PodSER #013 – A Concepção

Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn
Telegram
Email

Prepare-se para uma viagem sonora e reflexiva no PodSER! Neste episódio, mergulhamos nas profundezas da criação e da evolução espiritual, conduzidos por uma conversa inspiradora sobre as obras musicais de Gladston Lage e Tim.

Descubra como a arte pode ser um poderoso veículo para o Evangelho, desvendando as mensagens ocultas e os múltiplos significados por trás de letras que tocam a alma. Junte-se a nós para um bate-papo descontraído, repleto de risadas e insights que prometem enriquecer sua jornada espiritual.

Neste episódio

  • Aprofundamos nas músicas “Concepção Astral”, “Luzes da Luz” e “Duplo Eterno”.
  • Exploramos a origem e o processo criativo por trás das composições de Gladston Lage e Tim.
  • Discutimos a importância da arte e da música como ferramentas de elevação espiritual e compreensão do Evangelho.
  • Refletimos sobre a evolução humana, a origem divina e o destino de nossas almas.
  • Abordamos a relevância de Jesus como guia e modelo para a humanidade em nossa jornada evolutiva.

Participantes

  • Thiago Franklin
  • Gladston Lage
  • Tim
  • Julio Adriano

Destaques

  • A discussão sobre “Concepção Astral” revela a sacralidade da criação e a interconexão entre vida, sexo e o universo.
  • A análise de “Luzes da Luz” por Simão Pedro oferece uma perspectiva profunda sobre a evolução espiritual, a origem divina e o papel de Jesus como roteiro para a humanidade.
  • A história da criação da música “Duplo Eterno” por Tim, inspirada na gravidez de sua esposa e na busca por expressar o amor e a relação a dois.
  • O relato sobre o livro “Paulo Estevam e Sonetas” de Gladston Lage, que reinterpreta a obra em forma de sonetos, evidenciando a profundidade e a riqueza de suas letras.

Ler transcrição do episódio

A de nascer, nova era de crescer, novo homem coração, de quem quer servir. É prosperir, novo verbo é burilar o íntimo, colorindo o céu de um novo ser. Onde está teu irmão Abel? Bem, Gladstone, a frase que me ocorre é a de Paulo de Tarso, quando ele nos assegura, porque tem consigo, que nada nos pode separar do amor de Deus. Nem os abismos, nem as enfermidades, nem as potestades e nem a morte. É isso aí pessoal, estamos aqui de novo com Gladstone Tim. Recebemos muitos e-mails de pessoas que gostaram muito do episódio número 5 que foi gravado.

E hoje estamos gravando na casa do Gladstone, que nos recebe de coração aberto. Assim, eu vou contar para vocês, é a segunda tentativa de gravação desse podcast. Nós gravamos 20 minutos para a espiritualidade. Está registrado em vídeo. Bom, vou deixar essa turma aqui falar que o papo aqui vai ser muito gostoso. Nós recebemos muitos e-mails do pessoal elogiano, gostou muito do trabalho que foi feito no 5º episódio, com as músicas Chamas e Veredas. E tenho uma surpresa para vocês. Esse trabalho agora vai ser feito um por mês, com o trabalho do Tim e do Gladstone.

E vem muita surpresa boa por aí. Hoje nós estamos aqui com o Gladstone, com o Tim e com o Julio Adriano, para poder trazer um trabalho maravilhoso e o tema de hoje é a concepção. E vamos para mais um episódio. É proferir novo perpétuo e logo o íntimo, colorendo o céu de um novo ser. Colorendo o céu de um novo ser. É um trabalho até tendencioso, porque tem músicos aqui. Tem um poeta, músico, tem um músico, aventurado, a poeta, e tem um músico e compositor que é o Julio Adriano também. Tiago, você tem também dotes de artista?

E eu que não tenho dotes nenhum, eu estou aqui só para falar. Não, não, eu… Eu estou aqui para ouvir. Eu vou voltar na questão do Tim. No podcast passado eu falei que você trocava três músicas. Você não vai me desmentir. Poeta, músico. Não, eu digo é porque depois a vida continua. Depois do programa alguém acredita e entrega um violão numa das palestras aí. Mas nós gostamos das palavras e a gente até dizia que as palavras nos trouxeram e serão o sentido da nossa conversa, escritas e hoje faladas. Mas Tim, conta para a gente, como é que vai ser esse projeto?

Pois é, nós temos a intenção aí de trazer várias canções dentro daquelas que a gente já teve a oportunidade de compor, dentro de um ordenamento que a gente julga que vá abranger os temas mais interessantes. Hoje nós começaremos com a música Concepção Astral, a música Luzes da Luz e a música Duplo Eterno. São canções que nós já fizemos há um tempo, elas constam no CD Senhor das Estrelas e nós começaremos com uma abordagem dentro da temática, mas nos aventuraremos por outros terrenos à medida que a gente for avançando no tema.

É legal porque essa ideia surgiu da gente convidar o Tim, porque… E o Gladston? A gente convidou o Tim, porque a gente sabia que para chegar no Gladston tinha que passar. Olha só, me usou o Gladston, eles me usaram. É porque convidaram o Tim, pois o pessoal que está ouvindo não sabe que está na minha casa. Na verdade, foi uma invasão. Eu disse que a minha agenda era impossível, e eles convidaram o Tim, que era em grupo de três. Eles sabiam o caminho, né? Então o convite foi feito ao Tim, porque era através dele que a gente chega no…

Diz o Willi que não sabe como é que o Vitor Hugo está arrumando lá em cima o Gladston. Mas enfim… É porque a gente entende que o trabalho hoje tem referência nacional. Muita gente ouve, é uma semente plantada. E como o ser tem um enfoque muito definido na questão do Evangelho, do Cristo, e na doutrina, nas obras do Chico, nesse estudo em cima dessa temática, a gente entende que essa semente que foi plantada pelo Tim através da melodia, da música, ela está adormecida como conteúdo em muita gente. E despertar esse conteúdo, essa vinculação com o Evangelho, despertar essa semente dentro dessas pessoas é fazer essa árvore crescer.

Porque muitas vezes a gente não compreende, na sua profundidade, tudo que uma letra dessa traz. E a gente tem certeza que a gente vai ter outro relacionamento com essa obra a partir desses podcasts. Porque eles vão trazer tanto essa questão artística da beleza da música, mas também um conteúdo que ela está trazendo para a gente. E isso é muito importante para que o Evangelho floresça através de outros veículos. Que a gente bem sabe que o canal do entendimento das artes, da percepção da arte, é um canal diferente da palavra falada muitas vezes.

Os hemisférios, né, Glaucio? Eu não sei se você que entende mais disso. Tem a ver essa questão da arte estar mais ligada a um hemisfério do cérebro e a questão do aprendizado formal a outro? Tem a ver isso? Fala-se isso, tem essas correntes, sim. Aí até no sentido de, ah, mas isso aí já começamos a entrar no campo do Haroldo, né? Mas o extremo, as vezes, o pessoal chegou até a questão da frenologia, né, que se estudava os formatos para tentar se estudar o temperamento, e se pesavam, inclusive, os crânios para tentar saber o volume de inteligência.

Isso é o radicalismo, mas realmente se fala isso. E o próprio Givaldo, Joana de Angelis, concorda com isso. Sim, é porque, sendo ou não fisicamente, né, a gente entende que na ciência tem isso, né, crianças que aprendem com música, o que não aprendem com a verbalização. São as várias inteligências. A Sheila tem um caso, uma criança com paralisia cerebral, que não falava, não falava nada. E um dia ela começou a trabalhar com música, e essa criança começou a verbalizar, mas através do canto. Dentro da cultura oriental, inclusive, é porque a gente tem as portas de entrada, né?

Como o Tim citou aí, a questão das inteligências múltiplas abre um campo muito interessante para a gente perceber a parábola dos talentos. Se a gente der um salto, né, a gente cai na questão da cultura oriental, em que eles consideram que os nossos centros de força, eles até poeticamente chamam centro coronário superior, né, de o centro das mil pétalas. E pressupõe até que essas aproximadamente mil pétalas que os vedentes atestam, né, que cada pétala destas estaria relacionada a uma virtude. E a gente conta umas oito, a gente tenta ser humilde, caridoso.

Dá umas oito assim, a gente já perde a conta. Então esse coronário vai levar um tempinho para que a gente se ilumine. Isso é natural. E dentro dessa proposta, né, Tim, a gente quer aprofundar, né, sair da superficialidade, né, da harmonia, da melodia, para penetrarmos num universo mais profundo da mensagem, né? Perfeitamente. A gente descobre, à medida que a gente vai entrando nesse campo, de uma forma de musicalização, de uma forma de escrita um pouco diferenciada, um pouco mais profunda, mais reflexiva, isso de uma certa forma separa, muitas pessoas se afastam, mas outras tantas começam a fazer uma reflexão junto conosco.

E a gente não vai querer trazer aqui nenhuma solução, nenhuma resposta pronta para cada uma das coisas que são escritas. Apenas apontamentos para que cada um tire as suas conclusões e busque o seu caminho de entendimento. Assim, lá, não temos essa pretensão de fechar ideias. E mesmo assim, tem um momento de produção que tem um conjunto de forças. Hoje, até pessoas que estudam as línguas, a linguagem, alguns sustentam que tudo isso é produção coletiva, porque é produção histórica. Então, se a gente for pensar essa produção, nós não sabemos por quantas instâncias espirituais as produções de letra e música passam para chegar até aqui.

São as migalhas que caem das mesas dos altiplanos. Tudo bem, a gente pega aquele detalhe de produção. Aí tem esse outro processo de divulgação, de difusão. E tem o sentido, que é o que a gente vai conversar um pouco aqui da letra. Mas tem uma outra questão importante, que é a internalização, é como cada um recebe, é aquela questão de você olhar uma obra de arte. Sai de nós com um sentido e o outro internaliza com um sentido muito mais profundo do que quem produziu. Isso é muito comum. Às vezes nós não aproveitamos a riqueza que passa pelas nossas mãos espirituais, e alguém num olhar, que é um pouco o que passa por aquela mulher em Morroissa, por exemplo, é o que passou por Zaqueu, eles criaram momentos que ficaram marcados para a história do cristianismo nos textos.

