#021 – Estudo do Velho Testamento – Livro Isaías

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Neste estudo do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda-se no livro de Isaías, explorando os conceitos de Yom Kippur e Caparot à luz da Doutrina Espírita. O episódio revisita a compreensão do calendário judaico e a pedagogia divina na Primeira Revelação, destacando a importância de extrair a essência espiritual dos ensinamentos antigos.

O que é estudado neste episódio

  • Revisão do Calendário Judaico e Yom Kippur: Haroldo retoma a explicação do calendário lunar judaico, enfatizando que o ano novo judaico não coincide com o calendário gregoriano. Ele detalha o período de dez dias entre o ano novo (Rosh Hashaná) e Yom Kippur, conhecido como os “dez dias do temor”, culminando no “Dia da Purificação”.
  • Pedagogia da Primeira Revelação: É discutido como a revelação mosaica foi adaptada a uma humanidade em “infância espiritual”, utilizando uma pedagogia infantil para transmitir verdades eternas, como o monoteísmo. A distinção entre a forma pedagógica (temporal) e o conteúdo (eterno) é crucial para uma compreensão espírita.
  • Justiça Divina e Misericórdia: O estudo aborda a manifestação de Deus como justiça e bondade em Yom Kippur. Haroldo explica que, na justiça divina, esses atributos são inseparáveis, formando uma “liga metálica” onde a misericórdia não suspende a justiça, mas faz parte dela. A ideia de que o perdão divino é a purificação da alma é central.
  • Caparot e Reencarnação: O conceito de “Caparot” (expiação ou substituição) é explorado, conectando os sacrifícios de animais do Velho Testamento ao mecanismo da reencarnação. Haroldo explica que o “novo corpo” (nova encarnação) serve como instrumento para purificar os erros cometidos em existências anteriores, ilustrando a justiça e a misericórdia divinas em ação.
  • Superação do Misticismo: O expositor alerta contra o misticismo e a busca por datas e eventos específicos para a transição planetária, reforçando que os ciclos evolutivos são regidos por leis cósmicas complexas, não por calendários humanos. A fé raciocinada é incentivada como antídoto ao fanatismo.

Reflexões

  • A Doutrina Espírita oferece a “chave de interpretação” para os simbolismos do Velho Testamento, permitindo uma compreensão mais profunda das leis divinas e do processo evolutivo.
  • A expiação, vista como purificação e perdão divino, não é um castigo, mas uma oportunidade de aprendizado e crescimento espiritual, onde o espírito utiliza uma nova encarnação para retificar erros passados.
  • A verdadeira compreensão dos ensinamentos espirituais transcende o mero conhecimento intelectual, exigindo uma assimilação que toque o coração e transforme a maneira de viver e encarar as provações da vida.

Ler transcrição do episódio

Transcrição e Legendas www.intervoices.com Bom dia. Bom dia. Bom dia. Ouro, tocou o sofá. Pois é, ótimo. Começou. Começou o leão que pula. Vigia e ora, não é Ouro? É vigia. E ora. Então vamos orar, não é? Vigiar e orar, é agora. A gente fica vigiando a Eleonora orar. Então vamos lá. É, vamos dar então o bom dia a todos, né? Que estão nos acompanhando. E mais um dia de estudo. Isso, então a turminha aí. Quem abriu a nossa sala foi o Alex. Alex Rodrigues trabalha aqui com a gente no Cê. Depois a Tânia Tiqueira. Tânia Tiqueira enfrentou ontem à noite, até às 11 com a gente.

Tá aqui já a Robson também. Emerson Grego. Angela Israel. Mariana Borgo. Simone Andrade. Marcelo Tranjan. Turma tá aqui já comentando. Andreia Correia Linhares. Anger Matos. Turminha que você já conhece de nome aí, né? Ela deve estar acompanhando você em outras lives, né? Também, essa turma já. É firme aí, né? Nosso lar, tá todo mundo aí conhecendo os dois. Tá todo mundo acompanhando, é. É bom demais. Que bacana. Eles adoram. Vamos fazer uma leitura. Aos poucos a gente vai dando aqui as talas. Tá aqui o Sérgio Luiz.

Vamos fazer uma leitura pra gente, todos nós entrarmos no clima, né? Tem muita gente aqui. À medida que a gente for falando, a gente vai dando os bons dias. O que você vai ler pra nós, Eleonora? Então vamos lá, vamos. De Pão Nosso, 45. Quando orar, diz. E quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. E quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai.

Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25.

Quando estiver desorando, perdoai. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Quando estiver desorando, perdoai. Jesus, Marcos, 11, 25. Ampario Aroudo, aí na sua fala, nos seus estudos, nós sabemos que estes são momentos graves de atenção, porque nós somos sempre acompanhados, né, Aroudo, dos nossos amigos espirituais, e é importante a gente estar sempre conectado, né, sempre ligado e lembrando deles, para que eles possam, através da gente, quem sabe, trazer, né, algo que possa consolar as pessoas, esclarecer, ao menos, botar um arxotezinho no caminho, né, para iluminar, né, um pouquinho a estrada, né.

E o tema está bem ligado à transição, né, Aroudo, esse Onkipur, essa conversa que está tratando do assunto tão atual, né. Exatamente. Hoje nós vamos… Aqui, vocês podem ficar aí, não precisa pôr aquela tela inteira, não. Não, é. Eu vou deixar a Eleonora, se ela precisar sair por algum motivo, que às vezes tem as coisas aí. Não, não, hoje eu estou aqui, estudo 100%. Então, eu vou deixar o Aroudo aí, vou te deixar num cantinho, e só vai sair a minha presença, porque não precisa. Eu vou estar aqui, mas vou estar aqui, acompanhando, tá bom?

É porque quando eu estou na tela, eu não consigo tirar, só fica aí o grandão, aí não tem jeito. Ah, entendi, entendi. Eu fico aqui e represento todos os nossos amigos que estão estudando, que a gente vai aprendendo aos pouquinhos, com a cara de que não está entendendo nada. E também, Eleonora, se o pessoal quiser fazer perguntas aí, no chat, a gente coloca. A gente coloca aí e vai respondendo. Você vai moderando à medida que for surgindo aí? Mas de qualquer maneira, também, eu deixo um momento no final, mas às vezes surge uma pergunta bem interessante sobre o que eu estou falando aqui, é bom pra gente criar uma coisa mais interativa, sair desse modelo de unilateral, né?

Só alguém falando, assim. Vamos lá. O pessoal está perguntando como é que ele consegue todas as lives do estudo. Está lá no canal Espiritismo TV. www.espiritismo.tv Isso aí. Inclusive, lá no canal estão todos os estudos de Levítico, todos os estudos de Gênesis, esses estudos estão todos lá no espiritismo. tv que é a plataforma aqui do Instituto C, onde nós temos esse estudo dos livros do Velho Testamento, A Luz da Doutrina Espírita. Há muitos anos já que a gente realiza esse estudo de maneira ininterrupta, né? Que às vezes eu recebo um recado lá, ah, Heroldo, cê parou de fazer palestra espírita e dá vontade de de ir, né?

Gente, é um material que vale muito Essa é a plataforma, espiritismo. tv tem aí os estudos robusto, né? Essa parte toda do Velho Testamento, A Luz da Doutrina, mas também estudos do Novo Testamento e, além disso, um complementozinho que é lá no canal Espiritualidade e Vida, né? Que é onde a gente posta as palestras e a live que é feita toda quinta-feira. Então, é só o pessoal se ligar aí nesses dois canais, espiritismo. tv e lá no canal Espiritualidade e Vida, que tem todo o conteúdo, todos os estudos que são, que são feitos.

Leonor, vamos lá, né? Bom, eu queria só revisar uma coisa aqui, porque nós estamos aqui detalhando um pouco os conceitos de Onkipu. Então, é importante, eu vou retomar isso aqui, que o dia de Yom Kippur, ele está inserido num período de dez dias. Quando começa esse período? Começa com o ano novo. O ano novo judaico não é dia primeiro de janeiro. Então, é importante a gente tirar isso da cabeça. Primeiro de janeiro é calendário gregoriano. Papa Gregório, lá na frente, muitos séculos depois de Jesus, alterou completamente o calendário judaico e fez uma miscelânea de um calendário que é muito mais romano do que judaico.

