PodSER #012 – A Caminho da Luz

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Prepare-se para uma viagem fascinante pela história da humanidade sob uma ótica espiritual! Neste episódio do PodSER, mergulhamos nas profundezas do livro “A Caminho da Luz”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier, para desvendar os propósitos divinos por trás dos grandes acontecimentos da Terra.

Thiago Franklin, Gladston Lage, Guilherme Barros e Haroldo Dutra Dias conduzem um bate-papo envolvente, revelando como a espiritualidade atua na gênese planetária, na formação das raças e povos, e na vinda de Jesus como o guia maior da nossa evolução. Uma oportunidade imperdível para expandir sua compreensão sobre a jornada da alma e o futuro da humanidade.

Neste episódio

  • A gênese planetária e a formação da vida na Terra.
  • O papel das comunidades de espíritos puros na criação e evolução dos orbes.
  • A história da humanidade sob a ótica espiritual, desde as civilizações antigas até a era moderna.
  • A vinda de Jesus e a verdadeira essência do Evangelho.
  • A transição planetária e o futuro da humanidade.
  • A importância da evolução consciente e do autoconhecimento.

Participantes

  • Thiago Franklin
  • Gladston Lage
  • Guilherme Barros
  • Haroldo Dutra Dias

Destaques

  • A obra “A Caminho da Luz” como uma chave para entender os propósitos divinos nos grandes movimentos da humanidade, indo além dos detalhes históricos e fenomenológicos.
  • A genialidade de Emmanuel em conectar as três revelações (Velho Testamento, Novo Testamento e Doutrina Espírita), revelando um fio condutor que vai de Gênesis ao Apocalipse.
  • A discussão sobre a origem da vida e a evolução do homem, com referências à ciência e à espiritualidade, e a canção “Luzes da Luz” como uma alegoria da jornada evolutiva.
  • A reflexão sobre a importância de purificar o íntimo para compreender as mensagens espirituais, e a diferença entre teorias e a vivência do Evangelho.

Ler transcrição do episódio

A de nascer, nova era de crescer, novo homem, coração de quem quer servir. É prosperir, novo verbo é burilar o íntimo, colorindo o céu de um novo ser. É prosperir, novo verbo é burilar o íntimo, colorindo o céu de um novo ser. Olá amigos, Gladstone e a frase que eu pensei para o nosso encontro é alegrai-vos sempre no Senhor. Olá pessoal, um abraço para todos. A minha frase de hoje é tirada da mensagem que nós acabamos de ler. Indubitavelmente não basta apreciar os sentimentos sublimes que o cristianismo inspira, é indispensável revestirmonos deles.

Oi pessoal, eu sou Guilherme Barros, um pouco sem voz hoje, mas vou tentar picar e ir ao menos possível. A frase que eu escolhi aqui é do livro Lira Imortal, e ela está entre o livro Brasil, Coração do Mundo e A Caminho da Luz. É um poema de Abílio Guerra Junqueiro. Trabalhar e trabalhar e que a aurora se avizinha, porque o mundo de agora é um milhar almadouro, onde o amor de Jesus, abençoado e puro, vai colher o bom grão da terra do porvir. Com essa voz eu participei dos dois primeiros podcasts, mas com essa voz agora de sapo louco a turma vai me reconhecer.

É isso aí pessoal, o episódio de hoje é sobre o livro A Caminho da Luz, e o nosso convidado é Gladstone Large. Sendo assim, vamos para mais uma leitura de e-mails e recados do Pode Ser. Nós temos aqui um e-mail do Telmo Flores dos Santos, ele é de Campo Largo, Paraná. Ele diz o seguinte, caros amigos, coordenam um grupo de estudo na Casa Espírita em Campo Largo, na modalidade imersão, ou seja, fazemos um encontro em Campo Largo, um encontro mensal, um sábado inteiro na Casa Espírita. Almoçamos juntos, realizamos alguns projetos e evidentemente estudamos.

Isso tudo nos permite uma maior convivência, indispensável para o exercício da fraternidade. No encontro número 15, agora em agosto, um dos temas estudados teve como base o Pode Ser 04, a raiz. Foi uma maravilha, conduzimos reflexões tão importantes e pudemos olhar para a grandeza do edifício ou a árvore sendo construída pela sabedoria divina, à medida que seus filhos vão amadurecendo e capacitando-se para a nova lição. Fica com isso a expectativa e a ansiedade da imaginação tentando viajar e descobrir o que virá depois.

Que bacana, hein, Haroldo? Nossa, muito bom, Telmo. Olha, você foi falando desse encontro e deixou a gente com água na boca, viu? Porque deve ser uma delícia passar um sábado estudando em família, almoçando juntos e para nós você deixou a gente emocionado porque de saber que o Pode Ser está podendo contribuir de alguma forma para esse estudo, para essa reflexão. O tema é realmente apaixonante. Na verdade, naquele episódio, que foi o número 04, nós estávamos assim, muito verdes ainda em fazer podcast, muito inexperientes, aprendendo as coisas e nós estamos planejando de fazer algo que trata desse tema raiz, o tronco, que insuma as três revelações.

Agora que a gente já está mais tarimbado em podcast, a gente fazer alguma coisa mais substanciosa, mais robusta. Fica aí a sugestão para o próximo aí. Pode deixar. Pois é, eu trouxe essa pergunta exatamente porque a gente ficou assim, deu um gostinho para o pessoal que a gente ia gravar mais dois episódios, ainda não retornamos, né? Mas em breve nós vamos retornar a esse tema. A gente tem que ser retomado até o da raiz, para trabalhar de uma forma mais profunda. Inclusive era o Afonso que estava com a gente gravando aquele episódio.

O Afonso estava lá com a gente. A primeira vez. Treinando as asinhas de filhote todos nós. Todo mundo na linha de primeira viagem. Bom, nós temos aqui alguns recados. Agora é o seguinte. Haroldo, o ganhador da promoção do último episódio, estudando parábolas, foi… Que rupem os tambores. Foi Natália e Henrique. O nome está lá sim, Natália e Henrique. Eu acredito que deve ser um casal, né? Deve ser um casal, verdade. Eu acho que eles são daqui de Belo Horizonte. Então, somos felizados. O número que você colocou, aquele dia que a gente gravou, foi o número…

Foi 40, né? Número 40. Eu fiz uma dedicatória e coloquei lá o número 40. Isso. E aí eles devem ter sido os quadragésimos. Isso, o quadragésimo comentário desse episódio. Comentário feito no episódio, que coisa boa. Parabéns e agradecer a todo mundo que participou, que entrou e comentou. Está vendo como é gostoso a participação de todo mundo? Então, é o que nós queremos. Todo mundo entrando e comentando nos episódios, gente. Uma outra coisa que o pessoal está pedindo para falar e lembrar a vocês que já estão lendo o livro do Aroldo, o Parábolas, é que lá no site tem um vídeo explicativo do gráfico que está no livro, na página 186.

Exatamente. Para quem comprou o livro e não assistiu o vídeo ainda, tem uma nota de rodapé lá no cantinho, falando que tem um vídeo lá com uma explicação sobre o gráfico. Não deixem de assistir, não. E é engraçado, Tiago, que até agora não tem muito comentário. Ou o pessoal não chegou na página 186… Ou o pessoal está entendendo. O pessoal está entendendo. Eu acho que seria bom todo mundo comentar e falar do livro, dúvidas, críticas, sugestões. É importante isso para a gente. Nós estamos sentindo falta de o pessoal fazer comentário sobre o livro.

Isso aí. E para quem ainda não conhece, o CER está como uma loja virtual. Lá vocês vão poder encontrar os produtos, inclusive o DVD vai estar à venda lá na loja virtual. O endereço é www.fazendobem.com.br. Fazendo bem. Fazendo o bem. Fazendo bem. Não tem o O, tá, gente? Agora, quem tiver dificuldade, basta acessar o www.portalcer.org e dentro do portal você consegue ser direcionado para a loja virtual. Isso, lá tem um link. Porque muitas pessoas perguntavam, né, Tiago, onde que eu consigo aquele DVD? Aquele livro? E essa loja virtual está concentrando todos esses produtos e outros ainda maravilhosos, CDs, livros infantis.

E nós pretendemos ampliar esse conteúdo, todos voltados para o tema do Evangelho Redivir, que é o foco do CER. Isso mesmo. E para quem está ouvindo o Pode Ser pela primeira vez, pode baixar os outros episódios acessando o site do CER, www.portalcer.org. E quem quiser entrar em contato, pode enviar e-mail para podeser.org. Bom, é com muita alegria que voltamos hoje em mais um episódio, agora falando sobre o Acaminho da Luz. E se avizinha o nosso seminário sobre o livro Acaminho da Luz, com muitas surpresas. É um seminário literomusical, com música, teatro, poesia, e Haroldo Dutra Dias.

Então, é um projeto muito bacana, né, Haroldo? Não vou atrapalhar, né? Mas é isso aí, Haroldo, conta para a gente qual foi a ideia para esse seminário sobre o livro Acaminho da Luz. Bom, Tiago, dentro da proposta do CER, nós sempre buscamos nos reunir em torno de obras de cunho eminentemente espiritual. Essa sempre foi a nossa proposta, né? Nos reunir em torno de grandes obras que a espiritualidade nos presenteou e também em torno da essência do Evangelho de Jesus. Essa é a proposta fundamental do CER. Mas, dessa vez, nós quisemos fazer algo diferente.

Nós, eu digo, toda a equipe do CER. A ideia era fazer um seminário que proporcionasse para as pessoas uma grande experiência. Uma experiência do sentimento, uma experiência da sensibilidade, do intelecto, do veio artístico. Então, é um seminário que procura reunir, ao lado da palestra, ao lado do estudo propriamente dito, apresentações artísticas, todas elas, tanto a palestra quanto as apresentações, girando em torno desse Sol, que é o livro A Caminho da Luz. Então, nós queremos que as pessoas como nós, como nós, isso é importante, né?

Porque nós estamos chamando as pessoas para caminharem ao nosso lado, nós não estamos apresentando nada para ninguém, nós estamos chamando as pessoas para… Nós somos como mochileiros que resolveram subir uma montanha e estão convidando um maior número de pessoas para acompanhar. Essa é a metáfora. Queremos que as pessoas sintam conosco, vejam conosco, experimentem conosco. E por ser uma obra densa em todos os sentidos, densa em conteúdo espiritual, densa em sensibilidade, em emoção e em conhecimento intelectual, nós acreditamos que todos precisamos abrir todas as vias de recepção para que essa obra possa penetrar realmente e dizer algo para o nosso espírito imortal.

Essa é a proposta do seminário A Caminho da Luz. É fantástico. Eu acho que vai ser maravilhoso esse seminário. Eu já estou ansioso para que dia 1º de outubro de 2011, porque com certeza outras pessoas vão estar ouvindo esse podcast, vai para frente, né? Esse seminário aconteceu em 2011 e vai acontecer em 2011, dia 1º de outubro de 2011, Teatro Municipal de Nova Lima, das 16h30 às 20h. Agora eu posso te garantir que vai ter muitos e-mails do pessoal falando que foi avisado com 4 dias de antecedência. Ah, pois é, mas…

As próximas nós vamos avisar com mais antecedência. E é bom lembrar, Tiago, que para aqueles que não puderem participar, será gravado um DVD que já está inclusive em fase de pré-venda e as pessoas possam ter acesso e eternizar essa experiência, esse momento. É verdade. E nós colocamos ele em pré-venda com desconto ainda, porque tem gente que fala assim, mas é muito caro. Quem quiser aproveitar, tá com desconto aí na Loja do Ser. Para quem não conhece a loja ainda, é www.fazendobem.com.br. É lembrar que a grande parte do trabalho de produção está sendo voltado especificamente para fazer o DVD mesmo.

Ou seja, não é especificamente para ser ao vivo. A ideia é que o DVD fique bacana… Isso, para que todo mundo possa absorver essa experiência. E o DVD, para mim, é excelente, porque eu manterei a minha tradição de não ir ao encontro, porque eu não vou discriminar o Tim e Vanessa, porque eu não vou aos shows. Então o DVD vem até mim e facilita bastante a gente que não sai da cidade. Tá vendo aí? Bom, então vamos pelo começo, né? Vamos começar pelo início. Eu vou deixar uma pergunta para vocês aqui, que é a seguinte.

Qual é o motivo da espiritualidade de trazer o livro A Caminho da Luz? Qual é a preocupação de Emmanuel em trazer esse livro para a gente? Essas informações, vamos dizer assim. Então, só para início de conversa, é que esses livros de Emmanuel trazem um olhar diferente sobre algumas coisas conhecidas. É um sentido desconhecido. Acontece, por exemplo, com o livro A Caminho da Luz, um relance sobre a história humana, com algumas revelações, tem um caráter um tanto revelador, com uma densidade, como disse o Haroldo, é uma obra densa de conteúdo, de sentido histórico.

