#055 – Estudo do Velho Testamento – Livro Êxodo

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Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda a simbologia da Árvore da Vida, explorando sua conexão com a menorá e a evolução espiritual. O estudo, que parte do Livro do Êxodo, é enriquecido pela perspectiva espírita, revelando camadas de significado que transcendem a interpretação literal.

O que é estudado neste episódio

  • A Árvore da Vida e seus símbolos: Haroldo Dutra Dias inicia o estudo retomando a discussão sobre a amendoeira como “árvore da vida”, um símbolo complexo e multifacetado. Ele convida a uma imersão na perspectiva da vida cotidiana dos povos antigos, pastores e agricultores, para compreender a profundidade dos símbolos bíblicos.
  • Características da árvore e paralelos com a criação: São destacadas três características principais da árvore:
    • Origem na semente: A semente minúscula que contém a plenitude da árvore, comparada ao zigoto humano e ao Big Bang, simbolizando que o início não revela o fim, mas a potencialidade.
    • Processo evolutivo: A árvore passa por fases de germinação, crescimento, frutificação e encerramento do ciclo, representando um processo contínuo de evolução.
    • Regeneração: A capacidade de brotar e renovar-se após a poda, simbolizando a força inesgotável da vida.
  • A Árvore da Vida como símbolo do cosmos e do Espírito Imortal: A Árvore da Vida é interpretada como um símbolo do cosmos, da vida eterna e da regeneração incessante. Haroldo Dutra Dias propõe que o Espírito criado por Deus também é uma “árvore da vida”, imortal e em constante renovação.
  • Salmo 1 e a árvore frutífera: O Salmo 1 é analisado, comparando o ser humano bem-aventurado a uma árvore plantada junto a riachos, que dá fruto no tempo devido e cujas folhas nunca murcham. Isso simboliza o Espírito imortal que se nutre da fonte divina, sempre se aprimorando.
  • Provérbios 3:18 e os frutos da Árvore da Vida: O versículo “Ela é a árvore da vida para os que a colhem, e felizes são os que a retêm” é estudado, revelando a sabedoria e o amor como os frutos essenciais da Árvore da Vida.
  • A menorá e os centros de força (chakras): A menorá, o candelabro de sete braços, é apresentada como um símbolo da Árvore da Vida e dos sete centros de força (chakras) do ser humano. Cada braço da menorá representa um centro de força, e a luz que a acende simboliza a energia divina que nos nutre.
  • Leituras de André Luiz (No Mundo Maior e Entre a Terra e o Céu): O estudo é enriquecido com passagens de André Luiz, psicografadas por Chico Xavier:
    • No Mundo Maior (Capítulo 5 – O Poder do Amor): A descrição da irmã Cipriana sendo envolvida por uma luz suave que a transfigura, simbolizando a menorá sendo acesa pela luz divina.
    • Entre a Terra e o Céu (Capítulo 23 – Apelo Maternal): A descrição detalhada da irmã Clara, que irradia luz e cores vibrantes, representando o equilíbrio total dos sete centros de força. Clarêncio explica que as irradiações de luz e cor da irmã Clara são “música e linguagem, sabedoria e amor do pensamento a expressar-se maravilhoso e vivo, árvore da vida”.
  • A comunicação dos Espíritos Superiores: A partir da descrição da irmã Clara, Haroldo Dutra Dias explica que os Espíritos Superiores se comunicam emitindo luz, e não por palavras, e que a sintonia espiritual perfeita é alcançada pela afinidade completa.
  • A menorá como o próprio ser: O estudo conclui que a menorá não é um objeto de culto externo, mas um símbolo do próprio ser, um convite a acender e equilibrar as sete potências da alma.
  • Assembleia de Luz de Emmanuel: O prefácio do livro “Assembleia de Luz” de Emmanuel é citado, descrevendo poetas no plano espiritual que, ao lerem suas poesias, emitem luzes coloridas que preenchem o ambiente, demonstrando a conexão entre a expressão artística, a emoção e o acendimento dos centros de força.

Reflexões

  • A Árvore da Vida é um símbolo multifacetado que representa a criação divina, a vida eterna e o próprio Espírito imortal em constante evolução e regeneração.
  • A menorá, com seus sete braços, simboliza os sete centros de força (chakras) do ser humano, e seu acendimento representa o equilíbrio e a plenitude espiritual, manifestando sabedoria e amor.
  • Os Espíritos Superiores, como a irmã Clara, demonstram a capacidade de irradiar luz e cores, que são linguagem e expressão de sua sabedoria e amor, evidenciando a comunicação por meio da afinidade e do equilíbrio dos centros de força.

Ler transcrição do episódio

Estamos, estamos, estamos ao vivo, Aronaldo. Olá, Julio. Boa tarde. Tudo bom? Tudo bem, graças a Deus. Pessoal, boa tarde para todos. A nossa querida Eleonora está viajando hoje, ela está acompanhando aí a filha para uma viagem no exterior. A filha vai fazer um intercâmbio, seus pais resolveram ir juntos, né, Julio? Isso aí, aproveitando as férias também, né, de Julio aí. Então ela vai pedir uma licença aí de 30 dias, né, Julio? É, nós vamos ter que conversar sobre isso com ela depois, né, Aronaldo? Eu vou te falar um negócio, né?

