#019 – Estudo do Velho Testamento – Livro Isaías

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Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento, conduzida por Haroldo Dutra Dias, mergulhamos no Livro de Isaías, explorando suas profundas metáforas e a relevância de seus ensinamentos para a compreensão da Doutrina Espírita. O estudo destaca a importância de enxergar as revelações divinas – a Primeira (Velho Testamento), a Segunda (Novo Testamento) e a Terceira (Doutrina Espírita) – como um todo orgânico e vivo, onde a primeira é a raiz, a segunda o tronco (o Cristo) e a terceira os galhos que nutrem e expandem o conhecimento espiritual.

O que é estudado neste episódio

  • A estrutura orgânica das revelações: A analogia da árvore é utilizada para demonstrar a interconexão entre as três revelações, enfatizando que os mesmos Espíritos que atuaram nas primeiras reencarnaram para participar das subsequentes, como a crença de Haroldo de que Allan Kardec seria a reencarnação de João Batista/Elias.
  • A abordagem espírita do Velho Testamento: O estudo ressalta que a análise do Velho Testamento não visa a adoção de rituais antigos, mas sim a compreensão da linguagem, simbologia e metáforas que inspiraram as revelações posteriores, como a metáfora da vinha, presente em Isaías e retomada no Prolegômenos de O Livro dos Espíritos.
  • A estrutura em espiral de Isaías: É explicado que os livros bíblicos não possuem uma estrutura linear, mas sim em espiral, onde temas são revisitados e aprofundados, elevando a compreensão a um novo patamar.
  • Os “mini-apocalipses” de Isaías: São abordados os capítulos 24-27 e 34-35 de Isaías, que são considerados pequenos apocalipses e contêm “sementes” de conceitos que seriam desenvolvidos no Apocalipse de João.
  • O julgamento do Senhor e a transição planetária: A passagem de Isaías 24, que descreve a desolação e devastação da Terra, é interpretada como uma metáfora para a transição planetária e o atual estado de confusão e ansiedade da humanidade. A “visita do Senhor” é entendida como a ação da lei de causa e efeito, que age matematicamente para a regeneração dos seres.
  • O banquete divino: A metáfora do banquete (Isaías 25) é interpretada como a festa de casamento entre o planeta Terra (a noiva) e a lei divina (o noivo/Cristo), simbolizando a união e a implantação da lei divina na Terra.
  • Yom Kippur: O Dia da Purificação: O estudo aprofunda o significado de Yom Kippur (Dia da Purificação), destacando que é uma solenidade festiva, não uma festa no sentido moderno. O termo “Yom” significa dia e “Kippur” significa purificação.
  • O simbolismo do número dez: Yom Kippur ocorre no décimo dia do sétimo mês, e o número dez é associado ao espírito rebelde, ao filho pródigo, à teimosia e à queda espiritual, indicando a necessidade de purificação.
  • A purificação dos cinco sentidos: A cultura hebraica, pragmática e concreta, associa a purificação às imperfeições adquiridas pelos cinco sentidos físicos (boca, olhos, ouvidos, tato e olfato). Cada sentido é um portal para débitos cármicos, e a purificação visa a libertação desses vícios e imperfeições.
  • A concretude da reforma íntima: É feita uma crítica à abstração de algumas abordagens espíritas sobre a reforma íntima, defendendo a necessidade de trazer os ensinamentos para a concretude do dia a dia, avaliando como usamos a palavra, como nos alimentamos, como nos relacionamos com o mundo material, etc.
  • Virtudes e vícios: São apresentadas as virtudes de Sedacá (justiça, amor e caridade), Tefilá (oração) e Texuvá (transformação moral), em contraposição aos vícios ligados aos cinco sentidos, como um guia prático para a autoavaliação e a busca pela pureza espiritual.
  • Yom Kippur individual e coletivo: A transição planetária é vista como um Yom Kippur coletivo, um momento de acerto de contas para o planeta, onde a humanidade é convidada a refletir sobre suas impurezas e buscar a regeneração.

Reflexões

  • A lei de causa e efeito age matematicamente, sem vingança, mas com o objetivo de regenerar, e ninguém foge a ela.
  • A reforma íntima deve ser prática e concreta, manifestando-se no cotidiano e na forma como usamos nossos sentidos e nos relacionamos com o mundo.
  • A transição planetária é um Yom Kippur coletivo, um convite à reflexão e purificação para toda a humanidade.

Ler transcrição do episódio

Bom dia, bom dia Leonora, tudo bem? Tudo bem, tudo bom? Boa semana para nós todos e vamos começar nosso estudo, né? Vamos começar e está muito bom esse estudo, né Arondo? O pessoal tem comentado bastante, que tem gostado muito, tem aprendido demais. Nossa, que coisa boa e hoje o tema está maravilhoso, viu Leonora? Hoje nós vamos estudar mais detalhes, assim, o Yom Kippur, o dia do juízo, porque ele é um tema muito importante, passa por toda, até mesmo pela codificação espírita, os espíritas retomam isso da nova era, da transição, da purificação do planeta.

Então, é importante a gente ver de onde que isso veio, quais são as raízes desse conceito, é muito, vai ser um estudo muito gostoso. Mas vamos fazer a prece inicial pra gente, pra já começar sintonizado, né? Vamos começar pra gente entrar no clima, com os nossos corações conectados, com a espiritualidade maior, para que possamos, compreendendo as lições do passado, compreendendo as tradições, os ensinos espirituais que chegam até nós, para que possamos compreender os nossos dias de hoje, que possamos bem viver os nossos dias de expiação, os nossos dias de Yom Kippur, que as nossas melhores preces de harmonia, de bons sentimentos e pensamentos cheguem aos corações de todos os lares que nos acompanham, de todas as casas e de todos os corações, que Jesus, através dos seus emissários de amor, abençoe a cada lar e nos dê força e esperança para todos os dias de nossa vida.

É um ótimo estudo pra nós. Sabe que muitas pessoas perguntaram mesmo sobre essa tradição do judeu, sabe? Muito importante mesmo a gente retomar hoje. Retomar, porque ela, na verdade, ela inspira toda a literatura, tanto do Novo Testamento, quanto a literatura espírita, porque são as três revelações, elas estão conectadas. Aliás, não é à toa que a imagem do estudo de Isaías é uma árvore grande, uma árvore grandiosa, prondosa. Essa é a imagem que está aí de fundo. E, aí, a gente precisa começar a compreender as revelações como um todo orgânico e não como pecinhas de um lego, porque peças são objetos que não têm vida.

A revelação é algo vivo. Então, a primeira revelação é a raiz da árvore. Ela continua ainda alimentando, trazendo nutrientes e inspirando com símbolos, com temáticas, com linguagem, com concepção. Ela continua. A concepção de um Deus único vem da primeira revelação. Então, nós devemos essa compreensão do Deus único à primeira revelação. Depois, nós temos esse tronco da árvore, essa estrutura da videira. O próprio Cristo diz que eu sou a videira verdadeira. Então, esse tronco, essa estrutura da árvore é o Cristo, é o Novo Testamento, é por onde passa a seiva, é Ele que busca os nutrientes da primeira revelação e distribui para os galhos, que são a terceira revelação, que alimenta todo esse processo do ensino dos Espíritos.