Alguns livros de Emmanuel têm a característica de romance histórico que dá muito mais crédito para o trabalho da psicografia de Chico Xavier, do ponto de vista até de quem, não sendo espírita, queira examinar. Mas a preocupação à morte de Emmanuel é assim como a preocupação à morte de Jesus. Não era fenomenologia, é o sentido dos acontecimentos. A Caminho da Luz é uma maneira de a gente perceber grandes movimentos da humanidade como fatos secundários, que a providência divina é que tinha um propósito. Então, só comparativamente, passando a palavra, acontece com a Caminho da Luz mais ou menos aquele sentido que acontece com pensamento e vida.

É a maneira de a gente entender um pouco alguns livros que foram estudados para que nós chegássemos aqui sem fracassar. A Caminho da Luz, então, nesse sentido, ao que parece, é isso. Emmanuel dá umas chaves explicativas. Quando André Luiz fala da evolução e explica que Darwin conseguiu ter um alcance, mas que faltaram alguns elos que estavam no plano espiritual, o mesmo acontece com a história humana e com a história de cada um. É, eu acho que é interessante lembrar qual que não é o propósito do livro. Ah, sim, é verdade.

Emmanuel coloca isso quando ele fala que não é o nosso propósito trazer à consideração dos estudiosos uma nova teoria da formação do mundo. Então, acho que não é o detalhe histórico ou detalhe especificamente da gênese do planeta. Embora a gente tenha descoberto coisas sensacionais do ponto de vista científico, mas o propósito dele não era isso. É, eu acho interessante as duas abordagens. A gente vai ver como é que as sensibilidades vão se aguçando. E é isso mesmo. Ele próprio revela no prefácio do livro que a intenção dele é trazer para nós encarnados os ascendentes místicos da evolução humana, da história humana.

Os ascendentes espirituais da história humana. Com um propósito muito claro que a partir de agora nós possamos empreender uma evolução consciente. Olha, evolução consciente é algo, talvez é um patrimônio inalienável que nós não conseguimos perceber o valor ainda desse patrimônio. Porque uma coisa é você caminhar ao sabor dos acontecimentos, ao impacto dos fatos, reagindo a pessoas e a coisas, as circunstâncias. Outra coisa é você assumir as rédeas do seu destino espiritual e dar os passos de maneira consciente. Isso é muito diferente.

E é impossível empreender essa marcha sem conhecer. Sem conhecer o passado, porque o passado, agora, ele é a soma dos condicionantes, ele é a colheita, é o que nós temos que colher. Ele conforma o presente, mas ele também aponta caminhos para o futuro. Ainda como lições do que não deve ser feito, do que não deve ser repetido. Não há caminho da luz, eu acho bonito isso, porque apesar de vasculhar o passado, a proposta do livro é apontar para o futuro. É mostrar que nós podemos fazer diferente e que a humanidade não precisa ficar nesse andar trópico.

Ela pode caminhar de forma elegante, de forma espiritualmente saudável. A forma elegante de caminhar é a forma do Cristo. Ele está exatamente no capítulo 12, que é uma divisão que eu acho que tem no livro muito interessante. Logo no início ele já fala que Jesus faz parte de uma plede de espíritos puros. Então, o que você falou, Aru, tem um trechinho curto que ele fala que é um esforço por mostrar a verdadeira posição do Evangelho do Cristo. Tanta vez incompreendido aí no mundo em face das religiões e das filosofias terrenas.

Uma tese religiosa elucidando a influência da fé e o ascendente espiritual no curso de todas as civilizações terrenas. Então o foco é exatamente nesse. Até porque do ponto de vista de passado, presente e futuro, se a gente considerar a história da Terra de 4 bilhões e meio de anos, se a gente considerar a civilização mais avançada de 50 mil anos, é um segundo. Se você considerar 4 bilhões e meio de anos, um dia. Um segundo. Se você considerar 500 mil anos, que algumas pessoas falam que o homem já está… O que está retratado na obra são segundos da evolução do homem.

E acho que um dado importante também, fazendo a transposição para os dias atuais, é que senão a gente cai em lugares comuns sem perceber que existe uma grande contradição filosófica. Por exemplo, se a gente percebe a história como um encadeamento e com otimismo, entendendo que também a evolução faz parte das leis divinas, isso dá um otimismo. Senão a gente cai em lugares comuns e começa a olhar a história e começa a falar as coisas sem pensar coisas do tipo assim. Ah, mas as notícias dão a impressão de que esse mundo está piorando e eles falam que ia melhorar.

O mundo está sempre melhorando, ainda que nos olhos humanos. Aos olhos humanos nós não consigamos perceber. A segunda é quando a gente fala de algumas coisas. Nossa senhora, Deus deve estar muito triste com esse mundo, muito chateado conosco. Tem gente que até comenta que Deus teria se arrependido da criação. Então, o livro de experimentos que é uma maturidade… É porque todo momento a gente vai ter uma grande euforia em achar que chegamos ao fim, que a civilização alcançou o ápice e depois vem a derrocada, porque são movimentos cíclicos.

É quando a gente achar que o dia está piorando porque está escurecendo. Na verdade, são ciclos que têm momentos de expansão e de retração. Eu acredito, particularmente, que nós estamos no momento de contração, de retração, em que nós estamos, talvez, no prelúdio de um amanhecer, então a noite é mais escura agora. Estamos no período da ceifa. Eu acredito que isso talvez esteja correto. Mas, sem dúvida, na somatória há sempre melhora. Sempre com o olhar divino sobre quaisquer fatos que a realidade apresentar. Haroldo, você já nos disse que Emmanuel começa o livro através da gênese.

Se a gente pegar a questão da gênese planetária, ele traz sobre as comunidades de espíritos puros que Jesus faz parte, que é a comunidade dos Cristos, como você já trouxe para a gente no seminário do Apocalipse. Você poderia falar um pouquinho para a gente sobre isso, sobre esse aspecto do início do livro? Eu queria apresentar um ponto para a reflexão de todos que estão ouvindo, que Emmanuel sempre, sempre, e isso não é fortuito, é sempre intencional em Emmanuel. Todo o livro dele, toda a abordagem, ele tenta fazer uma conexão traçada entre as três revelações.

É como se fosse uma toalha de renda, em que ele busca entrelaçar elementos da primeira revelação do Velho Testamento, chamado Velho Testamento, ou Bíblia Hebraica para os judeus, do Novo Testamento e da contribuição da obra espírita. Toda vez que ele se lança no estudo de qualquer coisa, de qualquer fato, ele está sempre buscando essa trança. Ele começa o livro de uma forma inusitada, porque nós podemos ouvir, quem está acostumado com o estudo da Bíblia Hebraica, é capaz de ouvir os ecos do capítulo 1, versículo 1 do Gênesis de Moisés.

A gente é capaz de ouvir os ecos. Talvez não faça tanto sentido quando a gente lê a tradução em português. No princípio criou Deus os céus e a terra. A tradução em português mata a riqueza do texto original, porque o texto original diz assim, Bereshit bara Elohim et ashamayim v’et aaretz, que significa o quê? O Bereshit não é advérbio. Quem comentou isso foi um dos maiores sábios do judaísmo, chamado Rash. Ele viveu na época de 1100 e pouco até 1200 e é considerado um dos maiores comentaristas da tradição judaica. E ele diz assim, Bereshit não é advérbio.

Bereshit é um substantivo que está no estado construto. Não estou falando em hebraico nem em grego, vou explicar direitinho, porque é importante entender isso. O estado construto é igual o Merishaus, onde aquele apostrofizinho do Mer significa posse. Ou para quem está acostumado com latim, não sei se o Esperanto tem isso também, é o chamado genitivo, é o caso possessivo. Então, na verdade, o primeiro versículo da Bíblia começa assim, No princípio do criar. Ele não fala no início absoluto. No princípio do criar. No princípio em que criava Elohim os céus e a terra, aí ele vai dando a terra sem forma, a face do abismo, ele começa a descrever.

Agora, o que é curioso nesse texto? Que é uma poesia, a primeira vez precisa ser dito isso, o capítulo 1 de Gênesis é uma poesia. Quando você lê em hebraico, você vê que tem rima, tem cadência, não é um dodecassílabo que não segue esse padrão de 12, mas ele tem sílabas tônicas que se repetem em ritmos regulares. É uma poesia impecável, eu diria que é uma poesia parnasiana, é quase que Olavo Bilac, de tão impecável a acentuação das sílabas tônicas. Isso era cantado, é muito bonito isso. Eu posso cantar o primeiro versículo, para as pessoas terem uma ideia.

Então, tem todas as acentuações, é uma poesia, uma poesia ao monoteísmo. Agora, olha que curioso, Elohim é Deus no plural. Então, no princípio da criação dos céus e da terra, por Deuses, como assim? Por que não é El, Deus no singular, o Todo-Poderoso? Ou o tetagrama, as quatro consoantes, que alguns põem Yavé, Yová, mas não tem nada a ver, porque isso era impronunciável. Por que não está esse nome? Por que está Elohim? Muito procurando isso, eu encontrei um comentador anterior, a idade média, judeu, e ele dizia o seguinte, isso é curiosíssimo, está em uma Bíblia hebraica, ditada por judeus de Nova York.

Eles dizem assim, Elohim está no plural, cada um dá uma explicação, mas essa eu achei interessantíssima. Ele fala assim, dizem as tradições, que ao criar a terra, Deus tinha um conselho de anjos, que ele consultou para criar a terra. Olha que coisa isso! Porque toda a tradição espiritualista da terra, toda, toda, incluindo Platão, que falou do Demiurgo, que havia o ser responsável pela formação dos orbes, ele chamava de Demiurgo, todas as tradições religiosas, espiritualistas, sejam secretas, ocultismo, etc, etc, falam de conselhos angélicos, responsáveis pela criação dos corpos celestes.

E Emmanuel inicia o primeiro capítulo de A Caminho da Luz, rezam as tradições do mundo espiritual, que na direção de todos os fenômenos da vida, do nosso sistema, existe uma comunidade de espíritos puros e eleitos pelo Senhor da vida, em cujas mãos repousam as rédeas diretoras. Olha que coisa! Que comunidade de espíritos crísticos, os Elohim. Então, é fortuito ele começar o livro assim? Não é! Ele está transando, ele está pegando doutrina espírita, misturando com o Evangelho, capítulo 1 de João, no princípio era o verbo, etc, etc, e costurando lá no capítulo 1, versículo 1 de Gênesis.

Aí alguém perguntará assim, mas o que a doutrina espírita entra nisso aí? Revista Espírita, 1868, mês de julho, uma mensagem do espírito Lacordaire e outra mensagem do espírito São Luís, chamados os Messias do Espiritismo, onde eles vão esclarecer o que é o Cristo, o que é um Messias, o que é um Demiúgo, nome pouco importa, tem centenas de línguas no planeta, você pode dar o nome que você quiser, o importante é entender a ideia que está por trás da terminologia. A ideia que está por trás é que o Cristo, Messias ou Demiúgo é o espírito que atingiu o mais alto grau da escala dos espíritos puros.

Após atingir o nível de espírito puro, você começa uma nova escala e o topo dessa escala são os chamados Cristos ou Messias. No Sistema Solar existe uma Pleiade de espíritos messiânicos ou espíritos críticos, Jesus é um dos membros dessa Pleiade responsável, governador espiritual do órbito e reino, mas é uma Pleiade. Em uma entrevista dada na Era do Espírito, nós comentamos isso no DVD Apocalipse, Chico Xavier, em uma entrevista em que ele era o repórter e Herculano Pires, diz que o governador espiritual da galáxia, ou seja, o presidente dessa Pleiade de espíritos puros não é Jesus, é um Cristo de uma potência criadora ainda maior.

É um universo que se abre, os primeiros parágrafos dessa obra já descortinam um universo grandioso para a nossa compreensão e resolvem grandes problemas de hermenêutica e de interpretação bíblica que estão aí insolúveis há séculos. Eu acho que só por isso, se ele tivesse parado no setor e parado já estaria satisfeito. Relacionando a questão que você está falando desse trançado, eu estava lembrando de um trecho em que Emmanuel faz referência à sabedoria dos egípcios, que ficou legado para a questão dos gregos, que é aquela ideia que você tem do politeísmo e que Emmanuel explica que no contexto dos egípcios isso se dá pelo reconhecimento da ação dos grandes espíritos nesse concerto divino.

Então nós vemos daquela maneira nossa mais rasteira. É um politeísmo didático. É uma maneira de entender essas potências que atuam em nome dessa providência divina. Inclusive ele fala, textualmente no livro, não sei se você se recorda, ele fala textualmente no livro que era pelo baixo nível de compreensão que incorretamente entenderam como politeísmo. Então eu acredito que além dessa versão de que ele tratava dos espíritos que são prepostos do Criador para ajudar na criação, ele também tratava das diferentes manifestações da potência divina.

Que ora se apresenta como construtora, ora como destruidora. Porque era um ciclo de renovação constante. Então você tinha várias formas de perceber o Criador na natureza. Então todas aquelas divindades tratavam dessas manifestações diferentes de Deus. Sem, contudo, falar que eram múltiplos deuses. Mas que era um Deus único se manifestando na natureza de diversas formas também. É uma interpretação. E nesse sentido de dialogar e com os nomes diferentes que nós damos para as coisas, eu admiro muito aquela representação que o Oriente adota em relação àquela trindade em que eles falam de Vishnu, Shiva e Brahma.