Então, é importante nesse estudo do Yom Kippur que a gente coloque de lado essa referência de calendário gregoriano. Esqueça janeiro, fevereiro, março, esqueça isso. Esqueça isso. Então, isso é importante. O ano novo judaico tem toda uma… porque o calendário judaico, ele é lunar. Ele é lunar. Então, ele tem todo um andamento e como é que ele vai contando? Ele vai contando em períodos de sete. Então, o ano novo judaico é no primeiro dia do sétimo mês judaico. Primeiro dia do sétimo mês judaico. Então, isso é que é importante.

Então, tem a questão lá da páscoa, você vai contando aquilo lá, vai contando, contando, não é? Primeiro mês lá na páscoa, que cai mais ou menos, se a gente for pegar uma relação do calendário gregoriano, cai mais ou menos final de abril, início de maio. Como é um calendário lunar, nem sempre coincide com o calendário solar. Que é o calendário gregoriano, que tem a ver com as estações do ano. O calendário judaico, ele é mais lunar, é claro que ele toma referência do calendário solar. Então, tecnicamente falando, nós poderíamos dizer que o calendário judaico é lunisolar.

Então, a base dele é lunar e Dentro de uma moldura, é como se fosse um quadro, uma pintura dentro de uma moldura. A moldura é o movimento do sol. Por isso que é chamado de lunisolar. Então, começa lá com a páscoa, você vai contando aqueles setes, quem quiser retomar isso, volta lá no estudo de Levítico, tem lá tabelinha, eu explico tudo isso direitinho, não faz sentido a gente voltar nisso agora, né, Leonor? Até porque é só a pessoa digitar aí, você pode fazer por busca, encontra lá os vídeos, tem os gráficos, dá uma revisada nisso.

Mas, o que que é importante pra gente aqui? O ano novo começa no sétimo mês. No sétimo mês. O que que isso está querendo dizer pra gente? Nós comentávamos aqui na semana passada que a primeira revelação encontrou a humanidade terrena, a humanidade encarnada num período de infância espiritual. Então, nós tínhamos um desenvolvimento, gente, importante dizer isso, né? Em termos de filosofia, a Grécia tava no auge. Você tinha a Mesopotâmia no auge. Então, um avanço civilizatório, avanço de comunidades, impérios, polis grega.

Mas, na compreensão das questões espirituais, na compreensão da divindade, basta nós lembrarmos que a população encarnada da época era politeísta. O politeísmo vigorava na crosta planetária, na crosta. Não vamos generalizar, porque nós precisamos entender que qual que é a esfera espiritual mais superior da Terra? É a governadoria, onde tá Jesus. Então, cuidado pra não colocar tudo no mesmo balaio. A governadoria, as esferas superiores da Terra vão bem, muito obrigado. Estão muito à frente do que nós estamos hoje. Então, onde tá tendo o movimento maior aqui, a gente tá nesse processo de transformação, é aqui na crosta.

Então, nesse período da revelação mosaica, os encarnados estão numa compreensão infantil de Deus, do mundo espiritual e das relações do mundo espiritual com o mundo corporal. Então, como que a revelação, como que a primeira revelação é dada? Ela é dada numa pedagogia infantil. Ah, Haroldo, você tá querendo dizer que o conteúdo é infantil? Não, gente. O conteúdo é eterno. O conteúdo é a verdade. Eu não posso dizer que ao ensinar que existe um Deus único, esse conteúdo é infantil. Monoteísmo é um conteúdo infantil? Tem que tomar cuidado com isso.

O conteúdo monoteísmo, ele é eterno. A maneira de ensinar o monoteísmo é que se serviu de uma pedagogia pra criança. Então, né, Leonor? Isso precisa distinguir, né? Então, eu posso ensinar matemática as quatro operações fundamentais. Adição, subtração, multiplicação, divisão. Essas quatro operações fundamentais, elas são infantis? Claro que não. Você vai usar isso pro resto da vida na matemática. Sempre. Mas eu posso ensinar essas quatro operações fundamentais numa pedagogia pra criancinha de três anos de idade? Posso.

Posso. Então, o que que eu faço? Eu adapto o ensino. Então, o Velho Testamento é uma adaptação pedagógica para uma mentalidade infantil, ok? Então, é importante pra gente compreender os Elementos pedagógicos, porque os elementos pedagógicos, eles são temporais. Então, o que que acontece? A maioria das pessoas vai lá no Velho Testamento, ele se encanta com a pedagogia, ele fica com a pedagogia e esquece o conteúdo. Então, é como se fosse alguém que se encantou com um brinquedinho de madeira, de formar letras, ele ficou com um brinquedinho e esqueceu da alfabetização.

Nós não podemos fazer isso. É por isso que Paulo nos diz o quê? A letra mata, mas o espírito dá vida. Então, nós precisamos ir lá e extrair o conteúdo do método pedagógico. Extrair a essência da forma. Então, vamos lá. Se o ano novo cai no sétimo mês, por que que a espiritualidade pediu ao povo hebreu para fazer um calendário assim? Esse calendário judaico que foi intuído, que foi revelado mediunicamente para o povo hebreu, ele é a pedagogia. Qual o conteúdo? O conteúdo aqui é toda vez que chega no sete, inicia um ciclo novo.

Qual era o conteúdo aqui? O conteúdo de que a evolução, ela não se faz de modo retilíneo. A evolução ela se dá de modo cíclico. Você tem ciclos de desenvolvimento. Agora, gente, isso é muito simples, não é? Qualquer pessoa que planta sabe disso. Você pega a mudinha, uma muda. Muda de qual? Estou aqui com um orquídeo aqui. Você pega uma muda. Não tem um ciclo? Tem um ciclo. Ela cresce ali, o caule, começa a dar as flores, depois dá as flores, os frutos. Tem um ciclo. Nós temos, as mulheres que estão nos acompanhando aqui sabem disso, tem um ciclo menstrual, que, inclusive, é um ciclo setenário, porque é um ciclo lunar.

Nós sabemos disso. Você pensa na encarnação. É um ciclo. Não fica ali a criança gestando? Não tem um período ali de X semanas? Não tem nada de misterioso, não tem nada de místico nisso. Não tem nada de místico. Você tem lá a lua nova, a lua vai crescendo, crescendo, fica cheia, depois vai minguando, minguando e volta a lua nova. É um ciclo. O ciclo das marés. Você chega lá na praia, no Nordeste, o pessoal tem uma tabelinha das marés. Eles sabem o dia que a maré é cheia, a maré é baixa, se é muito cheia, se é médio, tem lá a tabela das marés.

Não tem nada de místico, não tem que ficar fazendo misticismo disso. Se dá um ciclo. O importante para nós aqui é começou o ano novo está fechando um ciclo e abrindo um ciclo novo. Esse é o conteúdo espiritual. Então, toda vez que eu ouvi dizer desses dez dias, que dez dias são esses? Do ano novo até Yom Kippur são dez dias. Eles eram chamados de os dez dias do temor, os dez dias do medo. Os dez dias do medo. Por quê? Porque no primeiro dia, que é Rosh, a Shana, Shana é ano, Rosh é a cabeça, a cabeça do ano. Chegou ali o início do ano.

Lembrando que não é primeiro de janeiro, é o primeiro dia do sétimo mês. Sétimo mês contado depois da Páscoa. Depois de Peça. A contagem é a Páscoa. A referência é a Páscoa. No sétimo mês, você faz o quê? Você faz um balanço. A empresa fecha para balanço. Você faz uma contabilidade, uma auditoria. Então, por que é o dia do temor? Porque será feita uma auditoria. Uma avaliação do período anterior e será dado uma sentença. Então, no dia de Yom Kippur, que é o décimo dia, será dada uma sentença. Por quem? Pelo único juiz que existe no universo.

A gente adora julgar os outros, mas só existe um juiz, que é Deus. Então, nesse dia de Yom Kippur, Deus se manifesta no seu atributo de justiça. Isso é uma coisa importante também. Deus se manifesta de várias maneiras. Deus pode se manifestar como amor, Deus pode se manifestar como caridade, mas Deus também se manifesta como justiça. Quando Deus se manifesta como justiça, nós conhecemos, nós, Espíritos criados, conhecemos o que? A justiça divina. A justiça divina é a manifestação de um dos atributos do Criador, que é o atributo soberanamente justo.

