianta se isolar, não adianta viver uma vida isolada, você não consegue completar o processo de aproximação de Deus. Nós vivemos em comunhão, numa comunidade. O que acontece na comunidade acontece com todos nós. E é interessante aqui que o livro Levítico vai prescrever sacrifícios para espiar o pecado. Nós vamos ver isso aqui. Existem sacrifícios da comunidade e, por incrível que pareça, quando um indivíduo erra, a comunidade responde.
Há um processo de solidariedade. Porque, se um indivíduo entregou-se a um alvo, em algum ponto, a comunidade puxa ele, seja no processo de educação daquele indivíduo, seja no processo de apoiamento dele. Esse ponto é muito relevante, porque nós temos uma tendência religiosa individualista. Eu me iluminei e o mundo que se vive. Cada um por si e Deus por todos. Não é isso. O que o livro Levítico vai dizer é um por todos e todos por um. Não tem processo de iluminação individual. Por quê? É bonito isso. Se nós buscarmos, por exemplo, uma tradição africana, a tradição africana usa um conceito chamado Ubuntu.
O que significa isso? Significa que eu não sou um indivíduo, a não ser numa comunidade. E, é impressionante isso. Por quê? Como que eu aprendi a falar? Se uma criança recém-nascida, você isolar ela e ela não tiver contato com nenhum ser humano, ela aprende a falar? Não, não aprende. Então, nós só falamos porque existe uma comunidade. Você só sabe tomar banho, colocar uma roupa, cuidar-se, porque você aprendeu isso. E, em qualquer lugar que você chegou, aquele lugar já funcionava antes de você chegar. Ou seja, todos nós somos herdeiros da comunidade.
Nós recebemos um patrimônio da comunidade e deixamos uma contribuição na nossa vida. É isso que está enfatizando o livro Levítico. A comunidade responde. O que é que o Espiritismo nos ensina? Karmas individuais e débitos coletivos. Os bairros, as cidades, os países, os continentes, também contraem débitos coletivos. Por quê? Porque geraram males que foram frutos de ações da comunidade. Escolhas da comunidade. E, isso tem muito a ver. A pessoa pode se perguntar, mas, como é que eu posso ter responsabilidade? Pode ser responsabilidade da seguinte maneira.
O que é que nós aplaudimos e o que é que nós não aplaudimos? O que a comunidade aplaude é o que ela incentiva. O que ela não aplaude é o que ela não incentiva. Isso tem a ver com a Lei de Bairros, com a Lei de Bairros. O Pascal, na Revista Espírita, chega a dizer que é o seguinte, ninguém avança muito além da comunidade. Você pode dar um passo além, mas, você não vai muito além. Não vem um missionário, por exemplo, para trazer algo que só daí 10 séculos vai ser desenvolvido, isso não existe. Ele vem e traz algo que a comunidade já dá um indicamento.
Com a única exceção, a figura do Cristo. Porque a figura do Cristo é uma figura muito especial, muito limpa. Nós vamos avaliá-la à parte. Daqui a pouco, a gente vai entender. Então, os missionários, eles vêm para ajudar na margem do progresso. O progresso, ele vai ser facilitado. Uma pessoa que viveu até séculos atrás, ela não conheceu a penicilina, não conheceu anestesia, não conheceu antibiótico. Então, ela vivia dentro de um contexto. Hoje, nós vivemos em um contexto diferente. Então, o livro vai dizer sobre isso.
Depois do capítulo 8 até 11, ele vai falar sobre os sacerdotes, pessoas encarregadas de manter acesa a chama da fé. Depois, vai falar sobre pureza, pureza na alimentação, pureza no parto, o que tem a ver com o processo encarnatório, reencarnatório, purezas e impurezas são contraídas na jornada e etc. E, depois, ele encerra, encerra essa parte de purificação, com a purificação da nação, onde há uma festa, que fala da purificação da nação. Muito importante isso. E, aí, nós temos a segunda parte, que já é, desculpe, vou só fazer uma correção.
A primeira parte é do capítulo 1 ao final do capítulo 17. Eu falei capítulo 20, mas não é 20 não, perdão. Capítulo 1 ao final do capítulo 17. A segunda parte entra no capítulo 18. Aí, vai do capítulo 18 até o capítulo 27. Então, repetindo, do capítulo 1 ao final do capítulo 17, a primeira parte, sacrifício, caminho para Deus, capítulo 18 até o capítulo 27, a segunda parte, comunhão com Deus, santidade. E, aí, começa sobre as leis de santificação. E, aqui, nós queremos chamar a atenção porque vai falar sobre como adorar a Deus.
E, aí, o que o livro Levítico vai fazer? Ele vai colocar marcas temporais às horas que não transcorrerão em vão. Isso é tão importante, é tão importante que alguns especialistas do Velho Testamento chegam a afirmar que o ponto mais característico da primeira revelação não é o sacrifício, não é o tempo, nada disso. É a sacramentalização do tempo, as festas, as celebrações. Isso é o mais importante. E, no esquema, nós colocamos aqui o ano, o ano civil e o ano religioso. O ano religioso é, simplesmente, o calendário das festas e das celebrações.
É isso. E, colocamos no esquema das festas, de todas as festas. O que nós vamos perceber? Toda data a ser comemorada é sempre data de comunhão com Deus. Por isso, estão na segunda parte. A primeira delas, a primeira grande comemoração, a divisão do tempo, no sábado, a cada sete dias. E, é importante entender, o dia judaico, eles não têm relógio, eles não têm GPS, eles não têm satélite. Então, contam dia e a noite, muito simples, sol e lua. E, assim, eu levo lá, sol e lua. Os ciclos da lua, dão um mês, doze luas, um ano.