Eles criaram momentos. Então, algumas pessoas fazem isso com letras e músicas muito singelas, algumas pessoas pegam letras muito complicadas aqui, e de um sentido tão simples, elas aprendem a essência, que elas percebem Cristo nelas. Então aproveita que você está fazendo esse mergulho, e mergulha para a gente em Concepção Astral. Não o céu, cosmos, jardim Primavera de estrelas Mundos quais por momentos Cortejaram astros reis Deus confiava tudo Na estação da cria Jesus se abriu Concebeu crias e crones Serpente e ouro O bem surgiu e reuniu Eterno ação Multiplicou o bem Florir Aflorou Alma, animal, animou Vida, viveu Acasalou Apodeceu Gerou vida Regerou vida De amor Homem viveu Regenerou Alma, animal, animou Vida, viveu Acasalou Apodeceu Gerou vida Regerou vida De amor Homem viveu Regenerou Crias e crones Semente e ouro Florir Aflorou Apodeceu Gerou vida Regerou vida De amor Homem viveu Regenerou Alma, animal, animou Vida, viveu Acasalou Apodeceu Gerou vida Regerou vida De amor Homem viveu Regenerou Deus sempre existiu sempre existe sempre existirá por isso ele é eterno e comentava inclusive entre nós aqui que Emmanuel no consolador ele cita que esse é um dos temas mais pesquisados porque os espíritos mais evolvidos mais ilustrados mais conhecedores também pesquisam sobre uma escola que eles já encontraram pronta eles querem a origem da escola que já estava pronta então esse tema ele é assim muito pra nós muito nebuloso por isso é até interessante começar pela nebulosa isso eu não tinha pensado eu fiz um jogo de palavras sem querer nebulosa e implodiu agora é um nada que se torna alguma coisa e que é num sentido inteligente e o motivo inicial da letra ele surgiu aliás as letras em regra fora essa questão do da emepre a primeira foi ser depois comebe e tal e foi num tema de lá que veio a proposta de vida e sexo e a gente observava hoje com mais concentração mais foco que a letra ela é toda marcada por essa proposta no sentido muito divino então com a licença das palavras os mantras eles estão muito com o sentido da proposta de vida e sexo o tema o título que é a concepção astral é o sexo no universo inclusive nebulosa e implodiu é um estado, é um sentido, é uma estação uma fertilidade é Pólen de luz, o pólen com esse sentido de disseminação da flora foi até bom me repetir que é a primeira vez que eu falei isso eu gaguejei é cosmos jardim, porque o jardim também é essa questão que ela é atrativa da natureza primavera, a primavera ela é prene, prene ela tem cores, ela tem aromas, ela tem uma espera, uma esperança muitos quais borboletas as borboletas em volta das flores lá e a questão de lidar também com néctar cortejaram astros reis esse sentido também da cativação deus fogo e água casou, questão dos temperamentos na estação da cria cria também com um sentido um mantra que é bem dessa questão da vida e sexo, gestou se abriu concebeu crias e proles completamente dentro do tema de vida e sexo sementeou porque dizíamos é a seiva da vida, um sentido profundo com a maravilha científica de deus, homem surgiu vida uniu é eternoar por essa questão até dos aromas, por essa questão do ambiente eternoar e eternoar sim, o clima é, homem cresceu e multiplicou, cresceu e multiplicai bíblico, literal o bem floriu aflorou, quando a gente fala que o bem contagia a gente está falando disso alma, animal, animou toda essa nossa esteira evolutiva vida viveu acasalou o amor teceu gerou vida regerou vida de amor homem viveu e regenerou então o que a gente está dizendo é de que a gente está permeado por esse sentido e que a criação é essa sacralidade, quando na bíblia consta que é, não sei se é Paulo Aiterio, aí Arudo depois nos socorre, mas quando cita que, tenho comigo que nada é impuro, senão para aquele que vê como tal nós é colocamos em pureza e sempre estamos em Deus e Deus em tudo é puro e bom Ei Gladys, já que você me chamou, meu amigo estou aqui para citar o versículo e a epístola que você citou trata-se da epístola de Paulo Atito, capítulo 1, versículo 15 todas as coisas são puras para os puros todavia para os impuros são impuras é isso aí é a epístola de Atito, capítulo 1, versículo 15 é importante isso que você falou Gladys, porque nós transferimos a nossa impureza, a nossa maldade e a nossa malícia para as coisas tudo que Deus criou, tudo que Ele colocou à disposição do ser humano é na essência puro o que provém de Deus o uso que o homem faz, a forma como ele utiliza a maneira como ele usufrui desse patrimônio divino revela a sua inferioridade moral ainda, mas dia virá em que nós atingiremos um estágio de conexão com as leis divinas em que saberemos aproveitar todas as dádivas que a providência divina coloca nas nossas mãos imprimindo um tom de pureza a todas as coisas a todas as situações acredito que seja isso que Paulo quisesse dizer porque ele aqui se referia à questão da alimentação, dos alimentos impuros da pureza ritual, que era seguida à risca pelos judeus da época lembrando que na verdade não é nada exterior que transforma em espírito superior ou não o que nos ilumina espiritualmente é o que provém da nossa intimidade é a nossa forma de lidar e de nos relacionar com as coisas e com as pessoas eu queria que o Júlio contasse pra gente um pouco de como foi a questão dessa canção que ela surgiu para o movimento da amostrada espírita ou precursor é assim Júlio?

Você vai me ajudar a lembrar é porque no início só te interrompendo um pouco no início todas as nossas canções eram, no início e depois continuou claro, eram sugestões eram pedidos que chegavam ficávamos eu e Gladys lá no consolador e as vezes chegava a proposta o Gladys chegava pra mim, como foi a primeira não é Gladys? Gladys chegou pra mim e falou, Tim você faz música? você gostaria de fazer uma canção? Eu falei Gladys, eu não escrevo eu só toco violão, só sou um mero executor ele falou assim, eu vou te dar uma letra pra você fazer uma música, pra gente entrar participar de um concurso da amostrada espírita precursor que eu nem sabia qual era e assim nós fizemos, nós contamos isso no último podcast foi muito interessante, e essa música Júlio?

você está me lembrando você está me lembrando eu acho que os ouvintes, principalmente os contemporâneos vão perceber que nós envelhecemos muito demais! A maneira como o Tim chamou, olha o Júlio vai lembrar vocês vão ter que me ajudar eu não sei se ele acha que eu to lembrando ou se ele quer que eu lembre a ele disso os dois! Porque o que eu me lembro eu não me lembro de detalhes que era muita produção na época graças a Deus era muito produtivo foi uma época que floresceu muita coisa mesmo, a gente estava chegando na Universidade do Mineiro e reformulando um bocado de coisa no aspecto da música espírita, que nós chamamos de música espírita, mas a música à luz da doutrina espírita como a gente preferir e Nesse contexto é que foi chegando os artistas, porque as coisas foram ficando mais organizadas, mais criativas e Consequentemente aconteceu mas eu não vou te responder eu vou só dizer que eu me lembro de você em altos apertos com as palavras que o Gladisson colocava nas músicas como é que eu vou musicar essa palavra exatamente mas o Emepre tinha um concurso que era uma amostra de músicas antes você podia explicar o que é o Emepre o Emepre é o encontro de uma cidade espírita precursor que é o encontro da federativa aqui de Minas União Estúdio Itamineira hoje ele já não existe mais ele se uniu com a Comeb exatamente que é o encontro que acontece durante o carnaval durante o período de carnaval os jovens das cidades espíritas de Belo Horizonte como acontece no Brasil todo se reúne e aqui o nosso se chamava Emepre você estava lembrando do dia que a gente apresentou lá, que a apresentação para quem não conhece logicamente era o que o convite era um concurso para logomarcas, você lembra Glazio eu como programador visual eu achava eu ficava todo garboso porque eu sou um programador visual então eu achava que eu chegando lá com meu desenho eu ia ganhar o concurso para as camisetas, aí eu pensei todo mundo usa uma camiseta com desenho meu e fazia com muito esmero o desenho da camisa, a música eu suava em bicas porque eu gostava de entender o que o Glazio estava dizendo pelo menos se eu ganhar a camiseta tudo bem, vale registrar que eu nunca tive um desenho nem classificado teve não?

Um desenho que tinha umas pecinhas embaixo assim meio verde da mão que era uma mão que imitava aquela obra de arte que eu não sei de quem, do Michelangelo? Da criação? Imitando, está vendo? Eu também eu também só fui só um detalhe se referindo a eu também só uma vez eu fui para uma escolha de música tema que foi a Aurora que foi em segundo lugar foi a única vez que eu fui também vocês sentiram o nível o nível que eram as músicas lá porque a Aurora ficou em segundo lugar a Aurora ficou em segundo lugar nosso amigo Cássio ganhou o primeiro lugar que música que o Cássio é aquela Avatares querubins como chamava essa música Avatares querubins trabalharam até Hora de um novo tempo de luz saber e amor hora de um novo dia um só rebanho, um só pastor no princípio a luz se fez na monada que Deus criou a treva corrompeu na matéria adormeceu milênios, milênios a sensação por instinto trabalhou a razão e o homem se fez no pó de muito chão Avatares querubins prepararam a terra pro trabalho do semeador só ele o Cristo interiorizado o salvador mas o mundo o negou e o interesse escravizou dois dias no seio da terra dois mil anos só de guerra no dia três ressuscitou e o terceiro milênio preparou para um tempo de luz, um tempo de amor um só rebanho um só pastor Avatares querubins prepararam a terra pro trabalho do semeador só ele o Cristo interiorizado o salvador Avatares querubins prepararam a terra pro trabalho do semeador só ele o Cristo interiorizado o salvador Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Cláudio Fajardo Duplo Eterno Cláudio Fajardo Sejamos um e cada um de nós se sentirá melhor buscando compreender a vida pelas mãos do Criador Ele me fez bem maior do que estou mas sinto que cresço a cada passo a cada laço que nos une Sejamos um na tradução do amor maior que vibra em nós com confiança e respeito pelo dom que Deus nos deu de sentir a vida com prazer na comunhão dos corpos, quando a mente é sã quando o olhar é puro quando a voz é um canto quando as mãos são formas de dizer que te aceito Sejamos um e cada um de nós se sentirá melhor buscando compreender a vida pelas mãos do Criador Ele me fez bem maior do que estou mas sinto que cresço a cada passo a cada laço que nos une Sejamos um na tradução do amor maior que vibra em nós com confiança e respeito pelo dom que Deus nos deu de sentir a vida com prazer na comunhão dos corpos, quando a mente é sã quando o olhar é puro quando a voz é um canto quando as mãos são formas de dizer que te aceito Sejamos um e cada um de nós se sentirá maior na tradução do amor maior que vibra em nós e cada um de nós se sentirá maior na tradução do amor maior que vibra em nós Já que você entrou no assunto, é porque eu estava minha esposa estava grávida, eu estava na casa da minha sogra, porque eu achava tranquilo que eu poderia sair para trabalhar, deixar minha esposa os cuidados da minha sogra, qualquer coisinha era só me ligar, eu ficava mais tranquilo Nesse dia, era um domingo, o Glaucio já tinha me passado a letra da música Concepção Astral, e eu entrei para dentro do quarto e fiquei fazendo a música tentando entender e maravilhei-me com o que estava escrito, à medida que eu ia jogando o jogo de palavras do Glaucio é uma coisa fantástica, porque nos remete a um mundo diferente você entende duas coisas e traz uma terceira reflexão é muito interessante e eu acabei de fazer a melodia para o poema, chamei a Ruth minha esposa, a Tuti, sentei olha amor, acabei de fazer a música, o que você acha?