Então, se a gente enxerga tudo como um todo orgânico, a gente para de fazer dissecação de anatomista, porque para eu fazer uma dissecação anatômica, eu tenho que matar. Então, quando eu começo a cortar demais, significa que eu matei o ser vivo. Eu só consigo dissecar um organismo depois que ele está morto. E, a ideia aqui é a gente entender as revelações como algo vivo, até porque os mesmos Espíritos que participaram da primeira, eles reencarnaram e participaram da segunda, depois voltaram e participaram da terceira, não é?

Depois participaram da terceira. Todo mundo sabe da minha crença, é uma crença, eu não tenho como provar isso, mas todo mundo sabe da minha crença, de que, para mim, Kardec é a reencarnação de João Batista. O João Batista precursor, que é o mesmo Elias. Então, na minha percepção, é o mesmo Espírito. Então, isso é bonito, porque ele teve um papel tocante e relevante nas três. Então, é o mesmo Espírito participando, é a mesma vida, é a mesma obra. Então, a gente precisa entender isso. E, daí, a importância de nós fazermos um mergulho na linguagem.

Então, hoje a gente vai estudar um pouquinho o Yom Kippur, mas a nossa intenção aqui não é que nós, espíritas, voltemos a adotar práticas rituais antigas. Essa não é a proposta da fé raciocinada, porque existem muitas escolas religiosas, especialmente as evangélicas, que começam a estudar o Velho Testamento e querem viver como um ser humano da época do Velho Testamento. Isso é muito literalismo, é interpretar o texto de uma maneira muito fanática, muito literal. Nós estamos aqui interpretando o texto para a gente entender a linguagem, a simbologia, a ideia que inspirou e as metáforas usadas.

Então, por exemplo, nós já estudamos aqui a metáfora da videira, a metáfora da vinha. Então, o trabalho feito com o povo hebreu para levar ao mundo a ideia do Deus único, o povo hebreu foi comparado a uma vinha. Lá no Prolegomenos do Livro dos Espíritos, essa vinha é evocada, novamente, ela é evocada. Os espíritos dão ali um toque para lembrar, olha, lembra, lembra da metáfora da vinha, lembra. Agora, vocês vão entender o que é corpo, o que é perispírito, o que é espírito, o que é o processo de purificação que a encarnação propõe.

Agora, vocês vão entender mais profundamente a metáfora que está lá em Isaías, que está lá em Jeremias, que está lá em Ezequiel. Então, quando a gente faz o estudo aqui de Isaías, a nossa intenção é essa, a nossa vontade é de retomar as imagens, os símbolos, para que a gente possa compreender, não para que a gente possa adotar, não para que a gente possa adotar, porque agora, no século XXI, nós estamos sob a égide da fé raciocinada, da maturidade espiritual. Não há mais necessidade de rituais tão concretos, tão materiais para despertar a nossa consciência.

A nossa consciência, agora, consegue, através de hábitos muito mais simples, através de hábitos muito mais sutis, evocar os mesmos conceitos. Então, eu lembro aqui a criança. A criancinha tem necessidade de um joguinho de madeira, de pegar letrinhas e juntar. Agora, um adulto que já está fazendo faculdade e tem necessidade de ficar brincando de joguinho de madeira, juntando letrinhas, não precisa mais, não precisa mais, mas ele está alfabetizado. Quando ele está lendo um texto da faculdade, um livro, ele está usando tudo aquilo que ele aprendeu no joguinho quando ele era criança, quando ele estava sendo alfabetizado.

A ideia é que é essa, a ideia é que é essa. Só para a gente retomar isso, não é, Leonor? Outra coisa que eu queria dizer é que nós temos estudado a estrutura do livro de Isaías, mas a estrutura dos livros do Velho Testamento e do Novo Testamento não é uma estrutura linear, ela não tem uma sequência linear. Isso é importante, por quê? Quando a gente fala de estrutura, nós estamos falando de uma estrutura em espiral. Então, o texto bíblico vai e volta, ele vai e volta, vai e volta, mas, cada vez que ele volta, ele acrescenta algo novo para subir a espiral, vai e volta e vai subindo, vai subindo e vai desenvolvendo.

Então, eu quero mostrar, nós estudamos a estrutura aqui, o julgamento, os capítulos, o julgamento de Israel, o julgamento das nações, o julgamento do mundo, então, eu quero mostrar duas estruturas aqui que vão voltar e que os estudiosos do profeta Isaías, eles costumam dizer que são dois pequenos apocalipses que estão dentro de Isaías, dois mini-apocalipses, porque Isaías é isso, ele tem microestruturas como se fossem sementes. Então, se você abrisse o livro de Isaías, você ia lá vendo uma semente de laranja, uma semente de melancia, são sementes, porque é lógico que depois, lá na frente, o Novo Testamento vai desenvolver essas sementes.

Então, o Apocalipse de João é herdeiro dessas sementinhas que eu vou falar aqui. Ele é um desenvolvimento dessas sementinhas. Essas sementinhas estão no capítulo 24 e 25 e nos capítulos 34 a 35, 24 e 25, 34 a 35, que, inclusive, nós podemos reunir. Então, formariam quatro capítulos. A gente vê que eles estão encrustados na estrutura da obra. Então, eles, toda vez que a gente tem capítulos que parecem que caíram de paraquedas no livro, não é que eles caíram de paraquedas. Eles são aquele momento em que a espiral sobe.

Então, eles são uma repetição que levam a espiral para cima. Então, vai girando assim, dá um giro, sobe, dá um giro, sobe. Então, essa inclinação da espiral são essas estruturas que parecem estar fora do programa. Você bate o olho e fala mas esses dois capítulos parecem que caíram aqui. Será que erraram? Será que copiaram errado? Não, não. Eles são exatamente essa inflexão para fazer com que a estrutura se direcione a uma outra compreensão, a uma outra abordagem. Então, aqui, quando encontrarmos, eu vou falar um pouquinho sobre isso.

Para quem está acompanhando, eu estou acompanhando aqui por falta de opção. Por falta de opção, vou ser bem sincero. Eu trabalho mais com texto original, mas não tem sentido aqui eu ficar trabalhando com texto original e hebraico, que a gente vai complicar, vai complicar mais do que trazer benefícios. Então, eu estou adotando uma tradução aqui apenas para facilitar a leitura, para que todos possam acompanhar aí a leitura. Então, eu estou usando a Bíblia de Jerusalém, não é porque ela é boa, não é porque eu elogio, ela tem sérios problemas, ela tem suas deficiências, mas é o que tem pra hoje.

É o que tem pra hoje. Então, aqui, na própria Bíblia de Jerusalém, eles dividem bonitinho. Então, você chega lá no capítulo 24, está lá Apocalipse. Apocalipse. Então, sabe que essa estrutura, 24 e 25, depois você tem, na verdade, uns hinos do 26, 27 e 28. A gente reforça aí a temática e aí ela acaba. Então, 24, 25, 26 e 27. 24 a 27. E aí, encerra esse pequeno Apocalipse. Eu falei errado aí, 24 a 27. E aí, a gente vai ver os temas, por exemplo. Eu vou dar uma lida nas passagens aqui para que a gente possa… Então, está lá.