E, é simples, você observa que a cada doze luas, você volta na mesma estação. Tem o inverno, está nevando, em Jerusalém neva, nevando, frio, nenhuma flor, gelo, céu cinzento. Vem uma lua, floresce tudo, uma lua, primeiro mês, primeiro mês. Você conta doze luas, volta um ciclo. Não tem nada de místico nisso, é um processo natural. Os ciclos da natureza, ciclos da natureza. A cada sete dias, porque nós sabemos que a lua, quando eu falo doze luas, eu estou falando doze luas novas. E, a lua nova, fica cheia, volta pra nova, e isso dá em torno de vinte e oito dias, ou quatro salvos.
Quatro salvos. Que hora que começa o salvo? Quando o sol se põe na sexta-feira. E, o que as pessoas fazem? Aqui começa o processo de emprego para a comunhão com Deus, comunhão com Deus. Eu queria voltar um pouquinho nisso. É engraçado, o relógio parece que está contra a gente, não é? Estou muito apressado, estou correndo muito. Bom, comunhão com Deus. Como que Deus se revelou do ventre à salvação? Nossa querida Ayla fez uma palestra lá em Campo Grande, falou tão brilhantemente sobre isso e eu vou buscar aqui uma referência na palestra dela, onde ela fala exatamente sobre isso.
Como que Deus se identificou com Abraão? Colocando algo no nome dele. Porque era assim que os deuses se identificavam. Eles se apresentavam para alguém, se era o deus da guerra, Ares. Os filhos de Ares são guerreiros, não é? Não é assim? Então, nós temos Aquiles, temos Odisseu, nós temos as filhas de Afrodite, melhor eu mudar de assunto, temos as filhas de Atenas, a deusa da sabedoria. Como que Deus se apresentou para Abraão? Qual a característica que ele deu para Abraão? Que ele, inclusive, mudou o nome de Abraão.
O que que ele pôs no nome de Abraão? Pôs o nome de pai. Ele poderia ter colocado algo que se referisse ao poder, a polipotência, o iniciante, não. Pai. Então, Deus queria ser conhecido como o pai dele de família, um pai de família. E o que que ele pediu para Abraão? Que Abraão fizesse coisas típicas de um pai de família, primeira delas, reunir a família. Uma esposa, chamar os filhinhos e fazer o que? Uma refeição em família. Eu acredito que todo mundo aqui tenha tido essa experiência. A família reunida em uma refeição.
Que coisa maravilhosa! Então, foi assim que Deus… E, olha, não estou sendo incisivo nisso, porque a gente vai ver centenas de vezes no Ouro da Estrada, dizendo assim, o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob. O Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob. O que que o texto está querendo dizer? Eu não estou falando de um Deus que está na cabeça de alguém hoje. Nós estamos falando de um Deus que tem história. História para contar e história para ser contada. O Deus de Abraão é o Deus que chegou para Abraão e falou assim, Ei, Abraão, eu sou pai.
Eu sou pai. E, você, que vai me revelar, você vai ser um paizinho, um pai, um pai da batida. E, eu vou te ensinar a ser pai. Então, o que que eu faço? Reúne a família e vamos comer. A primeira celebração do Livro Levítico, é o Shabat, o sábado. Começa, adivinha, quem que arrisca? O sol se pôs, começa o Shabat com? Quem se arrisca? Com uma refeição. A família toda tem que parar. Não tem desculpa. Tem que parar. O colheio, as ervas, o pão, o vinho, sentam e eles começam o sábado lendo trechos do Velho Testamento, do tempo aquele, e fazendo uma refeição em família.
O que que é isso? Essa é a primeira lei. Observarás o sábado. Por isso que é importante nós estamos assim, pensando nisso, porque, às vezes, a pessoa abre o Velho Testamento, mas fica observando o sábado. O ritual não entendeu a essência da proposta. Não entendeu. Por isso que Jesus diz que o sábado foi criado por um homem, não o homem do sábado. O sábado é uma ferramenta para o ser humano. Por isso que foi criado por ele mesmo, por Jesus, que é ele que orientava. Foi criado para quê? Reúna a família, façam uma refeição e adivinhem qual foi o último ato de Jesus antes de ser preso, enquanto ele estava vivo.
E, depois que ele foi preso, ele se entregou e, aí, conduziram. Ele deixou-se conduzir. Mas, enquanto ele estava conduzindo, o que que ele diz para os apóstolos? Anseio muito comer essa páscoa. Reúne os discípulos, pega o vinho, pega o pão, o cordeiro, parte o pão, faz o papel do pai de família, parte o pão e dá o pão. Como lembra muito bem Aíla, isso é importante, chegou o aniversário, a primeira fatia do bolo vai para alguém especial e é o pão que o aniversário escolheu, não é? Na páscoa e no sabado, também, o pai parte o pão e o primeiro pedaço de pão quando eu falo pai, você tem que entender que, às vezes, reúne a família toda, não é?