Ah, eu não amor, gostei muito, que bacana e tal, e tal, aí beleza sentei, fiquei feliz e tal aí me veio um sentimento de incompletude de falta alguma coisa meu Deus, mas a música está pronta, o que é que falta para eu fazer nessa música aí li, reli a música de novo falei com ela, está faltando alguma coisa, entrei para dentro do quarto novamente, fechei as portas peguei um pedaço de papel e comecei a escrever o que eu achava que eu gostaria, ou eu, vamos dizer assim, que eu gostaria de dizer sobre vida e sexo, não era o tema?

Vida e sexo, porque eu não entendi nada do que o Gladys estava falando qual que era o meu entendimento sobre vida e sexo aí eu comecei a escrever o que eu pensava, o que eu gostaria de dizer também, com um acréscimo que o Gladys colocou uma coisa astral o estrangeiro aqui, não é disso para chegar o microfone em pé, porque o estrangeiro está tratando indignação aqui, pode continuar mas ele escreveu vida e sexo de uma forma mais astral eu como sou mais terra a terra eu quis dizer sobre vida e sexo de uma relação a dois naqueles instantes então foi feita a música dupla eterna, então para a música tema, nós participamos com duas músicas, concepção astral e dupla eterna, e desse momento em diante, o Gladys tomou isso como uma afronta, não é Gladys?

Tomou inclusive aquele empate lá, eu tive que comprar uns votos lá na hora, votei duas vezes, porque teve um empate técnico, teve um empate técnico você lembra disso? É dupla eterna, é porque é o seguinte para quem não sabe, o as músicas eram tocadas por ninguém é, sabia quem eram os donos, não é isso? E eram os compositores os compositores, para não ser uma coisa tendenciosa depois de um tempo, não tinha jeito quando aparecia aquelas letras cabrosas lá Como eu estou sendo ofendido em minha própria casa, vocês não imaginam o clima que nós estamos deparados.

A gente sabia quando a música era do Tim e do Gladys, quando é porque a gente não entendia algumas palavras. Isso, eu estou sendo ofendido em minha própria casa, porque eu estou depurando muitas coisas Música Música Música Música Música Estavam dizendo aqui que a letra fica difícil de entender, mas acontece, realmente acontece, às vezes em meu trabalho o pessoal falava assim Gladys, às vezes quando entrava um novato aqui eu não sei se entrava ou se entra, como que é mas o pessoal falava assim não, no início você não vai entender nada que ele fala mas com o tempo você vai acostumando, isso aconteceu comigo também, é ótimo ouvir isso Gente, a gente vai falando assim dos dois, mas, e fica parecendo uma coisa pessoal, mas isso é legal, porque essas coisas acrescentam muito para a gente conhecer o próximo, né, torná-lo mais próximo da gente e vamos trazer, se é para a gente dar boa notícia, a gente já vai trazendo, né Tiago e essa coisa da gente não entender as vezes o que o Gladys não escreve, isso ele mesmo já assumiu, porque, tanto que ele fez, a gente tem um trabalho que vai sair ainda pelo C, em breve que é o Paulo Estevam e Sonetas Ah Vai sair o livro até que enfim Gladys Vou dar uma notícia para o Gladys, até que enfim o seu livro vai sair, você lembra Marcos, 5 anos atrás o livro está aqui, pode editar A verdade não deixou sair Não tem problema Julio, o que que é o Paulo Estevam e Sonetas Você quer que eu conte o que você quer contar?

Não, por favor Então você que tem que contar Porque eu também assim para vocês me correrem se eu estiver errado, mas é o seguinte esse rapaz releu o livro Paulo Estevam, não é isso? Várias vezes Várias vezes E, se não me engano essa vez que você fez o Soneta você estava relendo em Esperanto, não é isso? Isso, muito bem Não entendi nada mas foi tipo vocês lendo em Esperanto eu senti a mesma sensação Ele não entendeu nada então como ele ele sentiu uma vontade um ímpeto, ele fala assim o que o move é escrever e reescreveu ou trouxe uma interpretação, uma nova, uma leitura ele trouxe uma leitura do livro em Sonetas, não é isso?

O plenilunio ao som dos salmos o ignoto do veredito aumenta a noite o que planejam os romanos ofendidos a vingar os seus sítios destruídos a morte, a escravidão o exílio, o açoite o pai envelhecido a mãe que é morta na memória as escrituras os exorta e lhes inspira vera paz ao coração são cordeiros sobre a forma de crianças antevém o mestre em bem-aventuranças enquanto aguardam a sentença a imolação Primeira hora trova a trombeta olho no olho é a lei toda justiça se fez pela clava de Moisés Deus é um Deus é o único pastor que nos guia nada nos faltará o ninho familiar desfeito e confiscado de o que deve exploteado torturado e morto abigail estarecida de espírito absurdo sente que está em corinto e é arriscado adotada arrumará prestemente a palestina chora o irmão sentenciado às galeras a febre a incendeia ante as medidas feras que esmagaram seus sonhos de vida que será do seu querido Josuel que a seu lado contemplava o céu animado na espera do Messias aprendem aos sorvos do sofrimento sem queixas apesar do abatimento os mártires adubaram as profecias pai é morto a irmã é desterrada como não bastasse há o suplício e a galera desconhecedor do futuro que o espera no navio a comitiva a neopafos destinada no fim passam-se os dias uma peste prolifera vitima Sérgio Paulo quase o mata o tortura o abandono, o delírio o estigma, a amargura a febre o avassala ameaça e exaspera chega-lhe Gesiel indicado por vassalo aproxima-se humilde e desdobra-se a cuidá-lo restabelece-se o enfermo envolve a vida mas horrores o escravo enfermeiro herda-lhe febre e dores a Toda criatura deus chama pelo nome pra despertar o ser e ser um anjo homem não existem potestades não existe mal algum que nos possa apartar do amor de deus não o lançarei ao mar servilme vou libertá-lo e levam-o a uma praia a doença o forneá-lo o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o É grata a surpresa eu tava falando que a gente não saiu do tema, porque talvez a gente custa compreender que nós estamos falando sobre a concepção sim, sim e o processo se nós queremos tratar de uma obra que hoje, não falo por vocês dois que estão envolvidos na concepção dela, mas de quem vê a obra, é de que ela é de suma importância, e saber o que é a matriz qual é a nascente dos projetos, é importante pra que a gente possa ir lá e beber água limpa porque nós quando sabemos que alguém bebeu em alguma fonte que trouxe, a gente quer ir lá beber e a fonte é essa e a concepção do trabalho é essa o que nos motivou é um conjunto de coisas, a conceber esse programa, a conceber esse episódio e concepção tem a ver com isso nós estamos concebendo aqui hoje, sim e por isso que eu acho que esse tema surge com tanta veemência e eu ia brincar com a história do Sonnetus, porque ele tanto sabe que ele escreve de uma maneira ele já estava tão prevenido com essa coisa com as palavras, que no Sonnetus, ele colocou um glossário é, isto quem for adquirir o livro futuramente vai saber ler pra cada capítulo vai ter um glossário eu acho que essa palavra aqui, o pessoal vai ficar com dúvida os neologistas são vários e nós quando diagramamos começamos a diagramar e o pessoal fala, como é que vai fazer?

Coloca esse glossário na mesma página ou coloca o glossário sozinho de um lado da página porque certamente alguém vai querer anotar alguma outra palavra aqui também vale a pena registrar que algumas canções que eu comecei a fazer com o Gladys logo no início, eu queria mudar todas as palavras ninguém vai entender, não estou entendendo vamos trocar, aí eu cheguei pra ele e ele assim, meio que educadamente eu não tenho outra palavra pra exprimir esse sentimento então, você lembra disso Gladys? Então assim, ele educadamente, não mexe não sabe porque que eu estou tranquilo?

