#054 – Estudo do Velho Testamento – Livro Êxodo

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Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento à luz da Doutrina Espírita, Haroldo Dutra Dias aprofunda a análise do Livro do Êxodo, focando no simbolismo do Lugar Santo do Tabernáculo e, em particular, na Menorá.

O que é estudado neste episódio

  • Retomada do estudo do Tabernáculo: Haroldo inicia recapitulando a transição do primeiro compartimento (o pátio, simbolizando a terceira ordem de Espíritos Imperfeitos) para o Lugar Santo.
  • O Lugar Santo e a Segunda Ordem: O Lugar Santo é apresentado como o símbolo da segunda ordem de Espíritos (Espíritos Bons), caracterizada pelo amadurecimento do senso moral e o abandono da prática do mal e do confronto com a lei divina. É enfatizado que, embora não sejam Espíritos puros, não cometem mais crimes divinos e possuem bondade.
  • A Menorá (Candelabro de Sete Braços): O primeiro elemento do Lugar Santo estudado é a Menorá, um candelabro de sete braços, que não utiliza velas, mas sim azeite em pequenas candeias.
  • Simbolismo da Amendoeira: A Menorá é descrita como uma amendoeira estilizada, com folhas e flores desse tipo de árvore em seus braços e haste central. A amendoeira é apresentada como símbolo da vigilância e providência divina, da renovação, do progresso e da imortalidade da alma, por ser a primeira a florescer no inverno, anunciando a primavera.
  • A Amendoeira como Árvore da Vida: Na tradição judaica, a amendoeira é identificada como a Árvore da Vida do Jardim do Éden, simbolizando a vida que não cessa, a capacidade eterna de regeneração e a vitória sobre a morte.
  • Humildade como Força Divina: É feita uma conexão com o capítulo 24 do livro “Pensamento e Vida”, de Emmanuel, que descreve a humildade como uma força divina que reflete o trono de Deus na natureza, patrocinando o progresso e a renovação. A amendoeira é vista como um símbolo dessa humildade que aceita o mal e a dor, mas colabora e educa sem alarde.
  • A Vara de Arão: A floração da vara de Arão é mencionada como um símbolo do renovo e do Messias, o “segundo Adão” ou “homem crístico”.
  • A Velhice do Espírito: O capítulo 9 do livro “Boa Nova”, “Velhos e Moços”, é citado para ilustrar a velhice do Espírito como a meta da experiência que edifica o amor e a sabedoria, em contraste com a velhice terrena. A amendoeira florida representa a vida do Espírito puro, sempre jovem, belo e vigoroso, mas com sabedoria e amor.
  • A Menorá Acesa e os Centros de Força: A necessidade de a Menorá permanecer acesa 24 horas por dia no Tabernáculo simboliza a vigilância permanente de Deus na criação e a imortalidade da alma. É feita uma analogia com os sete centros de força (chakras) do ser humano, e a “Menorá acesa” de Espíritos de segunda ordem, como Cipriana na obra de André Luiz, que emanam luzes coloridas de seus centros de força em prece.

Reflexões

  • O Lugar Santo representa a transição para um estado de maior elevação espiritual, onde o Espírito, embora ainda não puro, já se desvencilhou da prática do mal e busca a harmonia com as leis divinas.
  • A Menorá, como símbolo da amendoeira e da Árvore da Vida, nos convida a refletir sobre a imortalidade da alma, a capacidade de renovação constante e a providência divina que vela por cada ser.
  • A verdadeira humildade é uma força divina que impulsiona o progresso e a regeneração, permitindo-nos florescer mesmo diante das adversidades, assim como a amendoeira que floresce no inverno.

Ler transcrição do episódio

Olá. Boa tarde, amigos. Boa tarde, Eleonora. Boa tarde, Júlio. Boa tarde, Haroldo. Todos muito bem-vindos ao nosso estudo de êxodo à luz da doutrina espírita. Hoje, para mim, é o primeiro comentário da Luciélia, às 13h30. Eita, é para mim também. É, Haroldo, Júlio, Eleonora, muita, muita gratidão por esse banho de luz, aprendizado e fraternidade. Nós também agradecemos, né? A nossa sexta-feira não é igual sem os estudos. Não é. Não é. Para mim, aparece aqui a Nívia, Nívia Ivo, às 14h49. É… Na semana passada, Haroldo, o pessoal ficou sem dormir, né?

O pessoal… Esse era o objetivo, né, Júlio? Esse era o objetivo. O objetivo cumprido. Eu até mandei aí agora um grupo aí, do nosso, Organização do Êxodo, mandei uma imagenzinha aí, precisava pedir pra você colocar ela, e depois, se puder, colocar aquela maravilhosa da amendoeira, né? Aham. Pra gente retomar aí nosso estudo, né? Mas, é isso. O objetivo aqui é que a gente saiba… Entrar nesse lugar santo, né, Haroldo? Exato. E o lugar santo, a gente tem que ter uma sensação da onipotência divina e da nossa pequeneza.

Né? É bonito isso? Eu vou até selecionar um outro trecho aqui. Enquanto você busca aí, Júlio… Tá. Eu vou pegar uma aqui. Nós vamos dando as boas-vindas a todos? Isso, Leonora. Maravilhoso, Leonora. Dá as boas-vindas aí, enquanto eu vou selecionando aqui. A Márcia Gomes. A Marília. Vou um pouquinho mais pra frente. A Francisca. A Francisca. O Vicky, que tá sempre conosco. Boa tarde. Boa tarde, amigos. Deixa eu dar uma rodada aqui. Viviane. Júnia. O João Caldas. Também tá sempre todos os estudos conosco. Nossa, como é bom ver todos os amigos aqui.