Então, o pai é o patriarca mais velho, às vezes, é o bisavô, não é? Então, o patriarca é o tomo de todos, não é? Você tem vários pais, vários avós, aí tem lá um bisavô, um tataravô, tem ele que parte. É sempre o patriarca mais velho. Então, o que ele faz? Parte o primeiro pedaço de pão, que tarefa difícil, tem que perguntar para alguém que o escolhe, não é? E, Jesus fez isso, partiu o pão e adivinha a pessoa especial para quem lhe entregou o primeiro pedaço de pão? Qual a pessoa especial? Judas. Meu primeiro pedaço de bolo de aniversário vai para aquele que vai me trair, porque eu amo muito ele.
Então, a primeira experiência é a Páscoa. Depois, o que nós temos? Ó, o meu especial é o Shabat, é o sábado. Quantos sábados? 52 sábados. Não é? 52 vezes, você vai dormir com a família, vai orar os salmos, vai ler os textos, vai cantar, vai tomar o vinho, vai comer o pão, comer o cordeiro e comer a erva amarga. Porque tem uma erva que é mais amarga que jovem. Geralmente, ela é dada para a criança mais novinha. O primeiro a comer é a criança mais novinha. Mas, não é maldade. É porque, quando você dá para a criança mais novinha, ela vai perguntar.
Você der uma dúzia, ele não pergunta, ele coloca, pensando assim, colocar essa erva. A criança começa contando e vai perguntar. Por que não tem começo a erva? Aí, ela desperta o início da narrativa. Qual que é a narrativa? Nós estamos comendo a erva amarga porque ela lembra a escravidão. Para a gente nunca se esquecer de quão duro é ser escravo do mal. Para a gente nunca esquecer o quanto que o mal é mal. Quanto que o mal é ruim. Essa é a pauta. Então, vamos lá. 52 sábados. Vai ter um sábado que é especial. O segundo sábado do primeiro mês.
A primavera. A física. O segundo sábado. O que é o segundo sábado? Que ele cai no décimo quarto dia. Sete. É a Páscoa. É a Páscoa. E que se comemora a libertação humana. Depois, o que você faz? Começa a Páscoa. Celebrou a ceia da Páscoa de noite. Amanheceu. Manhã de sábado. Começa uma outra festa que vai durar até o sábado seguinte, que é a festa dos pães sem fermento. Do amanhã do sábado até o outro sábado, não pode comer nada com fermento. Porque o fermento é o símbolo do crescimento do mal. O fermento é o símbolo daquilo que exalta a criatura e diminui Deus.
Tudo que exalta a criatura e diminui Deus é fermento. E, aqui, a gente não quer isso. A gente quer que diminua a criatura e Deus seja exaltado. Tem um símbolo aqui. O símbolo é o fermento é uma metáfora do orgulho e do egoísmo que faz com que a criatura acredite que ela é mais que Deus, que ela pode comandar a existência, que ela está no comando. Quando, na verdade, nós não estamos no comando de nada. Não. Terceiro sábado, depois que você comeu sete dias de pão sem fermento, é a festa das primícias. A primícia é o quê?
Está aparecendo, assim, aquele brotinho do trigo. Aí, você colhe lá um pouquinho e oferece a Deus. Então, olha que interessante. Saiu da escravidão, celebra a libertação, come pão sem fermento, come erva amarga, olha, sacrifício, purificação. Aí, você começa a produzir os priminhos, florzinhas do bem, primícias que você oferece a Deus. Eu pratico um tiquinho de bem, eu ainda não faço bem, mas, o que eu faço, eu já ofereço. Aí, nós vamos contar, adivinha, nesse terceiro sábado, você vai contar sete sábados. Ou, quarenta e nove dias.
É a festa de Pentecostes. O que que se celebra no Pentecostes? O recebimento da Torá no Simão. Se você estiver me acompanhando, o povo é liberto. Primeira celebração? Páscoa. Erva amarga. Pães sem fermento. Primícia? Só sete sábados depois. É que recebeu a lei. A revelação não vem para quem está despreparado. Não saiu do Egito, já recebeu a Torá. Tem um processo. Tem um processo. O recebimento na lei é Pentecostes. Então, Pentecostes é sinônimo de revelação. Por isso que no Pentecostes, as línguas de fogo desceram sobre os apóstolos e eles anunciaram uma nova revelação.
Uma nova revelação. Aí, adivinha, no sétimo mês, tudo sete, sétimo mês, sábado, trombeta. Esperavam uma nova revelação no sábado, pegavam o Chico do Carneiro e eles começavam a chofar. Chofar. Parece um berente, da Igreja de Jesus, boiadeiros. O som é muito parecido com isso. Eles iam para os montes e tocavam berão. O que significa isso? Significa o seguinte, mantenha-se em alerta. Começou o período especial, o período da purificação das almas. Por quê? No décimo dia, depois da trombeta, dez, o que é dez? Dez é símbolo da rebelião, dez é símbolo da revolta, dez é símbolo da desunião, no Verso de Samuel.
As dez tribos do norte se separaram, dez é revolta para com Deus, rebeldia, desunião, afastamento de Deus. Então, no décimo dia, nós temos uma festa especialíssima e onde o dia da purificação, é o dia em que nós pedimos perdão, é o dia em que nós vamos ser julgadas, a nação vai ser julgada, a comunidade vai ser julgada e você vai pedir mais um ano de vida. Se você conseguir, seu nome vai ser inscrito no livro da vida. Se você não conseguir, você vai morrer durante o curso do ano. Aí, você vai saber se seu nome foi escrito no livro.