E é verdade, eu cresci muito meu vocabulário a minha forma de ler, graças ao Gladys ele não ter me deixado interferir tanto só para os ouvintes músicos, eu estou tranquilo de o Tim falar isso, não porque eu seja um espírito linguativo, mas eu troco o Senhor das Estrelas só com sol em sétima e dó maior, acabou, com duas posições eu também toco do meu jeito eu imagino, eu fico imaginando a cara do Tim quando ele pegou lá e falou assim, agora eu tenho que musicar um vagir do Corusco ao Luto não é? E ele realmente ligou pro Gladys fazendo a frase da música Caim e Abel perante a voz do sem fim tres loucas sim o homicida é Mas o sangue de Caim será o sangue em Abel céu na terra na terra do céu o rangido de dentes se aquieta sob um teto serão parentes parto oriente fato do céu pelos laços fraternos deus reconciliem a serena os desafetos no altar da família poema lima coração em pedaços cativa partilha e guia laço um vagir do Corusco ao Luto e a treva se reluz bendito é o fruto do vosso ventre Jesus do vosso ventre ventre ventre de Jesus do vosso ventre ventre de Jesus pelos laços fraternos deus reconciliem a serena os desafetos no altar da família poema lima coração coração em pedaços cativa partilha e guia laço um vagir do Corusco ao Luto e a treva se reluz bendito é o fruto do vosso ventre Jesus do vosso ventre ventre de Jesus do vosso ventre ventre de Jesus do vosso ventre ventre de Jesus ventre de Jesus e pra o pessoal entender o que que acontece é uma questão da imagem da outra vez a gente falou esse voto aconteceu em Senhor das Estrelas e aconteceu em Cain e Abel o tema de Cain e Abel era família poderia fazer uma coisa tem a família universal tem umas músicas tão gostosas tão leves Inscreva-se e dê uma olhada na nossa página instagram.com facebook.com instagram.com facebook.com Inscreva-se Inscreva-se Inscreva-se Em nome da Mãe, abrindo os encantos de uma lua Em nome do Irmão, abrindo os virtudes de um cristão Jesus é Mãe, Pai, Filho e Vão Celeste O Mestre sou o Universo Dentro do Universo, da Família A caminho do Milênio, do Amor Em nome da Mãe, abrindo o ser forte como o Sol Em nome da Mãe, abrindo os encantos de uma lua Em nome do Irmão, abrindo os virtudes de um cristão Jesus é Mãe, Pai, Filho e Vão Celeste O Mestre sou o Universo Dentro do Universo, da Família A caminho do Milênio, do Amor Em nome do Irmão, abrindo os virtudes de um cristão Jesus é Mãe, Pai, Filho e Vão Celeste O Mestre sou o Universo Dentro do Universo, da Família A caminho do Milênio, do Amor Em nome do Irmão, abrindo os virtudes de um cristão Jesus é Mãe, Pai, Filho e Vão Celeste Duplo Eterno Duplo Eterno Duplo Eterno Duplo Eterno Duplo Eterno Pelo dom que Deus nos deu de sentir a vida com prazer Divina Divina Divina Divina Sexo Familiar Alegorias Metáforas Signos Árvore do conhecimento Fruto Fábula Serpente Sequência da Criação Fala dos elementos Cita da sequência E a Bíblia Sem politicagem Ela é suprema Porque Quando a gente passa a conhecê-la A gente vê quantos livros E quantos livros na verdade A Bíblia é aquele crisântemo Na verdade é uma flor Mas são várias flores Então a Gênesis Quando ela fala da questão do firmamento E da terra firme A terra e as águas A flora Depois a fauna Depois a criação de Adão De Eva Do desafio do conhecimento A maneira como Caim e Abel Se a gente for pensar num sentido Só pra explicar Como que vê essa questão da inveja Do De querer destruir o outro De sentir o remorso A Bíblia vai tratando de temas De tal complexidade Não é só a questão da criação dos corpos Dos seres e das matérias não Ela vai falando das nossas emoções Do surgimento Dessa nossa luta de uma maneira muito interessante Então concepção astral Se inspira nisso A maneira como Caim e Abel Se a gente for pensar num sentido Só pra explicar Como que vê essa questão da inveja Do De querer destruir o outro De sentir o remorso A Bíblia vai tratando de temas De tal complexidade Não é só a questão da criação dos corpos Dos seres e das matérias não Ela vai falando das nossas emoções Do surgimento Dessa nossa luta de uma maneira muito interessante Então concepção astral Se inspira nisso Você me falou Como é gravado e editado Tinha vontade de falar besteira aqui Mas porque Concepção astral Tem até a ver Foi me lembrando a questão Dos exilados Dessa concepção Que vem do astral Vamos dizer assim, dos exilados de capela E do caminho da luz Dessas raças Que foram concebidas novamente No aspecto De um renascimento Pra novas oportunidades Teria algum Algum link Nada a ver Agora eu acredito Que sim, é esse que é o detalhe interessante Hoje por exemplo Antes de a gente ter o programa Eu fui estudar a matéria Aí é claro Dessa vez eu fiquei feliz Porque eu acho que eu tinha todos os CDs Isso é um momento muito importante Na minha vida Além de eu ler as apresentações, é muito comum também eu não tê-los Como também Eu me vanglorie de não saber as letras Então muito comumente Eu leio as letras e me surpreendo Que esse sentido, por exemplo, se for pensar Ele não foi preconcebido Mas eu acredito que tem esse sentido sim De que esteja relacionando com A vinda desses espíritos De outros planos Acredito que tem a ver sim Inclusive ao final fala Gerou vida Regerou vida de amor Homem viveu Regenerou Então é inclusive uma tônica Das músicas Das letras que ele sempre me traz Nada de negativismo Sempre coisas positivas Sempre terminando de uma forma De alento A evolução Ela é um princípio Que deve ser muito considerado Ele é muito otimista Ele é a confirmação De que nós nos aperfeiçoamos Que todos vamos nos angelizando De que o bem prevalece De que mesmo que a justiça Não seja deste mundo Ela é de outros planos A continuidade, o elo aparentemente perdido E que ela é exercida Com misericórdia Muito bom E temos mais uma canção Aqui pra gente Completar o ciclo Completar o ciclo né Gladys Luzes da Luz O que você tem a dizer pra gente sobre Luzes da Luz Bem Luzes da Luz é que nesse amaranhado Então na Gênesis os seres existem E nós estaríamos desorientados Se nós não tivéssemos A máxima expressão A personificação do bem na Terra Que foi Jesus Então quando a gente vai tentando Falar aqui que A gente então está no meio desses seres Aí e mesmo quando nós pensar Que a nossa foi dada Então tá, a gente toma do fruto Do conhecimento, segundo consta Na Gênesis Nos foi dado o governar Tudo que se move sobre o céu e a terra Mas é Se a gente não tiver um modelo superior Aí vira um governo de força Um governo de brutalidade Até hoje a gente depara com isso Se for pensar, como que a gente lida com o meio ambiente De uma maneira exploratória Como que a gente Lida com o conhecimento De uma maneira mercantilista Como nós lidamos as vezes com nossos grupos Familiares, no sentido Da troca Quer dizer, se não tiver um sentido Da virtude, nós vamos ficar Desorientados, e é o que aconteceu Depois da Gênesis, se for pensar com as figuras Do Antigo Testamento Companheiros que foram Referências Daquele povo hebreu Que aí vem a questão dos companheiros que vieram de capela Mas dentro do grupo Hebreu lá, se a gente for pensar Por exemplo, existe uma grande consideração Acho que a gente até citou isso No programa anterior Mas algumas figuras ali Que tiveram a liderança importante Mas que tiveram limitações Muito importantes, a gente nota a necessidade De Jesus mesmo Para ser o perfeito exemplo Salomão Se pensarmos, podemos pensar alto Que é só para exemplificar Salomão tem todo o sentido Da arquitetura, da construção, da liderança Da organização dos povos Mas foi um povo Que escravizava Que tributava com impostos E que era poligâmico Se a gente pega a questão de Davi Que tinha toda uma Questão de consideração de fraternidade Com Saúl Que tinha a questão da arte Que tinha uma série de bondades Mas também poligâmico Um estrategista de guerra também A gente pega a questão de Moisés Que teve a importância Aplainou muito o caminho Teve muita firmeza Muito poder de magnetizador Mas que era duro E que começou A primeira fuga É por impulso Um homicídio Se a gente fica nesse emaranhado Nós ficamos perdidos Então quando a gente fala de luz e da luz Ao mesmo tempo Que esse final aqui Eu queria lembrar uma questão Que muitas vezes não é entendida Um fremito Da grande luz De luzes Jorraram em profusão Houve tempo na eternidade Espaço na imensidão Sustentar A ligação divina Tornou-se o nosso afã Surgiu a bipolaridade Agora a homem e a mulher Presença, ausência Luz, não luz Calor, frio Atuinação Torpe mineral Desperta vegetal Segue instintos Um animal O homem se é E na vengura de Adão A mãe aprende A ser o rei Da criação Queremos voltar A ti, oh pai As luzes querem Anseiam A mãe luz Luzes perdidas A serenar Eis o roteiro Segue Jesus A luz da luz A luz das luzes Luzes da luz Segue Jesus A luz da luz A luz das luzes Luzes da luz Segue Jesus A luz da luz Presença, ausência Luz, não luz Calor, frio Atuinação Torpe mineral Desperta vegetal Segue instintos Um animal O homem se é E na vengura de Adão A mãe aprende A ser o rei Da criação Queremos voltar A ti, oh pai As luzes querem Anseiam A mãe luz Luzes perdidas A serenar Eis o roteiro Segue Jesus A luz da luz A luz das luzes Luzes da luz Segue Jesus A luz da luz A luz das luzes Luzes da luz Segue Jesus A luz da luz A luz das luzes Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz A luz das luzes Luzes da luz Luzes da luz Luzes da luz Luzes perdidas A serenar Luzes perdidas A serenar Luzes perdidas A serenar Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Luzes perdidas Eu pensei Eu pensei Ah, eu tinha Nós se conhecimos pela primeira vez Ele ficou um pouco desconcertado久久久久久 Y Sin Fique à vontade, eu estou aprendendo junto com todos aqui.

Simão Pedro, nós precisávamos de um comentário seu sobre a música Luzes da Luz, do Tim e do Gladstone. Você poderia fazer para a gente? Tudo bem. Ok, já estamos gravando. Eu digo que as letras de música, na grande maioria, são inspiradas, quer seja pelo seu autor, em função da sua própria intuição e, muitas vezes, por auxílio externo, auxílio espiritual. E a letra da música Luzes da Luz, eu digo que é uma letra que trata da evolução humana, da evolução espiritual, porque ela traz a ideia, logo no início, um frêmito da grande luz e luzes jorraram em profusão, mostrando esse momento da criação, a grande luz Deus e um frêmito dessa grande luz, luzes menores, luzes outras, jorraram em profusão, já mostrando que nossa origem divina, por criação, ela nos assemelha ao próprio Criador.