A Sílvia Caldeira. A Sílvia organiza toda semana o que o pessoal posta, os comentários, as matérias, as pesquisas. A gente tem um arquivo em Drive. Quem ainda não segue, acompanhe lá no Facebook, no grupo de WhatsApp. Que maravilha. A Regina, a Sônia, a Maria de Lourdes. A Simone Jospim. Deixa eu ver agora que os últimos estão dando boa tarde. Stanislaw. João Pedro Volpe. Ficamos todos chocados. O João Pedro comentando sobre os estudos da semana passada. Essa foi boa. O Júlio está mais jovem. Chegou até a elogio aí.

Olha só. A Dona Noemi. Boa tarde a todos. Pessoal, firme no boa tarde. A todo mundo aí. Na semana passada, então, nós começamos, como nós estávamos conversando, né? Após muitas semanas, falar sobre o PATH, sobre a terceira ordem. Que nós tanto habitamos esse espaço. Agora o Haroldo começou a introduzir essa conversa sobre o lugar santo. Sobre os ofícios, sobre a fidelidade. E pra isso, na semana passada, a gente conversou sobre amenorar, sobre essa iluminação. Amenorar, exatamente. Exatamente, Leonora. Então, tá aí o galho, né?

Olha aí. O ramo, né? O galho aí de arão, né? O ramo de arão. Então, vamos retomar, né, Leonora? Vamos retomar. Nós estamos agora no lugar santo. Passamos o primeiro compartimento do tabernáculo, da tenda móvel. O primeiro compartimento, as bacias de cobre, o sangue sendo derramado. Símbolo da terceira ordem dos Espíritos Imperfeitos, ainda muito vinculados aos processos materiais, ainda inexperientes no uso do livre-arbítrio ou obstinados na prática do mal. Então, essas são as características. Enquanto o Espírito permanece na terceira ordem, nós podemos dizer que ele está sempre em conflito com a lei divina.

E toda vez que ele age, decide, contrariamente à lei divina, a lei divina, em resposta, corrige o Espírito. Isso é ação e reação. Toda ação tem uma reação. Se a minha ação é de confronto à lei, a lei responde com a mesma intensidade que eu a desafiei. Faz sentido isso? Faz sentido. Nós já passamos por isso. Já estudamos isso. Agora, nós entramos no lugar santo. Então, o lugar santo simboliza no tabernáculo a segunda ordem. A segunda ordem. A segunda ordem nós temos os Espíritos bons, os bons Espíritos. O processo evolutivo, o amadurecimento do senso moral, faz com que o Espírito fique saturado do mal.

Ele não quer mais sofrer as agruras, as intempéries da expiação. Ele não quer mais isso. Ele não quer mais isso. Eu vou usar uma expressão bem forte aqui, Júlio e Eleonora e quem está nos ouvindo. Expiação é como ir para a cadeia. Expiação é como ser preso. É como ser preso. Então, esse é o processo natural? Olha para a sociedade aí. Olha para a sociedade. É uma pequena parcela que está presa, uma pequena parcela que deveria estar presa e não está. Mas, assim, se você somar a parcela que está presa e a que deveria estar presa, não pode ser cem por cento.

Correto? Porque tem muitas criaturas que, embora imperfeitas, embora com seus defeitos, com as suas dificuldades, não estão cometendo crime. Então, código penal é para quem está cometendo crime. Quem não está cometendo crime não tem código penal. Percebe, gente? Não é? Então, eu posso perguntar assim para você. Eleonora, você já foi presa, Eleonora? Você já foi algemada? Você já foi conduzida, presa, algemada, num caburão para uma audiência de custódia perante uma juíza, um juiz criminal? Já aconteceu isso com você, Eleonora?

Nessa vida, não. Graças a Deus, né? Nem vai. Percebe? Então, gente, é importante isso, porque o que acontece? A gente tem que parar com esse negócio de ficar adorando a pílula. Tem que parar com esse negócio de ficar adorando a pílula. Se você praticou mal, por exemplo, eu vou dar um exemplo aqui. Durante a Segunda Guerra Mundial, havia uma enfermeira nazista, que ela fazia o seguinte, Júlio, ela selecionou todas as mulheres judias de origem judaica que estavam grávidas, Júlio, e ela pegou todas as mulheres que estavam prestes a dar à luz.

Então, ela levou para uma enfermaria, Júlio, as mulheres que estavam entrando em trabalho de parto. E aí, o que ela fez? Ela amarrou a perna dessas mulheres, amarrou a perna, e essas mulheres ficaram com as pernas amarradas e aí morreram em trabalho de parto. Morreu a mãe e morreu o bebê. Então, esse ato é um crime perante a lei divina, é um crime. Veja, a justiça divina não destrói ninguém, mas ela não trata espírito criminoso como um espírito que está normal, vivendo, sem cometer crime. Não é? Então, vamos parar de fantasia, gente.

Sem fantasia, vamos poupar o chão. Quando nós vivemos uma expiação dolorosa, a causa dessa expiação não foi algo bom. Não foi. Não é? Não foi. Então, nós temos… Há um mecanismo na lei divina que cuida, trata, regenera aqueles que cometeram crimes perante a lei divina. Só que a diferença da lei divina é que ela não coloca ninguém em prisões. As prisões são outras. A prisão, às vezes, é um corpo. A prisão, às vezes, é uma circunstância de vida. Correto? Bom, mas nós passamos isso. Aqui no lugar santo, são espíritos puros?