É o dia do perdão, o dia do juízo. E o livro Apocalipse começa com o quê? João Evangelista dizendo assim, no dia do Senhor Yom Kippur, fui levado e vi. O que ele viu lá no hospital? Uma cerimônia de Yom Kippur. Todo o Apocalipse é a descrição de uma cerimônia de Yom Kippur, que significa a purificação de toda a Terra. Tem um amigo nosso, lembra? Fala sobre ele. Aurora, você conhece essa música, né? A Terra regenerada, purificada, foi lavada, tudo isso, né? E, agora, ela está limpa. Então, o Apocalipse é o grande Yom Kippur da Terra.
Quando a Terra será lavada das impurezas. Esse é o sentido. E, depois, imagine, no décimo quarto dia, décimo quinto dia, né, porque aqui começa o sábado, a festa das tendas, das tendas. Depois que purificou, vai para a tenda para lembrar o quê? Todo mundo, a família saiu de dentro da casa, tinha que montar um acampamento fora. Acampamento mesmo. E, durante uma semana, vivia no acampamento. Pessoal, isso é muito complicado. É complicado, é para complicar mesmo. Na verdade, não é para complicar, é para simplificar. Para que o povo se lembrasse de que um dia ele peregrinou pelo deserto e ele precisou de quase nada a não ser uma pena.
Festa das cabanas. Essas são as festas que estão no Livro Levítico. Festas de comunhão com Deus. Todas essas festas têm o propósito de favorecer a plena comunhão com Deus. E, no Yom Kippur, o que é o processo de expurgo total. Porque nós temos os expurgos da primeira parte, no capítulo 9, 17, que são expurgos quando você comete a falta, você expurga. Comete e expurga. E, no Yom Kippur, a purificação integral, global. Era esse o resumo que a gente queria fazer. E, agora, eu vou só pedir permissão para vocês. A gente vai ter que andar na velocidade de 450 km por hora só para a gente buscar agora na Doutrina Espírita, onde fala sobre tudo isso que eu falei.
Agora, nós vamos ler de um outro olhar. Vamos lá, então. Vamos lá. Questão 96. O Livro dos Espíritos. Kardec já tinha definido o que é Espírito. Não vamos entrar nisso. Ele pergunta assim, são iguais os Espíritos ou há entre eles qualquer hierarquia? Todos os Espíritos são iguais? Os Espíritos respondem. São de diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado. Percebam que nós estamos no início do Livro dos Espíritos. Não falou de encarnação, não falou de reencarnação, não falou de evolução, falou de nada.
Nada disso foi falado. Olha como é que os Espíritos trabalham didaticamente. Os Espíritos são iguais? Não. Eles ocupam ordens hierárquicas. Será que eles foram criados? Mas, ele já responde, olha, segundo grau de perfeição que tenham alcançado. Perfeição que tenham alcançado. Quem está no grau superior, alcançou uma perfeição maior do que quem está em 9, já deixou uma bunda para a sua deriva, achou? E Kardec vai atrás. 97. As ordens ou grau de perfeição dos Espíritos são em número determinado? São limitadas em número determinado, porque entre elas não há linhas de demarcação traçadas, como barreiras, com sorte que as divisões podem ser multiplicadas ou restringidas de um elemento.
Todavia, considerando-se os caracteres gerais dos Espíritos, eles podem reduzir-se a três principais. E, aí, ele vai trabalhar a escala espírita. Nada a saber. Espíritos inferiores. Então, basicamente, quando os Espíritos, nessa questão, falam de três classes, são inferior, classe média e classe alta. Classe inferior, Espíritos em que predominam o mal. Classe média, Espíritos em que predominam o bem. Classe superior, Espíritos em que só há o bem. Essa é a questão que Kardec vai detalhar. Mas, nós não vamos estudar isso.
Vamos lá para uma questão. Questão 112, que não é uma questão. Na verdade, Kardec deve ter perguntado, e ele criou o texto. É a classe dos Espíritos puros. Puro. Qual que é o antônimo de puro? O contrário de impuro. Impuro. Como que uma coisa impura se torna pura? Pela purificação. Alguém aí está lembrando de Julio e Felipe? Ou será mera coincidência? Será mera coincidência? Vamos lá. Caracteres gerais. Nenhuma influência da matéria. O Espírito puro não tem mais nele nenhuma influência da matéria. Você pode pegar um Haagen-Dazs, chocolate Belga, mostrar para ele, eu comeria até o pote.
O Espírito puro, para a gente entender, superioridade intelectual e moral absoluta com relação aos Espíritos das outras ordens. O intelecto e a moral dele é absolutamente superior às outras. Os Espíritos que acompanham essa ordem percorreram todos os graus da escala. Não percorreram os graus. Percorreram como? Não está falando ainda. O capítulo que vai falar de encarnação não está aqui ainda. Percorreram todos os graus. Então, quer dizer que eles já chegaram lá embaixo? Já, já tiveram, porque percorreram todos os graus e se despojaram de todas as impurezas da matéria.
Ou seja, passaram pelo processo de purificação que está descrito no Livro Levítico. Só que, no Livro Levítico, está descrito de forma simbólica, metafórica. Aqui, no Livro dos Espíritos, eles vão descrever de uma forma clara e objetiva. Então, nós temos que correr. Tendo alcançado a soma da perfeição de que é suscetível à criatura, perfeição de que é suscetível à criatura, todo ser criado chega a uma perfeição que é a perfeição de criatura, que a perfeição de Deus é outra grandeza. Existe a perfeição da criatura, existe a perfeição do Criador.
