Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda a compreensão do simbolismo das festas judaicas, em especial o Yom Kippur, à luz da Doutrina Espírita. O estudo destaca a pedagogia divina na revelação das leis espirituais e a importância da vigilância e da purificação interior.
O que é estudado neste episódio
- Pedagogia da Revelação: A forma como Deus se revela aos seres humanos, adequando o conhecimento ao grau evolutivo de cada um, utilizando “instrumentos pedagógicos” como as festas e rituais.
- Simbologia das Festas Judaicas: A análise das sete festas da Torá, com foco no Yom Kippur (Dia da Expiação ou Purificação), precedido pelo toque do Shofar (trombeta).
- Yom Kippur e a Purificação: A festa como um convite à reflexão, à aflição da alma e à purificação das imperfeições, conforme descrito em Levítico 23:23-31.
- O Toque do Shofar: Seu significado como um chamado ao “vigiai”, ao estado de alerta e vigilância sobre as imperfeições.
- A “Serpente” Interior: A alegoria da serpente como as imperfeições e automatismos construídos ao longo da evolução, desde o reino animal, que precisam ser domados e purificados.
- Vigiai e Orai: A sequência de ações espirituais: vigilância (Shofar), oração (Tefilá), transformação interior (Teshuvá) e justiça/caridade (Tsedacá).
- Reparação: A necessidade de reparar os prejuízos causados ao próximo, um ponto crucial para a purificação completa.
- Kaparot (Substituição): A menção ao ritual de sacrifício de animais como um símbolo pedagógico para a expiação, cujo significado profundo será abordado em estudos futuros.
Reflexões
- A Doutrina Espírita complementa e aprofunda a compreensão dos ensinamentos bíblicos, explicando o simbolismo e as alegorias que, de outra forma, seriam de difícil acesso.
- A evolução espiritual é um processo contínuo e eterno, onde a purificação das imperfeições é fundamental para a aproximação de Deus, conforme o princípio “Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus”.
- A justiça divina estabelece mecanismos de associação e reflexão recíproca entre as criaturas, onde as interações com o próximo, mesmo as desafiadoras, servem como instrumentos para a nossa própria purificação e crescimento.
Ler transcrição do episódio
Bom dia! Bom dia! Bom dia, meu amor! Tudo bem? Tudo, passou bem a semana? Tudo em paz, e você? Tudo bem, graças a Deus. Bom dia! Tá dando um retorno, hein? Então, vamos lá, o que temos para hoje? Pois é, Leonor, hoje a gente vai continuar explicando aquela questão de Yom Kippur, né? Entrando nos detalhezinhos da festa de Yom Kippur. Quer dizer, não nos detalhes da festa, no significado e alguns elementos que são muito importantes para a gente poder entender, porque a transição planetária e o que ela nos ingressa, ela tem o sentido de um Yom Kippur, do dia da purificação.
Eu fiquei pensando nisso que você tinha comentado, que do 24 ao 27, depois lá no 34, seriam como pequenos Yom Kippur, né? Como se fosse para uma subida de um nível, né? Isso. Aí eu estava pensando que realmente esse é o nosso momento. Parece que estamos passando para essa subida de nível, né? É, agora, a subida de nível de todo o planeta, é uma subida global. O planeta inteiro. E aí, isso é importante, porque esse conceito também a gente tem na tradição da Bíblia hebraica, que é o conceito do olam rabah, o mundo vindou.
Então, aí, não é mais só o indivíduo, mas é um mundo. É muito interessante isso, o conceito da regeneração do próprio mundo, não só de um indivíduo. Então, o ensino dos Espíritos, codificado por Kardec, ele dá continuidade, ele explica esses elementos que já estão na Bíblia hebraica e no Novo Testamento. Mas eles não estão agregando algo totalmente desconhecido, eles estão explicando, aprofundando. Então, vamos dar primeiramente bom dia a todo mundo que está nos acompanhando, né? O Robson, a Marisa Ruda, a Eliana Rodrigues, Ana Cris Barros, Angela Israel de Melo, que escreveu aqui, que está sempre acompanhando os estudos, as palestras.
Que coisa boa! Rio de Janeiro! Silvana, ô Silvana, Gabriel, saudades de você. Ah, Silvana! A Cíntia Castelo, que está sempre nos acompanhando, Sônia Galvão, Andréia Correia Linhares, Eliane Barros, a Milson Teca, Marisa Calvi, Andréia, Rosemary, e uma galera. Um beijo para todos que estão nos acompanhando e vamos seguir, então, nossos estudos. Ah, que coisa boa! Muita gente de NEPs aí também, espalhados pelo Brasil. Filadélfia, a Dona Teca, seja bem-vinda! Que bacana! Vamos lá, então, Leonora? Vamos começando. Bom, então, eu vou começar lembrando, relembrando que no judaísmo, na tradição judaica, portanto, na primeira revelação, há um conjunto de elementos, a gente estudou isso muito, muito, muito, no estudo do Levítico, foi um estudo longo, com muito simbolismo, depois, quem quiser retorna, acho que vale a pena rever para poder se aprofundar, porque aqui a carga simbólica é muito grande e os símbolos, hoje nós vamos tratar de uns símbolos aqui que são difíceis mesmo.
Vou deixar até um deles para o finalzinho. É bem difícil, é uma alta simbologia e não se penetra nesses símbolos, nessas parábolas, assim, de maneira fácil. Então, exige, são poucos mesmo, Emmanuel comenta, no capítulo 7 do livro A Caminho da Luz, que pouquíssimos conseguiram penetrar nesse simbolismo, exatamente porque faltam alguns conceitos fundamentais, que são os conceitos que estão na Doutrina Espírita. Esses princípios que dão para a gente uma visão cósmica da vida, da evolução espiritual, do Espírito imortal, aí a gente consegue juntar as peças.
Mas, a simbologia é obscura mesmo. Então, muita atenção aqui. Primeiro ponto. O primeiro ponto é a pedagogia da revelação. Então, vamos lá. Pedagogia da revelação. O que significa isso? A revelação parte de Deus. Então, é Deus que se revela. Não somos nós que chegamos no nível de Deus e desvendamos os segredos da divindade. Isso aí seria uma muita vaidade da nossa parte, né? Muita prepotência. Na verdade, é o criador que vem ao nosso encontro, né? Portanto, ele desce, e se revela. Revela aquilo que ele julga útil no momento.
Revela aquilo que ele considera produtivo naquele ponto evolutivo dos seres que estão recebendo a revelação. Isso é importante a gente entender, porque Deus mesmo, o Criador, é infinito nos seus atributos, nas suas qualidades. Deus é absoluto. Então, se eu alimento a ideia de que eu posso subir até Deus e compreendê-lo totalmente, essa ideia é como a da criança que pega a vasilinha de água e fala assim, agora eu vou colocar o mar aqui dentro para eu poder entender o mar. Não cabe a gente alimentar uma expectativa ilusória, quase infantil, de que a nossa estrutura psíquica é capaz de absorver Deus, que é o ser absoluto da criação?