O julgamento do Senhor. O julgamento do Senhor. Ele começa assim. Olha como é que começa o capítulo 24. Eis que o Senhor vai assolar a terra e devastá-la. Assolar a terra e devastá-la. Então, você pode pensar aqui na terra de Israel, mas, na verdade, na verdade, aqui nós estamos falando da transição planetária, do fenômeno que nós estamos vivendo agora, que é de desolação e devastação da terra inteira. Porá em confusão a sua superfície e dispersará os seus habitantes. Quer dizer, esse estado imoral, intelectual, de total confusão, as pessoas estão totalmente perdidas, estão, vamos dizer, enlouquecidas, agitadas, angustiadas, ansiosas, perdidas, sem rumo, não é?

E se perdendo nas palavras, se perdendo nas propostas, perdendo a serenidade, perdendo o centramento, o equilíbrio espiritual. Elas estão deixando de ser Maria e estão se tornando na Marta, lá do Evangelho. Ansiosas e agitadas com muitas coisas, ao invés de se recolherem e centrarem na sua espiritualidade. Por quê? Porque o momento é de devastação. O momento é de devastação. Ninguém semeia na tempestade. O momento em que a ventania está soprando, o tsunami, a tempestade, não é hora de você sair para plantar, para semear.

É hora de você se recolher. É hora de você se proteger, de você proteger a sua estrutura psíquica. E, aí, vai falar tudo isso. Aí, vem lá, Cânticos sobre a Cidade Destruída, Os Últimos Combatentes. Olha que interessante! Eu vou até ler este trechinho que está no 24. Mas eu disse que desgraça para mim, que desgraça para mim. É o sentimento que está todo mundo aí. Meu Deus, que desgraça essa transição planetária! Ai de mim! Que tempo desgraçado! É isso que a gente está ouvindo os Espíritas dizerem. Os traidores traíram, os traidores cometeram traição, o pavor, a cova e a armadilha te ameaçam.

Oh, habitante da Terra! Aquele que fugir ao grito de pavor cairá na cova. Aquele que conseguir subir da cova será apanhado na armadilha. Quer dizer, não tem. Se correr, o bicho pega. Se ficar, o bicho come. Com efeito, as cataratas do alto se abrirão, os fundamentos da Terra se abalarão. Ou seja, é uma calamidade, um flagelo, um flagelo. A Terra será toda arrasada, a Terra será sacudida violentamente, a Terra será fortemente abalada, a Terra cambaleará como embriagado. Eu acho essa imagem linda, não é? Porque hoje eu olho para a transição planetária, eu olho para o movimento espírita, eu olho para as pessoas agora, como elas estão se comportando, parecem embriagadas, parecem pessoas bêbadas caindo e tropicando, não é?

Embriagadas com teorias, embriagadas com ideias, exacerbadas, achando que vai resolver tudo numa paulada, num post no Facebook, num post no Instagram, ela vai regenerar a Terra, é embriagado. Ela oscilará como a cabana, seu crime pesará sobre ela. Olha que interessante! O crime da Terra pesará sobre a Terra. Então, todos os débitos coletivos do planeta agora pesam sobre a Terra. Imaginem isso! Todos os débitos coletivos estão vindo agora, tudo, dos últimos cinco mil anos. Então, é o momento em que o planeta tem um acerto de contas com a justiça divina.

Esse é o momento de você sair igual um embriagado, gritando e berrando? Não é! Não é o momento. E cairá e não mais se levantará e acontecerá naquele dia que o Senhor visitará o exército do alto, no alto, e os reis da Terra. Quando diz… Nós já falamos sobre isso aqui. Quando o Velho Testamento usa, a Bíblia hebraica, usa essa linguagem, o Senhor visitará, o Senhor dos exércitos, Deus castigará. O que a gente tem que ler? Qual que é a metáfora aí? A lei de causa e efeito vai agir. É isso! Não está falando de Deus, a inteligência suprema, soberanamente justo e bom, porque Deus não desce para punir seus filhos.

Há uma lei de ação e reação que age matematicamente. Ninguém foge à lei de causa e efeito. É importante a gente entender isso. A pessoa pode passar uma encarnação inteira achando que ela saiu ilesa da lei. Aí, na próxima existência, ou numa existência futura. Quem leu o livro Ação e Reação, de André Luiz, leu lá o capítulo sobre os débitos congelados. Às vezes, demora-se duas, três, quatro, dez encarnações para que o Espírito esteja pronto para resgatar o débito passado. Mas, impune, não há ninguém. Não há nenhuma impunidade na lei divina.

Por outro lado, também não há precipitação na lei divina, não há espírito de vingança, porque o objetivo da lei divina não é arrasar, não é estraçalhar com os seres que erram. O objetivo da lei divina, da lei de causa e efeito, é regenerar. Regenerar. Vingança é um sentimento humano, não é um sentimento divino. Então, é importante a gente frisar isso. Depois de longo tempo, serão chamados à conta. A lua ficará confusa, o sol se cobrirá de vergonha, porque o Senhor dos Exércitos… O Senhor dos Exércitos é o quê? Lei de causa e efeito.

Reina no monte Sião e em Jerusalém, e a glória resplandece diante dos anciãos, que são os Espíritos mais experientes, que dirigem a evolução planetária. Então, bonito a simbologia. Aí, vai para o capítulo 5, 25, tem um hino, aí começa a cantar o hino, o banquete divino. Olha que bonito! É no capítulo 25. A metáfora do banquete que Jesus utilizou da festa de núpcias, da festa de casamento, da festa do banquete. Que casamento é esse? Um dia, a Terra vai realizar a sua festa de casamento. O planeta Terra vai se casar com a lei divina.

A lei divina será implantada, e isso será uma festa de casamento. Não é isso? Quem que é o noivo? É o Cristo. Quem que é a noiva? É o planeta Terra. Então, esse é um símbolo bonito. É uma festa, é uma união. Porque o casamento indica o quê? Sentimento. Vínculo pelo coração. Não apenas intelectual. Não adianta apenas eu entender a lei divina. Eu preciso casar com ela. Eu preciso me unir a ela no coração. Essa é a ideia. Aí, tem mais hino. Vai lá para o finalzinho do 26. A passagem do Senhor. Que passagem do Senhor é o quê?

A lei de causa e efeito chegando com força. Chegando com força e fazendo o seu trabalho. Lembrando o quê? Lembrando a passagem do anjo da morte, lá em Êxodo, que matou todos os primogênitos. É a mesma ideia. É a mesma simbologia. Na verdade, a Bíblia hebraica tem poucos símbolos. São poucos símbolos. Eles vão se repetindo. Se você entendeu um, você entende tudo. Você consegue raciocinar e entender tudo. 27. Aí, fala de novo, a vinha do Senhor. A vinha do Senhor. A vinha. O que é uma vinha? Tem que cultivar. Para dar uva, para espiritualizar, está lá no Prolegômenos, no Livro dos Espíritos.

É um cultivo, tem que cultivar, tem que tirar a erva da linha, tem que arar a terra, tem que adubar. E, aí, vai. E, aí, depois, chega, já no 28, já é um canto, já sai um pouquinho. Então, vai até o finalzinho do 27, 25 a 27, é um mini-apocalipse. Um mini-apocalipse. Então, são textos que estão falando numa linguagem… É importante frisar que a linguagem aqui é uma linguagem de 600 anos antes de Cristo, ou seja, quase 3 mil anos atrás. Importante a gente entender isso. O texto não está falando na linguagem de Kardec.