Ela que tá na internet lá, não vai entrar de vez em quando. Exato, exato. Mas está tudo bem com ela, viu, gente? Está tudo tranquilo. Está sim. O motivo é dos melhores possíveis. Não tem nenhuma tristeza mais, só alegria. É, só alegria, só alegria. Só alegria. Foi por ela, pela Marina, né, que está indo lá fazer sua primeira experiência fora do Brasil, o Tito e o Dud, né? Então, assim, estou sendo muito por eles, né, Ti? Fiquei muito feliz. Mas vamos aqui no nosso êxodo, né? Exato, cada um do seu êxodo, né? Vamos dar uns boa tarde aqui, né?

Vamos, gente. Vamos ver quem aparece pra mim aqui. Primeira pessoa que entrou. A Clé Mara, que aparece pra mim às 15h36. Talvez tenha gente que entrou antes. A Dodora, a Dálvula, a Ângela, Maria, Matilde Ramos, Adriana Lima, a Valquíria Vinhas, Silvia Caldeira, Olário, nossa, Strasburguer, Ruth Alves, Iselene, Arruda, Estela Mendes, Marília Candeu, Marisa Calvi, Ione Caldas, Nina Tebaldi, Márcia Gil, Júlia Brito, Elba Venancio, Estela Mendes. E vem aí, gente. Sandra Morine. Olha quem tá aqui, Rodó. A Tamires, que a gente vai…

Ah, a Tamires! A Tamires tá aí, né? É. Puta, Tamires, eu vou entrar em contato com você sobre aquilo que você mandou. Fiquei muito interessado, viu? Nessa pesquisa aí. Eu queria trocar umas ideias com você. Vou mandar uma mensagem. É, isso aí. Obrigado, Tamires. Obrigado. André Luiz Wagner, Sandra Mara, vamos ver aqui mais pra baixo, Rosemary Arruda, que tá com a gente no Matheus 24, Viviane Lopes, Stanislaw Júnior, Simone Soares. Eita! Quem tá chegando por último? Vamos ver. Avanil Dalbino, a última que nos deu aqui.

Boa tarde. Opa, parou, sumiu a câmera. É… Aí, vamos chegando. Eu! Viviane Lopes falou. E, Viviane? Muito bom, gente. João Pedro Volpe. Muito bom. Valdir. Vamos falar o nome dos homens que estão aqui, porque a gente só fala as meninas. Então tá aí, pessoal. Arô, fiz uma pesquisa no chat, no YouTube, perguntando… Peraí que eu tenho que dar uma pausa aqui. Perguntando quem tava em dia com o êxodo, quem tava atrasado e quem tava começando, né? 71% das pessoas estão em dia, 24% estão atrasados, um pouquinho, e 6% estão começando agora o estudo.

Tá fechado o seu áudio? Ah, pronto. Nossa, que coisa boa. Então, o pessoal tá precisando fazer uma maratona aí, né? 24% tem que fazer maratona. 30%, né? Os 6% que tão começando agora, tão começando agora e tal, e aí bacana. Sejam muito bem-vindos, né, pessoal, que tá chegando aí. Esse estudo é um estudo muito dinâmico, muito leve também, um estudo muito gostoso, né, do êxodo à luz da doutrina espírita. O Arô vai alinhavando aí o Antigo Testamento, Novo Testamento, doutrina espírita, né, Arô? Isso. Então, muito legal.

Vocês que tão chegando aí pela primeira vez, chegando agora, vocês acessam todos os episódios no espiritismo. tv, vocês podem fazer buscas lá pelas legendas, tem muita coisa bacana lá no espiritismo.tv. E o pessoal que tá atrasado aí, botar em dia, né? Mas é isso, Arô. Semana passada, pô, tem duas semanas que estão num ritmo… Hoje a gente vai tratar de um grande símbolo, né? Porque o que falamos que é menorar, é uma estilização da amendoeira, falamos muito sobre isso, e Eu acho que no último, na nossa última live, nosso último encontro, a gente falou, então, que a amendoeira é a árvore da vida.

E aí isso ficou em suspenso, porque a gente terminou, nesse momento, da árvore da vida. E agora a gente precisa entender essa história de árvore da vida. Ah, então vamos lá. Essa história da árvore da vida. E Como todos os símbolos hebraicos, nunca é uma coisa só. É pelo menos uma dúzia de coisas, né? Então, é sempre bom, né, Júlio, quem está nos acompanhando, gente, toda vez que a gente for interpretar a Bíblia, é sempre bom você voltar para uma perspectiva… Então, você vai se imaginar sentado ali numa numa montanhazinha, em Israel, olhando poucas árvores, a Oliveira, a Figueira, árvores, caminho, montanhas, o lado de Genezaré, o Rio, aquele ambiente desse povo pastor e agricultor.