É claro que os ouvintes sabem que o Aruldo já deve ter detectado ou que o nome está errado, ou que a pronúncia está errada, ou que o nosso sonho é estreito. Mas o que importa é que quando a gente fala da lei de destruição, eles entendem que Shiva é um aspecto divino de destruição. E se nós pegarmos também o contexto da história, do livro, isso que dissemos assim, os momentos de mais magnificência dos momentos históricos que depois caem derrocados. Até os enormes. Quando Gandhi, aliás, cita que quando ele parece vacilar um pouco no bem, ele observa que através da história os maus sempre sucumbiram.

Mesmo aqueles que estabeleceram impérios e pareciam invencíveis. Que o bem sempre prevaleceu e que ele pensa sempre nisso e que sugere que pensemos sempre nisso. Então, essa manifestação também de destruição de Shiva é muito patente também quando a gente pensa no sentido da Igreja, do Império Romano, da Revolução Francesa. Eles vêm, manifestam, semeiam e passam. Exatamente. Isso é muito bonito, porque lembra, né, Glatis, o próprio ciclo das estações. A primavera, o florescimento, o verão, o amadurecimento, o outono, já começa um processo de decaimento até o inverno, já preparando a semente para um novo florescimento.

Esse é o ciclo da forma. É o ciclo da forma. Porque Deus não tem um compromisso de manutenção de formas. Deus criou essências indestrutíveis e imortais. A forma é sempre mutável e sujeita ao aperfeiçoamento e ao progresso. É a própria encarnação, né, Haroldo? Porque, olhando do ponto de vista espiritual, poderia-se dizer assim, o Espírito estava de posse de todas as suas memórias, ele de repente esquece tudo, volta a ser bebê, só perdeu. E não é assim, na verdade, ali é uma contração momentânea para uma expansão ainda maior e os ciclos vão se repetindo, abrindo-se em espiral, cada vez mais amplas.

Exatamente. Mas, Thiago, você estava falando assim, eu dividi até, não sei, o Haroldo que está estudando bem a fundo o livro. Ele fez uma divisão, assim, que eu achei 100 capítulos e, curiosamente, eu acho que são cinco grandes partes desse livro. Os dois primeiros capítulos falando de gênese, da gênese planetária e da gênese da vida, da vida surgindo no planeta. O 1 e o 2, depois do capítulo 3 ao 11, falando de civilizações e povos antigos, que iniciam com as raças adâmicas, terminando com Roma. Depois tem essa pausa no capítulo 12, falando sobre Jesus.

Depois do 13 ao 19, sobre cristianismo, a igreja passando por toda a Idade Média. E depois do 20 ao 25, falando da Renascença, passando pela Transição, a Modernidade, o Espiritismo, e encerrando com o Evangelho e o Futuro. O Haroldo concorda, mas eu acho que são essas cinco grandes partes. Porque é o roteiro do seminário. O roteiro do seminário vai começar com a questão da gênese planetária e essa questão toda que nós demos uma pitadinha aqui e lá de gênese. Então vocês já sabem o que nós podemos esperar desse seminário.

Depois nós vamos falar, na segunda parte, que é o capítulo 3 ao 11, os seis povos, ou os seis grandes povos da Terra, também identificados por Madame Blavatsky, na obra lá da Doutrina Secreta. Várias correntes espiritualistas e místicas. Os seis grandes povos, e não é a toa que o homem foi criado no sexto dia. Seis é o número do homem na Bíblia e na tradição da Bíblia hebraica. Então vamos falar desses seis grandes povos, que são o povo africano, nosso pai e mãe, nossa raiz fundamental na Terra, os povos asiáticos, o povo asiático como um todo, China, Japão, etc, do Oriente, e os quatro povos capelinos, que vieram e deram essa conformação.

São, vamos dizer assim, as seis grandes raízes da qual se originaram todas as outras etnias e todos os grandes povos. Depois, o sete, o sete, o homem do futuro, o super-homem, ou o futuro da raça humana, ou a síntese dos seis povos do futuro, que é Jesus. Esse ser que vem para mostrar qual é o nosso destino. Então, nós estamos no quilômetro 20, ele está mostrando como vai ser no quilômetro 20 mil. Ele vai mostrar o homem do futuro, o que nós nos tornaremos. Então, Jesus é o sete. Vai ser sete, o sétimo povo da Terra, que seremos a imagem e semelhança do nosso irmão mais velho, que é Jesus.

Depois vai mostrar, a gente fica um pouco nessa parte, mostrando a história do trabalho de Jesus, as dificuldades que teve a sua mensagem, os empecilhos, as resistências, os equívocos, as deturpações da mensagem cristã, que a mensagem cristã não é, o evangelho não é de Jesus. Isso que é importante dizer. Nunca foi. O próprio evangelho de Mateus, de Lucas, o evangelho é de Deus. O evangelho é o código moral universal. Código moral universal. Jesus veio nos dizer, ele. Ele veio nos dizer, nos contar, nos explicar esse código através da sua conduta.

E aí vamos passar por esses percalços, e depois, a transição planetária e o futuro. A nova terra, a nova propósita, que não é por acaso. Aí vem outras sutilezas de Emmanuel. Essa é a estrutura do livro Apocalipse de João. Todas as profecias do Apocalipse se encaixam nessa estrutura que o Guilherme acabou de mencionar. Todas as profecias. Esse é o grande quadro no qual se encaixam as profecias. Então, as profecias do Apocalipse, elas não estão interessadas em narrar acontecimentos que não estejam ligados a esse fio condutor.

A esse fio condutor que é a estrutura do livro Caminho da Luz. Aí, mais uma vez, a genialidade de Emmanuel em conectar e nos dar o fio condutor que vai de Gênesis de Mosaico ao Apocalipse de João. Esse é o fio condutor. Agora, isso passa tudo sutil e evidentemente que numa leitura superficial a pessoa não percebe isso. Só um detalhe com os ouvintes. Eu havia dito que agora falta só um ponto. Eu falei três pontos. Se o Haroldo falasse em Aramaico, se tasse o Apocalipse, agora falta só falar em evolução em dois mundos, eu só não vou embora porque estou na minha casa.

Não, estou dizendo que o ouvinte vai entender a minha permanência. Eu tinha dito que essas três questões estavam no meu nível de tolerância, lembra? Mas, então, um detalhe que uma vez me impressionou. Eu estava com um livrinho que, na verdade, é um livreto no sentido de ser, não ser muito assim, grosso. Ser em poucas páginas. É um livreto nesse sentido, mas nada é desprezível. É igual pensamento e vida. Isso, pensamento e vida. Mas, aí, citava um discurso, um sermão lá, que falava que a gente não deveria resistir ao mal, que deveríamos responder ao mal com o bem.

Que, se algo nos fosse tirado, mais deveria ser oferecido de boa mente. Que, se nós fôssemos obrigados a caminhar, nós deveríamos caminhar mais do que o exigido. E o nome do livro, né, é o Evangelho de Buda. Por que isso é importante? Porque quando Emmanuel fala que essa síntese, na verdade, esse trançado, novamente recorrendo a essa alegoria, essa metáfora que o Haroldo está fazendo, se nós vamos pensar, esses princípios essenciais realmente estão difundidos e foram organizados, eles foram condensados, eles foram relacionados.

Mas, felizmente, né, em quaisquer situações encarnatórias nossas, nós não estamos órfãos. Então, o Evangelho de Buda, quando se falou lá no Evangelho de Buda, é o Sermão do Monte. Novamente, quando Gandhi fala que poderiam perder todos os livros, né, se não se perdesse o Sermão da Montanha, nada se teria perdido. É o inverso, é a síntese, é o contrário de João quando fala que se fosse escrever todos os feitos de Jesus, né, os livros não caberiam na superfície da terra do globo, né. Gandhi já fez esse resumo, é o Sermão do Monte.

Mas, assim, vamos por partes, né. Já estamos avançando. Já estamos avançando. Cheio de vontade para o programa, Marcos. Nós sempre damos trabalho para o Tiago Edital, aí nós vamos num canto, pra dificultar a edição dele, eu vou falar uma coisa, não sei se já comentei com o Haroldo, que com relação ao número 6, o homem é o coroamento da vida no planeta. Tudo é feito na vida orgânica para conduzir a vida até esses páramos, né, de compreensão de Deus, que se inicia com o homem. Como diria o Silatio, na sua música, o rei da criança.

Exatamente. Ele desperta do sono da inconsciência. Qual é a música? É a Ligar pro Tim. Ligar pro Tim. Então nós vamos ligar pro Tim, quando ouvintes avisem através do e-mail, né. Vamos ligar pro Tim agora, Tim, qual que é a música? Alô. Fala, Tim. Oi, Tião, tudo bom? Beleza, tudo jóia, e você? Graças a Deus, meu cara. Canta bom demais. Eu tô te ligando pra que você grava aquela participação no podcast, pode ser? Ué, pode, hein? Como é que nós vamos fazer isso? É rapidinho, é só um comentário, é porque o… nós gravamos com o Gladys, e ele falou que você não sabia qual que era a música que falava sobre o Rei da Criação que ele fez?

Aí você podia esclarecer pra gente qual que é a música? O Rei da Criação? É. Luz da Luz. Qual que é? Luzes da Luz. Fala um pouquinho da música pra gente. Ah, perfeitamente. Luzes da Luz foi uma das primeiras canções que nós fizemos, e uma daquelas que a gente ficou… eu tava aprendendo, estudando a doutrina espírita, e ele me trouxe algumas questões da música que eu ainda desconhecia. Então eu tive que realmente, com uma música assim, buscar entendimento. E Luzes da Luz, ele fala do processo de… do chamado Big Bang, desde a criação, quando o espírito sai das mãos de Deus, simples e ignorante, e vai traçando toda a sua evolução até se tornar, até nós tornarmos Luzes da Luz.

E ele diz que Luzes da Luz somos nós. No final da música. A Luz das Luzes é o Jesus pra nós. A Luz da Luz Luzes da Luz somos nós pra Jesus. Então ele faz uma relação muito interessante ao longo da música, que vale a pena estudar, não dá pra gente detalhar agora, porque é interessante cada um ter a sua percepção. Mas uma música que eu me senti assim, muito muito feliz de ter feito, porque era uma música alegre, era uma música pra cima, com acordes bem interessantes, e que leva a gente a fazer essa reflexão. Então também foi uma das, se não me engano, foi a segunda música que nós fizemos.

Segunda ou terceira. Logo depois de Senhor das Estrelas. Muito bacaninha. Muito obrigado, viu? De nada, Tiago. Um grande abraço. Um abraço. Fica com Deus. Fica com Deus também. Tchau. Um fremito da grande luz e luzes choraram em profusão. Houve tempo na eternidade, espaço na imensidão. Sustentar a vibração divina tornou-se o nosso avão. Surgiu a bipolaridade agora a homem e a mulher. Presença, ausência, luz, não-luz. Calor, frio, atuação. Dorme mineral, desperta vegetal. Segue instintos, não animal. O homem se é que na feitura de Adão ama e aprende a ser o rei da criação.

Queremos voltar a Tio Pai. As luzes querem, anseiam a mãe-luz. Luzes perdidas, a serenade. Eis o roteiro, segue Jesus. A luz da luz, a luz das luzes, luzes da luz, segue Jesus. A luz da luz, a luz das luzes, luzes da luz, segue Jesus. Presença, ausência, luz, não-luz. Calor, frio, atuação. Dorme mineral, desperta vegetal. Segue instintos, não animal. O homem se é que na feitura de Adão ama e aprende a ser o rei da criação. Queremos voltar a Tio Pai. As luzes querem, anseiam a mãe-luz. Luzes perdidas, a serenade. Eis o roteiro, segue Jesus.

A luz da luz, a luz das luzes, luzes da luz, segue Jesus. A luz da luz, a luz das luzes, luzes da luz, segue Jesus. A luz da luz, a luz das luzes, luzes da luz. A luz da luz, a luz das luzes, luzes da luz, segue Jesus. Tudo bem. Tudo bem. É uma… Eu digo que as letras de música, na grande maioria, são inspiradas. Quer seja pelo seu autor, em função da sua própria intuição, e muitas vezes por auxílio externo, auxílio espiritual. E a letra da música Luzes da Luz, eu digo que é uma letra que trata da evolução humana, da evolução espiritual.

Porque ela traz a ideia, logo no início, um frêmito da grande luz, e luzes jorraram em profusão. Mostrando esse momento da criação. A grande luz, Deus, e um frêmito dessa grande luz, luzes menores, luzes outras, jorraram em profusão. Já mostrando que nossa origem divina, por criação, ela nos assemelha ao próprio Criador. E logo em seguida, na letra, ele vai dizer que houve um tempo na eternidade, um espaço na imensidão. Quando se fala em eternidade, o elemento básico da eternidade é a atemporalidade, ou seja, não há tempo na eternidade, a eternidade é atemporal.