Ele não está falando na linguagem de André Luiz, de Emmanuel. Ele está falando numa linguagem de quase 3 mil anos atrás. Importante a gente entender isso. Depois, nós temos um outro mini-apocalipse. Um outro mini-apocalipse, que são os capítulos 34 a 35. E, aí, aqui, a gente já começa… Aí, é como se fosse um fechamento. Fala novamente da transição planetária, usa a nação de Edom, porque a nação de Edom foi contrária, ela traiu Israel, e aqui ela tem um julgamento muito severo, e, depois, o triunfo de Jerusalém. O que é o triunfo de Jerusalém?

O triunfo da revelação da lei divina. Jerusalém, aqui, deve ser entendida como as aspirações espirituais, como o terceiro andar da casa mental. Jerusalém é isso. É o terceiro andar da casa mental, lá do livro No Mundo Maior. Então, aqui, significa que o terceiro andar vai reinar, ele que vai passar a orientar a evolução planetária. Por quê? Porque os seres estarão espiritualizados, eles estarão mais conscientes da lei divina, mais vinculados às propostas de crescimento espiritual, de transformação, de regeneração. É isso.

E, aqui, encerra o mini-apocalipse, essa estrutura que é a repetição, mas que leva a espiral para cima. Então, todo mundo entendeu? Eleonora, quer voltar um pouquinho, só para a gente fechar isso aqui? Porque, aí, eu já vou linkar isso aqui com Yom Kippur. Vou deixar aqui. Já vou linkar um pouquinho com Yom Kippur. Não sei se Eleonora consegue voltar. Acho que não. Bom, então, agora, o que a gente gostaria de falar aqui? Sobre a festa, que é uma festa, é uma solenidade. Quando a gente usa o termo festa na Bíblia hebraica, não é uma festa de aniversário, a festa nos moldes atuais.

Quando a gente se refere às festas bíblicas, a festa é uma solenidade. Então, o ideal seria a gente pensar numa solenidade festiva. Todo o povo se reúne, então, você tem uma formalidade, não é? Não é um oba-oba, não é um carnaval de rua, que não tem hora para começar, nem hora para acabar e nem programação. Não é isso. Não é? As festas bíblicas não é como ir atrás do trio elétrico em Salvador no carnaval. Não é isso. Você sai a hora que quer, entra a hora que quer e faz o que quer. Não. É uma solenidade festiva. Então, tem hora para começar, tem hora para acabar, tem uma programação, tem um roteiro de atividades que tem que ser cumprido rigorosamente, tem hora para cada uma dessas atividades, tem uma preparação que a pessoa tem que fazer antes e tem uma preparação que ela tem que continuar fazendo depois que acaba a solenidade.

Não é? Então, solenidade é um termo, solenidade festiva é um termo melhor. Então, quando nós dizemos Ion, I-on, que é Y-O-M, Ion, isso é hebraico, significa dia, dia, Ion, Kipur, que é K-I-P-U-R, dois P’s, Kipur, Kipur é purificação, Kipur é purificação. Então, vamos pensar aqui, qual que é a ideia que está por trás do Ion Kipur? Vou começar a falar aqui do conceito fundamental de Ion Kipur. O Ion Kipur prevê que de todas as solenidades bíblicas, e nós já falamos sobre isso, lá em Levítico, no estudo de Levítico, nós examinamos isso com riqueza de detalhes.

Todas as solenidades bíblicas estão encadeadas em ciclos de sete, não é? Então, você pega lá o primeiro dia do ano, conta sete mais sete, Páscoa. Aí, mais sete semanas, Pentecostes. No sétimo mês, primeiro dia do sétimo mês, é o Rosh Hashanah, é o ano novo, começa o ano novo. O ano novo não começa em janeiro, na tradição judaica. O ano novo começa em Rosh Hashanah, começa no sétimo mês, primeiro dia do sétimo mês. E, aí, tem aqui uma coisa curiosa, porque, aí, aparentemente, vai se quebrar o ciclo de sete, mas não vai, não vai, porque nós vamos ter uma sequência de eventos, que é o ano novo, Yom Kippur, e, depois, a festa das tendas.

Então, se você somar essas três solenidades, elas vão dar 21 dias, três vezes sete. Então, não quebra, não quebra o esquema de sete. Mas, importante entender que Yom Kippur é o décimo dia do sétimo mês. Décimo dia do sétimo mês. E, aqui, tem uma coisa bonita, porque o dez é um número bíblico simbólico. No dez tem uma simbologia. Qual é a simbologia do dez? Começa lá nos espiões de Canaã, que foram lá ver a terra, e voltaram para desanimados. Aí, Moisés teve que punir, advertir. Começa nas dez tribos de Israel, que se desgarrou.

Qual é a simbologia do dez? A simbologia do dez é a simbologia, não é? É a simbologia do espírito rebelde. O dez é a simbologia do filho pródigo, daquele que entrou em conflito, do jovem que entrou em conflito com a lei, do adolescente que entrou em conflito com a lei divina, adolescente espiritual. Então, o dez é o sinônimo da teimosia, da rebelião, da queda espiritual, do afastamento da lei divina, do filho pródigo. Por isso, Yom Kippur está no décimo dia. Claro. Então, é o dia… Vou usar uma metáfora aqui, tá, gente?

Só pra entender, pelo amor de Deus. Isso não está no texto bíblico. Estou usando aqui só uma metáfora. Yom Kippur é o dia da purificação do filho pródigo, daquele que se desviou, daquele que se tornou impuro, daquele que acumulou imperfeições na alma e precisa se livrar dessas imperfeições, desses vícios, dos vícios, das imperfeições. Então, é purificação do quê? Dos vícios e das imperfeições. Só que a cultura hebraica é muito legal, porque ela é muito concreta. Ela não é como a cultura… A cultura grega é filosófica, abstrata, conceitual, cheia de teoria, aquela coisa bem abstrata, bem teórica.

A cultura grega é pragmática, é prática, é concreta. Você quase consegue pegar a ideia. Você quase consegue tocar a ideia. As ideias bíblicas são como coisas. Você quase consegue sentir o cheiro, tocar, porque são concretos. Por exemplo, a vinha do Senhor. É uma vinha. É um tanque de pé de uva com as uvas. Você consegue quase sentir o cheiro das uvas. Você consegue quase sentir o sabor do vinho. É concreto, não é abstrato. Então, quando a gente fala em dia da purificação, eles dividem a purificação em cinco aspectos.

Cinco. Agora, olha que bonito isso. Olha que legal isso. Quantos sentidos físicos você tem? Sentidos físicos, físicos, biológicos, corporais. Cinco. Cinco. Então, no Yom Kippur, você divide, você agrupa as suas imperfeições em cinco grupos. Um grupo para cada sentido físico. Então, vamos lá. Não é? Aí começa a ficar legal, né? Porque aí fica a boca, os olhos, os ouvidos, as… o tato, não é? Então, boca, olhos, ouvidos, o tato e o olfato. O olfato. E o olfato aqui tem a ver com o quê? Com o cheiro. Você sente o cheiro da comida, o cheiro da bebida, o cheiro do perfume, da pessoa amada, dos prazeres.

Então, o olfato está ligado ao desejo, ao prazer. A boca está ligada ao paladar, à comida, aos vícios de alimentação, aos vícios de bebida, mas aos vícios de palavra. Como que você fala? O que você fala? Como você se expressa? Como é sua linguagem? Se você faz fofoca? Se você faz calúnia? Se você fica difamando as pessoas? Se você usa a palavra para perturbar ou para construir? Os olhos, como é que você enxerga? Você distorce aquilo que está vendo? Para onde que você olha? O que chama a sua atenção? Os ouvidos, você escuta?