E logo em seguida, na letra, ele vai dizer que houve um tempo na eternidade, espaço na imensidão. Quando se fala em eternidade, o elemento básico da eternidade é a atemporalidade, ou seja, não há tempo na eternidade, a eternidade ela é atemporal e o tempo que surgiu nessa eternidade foi justamente quando fomos criados. É como se fosse dito em outras palavras que tudo se fez parado porque estava havendo a criação de uma individualidade. É como se Deus dissesse, olha, para tudo que eu estou fazendo a pessoa X, estou fazendo esse ser, mostrando que nós ocupamos um tempo, nós somos um tempo na própria eternidade.

E a imensidão é a ideia de coisas incomensuráveis e na letra da música diz que houve espaço na imensidão. Então além de nós ocuparmos um tempo, nós ocupamos um espaço e isso é o que dá a individualidade, é o que dá a cada um o senso de individualidade, ou cada um é um para o próprio criador, cada um é um na própria criação. Então essa introdução da música, ela justamente fala isso, houve um frêmito da grande luz e luzes oraram em profusão, houve tempo na eternidade, espaço na imensidão. Mas uma criação que não foi feita para o nada, porque a letra da música vai nos trazer o motivo dessa criação.

Sustentar a vibração divina tornou-se o nosso afã, veja o que está dito na letra, sustentar a vibração divina tornou-se o nosso afã. Surgiu a bipolaridade, agora há homem e há mulher. Qual o propósito da nossa criação, se somos luzes jorradas em profusão, em função de uma grande luz, ou seja, se trazemos em nós a essência do próprio criador, a nossa função é sustentar a obra do criador, é aquilo que André Luiz chamava de co-criadores. Então sustentar a vibração divina, naquela fala de Jesus, brilha a vossa luz. Então a sustentação dessa vibração divina é fazermos por mostrar a essência que nós trazemos, a própria essência da divindade.

Então esse é o afã, esse é o objetivo da criação, não que sejamos deuses na ideia de igual a Deus, mas somos deuses em potencial divino. Deus é a perfeição e nós somos a perfectibilidade. A perfeição é Deus e nós os seres perfectíveis. Então tornarmos-nos perfeitos, aperfeiçoarmos-nos, melhor dizendo, é o sustentar a vibração divina. E a bipolaridade que surge na letra da música, surgiu a bipolaridade, agora há homem e há mulher, presença-ausência, luz-não-luz, calor-frio, ato e nação. Esse jogo de palavras, esses aspectos dicotômicos que estão colocados na letra, é justamente o que simboliza para nós a escolha.

Somos dotados de arbítrio livre para fazermos a escolha. A bipolaridade agora há homem e há mulher, ou seja, duas naturezas de uma mesma essência. Há homem e há mulher, há peripetualidade, há sensibilidade, há racionalidade, há intuição, ou seja, os diversos sentimentos que poderemos desenvolver. Há homem e há mulher, presença-ausência, os contrários, luz-não-luz, calor-frio, ato e nação, são justamente as nossas escolhas, as ações, as contraposições, as atitudes com as suas respectivas consequências. Então mostra esse aspecto que o crescimento, a aprendizagem, ela se faz por escolhas e nós temos sempre duas opções de atitudes, cada uma delas gerando as suas reações, mas nós temos as opções da escolha e é justamente pelas opções e pela escolha que nós desenvolvemos o nosso aprendizado.

Então essa sustentação da vibração divina a partir do nosso crescimento, pelo nosso aprendizado, pelas nossas escolhas. E aí depois na sequência, quando mostra essas escolhas, quando mostra esse aprendizado, ele vem dizendo, o homem se ergue na figura de Adão, ama e aprende a ser o rei da criação. Ou seja, o homem se ergue na figura de Adão, Adão mito, mas o mito que nos remete ao erro, porque Adão lá na estrutura gêmica, ele aprendeu a partir do erro, naquela ideia mítica do fruto proibido, da desobediência, ou seja, o erro, é que lhe concedeu a condição de crescer.

Como foi dito no mito, comerás com o suor do teu rosto, ou seja, fruto do teu trabalho é a tua evolução, fruto do teu esforço é a tua recompensa. Então erguer-se na figura de Adão, é justamente no processo do erro e acerto, em função das escolhas que fizemos. Então justamente o homem se ergue na figura de Adão e nesse processo de aprendizagem, mesmo que pelo erro e o acerto, a consequência ama, ou seja, o aprendizado que nós fecharemos é quando entendemos a essência do amor. Então por isso está dito, o homem se ergue na figura de Adão, ama e aprende a ser o rei da criação.

Então ama e aprende o sentimento, a sensibilidade, precedendo o próprio raciocínio, precedendo o próprio conhecimento, mas mostrando que até mesmo pelas atitudes erradas nós temos oportunidade de reaprendermos se estivermos expostos ao sentimento divino do amor e aí cresceremos. Se observarmos bem, é a característica de um mundo provacional e expiatório. Como vemos lá no Evangelho Segundo Espiritismo, na caracterização dos mundos, o mundo de prova e expiação é aquele em que há predominância do mal, ou seja, aquele em que o erro é maior proporção do que o acerto, é a típica figura de Adão.

E é justamente nesse mundo de erros que nós aprendemos com os erros, a acertar também, é que vamos nos erguendo, ou melhor, soerguendo, porque vamos num trabalho próprio, pessoal, de esforço, vencendo as más tendências e desenvolvendo os bons sentimentos. Então o homem se ergue na figura de Adão, ama e aprende a ser o rei da criação. E aí num fechamento de letra ele diz, Queremos voltar a Ti, ó Pai, as luzes querem, anseiam a Mãe Luz. Veja o processo, um frêmito da grande luz, começa a letra, ou seja, a criação, o início, e encerra, queremos voltar a Ti, ó Pai, como se no processo da evolução sentíssemos uníssonos a Deus, sentíssemos ligados a Deus, queremos voltar a Ti, ó Pai, voltar ao próprio Criador, é quando desenvolvemos na nossa perspectividade a perfeição, e aí retornamos ao seio de Deus, não no sentido panteísta, não é isso, mantemos a individualidade, lógico, mas é quando então, naquela resposta dos Espíritos, se um dia o homem compreenderia Deus, eles disseram que sim, quando mais não tivéssemos obnubilados, em outras palavras, pela própria matéria, pelo próprio sentimento material.

Então eles disseram assim, nesse momento o homem compreenderá Deus. E é justamente o que nos dizer da letra da música, queremos voltar a Ti, ó Pai, as dozes querem, anseiam a Mãe Luz. Isso mostra o determinismo evolutivo, o determinismo da evolução, que é algo inexorável, todos evoluiremos, mesmo que pelos erros e acertos, mesmo que pelo processo dos erros. E aí, a música caminha para um ponto, e nós tentamos chegar a esse retorno ao Pai, retorno a Deus, esse processo da evolução. E aí a letra da música diz, luzes perdidas, serenai, eis o roteiro, segue Jesus.

É interessante mostrar luzes perdidas, aquelas luzes, aquela ideia do homem que se ergue na figura de Adão, ou seja, no erro, luzes perdidas, serenai, fiquem serenos, acalmem-se, há um caminho, há um roteiro. Então ele diz, luzes perdidas, serenai, eis o roteiro, segue Jesus. Isso coaduna com a questão 625 do Livro dos Espíritos, qual é o tipo perfeito que Deus ofereceu ao homem para servir de guia e modelo para a humanidade, Jesus. Então nesse processo evolutivo, nesse mundo de provas e expiações que vivemos, no nosso caso, o nosso roteiro é Jesus.

Esse Espírito que assumiu a tutela, por assim dizer, dessas crianças que somos no processo evolutivo, desses menores que somos no processo evolutivo. Então para nós, que estamos nesse soerguimento a partir da figura de Adão, do erro, nós então temos o roteiro, Jesus, seguir as suas ideias, as suas palavras, os seus ensinos, que é o que nos disseram os Espíritos justamente nessa questão 625. Então essa letra, essa música, ela retrata esse processo evolutivo, ela retrata a nossa origem e o nosso destino. E entre a origem e o destino, a nossa função, que é manter a vibração divina.

Ela retrata a nossa função e retrata os processos pelas dicotomias, presença, ausência, luz, não luz, calor, frio, ou seja, pelos contrários, pelas atitudes, pelas escolhas. Ela nos dá um indicativo que a evolução é inexorável e passa a ser um desejo nosso, voltar a ti ou a pai, voltar a Deus, voltar ao Criador. E nos dá o caminho para que isso tudo seja feito. Eis o roteiro, segue Jesus. Então é uma letra, como outras que tive oportunidade de avaliar do mesmo autor, que é do Gladstone, que eu não conheço pessoalmente, não tive ainda esse prazer, trazem sempre essa característica, essa característica de reflexão.

Então é uma letra que eu desconheço o processo pelo qual ela foi criada, ela foi escrita, mas é uma letra altamente inspirada na ideia da evolução. E é interessante, porque eu havia me esquecido, no momento da letra, quando fala do seu regimento na figura de Adão, a letra traz um pensamento de Leandrini quando ele diz lá na letra da música, dorme mineral, desperta vegetal, segue instinto no animal. E aí que vem, o homem se ergue na figura de Adão. Então ele mostra primeiro esse processo autômato da evolução, do mineral, do vegetal, do animal, mostrando as características, dorme mineral, desperta vegetal, segue instinto no animal.

E quando vai entrar para o nominal, é que ele então trabalha com a ideia de um homem se ergue na figura de Adão, mostrando que nesse processo evolutivo, a tomada de consciência na figura de Adão, na figura da escolha. Então é uma letra muito bem ajustada, e que foi muito bem musicada, porque vem outro aspecto, a musicalidade que foi colocada na letra, que se não me engano, salvo engano de minha parte, foi feita pelo Tim. O ritmo da música, a melodia, ela muda de ritmos, à medida que a fala também muda na letra. Ela vem de uma forma mais, a gente diz, horizontalizada, um pouco mais longa em notas, e quando vai falar da dicotomia, da presença, da ausência, da luz, do não-luz, ela muda um pouco o ritmo, fica um pouco mais rápida, mais de jogo de notas, e depois quando fala do seu erguimento, quando fala do retorno a Deus, quando fala de voltar a ti ou ao pai, ela volta a ter aquele estilo mais horizontal, mais sereno, e vem aquele jogo de notas que são mais cadenciadas.