Os atributos do Criador estão na questão número treze de O Livro dos Espíritos. Quem tiver dúvida, tá lá. Os atributos da divindade. Quando Deus, no Yom Kippur, qual atributo Deus está manifestando? O atributo do soberanamente justo e soberanamente bom. Por que, gente? Porque na justiça divina, o atributo justiça e o atributo bondade são uma coisa só. São uma liga metálica. O que é uma liga metálica? Quando você pega dois metais e funde e forma uma liga. Então, quando eu pego um aço, uma liga metálica, eu não consigo, olhando pro aço, distinguir quais são os metais que fazem parte daquela liga.

Por que? Porque mesclou. Então, quando eu olho pra justiça divina, eu não consigo separar o que é justiça e o que é bondade. Por quê? Mesclou. Por isso que o Kardec coloca o atributo Deus é soberanamente justo e bom. Justo e bom. É um atributo só. Justo e bom. Ou seja, a misericórdia e a bondade fazem parte da justiça divina. Misericórdia não é o favor de Deus. A bondade não é uma exceção. Quando Deus é bondoso e é misericordioso, ele não está suspendendo a justiça. Não. A justiça divina já tem bondade e misericórdia no sermi.

Esse é outro conceito que a gente confunde. Então, às vezes eu vejo muita gente achando que pra Deus ser misericordioso, ele tem que afastar a justiça. Ele tem que descumprir a justiça. Não. Não. A justiça divina é uma liga metálica. É uma mistura de justiça e misericórdia. Mistura tudo e vira uma coisa só. Uma coisa só. Claro. E aí você tem… Meu Deus, você vai na tradição judaica, você tem milhares de páginas, milhares de páginas dos sábios judeus falando sobre isso. Dos atributos justiça e bondade e como eles se misturam e não dá pra distinguir.

Por que não dá pra distinguir? Porque a justiça em Deus é absoluta. E a bondade dele é absoluta. Como é que você mede duas coisas infinitas? Como é que você mede o infinito? Como é que você mede a bondade infinita? Como é que você mede a justiça infinita? Não tem como. Não tem como. Justiça divina, eu vou dar uma metáfora aqui. É como água do mar. Eu sei que tem H2O e eu sei que tem sal. NACL. Cloreto de sódio. Só que tá misturado. Tá misturado. É água salgada. Água salgada. Justiça divina é água salgada. Tem lá justiça e misericórdia.

Por que que eu tô dizendo isso? Por quê? O dia de Yom Kippur é o dia da justiça e o dia da misericórdia. Que é a mesma coisa. Não é? É o dia do juízo. Só que eu tenho medo de usar essa palavra. Por quê? Quando a gente fala dia do juízo, a pessoa pensa em filme de Hollywood até sendo destruída. Meteoro caindo, tudo sendo destruído. Ou então a pessoa pensa em juízo final, Deus nervoso, destruindo tudo, jogando raio. Isso é o quê? Isso é politeísmo. Quem fazia isso era Zeus, o Deus dos raios, na mitologia grega. Ou, na mitologia céltica, Odin, seu filho Thor.

Essa é a mitologia escandinava. Então, olha que interessante. A gente pega cristãos. Hoje, o cristianismo e o nosso cristianismo. Ele é romano. Então, o que acontece com as escolas evangélicas, católicas? Vão lá atrás e ficam trazendo mitologia de Zeus e mitologia de Thor. Deus jogando raio, destruindo, nervoso. Isso é Zeus, isso é Odin, isso é Thor. Não tem nada a ver com o Deus do monoteísmo. Interessante, não é, Leonora? Nossa, muito interessante. Eu estava aqui pensando quando a gente observa, agora até eu fiz a consulta aqui e o ano novo vai ser agora, dia 18 de setembro.

Se a gente quiser acompanhar as festividades deles. E o Yankipour, dia 27 e 28 de setembro. E o que chama a atenção, eu sempre gosto de acompanhar, me parece quando a gente olha que essas festividades eles realmente aproveitam o sentido delas. Porque a gente observa que as nossas festas, às vezes, se tornam tão exteriores. A Páscoa em chocolate, por exemplo. E a gente observa que a tradição dos judeus, eles nos parece que eles conservam esse dia do julgamento. Realmente a gente vê eles orando, eles indo aos lugares realmente fazendo essas reflexões.

E eu acho que se a gente observar a pedagogia, que nem você disse, como que eles trazem realmente para as reflexões. Eu acho que esse ano em especial, por conta de pandemia e por conta desse ano atípico para o mundo inteiro, acredito que eles vão aproveitar muito esse ano novo, esse Yankipour, até para a gente aprender, observar, e fazer as nossas reflexões. Como eles perderam o templo, como o templo, o segundo templo, foi destruído por Tito, não é? Filho de do imperador Vespasiano, o Tito. Como ele foi destruído. Eles não tiveram, durante esses dois mil anos, não tiveram mais oportunidade de ficar apegado a questões exteriores.

Eles foram obrigados a interiorizar o conteúdo. Interessante, não é? A providência divina tirou o brinquedo pedagógico, ela tirou o jogo pedagógico e deixou só a essência. E aí, eles conservaram bastante a essência, não é? Agora, bom, então, compreendemos isso. Deixa eu fazer uma pergunta que o pessoal está fazendo aqui no grupo. Se esse ano, o de 2020, é o ano de Yom Kippur, a gente entende que é uma fase, não é? É um ciclo, não é? Não, eu gosto de tirar isso da cabeça, é o ano, é a data. Gente, não existe isso. Não existe isso.

Ah, vai ser o dia tal, o ano tal. Não existe isso em ciclo. Isso é uma, eu vou ter que usar uma palavra dura. Isso é uma fantasia, um exorcismo. O que nós temos é um período. Um período. Tanto que o Emmanuel diz, olha, o que é que o Chico de lá no Pinga-Fogo? Emmanuel nos diz que é por volta de 2057. Por quê? Eu vou te perguntar assim, Eleonora. Qual o dia, o mês e a hora que vai começar a primavera aí na sua cidade? É. Ela começa aos poucos, né? A floração começa dia a dia, né? Então eu te pergunto assim, qual o dia, o mês, o ano e a hora que começou a sua adolescência?

Gente, é um ciclo. É um ciclo. Então, o ciclo você pega. Eu consigo determinar? Olha, mais ou menos aqui nesse período. Por isso que, sabiamente, como que os espíritos ensinam pra Kardec? Os tempos são chegados. Ele não fala o ano tal, não sei o que. Não. O tempo. O tempo. E quando perguntam pra Jesus, olha isso aqui, tá lá no sermão profético. Tá lá no sermão profético. Perguntam pra Jesus assim, damos um sinal destas coisas? O que que é um sinal? Uma marca. Ah, Jesus, fala pra gente a data aí, o dia, o mês, o ano.

O que que Jesus fala? Raça de víboras. Vocês observam a natureza, vocês sabem que vai chover. Como é que vocês não sabem observar? Entende? Então, esquece isso. Até porque, gente, até porque 2020, 2019, isso é calendário gregoriano, gente. Na governadoria espiritual do planeta, não usa calendário gregoriano, gente. O ponteiro dos relógios é o movimento dos corpos celestes. A Terra girando em torno do próprio eixo, a Terra girando em torno do Sol, o sistema solar girando em torno de um outro núcleo, constelações ou um aglomerado de sistemas girando em torno de outro e a própria galáxia girando em torno.

E isso aqui é um ciclo. É assim que eles medem ciclo. Não é pelo calendário gregoriano. Não tem esse negócio lá segunda, terça, quarta, quinta, janeiro, fevereiro. Isso é pra enganado. Então, foi boa essa pergunta e é importante que a gente fixe isso. No meu primeiro vídeo, que foi o que eu gravei lá no Paraná, que foi do Apocalipse, eu disse isso. Quem mede os ciclos é o movimento dos corpos celestes e nós não conhecemos. Por exemplo, a Via Láctea gira em torno de quê? Nós não sabemos. A Via Láctea, a galáxia, ao ela dar um ciclo, ao ela girar em torno de um eixo, ela está gerando um ciclo cósmico.