É esse o ambiente que nós precisamos voltar. Porque o maior problema é quando a gente começa a se perder em questões intelectuais muito artificiais que não têm conexão com a vida de quem escreveu a Bíblia. Porque quem escreveu a Bíblia estava contemplando, estava tentando entender a natureza, mas usando como elemento de comparação a vida cotidiana. Então, Jesus, por exemplo, que quer falar de coisas celestiais, o reino de Deus, coisas que estão muito acima da nossa compreensão, mas ele comparava com aquilo que estava diante dos nossos olhos.

É uma sementeira, é uma semeadura, coisas simples. Então, é importante agora, vamos tentar olhar para a árvore. O que é uma árvore? Vamos tentar entender uma árvore. O que nos chama a atenção em uma árvore? Primeiro, que ela surge de uma semente, uma semente minúscula. Jesus, inclusive, tem parábolas falando da semente de mostarda que se transforma em uma grande árvore, comparando isso ao reino de Deus. Então, a primeira característica de uma árvore é que ela mora em uma semente. Você olhando para a semente, você vê a árvore?

Não! Você não vê a árvore. Você olha para a semente, você não vê a árvore. Essa é uma primeira característica. Então, quem está anotando aí, escreve isso. Tudo que é da criação divina, quando está no início, você não enxerga o fim. O fim, que eu digo, é a plenitude, a finalidade. Então, quando que uma árvore de uma laranjeira atinge a sua finalidade? Quando ela se torna um pé de laranja cheio de laranja, ok? Então, não é fim de término apenas. Não é só isso. Fim de finalidade. O seu rosto está cortado, Júlio? Sim. Então, a semente, você olha para a semente, você não vê, mas está tudo ali.

Você olha para a célula ovo de qualquer espécie biológica, especialmente da espécie humana, o zigoto, é uma célula. E aquela célula vai originar 300 trilhões de células, que é um corpo humano, completo, adulto. Mas começou em uma célula ovo. Segundo a cosmologia, o nosso universo conhecido começou em um Big Bang que era muito menor do que uma semente. Muito menor do que uma semente. E aquilo sofreu uma expansão gigante de muita energia, porque era muito denso. A mesma ideia de uma semente. Olha que coisa! Olha os paralelos.

Então, a primeira característica é essa. Segunda característica. Há um processo evolutivo A árvore não começa a árvore frutiva. Ela começa a semente. Ela passa pela fixação de raiz, germinação, fluorescência, frutificação. E aí, ela dá frutos até que ela encerra o seu ciclo. Então, há um processo. Veja. Eu estou falando de árvore. Estou falando de árvore. Oi, Júlio. Travou um pouquinho, não é? Júlio? Você está sem áudio. É, travou. Acho que foi a sua internet aí, não é? Foi. Não sei, agora… O pessoal tem que falar.

O pessoal está falando. Voltou, travou. Isso mesmo, travou a sua… Que bom. Pessoal, parece que uma quedazinha. Então, o terceiro aspecto da árvore. Quando a gente corta, quando você poda uma árvore, o que acontece com ela? Ela regenera. Ela brota novamente. Há um renovo. Esse é um aspecto extraordinário. O aspecto da regeneração, essa força renovadora, essa força regeneradora. Aqui nós já temos três grandes elementos. Então, gente, então, a árvore da vida que está lá no capítulo 3 de Gênesis, a árvore da vida, ela, no primeiro plano, ela simboliza o cosmos, o universo.

Porque o universo também começa com uma sementezinha, ele se expande, ele está sempre regenerando-se, renovando-se, ele dá o seu ciclo, solta uma outra semente e começa um novo ciclo. Então, esse ciclo é eterno. Então, nós até poderíamos dizer que a árvore da vida é a árvore da vida eterna. Então, é um cosmos que está vivo e que está se regenerando incessantemente. Por quê? Porque a vida é inesgotável. André Luiz diz assim, a vida não cessa. Olha isso. Esse é um grande símbolo, símbolo da criação divina. Tem tudo a ver com o ciclo da árvore.

Então, isso é que é importante a gente sentir aqui. Isso é que é importante. Agora, quando eu falo criação divina, eu penso em sóis, eu penso em planetas, eu penso em galáxias, eu penso em elementos químicos e eu penso em seres vivos. E eu penso em um desses seres vivos, em especial, que é o ser humano. Ou o ser inteligente. Não precisa ser humano aqui da Terra. O ser inteligente. O ser inteligente. Será que nós poderíamos dizer que o Espírito criado por Deus é uma árvore da vida? Eu acho que pode. Não é? Não é? Vamos ver se pode.

Então, vamos lá pro salmo número um. Salmo número um diz assim, Feliz o ser humano que não se dirija ao conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores e não se assenta na roda dos zombadores. Isso aqui é o que a gente chama de progressão do mal. Primeiro, você começa a procurar o mal, a ouvir o mal, a se relacionar com o mal. Depois, você se detém, você se acomoda no mal e o próximo passo é você começar a zombar do bem. Não é? Aí, ele diz assim, ao contrário. Então, ele não faz isso. O homem, o ser humano bem-aventurado, porque essa palavrinha aqui, gente, feliz o ser humano, é Aschrei, Adão.