É realmente inadequado. Então, o Criador é transcendente. O Criador é absoluto. No entanto, a evolução é um contínuo e eterno aprimoramento, uma contínua e eterna expansão. Mesmo quando o Espírito se retorna puro, no sentido de que ele não tem mais imperfeições morais, no sentido de que agora ele está totalmente integrado na lei divina, ainda nessas circunstâncias, ele continua evoluindo. Por quê? Porque ele continua aprendendo sobre Deus e sobre a criação infinita. Então, ele vai continuar eternamente aprendendo, explorando a criação infinita do Deus absoluto.
Então, é essa a ideia. Se eu também imaginar que chegou o Espírito puro e agora eu entendo o absoluto, é a mesma coisa, é achar que o mar cabe dentro de uma garrafinha d’água, achar que o mar cabe dentro de um copo d’água. Então, a evolução é eterna, eternamente nós vamos sempre aprender, aprender e ampliar, ampliar nossas capacidades, nossos potenciais. Então, esse é o sentido. E, aí, a gente não pode perder isso de vista. Portanto, o Criador, soberanamente justo e bom, vem ao encontro dos Espíritos, no grau evolutivo em que eles se encontram e se revela.
Se revela como? Através dos seus emissários, através dos seus prepostos. Quem são os prepostos, os procuradores da divindade? Os Cristos e os Espíritos que colaboram com os Cristos, que são os governadores dos planetas, dos sistemas, das constelações, das galáxias. Esses são os grandes administradores, inteligências divinas, agregadas a Deus em processo de comunhão indescritível. É o que diz André Luiz, lá no início do livro Evolução em Dois Mundos. Ou, como diz Emmanuel, no livro A Caminho da Luz, na direção de todos os fenômenos da vida, há uma comunidade de Espíritos puros e eleitos pelo Senhor.
Espíritos puros e eleitos são os prepostos da divindade. Eles, através deles, o Criador se revela. O Criador fornece o conhecimento da verdade. O que é a verdade? A verdade é o que Deus fez. A verdade é a criação de Deus. É o que ele fez. É o jeito que funciona o universo. Como é que funciona o universo? Segundo as leis que Deus criou. Uma verdade é o que ele criou. É bem assim. Então, ele vai revelando, revelando no grau evolutivo. Mas, qual a pedagogia da revelação? Nossa! Como a pedagogia aqui da Terra, a gente já sabe disso.
A pedagogia significa adequar o conteúdo ao aluno, adequar o conteúdo ao grau de maturidade cognitiva e emocional do aluno. Eu não posso, numa sala com criancinhas de quatro, três anos de idade, tratar de questões que são tratadas no doutorado de Física, no doutorado de Medicina. Como que eu vou tratar isso com criancinhas? Então, é preciso que haja uma adequação do ensino. O ensino é adequado, ele é condicionado, ele é colocado em instrumentos pedagógicos. Instrumentos pedagógicos. Todos nós conhecemos, sobretudo nós, que somos pais e mães, sabemos que as criancinhas pequenas têm os joguinhos pedagógicos.
A gente sabe disso. Tem lá um joguinho para aprender a somar, tem um joguinho para aprender a formar sílabas, para aprender a formar palavras, os jogos pedagógicos, ou as atividades pedagógicas. A questão é que nenhum pedagogo, nenhum professor, confunde conteúdo que está sendo ensinado com atividade pedagógica. O joguinho, a atividade pedagógica, é um instrumento inteligente, hábil para transmitir o conteúdo. Então, é isso. Eu não posso pegar um joguinho de madeira, aquele joguinho mesmo de criança que ensina a somar e acreditar que aquele joguinho é a matemática.
Aí é demais. No entanto, quando se trata de revelação religiosa, quando se trata de revelação das leis espirituais, as pessoas confundem, elas trocam. 99% das pessoas no mundo trocam o conteúdo pelo joguinho pedagógico. Então, a pessoa pega os textos da Bíblia hebraica, a pessoa pega os textos do Novo Testamento e pega os textos da doutrina espírita também. Então, pega os textos da primeira, da segunda e da terceira revelação, que são os instrumentos pedagógicos, e ela confunde o instrumento pedagógico com o conteúdo e troca.
Ela troca. Ela acha que a matemática é o joguinho que ela aprendeu de soma. Ela acha que a linguagem é o joguinho que ela tem de formar sílabas. Então, nós estamos chamando a atenção aqui por quê? Nós estamos estudando aqui um elemento, e vamos estudar um elemento aqui, que é o Yom Kippur. O Yom Kippur faz parte das festas judaicas, as festas da Bíblia hebraica. Na Torá, no Pentateuco Mosaico, nos cinco livros vinculados à Moisés, nós temos um conjunto de sete festas. Quem tem dúvida, volta lá no Estudo do Levítico, lá eu trabalho detalhadamente esses aspectos todos, mas não vamos entrar nisso aqui agora.
Então, tem sete festas. Uma delas é o Yom Kippur. Nós temos a festa também da trombeta, uma microfesta, e aí, depois, Rosh Hashanah, o Ano Novo, e Yom Kippur, que é o décimo dia. Então, são três na sequência. Radzi Karom Teruach, que é a festa da trombeta. Trombeta não é uma tradução muito boa, porque fica parecendo uma banda, né, trombeta. Aqui, na verdade, é o Shofar, que é o toque do chifre. É como se fosse o berrante. Aqui, da nossa tradição brasileira, o berrante. Então, é o toque do Shofar. Radzi Karom Teruach.
Depois disso vem o Rosh Hashanah, que é o Ano Novo, e depois Yom Kippur. Então, para a gente entender Yom Kippur, precisa entender esses dois elementos que precedem Yom Kippur. Mas, o importante aqui é entender o quê? Por que, no texto da Revelação, foi determinado que o povo hebreu observasse festas? Claro, porque isso é um elemento pedagógico. Então, esse aqui foi o joguinho pedagógico de formar sílaba. Então, por que o povo hebreu precisava ficar observando festas sete vezes durante o ano? Para quê? Da mesma maneira que você dá um joguinho para a criança, um joguinho de formar sílaba, para ela formar sílaba.
Depois que ela aprende a formar sílabas, depois que ela está alfabetizada, o joguinho cumpriu sua função pedagógica. Cumpriu sua função pedagógica. O que nós estamos querendo apontar aqui é que, espiritualmente falando, do ponto de vista do conhecimento das leis espirituais, veja o que eu estou dizendo, do ponto de vista do conhecimento das leis espirituais, quando o povo hebreu recebeu a primeira Revelação, a humanidade estava na infância, do ponto de vista dos conhecimentos espirituais. Porque, por exemplo, do ponto de vista do direito, nós tínhamos Roma e o direito romano, que é praticamente igual ao que a gente tem hoje.
Então, na área social, na área do direito, estava muito avançado, mas na área do conhecimento das leis espirituais estava na fase da infância. Por isso, Paulo vai utilizar a expressão quando o herdeiro é menino, em nada difere do escravo. Então, eu estava fazendo uma referência a um nível, um degrau de maturidade dos encarnados com relação ao conhecimento das leis espirituais. Portanto, receberam a Revelação na forma de um joguinho pedagógico. Um conjunto de atividades pedagógicas. Então, a observância dessas festas, a observância dos rituais, isso tudo era um conjunto de atividades pedagógicas para que eles pudessem adquirir um conhecimento espiritual.