Você presta atenção? Você assimila? Você ouve? Não é? A sensação, o tato, aí vem a sua relação com o mundo material. Qual que é a sua relação? Você é apegado? Você está materializado? Ou você consegue ser espiritualizado? Tem a ver com as mãos também, que é o corpo, o que você faz, suas obras, como você age. Então, é interessante, porque a ideia aqui é se o ser adquire imperfeições, se ele contrai débitos perante a lei divina, ele usa o que para contrair esses débitos? Ele usa os cinco sentidos físicos, gente. É tão simples, não é?

É tão simples que a gente fica assim, meu Deus, é verdade. Então, todos os débitos cármicos que você contraiu, que eu contraí, foram com os cinco sentidos físicos. Eu não estou falando como que começou. Pode ter começado com um pensamento, com uma ideia, mas, para aquilo virar um débito, teve que se concretizar na vida material. Tem que se concretizar, não é? Então, a pessoa pode até começar a entrar numa sintonia ruim, numa vibração ruim, mas só gera débito quando ela parte para a concretização no mundo material daquele anseio, daquele desejo, daquele pensamento, daquela ideia.

Então, a impureza é decorrente da materialização concreta, concreta, não é? Isso é importante. E isso é algo que a gente não faz. Às vezes, eu sinto falta, sinto muita falta dessa abordagem nas palestras espíritas. Sinto falta, porque, muitas vezes, a gente vai ouvir as palestras espíritas, as abordagens espíritas que falam de reforma íntima, de transformação moral, de evangelização do ser e é um negócio muito abstrato, muito teórico, muito abstrato. As pessoas ficam falando de coisas assim muito… e que, às vezes, não têm relação nenhuma com a encarnação, não têm relação nenhuma com a vida prática.

Não é que, claro, não há problema nenhum em se fazer reflexões, não há problema nenhum em filosofar, até porque a doutrina espírita possui um aspecto filosófico. Nós temos que filosofar, temos que refletir, temos que pensar, temos que… Não há nenhum problema nisso. Mas, chega um momento da reflexão que eu preciso trazer para a concretude e, aí, o que acontece? Eu tenho percebido uma extrema dificuldade. Então, as pessoas são óbvias. Não, a reforma íntima, Jesus no coração, claro, com certeza, Jesus no coração. E as suas palavras?

Como é que você conversa com as pessoas? Qual é o seu vocabulário? Que vocabulário você usa? Os substantivos, os adjetivos, os verbos? Como é que você se refere às pessoas? Como é que você fala? Então, a gente tem que fazer essa autocrítica. E, aqui, pelo amor de Deus, eu não estou julgando ninguém, eu estou me avaliando. Eu sempre fico aqui, porque a gente que é expositor é porque tem algum compromisso com a palavra, usou mal a palavra e, agora, está tendo a oportunidade de purificar. Então, eu sou o primeiro a reconhecer as minhas profundas dificuldades com a palavra.

Por isso que eu sou um expositor. Então, como é que eu falo? Que tom que eu falo? Num tom agressivo? Num tom arrogante? Num tom de humilhação? Num tom de briga? Como é que é? Eu percebo o clima da minha palavra. Quais são as palavras que eu uso? Eu uso palavras para chocar? Palavras para ferir? Palavras para agredir? Palavras para julgar? Como que é a minha fala? Eu não vejo muito isso. Então, a gente vê falando de evangelização, vê falando de reforma íntima, mas a gente não traz as coisas para o concreto. E o povo hebreu fazia isso.

No Idia de Yom Kippur, eles faziam isso. Avaliavam. Palavra, conversa. Avaliavam. Inclusive, tem orações, tem orações lá em que você… uma lista, né? Uma lista dos erros que você pode cometer com a palavra. Aí, você fazia lá um checklist. Eu sou fofoqueiro? Quantos de nós tem coragem de admitir? Mas, tem que fazer avaliação. Tem que fazer. Se por dia você faz 15 ligações telefônicas, nessas ligações telefônicas você fala mal de alguém? Quer dizer, na média das conversas que você tem. Então, ontem. Com quantas pessoas você conversou ontem?

Ah, ontem eu conversei com 25 pessoas. Quantas vezes você falou mal de alguém? É, falei… Puxa vida! Eu falei mal umas 10 vezes. Então, você está na impureza da fofoca. Você está nessa impureza. Tem que encarar esse fato. Tem que trabalhar isso. Está impura. Sua fala está impura. Você está usando a fala para falar mal das pessoas, para condenar, para criticar, para julgar. Agora, tem impurezas mais graves. Se eu pegar as suas postagens no Facebook, no Instagram, nas mídias sociais, qual o percentual de ataque às pessoas você faz?

Está aí vendo. Está lá. Está lá a sua impureza. Você não vai conseguir esconder isso. Isso é yonkipu. Não é? Aí começa. Aí começa a complicar, não é? Começa a complicar. Como é que é a sua alimentação? Como que é a sua alimentação? Você tem algum vício alimentar? Vício na quantidade que você come? Vício em algum tipo? Vício no açúcar? Vício na gordura? Vício em carboidrato? Qual é o vício? Você tem alguma compulsão alimentar? Tem alguma questão aí? Não é? Só que, aqui, é importante por quê? A imperfeição não é vista como um pecado.

Nós temos que tirar essa ideia de nossa, eu tenho essa imperfeição. Ah, então, eu vou queimar no fogo do inferno. Não. Que ideia é essa? Que ideia é essa? Ah, eu tenho essa imperfeição. Então, o que Jesus diz? Eu não vim para os sãos. Eu vim para os doentes. Não é? Eu vim para os doentes. Então, o Evangelho é a cura, não é a condenação. Evangelho não é condenação. Evangelho é cura. Evangelho é recuperação, regeneração. E todos os Espíritos, todos, sem exceção, serão regenerados. Todos. Todos serão regenerados. Todos.

Não é? Então, essa é uma reflexão. E, às vezes, a gente não faz, a gente fica muito teórico. Ah, porque eu preciso elevar a minha vibração espiritual. Entendi. Precisa elevar. Mas, que tal começar pelo excesso de açúcar que você come? Que tal começar pelo número de vezes que você fala mal dos outros? Que tal? Então, eu digo isso, não é? E é curioso, porque o Yom Kippur tem várias preces, tem muitas orações, e as orações são engraçadas, porque tem os erros que alguém comete com a palavra, os erros com a escuta, que a pessoa que você fala uma coisa com ela, ela distorce.

Tem isso lá. É muito engraçado. Eles são detalhistas, porque eles estavam preocupados com o cotidiano. Quando o povo hebreu pensava o Yom Kippur, eles estavam focados em coisas práticas, não em teorias. Coisa prática. Coisa prática. O que você faz quando levanta? É legal isso, não é? É isso que é a mitzvot. Os mandamentos bíblicos é isso. Antes de você sair da cama, tem que fazer a oração do Shema. Tem que fazer a tefilatau. É isso. E, às vezes, a gente sai da cama, já levanta, pegando o WhatsApp, já xingando. Poxa, tem que fazer o compromisso.