É o ser humano bem-aventurado. Lá das bem-aventuradas, bem-aventurado. É daqui que Jesus tirou. Então, o bem-aventurado, pelo contrário, seu prazer está na lei do Senhor e medita na sua lei dia e noite. Ele, esse ser humano, é como árvore plantada junto a riachos, dá seu fruto no tempo devido e suas folhas nunca murcham. Tudo o que ele faz é bem-sucedido. Isso aqui é o símbolo da eternidade. Então, o Espírito criado, o Espírito criado é eterno, é imortal, né? Eterno não, imortal. É imortal. Então, a vida dele não cessa.

Então, ele tá sempre se renovando. Ele tá sempre se regenerando. Ele tá sempre se aprimorando. E se ele tiver perto do riacho, se ele tiver se nutrindo adequadamente, aí ele se torna uma árvore frutiva. Lembra lá de Jesus? Dos galhos secos, da videira verde, dos galhos secos, serão arrancados e os galhos secam. É essa ideia de uma árvore que não tá conectada com a fonte. Então, nós, Espíritos, se não tivermos conectados com a fonte, a gente começa a deteriorar. A deteriorar. Quando eu me reconecto com a fonte, eu começo a me regenerar.

Então, a árvore da vida é o símbolo do espírito imortal. É o símbolo da vida sem morte. Então, veja, esse candelabro no lugar santo é uma seta apontando agora pra imortalidade. Eu estou saindo daquele sistema de evolução puramente biológico. Eu estou saindo daquele sistema de vida em que eu estou apenas preocupado em atender necessidades fisiológicas e agora eu já começo a me preocupar com os aspectos espirituais da existência. Com a nutrição espiritual. Com o crescimento espiritual. Com a interação espiritual. Com a espiritualidade interior.

Isso é o lugar santo. Porque quando eu entrar no Santíssimo, aí é espírito puro. Ou puro espírito. Puro espírito é só espírito. Perceberam? É o puro espírito. Ele vive na plenitude de sua condição de espírito. Esse é o puro. É? É? Exatamente, Elaine está falando. Exatamente, Elaine. Essa conexão com a fonte é a espiritualidade. A pessoa que tem espiritualidade intrínseca é alguém que está conectada com a fonte. Essa fonte é Deus, primariamente falando, e secundariamente falando. O universo, a natureza, meu corpo, o ambiente, eu estou conectado, eu estou integrado.

Não é? Perceberam? Então, é isso, né, Júlio? Então, o ser humano, também o ser humano, ele é flor e fruto. Em processo permanente de renovação. Nós damos flor e fruto. Se o fruto é mau, ele é reciclado. Se ele é bom, se transforma em algo que a vida se encarrega de multiplicar. Se for mau, a vida se encarrega de corrigir, de retificar. Então, ou a vida homologa ou ela retifica. É como se fosse um controle de qualidade. Não é? Então, gente, essa ideia da árvore da vida é muito importante. Nós temos lá o provérbio 3,18.

Vou pegar aqui, o provérbio 3,18. Deixa eu pegar aqui. Provérbio 3,18. Vamos ler. Vamos ver se dá pra ler. Esse 3,18 é uma bem-aventurança. Começa lá no 13. Bem-aventurado o homem que encontrou a sabedoria, que alcançou o entendimento. E aí o 18 diz assim. Ele é a árvore da vida para os que a colhem, e felizes são os que a retém. Olha isso. Repete a leitura. Feliz o homem que encontrou a sabedoria. E o homem que alcançou o entendimento. Ganhá-la vale mais que a prata, e o seu lucro mais que o ouro. A sabedoria é a árvore da vida para os que a colhem, e felizes são os que a retém.

Olha isso. Então, aqui você está usando a parte pelo todo, não é? Travou, travou. Espera aí. Repete. Repete, espera aí. Qual é a característica, as características da árvore da vida? A gente está vendo aqui que uma delas é a sabedoria. Você falou uma última coisa agora. E qual a outra? O amor. Amor e sabedoria são os frutos. Travou de novo. Amor e sabedoria são os frutos da árvore da vida. Está travando assim, Júlio? Está. O pessoal tem que falar se está travando para vocês também. Travou, o pessoal falou. Estranho, Júlio.

Espera aí, deixa eu ver a… A sua internet aí não, Júlio? O pessoal está falando que travou também aqui. O pessoal está falando que travou a sua imagem. Haroldo, vai na sua configuração de câmera. E passa para… Aí você tem resolução de câmera, você passa para 720. Espera aí. Está lá em monitor, não é? É, você vai em configurações. Embaixo aí. Não, sim, sim, isso eu já estou lá. Eu quero ver onde está aqui. Câmera, aí tem câmera e resolução de câmera. Achou? O Mac é meio chatinho, não é? Deixa eu ver aqui. É. Estou no Mac também.

Os dois estão todos chatos. Então você clica em configurações. Logo debaixo da imagem do seu vídeo está escrito câmera e resolução de câmera. Não, mas configurações é lá no preferência do sistema? Não, não, não, na tela mesmo aqui. Nessa tela mesmo, embaixo. Ah, na tela mesmo, entendi, entendi. Configurações. 720 você quer? 720 aí. Pronto. Vamos ver se ela alivia para nós. Sim. Isso, pronto. Pronto, vamos lá. Então, gente, vamos repetir aqui. Os frutos da árvore da vida. O que que a gente está vendo aqui em Provérbios 3, 18?