Os co-criadores em plano maior ficam cronometrando isso lá, ficam observando. O próprio sistema solar nosso gira em torno de um núcleo. Que núcleo que é? Que tempo que é esse? Nós não sabemos. Então, o relógio celeste é outro, não é calendáriozinho de encarnado, calendário gregoriano, criado por o Papa, gente. Janeiro, fevereiro, é 2010, 2020, tira isso da cabeça. Tira isso da cabeça. Quando que começou o ciclo? Para a Terra. O dia que a Terra começou a girar em torno do Sol. Quando que foi? Há 4.5 bilhões de anos atrás.

Mas quando? Como é que foi? Quem que começou a contar esse ciclo? O Papa Gregório? Então, temos que limpar isso, temos que esvaziar nossa mente disso. Calendário gregoriano é coisa de encarnado do Ocidente. Os judeus não usam calendário gregoriano, os muçulmanos não usam calendário gregoriano, os chineses não usam calendário gregoriano, os japoneses não usam calendário. Eles convertem. Mas o calendário deles é outro. Aí a gente acha que o calendário gregoriano, que é um calendário romano, a gente acha que isso é o parâmetro para o Universo.

Aí a pessoa fica perguntando, vai ser em 2020? Vai ser em 2012? Vai, vai. É como se eu quisesse analisar a evolução planetária pelo calendário gregoriano. É Esse o cuidado que nós temos que ter. Pra quê? Pra que a gente não caia no misticismo. Misticismo. E a doutrina espírita é uma doutrina de fé raciocinada. Ah, Haroldo, mas onde você tirou essa ideia de ciclo na doutrina espírita? Está lá no livro A Gênese. Está lá no livro A Gênese, no último capítulo. Uma mensagem do Espírito Arrago, que, por sinal, foi várias coisas, mas uma das coisas que ele foi, ele foi astrônomo.

Ele é mais ou menos contemporâneo do Camilo e do Flamarion. O Espírito Arrago escreve Arago, Arago, mas pronuncia Arrago, que é francês. O Espírito Arrago é que fala disso. Que a Terra girando em torno do Sol gera um ciclo, que o sistema gera um ciclo, que tudo está girando, que tudo vai gerando um ciclo, é ele que fala. E que esses ciclos determinam o progresso. Ou medem as intervenções no progresso. É essa a mensagem. O que nós sabemos é que os tempos são chegados, os tempos. Nós estamos no período dos dez dias. Resumindo.

Nós estamos no período de dez dias. Que dia que vai ser Yom Kippur? Não sei se a gente pode falar em dia, em mês, em ano. É um ciclo. É um ciclo. Qual que é o cronômetro? Qual que é o movimento de corpo celeste que está regulando isso? Eu não sei. Eu não sei. Não é o movimento da Terra ao redor do Sol. Não é. O movimento da Terra ao redor do Sol gera o ciclo anual. Não é isso. Não é esse ciclo. É outro. Então, o ciclo que regula, porque os mundos, né, Leonora? Os mundos, eles passam de primitivo para expiação e prova.

De expiação e prova para regeneração. De regeneração para ditoso. De ditoso para celeste. Qual é o ciclo que regula isso? A resposta é simples. Não sei. E duvido de quem saiba. Por quê? Porque quem coordena isso são Cristos. Quer dizer que tem encarnado aqui na Terra que está sabendo agora igual Cristo? Não sabia disso. Não sabia que tem encarnado agora que tem conhecimento de Cristo. Conhecimento dos Cristos. Então, gente, duvide. Exerça sua fé raciocinada. Não acredite em qualquer coisa. Isso não é fé raciocinada.

Fé raciocinada é. Pense. Tenha mais dúvidas do que certezas. Então, esses são ciclos gigantescos. São ciclos que regem a evolução dos planetas. Você acha que tem algum encarnado aqui sabendo isso? Eu gosto do que Emmanuel diz no livro A Caminho da Luz. Ele diz assim. É defeso, ou seja, é proibido ao soldado saber dos planos do general. Ele, Emmanuel, se considera um soldado. Imagina é nós. Se Emmanuel é o primeiro nível soldado, sargento. Se Emmanuel está no início, imagina é eu. Aí, eu vejo gente assim. É médium. Principalmente médium.

É encarnado. Aí, fica querendo dar data, dar hora, dar os ciclos da evolução cósmica. Ah, gente. Aí, nós vamos voltar pra fé cega. Aí, nós vamos voltar pro fanatismo. Aí, nós perdemos a fé raciocinada do Kardec. Então, aqui, nós temos que compreender a ideia. A Terra entrou nos dez dias do temor? Entrou. Por que que ela entrou? Por que que eu sei que ela entrou, Eleonora? Porque nós estamos fechando um ciclo que é o ciclo de mundo de expiação e provas e vamos entrar num ano novo, que é mundo de regeneração. Ah, Haroldo, mas quanto tempo dura isso?

Pergunta pra Jesus. Não sei. Essa informação é informação dos Cristos. Quem tem essa informação é Espírito que dirige o planeta, gente. Não é quem está encarnado. Então, importante a gente dizer isso aqui, tá, gente? Desculpa aí a ênfase, mas nós temos que tomar cuidado. Se não, daqui a pouco a gente está andando com varinha de Harry Potter, com chapéuzinho do Harry Potter, fixando data pras coisas, num misticismo incompatível com a doutrina espírita. Incompatível. Importante isso, não é? Eleonora, tem um outro aspecto aqui, passando disso.

Então, começa lá no ano novo, o décimo dia é Kipur. Kipur. Kipur, Eleonora, é purificação. Agora, tem uma coisa bonita. Por que que esse dia é chamado de o dia do julgamento, o dia do juízo, e o dia do perdão, se o nome é o dia da purificação? Iom, dia. Não é? Vamos até escrever aqui, em hebraico, em hebraico, com caracteres ocidentais. Iom, Kipur. K-I-P-P-U-R. Iom, O-M, Iom, Kipur. Isso. Iom, Kipur. Kipur, purificação. Por que que é chamado de o dia do perdão? Isso é bonito. Isso é bonito. O dia da purificação tem um apelido.

É chamado, também, de o dia do perdão. O que que significa isso? Que Deus perdoa Como que é o perdão de Deus? A purificação da alma. Como que Deus nos perdoa? Nos purificando. Então, Deus avalia, julga e fala assim, O Aroldo errou. Errou. Errou de forma grave. Ele está com uma impureza gigantesca. Gigantesca. E Agora? E agora? O que faremos? Ou o que farei, né? O que farei? Então, Deus fala assim, O que farei com o Aroldo? Vou condenar ele a arder no fogo do inferno para sempre. Não faz sentido. Por que que não faz sentido essa ideia?

Porque essa ideia fere um dos atributos da divindade. E o Kardec explica lá na parte 3 do livro A Gênese, no capítulo chamado Deus, na parte chamada Deus, no capítulo chamado Providência Divina. O que que o Kardec explica? Qualquer teoria, qualquer teologia, qualquer ideia que ferir um atributo da divindade deve ser considerada falsa. Então, essa ideia fere o que? Fere a justiça. Como é que eu cometi um erro? Vamos dizer que eu errei desde o dia que eu encarnei até o dia que eu desencarnei. Eu errei durante 70 anos.

Como é que eu vou pagar eternamente por um erro de 70 anos? Está desproporcional. Essa ideia afasta. Então, como é que Deus perdoa? Como é que é o perdão de Deus? O perdão de Deus é assim. O Haroldo errou gravemente. Ele está com uma impureza gigantesca na alma dele. Eu vou perdoá-lo. Como? Eu vou purificá-lo. O que que é purificar? É dar a oportunidade ao Espírito de Resgatar, espiar, ser provado, aprender e purificar a sua imperfeição. Isso é o perdão. Esse é o perdão divino. O perdão divino é nos dar a oportunidade de, pela dor, pela expiação, purificar nossas almas.