Quer dizer, você já acordou? É meio agitado, né? Meio assim perturbado. Já acordou meio zoado, né? Então, você acorda. Como é que você acorda? Você acorda como? Quando você abre os olhos, o que você faz? Você abre os olhos, você já faz uma oração para equilibrar o seu dia? Está lá, está o mandamento. Essa é uma mitzvot. Então, no Yom Kippur, a pessoa avalia isso. Ao longo do ano, desses 365 dias, como que eu acordei? Olha que legal isso. Então, vamos imaginar aqui que você estivesse hoje no Yom Kippur. Você ia pensar assim.

Nos últimos 365 dias, eu fiz prece todos os dias antes de sair da cama? Todos os dias? Não. Não fiz. Não fiz. Como é que você saiu? Como é que é o hábito seu? Geralmente, eu já saio ligando o WhatsApp, já mandando mensagem. Está em puro. Está em puro. Tem aí uma impureza. Tem aí uma impureza. E aí tem… Então, são regras, né? São regras práticas que o judeu e o hebreu tinham que cumprir ao longo do dia, ao longo do ano. Mas, é tudo, assim, regra muito objetiva. É um negócio, assim, muito concreto, muito pragmático.

Não é? É meio do hábito mesmo. Eu acho isso muito legal. Porque, às vezes, como eu falei, a gente fica muito na teoria e pouca objetividade. Pouca objetividade. Eu já vi estudos, assim, delícios, de uma hora e meia, falando sobre a palavra, o poder da palavra, a vibração da palavra. Está ok, mas e aí? Me dá aí sete hábitos, dez hábitos da palavra para eu fazer todo dia. Não tem. Então, não vira hábito. Não vira uma atividade prática. Então, o Yom Kippur era o dia, então, de você confrontar, de você olhar para todas as impurezas, olhar para o seu desejo, para a sua sexualidade, para a maneira como você come, para o que você come, para a maneira como você bebe, o quanto você bebe, o que você bebe, como você se veste, como que você escuta, o que você faz, suas atitudes, suas intenções, tudo, tudo, tudo, sua rotina espiritual, você lê, você ora, você pratica de sedacá.

Nós vamos falar isso aqui, que é a base das ações positivas. Sedacá, a palavra sedacá, que é uma palavra complexa em hebraico, que ela significa justiça e caridade. Então, sedacá, a melhor tradução para mim de sedacá está lá na lei moral, lei de justiça, amor e caridade. Se fosse traduzir o Livro dos Espíritos para hebraico, a última lei moral, que é a lei de justiça, amor e caridade, seria lei sedacá. Sedacá. Olha aí! Legal, não é? Orar, sedacá. Sedacá. Sedacá porque é justiça, amor e caridade. Não é só dar esmola, não é só dar algo material, é ser justo.

Ou seja, beneficência para com todos, indulgência para com as imperfeições, perdão das ofensas, justiça, equilíbrio, cumprimento do dever. É o sedacá. A lei de sedacá tem tefilá, que é oração. Essas são as ações positivas. Você tem que ver. Durante o dia, você faz sedacá? Quantas sedacás você fez ontem? Você fez tefilá? Quantas orações você fez ontem? E, texuvá? Texuvá, que é a transformação moral. Lado do Kardec. Reconhece o Espírito, o verdadeiro Espírito, pela sua transformação moral. Se fosse traduzir o livro dos Espíritos para o Hebraico, seria assim.

Reconhece o verdadeiro Espírito pela sua texuvá. Texuvá. O quanto você mudou na prática, na real? Qual foi a sua transformação moral desde o dia que você conheceu o Espiritismo até hoje? Teve transformação moral? Teve transformação? Interessante, não é? Então, essa é a introdução. Semana que vem eu vou continuar. Tem muita coisa aqui sobre Yom Kippur. Hoje eu queria só introduzir essa questão dos cinco sentidos, das imperfeições e das virtudes. Sedacá, tefilá, texuvá. Justiça, amor e caridade, oração e transformação moral.

São as virtudes. E os vícios que estão ligados aos cinco sentidos. Você entendeu isso? Então, você entendeu a essência do Yom Kippur. E você entendeu agora porque a Terra está na transição planetária. Vamos combinar? Se a gente fizer uma avaliação agora de todos os encarnados, será que… Como é que está aí o nível de impureza? Está alto, não é? O nível de impureza está alto. Tem quase que fazer primeiro uma decantação para a sujeira grossa descer, depois uma destilação para tirar a sujeira fina, não é? E é o que está acontecendo.

É o que está acontecendo. É o que está acontecendo. Então, é isso que a gente queria trazer na semana que vem. Ei, Eleonora, conseguiu aí? Seu microfone está desativado. Agora deu. É que o Júlio coordena a nossa entrada e saída. Que bom, não é? A gente tem algumas perguntinhas aqui, mas antes de fazê-las aos nossos amigos, eu estava lembrando que a gente praticamente tem também esse roteirinho lá na questão da 919 do Conhece a Ti Mesmo. Aí o Santo Agostinho vai dizer para todos os dias a gente repensar o dia a 919 A, né?

Aí fiquei lembrando dela lá, dessa questão. Exatamente. Ali ele dá uma linha geral, não é? O bonito aqui do roteiro do Yom Kippur é que ele desce a uma riqueza de detalhes quase desnorteante, sabe? Porque, por exemplo, quando ele vai… Depois eu vou ver se eu pego aqui uns livros judaicos e aqui eu trago alguma coisa. Mas você pega, por exemplo, os erros da palavra, é um negócio assustador. Você tem que fazer uma prece antes de ler, senão você se sente mal. Não dá um checklist em quase nada. Tem que passar em tudo ali, viu?

Olha só, o Jorge Figueiredo, ainda quando estava falando sobre os versículos, né? Quando você falou sobre o banquete, ele pergunta se é comparado à segunda vinda do Cristo quando os ensinos já estiverem sendo praticados com habitualidade? Esse banquete é comparado à segunda vinda do Cristo? Aí você já está trabalhando com a outra simbologia, que é uma simbologia do Apocalipse de João e dos textos proféticos dos Evangelhos Mateus, Marcos, Lucas e João. Então, aí já é uma simbologia peculiar do Novo Testamento. A que ela faz referência essa simbologia?

Essa simbologia faz referência à história de José do Egito. A história de José do Egito é qual? O irmão foi rejeitado pelos próprios irmãos. Depois que ele é rejeitado, passa um tempo e ele volta, que é quando a família se encontra lá em José, aí reúne todos, Jacó, o pai, ele recebe, perdoa os irmãos, os irmãos que, inclusive, o jogaram numa armadilha, não é isso? Os irmãos, na verdade, os irmãos acreditavam que tinham matado ele, que eles queriam matar. Então, na visão deles, eles mataram o José, só que o José não morreu.

E aí, depois, o José volta e aí ele é recebido, é compreendido e os irmãos passam a ter uma gratidão. Então, o que o Novo Testamento fez? Ele pegou essa ideia da vinda de Jesus e de Jesus ser crucificado pelos próprios irmãos judeus e com a ideia de que ele vai voltar e aí ele será recebido. Essa é a metáfora da Segunda Língua. Essa é a metáfora. E vai chegar o momento da regeneração planetária que a mensagem do Evangelho será compreendida por todos, na essência. Não é que todos vão se tornar cristãos, nós temos que tirar essa fantasia, mas o Evangelho vai ser compreendido por todos.