Um dos frutos da árvore da vida é a sabedoria. Outro fruto é o amor. Né? Então, percebe? Sabedoria e amor. Só que para os judeus, quando eles trabalham a árvore da vida, você tem vários tipos de sabedoria e vários tipos de amor. Então lá eles chamam de o atributo do justo e o atributo da misericórdia. Então, os tipos de misericórdia têm a ver com o amor. E o do justo tem a ver com conhecer, com saber, com buscar a verdade e viver a verdade. Né? Mas não vamos entrar nesses detalhes não, senão conto, né? Só que a gente se perde em detalhes aí, perde a ideia geral.

Sim. Então, a ideia geral aqui, a árvore da vida, ela dá que fruto? Que fruto que dá o espírito puro? Amor e sabedoria. Amor e sabedoria. Amor e sabedoria. E aí tem o livro Amor e Sabedoria de Emmanuel. Isso aí. Amor e sabedoria. Então, esses são os frutos da árvore da vida. Ok? Bom, agora, Júlio, nós prometemos a leitura da Cipriana, né? Sim. Sim. Vamos lá agora. Tá em qual livro? Hã? Qual livro que é mesmo? Vou pegar aqui agora, ó. No Mundo Maior. É no Mundo Maior. Eu tô pegando aqui, peraí. O texto. Era pra ter separado, mas eu entrei correndo, né?

Tô lá no Mundo Maior. Hoje, agora, nós vamos ver um amenorar se acendendo. Né? Pronto, já encontrei aqui. Perdão, viu, gente? Aqui nós estamos… Qual que é o capítulo, garoto? Se vira nos 30, né? A gente tá… Olá, Cipriana? É, peraí. Não. Não é no lá, não, Júlio. Será que é no… A providência não foi? A irmã Cipriana, orientadora do serviço de socorro. Se você lembrar pra mim uma frase, alguma coisa, eu coloco aqui. Eu acho. É. Não, eu já tô quase achando aqui, olha. É o capítulo 5, tá? Chama o poder do amor. Então, tá aqui, ó.

No iniciozinho, quando ela chega, né? Aí diz assim, olha Júlio. A prece em que por alguns minutos se concentrou saturava-se de sublime poder por quanto em breve suave luz descia do alto sobre a sua fronte venerável gradativamente Isso, desce um pouquinho. Pode descer mais. Pode ir? Desci muito? Isso aí. Chegou, já chegou. Olha lá. A prece… Primeiro parágrafo. Primeiro parágrafo aí. Em breve, suave luz descia do alto sobre a sua fronte. O que que tá acontecendo? Essa luz que tá descendo do alto, o que que tá acontecendo?

É a luz que vai acender, amenorar. Essa é a luz divina que vai acender, amenorar. Gradativamente, Cipriana se fazia mais bela. Os raios divinos afluírem dos mananciais invisíveis. Olha aí, ó. A fonte aí. A fonte da luz aí. Os mananciais invisíveis. Envolvendo-a, transfiguravam-na toda. Tive a impressão de que a sua organização perespiritual absorvia a claridade maravilhosa, represando-lhe no ser. O que que é isso? Amenorar se acendeu. Escoados alguns momentos, circundava refugente halo. Acendeu. Cuja santidade senti dever respeitar.

Dos olhos, do tórax e das mãos, influiam em radiações de frouxa e suave luz, que não me terrificava a retina surpresa. Estava formosa, radiante, qual se for a materialização da Madonna de Murilo em milagrosa aparição.” Então, ela ficou parecida com Maria, não é? Perceberam? Comenta aí um pouquinho, Júlio, que eu vou pegar outra coisa agora. Cara, muito legal, né, Haroldo? Muito bacana. Essa comparação da menorar com os nossos fulcros, nossos pontos luminosos do nosso organismo, nossos chakras, como é que as pessoas podem estudar, né?

Exatamente, exatamente. Então, agora, na cipriana, eu tô trazendo, Júlio, eu tô chamando a atenção para a luz dos mananciais divinos acendendo a menorar. Porque, veja, a menorar não tem luz própria. Sim. Ela recebe a luz dos mananciais, entende? Então, é aquilo que Emmanuel fala, a mente é o espelho da vida. A gente reflete a luz divina. Nós não somos criador. Nós somos co-criador. Não é? Co-criador. Isso é importante. A outra coisa, né, Haroldo, também na visão que eu tenho de trabalhar, é a de Deus dentro, né? Que é o criador dentro, né?

Ele acende de dentro pra fora também, né? Ele, de dentro de nós, ele faz a coisa arder, né? Exatamente, exatamente. Que já tem o templo interior, né, Haroldo? Isso. Não é? Agora, Júlio, nós vamos… Nós vamos agora pra um outro aqui agora, né? Ah, tem que achar aqui, né? Qual que é? Entre a Terra e o Céu… Entre a Terra e o Céu, nós vamos agora ver a irmã Clara. Clara. Peraí, deixa eu só… É no capítulo 22, Haroldo? É 22? É. Que ela se acende também. Mas eu não acho que é o 22, não. É o que tem o nome dela, é o 22.