Então tudo isso, eu conversava até uma vez com o Tim, e ele disse assim, é interessante porque essa observação eu não tinha percebido, mas porque também é intuitiva, é inspirada, é esse aspecto da sensibilidade. Então é uma junção, ou foi uma junção perfeita, de uma letra que trata da evolução com a melodia que segue o ritmo da própria evolução. E aí é onde nós então, eu particularmente, parabenizo os dois, o autor da letra e o autor da melodia, que, volta a dizer, salvo engano, foram Gladstone e Tim. E aí vai os nossos parabéns.

E até já antecipando outras letras que também pude ler da mesma autoria de Gladstone e algumas de Tim, e a musicalidade também constante nessas letras, como em outras músicas, como a música Pedro, como a música Médiuns, são músicas que tratam do elemento histórico, religioso, contido nos textos bíblicos, mas bem ajustados à lógica existencial. E aí é que está a beleza dessas letras. É fantástico, Simão Pedro, muito obrigado. A gente está fazendo uma série com o Tim e com o Gladstone, e a gente está gravando um podcast com eles, exatamente eles falando sobre o processo de criação, sobre o processo de trabalho dos dois, como uma dupla que tem feito músicas maravilhosas, né?

Pois é, é o que ele disse, eu não conheço o processo pelo qual eles trabalharam, sabe, passaram, mas a gente percebe que não são letras propositadamente criadas, mas tiveram um propósito de criação. Ah, sim. Inclusive nós estamos aqui com uma letra fresquinha do Gladstone para o seminário Caminho da Luz, que o Haroldo vai fazer dia 1º de outubro, né? Sim. Vou te passar a letra dela depois por e-mail. Ah, ótimo. Eu quando analisei a letra Médiuns, também é um espetáculo a forma que ele trabalhou, né, amarrando hoje Médiuns, antes Profetas, Faculdades, não mais Ocultas, coisa muito bem ajustada, né?

É. O diálogo que ele criou de Jesus com Pedro, o que ele criou, não, o diálogo existente, a forma que ele criou para retratar isso. Eu acho, eu acho, não conheço o Gladstone, realmente não conheço pessoalmente, mas eu acho que é um dos autores, dos compositores mais afinados com a sensibilidade inspirada para as letras, sabe? Eu acho perfeito o que ele faz. É fantástico. Em breve a gente vai entrar em contato com você para poder comentar outras letras dele. Eu acho que vai ser fantástico a gente mostrar esse outro lado das músicas para os ouvintes, né?

Lógico. O próprio autor pode dizer, olha, eu não pensei nada disso quando eu criei, mas quando a gente ouve, nos desperta esse tipo de pensamento, esse tipo de análise, sabe? Exatamente. Um dia eu até conversava com a poetisa lá de Divinópolis, a Dona Adélia Prado, a gente conversava com ela e a companheira disse assim, o que você acha das análises que eles fazem dos seus poemas? Ela falou, olha, eu não, quando escrevia, não pensava aquilo que eles estão analisando, mas depois de ler o que eles analisaram, eu passei a pensar como eles.

Foi interessante, quer dizer, é inspirado forte, né? Ah, é fantástico. E olha, você encontrando com o Gladstone, com o Tim, cumprimenta-os em meu nome, porque eu tinha até assistido com ele recentemente, sempre que eu encontro com ele, encontrei com a Vanessa agora lá em Vitória da Conquista, e sempre que eu encontro eu estou parabenizando, não canso de dizer isso para eles, mas com o Gladstone eu nunca tive a oportunidade de conversar com ele, então vai e transmita para mim os parabéns, que é fantástico, eu gosto muito da forma que ele trabalha.

Pode deixar, todos nós gostamos, pode deixar que eu transmito para ele sim. Obrigado, viu? Ah, ok, muito obrigado a você, fica com Deus. Você também, tchau. Tchau. E aí ele continuou discorrendo sobre a música Luz da Luz, e a partir desse dia eu fico sabendo que, sempre que pode, né, ele cita as nossas canções, ele tem todos os trabalhos que eu sei, e ele leva pouco tempo, o pessoal de Goiânia mandou e-mail, olha o Simão Pedro esteve aqui, falou sobre as suas canções, fez uma propaganda para a gente lá, eu achei muito bacana, e ele assim, eu acho que a arte deve ser assim, é para todos, a gente tem que estar sempre divulgando e compartilhando aquilo que a gente acha bom, acha proveitoso para todo mundo, e a Simão Pedro aqui, mais uma vez, eu quero agradecer o empenho, o interesse e a colaboração com os nossos trabalhos.

Só um detalhe, porque o programa tem um aspecto que é lúdico também, quanto à casa e tal, eu quase não viajo, praticamente não viajo, eu até comento com o pessoal que a razão para mim é muito clara, eu já saí do umbral com a pena alternativa, eu tenho a liberdade vigiada aqui na cidade, eu saio do umbral direto para cá e fico aqui no… Mais uma vez eu viajei para um lugar, claro que eu viajei para um lugar, ouvinte despreza isso, então vocês corrigem na edição, mas eu me recordo que a gente estava ouvindo uma música e o pessoal falou assim, nossa, tem uma música aqui que você tem que ouvir, não sei se você conhece, o pessoal do Belo Horizonte lá, aí acabou que eu fui lá, fiz a palestra, saí com a descrição, porque a gente já não se sente dono mesmo, e a música era Pedro, então você conhece, eu fui mais ou menos, mas eu falei assim, Deus me ajude, essa graça, essa coisa gostosa de estar ouvindo a música, conseguir sair e a pessoa nem saber da coincidência e voltar, é ótimo.

É uma pena, eu não sabia contar com a riqueza de detalhes, um caso que eu assisti com o poeta amazonense, não sei se você conhece a obra do Tiago de Mello, o Tiago de Mello é um poeta amazonense e o Belo Horizonte fazia uma palestra e ele tem um poema, não sei se esse poema se chama É Escuro, Mas Eu Ando, é um poema que na época da ditadura foi um poema muito conhecido e tudo, e esse poema era um poema de alguém com esperança, né? Um título, verdade. E ele foi preso durante a ditadura, e ele foi para uma cela muito escura à noite, ficou muito deprimido, ficou arrasado, estava numa dificuldade muito grande e uma cela muito alta, lá em cima uma janelinha, passou a noite e quando o dia foi clareando, ele começou a ver que a cela onde ele estava era uma cela toda escrita na parede, onde já tinham passado muita gente por lá preso e tal.

E quando foi clareando o dia, ele começou a identificar algumas inscrições na parede e uma das inscrições que ele leu na parede era o poema dele, É Escuro, Mas Eu Ando. E ele falou assim que, foi emocionante, ele se emocionou contando para a gente isso e a plateia também, não tinha nem porquê, que ele falou assim que foi a hora que a obra veio ao encontro do seu autor, né? Muito bacana. E assim, ele foi resgatado pela própria obra dele. É, justamente. E isso acontece muitas vezes, não raras vezes, eu diria até que comumente, eu e Vanessa quando estamos no palco, ontem mesmo nós fizemos uma apresentação e quando a gente canta, a gente entra dentro da música e a gente percebe a música e cada vez mais é como se estivesse cantando com várias pessoas cantando conosco e aí vem o sentimento e como o texto nós lemos há pouco ali, no livro Vinha de Luz, nós lemos uma mensagem antes, fala do sentimento que nos move e o sentimento vem e não raras vezes nós nos emocionamos na hora de cantar e às vezes a gente nem consegue cantar porque a garganta para na garganta da gente e o pensamento vai longe e a gente começa a sentir coisas assim que maravilhosas.

Então a música, a arte, ela tem esse poder de nos emocionar e nos colocar assim no terceiro céu. A gente visita planos melhores e quando retorna, nós nos sentimos melhores e mais animados, faz escuro mas eu ando, nós nos sentimos animados a continuar. Eu acho que é essa a função do artista, é estimular, é trazer notícias de um plano melhor, é a gente caminhar, mostrar a parte bela da vida, não com falsos céus, falsos lugares que não existem, com fantasias, mas sim com estímulo, ânimo, eu acho que a gente tem que trabalhar assim.

Porque o que não é belo, nós já vivenciamos ele o tempo todo, não que ele não deva ser citado, mas não precisa, a gente já convive, então vamos trabalhar aquilo que nos eleva, vamos experienciar momentos diferenciados, letras diferenciadas, musicalidade diferenciada para a gente possa exercitar, sair do lugar comum, como diz o Gladus, e utilizando a arte para isso. E eu sempre falo que o artista quando está no palco, ou na Casa Espírita, ou no que for que ele esteja se apresentando, ele não é sozinho, é ele e a plateia, que tem o mesmo papel que ele, e os dois juntos fazem o ambiente harmônico, ninguém canta sozinho.

Mas, Tinho, aí a gente estava falando aqui de luz e da luz, né? A gente falou de Jesus, e tem mais alguma coisa para a gente tirar aí? Dá para exprimir, tem caldo para tirar pra caramba aí, hein? Eu acho que uma questão que eu acho que é muito importante, é pedagógica, é que as pessoas se sintam convidadas realmente a interpretar, porque o que nós estamos fazendo aqui, nós até que participamos mais ativamente do primeiro momento físico do processo, é até difícil explicar o que é isso, nós estamos sempre redescobrindo os sentidos.

Então, nesse sentido, o que a gente sugere sempre, é que o ser humano tem essa qualidade, é uma questão diferente, a gente cantar é como cantar uma música estrangeira, e a gente não sabe o que está cantando, e as letras que a gente canta, as expressões que a gente usa também, muitas vezes é sem reflexão, não é o tema aqui, mas eu particularmente, é uma questão que eu tenho me detido um pouco, e me concentrado em algumas expressões que atravessam os tempos e viram automatismos, e que se a gente for pensar bem, a gente vai excluí-las, porque elas não correspondem ao nosso pensamento, ao nosso gosto, isso acontece muito.

Às vezes a gente canta essas letras de uma maneira repetitiva, automatismo e tal, e não pensa no sentido. O que é que a gente propõe? É que a construção continua, aquilo que a gente falou do modo de internalizar, a maneira de reinterpretar, e a maneira de enriquecer o sentido, sem forçação de barra também, porque às vezes a gente insiste tanto em colocar um sentido em uma coisa, que não combina, é um enxerto que não cabe. Na verdade, o exercício não é colocar um sentido, é tirar o sentido dali, né? Exatamente, é reinterpretar.