Depois, a humanidade sai da infância e entra na maioridade. Mas, maioridade é um jovem, a juventude está ali com maioridade judaica, 13 anos de idade. Então, quando Jesus chega, espiritualmente falando, a humanidade estava na maioridade judaica, que é 13 anos, adolescente, estava na adolescência, com todas as características da adolescência. Então, Jesus vem e adapta a Revelação aos elementos do que já tinha sido dito, claro, porque, você imagina, se há uma mudança abrupta em toda a pedagogia, aí não tem sentido. Teria uma solução de continuidade, você não teria uma unidade.
Então, Jesus precisava retomar aquilo que já foi ensinado, retomar os joguinhos, as atividades pedagógicas e criar outras, na sequência, em harmonia com as anteriores. Então, ele dá continuidade, avança, depois vem a terceira Revelação e aí a humanidade já está o quê? Já está madura, já passou dos 21, dos 30, já está mais madura. E, então, a Revelação é passada, agora, com uma nova pedagogia, com novos instrumentos pedagógicos que retomam a primeira, a segunda e dão continuidade, e dão continuidade. Por isso, Kardec abre o primeiro capítulo de O Evangelho segundo o Espiritismo, dizendo da mesma maneira que Jesus afirmou não vim destruir a lei, o Espiritismo também afirma não vim destruir a lei, quer dizer, não vem tirar a primeira nem a segunda revelação.
Ele, na verdade, vem dar continuidade, ele vem explicar, sem metáforas, sem símbolos, aquilo que foi dito lá atrás. É importante dizer isto. E, quando nós estamos estudando estas festas aqui, elas são material pedagógico e nós temos que entender isto. Então, quando a gente olha para um símbolo deste aqui, o que nós temos que nos perguntar? O que este símbolo quer transmitir? Qual conhecimento, este ritual, este símbolo, quer construir? Qual conhecimento ele quer construir? Esta é a pergunta. Então, vamos lá. A festa específica de Yom Kippur quer construir em nós.
Qual conhecimento? Que conhecimento das leis espirituais a festa de Yom Kippur quer construir em nós? Então, vamos ler um pouquinho, porque, hoje, a gente tem que fazer aquela ponte com Levítico. Quem perdeu o estudo de Levítico, volta lá, vale a pena, vale a pena. Então, vamos lá. Levítico, capítulo 23, versículo 23, tradução livre aqui, vamos lá. Diz o Senhor, disse o Senhor a Moisés, fala aos filhos de Israel. Olha, interessante, não é? Olha como é que o povo hebreu é nomeado, os filhos de Israel, os filhos de Jacó.
Fala aos filhos de Jacó no sétimo mês, no primeiro dia do mês, haverá santo descanso solene. Então, olha isso, quando fala solene, uma convocação, é uma atividade pública que envolve toda a comunidade, solene, solene, então, é uma cerimônia, solenidade, não é? Em memorial, olha isso, em memorial, então, está dizendo aqui, qual é a função dessa solenidade? Memória, vai trabalhar a memória. Qual memória? Claro que é a memória espiritual do ser, claro, a memória. Então, o assunto aqui é memória espiritual. Vamos guardar isso aí, quem está anotando, grifa.
Haverá descanso solene em memorial. Então, quando fala do descanso solene, eu sei que é sábado, eu sei que é sábado, não é? Então, no sétimo mês, primeiro dia do mês, é aqui que você forma o calendário. Então, o sétimo mês judaico, no primeiro dia, é um sábado, não é? É um sábado, com o sonido, com o toque, com o toque do xofar, com o toque do chifre. No sétimo mês, primeiro dia do mês, toca o xofar, a trombeta. Isso é importante, porque se você for lá para o Apocalipse de João, nós vamos ver isso lá, sete trombetas.
Interessante, não é? Sete trombetas. É isso? Olha lá, sete xofar. Quer dizer, o texto do Apocalipse está evocando o livro de Levítico. Então, a pessoa que não estudou Levítico não vai compreender Apocalipse, não vai entender o Novo Testamento. Parece que isso está bem claro, não é? Nenhum trabalho serviu fareis, claro, porque é um sábado, e oferecereis oferta queimada ao Senhor. Olha aqui, oferta queimada. Interessante, não é? Então, aqui começa o texto que fala do xofar. Qual é a ideia aqui? Quando toca o xofar, o povo fica em alerta.
É uma alerta. Esse é o sentido do toque da trombeta, não é? É uma alerta. Chamar a atenção. Ficar alerta para o que vai acontecer. O que vai acontecer? Virá o Ano Novo, no décimo dia, Yom Kippur, que é a festa da purificação. A purificação. Então, quando a gente chega no Yom Kippur, propriamente dito, eu vou ler aqui o texto, tá? Então, começou lá o toque do xofar, sétimo mês, primeiro dia, no décimo dia, décimo dia, vem Yom Kippur. Aí, olha como é que diz o texto aqui. Levítico 23, versículos 27 a 31. Ora, o décimo dia desse sétimo mês será o dia da expiação.
Tereis santa convocação. Quer dizer, solena. E afligireis as vossas almas. Olha isso. E oferecereis oferta queimada ao Senhor. Nesse dia não fareis trabalho algum, porque é o dia da expiação ou o dia da purificação. Para nele fazer-se a expiação por vós perante o vosso Senhor. Pois toda a alma que não se afligir nesse dia será extirpada do seu povo. Não fareis trabalho algum, isso será estatuto perpétuo pelas vossas gerações, em todas as vossas congregações. Estatuto perpétuo. Olha isso. Então, aqui tá as características aí do dia da purificação.
Bom, então, todo mundo entendeu aqui? Vamos chamar, é… Vou interagir um pouquinho, porque hoje é mais tenso, né? Eleonora, cê quer? Sabe voltar aí? Olá, Júlio! Deixa eu abrir o meu áudio. Tudo bem, Haroldo? Tudo bem. Eu já ia perguntar pra você. A Eleonora deu uma saidinha. Ah! Ela volta, até o fim, acho que volta. Ela teve que ir ao banco. Ah, não, tranquilo, tranquilo. Mas tá muito bacana, né, Haroldo? Eu tô até aqui brincando com uma surpresinha pro pessoal aqui, que você falou muito no chofar, né? É! E é interessante que nós temos uma memória auditiva, né, Haroldo?
Essas questões, apesar de nós… Engraçado como que isso… Tem algumas coisas que vão fundo na gente, né? Então, vamos pra uma experiência? É. Então vamos pra uma experiência. Oh! Não é, Haroldo? E agora, Haroldo? O que acontece depois desse toque? Depois desse toque, aí entra o estado de alerta e prepara pro Yom Kippur, que é pra purificação. E aí, agora, Júlia, três coisinhas que eu separei aqui, que a gente precisa gravar, gravar do Yom Kippur. E a gente vai ver que Jesus vai fazer a referência… É. Então, vou falar uma coisa que agora todo mundo vai ligar, vai entender.
Olha aqui. O que é o toque do chofar? É para a comunidade ficar em estado de alerta. Alerta? Estado de alerta é o quê? É o vigiai. Vigiai. É a vigília. Vigília, estado de alerta. Ficar atento. Que soma o que a gente disse na semana passada. O momento de transição é momento de vigilância. Por quê? Porque está tocando o chofar. Sim. Então, vigiai. Mas, a vigilância é sobre o quê? Atenção a essa vigilância. Atento a quê? Isso é o que é bonito. As imperfeições que serão purificadas. Por que a ideia, Júlio? Aí, nós temos que retomar o estudo do Levítico.