Por isso que o dia de Yom Kippur também chama o dia da expiação. Eu tinha pensado assim, eu vou dar provas e expiações. Eu vou dar trabalho para esse menino. Mas expiações, por que a expiação também é importante? Porque, para o aprendizado do Espírito, o Emmanuel diz isso lá, não é? No livro Vida e Sexo. Ele diz isso lá. Então, por exemplo, o sujeito vem judeu e Ataca, agride, mata muçulmano. Na próxima, ele encarna muçulmano. Encarna muçulmano. Está lá no Vida e Sexo. Emmanuel explica isso. Por que? Ora, tem que experimentá-la.

Você tem que experimentar estar na posição que você agrediu, estar na condição, na posição daquela pessoa que você perseguiu e agrediu. É isso. É isso. Então, isso é expiação. É o elemento educativo. O que é o elemento educativo? Por quê? Porque aí você vai falar assim, nossa, meu Deus. Então, a expiação é a providência divina te coloca no lugar do outro. Te coloca no lugar do outro que você agrediu. Então, pensem comigo. Jesus na cruz, olha e fala, pai, perdoa-lhes. Porque eles não sabem o que fazem. O que Jesus está pedindo?

Como é que é o perdão de Deus? Purificação. O que vai acontecer? Todo mundo que estava fora da cruz crucificando, vai para a cruz. Esse é o perdão. Nossa, mas esse é o perdão? Claro, gente. Pensa a longo prazo. Pensa a longo prazo. A longo prazo é uma bênção, isso? Num trecho da sua evolução você errou, a providência divina te dá a oportunidade de purificar. Purificar daquilo, de resolver. Por isso que o dia do perdão, o dia do juízo, o dia da purificação é o mesmo dia. O mesmo dia. Esse é Yom Kippur. É o dia que você fica escrito no livro o da vida, porque a vida é a purificação.

Isso. Ah, o pessoal está cheio de perguntas aqui. Agora o pessoal está cheio de perguntas. Mas deu, não é? Sim, sim. Ele ampliou, não é, Haroldo? Ele amplia o entendimento. Porque a purificação é a vida, né? É a gente estar encarnado. É o motivo da encarnação, que está lá no livro dos Espíritas. Nós, Espíritas, precisamos reformular o nosso vocabulário e a nossa maneira de pensar. Quando eu vejo alguém que nasceu surdo, ele não está sendo castigado por Deus. Ele está sendo purificado. E ser purificado é ser perdoado.

Então, nós que confundimos achando que perdão é Deus passar a mãozinha na cabeça e dizer assim, ah, meu filhinho, não tem problema você ser imperfeito, não? Pode ser imperfeito para o resto da eternidade? Isso é a fantasia que nós criamos. Essa é a fantasia que nós criamos. Por quê? Nós criamos a ideia de uma vida única, aí você, a vida inteira faz maldade, no final da vida você fala assim, ah, Deus, eu me arrependi. Aí ele fala, ah, filhinho, não tem problema, não. Viu? Não tem problema, não. Eu vou apagar tudo aqui.

Isso não é perdão. Por que isso não é perdão? Porque isso é conivência com o mal. Emmanuel tem uma frase bonita, ele diz assim, a providência divina não pode descer para errar conosco. Jamais Deus desce da sua grandeza para errar junto com a gente. Nós fazemos isso. Nós, nas nossas demonstrações de amor e afeto, o que a gente faz? A gente desce para errar com a pessoa que a gente ama. Por… Entende isso? Quer dizer, por pieguismo, a gente confunde amor com conivência. Não é isso. A providência divina, ela olha e fala, filho, vou te perdoar.

O que é perdão? Perdão é kipur. Kipur. Perdão é sinônimo de purificação. Isso é kipur. Kipur. Essa deu, né, Leonora? Tem mais um conceito de trabalhar. Eu até fiquei pensando no exemplo que você deu das crianças, né? Mais ou menos como numa escola, o menino vai lá e não faz a tarefa, e não faz o trabalho, e não se dedica às provas. O pai não vai dizer, ah, não, passa de ano. Não. A oportunidade é a gente matricular de novo, não vamos fazer de novo. Toma recuperação. Você está de recuperação. E a palavra é bonita, né?

Recuperação. Eleonora, sabe como é que a lei, isso é a lei humana, eu vou descer agora, porque a gente está no nível da lei divina, agora eu vou descer para a lei humana, a lei humana imperfeita. Sabe como é que a lei brasileira, a lei de execução penal. A lei que regula o cumprimento de pena. O réu que foi condenado a uma pena, como que ele é chamado pela lei de execução penal? Ele é chamado de reeducando. Isso é a lei humana. Reeducando. Olha isso. Então, ele é retirado da sociedade, ele está ali confinado, isso é o que a lei diz, né, gente?

Infelizmente, infelizmente, a gente não cumpre a lei em toda a sua plenitude. Mas aí é outra discussão que eu não quero entrar nisso aqui. Então, a lei diz o reeducando, ele vai ser reeducado para quê? Para ele voltar ao convívio social. Isso é o quê? Isso é ionquipu. Isso é ionquipu. Ionquipu. Então, o que é expiação? Expiação é Você perde a sua liberdade naquela área que você falhou, você perde a sua liberdade, você vive uma situação que é imposta, essa é a diferença da expiação com a prova, na expiação não adianta expermear, não adianta gritar, expiação é Imposta, você é purificado e depois você volta ao convívio social naquela área.

Volta, e aí a volta é que é difícil, porque aí você vai ter que provar que você aprendeu, que você purificou. E muitos de nós voltam a cometer o mesmo erro. E alguns de nós, e eu me incluo nesse grupo, estamos cometendo o mesmo erro há 5 mil anos, por isso que a gente não consegue sair daqui. Interessante, não é? Muito. Aí o Alex está perguntando aqui se a encarnação é o perdão. Se você está entendendo o perdão como sinônimo de purificação, sim. E é o conceito que eu vou trazer aqui agora. Caparota. Vou escrever para colocar aí, Leandro.

Agora, máscara de oxigênio cairão. Coloque primeiro em você, depois na pessoa que está ao seu lado. Então, essas são as duas palavrinhas mágicas. E por tracinho cabarota. Vou enviar aqui. Aí, Júlio. Caparota é Substituição. Isso, obrigado, Júlio. Que puro é purificação. Caparota, em hebraico, é substituição. Expiação. Expiação. Caparota. A palavra expiação em hebraico. O que que significa a palavra expiação em hebraico? Substituição. Gente, muita atenção. Agora caiu máscara mesmo. Nós estamos atravessando uma área de turbulência.

Sente na cadeira, coloque a máscara. Como que era o jogo pedagógico no Velho Testamento para Caparota? Lá no estudo de Levítico, que está aí no espiritismo. tv, nós estudamos o livro de Levítico inteiro e eu fiquei o tempo todo explicando as caparotas. O que que é caparota? É o sacrifício de animal para expiar o pecado. Então, tem uma fotografia muito bonitinha, depois eu vou passar pro Júlio, pra ele colocar aí, que é uma senhora em Jerusalém, ela está com uma galinha, uma galinha amarrada, a cabecinha da galinha está com um barbante e ela está passando a galinha assim em volta da cabeça dela pra quê?

Pra galinha pegar todas as imperfeições morais dela. Eu ia comentar isso porque eu digitei aqui no Google e só me aparece galinha. É porque é barato. É porque você fazer isso com a vaca é muito caro. Lá atrás era um, dependendo da imperfeição, você tinha que pegar um boi. Aí você ficava circulando o boi ou um bode. Daí que vem o bode expiatório. O bode expiatório. Eu impunho as mãos sobre o bode, pra quê? Pra todas as minhas imperfeições irem para o bode. Depois eu fazia o quê? Matava o bode. Eu passo a galinha aqui na cabeça, depois eu degolo ela.

Está purificado. Esse é o jogo pedagógico. O que que esse jogo pedagógico está querendo ensinar pra gente sobre a lei divina? Paulo explica, né? O que que está querendo ensinar? Está querendo ensinar, sim, Eleonora, o Manuel, Manuel, que é um indivíduo que viveu no século dezoito na França. Acho que se diz Manuel na França não vai funcionar. Vamos dar um nome bonito aqui. Jean Paul. O Jean Paul viveu na França e Se Se complicou dele adquiriu ou adquiriu ou intensificou um conjunto de imperfeições morais. Ele causou muito dano, muito prejuízo a uma série de pessoas.