É, mas não é essa, é o que ela… Então é o 23, Apelo Maternal. Gradativamente, o recinto foi invadido por vácio círculo de luz do qual se gera… Isso. Qual que é esse? 23. 23? É logo no início dele. Quarto parágrafo. Quinto parágrafo. Sexto parágrafo. Esse é esse mesmo. Desculpa, viu, gente, mas aqui é bom, porque a gente vai procurando, vai assim, né? É, o pessoal também que tem o livro vai atrás lá, pega no assistante aí. Quem não tem, gente, olha. Quem ainda não leu as obras de André Luiz, né, Haroldo? Isso. Importantíssimo.

Isso. Então, vamos lá. Capítulo 23. Começa assim. Irmã Clara, depois de expressivo entendimento com nosso orientador, orientador aqui é o Clarêncio, gente, solicitou que nos mantivéssemos a pequena distância, adeirando-se da genitora de Evelina. Todo mundo lembra disso? Evelina é a criança que fez a prece, e a Evelina pediu na prece paz e harmonia para o lar dela. E quem que estava causando sofrimento no lar? A mãe da Evelina. A mãezinha dela que se tornou obsessora da segunda esposa do pai por se une. Então, ela pediu, adeirando-se da genitora de Evelina, que, tanto quanto a enferma, não nos percebia presença, alongou os braços da empresa.

Então, a genitora da Evelina estava no leito da madrasta para desencarná-la. A mãezinha da Evelina se chamou Odila e a madrasta Zumira. Então, chegou a irmã Clara, alongou os braços e começou a fazer a prece. Sob forte emoção, acompanhei o formoso quadro que se desdobrou divino ao nosso olhar. Gradativamente, o recinto foi invadido por vasto círculo de luz. O que é isso, gente? Acendeu a menora, do qual se fizera, em estrutura, o núcleo irradiante. Então, quem que era o núcleo desse halo de luz? Irmã Clara. É ela que está irradiando.

Assemelhava-se nossa amiga a uma estrela repentinamente trazida à Terra. Os espíritos do Senhor, que são as virtudes do céu, quais estrelas cadentes. Tem que ficar atento a essas palavras, gente. A pessoa lê isso aqui precipitada, nem para. Tem que parar nas palavras. Isso aqui não é poesia apenas, não. André Luiz não está só fazendo poesia. As estrelas do céu são os espíritos que vão se tornando puros. A irmã Clara não é um espírito puro ainda, mas ela é muito elevada. Então, vamos lá. Com os dois braços distendidos em forma de asas, prestes a desferir a céu subou.

Agora, gente, presta atenção. Quantos braços tem a menora? Sete. Não. Aqui, Lito. Você tem um núcleo… Eu fiz a pergunta errada. Eu fiz a pergunta errada. A menora tem um eixo central, um eixo do lado esquerdo e um eixo do lado direito, não é? Isso. Então, esse eixo central, do lado esquerdo, três. Ashes. Do lado direito, três ashes. Sim. Então, você percebeu aqui que o André Luiz está chamando de uma asa? Imagina como uma asa abre, Júlio. Ah, sim. Então, o lado esquerdo da menora é como se fosse uma asa. Sim. Uma asa.

A parte aqui, a parte do meio e a parte inferior. E o lado direito da menora é como uma asa. Também. Uma asa feita de três ashes, entende? Aham. É como se fosse assim, não é? Isso. Aqui, olha. É uma asa. Sim. É um tronco com duas asas, Júlio. Sim. É um jeito de ver a menora também. Muito interessante. Não é? Olha lá, olha aqui, olha. Está todo mundo vendo, gente? Estou até fazendo mímica aqui, não é? Nossa Senhora. Que tristeza. Não é? Perceberam, gente? Olha lá, olha. Então, aqui está o tronco. Nossa. E as três asas.

Olha. Cada três braços formam uma asa. Então, você tem com o centro. Perceberam, gente? É isso. É isso. Então, vamos lá. Cercava enorme halo de dourado esplendor, como se ouro eterizado e luminescente lhe moldurasse a forma leve e sublime. Gente, qual que é a cor de uma chama, Júlio? Não é uma amarela? A cor da chama não é essa cor de ouro? Sim. Dos revérberos dessa natureza passavam as irradiações a tonalidades diferentes em círculos fechados sobre si mesmo. Estou falando dos chakras. Caminhando dos reflexos de ouro e opala ao róseo vivo.

Do róseo vivo ao azul celeste. Do azul celeste ao verde claro. E do verde claro ao violeta. Gente, são chakras. Que se transfundia em outros aspectos a me escaparem da apreciação. É nervosos. Tive a ideia de que a irmã Clara se convertera no centro de milagroso arco-íris, cuja existência nunca pudera vislumbrar. Olha o arco-íris da promessa feita a Abraão. Olha o arco-íris aí da promessa feita a Abraão. Que o Gladys eternizou na música. Não é só arco-íris. Não é mais arco-íris, mas comunhão. Está lembrando? Aurora.