Quem não acompanhou tem que entrar aí no canal e assistir. Nós comentávamos qual é a ideia central do Livro de Levítico. Porque o Livro de Levítico é o livro sacerdotal. Então, quando eu digo livro sacerdotal, significa é o livro que trata da espiritualidade e da religiosidade, do aspecto religioso do Espírito. Qual é a ideia central do Livro de Levítico? É dada lá no início. A gente comentou. Acho que a gente fez. Nossa! Comentamos isso. Só se aproxima de Deus quem está puro. Não é? Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus.
Pronto. Assinado. Jesus, comentário ao Livro de Levítico. Esse é o resumo que Jesus fez do Livro de Levítico. Haroldo, vou fazer um flashback aqui. Flashback. Vocês estão vendo minha tela aí? Espera aí. Espera aí que nós vamos fazer um flashback. Eu vou voltar com ela. Deu pra ver. Deu, não é? Espera aí que eu vou voltar com ela, porque eu tenho que apertar um botãozinho aqui que eu não apertei. Aqui. Vamos lá. Ok? Vamos aqui mostrar para o pessoal aqui a plataforma onde tem o Estúdio Levítico, não é, Haroldo? A gente fala tanto com o pessoal.
Olha que bacana, gente. Você pode ir direto nele. Aqui, vou mostrar para vocês o Estúdio Levítico aqui. Gente, vocês não sabem o quanto que facilita entender Isaías com as coisas que a gente estudou em Levítico, não é, Haroldo? É, meu Deus. Então aqui, você tem o Estúdio Levítico que está aqui para baixo. Você vai descendo. Muito conteúdo e tal. Gênesis, Estúdio Levítico. Está aqui. Mas nós estamos querendo saber o quê, Haroldo? Nós estamos querendo saber onde é que você falou sobre o tal do bem-aventurados. Os puros.
Não é isso? Isso. Beleza? Então, vamos lá. Vamos ver onde é que o Haroldo falou. Ah, ele falou aqui no 21. Falou no 21. Então, vamos aqui ver o que o Haroldo falou naquela época sobre isso. Vamos ver se dá certo esse negócio, Haroldo. Olha que bacana, hein? É contemplar a Deus. Ser um com Deus. Por quê? Porque bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus. Portanto, Jesus não pensa, em primeiro lugar, na pureza moral, na libertação de todas as faltas e fraquezas, mas na clareza e pureza como condição para tornar-se um com Deus.
Bem, só para dar uma exibida na plataforma, né, Haroldo? Porque você tem condição de localizar muita coisa do comentário de Levítico, quase todo o Levítico, senão todo está legendado. Então, você faz a busca lá. Busca e fica… Vai no ponto. Tecnologia, né? Vamos seguir seu raciocínio, Haroldo. Deixar você… Não, mas maravilhoso. Está vendo? Está dito. Está dito. Quem quiser olhar… Mas, bom, essa é a ideia central do Levítico. Pureza. Então, quando toca o sofá, é o estado de vigilância. Vigilância por quê? Vigilância no sentido da imperfeição.
Inclusive, Júlio, tem uma… Aí você vê como que é um instrumento pedagógico mesmo, né? Tinha um elemento da observância do Yom Kippur, que é, no dia do Yom Kippur, você não podia usar calçado de couro. De couro, que é o couro feito de pele de animal. Não podia. Então, tinha que ser o sapatinho de pano. É interessante porque, assim, na Idade Média, os judeus, as criancinhas iam de Yom Kippur, colocavam tudo sapatinho de pano, os adultos, tudo sapatinho de pano, né? Não usava nada de couro. Por quê? Para lembrar da fera animal que há em nós e que ainda precisa ser domada.
Que loucura. Essa é a vigilância. Essa é a vigilância. Ou, quiser pegar Paulo e voltar lá em Gênesis, a serpente sobe, sobe os pés. Há uma serpente ainda debaixo do nosso pé. Qualquer bobeada, ela… Se essa serpente fosse fora… É nisso que eu fico curioso, quando as pessoas acham que o grande mal está fora. O grande problema dessa serpente é que ela está dentro de nós. Então, só tem um indivíduo que pode colocar tudo a perder. Você. Só um. Nós podemos colocar tudo a perder. Por conta disso aí. O toque é isso aí, a vigilância.
Vigiar. Vigiar. Há uma fera em nós. Há uma serpente sob os nossos pés. E ela não foi esmagada ainda. Maruldo. Você falou no sentido bem da alegoria, do que você está falando. A serpente dentro de nós. Como é que ela é colocada? Como é que ela é colocada dentro de nós? E como é que a gente lida, ou seja, com ela, no aspecto, até que a gente esmague e depois que esmaga? É bonito, Júlio, porque… Essa serpente, evolução em dois mundos, hein? Do átomo, questão 920, do átomo ao arcângel. Começou lá no átomo. A serpente começou a ser construída lá no átomo.
Então, está lá o átomo, aí está atraindo, atrai, cede um elétron, recebe um elétron, se forma molécula, há atração. Começou. Aí, veio a planta. Aí, a serpente está continuando. Aí, veio a experiência animal, a evolução no reino animal. Aí, a serpente foi construída. Aí, chegou a espécie primata, o Homo sapiens. Aí, a serpente se concretizou. Está aqui, está aqui no encéfalo. Todo o automatismo. Então, o que acontece? No planeta Terra, tem só, olha isso, o Homo sapiens, a razão desenvolvida, a espécie humana, começando em 30 mil anos.
Mas, do átomo até o Homo sapiens, tem quantos? Tem quantos? Bi. Bi bilhões. Então, a nossa razão, a construção da humanidade, é O que já foi construído pela evolução. Então, senão a gente fica imaginando essa serpente, a gente fica pintando ela como se fosse um filme de Hollywood, um monstro que vem. Não! O que é a serpente? A serpente é assim, farinha pouca, meu pirão primeiro. Travou? Travou um pouquinho, travou. Às vezes, a gente dá essas paradinhas, a gente não sabe se travou ou se você está fazendo aquela pausa dramática.
Então, é claro que nós podemos ter o indivíduo na fase humana que ele degenera, ele se torna perverso, mas isso é um adoecimento psíquico do Espírito. Perversidade é adoecimento, é doença, é doença psiquiátrico espiritual. Não é isso que nós estamos falando. Estamos falando do indivíduo normal. Do indivíduo normal, como? Normal. Normal, o normal é o quê? O normal é eu ser um leão. O normal é eu ter as reações que eu tenho há um bilhão de anos. Essa é a serpente. Haroldo, está me vendo uma imagem. É importante a gente colocar isso, por quê?
Para a gente tirar também essa coisa de poltergeist, de exorcismo. A serpente é uma coisa que tem que fazer um poltergeist, um exorcismo para tirar… Não! Não! Não! Não é isso. Por exemplo, quer ver a serpente? Se eu te crucificar, você vai focar no quê? Na sua dor ou na dor do seu discípulo que precisa de uma mãezinha para cuidar dele? Eu vou focar na minha dor, não vou conseguir pensar em mais nada. Está doendo! Está doendo, pelo amor de Deus, analgésico! Estou com sede! E o Cristo? Está lá. Pai, perdoe, não sabe o que faz.