A perfeição do Criador é inatingível. Não tem mais que sofrer provas nem expiações. Não tem mais que sofrer provas e expiação? Não entendi. Aí, nós estamos diante de um mestre, de um professor, de um pedagogo, ele dá um título a uma série de perguntas que ele vai fazer. Qual o título que ele dá? Progressão dos Espíritos. Ele vai começar a falar agora da progressão. Então, ele pergunta a questão 114. Os Espíritos são bons ou maus, os filhos da natureza? Ou são eles mesmos que se melhoram? Existe gente que foi criada mal.
A criança foi criada mal, ele é mal, vai ficar sempre mal, nunca vai melhorar. E, existem os que são bons? É assim? As pessoas falam. São os próprios Espíritos que se melhoram. E, melhorando-se, passam de uma ordem inferior para outra mais elevada. Não é uma jornada? Não está aparecendo uma jornada? Não está aparecendo a primeira parte do Livro Levítico? O caminho para Deus? Será? Vamos! 715. Dos Espíritos, uns terão sido criados bons e outros maus? A Kardec insiste na pergunta. Deus criou, 715, Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber.
A cada um deu determinada missão com o fim de esclarecê-los e de os fazer chegar progressivamente à perfeição. Ele criou simples e ignorantes, mas ele deu uma tarefa para cada um. E, a tarefa que ele deu, se você não tem saber, você não tem condição de questionar elas. Ele deu uma tarefa. E, a tarefa que ele deu, essa tarefa eu estou te dando, porque ela vai te esclarecer e ela vai te levar à perfeição. O que os Espíritos estão dizendo é que Deus confere atribuições aos seus filhos. Ele é que dá. Vamos guardar isto, vamos prosseguir.
Para os fazer chegar progressivamente à perfeição pelo conhecimento da verdade, para aproximá-los de si. Isto é coincidência com o livro do Emerico? Vamos voltar para o nosso esquema? Olha aí! Capítulo 1 ao capítulo 18. Leis para uma aproximação de Deus. E, aqui, os Espíritos estão dizendo que Deus deu determinada missão com a finalidade de esclarecer as questões ignorantes. Isto não foi esclarecido. E, com a finalidade de os fazer chegar à perfeição pelo conhecimento da verdade, para quê? Para aproximá-los de si. Nessa perfeição é que eles encontram a pura e eterna felicidade.
Então, a pura e eterna felicidade só está na perfeição. E, para chegar a essa perfeição, você tem que conhecer a verdade. Para conhecer a verdade, você tem que se esclarecer. Para se esclarecer, você tem que cumprir a missão que Deus te deu. E, Ele só deu para você. E, é Ele que te deu. Bom, passando pelas provas que Deus lhes impõe, é que os Espíritos adquirem aquele conhecimento. Como assim? Deus impõe provas, testes, experiências, circunstâncias, para avaliar a nossa absorção do conhecimento, da experiência e para avaliar o cumprimento da missão que Ele nos deu.
Provas, impõe, não falou oferece, impõe. É importante isso, porque desenvolveu-se, no meio Espírita, uma espécie de crença em Deus que mais se assemelha ao Ateísmo. Tem Espírito que fala, não, Deus existe, Deus existe, mas Ele, olha, tem pouca chida, Ele também nem se importa. Como não existe mal para Ele, você não pode fazer mal, não pode fazer bem, mas, se você quiser, não afeta Ele. Deus é um mero espectador. Então, esse monoteísmo, é uma falácia. Esse monoteísmo é quase um Ateísmo, porque um Deus que não age, não pode não ter Deus.
Um Deus que só assiste, Ele criou e só assiste. Ah, não, se eu bater a cabeça, quebro esse corpo, eu dou outro corpo para Ele. Ele matou cinco pessoas, não tem problema, porque, para mim, não tem mal mesmo, não tem problema, nada tem problema. Aqui, não. O que os Espíritos estão dizendo para Kardec, questão 15, é que Deus dá a cada criatura sua um item junto, dentro dos sonhos, que os Espíritos chamam de missão. E, a gente tem o maneiro, também, de personamar, de uma forma normal, e odiando a missão. A missão é sua volta na Terra, seu super-homem.
Bom, a missão, às vezes, pode ser receber um Espírito, servir a uma família. Qual que é a missão de auxílio na Terra? Cuidar. Veio atrás do porto, não conseguiu levar e ficou cuidando de jeito reto da família. E, os Espíritos falam, ela cumpriu integralmente a missão dela. Mudou o mundo. Ela foi algum príncipe, algum palestrante, luz? Algum médico famoso? Então, o que os Espíritos estão dizendo é que Deus age, Ele dá uma missão cheia. O que eu te atribuí, é isso. Você vai fazer isso, porque é isso aqui que vai te conhecer.
E, mais, eu vou te testar. Eu vou te provar, filha. De tempo em tempo, eu vou te provar. E, aí, se eu me rebelo, se eu me rebelo, eu me sinto um outro homem. Então, repite o início, que eu vou ser testado ali, fazer o pedido de sacrifício, e tudo mais, pedindo de parceria com Deus. Olha o que os Espíritos dizem, passando pelas provas que Deus lhes impõe, é que os Espíritos adquirem aquele conhecimento, conhecimento da verdade. Não é o que eles falaram? Conhecimento da verdade, que leva à perfeição, que leva à felicidade.