A mensagem moral do Evangelho, não é? O ensino moral, aquilo que o Kardec reuniu lá no Evangelho segundo o Espiritismo, aquilo será compreendido e praticado pelos habitantes da Terra. Isso é a grande vinda são os irmãos aceitando o José do Egito, aceitando o Cristo. Essa é a metáfora da Segunda Língua. Muito bem. Depois… Ele vai perguntar no capítulo 25 de Isaías, que vai falar sobre o véu. Ele destruiu sobre essa montanha o véu que envolvia todos os povos e a cortina que se estendia sobre todas as nações. Ele pergunta se há algum paralelo lá em Mateus, quando Jesus destrói o véu.

É, perfeitamente. Perfeitamente. E o que é esse véu? Esse véu é imaturidade espiritual, incapacidade cognitiva, afetiva de compreender a revelação divina. Então, o Espírito, pela sua imaturidade, pela sua inexperiência, ele é incapaz de compreender a essência divina. Mas, a lei de progresso não é uma opção, não é opcional. Ninguém tem o livre arbítrio de escolher Ah, não, eu fui criado por Deus, mas eu não vou evoluir, não. Eu decidi que eu não vou evoluir. Não existe essa opção na criação divina. A lei de progresso é um determinismo divino.

Então, invariavelmente, todos os seres irão progredir. E, ao progredirem, os véus vão se serem retirados. Há, também, uma tradição muito belíssima, que floresceu depois da destruição de Jerusalém. O povo hebreu não pôde mais viver em Jerusalém, não pôde mais frequentar o templo. Então, eles começaram a criar pequenas comunidades, onde eles faziam estudos fechados, porque eles eram perseguidos, eles tinham que se esconder e eles precisavam preservar as tradições. Então, começou a florescer o espiritualismo judeu, o espiritualismo hebraico.

O espiritualismo hebraico é chamado de Kabbalah. E a Kabbalah vai ter o seu apogeu ali na Idade Média com a publicação de uma grande obra, que é o Zohar. Então, na Kabbalah, tem cada paralelo entre a Kabbalah e o Livro dos Espíritos, que o doutor Bezerra de Menezes, quando encarnado, escreveu vários artigos fazendo o paralelo entre o espiritismo e a Kabbalah. Doutor Bezerra de Menezes escreveu sobre isso. Então, é muito próximo. Então, na Kabbalah, você tem uma espécie de escala de pureza dos Espíritos. Então, cada vez que você sobra um degrau na purificação espiritual, você tira um véu.

Esse véu chama Kiplot. Um Kiplot. É uma… Uma grosseria, uma espécie de impureza, uma brutalidade evolutiva que você tirou e aquilo te permitiu vibratoriamente, cognitivamente, afetivamente, acessar o que você não acessava. Então, são Kiplots. À medida que o Espírito vai tirando, são muitas Kiplots. À medida que ele vai tirando os véus, ele vai se tornando mais puro até que ele tira o último véu. Aí, ele é o Espírito puro. E, aí, ele vê a Deus. É igualzinho estar no livro dos Espíritos. Esses são os véus. Muito bacana!

E mais alguma mensagem sobre Yom Kippur, para a gente encerrar? Hoje eu fiquei, Eleonora, mais nessa base, porque o que acontece? A gente fala de Yom Kippur e eu fico com medo, às vezes, das pessoas se apegarem ao ritual e à simbologia e não compreenderem a ideia central que está no alicerce. Então, quando eu olho um edifício de 30 andares, eu preciso olhar para a base, para o alicerce, porque é o alicerce que sustenta todos os andares. Hoje eu quis falar da fundação dos alicerces. Qual que é o alicerce de Yom Kippur?

O alicerce é, durante o ano, você cometer uma multidão de erros, com os seus cinco sentidos, e isso gerou um conjunto de impurezas, um conjunto de véus, e você precisa se purificar disso. Yom Kippur é o dia em que… Não é o dia que você vai purificar, porque você tem que purificar todo dia. Não é que a purificação é feita uma vez no ano. Não. No Yom Kippur, é a solenidade para te lembrar de que tem que purificar. Essa é a ideia. Então, é o dia da chamada, a prova oral. Você vai ser entrevistado, e aí, como é que anda o checklist?

Você fala, nossa, meu Deus do céu. Eu estou assim, cada dez conversas, quatro eu falo mal de alguém. X, Já põe o X. Olha, estou olhando aqui suas postagens no Instagram, você está agressivo, isso aqui você está impuro. Você vai… Porque é prático, é uma coisa prática. Yom Kippur era assim, era bem prático. Então, tem as listas mesmo. Rachalaram, que é os pecados, não é os pecados, as impurezas da língua. Olha que legal isso. Eles selecionavam, lachomhara, as impurezas da fala. Um conjunto de erros que você comete com a fala.

O jeito que você fala, o que você fala, de quem você fala, por que você fala. Nossa! É muito detalhado. E eu queria trazer isso para a gente dar mais concretude à ideia da reforma íntima, porque eu acho que nós, Espíritos, estamos muito divagando, está muita divagação, está faltando mais praticidade na nossa reforma íntima. E a gente precisa treinar isso, precisa ter parâmetros mais concretos para a gente avaliar o nosso grau de pureza, de espiritualidade. Espiritualidade. Em outros estudos, eu lembro que você comentou que a Terra também está passando pelo Yom Kippur.

Então, esse é um Kippur individual e coletivo. Coletivo. Então, a purificação, a gente percebe por exemplo. Nós podemos fazer um exercício para a próxima semana, todo mundo anotar aí quais são as Impurezas da fala hoje na humanidade. Eu, às vezes, faço isso, sabe, Leonardo? Eu ligo, por exemplo, um jornal, um programa de televisão, aí eu vou no Facebook, no Twitter. No Twitter, então, é ótimo para você olhar as impurezas da fala. Aí, você começa a ver as pessoas se agredindo, se atacando, quer dizer, como que elas usam a palavra, quais são as impurezas que estão presentes hoje na manifestação de todas as pessoas, não é só dos líderes.

Não é só dos líderes. É que a boca fala do que está cheio do coração, não é? Então, as impurezas da fala. Então, fóruns espíritas, fóruns de debate espírito. Ontem, por exemplo, eu estava fazendo uma live aqui de nosso lar, no canal, às oito horas, e aí vi que as pessoas faziam comentário, tinha milhares de pessoas fazendo comentário. Aí, uma comentou um negócio que a outra falou, e a pessoa falou um palavrão, mandou ela para na live de nosso lar. A gente sente que as pessoas estão, acho que um sofrimento muito grande.

Então, está todo mundo passando por grandes momentos de inquipur e sem saber como lidar. E a gente, com o livro na mão, parece que fazendo a prova com todos os livros, com consulta, e às vezes não consultamos. Então, o momento, Eleonora, que eu quis destacar bastante aí em Isaías, o que ele fala aí? O momento da transição planetária, e agora nós estamos no auge da transição planetária. Não há dúvida disso. A pandemia, a quarentena, tudo o que está acontecendo, mostrou para a gente que agora é nós estamos caminhando para o pico.

Nós estamos caminhando para o pico da transição planetária. O momento, agora, é de ser comedido. O momento, agora, é de recolhimento, de cuidar de si, cuidar dos outros. Cuidar é o que Jesus diz. Se você estiver no telhado, não desça para buscar os preténs. Não é a hora de você descer de patamar vibratório. Não é. Fica no telhado da casa mental. Está lá no sermão profético. Está no sermão profético. Aí, o que a pessoa faz? Ela começa a se sentir angustiada, ansiosa, vai para o Twitter. Ela vai para o Twitter, ela volta uma louca.