E o tempo que surgiu nessa eternidade foi justamente quando fomos criados. É como se fosse dito em outras palavras, que tudo se fez parado porque estava havendo a criação de uma individualidade. É como se Deus dissesse, olha, para tudo que eu estou fazendo a pessoa X, estou fazendo esse ser, mostrando que nós ocupamos um tempo, nós somos um tempo na própria eternidade. E a imensidão é a ideia de coisas incomensuráveis. E na letra da música diz que houve espaço na imensidão. Então, além de nós ocuparmos um tempo, nós ocupamos um espaço.

Isso é o que dá a individualidade, é o que dá a cada um um senso de individualidade, ou cada um é um para o próprio criador, cada um é um na própria criação. Então, essa introdução da música, ela justamente fala isso. Houve o infrêndio da grande luz, luzes horários em profusão, houve tempo na eternidade, espaço na imensidão. Mas uma criação que não foi feita para o nada, porque a letra da música vai nos trazer o motivo dessa criação. Sustentar a vibração divina tornou-se o nosso afã. Veja o que está dito na letra. Sustentar a vibração divina tornou-se o nosso afã.

Surgiu a bipolaridade, agora há homem e há mulher. Qual o propósito da nossa criação? Se somos luzes jorradas em profusão, em função de uma grande luz, ou seja, se trazemos em nós a essência do próprio criador, a nossa função é sustentar a obra do criador. É aquilo que André Luiz chamava de co-criadores. Então, sustentar a vibração divina, naquela fala de Jesus, brilha a vossa luz. Então, a sustentação dessa vibração divina é fazermos por mostrar a essência que nós trazemos, a própria essência da divindade. Então, esse é o afã, esse é o objetivo da criação.

Não que sejamos deuses, na ideia de igual a Deus, mas somos deuses em potencial divino. Deus é a perfeição e nós somos a perfectibilidade. A perfeição é Deus e nós os seres perfectíveis. Então, tornarmos-nos perfeitos, aperfeiçoarmos-nos, melhor dizendo, é o sustentar a vibração divina. E a bipolaridade que surge na letra da música. Surgiu a bipolaridade, agora há homem e há mulher. Presença, ausência, luz, não-luz, calor, frio, ato e nação. Esse jogo de palavras, esses aspectos dicotômicos que estão colocados na letra, é justamente o que simboliza para nós a escolha.

Somos dotados de arbítrio livre para fazermos a escolha. A bipolaridade agora há homem e há mulher, ou seja, duas naturezas de uma mesma essência. Há homem e há mulher. Há peritoridade, há sensibilidade. Há racionalidade, há intuição. Ou seja, os diversos sentimentos que poderemos desenvolver. Há homem e há mulher. Presença, ausência, os contrários, luz, não-luz, calor, frio, ato e nação, são justamente as nossas escolhas, as ações, as contraposições, as atitudes com as suas respectivas consequências. Então mostra esse aspecto que o crescimento, a aprendizagem, ela se faz por escolhas e nós temos sempre duas opções de atitudes.

Cada uma delas gerando as suas reações. Nós temos as opções da escolha e é justamente pelas opções e pela escolha que nós desenvolvemos o nosso aprendizado. Então essa sustentação da vibração divina a partir do nosso crescimento, pelo nosso aprendizado, pelas nossas escolhas. E aí depois na sequência, quando mostra essas escolhas, quando mostra esse aprendizado, ele vem dizendo um homem se ergue na figura de Adão. Ama e aprende a ser o rei da criação. Ou seja, um homem se ergue na figura de Adão. Adão mito, mas um mito que nos remete ao erro.

Porque Adão, lá na estrutura gênica, ele aprendeu a partir do erro. Naquela ideia mítica do fruto proibido da desobediência, ou seja, o erro, é que ele concedeu a condição de crescer. Como foi dito no mito, comerás com o suor do teu rosto. Ou seja, fruto do teu trabalho é a tua evolução. Fruto do teu esforço é a tua recompensa. Então erguer-se na figura de Adão é justamente no processo do erro e acerto, em função das escolhas que fizemos. Então justamente o homem se ergue na figura de Adão. E nesse processo de aprendizagem, mesmo que pelo erro e o acerto, a consequência ama.

Ou seja, o aprendizado que nós fecharemos é quando entendemos a essência do amor. Então por isso está dito, o homem se ergue na figura de Adão, ama e aprende a ser o rei da criação. Então ama e aprende o sentimento, a sensibilidade, precedendo o próprio raciocínio, precedendo o próprio conhecimento. Mas mostrando que até mesmo pelas atitudes erradas, nós temos oportunidade de reaprendermos se estivermos expostos ao sentimento divino do amor e aí cresceremos. Se observarmos bem, é a característica de um mundo provacional e expiatório.

Como vemos lá no Evangelho segundo o Espiritismo, na caracterização dos mundos, o mundo de prova e expiação é aquele em que há predominância do mal. Ou seja, aquele em que o erro é em maior proporção do que o acerto. É a típica figura de Adão. E é justamente nesse mundo de erros que nós aprendemos com os erros. A acertar também é que vamos nos erguendo, ou melhor soerguendo. Porque vamos num trabalho próprio, pessoal, de esforço, vencendo as más tendências e desenvolvendo os bons sentimentos. Então o homem se ergue na figura de Adão, ama e aprende a ser o rei da criação.

E aí num fechamento de letra, ele diz Queremos voltar a Ti, ó Pai. As luzes querem, anseiam, amanhe-nos. Veja o processo. Um frêneto da grande luz, começa a letra, ou seja, a criação, o início. E encerra. Queremos voltar a Ti, ó Pai. Como se no processo da evolução sentíssemos onísonos a Deus. Sentíssemos ligados a Deus. Queremos voltar a Ti, ó Pai. Voltar ao próprio Criador. É quando desenvolvemos na nossa perceptibilidade a percepção. E aí retornamos ao seio de Deus. Não no sentido panteísta, não é isso. Mantemos a individualidade, lógico, mas é quando então, naquela resposta dos Espíritos, se um dia um homem compreenderia Deus, eles disseram que sim, quando mais não tivéssemos obnubilados, em outras palavras, pela própria matéria, pelo próprio sentimento material.

Então eles disseram, assim, nesse momento, o homem compreenderá Deus. E é justamente no dizer da letra da música. Queremos voltar a Ti, ó Pai. As luzes querem, anseiam, amanhe-nos. Isso mostra o determinismo evolutivo. O determinismo da evolução, que é algo inexorável. Todos evoluiremos, mesmo que pelos erros e acertos. Mesmo que pelo processo dos erros. E aí a música caminha por um aspecto de dizer qual é o roteiro. Qual é então o caminho para que possamos chegar a esse retorno ao Pai, retorno a Deus, esse processo da evolução.

E aí a letra da música diz luzes perdidas, serenai, eis o roteiro, segue Jesus. É interessante mostrar luzes perdidas, aquelas luzes, aquela ideia do homem que se ergue na figura de Adão, ou seja, no erro, luzes perdidas, serenai. Fiquem serenos, quer dizer, acalmem-se. Há um caminho, há um roteiro. Então ele diz, luzes perdidas, serenai, eis o roteiro, segue Jesus. Isso coaduna com a questão 625 do Livro dos Espíritos. Qual é o tipo perfeito que Deus ofereceu ao homem para servir de guia e modelo para a humanidade?

Jesus. Então nesse processo evolutivo, nesse mundo de provas e expiações que vivemos, no nosso caso, o nosso roteiro é Jesus. Esse Espírito que assumiu a tutela, por assim dizer, dessas crianças que somos no processo evolutivo. Desses menores que somos no processo evolutivo. Então para nós que estamos nesse soerguimento a partir da figura de Adão, do erro, nós então temos o roteiro de Jesus. Seguir as suas ideias, as suas palavras, os seus ensinos, que é o que nos disseram os Espíritos justamente nessa questão 625.

Então essa letra, essa música, ela retrata esse processo evolutivo. Ela retrata a nossa origem e o nosso destino. E entre a origem e o destino, a nossa função que é manter a vibração divina. Ela retrata os processos, pelas dicotomias, por exemplo, ausência, luz, não luz, calor, frio, ou seja pelos contrários, pelas atitudes, pelas escolhas. Ela nos dá um indicativo que a evolução é inexorável e passa a ser um desejo nosso. Voltar a Ti ou a Pai, voltar a Deus, voltar ao Criador. E nos dá o caminho para que isso tudo seja feito.

Eis o roteiro que segue Jesus. Então é uma letra como outras que tive a oportunidade de avaliar do mesmo autor, que é do Gladstone, que eu não o conheço pessoalmente, não tive esse prazer. Trazem sempre essa característica, essa característica de reflexão. Então é uma letra que eu desconheço o processo pelo qual ela foi criada. Ela foi escrita. Mas é uma letra altamente inspirada na ideia da evolução. E é interessante que eu havia esquecido, no momento da letra, quando fala do seu regimento na figura de Adão, a letra traz um pensamento de Léon Denis, quando ele diz lá, na letra da música, torne mineral, desperta vegetal, segue instinto no animal.

E aí que vem, o homem se ergue na figura de Adão. Então ele mostra primeiro esse processo automato da evolução, do mineral, do vegetal, do animal, mostrando as características, torne mineral, desperta vegetal, segue instinto no animal. E quando vai entrar pro nominal, é que ele então trabalha com a ideia de o homem se ergue na figura de Adão. Mostrando que nesse processo evolutivo, a tomada de consciência na figura de Adão, na figura da escolha. Então é uma letra muito bem ajustada. E que foi muito bem musicada. Porque vem um outro aspecto.

A musicalidade que foi colocada na letra, que se não me engano, salvo os enganos da minha parte, foi feita pelo Kim. O ritmo da música, a melodia, ela muda de ritmos, à medida que a fala também muda na letra. Ela vem de uma forma mais horizontalizada, um pouco mais longa em notas. E quando vai falar da dicotomia, da presença, da ausência, da luz, do não-luz, ela muda um pouco o ritmo, fica um pouco mais rápida, mais de jogo de notas. E depois quando fala do retorno a Deus, quando fala de voltar a Tio Pai, ela volta a ter aquele estilo mais horizontal, mais sereno e vem aquele jogo de notas que são mais cadenciadas.

Então tudo isso, eu conversava até uma vez com o Kim e ele disse assim, é interessante porque essa observação eu não tinha percebido. Mas porque também é intuitiva, é inspirada. É esse aspecto da sensibilidade. Então é uma junção, ou foi uma junção perfeita, de uma letra que trata da evolução com a melodia que segue o ritmo da própria evolução. E aí é onde nós, eu particularmente, parabenizo os dois. O autor da letra e o autor da melodia. Que, volto a dizer, salvo engano, foram Gladston e Kim. E aí vai os nossos parabéns.

E até já antecipando outras letras que também pude ler da melodia de Gladston e de Kim. E a musicalidade também constante nessas letras. Como em outras músicas, como a música Pedro, como a música médium. São músicas que tratam do elemento histórico religioso contido nos textos bíblicos, mas bem ajustados à lógica existencial. E aí é que está a beleza dessas letras. É fantástico, Simão Pedro. Muito obrigado. A gente está fazendo uma série com o Kim e com o Gladston. A gente está gravando um podcast com eles. Exatamente eles falando sobre o processo de criação.

Sobre o processo de trabalho dos dois. Com uma dupla que tem feito músicas maravilhosas. Pois é. É o que ele disse. Eu não conheço o processo pelo qual eles trabalharam. Mas a gente percebe que não são letras propositadamente criadas. Mas tiveram um propósito de criação. Inclusive nós estamos aqui com uma letra fresquinha do Gladston para o seminário Caminho da Luz que o Haroldo vai fazer de 1º de Outubro. Vou te passar a letra dela depois por e-mail. Eu quando analisei a letra médium, também é um espetáculo a forma que ele trabalhou amarrando hoje médiuns, profetas, faculdades da mais oculta.

Muito bem ajustada. O diálogo que criou de Jesus com Pedro. O diálogo existente. A forma que ele criou para retratar isso. Eu acho não conheço o Gladston, realmente não conheço pessoalmente, mas eu acho que é um dos autores dos compositores mais afinados com a sensibilidade inspirada para as letras. Perfeito o que ele faz. Fantástico. Em breve a gente vai entrar em contato com você para poder comentar outras letras dele. Eu acho que vai ser fantástico a gente mostrar esse outro lado das músicas para os ouvintes. O próprio autor pode dizer olha, eu não pensei nada disso quando eu criei mas quando a gente ouve nos desperta esse tipo de pensamento esse tipo de análise.