Ok. Os aceitam, submissos, essas provas, que chegam mais depressa à meta que lhes foi assinalada. Eu adoro isso. O que significa que Deus sempre fala assim, José, eu tenho uma meta pra você, filho. Eu Estou te assinalando uma meta. Eu não estou te perguntando, filho. Eu estou te assinalando uma meta. Essa meta é a seguinte, filho, você vai ter que chegar em tal degrau e um tempo x que eu marcar. Não. E, para que os encargos que eu vou te dar, coisas que você vai ter que fazer para você chegar na sua meta, e eu vou te mandar uns aborrecimentos, uns desafios, porque esses desafios vão testar você, vão te aprimorar, para você ser digno de chegar, de ocupar o degrau que eu estou propondo pra você como meta.
Ou seja, dizer é eu que estou direcionando a sua evolução, filho. Eu não acho que você está evoluindo sozinha, não. Você não anda, filho. Não é você que está no comando. Quem está no comando é papai. Gente, isso é muito forte, tem espírita, que tem dificuldade em ler isso aqui, porque ele quer um Deus ausente. Um Deus que assiste na tela. Olha, tem um filho meu lá. Oh, que tadinho. Ah, mas não existe mal. Gente, eu não estou vendo. Eu sou perfeito. Não é chocante isso? Impressionante. Vamos prosseguir mais. Outros, só a suportam, murmurando e pela falta em que desse modo incorrem, permanecem afastados da perfeição e da prometida felicidade.
Por isso, nós temos a mensagem do Evangelho Espiritual, obediência e resignação. Obediência é o consentimento da razão. Resignação é o consentimento do coração. Paz. Obediência e resignação. Então, o Evangelho Espiritual, o Espírito, o homem branco e o próprio Espírito. Obediência é o consentimento da razão. Resignação é o consentimento do coração. 116, só para a gente não acertar. Isso é. Haverá Espíritos que se concebem eternamente nas ordens inferiores? Eles não têm um ligadeiro? Não tem uma corrente que perca? Não, pelo menos, eu que faço a minha evolução.
Eu que faço. Então, tem gente que fica eternamente? Ok, eu não quero subir. Imagina se o Espírito chegasse e falasse não vou. Não saio desse negócio. É possível? O Espírito responde. Não. Todos se tornarão perfeitos. Todos. Mudam de ordem, mas demoradamente, porque, como já outra vez dissemos, um pai, um pai justo e misericordioso, porque se Deus for só justo, nós estamos perdidos. Se Ele for só misericordioso, nós estamos perdidos também. Então, Deus é justo e misericordioso. Não pode banir seus filhos para sempre.
Pretenderias que Deus, tão grande, tão bom, tão justo, fosse pior do que vós mesmos? Chamou Deus de pai. Ou seja, nós temos um pai. Esse pai não vai permitir que nós fiquemos estacionados. Não vai permitir. 117. Depende dos Espíritos progredirem mais ou menos rapidamente para a perfeição? Certamente. Eles alcançam mais ou menos rápido, conforme o desejo que têm de alcançá-la e a submissão que testemunham à vontade de Deus. Submissão. Uma criança dócil não se instrui mais depressa do que outra recalcitrante. Agora, eu vou perguntar para os nossos anfitriões se tem medo de alguma criança.
Não é? Uma criança dócil não vai mais rápido? Então, nós somos crianças e temos um pai que nos educa. Deus é ativo. Ele impõe provas, Ele impõe metas, Ele institui tarefas, Ele acompanha, Ele corrige, Ele não perde jamais a serenidade. Isso não. Mas, Ele é ativo. Aí, vai lá. Aí, estão assim. Quatrocentos quilômetros por hora. 118. Podem os anfitriões degenerarem? Não. À medida que avançam, compreendem que os distanciaram da perfeição. Concluindo uma prova, concluindo uma prova, que depois vai dizer que não vale o quanto não concluir, vai repetir a prova até concluir.
Concluindo uma prova, o Espírito fica com a ciência, que daí vive e não esquece. Deus manda uma prova. Ele adquire uma experiência, uma aprendizagem, porque não é ciência no sentido intelectual. É no sentido de experiência. Não é? Experiência. Concluindo uma prova, Ele adquiriu aquele conhecimento que Ele adquiriu, qualquer experiência, nunca mais Ele perde, não importa onde Ele esteja. Ele não perde. Pode permanecer estacionário, mas não retrogrado. Ok. 119. Aí, Kardec… Kardec é ótimo, não fala assim, quando a gente passa a pergunta.
Não podia Deus isentar os Espíritos das provas que os cultos sofreram para chegarem à primeira ordem? O que Kardec está dizendo é o seguinte, é o Espírito de verdade, eu entendi, eu entendi tudo o que vocês disseram. Eu só queria dizer assim, eu tenho aqui uma proposta mais simples, mais simples. Será que não dá para tirar todas as provas se a gente chegar rapidinho à primeira ordem? Aí, os Espíritos falam assim, se Deus os houvesse criados perfeitos, poderiam? Deus pode o que Ele quiser. Poderiam? Poderiam ter criado os perfeitos?
Poderiam. Aí, não iria ter escada, não iria ter peregrinação, não iria ter nível levítico, não iria ter prova, nem espécie. Mas, não iria ter outras coisas também. Vamos lá? Se Deus os houvesse criados perfeitos, nenhum mérito teriam para gozar dos benefícios dessa perfeição. Se não tem prova, não tem nenhum mérito. Onde estaria o merecimento sem a luta? Demais? Demais. Agora, que demais? A desigualdade entre eles existente é necessária às suas personalidades. Ou seja, por alguma razão, perfeita, Deus entendeu que eu preciso de alguém que esteja num degrau inferior a mim, de alguém que esteja num degrau inferior.