Prejuízos de ordem espiritual, prejuízos de ordem psíquica, prejuízos de ordem emocional, prejuízos de ordem financeira, material, uma série de prejuízos. E o Jean Paul morreu. Como que o Jean Paul vai purificar? Vai levantar o esqueleto do túmulo e o zumbi do Jean Paul vai resgatar? Não. Por quê? Porque é dado ao encarnado morrer uma vez só. Por isso que a gente não tem zumbi. Só no Netflix. Não tem zumbi. O Jean Paul nasceu, cresceu, envelheceu, morreu. Acabou. Aí, Eleonora, vai ter que substituir porque o Jean Paul morreu.

Aí, nasceu em 71… Estou brincando. Esses dados aqui são… Gente, esses dados aqui são exercício da minha criatividade, pelo amor de Deus. O povo vai achar que estou revelando reencarnação aqui, pelo amor de Deus. Em 71, nasceu um outro corpo. O João. No Brasil. Isso. O João. Nasceu o João. Eleonora, quem vai resgatar os erros? Quem vai purificar os erros cometidos pelo Jean Paul? O João. O João. O João. Então, esse corpo pensa no corpo como um animal. É um animal, gente. É a nossa parte animal. É um ser biológico que faz parte da espécie animal, da espécie homo sapiens, parente dos chimpanzés, dos primatas.

Ah, Haroldo, mas o espírito é o mesmo. Agora você entendeu. Então, chega que o João começa a sua encarnação. Quando dá 30 anos, ele começa a sofrer uma série de coisas, Eleonora. Ele começa a sofrer um tanto de coisas. Ele fala assim, meu Deus, o que que eu, João, estou passando por isso? O que que eu fiz por merecer? O que que eu fiz por merecer isso? Aí o João, vamos dar um exemplo aqui, quatro aninhos de idade, com leucemia. Meu Deus, o que que o João, coitadinho, tem quatro aninhos, por que que ele está com leucemia?

Caparut. Caparut. Todo o sistema de sacrifício de animais no Velho Testamento estava querendo nos ensinar o que? O mecanismo da reencarnação. Reencarnação. Nova carne. Um novo animal será abatido para purificar o que o animal anterior fez. Caparut. Por isso que Paulo vai dizer na carta aos Hebreus, sacrifício de bois de bois não quiseste, mas corpo me preparaste. O Paulo já deu a dica lá em Hebreus. Gente, todo esse negócio de sacrifício de animal aí, é para mostrar que quem purifica o espírito é o corpo, só que é outro corpo, não é o mesmo.

É por isso que você oferecia um bode expiatório, um outro animal para resgatar o seu erro. Aqui também é um outro corpo que vai purificar os erros que você cometeu num corpo diferente. E quando eu estou falando corpo, eu não estou falando só das células, eu estou falando um corpo, eu estou falando onde você nasceu, a estrutura familiar que você nasceu, a sociedade que você nasceu, a época que você nasceu, o tempo que você nasceu, eu estou falando de uma conjuntura que pur caparoto. Ficou difícil? Não, agora que simplificou esse monte de galera aqui.

Então, você olha para a vida hoje do Aroldo, olha aqui, Eleonora, eu vou dar um exemplo aqui. Quando o nosso amado, querido, adorado Raul Teixeira teve um AVC, teve um tanto de espírito que fica perguntando assim, meu Deus, mas como é que o Raul, esse trabalhador do Cristo, esse expositor, essa pessoa caridosa, essa pessoa maravilhosa, como é que Deus permite que o Raul tenha um AVC? Não entendeu nada. Não entendeu nada. Então, o Raul Teixeira, que nasceu em Niterói, num ano determinado, na sociedade brasileira, essa conformação Raul Teixeira, fez alguma coisa para merecer o AVC?

Não! Isso é caparoto. Isso é caparoto. Isso é a substituição. Esse encarnado Raul Teixeira está servindo de instrumento para purificar o que um outro encarnado, numa outra época, fez. Só que o espírito é o mesmo, claro, né, gente? Óbvio, né, gente? Ninguém vai espiar erro de outro espírito. Pelo amor de Jesus Cristo, estou até com medo de alguém pensar um negócio desse. Vou dar passe. Se alguém perguntar isso. Ah, quer dizer que eu espio erro do outro, eu vou dar passe. É o mesmo espírito. Só que para quem está encarnado aqui, está olhando, quem é encarnado aqui, está olhando para a vida do Raul Teixeira, José Raul Teixeira, fala assim, gente, parece injusto.

Parece injusto. O que José Raul Teixeira fez para merecer um AVC? O José Raul Teixeira, nada. Mas o espírito que está comandando esse corpo, essa estrutura que tem nome, chama-se José Raul Teixeira, esse espírito, esse sim, esse está purificando. Ele trouxe a impureza de uma época para agora. E está usando uma outra estrutura biológica para purificar um erro do passado. Agora eu espero que tenha ficado claro o que é encarnação. É por isso que quando você está aqui parece que é injusto. Parece injusto um bebê de seis meses estar na UTI.

Parece injusto um jovem de 18 anos morrer atropelado. É isso, Eleonor. Nós vamos ter que voltar. Isso é complicado, não é? Alguém ficou com alguma dúvida aí? Tem alguém? Tem. Olha o que o Júlio botou aí. As máscaras. A gente pode meio que pensar em tudo. Quando vem uma tribulação, é purificação. A gente vai agradecendo. Aquela senhorinha em Jerusalém que está com uma galinhazinha amarrada ao pescocinho da galinha num barbante e ela está passando a galinha em volta dela, mal sabe ela que não vai ser a galinha que vai purificar ela.

Quem vai purificar ela vai ser outro corpo que ela vai tomar. Isso aí, o pessoal comentando muito. E aí, o Marcelo Trajan pergunta o amor que paga a multidão dos pecados. Quando estamos trabalhando no bem e chega um determinado momento da expiação, a misericórdia divina não posterga a expiação para que você não pare de fazer o bem? Por quê? Porque Deus é amor. Porque a justiça divina é uma liga metálica. É uma liga metálica que mistura dois metais. Justiça e misericórdia. Mistura de um jeito que forma uma liga única.

Então, na verdade, trabalhar no bem e o amor é justiça divina. Você purificar pelo amor, pelo trabalho, é justiça. Porque justiça divina não é feita de um metal único. A justiça divina é uma liga metálica. É uma mistura de misericórdia e justiça. Isso que as pessoas têm dificuldade de entender. Eu vejo muito espírito achando que a misericórdia chega e fala assim Vai embora, justiça! Vai embora! Agora o amor… Não! Nas leis morais, né? Lá no livro dos espíritos… Isso é uma poesia do Casimiro Cunha. O amor divino não significa afastar a justiça e trazer a desordem.

Tem muita gente que acha isso. Acha que o amor divino vai fazer o quê? Vai trazer a desordem, a baderna, a injustiça, a conivência. Não! Não, não, não! Não, não, não! Mais algum, Leonora? Belíssimas reflexões. Eu ia comentar lá que, inclusive, para nós, isso deveria estar muito claro, porque no próprio livro dos espíritos, as leis morais, a lei de justiça, amor e caridade, tudo junto. Isso. Então, o importante aqui, Leonora, é que… O que acontece? Por que eu estou trazendo isso aqui, Leonora? Porque eu estou agora…

Agora eu vou falar para os companheiros espíritas. O que acontece no espírita? Que eu tenho observado. O que, inclusive, acontece comigo também. Então, eu não estou condenando nem julgando ninguém, porque eu não sou o juiz. O juiz do Yom Kippur é Deus. Eu estou compartilhando uma coisa que eu vivo e que eu vejo acontecer em milhões de espíritas. O espírita separa o intelectual do emocional. Então, ele vai nos livros, ele aprende intelectualmente, ele aprende reencarnação, justiça divina, resgate. Ele aprendeu intelectualmente.