Exatamente. Um dia até quando conversava com a poesia da Láctea de Vinópolis a Dona Adélia Prado a gente conversava com ela e uma companheira disse assim o que você acha das análises que eles fazem dos seus poemas? Ela falou, olha eu, quando escrevia não pensava aquilo que eles estão analisando mas depois de ver o que eles analisaram eu passei a pensar como eles. Foi interessante. É inspirado forte. É fantástico. E olha, eu estou se encontrando com com Glaucio, com Tim cumprimentos em meu nome porque eu tinha até tido com ele recentemente sempre que eu encontro com ele, encontrei com a Vanessa agora lá em Vitória da Conquista e sempre que eu encontro eu estou parabenizando, não canso de dizer isso para eles, mas com Glaucio eu nunca tive a oportunidade de conversar com ele então vai e transmita para mim os parabéns que é fantástico eu gosto muito da forma que ele trabalha.

Pode deixar, todos nós gostamos Pode deixar que eu transmito para ele sim. Obrigado, viu? Muito obrigado a você, fica com Deus. Você também, tchau. Tchau. Então com relação a esse número 6 tem uma coisa interessante, mas depois eu vou entrar aqui e você vai se virar para editar e para colocar a fala depois, a do Gladson mas com relação ao número 6 então o homem sendo o coroamento da vida no planeta, tem uma coisa muito interessante que é o seguinte, a maior parte da vida orgânica no planeta, ela é baseada no carbono, e a forma mais comum do carbono, mais de 98% é o carbono 12, que são 6 prótons, 6 elétrons e 6 nêutrons então algumas pessoas até falam em relação a isso, com relação ao número 666 tudo que pode ser, que a vida esteja presta a mudar a sua base inclusive a sua base orgânica, para poder absorver um psiquismo mais adiantado, mais maleável para absorver o novo homem, o homem do futuro só para deixar essa informação que é mais entre nós aqui eu achei interessante, com relação ao que o Gladson falou ao Tiago e que o Haroldo falou também com relação a figura crítica que ela foi esse evangelho foi ventilado através de outros líderes espirituais, para o que ele está falando aqui na página 39 eis porque as epopeias do evangelho foram previstas e cantadas alguns milênios antes da vinda do sublime emissário os enviados do infinito falaram na China milenária da celeste figura do salvador muitos séculos antes do advento de Jesus os iniciados do Egito esperavam-no com as suas profecias na Pérsia, idealizaram a sua trajetória antevendo-lhe os passos nos caminhos do por vir na Índia védica, era conhecida quase toda a história evangélica e aí segue olha porque é importante conhecer isso tem um documentário muito interessante, que vale a pena ser visto, que é o Zeitgeist eu não sei se os ouvintes aí já viram, se não tiveram oportunidade, procurem nós vamos colocar no post lá é uma informação bem interessante que tem que ser vista com olhos críticos porque eles falam lá, justificando que Jesus era uma figura que foi inventada por causa desses sinais que foram encontrados em pós mais antigos aí a inocência de quem observa o fenômeno você já lhe vê lá só para vocês terem ideia, Horus por exemplo que é o filho de Osíris e de Ísis a história é bem parecida como Horus você tinha Hates, Crisna, Dionísio Mitra, vários deuses solares ou filhos da luz então essa eu não sei como me fugiu a palavra aqui agora pluralidade a mesma ideia rondando vários povos é exatamente por causa dessa promessa porque quando Jesus trouxe os exilados ele falou assim, olha eu vou voltar para vocês, não vou abandoná-los estarei com vocês, então figura extremamente aguardada que legou esse só uma pegadinha, desculpe mas gente vamos lá né Thiago quem caminhou sobre as águas multiplicou os pães e ressuscitou um corpo lá Eliseu todos esses episódios então a gente pode pegar pela tradição a gente pode dizer assim, eu já conheço Eliseu também conseguiu isso e tal não é fenomenologia mas o sentido ela vai se manifestando com a mesma forma a fim de que cada um a seu tempo vá percebendo seu sentido por isso Gleice que é algo que me encanta em Allan Kardec quando ele adota a universalidade do ensino dos espíritos como critério de valoração então não é a originalidade do ensino porque o que há de original para nós produzirmos depois de Deus existir depois da existência do absoluto, o que que o relativo pode produzir de original eu gostaria que alguém me respondesse isso Guilherme pode ter a vontade nós somos três, ele perguntou eu passo, pronto, cheque mate acabou, tem saído ou não nós brincamos de criação depois da existência do absoluto por isso que me encanta a abordagem de Emmanuel, quando ele diz assim a mente é o espelho da vida em toda parte espelho lá o pensamento e vida então a grandeza do relativo é refletir parcela do absoluto então aqui quando você fala até ingenuidade, sai um documentário do Zeitgeist, eu não penso que seja até ingenuidade, eu me lembro da mensagem que abriu esse podcast livro Vinha de Luz capítulo 89 na intimidade do ser vós pois como eleitos de Deus santos e amados revestivos de entranhas de misericórdia de benignidade humildade mansidão, longanimidade Paulo Colossenses capítulo 3 versículo 12 indubitavelmente não basta apreciar os sentimentos sublimes que o cristianismo inspira é indispensável revestirmo-nos deles o apóstolo não se refere a raciocínios fala de profundidades o problema não é de pura celebração é de intimidade do ser alguém que possua roteiro certo do caminho a seguir entre multidões que o desconhecem é naturalmente eleito para administrar a orientação detendo tão copiosa bagagem de conhecimentos acerca da eternidade o cristão legítimo é pessoa indicada a proteger os interesses espirituais de seus irmãos na jornada evolutiva no entanto é preciso encarecer o testemunho que não se limita a fraseologia brilhante imprescindível é que estejamos revestidos de entranhas de misericórdia para enfrentarmos com êxito os perigos crescentes do caminho o mal para ceder terreno compreende apenas a linguagem do verdadeiro bem o orgulho a fim de renunciar aos seus propósitos infelizes não entende senão a humildade sem espírito fraternal é impossível quebrar o escuro estilete do egoísmo é necessário dilatar sempre as reservas de sentimento superior de modo a avançarmos vitoriosamente na senda da ascensão os espiritistas sinceros encontrarão luminoso estímulo nas palavras de paulo alguns companheiros por certo observarão em nossa lembrança mero problema de fé religiosa segundo seu modo de entender todavia entre fazer psiquismo por alguns dias e solucionar questões para a vida eterna há sempre considerável diferença é questão de essência porque as tintas que nós trazemos na intimidade nós costumamos lançá-las no painel da vida então se você chega mal intencionado você vai ver má intenção em tudo se você chega com a maldade você verá maldade em tudo então a questão aqui que é importante e esse seminário apocalipse é também um desafio para isso que é o seguinte purifica teu íntimo purifica teu íntimo porque senão você não vai entrar no caminho da luz você não vai perceber as luzes que estão nesse livro se a sua intimidade não estiver higienizada se o seu coração, se a sua mente porque tem criaturas aqui que ficam pegando uma vibra lá ele errou no português, esqueceu uma concordância o que que essa pessoa está buscando?

A pergunta é o que você está buscando quando você abre essa obra porque, meu amigo o que você estiver buscando a vida vai te dar o que você estiver buscando se você está buscando lama, você vai encontrar lama se você está buscando fétido, você vai encontrar o fétido se você está buscando podre você vai encontrar agora o urubu não encontra carniça? Então é preciso saber o que nós estamos buscando nós, de nossa parte aqui do ser e os companheiros que estão caminhando conosco estamos procurando no acaminho da luz luz como garimpeiro que encontra um diamante no meio de uma montanha de cascada exatamente nós estamos procurando luz isso é importante que se diga sim mesmo em termos da psicanálise dessa linguagem bíblica algumas questões como quando Jesus diz assim se os vossos olhos forem puros todo o vosso corpo será luz não sei qual das cartas consta lá assim tenho comigo que nada é impuro se não para aquele que a vê como tal imagina o sentido de compreensão com que os espíritos superiores veem a tudo inclusive a história inclusive os companheiros que foram os poderosos terrenos de Roma com que bondade com que compreensão com que pureza por isso que eles conseguem fazer esse serviço isso não é acho que é um momento propício para a gente dar um recado para as pessoas que estão ouvindo que é um tema de discussões entre nós com o Tiago, Júlio principalmente o Tiago que tem sempre editado os podcasts que isso não é uma ideia das pessoas abrirem mão do senso crítico até porque seria impossível nós fazermos alguma coisa atraente mais descolada mais à vontade se nós tivermos que editar todas as bobagens que a gente fala eu digo eu, eu digo o que eu falo então vocês que estão ouvindo vocês tem que dar liberdade para a gente falar algumas bobagens errar em algumas coisas porque é aí que fica divertido porque se a gente trouxer vir a palestra e aí não é o propósito eu quando falo essa que nada é impuro para quem quer ver como tal eu invento a referência, mas depois que avisaram que vai ao ar, que o pessoal pega a internet confirma que eu inventei, então aqui eu não vou arriscar nem para de ficar o divertido aqui é a gente inventar algumas coisas para pegar o pessoal pelo pé e o grande problema disso é que a gente acaba perdendo muita informação porque as vezes o companheiro fica com medo de falar eu, eu e outra coisa também a gente está falando isso aqui porque nunca passou por nós o objetivo de com esse seminário rebater críticas a obra ou responder a quem quer que seja porque há uma diferença muito grande entre escrever tratados e Viver então quando Emmanuel faz uma referência a Jesus como sendo essa grande figura esse grande fio condutor ele não está falando de uma tese de doutorado ele não está falando de uma obra ele está falando de uma vida é importante que se diga isso Jesus é uma vida ele é alguém que viveu ele é um ser ele foi, ele é não é uma palavra não é uma palavra não é é alguém que na cruz abandonado por todos inclusive pelos amigos mais caros diante da mãe chorosa ainda encontra forças para demonstrar generosidade ao dizer, filho, eis aí tua mãe mãe, eis aí teu filho pai, perdoa-se, porque eles não sabem o que fazem porque uma coisa é escrever tese de doutorado é fazer palestra é fazer discurso outra coisa é perdoar quando você está sendo crucificado pelos entes mais queridos, pelas pessoas mais próximas sem culpa sem culpa então há muita diferença há uma diferença aí é pouca diferença, eu concordo deve ser uns 200 milhões de anos luz a diferença entre escrever teses acadêmicas e entre falar de uma exemplificação desse ponte então o A Caminho da Luz ele tem esse foco, ele está voltado para isso agora tem uma coisa que o Glásio me falou aqui que me chamou bastante atenção que é a visão da espiritualidade sobre os acontecimentos da história então o Emmanuel vai dizer que os atores da história humana são os mesmos são os mesmos espíritos o que se alterou foram os cenários então nós tivemos cenários na Pérsia, na Babilônia no Egito antigo em Lemúria, em Atlântida, etc em raças primitivas em Roma no povo hebreu e nos povos da Europa os cenários foram se alterando mas os atores foram tomando corpos diferentes vestidos diferentes mas são os mesmos atores a questão é a grande pergunta e é um outro desafio que nós vamos lançar para o ouvinte a história humana é a história da troca de cenários ou é a história da educação dos atores qual que é o movimento de progresso efetivo dos cenários humanos é o fato de ter se erguido Roma e ter decaído Roma?

Do povo hebreu ter se levantado depois ter inclinado? Da civilização egípcia ter surgido e ter chegado ao Calo? Será que a história humana é essa? Ou a história humana é o que se processa na intimidade dos atores que viveram nesses palcos dos atores que atuaram nesses palcos nós seguindo aqui indicativos do próprio Cristo quando chama os habitantes do orbe de rebanho temos para nós que os espíritos que evoluem na terra formam um rebanho e a educação desse rebanho é o processo de desenvolvimento de aprimoramento que se dá na intimidade dos membros desse rebanho é que é a história humana não é a troca de cenário isso tudo é material didático se ontem nós tivemos a Grécia para nos abrigar se ontem nós tivemos o Egito para nos acolher se antes nós tivemos a Índia védica para nos servir de berço tudo isso foi material didático tudo isso foi instrumental que a providência divina disponibilizou para o aprimoramento das almas então não se engane ouvinte a caminho da luz não é uma história de cenários não é uma história dos cenários é a história da jornada dos atores e o Emmanuel deixa ser claro na introdução quando ele fala passam as primeiras organizações do homem e passam suas grandes cidades transformadas em ossuários silenciosos ainda relacionando essa questão que perpassa os tempos e os cenários só pegando alguns exemplos, particularmente de um desses grupos o grupo hebreu Emmanuel então localiza lá que a vinda deles, eu sei que até atravessando um pouco a cronologia do programa agora já vamos é o que ficou traduzido ficou traduzido como chutando o balde então os hebreus por exemplo o motivo de eles terem sido radicados aqui está relacionado àquele orgulho racial que é a questão do separatismo deles que perpassa o antigo testamento o tempo todo eles são grupos que se opõem, que rivalizam que guerreiam, que conquistam e que entendem que como se fosse um time que Deus fosse o torcesse pro time deles o técnico deles então a visão de Deus inclusive ficou impregnada dentro dessa tradição dentro do olhar deles, aquilo que a gente fala que interfere no que a gente concebe é a mesma questão vai mudando de cenário e vem Jesus e aí a expectativa deles é o que?

de que a cúpula dos hebreus é que fosse convocada para a seleção aí não foi assim que se deu, foram simples e que se surpreendem com algumas figuras lá que é um grupo muito plural que tivesse coletor de impostos e que se surpreendesse que Jesus falasse com a mulher e se surpreendeu que falasse com a mulher e que se impressionasse que Jesus se propusesse então jantar na casa de Izaquiel, mas senhor ele é um publicano como se Jesus não soubesse então o tempo todo é isso, aí passa Jesus e vem na condição de apóstolos, estão eles lá e como apóstolos curados disso não aí Pedro tem que prestar conta pra eles porque que entrou na casa de Cornélio e permanecendo com isso Emmanuel diz que em momento algum eles conseguiram o grupo lá de Jerusalém conseguiu perfeitamente perdoar Paulo então a princípio eles tinham um pretexto ele pode estar fingindo, mas o que estava no âmago deles mesmo, o sentido que estava era um amargor, porque Paulo foi aquele que perseguiu, que fez os urdiduras e que matou Estêvão então o que a gente vê aqui, a mesma chaga porque que isso é exemplar né, porque os hebreus lá na frente depois com Jesus e depois de Jesus e trabalhando por Jesus mantiveram essa chaga separatista daquela ciumeira assim, mas batiza em nome de quem?