Não. São espíritos que não têm imperfeição? Não. Mas são espíritos que não cometem mais crimes divinos. Quem está no lugar santo não quer mais afrontar a lei divina. Não quer. Por isso, são chamados bons espíritos. São bons. Eles têm bondade. Quem tem bondade não sente prazer em ver o outro sofrer. Quem é bom não prejudica ninguém. Até aqui, tranquilo? Tranquilo? Você acha que precisa perguntar aí se alguém está com alguma dúvida, Eleonora, sobre esse ponto? Acho que não, não é? Eu acho que está tranquilo. Esses relatos, às vezes, mexem muito com a gente, né, Arudo?

E muitos de nós, às vezes, por envolvimento até com esse passado, mas acho que a conversa é essa mesmo, uma situação de enfrentar e de encarar esse processo da lei com mais naturalidade, é tornar… Mais naturalidade. Não é difícil, são relatos muito duros. São muito duros, Júlio. São muito duros. São muito duros. E é por essa razão, Júlio, que eu não sei se nós temos estrutura psicológica, Júlio, pra sondar as profundezas do nosso passado, Júlio. É. Porque eu, por exemplo, eu falo por mim, né, a gente já conversou sobre isso, Eleonora também, se eu voltasse aí 10, 15 encarnações e me visse praticando determinados atos, eu ia ficar muito perturbado.

Eu não conseguiria aceitar que eu pratiquei aquilo. E o meu nível de julgamento, de condenação, ia ser tão grande hoje que eu iria adoecer, Júlio. Eu iria adoecer. É. Então, a providência divina nos permite esse véu sobre o passado para que a gente possa resgatar pelo amor, pelo trabalho, pela bondade, né, Júlio? A gente vai e fortalecendo também o nosso perdão, a nossa misericórdia, a nossa compaixão. Chegar lá na frente, você vai olhar e vai falar assim Nossa, mãe! Ô, meu Deus! Me perdoa, pai. Eu não sabia o que estava fazendo.

Perdoa-lhes, pai. Eles não sabem o que fazem. Tem uma mensagem do Emmanuel que se chama Se soubesse, né? Se soubesse. Se a gente soubesse detalhes, né? Quer dizer, isso aqui é uma metáfora, né? Se soubesse assim. Se você parasse, refletisse, todos os detalhes ali, você fala Não vou fazer. Não vou fazer isso. É que a gente não para pra pensar. Bom, mas nós não viemos aqui falar disso. Então, entramos no Lugar Santo e agora nós estamos examinando os elementos do Lugar Santo. E aí, a gente encontrou diante de nós o primeiro elemento do Lugar Santo.

Coloca ele aí, Júlio. Mandei pra você a foto do grupo do Exo. O candelabro. Amenorá. Que é um candelabro de sete braços. A gente enxerga. Nossa! Amenorá. Em hebraico, menorar. Olha lá os sete braços. Conseguiu aí? Consegui. Bom, com isso eu vou falando. Ele aí. Olha que bonitinho. Por que eu pedi pro Júlio colocar essa foto aí? Porque nessa foto a gente percebe as folhas da amendoeira. Você consegue baixar um pouquinho, Júlio, a imagem? Ou diminuir ela? Só pra aparecer no fundo a flor da amendoeira? Ah, espera aí. Porque, veja.

Olha ele, Leonora. Vou jogar por cima. Tarô, daqui você vai falar, vai mostrar a amendoeira. Isso. Olha a florzinha da amendoeira. Agora volta na menorá, Júlio. Olha aqui. Então eu tenho, na ponta de cada braço, uma flor de amendoeira. Em cada braço eu tenho um total de três folhas de amendoeira. E na haste central eu tenho quatro. Olha lá. Uma, duas, três, quatro. Interessante, não é? Todo mundo percebeu? Então são 22 folhinhas de amendoeira. 22, sabe? Quatro aqui. Você vai na central ali, tem. Na base do eixo central, na base, você tem uma flor de amendoeira.

Do lado direito sai um braço, do lado esquerdo sai outro braço. Depois você tem a segunda flor de amendoeira. Do lado direito sai um braço, do lado esquerdo sai um braço. A terceira flor de amendoeira. Do lado direito sai um braço, do lado esquerdo sai um braço. E a última flor de amendoeira, que é onde vai a candeia com o azeite. E isso é ficar aceso, né? Não é uma vela não, tá, gente? Porque não tinha vela, tá, gente? Era um potinho de barro que você colocava aí com azeite e acendia, né? E cada braço você tem três folhas de amendoeira, sendo que a terceira está na pontinha, que é onde vai o vazinho de barro com azeite para poder acender.

Né? Então você tem sete flores de amendoeira que vão acender. Né? Três ciclos de sete, hein? É, é isso aí. Né? A Juliana assista falando assim, não sabia, eu achava que era uma vela. Que legal, Juliana, a gente pensa mesmo, né? Mas é uma candeia com azeite. Né? Bom, pessoal, eu queria só falar uma coisinha aqui, que eu vou trazer, porque quando a gente está no lugar santo, você já começa a experimentar o contato divino. E a gente viu. Por que que o amenorar é feito de amendoeira? Porque a amendoeira, todo mundo lembra?

Todo mundo lembra. Né? É o verbo vigiar, é o símbolo da providência divina. Então, quando você está na segunda ordem, você começa a perceber com mais intensidade a vigilância divina. Mas não é vigilância no sentido de vigiar e punir apenas. É vigilância no sentido de providência divina. Inclusive, supervisão individual. Há capítulo 3 do livro A Gênese, de Kardec, lá da providência divina. Kardec vai falar da providência divina. E, lá, ele vai dizer sobre o quê? A supervisão individual. Nós temos uma supervisão individual.