Aí, Leonora, ele tem uma sociedade, o sócio dele rouba, leva tudo. Ele perde tudo. Aí o espírita fala assim… Meu Deus, por que aconteceu isso comigo? Eu sou um espírita, eu sou uma pessoa boa, eu não fiz nada. Ou seja, ele absorveu só intelectualmente. Ele não compreendeu com o coração. O que é compreender com o coração? É exatamente isso que é expiação. Expiação é você viver hoje uma coisa que você não merece hoje. Expiação é você viver hoje uma coisa que você não merece hoje. Por quê? Porque expiação é caparote.

Você hoje está passando por uma coisa que você não merece hoje, por quê? Para purificar uma coisa de ontem. Ontem, no passado. Não de hoje. Então, a gente aprende isso intelectualmente, mas isso não vai para o coração. Se não vai para o coração, eu não sou consolado pelo Consolador Prometido. Eu só sou esclarecido. Então, o que eu tenho percebido? Um grande percentual de espíritas esclarecidos pelo Consolador Prometido, mas não consolados pelo Consolador Prometido. Eles só são esclarecidos, não consolados. Mas isso, Haroldo, acho que seria um estudo, vários estudos, só para a gente conversar sobre isso, porque, na verdade, é a reflexão desses momentos mesmo, né?

Exatamente. Porque, para esclarecer, você procura, mas onde é que está o botãozinho que você sente, né? Não é ligar um botãozinho. Exato. É todo um processo e, na verdade, é na vida, como você disse, né, Haroldo? Então, por que a providência divina ficou três mil anos com o povo hebreu, fazendo eles sacrificarem animal? Para quê? Sabe o que é isso? Terapia cognitivo-comportamental. Para ver se a pessoa introniza isso. Para ver se introniza. Por isso que a gente diz assim, Eleonora, há muita injustiça no mundo, mas não tem nenhum injustiçado.

Percebe? Então, no desenrolar da encarnação de uma pessoa, você fala assim, meu Deus, mas essa pessoa não merece isso que ela está passando. Aí, por isso que eu estou falando de Caparotti. Exato. O Haroldo. O Haroldo. Haroldo, que nasceu em 71. Jequitinhonho. Mas foi registrado em Belo Horizonte. A certidão de nascimento dele é de Belo Horizonte. Filho da Nilza Dutra. Filho do Haroldo Mariano Dias. Nasceu em setembro de 71 em Minas Gerais. Quer dizer, ele nasceu num país, numa cultura. Ele fala uma língua. Ele tem uma genética.

Esse Haroldo vai passar por coisas… O Haroldo, eu não estou falando do espírito, gente. Estou falando da pessoa encarnada. Esse indivíduo encarnado aqui vai passar por coisas que ele não merece. Eu sei. Mas por quê? Porque quem está no comando desse Haroldo biológico aqui é um ser espiritual imortal que está usando esse outro animal aqui para purificar coisas lá de trás. É, vamos ficar por aí, né, Haroldo? Está refletindo. Sem querer ser grosseiro, todos nós somos espíritos imortais carregando uma galinhazinha com barbante no pescoço.

Essa galinhazinha com barbante no pescoço… Olha ela aqui. Vai adoecer, vai envelhecer, vai sofrer uma série de coisas, vai passar por uma série de coisas. Então, esse aqui é o bode expiatório. O meu espírito imortal está usando esse indivíduo aqui, Haroldo Dutra Dias, como bode expiatório. E isso é… Por que que isso causa uma coisa? Por quê? Porque eu não sei. O mecanismo do resgate é… eu não sei. Eu não sei exatamente o que eu fiz. Detalhes. Eu não sei exatamente o que que foi, exatamente com quem foi. Eu desconfio.

Mas eu não sei exatamente o que que eu fiz, com quem que eu fiz, quando eu fiz. Eu não sei. Por isso que o conceito de Kipur Kaparoth é importantíssimo. Todos os Espíritos que estavam lá crucificando Cristo foram para a cruz, de um modo ou de outro. Porque uma coisa é você assistir a crucificação, outra coisa é você ser crucificado. Por isso que hoje… hoje eu penso duas vezes quando eu vou julgar uma pessoa, criticar uma pessoa, perseguir uma pessoa, machucar uma pessoa, prejudicar uma pessoa, porque hoje eu estou na posição daquele que está batendo.

Amanhã eu estarei na posição daquele que está apanhando. Falando numa linguagem que foi a linguagem que o Chico falou com Arnaldo Rocha. O Chico estava de braços dados. Quem me contou isso foi o próprio Arnaldo. O Chico estava de braços com o Arnaldo. E aí começou a contar uma situação dolorosa que ele estava vivendo. E o Chico ouviu aquele jeitinho dele, aquele carinho, aquele amor, ouviu por quinze minutos. Depois o Chico deu um sorriso e falou assim, Oh, Naldinho, eu estou tão feliz! Ele falou, mas… Feliz, Chico?

Eu só te contei coisa triste. Ele falou, eu estou tão feliz, Naldinho, porque antes você só batia, agora você só está apanhando. A sabedoria mineira, não é? Aquela sabedoria da roça. Leonor, é isso. Semana que vem a gente retoma daqui para entender, agora a gente está entendendo o que é transição planetária. Entendendo sim, a gente tem que sentir também. Agora nós vamos tirar o coração. Por quê? Senão eu vou ficar igual um maluco no Facebook, no YouTube, falando de política, de economia, agredindo os outros, dando soco, querendo sair da tiro.

Por quê? Porque compreendeu aqui, mas não compreendeu aqui. Não compreendeu aqui. Muito bom. Muito bem. Tirou a máscara aí, dó. Acho que para a gente, o pessoal ir embora mais sossegado, a gente põe as máscaras de novo aí, Aronaldo? Põe as máscaras de novo. Acho que a gente vai ter que adotar esse critério das máscaras nos outros estudos também. Você avisa, a gente solta as máscaras, o pessoal respira. Realmente é muita informação importante. É muito simbolismo, não é, Júlio? O Espírito Santo diz lá no Acaminho da Luz, no capítulo 7, ele fala assim, o Velho Testamento é o monumento de símbolos poucas vezes acessíveis ao raciocínio comum.

Então, não é com raciocínio comum que você vai matar a charada aqui. O negócio aqui é um artesanato intricado. E aí ele diz lá que poucos conseguiram penetrar nesse simbolismo. Por quê? Porque não tinham os conceitos da doutrina espírita. Não tinham a questão 13, os atributos da divindade. Não tinham o Livro dos Espíritos. Não tinha, então não entra. Não entra. Kardec falou lá a chave de interpretação. Muitos trechos dos Evangelhos, da Bíblia e dos autores sacros, em geral, somente são incompreensíveis por falta da chave que lhes faculta o completo entendimento.

Essa chave está completa no Espiritismo. Lembrando que o estudo se chama Estudando Isaías à Luz do Espiritismo. Isso. O que é muito bonito a gente lembrar é que o Espiritismo tem um grande potencial de iluminar muito do conhecimento que já está dentro de nós. Como que, no momento certo, no ciclo certo da humanidade, a gente recebesse ali os nutrientes, as coisas necessárias para o desenvolvimento da planta. Porque nós somos uma planta de Deus, vamos dizer assim, desenvolvimento. Isso aí. Um projeto divino, não é, Haroldo?

Esse projeto divino que… A gente tem que lembrar que é um processo de um projeto divino em que, em nenhum momento, existem ações que sejam contra nós, ou seja… Embora, aparentemente, pareçam. Porque tem a poda. A poda, eu lembrei. A poda, não é? E a poda… Isso. Mas aí é a compreensão. A poda não é contra nós. Não é? Nunca. Nunca. E vem aquela fala, se Deus é por nós, que será contra nós. Tem uma frase bonita, não é? Como é que é? Oração e atenção. Ele fala assim, que a providência age sempre em nosso favor, embora, de momento, pareça contra nós.

Uma vez nós ouvimos um amigo espiritual, Haroldo, falando assim, de frente para a estrada, ou de costa para ela, caminharemos sempre debaixo da misericórdia divina. Ou seja, às vezes, a gente não se posta frente para a estrada… Isso, isso. Compreendendo o caminho. Às vezes, a nossa rebeldia faz com que Deus tenha que nos transportar de costa para ela. Ou seja, negando. Mas nunca sem a misericórdia. Não é? Então, achei muito bonita essa imagem que ele cria, porque, muitas vezes, o que acontece não é a ausência de Deus, é a negação dele por nossa parte.