E outra coisa, quanto é importante você cantar uma música lendo encarte, né? Porque eu tô vendo aqui umas palavras ali que eu cantava achando que era outra coisa. Ah, interessante. Isso acorde também, isso acorde também. Essas brincadeiras mesmo, né? É eternoar, né? É, para quem não tem oportunidade de conhecer a letra ainda, a letra da Concepção Assalta é assim, semen, três pontinhos, teo, éter, no, ar. É bem separado. Amor, reticências, teceu. Então, que dá uma conotação que a gente fala do duplo sentido. E outra, essas letras, Luz da Luz também está aqui na nossa frente, ela traz questões que inclusive são citadas nos livros, como André Luiz, que fala, dorme mineral, desperta vegetal, segue instintos do animal, aquelas questões evolutivas, né?

Fala a questão de Gênesis. Então, o Gladstone tem essa facilidade de mexer com Antigo Testamento, Novo Testamento, literatura espírita, literatura não espírita, universal, búdica, histórica. Então, isso é legal porque a gente não fica preso a nada, abitulado a nada, porque o conhecimento é de todos. E isso deve nos engranecer. Desculpe, tem até um jogo que a gente faz para comparar, é o que acontece conosco, Brasil, nesse tempo aqui, sobre o Hino Nacional. Chega um momento em que a gente pensa assim, olha, eu nem sabia que ouviram do Ipiranga as margens plácidas, a gente pensa, tem cada inversão na letra do Hino Nacional, e ela perdura sempre com descobertas, no sentido é esse.

Às vezes, nós ficamos cansados de dizer, bacana, porque agora aprendi a cantar, eu decorei a letra, como se isso fosse um desafio, um troféu, né, beleza. Saí sem entender o sentido. E tem um grupo que simplifica mais e simplesmente não sabe, não canta e acabou. Então, de certo modo, é esse jogo, né, Tim? Há razões para a maneira como as letras aparecem, como alguns jogos têm. Tem uma questão que se chama de neologismo, e tem uma questão que é uma arbitrariedade. Quando você cria uma palavra, às vezes, e ela passa a fazer parte do vocabulário, você cria um neologismo.

E outras questões, é uma questão lúdica, é uma brincadeira que você faz com a linguagem. Mas é uma brincadeira que faz sentido em algum lugar. Então, quando está sementeou, é imaginando que seria muito legal sementear. Não é uma questão que… É uma proposta para um sentido que se quer falar. Que não será oficializado, mas que se torna domínio público. Não é isso, desculpa, Tati? Não, muito bom. Eu acho que o legal da brincadeira com as palavras é como se você colocasse algo além, né? Para que a pessoa estartasse um processo de curiosidade também sobre aquilo, né?

E quando você cria praticamente um verbo, né? Ou você cria uma sensação… O que ele quis dizer? Você pega a letra… Deixa eu entender. Porque… O que é teo? Não é isso? Então, isso é importante. É o aroma, é o perfume, é o algo mais. É o que é oferecido junto com a mensagem, né, Tim? Da questão musical, eu tenho até um pouco a acrescentar que muitos me perguntam como é que você faz a música? Como é que você encaixa? Você faz a música primeiro, depois ele coloca a letra? Como é que é a concepção? Como é que é a concepção, exato.

Eu tenho um profundo cuidado de interferir o máximo, né? Aliás, interferir o mínimo. Eu tenho o máximo cuidado de interferir o mínimo, né? Haja entendido. Porque justamente para não perder esses sentidos. Porque eu vejo muitas vezes amigos nossos fazendo as canções e forçando palavras dentro da frase para manter a métrica da música. Ou, não é assim? Então você às vezes encavala a forma de cantar. Encavala é uma palavra meio feia, né? Às vezes atropela a forma de terminar a frase para isso. Então os acentos tônicos às vezes ficam sacrificados para que a música possa aparecer.

E há uma pressa em compor. Eu particularmente não tenho pressa. Eu tenho canções paradas porque eu ainda não consegui uma frase final. Eu já disse isso, né? E ainda preciso do glados. E teve uma vez também, vale colocar, que eu tentei interferir numa música. Essa música era… Eu acho que Alívio. Alívio. Em que no final… Não, Zaqueu. Música Zaqueu. No final eu criei uma frase lá, peguei um negócio assim, coloquei lá. No final da música eu achei fantástico. Nossa, a música agora fechou. Mostrei para a minha esposa, ela escutou.

Mas essa parte final ficou estranha. Era a minha parte, né? E eu fiquei calado. Não, mas tá bacana porque eu tentei insistir. Aí escutou mais vezes e tal. No final, olha, tá lindo. Mas essa parte final você pode tirar que não vai fazer qualquer coisa. O meu esgosto foi tanto que eu tentei imacular a outra dele. Ele nem ficou sabendo disso. Acabou que a música saiu sem a minha parte. Primeiramente ficou muito melhor. Não fez falta nenhuma. Um detalhe também. Um desafio. Até essa questão da letra. Nós que trabalhamos com esse processo, nós temos que nos vacinar sobre uma série de riscos.

Com poesia a gente tem muito isso. Teve um período que havia um grupo que era parnasiano. E que os parnasianos, às vezes, alguns tinham uma neurose. A gente tem uma neurose, né? Da rima, da métrica. E aí você perde até o sentido, às vezes, para que a forma fique do jeito que você quer falar. É aquela questão de a gente aprende uma palavra e quer usá-la de toda maneira. A gente usa até fora de contexto. Mas quer usar a palavra. A não ser eu falar, eu vou me lembrar dela. Mas, às vezes, a palavra já está tão fora de uso.

Mas, às vezes, a gente pensa mais na forma do que no fundo. É o que aconteceu também com os rituais. E como a gente já falou de Shakespeare. Se fosse uma coisa pessoal, se já fosse o Tiago de Melo. Só lembrar que tem o Monteiro Lobato. Tem umas coisas muito gostosas de ler. Tem um conto dele que chama O Colocador de Pronomes. Quem ler esse conto vai saber do que a gente está falando. O que é uma neurose. O Glaser se preocupa realmente com essas coisas. Tem uma canção, não sei se posso citar, mas já citei. Senhor Destreza, logo que nós fizemos, mostrei para ele.

E aprovou, ok. Começamos a cantar. A MENTE MAU Coração de luz, estrela ao peito Corpo transfigurado em constelação Pés singelos, joelhos ao chão Lava-pes aos pescadores de ilusão Que divisam esses olhos límpidos Que revelam céus na terra e anjos nas feiras Que plasmaram essas mãos perfeitas Que elevam os caídos e curam feridas Pronte de anjo, aldeia virtude Capitando as divinas revelações Posso ouvir a harmonia Ensinando inovidavel as multidões De ti emanam misticas virtudes Quando tua boca se abre, Senhor das estrelas De ti emanam misticas virtudes Quando tua boca se abre, Senhor das estrelas O que fizemos?

Respassamos o coração Perfuramos os pés e as mãos Subamos os olhos Esfriamos a fronte altiva E quisemos calar a voz Do Senhor das estrelas Força do perdão Missão derradeira Coroando com o evangelho de morte O tempo, questão de tempo O tempo da paz Que vibrou nas oliveiras E furou na cruz A canção Senhor das estrelas ao final fala assim Força do perdão Missão derradeira E nós cantarmos assim, a forma de cantar sem nos preocupar Eu e Vanessa nós cantarmos assim Força do perdão Missão derradeira É um outro sentido, forçado perdão Então aí chamou a atenção, é força do perdão Então olha pra você ver, o que que é Pra você ver o que que é A letra pode tá perfeita, né Mas na hora de cantar você não vê As maiúsculas, as minúsculas Aquilo vai a sua ideia da forma de cantar Então há também esse cuidado Pra que você não atropele palavras Pra que a música saia da melhor forma possível Uma questão que eu monto de minha parte Pra fechar o que eu lembro, né Porque vem umas três vezes o caso aqui Eu lembro que em 1991, né A gente tinha uma ideia, da outra vez eu não contei Senão foi fora do ar o que eu estava dizendo Havia uma ideia de um trabalho que a gente participa nele, né O Albergue, e havia um projeto social Que precisaria acontecer e tal Aí o pessoal falou assim, precisa fazer um projeto A respeito disso, pra ver com quem que vai haver um convênio Aí eu comecei a fazer um projeto Tá devagando, mas é assim mesmo É contação de casa Primeiro o pessoal fica curioso Fiquei sabendo de umas coisas Aí eu lembro que eu fiz o projeto lá e pensei Vai ser desse jeito, vai colocar aqui O pessoal vai ter esse banheiro, vai ter esse refeitório Vai ter esses quartos E quando eu fui escrevendo o projeto lá Eu vou encurtando, porque eu fui parar nessa reunião Sabe Deus por que lá e tal E comecei a escrever o projeto Eu peguei e falei pra quantas pessoas Que a gente não tem dinheiro, mas vai fazer isso convênio Vou colocar pra duzentas Aí eu coloquei lá, duzentas pessoas Passou um tempinho, eu voltei, olhei e falei assim Não, duzentos não O pessoal vai achar Que nós estamos sendo muito pretenciosos Então eu vou colocar pra cem Aí eu risquei e coloquei cem Mandamos os projetos, os outros grupos mandaram Aí no dia o secretário nos recebeu lá E falou assim, o secretário de assistência social na época Ele disse assim, olha O projeto do consolador é que tem a ver Com o que a gente está querendo, que foi selecionado É praticamente o mesmo projeto Que a minha assessoria havia feito Então é exatamente o objetivo A única diferença Substancial entre o nosso projeto e o seus É que nós pensamos pra duzentas pessoas E vocês propuseram pra cem Então não tem como dizer que somos nós Exatamente É isso aí Pois como eleitos de Deus Santos e amados Revestivos de Entranhas de misericórdia De benignidade Humildade Mancidão Longanimidade Essa aqui é digna do Glass Honjô, sinceramente É, eu tô me sentindo Você entendeu?