Filho, eis aí tua mãe. Mãe, eis aí teu filho. Está olhando para um. Está olhando para o Simeão. Só corre, Judas! Correndo, chamando lá o anjo da caridade. Judas, vai precisar ajudar ele. Que hora que ele parou para cultivar a serpente? Que hora que ele parou para falar assim? Está doendo! Então, é isso aí. Não tem poltergeist, não tem exorcismo. Não é isso. É evolução. Então, vai chegar um tempo, depois de muito tempo de evolução, que o nosso período de humanidade vai se igualar ao nosso período de animalidade. Então, ele vai ter uma força que ele não tem hoje.
Deve ter um dia que vai superar o período. Vai superar. Aqui está o problema. No anjo, superou. Entende, Júlio? Então, você chega lá para o espírito puro e fala assim. Escuta, tem quanto tempo que você é puro? E fala, deixa eu olhar os registros aqui. Não foi desde sempre, não. Mas tem. Tem 200 milhões de anos que você é puro. É. Nossa! Esse é o tempo que eu gastei na fase animal. E esse é o estagiário. Esse é o estagiário. Ele fala, não, mas eu sou novo aqui, 200 milhões. Tem uma turma aqui, olha. Quanto tempo você é puro?
Ah, dois bilhões de anos. Nossa, dois bilhões de anos. Já superou. Há 4,5 bilhões de anos. Olha que complicado, né, Júlio? Eu gosto de pensar que o espaço e o tempo mudam. É que às vezes a gente não consegue transmitir isso. A gente tenta transmitir isso nas palestras, mas as pessoas não entendem. Cristo. Cristo é o… É uma outra escala. O que é que está lá na revista Espírita, fevereiro de 1868? Chegados ao último grau da escala dos Espíritos puros estão os Cristos. Último grau da escala dos puros. Aí se tornou um Cristo.
E não depende só de chegar. Porque tem que ser eleito pelo Criador. Porque é uma investidura. Cristo não é uma posição evolutiva. Cristo é uma função governamental na criação divina. Então, não basta só você ter evoluído. Você tem que ser escolhido por Deus. Aí ele chegou. Que nós sabemos. Que nós sabemos. Que nós temos certeza que ele é Cristo há 4.5 bilhões de anos. Ou seja, Júlio, ele é Cristo há mais tempo, há mais tempo, que nós passamos pela experiência animal. Eu me lembro, né, Haroldo, que uma vez a gente conversou, foi um dia muito emocionante, um dia que a gente estava conversando, deixa eu melhorar meu áudio aqui, melhorar meu áudio um pouquinho aqui.
Oi, melhorou, né? Uma vez a gente estava gravando o capítulo A luta contra o mal, do Boa Nova. Não sei se você lembra, né? Cheguei lá com você, aquelas conversas boas, eu perguntei para você, Haroldo, poxa, eu fiquei pensando, assim, que essa coisa da evolução em linha reta, essa coisa toda que às vezes a gente não entende, mas será que essa pessoa, que tem uns erros, que fez umas bobagens, que fez um e tal, será que ela não tem vantagem ali sobre aquele que não, que não teve nenhuma experiência no mal, por exemplo, né?
Eu lembro que você pegou, assim, uma régua, assim, veio me falar assim, vamos dizer o seguinte, isso aqui que você está passando no erro, em relação ao que você vai passar na angelitude, né? Então, você fala assim, será que esse tempinho no mal aqui, vamos dizer, se a gente tem que escolher passar por ele, achando que vai ser grande vantagem, né? Passar por ele para ganhar experiência, Haroldo? Você se lembra que você comentou isso comigo, assim? Não, e até a grande pergunta, né? Os espíritos têm que passar pela fieira do mal?
Fieira do mal não, da ignorância. Errar você pode. O mal é você errar, depois você já aprendeu. Esse é que é o problema, né? Porque a pessoa acha que o mal… Puxa, como eu tinha o mal, porque eu aprendi… Não, se você precisou fazer aquilo para aprender, não é mal, mas é uma imprudência, né? Em alguns casos, uma grande imprudência, uma grande bobagem, invigilância. O mal é quando você já sabe Sim. Então, aquela experiência, na verdade, ela não vai te ensinar, porque você já sabe. Aí tem um componente de um outro aprendizado, de um outro amadurecimento, que aí é um amadurecimento…
que aí você está em briga. Você fala, não vou seguir. Ninguém me dá ordem. Nem Deus. Nem Deus. Tem um pessoal que comentou aqui, eu até quero trazer uns comentários, mas essa que você está falando agora, sobre a serpente, eu vou até provocar um pensamento, que ontem nós, no programa de ontem à noite, da Cientistas. tv no ar, que vai de segunda a sexta às 22h, a gente se encontra lá, bate um papo, e relaxa um pouquinho, o tema de ontem foi o próximo e eu. Que é um texto do Emmanuel, que você deve conhecer, não sei se você se lembra assim, e aí eu te pergunto, quando você falou, a gente tem que ir lá, e o próximo é o…
eu tenho que destruir, eu tenho que fazer. E quando Emmanuel vai comentar sobre o próximo e eu, eu estou me perguntando se a serpente não é nosso próximo. Porque quando ele vai comentar na lição, ele fala assim, olha que interessante, esperas ansiosamente encontrar o Senhor e um dia chegarás à divina presença. Entretanto, antes de tudo, a vida te encaminha à presença do próximo, porque o próximo é sempre o degrau da bendita aproximação. E nós falamos de degrau hoje, quando começamos a falar, né, da Terra, do planeta e tal.
E ele vai elaborando a ideia que o próximo não é só esse, né, todavia convém saber que além do próximo mais próximo, há quem nomeias como sendo o coração materno, o pai querido, o filho de nossa bênção, o irmão estimável e o amigo íntimo, no clima doméstico, o próximo é igualmente o homem que nunca viste, tanto quanto aquele que te fixa indiferente em qualquer canto da rua. É a criança que passa, o chefe que te exige trabalho, o subordinado que te obedece, o sócio de ideal, o mendigo que te fala distância. E vai aprofundando, é a pessoa que te impõe um problema, verificando-te a capacidade de auxílio, é quem te calunia, meditando-te a tolerância, é quem te oferece alegria.
Aí, olha só que bonito ele fala aqui, Aron, eu vou parar nessa frase, porque achei muito interessante. É o companheiro que te solicita concurso fraterno, tanto quanto o inimigo que se sente incapaz de pedir-te o mais ligeiro favor. E a gente trata a serpente como a nossa inimiga? É, mas aí é porque a gente teria que retomar, né, Júlio, aquele conceito lá do pensamento e vida, que é o conceito de associação. Então, agora acho que fica mais fácil a gente entender isso. Cada um de nós, por motivo da justiça divina, porque a justiça divina ela administra a evolução, porque senão seria um caos, seria uma perturbação geral.