E depois será que apareceu mesmo pra ele? Aí começam a criar grupos assim, eu sou de Apolo, eu sou de Paulo, eu sou de Pedro, o outro eu sou de Jesus, então constantemente eles tem essa luta com essa dificuldade, os arianos europeus quando a gente pensa na ideia do Lúcifer, o portador da luz né, e eles vêm com aquela ideia eles já chegam aqui com muita coerência que eles pensam assim ó, nós não vamos buscar igual os egípcios estão buscando o plano superior, não o céu é aqui mesmo e nós somos deuses e por aí mesmo e qual o mérito deles?

o empreendedorismo a assimilação dos aborígenes então com tudo isso eles tem o mérito e tem o valor, mas qual que é o desafio à chaga? são as doutrinas que eles concebem, o egocentrismo o materialismo que se constrói, então aí o Arouca pode enriquecer o Guilherme, mas basicamente o que estamos dizendo é assim, independentemente do período, das oportunidades que temos, se nós não nos curarmos as chagas são as mesmas e são as mesmas de hoje e é incrível é importante que seja feito esse desabafo como que o movimento espírita reúne todos esses agrupamentos e portanto todas essas chagas no mesmo lugar a chaga ariana a chaga hebraica a chaga hindu a chaga egípcia a chaga asiática a chaga africana todas as chagas todas as chagas e nós ficamos pensando a caminho da luz por que?

Será que também não é uma narrativa do processo da cura? Da cura desse trabalho de essência porque é o que você falou, mudam os cenários mas as chagas são as mesmas as lutas são as mesmas a luta hoje do mundo muçulmano, do mundo hebraico é a mesma lá de filisteu do velho testamento é a mesma coisa a mesma coisa então é aquela nossa tendência que a gente tem de ficar olhando a superfície dos acontecimentos a superfície dos fatos sem adentrar na causa emocional nas raízes íntimas que estão por trás de todos os fenômenos da história humana tem um historiador que ele está fazendo umas pílulas no discovery channel se não me engano é um historiador brasileiro que ele conta um pouco da história do Brasil e ele termina assim o povo que não conhece a sua história tende a repeti-la eu acho que o caminho da luz é uma visão da história do lado espiritual mas mostrando isso, porque o livro começa pela gênero depois passa pelos exilados e ele vai até o final para chegar na transição e o que acontece na transição?

Novamente exilados o ciclo que se repete infelizmente o grupo que está tomando a terceira bomba com certeza vamos pegar outro exemplo que acontece com nossos gregos então teve aquele sentido essencial que lá atrás se na edição do programa aparecer lá atrás é outro quebra cabeça para o nosso amigo Thiago com o nosso amigo Júlio que agora a didática força isso então a gente comenta assim os egípcios tinham esse olhar desses diferentes atores que em nome da divindade participam nos serviços na organização dos planetas depois qual que é o nosso risco?

Quando a gente pensa no sentido de igreja por exemplo, há um momento em que aquele sentido ritual toma um sentido em si mesmo e nos escraviza o que acontece em relação aos gregos? De tal modo eles se aprisionaram a doutrinarismos a templos a riqueza de representação que se empobreceu porque se tomou sua forma que chegou no ponto que eles tinham tantos deuses que eles não tinham um e que quando o grande Paulo de Tarso vai anunciar a boa nova ele até se vale daquele recurso o deus desconhecido e o máximo que ele consegue despertar é curiosidadezinha isso está muito bem colocado por uma historiadora naquele livro sobre a vida de Mateus, médico de homens e de almas de Lucas, Taylor Calder exatamente e ela fala muito da curiosidade do Deodoro sobre esse deus desconhecido porque o jovenzinho Lucas se refere a ele como pai mas que blasfêmia como é que um deus cheio de poder vai se manifestar como um pai com essa intimidade e qual o desafio para a transposição hoje se a gente for pensar, nós estamos com um universo tão grande enquanto espíritas, de livros de informações seminário, de palestra de músicas se não arriscar a gente toma essa coisa, toma o sentido das coisas em si mesmas e nós deixamos de dar a resposta é quando Jesus pergunta e vocês, o que vocês fazem de especial?

Essa é aquela resposta de sempre que a gente fica palado, as civilizações é fácil a gente lança o olhar e faz nossa, mas quanta destruição como que eles escravizaram como que eles lançaram impostos sobre aqueles povos, é fácil, mas hoje é aquela dificuldade nossa resposta então Francisco de Assis teve o seu hoje com aquele desafio que Emmanuel fala da missão dele naquele momento da idade média, naquele sol de Assis então ele vem, qual o grande desafio de Francisco de Assis é quando ele precisava dos continuadores quando a dúvida era como organizar a ordem como administrar a ordem, como compactuar a ordem, como fugir aos perigos aí Francisco de Assis responde com a sua missão martirizando-se simplificando, silenciando sofrendo as tragas pra que a mensagem principal dele fosse a continuidade do testemunho de Jesus na cruz e que é o grande marco depois da vinda do Cristo o grande marco da vida cristã do mundo no meu entender pelo menos, eu acho que é Francisco de Assis porque se nós temos um momento e a gente começa a administrar o movimento espírita nós começamos a ter a relação inteira, um organograma mas fica aqui o desafio o que é de testemunho pessoal, o que é de sacrifício o que é de abnegação, que devotamento nós teremos que está muito claro, quando aquela hora o Guilherme falou sobre a necessidade de que tenhamos pureza mas uma pureza com crítica porque é assim também que os nossos mentores espirituais nos conduzem e nisso a gente pode ter muita clareza no exemplo de Allan Kardec e não é por kardecismo não é por nada disso, é porque fica claríssima a posição crítica de Kardec que foi chamado já com todo esse exercício pra que ele chegasse a uma condição de espírito da caridade, Kardec fez esse movimento Paulo fez esse movimento só dizendo quando Paulo fala que continuo em meu corpo eu padeço os padecimentos que faltam ao Cristo e tem uma coisa que eu queria pontuar na sua fala porque também é algo central na obra do Emmanuel é Eu acho que na verdade é o fio condutor do livro A Caminho da Luz Paulo quando em Atenas se refere ao Deus desconhecido como um doutor da lei ele está usando assim o ápice da sutileza, da inteligência porque Deus é realmente o grande desconhecido e é o desconhecido pelo seguinte, por um fator no livro Deuteronômio capítulo 6 versículo 4 é dito assim ouve Israel, o Senhor nosso Deus o Senhor é um o Senhor é um lá é o tetragrama é errado, um e prossegue amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma com todos os teus muitos que eles traduzem com todas as tuas forças não terás outros deuses e há uma oração esse é o Shemá é a recitação principal da tradição judaica e antes de recitar o Shemá eles fazem uma prece são três bênçãos e a segunda bênção eles dizem assim é uma oração para preparar para a leitura do texto olha que interessante e geralmente essas orações elas tem um sentido didático para despertar a pessoa para aspectos essenciais do texto e na segunda bênção dessa oração diz assim Senhor unifica nosso coração unifica porque que Deus é o grande desconhecido?

Porque ele é a unidade ele é o um e eu estou dizendo isso talvez estou entrando em um terreno de difícil compreensão é para dizer o seguinte qualquer pessoa visualiza a diversidade porque a diversidade é do exterior olha para um macaco, olha para um cachorro olha para um cavalo a cor da pele dele é essa o cabelo dele é esse todos percebem a diferença mas é preciso um apuro espiritual muito grande para enxergar a unidade que está por trás o que nos torna comum o que nos torna comum é o que há de divino em nós é o que nos unifica é Deus, por isso é desconhecido a grande dificuldade da mensagem da primeira revelação e da segunda revelação muitos acreditam que é o monoteísmo não é o monoteísmo a grande dificuldade não é aceitar que há um só Deus é entender o caráter desse Deus ele é um Deus que se oculta por isso que Deus é a humildade ele se oculta ele é a unidade que se oculta por trás da diversidade da infinita diversidade da criação ele é sempre a unidade que se oculta e o livro a caminho da luz é um livro que fala o seguinte ele diz assim leitor por trás da diversidade dos povos por trás da diversidade das civilizações por trás da diversidade de todos os fatos históricos há um há uma unidade há um um por trás que unifica todos nós somos irmãos nós somos universalmente irmãos nós compartilhamos de um destino comum de um destino unitário isso casa perfeitamente com o que o Tiago lembrou que é o fechamento de um ciclo que o ciclo ele essencialmente representa a unidade a unidade de um retorno constante de um propósito e na mesmíssima toalha do Eduardo por isso que não adianta muita gente traçar roteiro porque nós achamos que nós é que somos os sujeitos desse roteiro de um programa, de um tema, de um debate mas de certo modo o que o Haroldo fez aí foi recapitular toda a preparação da vinda do Messias e aí a gente entender também que com todas as mazelas de cada uma daquelas raças porque o Messias se manifestaria através do seio hebreu porque essa pedra de toque esse fundamento do Deus uno e sustentado heroicamente por aqueles mais de 40 anos da marcha do deserto então aí também a gente compreende que é muito natural que ali é que tivesse um alicerce mais forte pra que o Messias se manifestasse embora esperado por todos os povos, segundo Emmanuel cita então nesse sentido que a gente fala às vezes das mazelas, mas o grande mérito que parece uma questão simples os egípcios que vêm com aquela saudade os Arianas europeus que a gente comentou esse empreendedorismo, essa capacidade de abreviar o tempo de progresso da terra, mas essa questão dos hebreus foi uma pedra fundamental Ah, sem dúvida Bom, agradeço até entrar no outro aspecto aí já essa segunda parte dos povos antigos que tem muito a ver com as pesquisas recentes que nós estamos fazendo, né Haroldo e que é um outro perigo de se cair numa cenografia própria de estrutura religiosa porque o que acontece?

Muitas vezes a gente acaba desprezando determinadas informações porque nós julgamos que elas são esotéricas ou seja, são manifestações religiosas externas a nossa cenografia religiosa Então, eu tenho descoberto algumas coisas porque tem um interessante disso Não só religiosa, né Guilherme, mas também de querer julgar a história do orbe pela nossa cultura acadêmica hoje É, porque se você imaginar que nós estamos falando de 50 mil anos, é um segundo o que é a doutrina espírita que tem 150 anos? O que é a revolução científica?

Tudo isso, o que eu queria é tocar o seguinte O Haroldo falou de Platão mais recentemente Olha como é que as coisas estão amarradas umas nas outras e muitas vezes nós vamos pesquisar, deixamos de fazer um grande bem por preconceito em relação às coisas. Então, se os ouvintes procurarem aí no Google flor da vida, vão encontrar um símbolo esotérico Ah não, isso aí não vou pesquisar isso, mas alguns cientistas já estão descobrindo que isso pode abrir as portas para uma humanidade não mais dependente de energia, ou seja, fonte inesgotável de energia, porque quando, e aí é um outro iniciado, Hermes Trismegisto foi conhecido pelos gregos com esse nome, e o nome dele entre os hebreus era, entre os egípcios Amnotep Foi até ridicularizado com o filme da múmia mas ele era o grande dos grandes.

Platão que foi citado pelo Haroldo quando Sócrates foi condenado, Platão era discípulo de Sócrates, Platão falou assim, quer saber, eu vou lá conhecer as escolas pitagóricas na Magna Grécia e viajou. Quando ele chegou que ele viu Pitágoras com o pentagrama e todos aqueles conhecimentos matemáticos ele ficou deslumbrado Pitágoras tinha voltado de onde? Ficou 30 anos do Egito aí Platão saindo na Magna Grécia, foi pra onde? Aí não é tão bem documentado, foi pro Egito e voltou de lá com sólidos platônicos que nascem de quê?