A providência divina cuida individualmente de cada ser. Então, é uma vigilância permanente. Ok? A amendoeira simboliza isso. A amendoeira é um símbolo da vigilância, da providência divina. É isso. É um dos símbolos, é isso. Agora, veja, gente. Você está no lugar santo, nós temos que entender uma coisa. Capítulo 24 do livro Pensamento e Vida. E eu falei isso no nosso encontro passado. Estudo bíblico, você não pode achar que já sabe. Você não pode sair do estudo do Evangelho, do estudo bíblico, falando assim, ah, entendi toda a passagem.

Porque, aí, você não entendeu nada. A gente sempre sai do estudo do Evangelho e do estudo bíblico perplexo. Se você não saiu perplexo, faz o estudo de novo. Não foi efetivo. Por quê? Por quê? Emmanuel explica no Pensamento e Vida, capítulo 24, chamado Humildade. Olha o que Emmanuel diz. A humildade por força divina. A pessoa acha que humildade é andar de roupa rasgada. Não, humildade é força divina. Humildade é a força dos jedis, gente. Que a força esteja com você. Humildade é a força divina que reflete-se, luminosa, em todos os domínios da natureza, que expressam efetivamente o trono de Deus.

A natureza é o trono de Deus, patrocinando o progresso e a renovação. Progresso e renovação. Ou seja, tudo está regenerando, está cicatrizando, está renovando. A amendoeira não é símbolo de renovação? Nós não vimos que ela é a primeira planta que floresce quando ainda está inverno? Antes de começar a primavera, a amendoeira floresce. Ela é símbolo de renovação. Olha o Emmanuel usando aqui. E ela é símbolo de progresso. Por quê? Porque ela anuncia a nova primavera. Então, a amendoeira simboliza assim. O inverno destruiu tudo, mas eu tenho o poder de me renovar.

A minha encarnação acabou. Meu corpo foi enterrado. Eu estou no meu velório. Mas a vida não cessa. A vida prossegue. Estuante. Isso é a amendoeira. E a vida prossegue renovando. E agora eu vou aprender. Eu vou para um outro ambiente, para uma outra convivência, porque eu preciso continuar evoluindo. Então, olha o que o Emmanuel está dizendo. Capítulo 24. A humildade por força divina reflete-se luminosa em todos os domínios da natureza. Domínios que expressam o trono de Deus, patrocinando o progresso e a renovação. Então, onde é o trono de Deus?

Na natureza. Qual a mensagem que a natureza passa? Progresso e renovação. Gente, a amendoeira é símbolo de progresso e renovação. A amendoeira é símbolo de progresso e renovação. Então, vamos entender uma coisa, gente. Humildade não é desleixo. Humildade não é você ficar falando Ai, eu sou humilde. Não tem nada a ver com palavra. Não tem nada a ver com trejeito. Humildade é força divina. Aí, o Emmanuel continua. Magnificente o sol cada dia oscula a face do pântano sem reclamar contra o insulto da lama. Isso é humildade.

O sol é grandioso, mas ele beija o pântano sem reclamar. A flor, sem alarde, incensa a glória do céu. Filtrada nas perezas da rocha, a água se revela mais pura. E, em seguida às grandes calamidades, a colcha de erva cobre o campo, a fim de que o homem recomece a lida. E eu acrescentaria aqui, em seguida às grandes calamidades, floresce a amendoeira. Entender o poder desse símbolo da amendoeira? A amendoeira é a força divina da humildade que aceita o mal, aceita a dor, aceita o insulto, aceita a perseguição, aceita a ignorância e colabora, educa, contribui sem alarde.

É bonito, não é? Agora, eu acho que alguém quer comentar. O pessoal está comentando, sim, a Sandra. A amendoeira é símbolo de progresso, regeneração, recomeçar. Isso, e progresso, regeneração, recomeçar tem nome, chama-se humildade. Raquel, resignação. Força divina da humildade. Então, gente, não adianta você ficar vestindo roupa rasgada, não adianta você ficar andando com chilelo, você pôs grampo, não adianta você ficar desleixado achando ser humilde, porque isso não é humildade, não, viu? Humildade é você fazer algo por alguém, a pessoa te devolver com ingratidão, falar mal de você e você continuar ajudando.

Isso é humildade. Humildade é você ensinar a pessoa a chamar você de burro, ignorante, falar que você está errado e você continuar ensinando. Isso é humildade. Isso é humildade. E, aí, Emmanuel completa. Humildade, no fundo, é reconhecimento de nossa pequenez diante do universo. Então, se você é humilde, a força divina da humildade flui através de você. Aí, você se torna um Jedi. Olha o Pedro ali. Quando somos humildes, refletimos a força divina? Refletimos a força divina. A força divina. Por isso, gente, por isso, a amendoeira é símbolo dessa força.

E vocês lembram lá da vara de arão? Que o Moisés, vocês lembram disso, gente? Que ela floresceu, a vara de arão floresceu, ela frutificou, e, aí, aquilo é um símbolo do quê? Do renovo que viria, do broto da árvore de Jessé, o Messias. O Messias é o renovo. O primeiro Adão é o ser humano em conflito com a lei divina. O segundo Adão é o renovo. O segundo Adão é o homem crístico. É o renovo, é o ramo da amendoeira. É o broto novo. Bonito, não é? Mas, vocês estão calados hoje, hein? Bom, agora, já que todo mundo entendeu isso, nós vamos continuar, para que a gente tenha a sensação de que não entendeu nada.