Não é a ausência da misericórdia, mas o não reconhecimento dela. E também, né, Júlio? A gente também não pode… não pode criar o chamado mundo de Poliano. Então, existe uma dimensão divina, que é a dimensão da justiça. Sim. O Espírito que feriu a lei, ele terá que encarar a justiça. Por misericórdia de Deus, né? Claro! É a podra! É a podra! Por quê? Porque existe uma ordem no universo. Eu posso fazer tudo o que eu quero. No momento, sim. No momento, sim. Mas, isso terá consequências. Isso terá consequências. Ou seja, então, tem um…

tem um… É um agricultor. Ele está ali. O galho pode ir para cá? Saiu! O que faz? Não pode. Porque a árvore cresce. Ela cresce dentro de um plano diretor. Um plano diretor. Então, a evolução não é um negócio, assim, um caos que ninguém sabe nada, todo mundo… Alô? Não! O que é isso? De jeito nenhum. É isso que você está falando. É uma estrada… Primeiro, tem uma estrada. Tem uma estrada. Você saiu dela, você vai se puxar para ela. A ovelha desgarrada. O pastor vai lá e busca a ovelha. Traz ela de novo. Jesus é o caminho, né?

O caminho é a verdade e a vida. A ovelha é o lobo. Gente, nos passamos, né? Nos passamos no horário de estudo, o papo estava bom. Muita coisa para refletir. Nossa, muito bom. Já avisando à turma, que a semana que vem não tem Isaías. Nós teremos uma outra atividade muito bacana, já que a gente agendou. Fizemos três estudos de Isaías sequenciais. Eu acho que valia muito a pena que nós revíssemos esses programas e anotássemos o máximo possível. A gente vê que a Tânia Antiqueira falou que tem um caderno para cada estudo.

Essa prática é bem legal, né, Haroldo? Porque isso, inclusive, favorece muito que a nossa participação aqui no programa seja mais efetiva com as perguntas. Então, a gente pede a quem chegou hoje para acompanhar o estudo, que procure, se não der para pegar lá do início de novo, pegue o último programa. A gente está sempre fazendo uma… Revisitando os assuntos, né, Haroldo? A gente se desculpa, tem uma obra aqui do lado. A gente está sempre revisitando os assuntos. Então, você pode assistir esses três últimos episódios, dois últimos episódios, que aí você virá para o próximo programa bem sintonizado e você consegue participar melhor.

É importante, né, Júlia? Até bom você ter falado isso aí para a gente terminar. Para quem está chegando agora, nós já estamos estudando há dez anos. Isso. Então, eu não quero também passar para a pessoa uma imagem de que ela está chegando agora, ela vai compreender tudo o que nós estamos estudando há dez anos. Sim. Então, é importante a pessoa entrar na plataforma espiritismo. tv, pelo menos dar uma olhada no que já foi falado, no que já foi estudado. Se ela estiver com uma dúvida pontual, ela voltar lá estudar. Porque o que acontece?

Tem dez anos que nós estamos estudando o Velho Testamento. São dez anos. Toda semana, raramente com interrupções. Não é pouca coisa. Não. Não é pouca coisa. Já tem um bom tempo. Mas, a pessoa chega aqui e diz que só não quer alimentar falsas expectativas. Então, quem está chegando agora, não pegou nada, diminui um pouquinho a ansiedade, fica mais tranquilo, porque você não vai em uma semana absorver o que nós estudamos em dez anos. Então, tem que tem que ficar tranquilo, vai pedindo ajuda para a gente, vai falando, tem alguma dúvida, a gente vai indicando, tem um mecanismo de busca, aí no espiritismo.

tv, joga uma palavra, vai ter os vídeos, e a pessoa precisa, ela precisa retomar. Por quê? Quem já está acompanhando, desde o início, desde lá do Levítico, já está mais familiarizado, a pessoa já está. Quem chegou agora, vai sentir um estranhamento. Isso é natural, não tem nenhum problema, gente. Não tem nenhum problema com isso. Não tem preguiça. A melhor hora para você conversar é agora. E nós temos os grupos, né, lá no Facebook, o pessoal passa os resumos, faz as suas pesquisas, todo mundo convidado, né, a gente tem tudo lá, organizadinho, por estudo.

Então, entra lá, quem está chegando agora, entra no grupo do Facebook, pede lá, ajuda. Gente, eu não estou compreendendo isso. O pessoal vai ter o maior carinho, o maior prazer em te ajudar, mas eu não posso alimentar a falsa expectativa, senão a pessoa acha que ela vai chegar aqui, vai participar de uma live, ela vai compreender o que foi falado em dez anos. Não vai. Não vai. Eu que estou fazendo, estou com mais dúvida do que… Sem dúvida, com dúvida. Quando eu comecei… A gente… Eu estava um tempo atrás, rapaz, eu tinha mais certezas, viu, Juro?

Hoje eu estou com mais dúvida. Aquela história, né, quando você achou que sabia todas as respostas, veio a vida e mudou todas as perguntas. Mudou todas as perguntas. Então, eu acho legal que o pessoal vá lá, o estudo do Eviteco, você vai fazendo aos poucos, o programa dá para você retirar muita coisa bacana, é coisa da ansiedade mesmo, né? Você vai ficar um pouco… Às vezes algum termo ou outro, alguma consideração ou outra, alguma coisa que nós já passamos, né, que está sólido para quem está acompanhando. Mas vai lá no Eviteco, Eviteco, Gênesis, a gente também tem um livro que nós lançamos do estudo de Gênesis, que você pode adquirir na loja do c.com.br, que é bacana, que é um resumo das aulas do Gênesis, que te dá uma noção bem legal, para você entender do Gênesis.

Estamos preparando o livro do Levítico, né, e tal, para poder também ajudar nessa introdução da temática e tudo mais, mas volta lá, porque tem muito conteúdo bacana de Antigo Testamento do Levítico, Gênesis e agora de Isaís. E vai assistindo aos poucos. E para quem está acostumado, lá tem um recurso bacana também, que é o seguinte, você coloca em uma velocidade maior, então o cara pode colocar… Ele vai mais rapidinho, ele vai… Não pega mais nada. É isso aí. Gente, uma hora e 45 minutos que nós estamos. Vamos lá.

Agradecer ao Haroldo, que eu já fiquei sabendo que essa aqui é a terceira live em 12 horas. Tem mais hoje, tem uma noite, tem… Então, te agradecer, Haroldo. Espírito Santo. E às vezes, uma pessoa chega lá no Instagram e fala, Haroldo, você parou de fazer palestra espírita? Eu falei, sim. Na hora que eu estou dormindo, sim. Haroldo, você pode falar assim, parei, tem cinco minutos que eu parei, mas daqui meia hora vai começar de novo. Parei, tem seis horas que eu parei, mas daqui a pouco começa outra. Haroldo, Deus te abençoe, te dê forças para o trabalho.

Falo sempre, reforço sempre a nossa gratidão, por você, pela sua vida, pelo trabalho que você faz com a gente. Viu que todas as coisas que você esteja fazendo caminhem para o sucesso da sua purificação, e que nós sejamos aquele irmão que te apoia, que vibra por você, que deseja que dê tudo bem, tudo certo, seja no âmbito profissional, seja no âmbito espiritual. Então, é importante que todos entendam que entre nós há mais do que uma relação de consumo, de conhecimento, mas também uma relação de troca, de afeto, amizade, carinho, e a gente deseja realmente que você seja muito feliz, tanto quanto você nos faz felizes.

Obrigado. Obrigado, querido. Fica com Deus. Verdade, e o pessoal aqui também acho que vai meio que concordar comigo que o Haroldo é o chaveiro, ele carrega as chaves para a gente e vai nos ajudando a ir abrindo essas portas rodas aí. Obrigada. Não, mas é da chave. Obrigada, gente. Boa semana. Obrigado, pessoal. Um abraço. Fica com Deus. Legendas pela comunidade Amara.org

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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