Da flor da vida depois, mais pra frente Aristóteles foi quem dividiu, falou assim não, isso é metafísica metafísica, esse foi o grande problema esse é o problema exatamente o encadeamento histórico, só pra complementar aí você vai trazer essa informação que é importante mas só pra complementar de Um cientista da época Aristóteles, um pensador, um filósofo que decidiu divorciar o conhecimento egípcio, que era uno era unitário, o conhecimento matemático, era pra descobrir Deus o conhecimento matemático, simbólico, da força dos números, que o Arosto falou dos seis, por quê?

O que está por trás dessa numerologia? Pitágoras foi quem trouxe a numerologia, onde é que ele foi buscar isso? Com os egípcios então na flor da vida você encontra uma série de respostas que por caridade, quem que hoje tem o conhecimento religioso que pode associar, sem grandes traumas, a ciência? A doutrina espírita então nós não podemos nos furtar a resgatar estas informações passando pelo crivo, porque nós já temos, digamos assim, essa maturidade de observar as coisas com um crivo diferente já unindo religião e ciência e filosofia porque esse é o grande a grande chaga no mundo essa divisão física e metafísica eu me ocupo da física eu não me ocupo da metafísica a metafísica esse é um grave problema, é um problema da civilização da civilização a partir desse momento que ela se encaminhou para um lado e esqueceu outras questões e julga toda a história humana a partir da sua perspectiva isso é curioso é igual aquela história lá do mito grego todos os homens tem 1,60m quem for maior a gente corta as pernas quem for menor a gente estica então aí todos vão ter 1,60m mesmo, com certeza vão ter é o problema do reducionismo esse é o problema do reducionismo é uma coisa curiosa também, porque Emmanuel que por espíritas isso é curioso nós vamos ouvir espíritas dizendo que Emmanuel é um padre recalcado que vem trazer os seus recalques de tradição católica, de padre de cristianismo para o espiritismo por que?

Porque ele diz no inicio da sua obra que ele vem trazer a contribuição da tese religiosa da tese religiosa então nós vamos fazer o seguinte se o Emmanuel tem recalque de padre então ao lado dele nós vamos colocar Platão, Pitágoras Hermes Trismegistus Kepler Isaac Newton Einstein e vários outros e vários grandes nomes da humanidade que não admitiram fazer esse divórcio entre física e metafísica e sempre buscaram unificar esses aspectos da sabedoria humana sim, e que nós também introjetamos muito essa divisão porque mesmo quando a gente pensa do ponto de vista da ciência espírita não dos grandes pesquisadores ou dos grandes manifestadores como André Luiz mas se nós formos pensar as nossas bases, as vezes onde nós temos mais dificuldade de informação, naturalmente são alguns temas em que as civilizações mais se debruçaram então por exemplo, se a gente fala assim perispírito, a literatura não é que eu leia muito não o pouco que eu lia era muito consistente mesmo quando Haroldo fez citação nominal à Madame Blavatsky mesmo quando a gente pensa no esoterismo o estudo que eles têm acerca da energia, dos corpos dos centros de força é, porque a gente fala assim, tem psicose a gente pega aquilo que concorda conosco quais as nossas dificuldades?

É claro, a gente evita cair no misticismo faz-se a manifestação vida em outros planetas o que não, como diz Kardec estudar tudo, reter o que é bom e tal, considerar, Kardec considera que fé inabalável é aquela que encara razão em qualquer época, qualquer razão qualquer pesquisa O Grado, você vai me permitir te perguntar uma coisa você se recorda de Serra Pelada? Sim uma imagem, como é que saiam os garimpeiros da Serra Pelada? Sujo você já viu algum limpo saindo de lá? Não, nenhum então eu penso dessa maneira também eu acho que pra nós garimparmos as verdades mais profundas não tem como você não passar por um monte de mentiras e de coisas erradas e enganosas o que também é kardeciano porque Kardec fala isso, que todo alegoria, toda fantasia tem um sentido qualquer que a inspira e que deve ser buscado você fala assim, pluralidade dos mundos vamos conversar sobre ufologia é muito difícil encontrar as pelas no meio de toda a bagunça que existe então quando a gente começa a pesquisar e como é que a gente faz uma coisa que eu tenho notado nas pesquisas que eu tenho feito são modestas, não tem nada demais, mas uma grande forma que eu tenho utilizado tem funcionado relativamente bem de selecionar, é por semelhanças entre coisas que estão distantes porque você vai e acha um monte de bobagens no meio e tem uma informação chama-se universalidade no meio de um monte de bobagens de uma outra corrente de pensamento, você acha uma coisa que é similar você chegou no miolo no DNA, na genética o resto que são as bobagens, são as contaminações desses cenários fantasiosos que a gente cria as vezes, Guilherme, as vezes não é nem bobagem, as vezes é a forma de expressão eu posso dizer a mesma coisa eu posso trazer um assunto aqui e chamar um repentista nordestino, ele vai expressar isso com a carga do seu do que há de mais provinciano no repentista nordestino mas eu posso chamar aqui um acadêmico também da Sorbonne e ele vai demonstrar, por incrível que pareça o espírito mais provinciano dos provincianos do planeta Terra que é o provincianismo acadêmico eu falei bobagem pra dar aquele contraste, né?

Não, mas é interessante você já percebeu uma palestra de um acadêmico o quanto é provinciano o quanto ele faz questão de usar um jargão incompreensível o tanto que ele faz questão de não ser claro pra parecer inteligente até um ditado em que se critica o meio acadêmico é o seguinte você turva a água para que ela pareça profunda turva as águas para que pareçam profundas é um provincianismo então, no fundo, o grande desafio aí é que o Emmanuel fala pro Chico me esqueci agora qual o livro de entrevista o Emmanuel diz pro Chico assim que chega um momento na evolução em que você precisa passar toneladas de cascalho pra achar um grama de diamante porque esse cascalho é o provincianismo humano é aquilo que nós temos de provinciano, de bairrista étnico é o nosso bairrismo mas por trás disso há uma uma uma essência do uno do universal só uma questão que eu lembro muito é quando você tá em casa pra achar que acaba, tá interrompida a energia elétrica acaba a luz no bairro aí você pensa, ainda bem que alguém se preparou, se especializou e tomara que venha, que resolva logo o elevador está parado, alguém estudou praquilo a gente pode até não sujar as mãos nesse trabalho mas a gente pressupõe que alguém vai sujar alguém vai fazer alguém vai estudar a criação o evolucionismo a relação homem-animal as distâncias, os elos alguém vai estudar isso pra nós mesma questão das civilizações a mesma questão de tudo que tem de esotérico de misterioso, de místico a fim de que entregue pra nós já a pedra lapidada e o modo não egoísta é que nós sermos protagonistas disso, no bom sentido servos inúteis, né mas alguém faça isso vamos voltar lá na Gênesis, um pouquinho coisa rápida, que eu acho que é bacana de colocar é só uma referência, porque teve uma coincidência pouco tempo antes de eu ser convidado ou me convidar, que eu não lembro mais como foi pra esse podcast você é da família, rapaz você falou, vamos voltar à Gênesis eu já fiquei preocupado, que eu vou ter que voltar não vou conseguir, mas como esse vamos é você pode ir, tranquilo eu não sei se o Gladstone teve essa notícia, mas tem um podcast muito divertido pelo menos eu e o Thiago somos fãs, que é o Nerdcast e o Jovem Nerd que é quem produz esse podcast eles fizeram um de número 144 que é um podcast científico, digamos assim em que eles falam sobre a Gênesis do planeta do ponto de vista científico eles pesquisaram alguma bibliografia séria e aceita sobre esse tema e coincidentemente, uma semana antes desse convite ou mesmo de me convidar eu tinha ouvido esse podcast e fui reler o livro A Caminho da Luz, e eu fiquei impressionado com as coisas que eu encontrei, e que eles citavam na bibliografia científica então acho que vale a pena pra vocês que estão ouvindo o Thiago vai deixar o link é o Nerdcast número 144 mas conta pra gente as novidades vou fazer esse recorte e trazer uma coisa só pra vocês terem uma ideia a gente costuma fazer isso, mas não dá nada é maldade demais você tá de brincadeira, né?

Olha só que bacana o que o Emmanuel fala na parte desses dois primeiros capítulos ele fala o seguinte daí há algum tempo, na crosta solidificada do planeta como no fundo dos oceanos podia-se observar a existência de um elemento viscoso que cobria toda a terra dizíamos que uma camada de matéria gelatinosa envolver o orbe terreno em seus mais íntimos contornos e ele prossegue e eu descobri nesse Nerdcast que os cientistas recentemente descobriram uma coisa chamada estromatólito já pisou no estromatólito? Eu acho que tem a impressão que sim eu pisei em uma coisa meio esquisita um desses dias inclusive envolve uma piadinha aí do compadre tem algumas pessoas aí vão entender isso é pra depois do seminário o estromatólito o estromatólito é o seguinte eles achavam que era uma rocha mas na verdade ele é uma junção de micro-organismos a feição de um recife ele é uma junção de micro-organismos que produz uma gelatina, uma matéria viscosa que faz fotossíntese esse estromatólito ele foi o responsável pela oxidação do ferro que havia nos oceanos porque aí eles contam nesse Nerdcast, uma chuva de milhões de anos começou a chover e choveu durante milhões de anos pra formar os oceanos e aí na hora que a terra trincava no limite das placas as águas de baixo e as águas de cima do Gênesis no limite das placas determinadas regiões começaram a se aquecer esses estromatólitos se formaram e começaram a transformar o ferro que havia nas águas do planeta, que ainda era rico em ferro uma composição do núcleo do planeta foram oxidando esse ferro e produzindo toneladas, milhões milhões de toneladas de oxigênio, e é exatamente o que o Emmanuel descreve aqui em 1938 então ele fala pra vocês terem uma ideia dá a entender que as terras estavam unidas num período anterior ao da Pangeia que é da união das terras que a gente conhece com a América do Sul, casa com a África tudo junto mas no ponto em que ele estava descrevendo o livro dá a entender que foi bem anterior mas Pangeia foi muito posterior a esse momento esse fenômeno da união da junção dos continentes já aconteceu segundo a ciência hoje várias vezes é um fenômeno cíclico é um fenômeno que tudo indica cíclico então um deles que é derivado da quebra, é da Rodínia isso foi proposto na década de 70 então assim eu quero deixar pra vocês que estão ouvindo a gente não teve condição de pesquisar tudo, mas um levantamento mais detalhado seria muito interessante pra verificar quantas informações às vezes numa frase uma informação que às vezes foi descoberta pela ciência décadas depois então nós conseguimos garimpar algumas coisas aí nesses dois primeiros capítulos da Gênesis, são bem interessantes muito bom, eu queria então dar um salto, pra gente falar um pouquinho sobre o ciclo de transição da Terra vamos sair da Gênesis pra transição, então já que a gente já falou sobre os exilados que é a mesma coisa vamos falar um pouquinho sobre isso Haroldo, acho que você podia falar um pouquinho pra gente quando começa o início do ciclo da transição da Terra porque Emmanuel fala no livro do século XX como é que chega nesse cálculo como é que isso funciona dentro dessa informação que ele traz sempre que algo que é curioso nesse livro que o Emmanuel faz referências muito fortes o século XX efetuará divisão e depois de muito refletir sobre isso, eu cheguei a uma conclusão os Espíritos não contam séculos como nós contamos não contam eles se baseiam o relógio deles é outro basicamente isso equivale a dizer que a espiritualidade superior não utiliza o calendário gregoriano isso é um golpe mortal na nossa vaidade que achamos que o calendário gregoriano é o melhor calendário que existe, mas na verdade já existiram e convivem centenas de calendários, os hebreus contam de modo diferente do nosso, os hindus contam de modo diferente do nosso convivem em inúmeros calendários mas porque nós somos ocidentais acreditamos que o calendário gregoriano é o melhor de todos não é?

Então os Espíritos não seguem o calendário gregoriano quando eles estão se referindo a século XX eles usam outro relógio depois de muito estudar esse assunto nós chegamos a uma conclusão nós descobrimos o óbvio do óbvio os ponteiros dos relógios são os movimentos dos corpos celestes então o sol os planetas os sistemas, as nebulosas as galáxias não se movimentam apenas para enfeitar o universo não se movimentam apenas para atrapalhar nossa cabeça, para a gente ter que ficar calculando rotas, não se movimentam porque são ponteiros de um relógio cósmico que aliás não é novidade nenhuma, porque basta o leitor abrir aí, Eclesiastes e vai ler lá assim há um tempo determinado para cada coisa debaixo do sol há tempo para plantar há tempo para colher, há tempo para nascer há tempo para morrer, etc, etc, etc o que que mede esse tempo?