Aurora. O nome do livro é Entre a Terra e o Céu, gente. Capítulo 23, não é, Júlio? É. Arco-íris, gente. É o arco-íris. A promessa feita a Abraão é que todos nós vamos virar esse arco-íris aí. Então, vamos lá. Fizera-se a casa excessivamente estreita para aquela abençoada fonte de raios balsamizantes e indefiníveis. Reparei que a própria Odila se aquietara como que dominada por Branda da Pação. Estático, mal consegui articular alguns monocílios. Agora que vem a explicação do Clarencio. Agora que vem o ouro. Irmã Clara informou o ministro.

Igualmente elevado. Até o Clarencio estava impressionado. Irmã Clara já atingiu o total equilíbrio dos centros de força que radiam ondulações luminosas e distintas. Então, a irmã Clara já atingiu o total equilíbrio do centro genésico, sexualidade nela já está totalmente equilibrada. Ela já adquiriu equilíbrio no centro gástrico, no plexo solar, no cardíaco, no mental, no coronário, no laríngeo. Ela atingiu o total equilíbrio dos centros de força. Cada centro de força irradia ondulações luminosas de cores distintas.

Quantos principais centros de força tem, gente? Quantos? Os principais. Só os principais. Sete. Sete. Cada centro de força dessa é uma boquinha lá, uma rosinha de amêndoa lá pra você colocar o azeite e acender. O que o Clarencio está dizendo aqui? Irmã Clara já acendeu o candelabro todo. O candelabro dela está todo aceso. A menorá dela está toda acesa e equilibrada. Não tem um ponto da menorá que não esteja no mesmo brilho, na mesma intensidade, na mesma harmonia. Ela equilibrou as sete tacinhas da menorá. Cada tacinha é um centro de força.

Perceberam? Então, isso significa que a palavra da irmã Clara é sempre palavra. Ela não julga, ela não ofende, ela não magoa, ela não fere ninguém com a palavra. Ela não tem nenhum pensamento de ódio, ela não tem nenhum pensamento de condenação a quem quer que seja. A sexualidade dela é toda equilibrada. Ela equilibrou os sete centros de força. Os sete centros de força. Aí, o Clarencio continua. Em oração, ao influxo da mente enaltecida, emite as vibrações do seu sentimento purificado, que constituem projeções de harmonia e beleza a lhe fluírem doce.

Se partilhássemos com ela a mesma posição evolutiva, entraríamos agora em relação com o elevado plano de consciência em que ela se exterioriza. E, então, em vez de somente observarmos esse deslumbramento de luz e cor, perceberíamos a mensagem glorificada que lhe nasce do coração. De vez que as irradiações sobre os nossos olhos são música e linguagem, sabedoria e amor do pensamento a expressar-se maravilhoso e vivo, árvore da vida. Então, isso não é só espetáculo de luz. Isso não é só luz e cor. É linguagem. O que o Clarencio está dizendo é que, se nós estivéssemos no nível evolutivo dela, nós íamos entrar em relação, entrar em contato com a música, a linguagem, a sabedoria e o amor que ela está emitindo.

Então, a sintonia espiritual perfeita, porém, só é possível entre aqueles que se confundem na afinidade completa. Eita! Eita, eita, é a luz de ti. É, e aí o Clarencio diz assim, reparem, disse Clarencio Feliz, ela guarda o poder de ampliar a visão. Odila identificaria a presença assim como a vemos. Ou seja, a irmã Clara já tem o poder de abrir a visão de outro ser, mesmo que esse ser seja inferior. Só é Espírito superior, gente, para fazer isso. Bom, alguém está com alguma dúvida, não é? Se tiver, semana que vem. Esse é o dever de casa.

Gente, esse parágrafo tem que ler 35 vezes. Tem muita informação aqui. Tem muita informação. Então, se alguém perguntar como que os Espíritos superiores se comunicam assim, ascendendo a menorar. Eles não têm boca, gente. Espírito superior não fala, não tem palavra, não tem língua. Não fica movimentando corda vocal. Não precisa de ar passando e fazendo vibrar uma fibra muscular, gente. Isso é corporal, isso é coisa de encarnado ou de espírito próximo da carne. Espírito puro, Espírito superior se comunica emitindo luz.

Emitindo luz. Perceberam? Não tem corda vocal, não tem esôfago, não tem faringe, dente, língua. É isso. Então, a gente está… Agora, para eu entender tudo o que ela está manifestando, tem que estar na afinidade completa. Afinidade completa, eu tenho que estar no nível evolutivo dela ou superior. Então, eu trouxe o… Na Cipriana, não está tão detalhado. A Cipriana também ascendeu. Agora, aqui na Irmã Clara, André Luiz detalhou a menorar. Aqui ele detalhou. Não é isso? Lá no Mundo Maior, ele deu uma pincelada na Cipriana.