Veia pra nós aqui, clareia Vamos salvar o rapaz aqui Vinha de luz Lição oitenta e nove Na intimidade do ser Vós pois Como eleitos de Deus, santos e amados Revestivos de Entranhas de misericórdia Da benignidade, humildade Mancidão Longanimidade Paulo, Cartas Colossenses Capítulo três, versículo doze Indubitavelmente Não basta apreciar Os sentimentos sublimes Que o cristianismo inspira É indispensável Revestirmos-nos deles O apóstolo não se refere a raciocínios Fala de profundidades O problema não é de pura cerebração É de intimidade do ser Alguém que possua roteiro certo Do caminho a seguir Entre multidões que o desconhecem É naturalmente eleito Para administrar a orientação Detendo tão copiosa Bagagem de conhecimento Acerca da eternidade O cristão legítimo É pessoa indicada A proteger os interesses espirituais De seus irmãos na jornada evolutiva No entanto É preciso encarecer o testemunho Que não se limita a A fraseologia brilhante Imprescindível É que estejamos Revestidos De entranhas de misericórdia Para enfrentarmos com êxito Os perigos constantes Do caminho O mal para ceder terreno Compreende apenas a linguagem do verdadeiro bem O orgulho Afim de renunciar aos seus propósitos Infelizes Não entende senão a humildade Sem espírito fraternal É impossível Quebrar o escuro estilete Do egoísmo É necessário dilatar Sempre as reservas Do sentimento superior De modo a avançarmos Vitoriosamente na senda da ascensão Os espiritistas sinceros Encontrarão luminoso estímulo Nas palavras de Paulo Alguns companheiros, por certo Observarão em nossa lembrança Mero problema de fé religiosa Segundo o seu modo De entender Todavia Entre fazer psiquismo por alguns dias E solucionar Questões para a vida eterna Há sempre considerável diferença Esclarecer aos ouvintes Que a mensagem não foi preparada Por nós, no plano físico Não abri o livro Ele se abriu aí Eu estava aqui mexendo no livro Eu tinha aberto uma outra lição E por algum motivo eu foliei E parei de mexer Quando o Thiago falou Será que você mexeu tanto no livro aí?

Essa questão da cerebração e fraseologia Mano, não é jogar em direta, não é? Não, tudo bem, deixa pra lá Não, mas eu… Eu acho, não, mas eu achei bacana Até vale o comentário do Gladston aí, né? Não, basicamente a gente pensou muito Nisso que nós falávamos Acerca do fundo e da forma E do sentido de que Quanto mais detivermos esse mapa Do caminho, assim, de… Buscar a virtude, de tentar fazer o bem Mais a espiritualidade Concentra acima das palavras Naquilo que Paulo fala, né? Nós podemos falar todas as línguas Nós podemos conhecer a ciência, conhecer as filosofias Mas se nós não tivermos amor Isso não se nos aproveita Aproveita, às vezes, pra quem ouve Conforme dissemos, né?

As músicas têm pessoas que escrevem assim Às vezes e-mail, liga e tal E fala assim Nossa senhora, eu escuto essa música Eu me sinto elevado Outra pessoa fala, isso aqui mudou esse meu caminho Eu me reconciliei com o tal Companheiro do caminho Aí nós pensamos que as pessoas aproveitam Tanto mais do que nós, né? E nós somos, então, responsáveis pela obra É claro que os mediadores Respondem tanto pelo mal Que eles ocasionam Quanto o bem que eles originam Na frase que o bem será advogado em qualquer lugar Mas só que nós vamos precisar muito Desse advogado se nós não vivenciarmos Isso profundamente Tiago, a gente podia Já deixar, né?

A gente já tinha falado Sobre a proposta Da participação do público, né? Ah, sim Você falou do quê? De convidá-los, inclusive Em breve a gente vai ter uma plataforma no site Colaborativa, né? Você quer que eu fale sobre isso? Pode, eu falei do caramba E eu já lanço, já te mostro que não está presente Um quadro, Haroldo Responde Já propõe, avisa pra ele Pois é, mas aos amigos que nos ouvem Que já se detiveram nessas letras Que tiverem alguma dúvida Quiserem trazer alguma contribuição Alguma dessas frases O Glados está à disposição Ele vai responder Nós vamos criar Um momento de encerramento O Tiago Eu pediria ao pessoal da mesa A gente percebe quando a sintonia já vai longe Que é o momento Aliás, passou do momento de encerrarmos Bom Respondendo a pergunta Do Júlio Nós vamos ter no site Aliás, já está lá Clicando aí no Pode Perguntar Você vai ter O próximo episódio que nós vamos gravar Com o Glados e com o Tim Que vai se chamar Agendas Então, escutando as músicas Eden, Caim, Abel e Médium Vocês podem fazer perguntas Sobre essas músicas, sobre as letras Contar experiências Contar experiências Sobre as experiências de vocês E vocês ouvirem as músicas Que vão Alimentar o Pode Ser E quem não conhece as músicas É uma oportunidade de conhecer no site Pode adquirir os CDs E no site do Tim também ele disponibiliza Para você ouvir as músicas E na loja do Ser Tem os CDs do Tim www.timivanessa.com.br www.timivanessa.com.br E o Tim, só para não esquecer Ele já está fazendo um trabalho maravilhoso Com um vídeo ensinando A tocar as músicas Porque se o Glados não escreve Algumas coisas assim também Não vamos perder o Tim não, que tem uns acordezinhos lá Também que eu ia te falar Eu passei o tempo inteiro Do programa evitando falar E pensando, as pedras falaram Obrigado Eu ia falar justamente das experiências Porque a gente Vai ter futuramente Várias possibilidades Interativas no site No aspecto de Criação de conteúdo E a gente já propõe sabendo Que muita gente já viveu experiências Com essas músicas do Tim Escutando na sua casa espírita Do Tim e do Gladston Sempre que eu falo que é a música do Tim É do Tim e do Gladston As músicas foram feitas pelo Tim E as letras pelo Gladston O pessoal trazer essas experiências Compartilhar isso Para quem sabe a gente retirar Também o aprendizado que o Gladston estava falando Muitas vezes a pessoa aproveitou O conteúdo da letra Até mais do que os próprios autores E esse feedback é super bacana Só outro detalhe importantíssimo Que não pode faltar A voz da Vanessa Eu ia falar isso aqui A letra é do Tim A letra é do Tim A letra é do Gladston A letra é do Gladston A música é do Tim E a música é da Vanessa Eu não sei se eu já contei Você quer falar Gladston?

Não pode contar Eu já cortei mesmo Eu não sei se eu já contei Mas teve uma vez Eu vou fazer uma música Mas essa é para mim Para eu cantar Eu vou cantar Aí me esmerei na música Fiz, cheguei, cantei Aí a Vanessa veio E a Vanessa tem uma facilidade incrível De aprender as letras E de decorar Aí eu cantei a música para ela Daí a pouco ela começou a cantar a música Mudou a música toda A música ficou maravilhosa Eu falei para que eu vou cantar? Você me atrapalhou Ela eleva uma música Para um estágio Muito belo Então realmente A participação dela no trabalho É fundamental Pela vibração, pela forma de cantar Pela simplicidade Aí ela está convidada Segunda-feira se ela quiser vir aqui Participar com a gente Puxa vida Cantar Ela também vai cantar Se ela vier vai poder até cantar E por falar nisso Eu queria até contar que uma vez o Glado Subiu ao palco Você lembra disso Glado?

Ele foi encenar Ele foi fazer uma peça E o Glado É muito interessante Não sei se você lembra Não é isso? Sim Cornelio Pires Cornelio Pires Ele foi Encenar Ele subiu Ao palco e começou E contou uma anedota Cornelio Pires também Contou uma anedota E o público ficou olhando para ele Ele é complicado até Tinha a minha cara Eu lembro que quando o pessoal Eu tive a ideia Na verdade tinha uns personagens simples E uma vez eu fui levar o soneto de Cornelio Pires Eram três Aí quando eu fui falando Primeiro eu fui falando mais rapidamente ainda E o soneto tem Inversão, tem um fechamento de sentido Você lendo Mas você ouvindo é muito difícil Eu descobri isso no ar Em cima do palco Aí quando eu vi que o público não respondia O pessoal estava solidário mas estarrecido Com a estátua Eu falei para eles Gente, nós temos um grande problema Não sei qual de problemas é o maior Primeiro deles São três sonetos Segundo, esse aqui já acabou E terceiro, esse era o mais simples Dos três e eu vou voltar duas vezes Foi um tempo doloroso E você lembra o soneto assim?

Não, infelizmente não Mas eu não vou repetir aquela experiência A gente promete que a gente vai rir Porque para ler, Cornelio Pires Tem coisas deliciosas Com certeza Eu ainda tenho vontade de Porque tem essa coisa Ele é meio que constrangedor Tem hora que você fala assim Cara Eu fico ligando o Cornelio Pires Ao samba de breque Porque o único estilo que talvez Caberia para ele seria um samba de breque Porque ele é Eu fiquei naquela situação De quem tem que explicar a piada Mas era isso, o soneto tem um sentido E o pessoal não conseguiu acompanhar Quer dizer, a produção foi errada Eu estava lá em cima, eu ia voltar duas vezes Eu não queria voltar, mas eu voltei A gente leva as impressões Deixa a coisa andar Mas tem outras Outras vertentes que podem ser exploradas E quem quiser, como a gente já disse Se quiser trazer outras Outras visões Para a gente trabalhar Nós voltaremos a essas canções E a outras, sem problemas E particularmente Nem por chamarias nem nada Eu achei legal a classificação Que foi proposta E acredito que quanto mais O pessoal tiver conhecimento sobre as matrizes Dessas ou outras letras Mais eles vão aproveitar E muitas vezes vão nos explicar o sentido Depois eu conto algumas histórias de Éden Muito bom, a gente vai tentar ao máximo Nos organizar para que tenha No site Os conteúdos Para o pessoal se organizar com as perguntas Porque tem muita gente que vai realmente ter Coisas a falar e a perguntar E isso enriquece também Aqui dá para a gente um roteiro Como o primeiro, acho que valeu Com certeza E Éden fica para o próximo episódio Haroldo adora Éden Com certeza É isso aí pessoal E aí E aí E aí

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn
Telegram
Email

Respostas

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Hide picture