Então, o que a justiça divina estabeleceu? Mecanismos de associação. Então, aí, vamos tentar dizer assim de uma maneira… Todos aqueles que cruzam o nosso caminho de certo modo cumprem uma função, cumprem várias, várias funções, mas uma delas é a função de espelho, de espelho. Por isso que o Emmanuel, Emmanuel é de uma… que aí seria outro, sai quase que do tema aqui, ele vai para outro estudo, né? Ele fala assim que as criaturas refletem-se reciprocamente, refletem-se. Se a gente for descer a fundo mesmo, aquela pessoa que é minha inimiga, que me causou o mal, ela é um reflexo de mim mesmo, é algo que está dentro de mim há um bom tempo, há um bom tempo e que eu preciso purificar.
É porque a gente confunde, né, Júlio? A gente confunde boa vontade, disposição de aprender com purificação. Hoje, nessa encarnação, nós estamos com boa vontade, com disposição de aprender, mas eu, Haroldo, não apaguei os reflexos dos últimos três, cinco mil anos. Eu não apaguei, não tem essa borracha. Não tem. Então, quem eu fui no ano mil e seiscentos, quem eu fui no ano quatrocentos, quem eu fui no ano duzentos antes de Cristo, está emanando aqui ainda, está emanando e está atraindo. Então, vem o outro, eu, ao lidar com o outro, eu estou, na verdade, lidando com esse reflexo que está aqui em mim.
É bonito que a gente fala assim, a gente acha que está fazendo um favor para o outro, mas estou tolerando o outro. Você não está fazendo um favor para o outro, sabe por quê? Porque a sua tolerância, o seu perdão, a sua caridade para com o outro não vai isentar o da purificação dele. Não vai. Tem gente que acha que porque conviveu com o Chico, está puro. Bom, eu convivi com o Chico, ele, nossa, era amoroso comigo, meus problemas estão resolvidos. Estão resolvidos os problemas do Chico. Então, estou lidando com o outro, estou lidando com o outro, o outro está me ajudando a purificar meus reflexos.
Por isso que aquela entese que a gente estudou, a gente gravamos uns sete minutos com Emmanuel e com ele, que é aquele Sol de Vedores, de Igrejas, de Bábos. Quatorze? Quatorze. Sete minutos e quatorze? É, não é? E aí o Emmanuel pergunta de que gênero de dívida Paulo se referia, Sol de Vedores, de Abábaros. O que é isso? Deve o quê? Deve o quê, não é? Deve o quê? Tem uma mensagem bonita também, não sei se é do Hilário Silva, agora não sei, que fala, Humberto de Campos, que fala assim, ele vai comparando os semelhantes com ferramentas.
Aí tem a pessoa martela, a pessoa serrótica, cada uma tem uma função desagradável, tem aquele que fica te martelando, aí tem aquele que o enxó, fica te tirando pedaço, aí fica… Mas, na verdade, todos eles são instrumentos que estão te moldando, estão te purificando, é nesse sentido, não é? Vamos trazer os comentários aqui para a gente caminhar para o encerramento, Arouca. Só falar uma coisinha aqui, Júlio? Pode falar? Dois elementos aqui. Estão vendo? Tocou o sofá, vigiai. Vigiai. Depois do vigiai vem, vem o? Tefilar, oração.
Então, primeiro elemento. Legal, não é? Tocou o sofá, o que que eu faço? Eu entro num ciclo de orações. Quando Jesus fala vigiai e orai, gente, se a gente não ler o Levítico, não vai conseguir fazer aquele mergulho profundo no evangelho, entendeu, Júlio? Só que, numa mergulha aqui na primeira oração, ela fica nadando assim, piscininha morro, né? Ela fica ali, 30 centímetros. Ela não mergulha. Aí, olha só, depois da oração vem texuvá. Texuvá é transformação interior. E depois, sedacá. Sedacá é justiça, amor e caridade.
Aí, sabe o que que os sábios falavam, Júlio? O Yom Kippur apaga todas as faltas. Todas as impurezas. Menos o prejuízo que você causou ao seu próximo. Esse aí, você vai ter que ir lá e reparar. Reparação. Aí, você vai lá no Código Penal da Vida Futura. Código Penal da Vida Futura. Livro, O Céu e o Inferno. Allan Kardec. Allan Kardec fala, os três elementos arrependimento, que é texuvá, reparação e expiação. Tem que reparar. Causou prejuízo a alguém? Pela lei divina, você vai reparar. Ah, mas eu arrependi, eu me tornei tão bom, eu fiz tanta caridade.
É, mas vai reparar, assim mesmo. Reparar. Nossa! Bonito, não é? Demais, não é? Bonito e sério, não é? Porque… Um conselho que eu vou trazer, eu não sei, esse eu acho que vou deixar para semana que vem, porque esse é difícil. É. É uma caparote. Caparote. É a substituição. Você oferece um animal em sacrifício para que ele expie o seu erro. Aí, nós vamos falar isso aqui, porque esse conceito, eu estava falando aqui que a revelação é dada em jogos pedagógicos, atividades pedagógicas. Esse caparote aqui, que era pegar o bode, pegar a galinha, pegar um animal, matar, aí, primeiro, você pegava o animal, você pegava o pássaro e passava na sua cabeça para ele pegar a sua impureza.
Aí, você fala assim, opa, pega tudo de ruim que o garoto tem. É assim mesmo. Você roda ele na cabeça, para ele pegar por osmose todas as suas imperfeições, depois você degola o bichinho. Olha só. E eles ficavam fazendo isso. Fazendo isso. Aí, vem a pergunta. O que isso significa? Mas, vamos lá. Vamos deixar isso para semana que vem, senão… Vamos ouvir um pouco das pessoas aqui. Eu não vou saber muito bem o que é que já respondemos aqui. Só dar uma passadinha. O Tales comentou, na realidade, não sou mais eu quem pratico a ação, mas o pecado que habita em mim, citando aí Paulo Osomanos.
Ele citou a… Deixa eu localizar aqui uma coisa. A Márcia Silva. Vamos ver o que ela falou aqui. Essa visão mais lúcida de Isaías quanto ao papel dos ensinos judaicos seria, então, importante, precedendo a vinda de Jesus, estaria dentro de um planejamento espiritual? Mas, dentro de um planejamento espiritual, é com certeza, não é? Imaginar que Deus, a inteligência suprema, governa o universo sem planejar. Sem planejar, a dona de casa, a de ministro são lá. Não tem jeito, não é? Quer dizer, o almoço que ela vai fazer hoje já está com os ingredientes, já está planejado.
Se não tiver, não tem almoço. Então, claro que um fenômeno tão importante, aspectos que tocam a evolução planetária, não foram planejados, seria ingenuidade nossa acreditar nisso. Nós planejamos, por exemplo, muitas pessoas já sensatas já estão planejando o ano que vem. Cristo. E o Cristo? Você acha que um Cristo ele forma um planeta? Ele abre um projeto sem planejar princípio, meio e fim? Então, o planejamento da Terra está feito para o dia que a Terra nasceu até o dia que ela vai acabar. Já está tudo planejado. A questão é que você planeja, depois você tem que executar.