Aqui na Irmã Clara, ele está descrevendo o sétimo… Ele está descrevendo o candelabro aceso. Esse é o candelabro, gente. O candelabro sou eu. O candelabro é você. A menorar é você. Não é um objeto de culto, não. Os hebreus ficavam ascendendo a menorar como um treino. Um treino, um jogo didático para um dia aprender a ascender à própria menorar, que é ele mesmo. É isso. É isso, não é, Júlio? É isso. É só isso, né? É legal, hein? É legal. Agora eu estou com muita vontade de trazer para o campo íntimo, né, Haroldo? A gente dar uma estudada, aprender a ascender isso na gente.

Aprender a ascender isso na gente. Como é que a gente faz as conexões, né? É interessante como que a vigilância está muito presente nesse lugar. É isso, Júlio, que quando a gente fala centro de força mental, eu tenho que estudar, eu tenho que aprimorar a inteligência, eu tenho que desenvolver a sabedoria. O cardíaco, a empatia, o amor, o genésico, as forças criativas, as forças sexuais, o laríngeo, a minha capacidade de expressão, são as potências da alma. As sete potências da alma. As sete potências da alma. Precisamos estudar mais sobre isso, né, Haroldo?

E até para perceber o que é que às vezes… Eu lembro de uma lição do Hermônio que fala disso, né? Da luz da vela, né? Que quilômetros de escuridão não são capazes de apagar… Ah, isso! Mas ele fala que é um vento, né? Então, eu acho interessante isso, porque, para mim, isso se casa com esse processo de acender, né, Haroldo? Isso, isso aí. Nós temos um livro, só para a gente terminar, Júlio, tem um livro do Emmanuel, chama Assembleia de Luz. É lindo! Não é? O primeiro caso junto, né? Ele tem o prefácio dele. Prefácio, vou ver se eu consigo aqui na internet.

No prefácio dele… A gente já leu isso várias vezes, né? No prefácio, o Emmanuel fala dos poetas. Sim. Né? Ele diz assim, ó… Deliberando organizar o presente livro, vários poetas se agruparam em vasto salão de instituto cultural de nosso plano. Eita, meu Deus! Lá no mundo espiritual tem um instituto cultural, olha que lindo, para troca de ideias e consultas recíprocas. Os poetas reunidos, cada um por sua vez, liam para os companheiros as produções já elaboradas por eles mesmos. E o silêncio do recinto se povoava de luz que se coloria de tons diversos.

Ora predominava o lilás, ora o róseo, e de outras vezes sobressaíam o verde, o azul, atingirem o ambiente. Por quê? Depende do conteúdo do poema. Se o conteúdo do poema está voltado mais para a temática do centro genésico, é a essa luz que vai acender. Perceberam? Ser nos há permitido dizer que nos achávamos defrontados por verdadeira festa de quirliangrafias. Olha isso. Porque essa luz que estava emitindo era o poeta, a poetisa, ao ler a sua poesia. Dependendo do tema da poesia, acendia um centro de força. Memorável.

Ou seja, no mundo espiritual, eles têm um instituto cultural para ler poesia e acender, menorar. Aí, a gente vai fazer isso aqui, os espíritas começam a criticar a gente. Perceberam? Aí, você faz isso aqui, os espíritas falam que você está deturpando o espiritismo. Misericórdia, não é? Misericórdia, não é? Não é um sacrifício. Você falou dos valores mentais. Fomos observar o que se passava e notamos tanta unção, uma palavra pouco usada no espiritismo, a gente pouco fala dela, e tantos valores mentais concentrados durante a leitura que se efetuava, enriquecida pela emoção dos circunstantes, as pessoas que foram lá ver, que nos obrigamos a reconhecer que ali estava um grande conjunto de inteligências cujas auras se punham à nossa amostra, suscitando a mudança das cores, que ali combinavam com alternativas que variavam com o tempo da leitura, profundamente sentida de cada um.

Eita, meu Deus do céu! É bonito demais! Então, o que eles estavam fazendo? O que eles estavam fazendo, Júlio? O que eles estavam fazendo? Exercício para ascender e menorar. Aí alguém pergunta, o que a gente faz no lugar santo? Isso aí! Lá no lugar santo, você aprende a ascender e menorar. Olha aí! É isso, gente! É isso! É isso! Quando a gente faz um litero musical, quando a gente… Agora o Zé Henrique Martimiano está promovendo aí, lançamos lá o do Augusto dos Andes, agora ele está lançando o Parnagia Leitura. Isso é ascender e menorar, pessoal!

Isso é ascender e menorar! É assim que a gente acende! E cuida de deixar aceso, não é, Arouca? É! Tem outras formas também. Quando você faz um ato de bondade, quando você pensa no bem, quando você ajuda alguém, você está acendendo uma luz ou outra, e você está acendendo, quando não, todas. Até na chama acesa. É isso! É isso aí, Arouca! Por hoje é só! Foi pouco, não é, Arouca? Brilhe a vossa luz! Isso aí! Brilhe a vossa luz diante dos homens! Muito bom! Muito obrigado a todos, Arouca, que estão aqui com a gente. São 425 pessoas aqui na sexta-feira.

Um bom final de semana para vocês! Bons trabalhos aí! E vamos deixar também nosso abraço para Eleonora, que está viajando, e que a gente espera que em breve esteja com a gente de volta. Até! Um abraço, gente! Fiquem com Deus! Tchau!

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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