Essa desigualdade é necessária para a formação da minha personalidade. Demais? Acresce ainda que as missões que desempenham, não falou lá na pergunta que Deus dá missão para cada um? As missões que desempenham nos diferentes graus da escala estão nos desígnios da providência para a harmonia do Universo. Se todos fossem puros, a harmonia do Universo seria comprometida. Então, essa tem graus traz uma harmonia, porque cada qual desempenha uma função. E, aí, o Kardec comenta, assim, genial, pois que na vida social todos os homens podem chegar às mais altas funções, seria o caso de perguntar-se o que o soberano de um país não faz de cada um de seus soldados um general.
Chegaram um batalhão aqui de Guadaluiçonte, tem 10 mil policiais. Hoje, todos são generais. Vai comandar quem? Porque todos os empregados subalternos não são funcionários superiores? Porque todos os colegiais não são mestres? Ora, entre a vida social e a espiritual, há essa diferença. Enquanto que a primeira é limitada e nem sempre permite que o homem suba todos os seus degraus, a segunda espiritual é indefinida e a todos oferece a possibilidade de se elevarem ao grau superior. Ao estabelecer que o Espírito seria criado simples e ignorante e que uns iam ser criados mais que os outros, Deus quis cuidar da harmonia geral do universo infinito.
Agora, é isso. Para por aqui, porque nós não temos condição de acompanhar isso. O nosso tempo está esgotado, mas eu vou pedir só um segundo. Nós jogamos a palavra caminho em todas as mensagens de Emmanuel que comentam o Evangelho. São 1.550 mensagens e selecionamos alguns textos muito interessantes para a gente encerrar. Livro, na Revista Reformadora, a mensagem só tocamos porque todos estamos no caminho da evolução e, segundo a assertiva do nosso Divino Mestre, com a medida que tivermos medido, nos vamos medir a nós.
Como aqui Emmanuel definiu. Estamos todos numa jornada. Aquela jornada de poesia para o deserto é a jornada evolutiva. Por isso que o livro Levítico foi dado no deserto. O livro Levítico que nós estamos estudando aqui é um livro da evolução espiritual. Esse livro traga as provas e as expiações. Provas são situações que Deus nos impõe para que a gente avance e expiações são corrigentes do mal que nós praticamos. Agora, isso aqui é bonito. O livro nasceu e renasceu. Mensagem. Olha o tipo da mensagem. Em plena marcha Emmanuel espíritos egressos de experiências vinagrosas e a Tânia leu a mensagem sobre a vinha do Senhor, que o campo de Jesus é uma vinha só que os espíritos rebeldes transformam o vinho em vinagre.
Então, Emmanuel diz assim que espíritos egressos de experiências vinagrosas e existências outras que o tempo arquivou para balanço oportuno O tempo arquivou para balanço oportuno Todos ainda carregamos nas próprias tendências o risco de retorno a quedas passadas, reclamando a bondade e a tolerância dos outros, de modo a demandarmos os caminhos da frente. Partilhando a jornada humana Olha que lindo! A jornada humana Compreendemos que os companheiros julgados caídos estão desafiados por obstáculos e crises muito difíceis de atravessar.
Desafiados O que que é desafio? Prova Os espíritos caídos foram os que foram provados, mas os obstáculos e as crises eram difíceis de atravessar, então eles tombaram. E, ao invés de agravarmos os problemas, que amanhã, talvez, se façam nossos, saibamos ofertarmos a bênção da crença, quando, de todo, não lhes possamos estender os braços, lembrando o Divino Amigo que nos asseverou, convincente. Em verdade, não vim ao mundo para curar os sãos. Os espíritos caídos, refazendo, não suportaram as provas que Deus colocou nos seus caminhos e tombaram.
Por rebeldia, por teimosia, por cristalização, etc. O Mestre, no livro Levantar e Seguir, raiou a luz. O Mestre, pois, é o orientador supremo de todas as almas que permanecem ou transitam no mundo terreno. Que Ereus permaneça na Terra, ou seja, eu sou aluno da Terra, que Ereus só esteja aqui fazendo um intercâmbio, encarnou na Terra o orientador dessa criatura, o orientador supremo, é Jesus Cristo. Sua luz imortal é o tesouro imperecível das criaturas. Os que aprendem ou resgatam, os que se curam ou que espiam, encontram em seu coração a claridade dos caminhos eternos.
O que eu pergunto é, utilizando essas palavras, o nosso tempo realmente se esgotou, eu tenho aqui mais algumas mensagens, eu vou deixar para amanhã o que vem. A gente lê essas mensagens, essa seleção, tem coisas aqui sensacionais, mas eu acho que já deu o toque do que que nos aguarda o livro Levítico e do porquê que nós temos estudado esse livro. A luz dada ao Cristo para tirar o sentido supremo da luz. O pessoal que está pedindo para lembrar que esse estudo é todas as quintas ao vivo no canal do Serno no Youtube. O material vai estar disponível no site do Serno, www.portalserno.org E, observação, a Ayla está assistindo.
Agora, eu já fiquei com vergonha, né? Ayla, você tenha misericórdia, viu, irmãzinha? Tenha misericórdia. Eu citei várias coisas dela, né? Bom, se ela quiser cooperar, vai ser de muito bom grau, inclusive ela mandou um resumo do livro Levítico, eu usei muita coisa aqui, a gente vai comentar no transcorrer do nosso estudo. Lembrando também, aqui não tem professor, eu sou apenas um facilitador, apenas alguém que reúne o material, lê as perguntas, porque alguém tem que ler. Alguém tem que propor o material. Mas, estou aqui também com espírito de aprendiz, tanto que nós nos limitamos a ler questões de livros espíritos e frases selecionadas de Emmanuel, né?