Vamos lá. Ah! Vou mostrar para o pessoal aqui a candeira, depois. Ah, sim, sim. A Sandra comentou que está me enchendo de esperanças. Isso, coisa boa. Então, vamos lá, gente. Bom, agora, preparem. Agora, nós vamos entrar na turbulência, porque a Torá tem 70 faces. Você entendeu agora umas duas, três. Agora, vou trazer outras faces, porque entendeu, tem que prosseguir rumo ao desconhecido. Vamos acender a candeira, Heródoto. Isso, isso aí. Vamos lá. Então, vamos lá. A menorá é uma amendoeira estilizada, vocês concordam?

Não tem aquele tanto de flor lá? Agora, ô Júlio, coloca só o galho da amendoeira aí. Espera aí. Olha a menorá aí, Júlio. Olha os galhos aí, os braços, com as folhas. Você está vendo a menorá, Júlio? Estou vendo. Isso aí. Júlio. Isso é a menorá. Olha aí os galhinhos, olha as flores aí saindo nos galhinhos. Entenderam, gente? Que a menorá evoca o ramo da amendoeira, a árvore da amendoeira. Então, você tem que olhar para a amendoeira. Ó, desculpa. Você tem que olhar para a menorá e você tem que enxergar uma amendoeira brilhando, exalando luz.

Volta, Júlio. Espera aí. Pode voltar, que eu não estou vendo vocês. Espera aí que eu vou voltar. Então, Eleonor, a menorá é uma amendoeira estilizada e ela é uma amendoeira que emana sete luzes. Isso, que bom, Júlio. Que bom. Bom, aí ficou ótimo, assim ficou ótimo, Júlio. Ficou ótimo. Então, só ficou ruim esse fundo aí com o mapa atrás, se você conseguisse. É, claro. Aí você não consegue, né? Aí é demais, né? Mas a gente arruma isso. É, porque se o fundo todo fosse essa amendoeira, ficaria melhor. Ele não deixa com a gente dividindo.

Ah, agora sim. Ficou melhor, ficou melhor. Então, olha a luz. Até bonito, né? Porque tem uma luz no fundo dela, né? É. Essa é a menorá, gente. Ô, Júlio, por que a menorá é uma evocação, é uma imagem da amendoeira? Agora, prepare. Sabe por quê, Júlio? A amendoeira é a árvore da vida lá do Jardim do Éden. A amendoeira na tradição judarca é a árvore da vida, Júlio. Olha só. Não sabia disso, não. A vida que não cessa. A vida não cessa. E a morte é o jogo escuro das ilusões. André Luiz. É. Essa é a árvore da vida. Então, pessoal, isso deu trabalho, porque eu tive que ir com o Júlio lá no Jardim do Éden tirar essa foto da árvore da vida, editar no Photoshop e trazer pra vocês.

É, foi difícil. E olha que nós tivemos que despistar o arcanjo que tá com a espada flamejante que não queria deixar a gente entrar. Não foi, Júlio? Foi, eu despistei ela e você pegou. Foi difícil. E aí o Júlio ficou conversando com o arcanjo, falando um tanto de coisa, o arcanjo distraiu, eu entrei e foi atrás de nós tirar uma foto. É, não foi fácil. Gente, essa é a árvore da vida. Por que que ela é a árvore da vida? Porque se no inverno ela floresce, ela é símbolo da imortalidade da alma. Ela é símbolo da vida que não cessa.

Ela é símbolo, não só da imortalidade, mas, da capacidade eterna de regeneração. Porque ela seca, as folhas caem, nascem de novo. Gente, olha pra uma árvore, bem simples, não complica, não. Não fica com labirinto filosófico, não. Eu quero que você sinta com o coração. Olha pra isso aí. Essas folhas vão cair e vão nascer de novo. O que que isso é símbolo? Símbolo de renovação. Símbolo da vida que está sempre cicatrizando. Alguém te fere, e aí você cicatriza. Acontece o mal e a providência divina retira o mal, retifica tudo, e o bem volta a florescer.

Então, a vida está sempre regenerando. A vida está sempre curando. A vida está sempre cicatrizando. A vida não cessa. Por mais que a morte sonde a vida, ela sempre se renova. Só fechar a porta aqui, um segundinho, Júlio, peraí. O Vicente comentou aqui que achou que fosse uma macieira. É. A macieira é a do bem e do mal, da ciência do bem e do mal. Sem dúvida que tiraram maçã, não, mas tudo bem. Maçã no Oriente é bom, né? Eu fiquei em dúvida, Haroldo. A amendoeira é a árvore, a da vida na tradição judaica? Judaica. Não sabia também.

A árvore da vida? A árvore da vida é o quê? É uma amendoeira. É por isso, Eleonora, que está lá em Eclesiastes. Você lembra lá em Eclesiastes, quando está falando do fim da vida, da velhice, Eclesiastes 12, que nós lemos, e aí menciona a amendoeira? Quando você está no momento da sua desencarnação, tem uma amendoeira florindo, por quê? É o símbolo de que o seu Espírito Eterno está tomando posse da vida espiritual. Maravilha! É a vida se renovando. Então, para quem está olhando, está vendo um corpo que vai morrer, uma respiração que vai cessar, um corpo que agora vai degenerar.

Mas, para quem está olhando com os olhos espirituais, está vendo a amendoeira florescer. É a árvore da vida, da vida eterna. A árvore da vida é uma amendoeira. Então, gente, a árvore da vida, ela simboliza o cosmos inteiro, a natureza inteira é uma amendoeira, o cosmos, o universo é uma amendoeira. Por quê? Porque ele está sempre renovando. Porque o universo está sempre se regenerando. Porque o universo está sempre progredindo. Então, a amendoeira é o trono de Deus. O Emmanuel não falou lá no capítulo 24 que a natureza é o trono de Deus?