O Twitter vale tudo. O Twitter é um vale-tudo mais violento do que o vale-tudo. Porque no vale-tudo, os lutadores, eles chegam e se abraçam. Tem uma ética, tem um fair play. Os lutadores chegam, se abraçam, aí dá soco, chute. Na hora que acaba, todo machucado, eles se abraçam, agradecem um ao outro. Tem luta, mas não tem hostilidade. No Twitter, no Twitter não tem hostilidade, tem ódio. Então, você sai com o coração cheio de ódio. Era preferível ir para o MMA. Era preferível dar um soco e chute. Você dá um soco e chute, depois abraça, tem lá o campeão, é melhor.

É importante. Estamos trazendo isso porque é bem prático. A revelação hebraica é concreta. Concreta. Ela não tem espaço para abstração. Ela é concreta. E é importante isso. Porque as pessoas, às vezes, ficam imaginando que o que vai diferenciá-las depois que elas desencarnarem são as teorias que elas têm na cabeça. Não! O que vai nos diferenciar depois que a gente desencarnar é o nosso cotidiano, é como a gente vive, são as menores coisas do dia a dia. É isso que vai separar as ovelhas dos bodes. As obras, né? É o que a gente faz, realmente.

E o que a gente sente quando faz também. Sente? A gente sabe que está. A pessoa sabe. Ela pode tentar justificar, ela pode tentar encontrar uma coisa, mas ela sabe. Por que ela sabe? Porque ela não está bem. Ela sabe que ela não está bem. Quem está no amor, quem está no equilíbrio, ele sente uma consciência tranquila. Esse é o termômetro. E, agora, a gente precisa se preocupar muito com isso. Eu não estou dizendo que a pessoa não vai deixar de exercer o bom senso, o discernimento, a avaliação, mas sem perder o equilíbrio, sem perder o equilíbrio.

E Onkipura é isso. Acho que essa é a nossa grande mensagem que vai ficar, então, para essa semana, né? A gente refletir no que a gente fala, no que a gente pensa, no que a gente sente, as nossas ações… Como a gente come? Como a gente come? Como a gente come? Você está acelerado demais? Como? Como? É o como você faz as coisas. Como? Isso é muito importante. A maneira, os modos. A maneira e os modos. Não é? Porque, quando a gente olha lá um Claríncio, um Emmanuel, as maneiras e os modos são maneiras e modos de Espíritos superiores.

Maneiras e modos de Espíritos superiores. Eu estou dizendo isso aqui porque eu também estou na luta. Mas, a gente precisa ter referência. Não é porque eu, Haroldo, não consigo fazer que eu vou perder minha referência. As referências continuam sendo. Doutor Bezerra, Emmanuel, Chico, Claríncio, essas são as minhas referências. Eu não cheguei lá ainda, mas é onde eu quero chegar. E, com a benção de Deus, eu vou chegar. Vamos todos juntos, de mãos dadas. Fraternidade cristã, né? Então, obrigada, obrigada por esse estudo, de muitas reflexões, agradecemos a todos os amigos, nem vamos falar o nome de todos, tem uma lista grande.

Obrigada a todos que nos acompanham, a todos que estão também trabalhando nesse horário, e acabam assistindo depois, nos que comentam, nos grupos e tudo, convidando o pessoal que temos o nosso grupo do Facebook, que comenta os estudos. Então, todos convidados. Obrigada! E, daqui a 15 dias, retornamos. Ah, é, porque tem… Exatamente, é verdade. A gente retoma aqui. Aí, sim, nós vamos entrar em detalhes do Yom Kippur, os elementos que compõem a solenidade. Porque, quando a gente entender esses elementos, nós vamos entender, por exemplo, a estrutura do livro de Apocalipse.

O livro de Apocalipse, ele segue a ordem da solenidade de Yom Kippur. Vai ficar claro como sol. A gente vai, meio que, entender tudo. Agora, a gente vai ter que viver, né, Haroldo? Exato. Estamos entendendo tudo. Tem até uma responsabilidade, que quanto mais entende, mais responsabilidade tem. Vamos seguir nas nossas provas. Estamos colocando todos nós aqui numa fria. A gente está compreendendo mais. Eu chegar lá e falar, mas você sabe, você conhece. Compreendendo todo Apocalipse, espírita, lendo lá a Gênesis, os sinais, né?

Exato. Do Novo Tempo. A gente está entendendo tudo. Agora, a gente tem que exercer. Eu estou transmitindo da rua hoje, pessoal. Caímos todos. O Haroldo caiu, ele deve voltar aí, para despedir de vocês. Deixa eu tirar essa máscara aqui, dá para falar. Tudo bem? Foi ótimo o estudo? Foi ótimo. Eu fiquei meio apertado, porque eu estava indo para a casa da minha irmã, para transmitir, e aí tive um probleminha no carro, parei num lugar, achei um Wi-Fi aqui, conectei e deu certo, né? Graças a Deus. As tecnologias, né? Opa!

As tecnologias, né? Que favor! Graças a Deus, né? Eu estou aqui na rua, aqui, até pertinho de onde o Haroldo morava antes. E aí, estamos aí. Se o Haroldo não voltar, a gente se despede do pessoal, né? Deve ter acontecido alguma coisa lá com a internet dele, talvez. Então, agradecer à turma toda aí. Eu vi o pessoal falando sobre transcrição, Eleonora, deixa eu também já falar com o pessoal, que nós temos, eu escrevi aqui no chat, mas nós temos um grupo, né? Que transcreve esses estudos, que quem quiser pode entrar em contato com a gente, para poder via as redes sociais, até eu deixei aí o meu e-mail para o pessoal mandar, e a Elisa, né?

Que acho que estava aí comentando bastante, parece que está chegando agora na doutrina e tudo mais, dizer para ela, para acessar lá, plataformaspetidos. tv, lá nós temos uma busca por palavras, nas legendas, que ela pode localizar muitas coisas interessantes, fora as palestras mesmo, né? Do Haroldo que tem lá, e que podem ajudar ela a ir compreendendo um pouco mais da doutrina, fora, é lógico, buscar as obras de Kardec, essas coisas, tem muito material. Então, na plataforma, ela tem todo um conjunto de materiais que ela pode acompanhar para se estruturar na doutrina, inclusive os estudos do Marcelo Shoa, que são bem dos princípios básicos, ele faz o que é o Espiritismo, e eu acho que ali ela pode encontrar muitas respostas para uma iniciação, se esse for o caso dela, me pareceu que ela tinha dúvidas sobre transição planetária, essas coisas, né?

Então, agradecer a todo mundo, hoje a gente chegou quase 200 pessoas assistindo, falar que a gente fica muito feliz de ver todo mundo aí nas manhãs de quinta, né? Hoje é quinta? Sexta. Sexta, amanhã. Amanhã de sexta, nossa, gente, eu perdi a referência. Nas manhãs de sexta. Deixar avisado também que hoje à noite no Espiritismo. tv no ar, nós vamos ter a participação do Arthur Valadares, nós vamos conversar sobre a água viva. Então fica todo mundo convidado a comparecer às 22 horas, a última live do dia. Para encerrar bem à noite, né?

Encerrar bem à noite e começar bem no final de semana. Um bom final de semana a todos. Isso aí. Um abraço, pessoal. Fique com Deus. Tchau. Legendas pela comunidade Amara.org

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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