Estão iluminando aí a nossa compreensão dessa jornada espiritual de purificação, de aproximação e depois de comunhão. Comunhão com Deus. Então, vou mandar um abraço para todos que estão assistindo pela internet, agradecer os amigos espirituais aqui na casa de sustentar o trabalho e pedir que semana que vem a gente tenha novamente a oportunidade de se reunir, que a gente receba o amparo deles, a assistência espiritual deles, e que todos nós estejamos bem de saúde física, emocional e espiritual, para a gente poder aprender.
Está sendo dada essa oportunidade para a gente de aprendizado e nós vamos aproveitar, se Deus quiser, todo o empenho, não é? Seremos crianças dóceis, por isso nós estamos no meio-meio. Quem quer fazer a parece, gente? Faz! Faz! Pai de amor e bondade, Jesus Néstor querido, agradecemos pela oportunidade de mais este dia na Terra. Agradecemos por essa oportunidade bendita que nos dá de compreendermos o Teu Evangelho, de estudarmos, de meditarmos, de nos esforçarmos para melhorarmos a cada dia. Pedimos que abençoe a cada um de nós, encarnado ou desencarnado, que possamos entrojetar o que estamos estudando para compreender melhor a nós mesmos, para conhecermos nossa história, para conhecermos a formação espiritual em nosso homem, para compreendermos a missão de Jesus.
Que possamos, a cada dia, refletir, meditar e colocar em ação o que estamos aprendendo. Que com Deus, com Jesus, o que nós precisamos de Ti, assim seja. Os avisos não são avisos, só pedimentos. Nós mudamos hoje, nós mudamos hoje, não sujemos. Deixa eu só explicar um pouquinho. Para as próximas reuniões, a gente quer fazer mais participativos. Então, eu não vou trazer tantos conteúdos para a gente abrir a oportunidade da diáloga, da pergunta, da interação. Mas, o que é que me ocorreu? Ontem, eu acordei muito doente, graças a Deus, muito fraco fisicamente, quando o processo de diarreia e tudo, não é?
Eu fiquei doente e me veio, assim, uma ordem. Eu não resisti. Era como se os Espíritos quisessem dizer o seguinte, que esse estudo, ele tinha que estar amarrado com a codificação e amarrado com a obra de Emmanuel. Então, que eu deveria fundamentar mais o estudo, não apenas no material do Verbo e Pensamento, de Daim, dos textos, dos esquemas, mas buscar essas referências, essas frases de textos da codificação, dos textos de Emmanuel, para que o estudo ficasse consistente, para que o esforço humano não sobressaísse mais do que a revelação espiritual.
Então, eu reformulei completamente. Vocês viram que a gente voltou do zero, voltamos ao ponto zero, começando tudo de novo. Eu trouxe o esquema. Aí, eu fiz o dever de casa. Pesquisei, joguei a palavra caminho, apareceu 958 ocorrências, eu só tive a oportunidade de examinar 100, trouxe só 58 e fiz só 8. Então, eu entro e peguei essas mensagens. Então, essa reunião de hoje foi uma reunião muito expositiva, porque eu queria só dar o tom. Só dar o tom. Na semana que vem, nós vamos trazer menos, e aí nós vamos fazer uma coisa participativa, com diálogos, com participação, com interação, mas sempre trazendo os textos da codificação, trazendo os textos do Evangelho e trazendo o livro no vídeo, porque aí nós vamos unir a impressão dos Espíritos.
Eu não tenho a dignidade expositiva, sem impressão, a impressão é que eles queriam que o material das três revelações fosse utilizado. O material do Velho Testamento, o material da Doutrina Espírita, na codificação e o material do Evangelho, através dos comentários do amigo. Porque aí a gente faria o laço das três revelações e aí o texto do Velho Testamento ia desabrochar na sua essência espiritual. Porque nós, também, temos as nossas tendências, né? Inclusive, as tendências de queda ao passado. Então, talvez, para nos proteger a todos de voltar ao passado, de reacender certas tendências, certos direcionamentos que não são desejados, eles quiseram amarrar mais esse escuro, dando uma lição para a gente.
A gente está aqui mesmo, sinceramente, da minha parte, como um aluno, com o corpo vazio. Porque se a gente chegar aqui cheio de ideia pessoal, cheio de conselho, cheio de preconceito, nós não vamos absorver a revelação espiritual. Então, a gente tem que vir, não é à toa que é o meu ano primeiro, é como criança, de alma limpa, aberta, com vontade de aprender, não importa o tempo de doutrina que a gente pôs, não importa. A gente vem aqui como criança, cheio de tudo é novidade, tudo é gostoso, tudo é novo, tudo é boa nova.
A novidade é a boa nova. E, a gente tem que vir no coração de criança, e aquele que não se fizer como uma dessas criancinhas, de modo nenhum, poderá entrar no Reino dos Céus. Obrigado. E, aqui, então, vou retirar isso, porque eu não sei, eu não estava na escola de futebol. Tchau!
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.
Respostas
Boa noite!
O material em PDF não está mais disponível?
Boa dia, como posso ter acesso a apostila em PDF do Levítico?