A natureza é uma amendoeira. O cosmos é uma amendoeira que está sempre progredindo, sempre se renovando, sempre se regenerando. É a árvore da vida. Por quê? Porque ela vence a morte. Podemos ir? Eu estou só começando. A Sandra fez uma pergunta e é mais ou menos a minha também. Por que esse símbolo está no lugar santo? Teremos maior noção sobre essa vida eterna? Está no lugar santo? Que bom, não é? Por quê? O lugar santo é símbolo da segunda ordem dos Espíritos. Na segunda ordem, quais são os caracteres gerais da segunda ordem?

Predomínio do Espírito sobre a matéria. Essa é a característica dos Espíritos da segunda ordem. Eles vivem uma vida mais espiritual do que material. Eles estão mais para a amendoeira. Perceberam? Esse é o primeiro símbolo. Esse é o primeiro. Tem outros símbolos lá no lugar santo. Mas, esse é o primeiro. Então, quando você entra na segunda ordem, você começa a sentir a providência divina. Você começa a sentir que a providência divina é eterna, vigilante. Você começa a perceber que você nunca esteve sozinho. Essa sensação de solidão, essa sensação de abandono é típico de Espírito imperfeito.

Espírito da segunda ordem não tem mais isso, porque ele já está mais sensível, ele já começa a perceber a presença divina. É por isso que, no lugar santo, você tinha o revezamento de sacerdotes, eles faziam plantão 24 horas. Por quê? A menorá não podia apagar. Ela tinha que ficar acesa 24 horas por dia. Aí, tinha que trocar o azeite. Não pode apagar. Por que não pode apagar? É isso. O incenso não pode deixar de queimar e os pães têm que ser sempre renovados. Entenderam agora qual é o símbolo do lugar santo, gente? Imortalidade da alma.

O lugar santo é símbolo de renovação. Por isso que você tinha turnos, tinha os turnos sacerdotais. 24 horas, 24 horas tinha gente trabalhando, trocando os pães, trocando os incensos, colocando azeite na menorá, por que não pode apagar a menorá, o incenso não pode deixar de queimar e os pães não podem murchar a água apodrecer. É a renovação. Bonito, né? Bom… Tem uma vez também com a conservação, né Arudo? A lei de conservação também, né? Porque você tem que cuidar para aquilo, né? É isso. Vigilância também. Esse cuidado, Júlio, é o símbolo da vigilância, porque Deus, Deus está trocando os pães, o incenso e o azeite da menorá 24 horas por dia.

Deus está vigilante na criação dele, ele não dorme, Júlio. Deus não dorme. A vigilância dele é permanente. A providência dele é permanente. Está vendo tudo, o tempo todo, eternamente. Aí, a cabecinha da gente sai até a fumaça, né? É, porque a gente fica pensando que se é assim, é… Não dá para pensar que tem velhinha apagada, né? Da parte de Deus, não, né? Ele está sempre ali incendiando, né? Tocando… Ele está sempre acendendo, ele está sempre fazendo esse trabalho, né? Sempre acendendo. Corrigindo rotas, né? Sempre acendendo.

Bom, agora deixa eu trazer uma coisinha. Eu vou só mostrar que isso vai ficar para a semana que vem. Nós falamos que a amendoeira é a árvore da vida. Então, agora, a gente vai lá para o livro Boa Nova, capítulo 9, chamado Velhos e Moços. Olha a mediunidade de Francisco Cândido Xavier. Olha isso. Simão… Simão Pedro procurou Jesus porque ele estava se sentindo velho. E ele estava incomodado com João Evangelista, com os outros apóstolos que eram jovens. Você falou, poxa vida, eu estou perdido. A turma aí está no pique, eu já estou mais velho.

É o Simão Pedro mesmo, Arudo? Ou é o outro Simão? Simão Pedro. Simão Pedro. Simão Pedro, chefe de família, encarcerado nos seus pequeninos deveres. Aí, Jesus disse para ele, Simão, disse o mestre com desvelado carinho, poderíamos acaso perguntar a idade de nosso pai? Quem é o mais velho? Quem é o mais velho? Gente, quem é o mais velho da criação? Deus. E se fôssemos contar o tempo? Agora, olha o que Jesus está dizendo. Dá para perguntar a idade de Deus? Não dá. E se fôssemos contar o tempo na ampulheta das inquietações humanas, quem seria o mais velho de todos nós?

Porque, para Deus, não tem tempo. Mas, se você fosse contar o tempo, Deus seria o mais velho. Agora, olha isso aqui, gente. A vida, na sua expressão terrestre, é como uma árvore grandiosa. A vida, na sua expressão terrestre, é como uma árvore grandiosa. A infância é a sua ramagem verdejante. A mocidade se constitui de suas flores perfumadas e formosas. A velhice é o fruto da experiência e da sabedoria. Há ramagens que morrem depois do primeiro beijo do sol e flores que caem ao primeiro sopro da primavera. O fruto, porém, é sempre uma benção do Todo-Poderoso.

A ramagem é uma esperança. A flor, uma promessa. O fruto é realização. Só ele, o fruto, contém o doce mistério da vida, cuja fonte se perde no infinito da divindade. Ao passo que o discípulo lhe meditava os conceitos com sincera admiração, Jesus prosseguia esclarecendo. Esta imagem, esta imagem, coloca a imagem aí, Júlio, espera aí, coloca a imagem, esta imagem espera aí eita é que eu estava botando em outra coisa esta imagem pode ser também a imagem da vida do Espírito na sua radiosa eternidade apenas com a diferença de que aí as ramagens e as flores não morrem nunca marchando sempre para o fruto da edificação.