Então, na execução, você vai fazendo ajuste, por quê? Porque você depende do livre-arbítrio dos seres. Você está planejando para eles. Eles têm livre-arbítrio. Então, você tem que ir. Na execução, você vai ajustando. As abóboras se ajeitam à medida que a carroça anda. Ficou a menção do planejamento divino, da diferença, talvez, do Cristo, de quem conhece muito, é que é um planejamento que muito do que vai ser executado é conhecido, é muito conhecido. O íntimo das criaturas é muito conhecido de Deus. A gente, quando pensa numa empresa ou num negócio, o planejamento é fundamental, até porque, às vezes, a gente não conhece todo o percurso.
Olha só, um médico, uma médica, que tem 30 anos de profissão, recebendo um residente. Ele sabe o que vai acontecer? Meu Deus! Isso é um espírito crítico vendo a gente evoluir. É assim. Tem novidade nenhuma. Nenhuma novidade. Não tem novidade nem surpresa, né? Olha que é isso. A gente precisa raciocinar com os princípios espíritas. A gente quer avaliar o universo da posição evolutiva que nós estamos. Então, por exemplo, quem está com um bebezinho aí em casa, quem está com um bebezinho de quatro meses, ele sabe o que vai ser?
Claro que sabe. Eu sei, você sabe. Se teve o Bernardo e a Bianca, você sabe o que acontece. O que acontece quando a criança sai da maternidade? Você sabe o que vai acontecer. Você sabe. Não é? Você viveu, você sabe o que vai acontecer. As primeiras noites, as fases, aí depois, você sabe. Agora, é bonito você falar isso, porque eu pensei assim, o que é que eu não sei? Então, o que eu não sei, por exemplo, é se ele vai viver até que idade, ele vai estar encarnado até que idade, a gente não sabe se vão adoecer disso ou daquilo, nós não sabemos dessas coisas, mas nós sabemos uma coisa ou outra importante, e aí é legal essa questão do que nós estamos falando, e tudo isso aqui, talvez, tenha a ver com religare, com a questão da religação com Deus.
Nós não estamos aqui falando disso tudo para encher a cabeça de informações sobre os rituais, ou se eternamente eu vou ficar estudando como que eu perdoo as pessoas. Não, um dia eu vou perdoar automaticamente, isso vai ser uma coisa automatizada, mas uma coisa nós já podemos pensar, e nós já sabemos, Deus nos ama, Deus ama todos, Deus é pai e ama todos. Então, se eu saio da maternidade com meu filho, eu sei das coisas que, possivelmente, eu vou atravessar as noites sem dormir, as preocupações, e o carinho que eu tenho que dispor a ele, todos os cuidados, eu sei dessas coisas, mas também, no incerto, eu sei do amor de Deus, no que eu não conheço, eu confio.
Exatamente. Porque ele sabe, ele ama, não é, Haroldo? Então, assim, porque esse princípio que às vezes eu acho que em mim eu esqueço, que nos momentos que eu desespero, eu fico assim, que é assim, peraí, você desconsiderou nesse momento que Deus te ama, que ele não abandonou você, que não largou a sua mão? Exatamente. Nesse momento agora, a pandemia, por exemplo, em algum momento eu fico assim, nossa, achando que Deus largou a mão de algum dos filhos dele, que alguém está sendo injustiçado por outrem. Eu fico pensando nisso, porque tudo isso que a gente está caminhando, e que a gente vê, tem uma relação de cumprir o mandamento máximo, o primeiro mandamento.
Exatamente. E aí a gente vai entendendo que não é assim, não. As coisas têm um planejamento, está tudo certinho, tudo certinho. Planejado, como você gosta de falar, Deus não botou o sistema rodando e tirou férias, não é? Meu Deus do céu! Ah, meu amigo! Outra coisa também, não é, Júlio? A gente acha que a Terra é o único planeta de expiação e prova, que a gente não conhece. O que está acontecendo aqui, está acontecendo pela primeira vez na criação divina. A gente tem isso, não é? Mas é natural, porque isso é fruto da nossa educação religiosa.
É. A gente acha que a Terra é o único planeta do universo. Então, na Via Láctea, tem cem trilhões de planetas, mas só para enfeitar. Inclusive um enfeite que a gente nem vê, não é? Porque tem uns aí que estão em outros sistemas que a gente nem enxerga. Sim. A gente acha que é só a Terra, e acha que a Terra é o único planeta de expiação e prova. Então, é a primeira experiência que Deus está tendo. Olha isso! É um reducionismo muito grande, Haroldo. Dá para pensar em cada pessoa como um universo, Haroldo. Esse planeta que a gente fala, planeta e universo.
Olha, às vezes eu vou no centro da cidade, em Belo Horizonte, eu já contei isso algumas vezes nas lives, falando assim, eu paro e olho as pessoas e fico pensando, caramba, cada pessoa vivendo um universo, enxergando por um ponto de vista, tendo uma necessidade, desejando uma coisa, querendo outra, amando o Deus de um jeito, pensando que Ele é alguma coisa diferente, e a gente achando que o… a gente centrado muito no nosso ponto de vista, não é? E, enfim, eu acho que a gente realmente tem que entender a diversidade das coisas, acho que esses elementos de…
Por isso que Maria pedia lá para o Eurípides para estudar astronomia. Aquilo ali tinha um sentido pedagógico, a gente precisa ampliar a nossa visão da criação divina, senão a gente fica com o olhinho muito no umbiguinho, muito no umbigo. E o problema é que o umbigo ainda está do lado de fora, não é, Haroldo? Então, é infinito mesmo. Quando a gente para para pensar, é assustador, assustador. E, olha, né, Júlio, é também importante a gente não esquecer que o mundo de expiação e prova é o segundo degrau, é o segundo. Ou seja, nós estamos no iniciozinho, naquilo que tende mais estreito, naquilo que tende mais singelo na evolução.
Depois de expiação e prova, aí tem o degrau, os mundos regeneradores. Depois dos mundos regeneradores, tem os mundos de toses. E, depois, para o nosso espanto, tem os mundos celestes. Imagina o que são mundos celestes, morada dos Espíritos puros, absolutamente puros. A gente lembra, só para a gente ter uma ideia, lembra lá do Asclepius, do Obreiros da Vida Eterna? O Asclepius está aqui na Terra ainda, está nas esferas superiores. Ele está em colônias espirituais da Terra. No lugar onde ele vive, não tem mais a forma física, não tem mais mão, não tem mais o agulhinho, não tem mais nariz, não tem mais ouvido.
A gente não consegue nem conceber, né? Os mundos celestes. Então, a gente está achando… E, às vezes, a gente tem… Quando a gente estuda a doutrina, é para isso, é para ampliar a nossa mente, precisa ampliar a nossa mente. Pode ficar pensando aqui nos parâmetros só da Terra, senão fica perdido, aí não faz sentido. É o mesmo que dizer, né? Tudo que existe no mundo não é só o que cabe na sua mão, né, Haroldo? Tudo que existe no mundo é muito mais que isso. É uma coisa que a gente fica assim, meu Deus, né? Tentando imaginar, né?
Como é que é um mundo que os seres não têm mão, não têm pé. Haroldo… Não tem olho, não tem ouvido. Você falou uma vez no estudo, acho que foi no Levítico mesmo, no Gênesis, isso me marcou muito. Isso me marcou positivamente para que eu tivesse uma visão, um olhar mais lúcido, que é o fato do espaço e do tempo, sabe? Como é que nós, em alguns momentos de estudo da doutrina, ou de conceitos, nós temos que abstrair do espaço e do tempo? Nossa! Porque o espaço e o tempo limitam também a nossa compreensão, Haroldo. Você não acha, não?