Em face da grandeza espiritual da vida, a existência humana é uma hora de aprendizado no caminho infinito do tempo. Esta hora minúscula encerra o que existe no todo. Cada hora nossa contém a eternidade. É o fractal. É por isso que aí vemos, por vezes, jovens que falam de uma experiência milenária e velhos sem reflexão e sem esperança. Aí, o Simão Pedro perguntou, então, senhor, de qualquer modo, a velhice é a meta do Espírito? A velhice é a meta do Espírito? Olha que Jesus vai responder. Perguntou o discípulo emocionado, não a velhice enferma e amargurada que se conhece na terra, mas a velhice da experiência que edifica o amor e a sabedoria.

Ainda aqui, devemos recordar o símbolo da árvore para reconhecer que o fruto perfeito é a frescura da ramagem e a beleza da flor, encerrando o conteúdo divino do mel e da semente. Então, contemplem, gente, a árvore da vida. Está aí na frente de vocês a amendoeira, porque ela é o símbolo de uma outra espécie de velhice, que é a velhice do Espírito, que não tem nada a ver com decretude, com enfermidade, com nada disso, porque é quando você se torna Espírito puro, aí você é um Espírito experiente, sábio, velho no aprendizado, vivido, experimentado.

Você não é mais aquele adolescentezinho rebelde brigando com a lei divina. Não a velhice enferma e amargurada que se conhece na Terra, mas a velhice da experiência que edifica o amor e a sabedoria, ainda que devemos recordar o símbolo da árvore, da árvore da vida, a árvore da vida. Então, a árvore da vida, gente, simboliza isso também. O fruto perfeito é a frescura da ramagem e a beleza da flor. A vida do Espírito puro é uma mendoeira eternamente florida, eternamente bela. O Espírito puro é isso aí, é esse galho aí, sempre florido, sempre perfumado, sempre viscoso, sempre em flor.

Gostaram? Muito bom. Velhíssimo, até o Tales fez uma possível face. Ramagens terceira ordem, flores segunda ordem e fruto primeira ordem. Isso aí, isso aí, isso aí. Gostaram? Nossa. Por hoje é só. Por hoje é só, né? Que coisa linda, né, gente? Não, é tudo isso, né? Não é? Então, na segunda ordem, na segunda ordem você dá uma olhadinha para trás, mas você também já começa a olhar para o Santo dos Santos. E, a menorar o candelabro é, na verdade, uma imagem da árvore da vida, que é a mendoeira, a mendoeira que está florida no inverno.

Entenderam a simbologia, gente? Porque o Espírito puro está sempre jovem, belo, em vigor, só que ele adquiriu a sabedoria e o amor, ele agora é experiente. Gente, o Espírito puro, meu Deus, gente, o Espírito puro, vou falar uma coisa para vocês. A gente, é o seguinte, toda vez que a gente vê um Espírito bom, a gente acha que é puro. Calma, gente! Com calma! Espírito puro é um negócio assombroso, assombroso, assombroso, porque a sabedoria e o amor deles é um negócio, assim, impressionante. Eles são as virtudes dos céus.

As virtudes dos céus são as amendoeiras da eternidade. É isso. A gente, a gente, numa reunião de pintura mediúnica, uma pintura chamada de Janiraro, agora você falou e estamos falando disso aqui, e a Leonora vai lembrar, e a gente não fez essa ligação, mas ela desenhou, era após a crucificação de Jesus, e as chacas eram flores, Arouca. E as flores, se não me engano, que ela desenhou, são da amendoeira. Olha, que incrível! Todas eram flores. Então, você vê, assim, o galho florido, né, Arouca? O galho florido. Claro, o galho florido.

E Jesus é colocado no madeiro, no galho seco, né? Do galho seco, ele é enxertado no galho seco. A imagem é linda, né? E florindo, está certo? E florindo, né? Nem o Arouca falou. Uma menorai em flor, né? É uma… É uma pintura muito simbólica, assim, para nós, e agora você falando esse conhecimento, né? Eu estou me lembrando das flores, eram flores parecidas com essa da amendoeira. São flores. Você imagina, Júlio, tem uma passagem na obra de André Luiz que é da Cipriana. Vocês lembram disso? Da Cipriana, quando ela vai fazer aquele atendimento, né?

Do filho adotivo que matou o pai, né? Olha, a Cipriana é um espírito de segunda ordem, né, gente? Espírito de segunda ordem. Então, o Clarence, o Júlio, ele fala só, agora, aqui não dá pra gente, André. Eu pude ajudar até aqui porque nós temos o intelecto, nós temos… Mas agora a gente precisa de alguém que tenha a força do amor. E aí vem a Cipriana. Tem uma hora lá, Júlio, que a Cipriana entra em prece. Quando ela entra em prece, ela vira um arco-íris. Porque todos os centros de força dela, olha os vazios da menora.

Entendeu? Entendeu? Os centros de força. Todos os centros de força dela começam a emitir cada uma luz numa cor. Quer dizer, uma luz não, um espectro de luz. A menora acendeu. Aí o André Luiz, Júlio… O André Luiz fica assim, ó… Aí, sabe o que o Clarence diz pra ele? Depois a gente vai pegar esse texto aqui pra gente ler semana que vem, tá? O Clarence diz assim, mais ou menos, eu vou traduzir aqui, né. O Clarence fala assim, meu filho, você só é capaz de ver as cores, mas quem está no nível dela, essas emanações de luz, você captaria o significado, a emoção, o sentimento, porque essas luzes estão comunicando algo, só que a gente não tem evolução pra perceber, meu filho.

Então, se fosse alguém no nível da Cipriana, você, a hora que ela acendesse a menora dela, Júlio, você ia sentir as emoções da Cipriana, você ia sentir o que ela está falando, você ia sentir, você ia ter uma experiência, um êxtase, porque aquilo ali não é só emanação de luz, aquilo é comunicação espiritual. Os sete chakras acendem, a menorar, Júlio. A Cipriana… Nós vamos ler semana que vem, a gente pega o texto, né? Esse é ótimo. E nós vamos ver uma menorar acensa. Agora, menorar de espírito de segunda ordem. Agora, cês imaginam uma menorar de espírito puro.

Aí ofusca. Aí ofusca. Foi a menorar que Paulo viu na porta da Damasca? Foi. Foi. Ele achou que brilhava mais que o sol. Seguro. Aquela menorar acesa brilhava mais que o sol. Cada haste era um soro. E é uma coisa, eu não gosto de ficar falando isso, né, Júlio? Não gosto de ficar… Não gosto porque, assim, a gente fica discutindo sexo dos anjos, né? Então, eu não gosto disso. Sou bem pé no chão, acho que espírito imperfeito tem que saber seu lugar. Espírito imperfeito não tem que ficar enxerido, querendo saber como é que os espíritos puros vivem, como é que é.

Mas, assim, uma coisa é certa, Júlio. O Cristo, se ele ficar no tamanho natural dele, ele é do tamanho da Terra. O tamanho natural dele é o tamanho da Terra, Júlio. Essa é a altura normal dele. Sim. Mas vamos entrar nisso, não. Garoto, só porque eu comentei, eu achei a imagem aqui rapidamente. As flores não são brancas, mas olha que interessante isso aqui. Deixa eu compartilhar aqui com vocês. Olha só isso aqui. Simbolicamente, tá, gente? Olha só. Olha! É uma menorar acesa, né? Quantas flores tem aí, Haroldo? Sete.

É por coincidência, né? Viu? Bonito, né? São coisas… Como é que vai fechando, né, Haroldo, a compreensão a respeito do tema? Vai fechando, vai fechando. Vai juntando todas as experiências que você vai vivendo? Vai juntando. O Hélio tá lembrando também. Tem outra passagem, viu, Hélio? Da irmã Clara no Entre a Terra e o Céu. É outra passagem. É outro espírito feminino, também, como a Cipriana, que também emite a luz. São dois casos, né? Tem a irmã Clara e a irmã Cipriana. São dois casos. É uma transfiguração. Isso aí.

Maravilhoso. Então, semana que vem. Essa é a menorar, gente. Agora, o difícil é acendê-la. O difícil é acender essa menorar. Porque acender os sete vazios. Porque às vezes a gente acende o mental, né? Às vezes a nossa menorar tá com o mental aceso. Tem uma luzinha assim, né? Parece um vagalume assim, né? Acende, apaga, acende. Aquela luzinha. Mas, aí, a partezinha do coronário, do cardíaco, né? Do sentimento tá fraquinha, né? Tá com uma luz escura. Aí, às vezes, aqui tá, mas o chácaro genésico da sexualidade tá ruim, né?

Tá com aquela luz negra, aquela luz horrível, opaca, né? Então, o difícil é acender os sete vazios, né? E eles brilharem igual, né? Nós vamos ler isso semana que vem. O Clarécio fala assim, a irmã Cipriana já equilibrou os sete centros de força da alma. Nossa! Acendeu os sete vazios da menorar. Mas é pra lá que nós estamos indo, que bom. Vamos acendendo devagarinho. O pessoal tá perguntando, nós temos isso, né? Maria das Graças tem, você tem a menorar aí, Maria das Graças. Maria das Graças, você tem a menorar, você tem o azeite e tem o fogo divino.

Você só não acendeu ainda. E nós estamos falando aqui, Maria das Graças, pra aprender a acender essa danada da menorar, viu? Não é fácil, não. Não é fácil, não. Porque, às vezes, a faísca pra acender, elas são as grandes dores, Maria das Graças. Às vezes, a faísca que vai acender sua menorar são as grandes dores da alma. Essas são poderosas, né, Haroldo? Nossa! Essas são poderosas. Meu Deus! Eu lembrei do hermano, né? Falando assim, né? Nós temos tudo isso, né? Só tá faltando a vontade, né? Só tá faltando. O esforço é mínimo.

Ô, gente, ó. Muito bom. Tô adorando. Ótimo final de semana. Gostaram? Maravilha mesmo, adoramos. Ah, Haroldo. Vai lá e aqui, eu vou falar em público, porque senão a The Yield, né? Que faz a transcrição pra gente, né, Leonor? Por favor. Ah, sim, ela perguntou o nome do livro da semana passada, mas… É, e depois você me manda o nome do autor do livro da Torá lá. Ah, tá. Tira uma capa aí, acho estranho pra mim. Eu vou mandar a capinha pra você, é melhor, né? É o Ginsberg. Isso. Nós ficamos na mesma, o Ginsberg. Não sabe escrever estranho, não?

Não, eu vou mandar aqui, né? É melhor. Vou mandar, é melhor. Ela falou pra me falar em público, ao vivo, aqui no ar. Então eu tenho que obedecer. Amigos, uma ótima semana. Uma ótima semana pra todos, né? Beijo, beijo. Fica com Deus, gente. Com Deus pra todos. E vamos acender essa menorada. Vamos acender essa menorada. Vamos.

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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