Eu acho que limita não, ele cria a nossa compreensão. A gente não consegue, nós Espíritos, no nível que nós estamos, a gente não consegue raciocinar fora deste cercadinho que é o espaço e o tempo. Lembrando que o André Luiz fala que os co-criadores em plano ultramaior, aí nós estamos falando de Cristos, de galáxias, eles criam o espaço e o tempo, porque é um tecido. Aliás, foi bonito, tem um vídeo bonito aí, passou no Jornal Nacional, quem deu a notícia foi o William Bonner, eles descobriram um choque de duas estrelas que estava previsto na teoria da relatividade, o choque aconteceu há bilhões, e só agora que chegou.
Mas o bonito é que estava previsto na teoria de Weiss, porque o que o Weiss disse? Primeiro, que o espaço e o tempo estão juntos. Segundo, que o espaço e o tempo é matéria. Eu vou fingir que eu entendo o que você está falando. E aí, quando essas estrelas se chocaram, a explosão é assim, aquela do Líbano ali é palito de fósforo. É um negócio tão absurdo que ele faz o espaço e o tempo tremer, ele treme, dá uma ondulação, aí essa ondulação se propaga, chegou aqui na Terra e a gente conseguiu medir. Chegou a primeira onda, porque explodiu há bilhões de anos, agora você viu a luz, daqui a pouco vem o trovão.
Exatamente. A onda gravitacional. E aí eles realmente entendem, porque na teoria do Weiss, o espaço e o tempo é uma coisa, e por isso que ele dobra. Então, quando você coloca, por exemplo, um planeta, ele deforma. É como se fosse um lençol que você colocasse uma bola de futebol, ele deforma. Mas deforma e fica paradinho, então a gente não percebe. Por isso, quando você chega perto de um planeta, você é atraído, porque está deformado, então você cai. É complicado, não é? É complicado. A gente não está entendendo as coisas.
Quando acontece uma explosão, desce o lençol, o lençol dá uma onda, e essa onda propaga no lençol. Então, você imagina, Deus está fora do espaço e do tempo. É muito, cara. É muito. Não tem. Vamos ficar tranquilos. Nós somos bebezinhos, não é? Nós somos bebês que estão no bercinho, ainda… Balançando. Balançando, não é? Uma mamadeira. Um dia nós vamos ser adultos, nós vamos andar por esse universo aí. Por enquanto, nós somos bebês no bercinho. Agora eu gostei, quando eu estava complementando o que eu te falei, que quando você falou aquilo, eu falei assim, ah, eu…
E foi também quando eu li aquele capítulo que eu te falei, que você citou, do 14 lá do Sete Minutos com o Emmanuel, são dois momentos. É que eu ficava preocupado assim, cara, mas assim, 4.5 bilhões de anos, cara, eu não estou dando conta de passar 2020, cara. Tipo assim, quanto que demora 2020? Para quanto que demora 4.5 bilhões de anos? E isso… Mas aí, essa coisa do demora, é isso que eu estava querendo falar assim, que nós, com o conhecimento que nós temos hoje, fiquemos menos apreensivos, porque essa relação espaço-tempo e tempo, que nos causa tanto esse sentimento de demora, está relativo à Terra.
É. Relativo à Terra, calma. Se você fizer seus processos, né, Ouroldo? Esses 4.5 bilhões de anos, o que nos separa de um Cristo, hoje, me vem à mente que é só o meu pensamento, é a minha capacidade de pensar, não é? É como ele. Porque não é o tempo, não é uma corrida em que eu nunca vou alcançá-lo, não é uma corrida em que ele sempre vai estar bilhões de anos na minha frente, porque não faz sentido. Isso é uma questão da medida da Terra. Então, assim, quando eu falei com você que me libertou, porque eu pensei assim, cara, vou ter calma, porque não vou ficar com preguiça, não, porque não vou ficar com preguiça desses bilhões de anos, não, né, vamos dizer assim.
Esse curso de mestrado que custa bilhões de anos, que demora bilhões de anos, aí que preguiça, né, cara? Mas não, acho que a gente pode ficar feliz, porque se tiver a fé do tamanho de um grão de mostarda, não é assim, Ouroldo? É. Olha que interessante, né, ele pega uma coisa minúscula para falar de uma coisa gigante? É, porque… Impossível, né? Hoje a gente consegue entender isso, né, assim, a fé é o wi-fi, é a internet sem fim. Mesmo que ela seja pequenininha, você conecta com a fonte, conectou com a fonte, você está em contato com o absoluto, com a inteligência suprema.
Por isso que a fé é um negócio, um negócio diferente, né, porque o que está lá no iniciozinho do degrau, ele conecta com o absoluto. Conecta pequenininho, a internetzinha, mas conecta. Um pouquinho que você conecta com o absoluto é muito mais do que tudo que você pode fazer. Tanto que você tem capacidade de fazer. É aquela história, né, Haroldo? Se você tem… Ele fala em público, né, ele fala uma, basta um raio da fé para pulverizar todas as vaidosas construções humanas. Pulverizar, né? Mas é isso aí, né, chegou o nosso tempo.
Haroldo, vamos terminar então, agradecendo o pessoal que esteve aí. 151 pessoas agora acompanhando a gente aqui só pelo YouTube, Facebook do Ser do Espiritismo.tv. E eu vou… Vamos terminar o programa, Haroldo? Para reforçar o que nós falamos até agora com o toque do chofar. E seguindo, todo mundo já sabe que a história é o quê? Orar. É o vigiai. É, não, ele chama para o vigiai. E depois do vigiai? Vem o orai. O orai. Então, o toque do chofar, vou deixar para nós encerrarmos o programa com o toque do chofar, que a gente simbolicamente desperte em nós.
Haroldo, só um comentário, eu lembro que, você lembra que a gente comentou uma vez, tem uma lição do Emmanuel que fala disso, né, do toque do chofar e fala da importância de que o toque seja o correto para que as ovelhas entendam? É, isso, é. É muito legal essa coisa que ele fala. Então, que esse toque aqui simbolize para nós uma memória auditiva do chamado de Deus por nós, né, Haroldo? Já se faz há muito tempo. Muitos de nós já experienciamos as vivências no mundo hebreu, do povo judeu, e passamos por essas experiências, estamos aqui relembrando, principalmente os que se interessam pelo assunto, né, Haroldo?
Podem realmente estar trazendo aí, à tona, uma ressignificação desses processos, mas que esse chofar nos lembre o chamado de Deus por nós, né, nossas ovelhas desse rebanho do Cristo, né, como diz o Emmanuel lá no Pensamento e Vida, né, sob a égide do Cristo, né, caminharemos aqui na Terra, e que ele nos abençoe, te abençoe também, né, te retribua tudo o que você tem trazido para a gente, o tempo que você dedica a esse trabalho, o carinho, viu? Muito obrigado. E dá felizes os pais para todo mundo. Felizes os pais para todo mundo.
Ah, que hoje é isso mesmo, bem lembrado, o pai aqui está lembrando. Então falou, tchauzinho pessoal, tchau. Legendas pela comunidade Amara.org
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.

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