Movimento dos astros não tem nada de misterioso nisso movimento da terra em torno do próprio eixo gera dia e noite movimento da terra em torno do sol gera as estações tudo é cíclico tudo tem uma medida tudo tem o seu tempo e aí nós vamos avançar mais fazer uma afirmação que é mais relevante o transcorrer do tempo é significativo porque um grande problema do pensamento ocidental ariano foi tirar o significado do tempo na cultura na cultura ariana na cultura ocidental o tempo é uma contagem que não tem significado o tempo é algo que transcorre sem significado nenhum completamente diferente para os hebreus mantém até hoje orientais tudo na verdade, cada momento é proposta divina cada segundo é um significado cada segundo é uma sílaba da providência divina para ser decifrada por nós então o que nós estamos querendo dizer o que um filósofo grande, Henry Bergson defendeu o tempo é significado há Significado no tempo as horas não transcorrem inutilmente ora se as horas não transcorrem inutilmente como que as horas transcorrem?

O tempo transcorre em ciclos em ciclo então nós temos primavera, verão, outono, inverno temos dia, noite, etc etc tem um transcurso e cada, porque que o tempo tem significado? Porque cada etapa do ciclo é um significado como o ciclo movimento dos astros dos corpos celestes se dão por elipse nós temos o periélio que é o momento de uma hora a aproximação e o afélio que é o momento de distanciamento ora, isso tem significado o periélio no movimento da terra é verão o afélio é inverno olha como é que muda então tempo tem significado a conformação de toda a vida no planeta tem o seu relógio relacionado com o movimento da terra em torno do sol com a posição da terra em relação ao sol da lua em relação a terra e assim por diante agora qual que é o relógio de um cristo?

Os apóstolos e os que seguiam Jesus conversando com ele quando é que nós vamos saber se a fase de transição está chegando? O apocalipse, o momento qual que é o sinal? Vocês olham para o céu e vem o céu vermelho e vocês sabem que vai chover então é como se ele estivesse falando o meu relógio ele é um relógio diferente para você entender que está no céu agora é bonito você falar isso Guilherme, porque a revelação bíblica sempre apontou para o céu quando Deus chega para Abraão no capítulo 15 de Gênesis, ele fala assim Abraão, olha para o céu conta as estrelas se fores capaz assim será a tua descendência no capítulo 1 de Gênesis diz assim Deus criou os luminários para servirem de sinal e para tempos determinados sempre os salmos falam, porque o sol e as estrelas e a lua cantam a tua glória são obra da tua mão Deus chama as estrelas pelo nome e elas obedecem a revelação está sempre mostrando para o homem olha, ciclo a evolução é cíclica e tempo é significado tempo é significado porque André Luiz vai dizer assim a encarnação se completa aos sete anos de idade então sete anos tem significado sete anos numa encarnação tem significado sete anos num casamento tem significado sete anos de uma instituição tem significado, porque o tempo não transcorre em vão então acho que Tiago a maior lição dessa questão da transição é entender que nós estamos numa fase de um ciclo a transição não é o ciclo todo assim como o inverno não são as quatro estações o ano é a somatória das estações o inverno é um período do ciclo a transição é uma fase necessária de gelo, de neve de morte de destruição mas de renascimento, de semente então transição é fase de ciclo é fase de ciclo nós precisamos incorporar isso para que a gente incorpore essa mentalidade de que o tempo é significado, que o tempo não transcorre em vão e que o tempo é cíclico que cada momento é uma sílaba do alfabeto divino quando a gente entende isso nós vamos percebendo que é o seguinte está tudo certo está tudo certo só está errado a mente de quem não entende agora é interessante porque hoje a gente já tem programas de computadores que você consegue jogar lá uma data e de que ponto do planeta terra você quer observar o céu muito bom, chama estelário aí você olha no programa é como se você estivesse ali olhando para o céu naquele dia você vai ver as estrelas, os planetas como eles estavam ali naquele momento, naquele dia isso faz muito sentido quando a gente olha por esse ponto de vista de que o Cristo utilizava os planetas, as estrelas para poder informar o que vai acontecer faz sentido nós perguntarmos o seguinte como é que os gregos navegavam como é que os povos antigos navegavam como é que eles se orientavam eles não tinham gps eu acho que vale a pena dar uma olhada para o céu agora no final desse mês quando vai sair esse podcast porque algumas coisas muito interessantes são comemoradas nessa data por agora dia 21 de setembro esse livro a caminho da luz faz 73 anos foi escrito 17 de agosto a 21 de setembro em setembro de 1938 logo a gente vai ter o seminário também na mesma época e no dia 26 nós vamos ter um alinhamento curiosamente ele está presente no apocalipse e algumas pessoas acham que 2011 já marca o início de um ciclo final digamos assim ou inicial né dependendo do ponto de vista se vocês verem o apocalipse 12 vou até ler aqui que eu abri viu-se um grande sinal no céu a saber uma mulher existem muitas interpretações é bom ressaltar né essa é particularmente viu-se um grande sinal no céu a saber uma mulher vestida de sol com a lua debaixo de seus pés e uma coroa de 12 estrelas na cabeça que achando-se grávida grita com as dores do parto sofrendo tormentos para dar a luz ai ô Gratos nós pegamos o estelar e fomos pesquisar curiosamente no dia 16 o sol nasce na constelação de virgem dia 26 você falou 16 dia 26 pode voltar aí eu falei dia 26 curiosamente no dia 16 curiosamente no dia 16 curiosamente no dia 16 tudo bem, vou voltar não preocupa, eu vou voltar vou voltar e mostrar que ele já falou viu-se um grande sinal no céu a saber uma mulher vestida de sol então o sol vai nascer na constelação de virgem se vocês olharem as constelações virgem é uma moça, uma jovem e o sol vai estar nascendo na constelação de virgem e nesse dia especificamente a lua vai estar aos pés da virgem e as 12 estrelas mais brilhantes dessa constelação vão estar formando uma coroa em torno da cabeça dela nesse mesmo período Vênus que representa Jesus que é a estrela, o planeta mais brilhante, ele vai estar no ventre próximo ao ventre da constelação de virgem e Saturno que é o devorador vai estar também próximo nessa mesma região dessa constelação então é bem interessante a gente começar a observar algumas pesquisas já indicaram que esse período do final deste ano agora marca o início de um ciclo dentro de um ciclo maior e de profundas transições talvez seja termos um próximo ciclos menores dentro de ciclos maiores aí de cara eu já vou desiludir o ouvinte de achar que eu vou na mesma toada do tempo assim do universo que vocês estão seguindo agora eu vou personificar isso aí lembrando o seguinte, quando a gente também mesmo quando a gente vai pensar o lado subjetivo do tempo quando a gente fala, faz um tempão que eu estou esperando, é um tempinho nossa senhor, dão 10 horas mas não dão 9 horas então esse é o sentido pessoal e quando nós vamos fazer uma linha de tempo, quando a gente fala em termos de transição a gente faz o que?

Aqueles marcos fundamentais então pensando que assim como estava sendo dito as civilizações tem suas formas seus modos de medida, de tempo de grandeza, de distância e se a gente vai pensar uma linha de tempo, fundamentalmente o que a gente pensa? a gente pensa que o tempo de Madalena, né? Qual foi o tempo de transição de Madalena? Foi o encontro com Jesus o de Francisco tem o momento da manifestação quando encontra aquele rancineando por exemplo, ou quando constrói a minha igreja Mateus ele tem um marco decisivo que larga aquela banca lá e resolve seguir Jesus imediatamente, Maria possivelmente com vários momentos, mas aquela conversa com aquele espírito iluminadíssimo Zaqueu quando Jesus dirige a palavra a ele os reis magos é claro na linha de tempo um marco fundamental Paulo descreve pra nós a sua linha de tempo primeiro quem me lhe trará desse corpo de morte se o bem que eu amo eu não faço, se o mal que eu não amo eu faço, já teve um marco em que cada montaria lá do cavalo o bicho ou o aruda sabe qual que é mas depois as coisas velhas passaram, somos uma nova criatura e Pedro, se a gente for pensar é um tempo tão assim contínuo Pedro é tão humano num sentido, ele tem uns marcos negação, reafirmação e tal, mas é tão contínuo que se você for perceber o tempo em Pedro você tem grandes marcos, mas você tem toda aquela psicologia de Pedro até que ele se transforma, porque nós estamos dizendo tipo uma mensagem de otimismo que mesmo que nós tenhamos todas essas chagas de que falava das grandes civilizações se nós pegarmos a nossa linha de tempo dentro da nossa psicologia dentro dos nossos marcos nós estamos sendo trabalhados nada se faz sem aproveitar é um plano pra tudo e bonito pra isso também né Glas as circunstâncias elas não se articulam desordenadamente ou por acaso na nossa vida as circunstâncias e as pessoas elas se entrelaçam na nossa vida segundo a nossa história espiritual então a nossa experiência do tempo é sempre uma experiência dependente da nossa história cárnica da nossa história evolutiva isso é importante também que se diga e quando você fala das estações Haroldo, a gente pensa também nos terrenos lá da parábola do semeador por isso é que as vezes nós temos estações tão mais ou menos favoráveis a receber essas sementes e chega num momento em que tem demais fertilizador, melhor adubo muitas vezes é a dor por isso quando a gente fala de transição planetária também, não é novidade que a dor nos revisite tanto na hipótese cárnica individual familiar, coletiva é muito natural basta nós termos um olhar nós temos esta divisão que foi feita entre o que era e o que não era metafísico nós continuamos fazendo essa divisão de um modo simples nós viramos e falamos de um lado assim mas como que Deus deixa uma pessoa fazer uma coisa dessa aí nós olhamos para o outro e falamos assim mas o que essa pessoa fez para merecer passar por isto olha que dificuldade que nós temos aceitar as coisas não é isso?

Passado, presente, as nossas vidas para isto bom gente, esse podcast esticou mas foi muito bom eu queria deixar um abraço para todo mundo e reiterar o convite quem estiver em Belo Horizonte, nas proximidades e quem estiver longe também e quiser vir nós vamos recebê-los com muito carinho dia 1º de outubro no Teatro Municipal de Nova Lima estaremos todos lá esperando vocês com muita alegria e esperamos que realmente seja um seminário maravilhoso se o pessoal vier e participar a gente assume o compromisso de fazer um novo sobre o caminho da luz, muita coisa ficou faltando se ficar vazio lá não tem outro podcast não tem outro podcast podcast é o que não vai faltar as vezes pode ficar despreocupado e assim né Tiago para a gente dar fim ao podcast eu me recordo de uma poesia do Carlos Drummond de Andrade, chama Canção Amiga e Como sempre muito inspirado o Drummond diz assim eu preparo uma canção em que minha mãe se reconheça todas as mães se reconheçam e que fale como dois olhos então essa proposta do seminário o caminho da luz é uma proposta de cantar para que todas as mães inclusive as nossas se reconheçam e a gente quer falar com a eloquência de dois olhos de minha parte é o princípio alfa e ômega alegrave sempre no senhor veio através de mim não é isso?

Lembrando sempre né é a letra do Gladstone eu falo que já disse no podcast, volto a dizer eu sou uma das provas vivas da mediunidade as pessoas me conhecem ah você que escreveu você vê que a pessoa está dizendo assim mediunidade existe é bem para mim foi muito bacana fazer a música porque eu sempre ficava imaginando como é que eu tinha que fazer aquilo lá e está certo que você tem que dar um desconto que é a primeira que eu estou fazendo e tal, mas é uma música que ela foi por caminhos que eu não imaginava nem que muito do que eu nunca também caminhei com a música ela não me deixava ficar numa numa linha melódica ela o tempo todo me mandava para tudo quanto é lugar e tempos ela muda de tempos dentro da música é uma música difícil fatalmente é pouco cantável para mim que fiz quanto mais para as pessoas mas que o interessante dela foi que a estranheza que talvez você sinta escutando pela primeira vez foi ser a mesma que eu tive quando eu fiz e tive que escutar muitas vezes depois das gravações que eu fiz dela para poder aprender a gostar e entender aonde que ela me levava não é uma música que definitivamente nasceu pronta e não é uma música de refrão né Mas que a cada dia que eu venho escutando e hoje eu tive a grata satisfação de escutar o Ladislau Nascimento cantar no telefone para mim que é um cara que a pessoa que vai interpretar a música para a gente no seminário que canta belíssimamente e Então assim as gratas surpresas são primeiro que acabou que eu pensei tanto nele para fazer para cantar isso que eu compus para ele cantar né e o Tom quando eu mandei para ele ele falou assim Júlia esse é o Tom ele tem um site eu podia colocar a gente vai colocar lá ele é uma pessoa muito bacana vou ver se a gente consegue gravar com ele para postar já cantada uma prévia com ele mas para mim foi muito bom ter feito e aos poucos também o retorno do Ladislau mesmo que gostou muito da música e da letra e chegou nele saber do que a gente estava falando que é quase incompreensível mas a gente falou tanto aqui que muitas das coisas que estão incompreensíveis nessa letra para as pessoas que sem estudar O Caminho da Luz como a gente estudou vão se tornar a pessoa vai revisitar o que nós falamos no podcast nessa letra né Glaz e vamos lá Bom pessoal nós conseguimos uma gravação do primeiro ensaio da banda que vai tocar lá no dia do seminário é o primeiro contato da banda com a música então não está uma boa mixagem mas eu acho que está muito legal e nós resolvemos em vez de colocar o Julio tocando já trazer uma prévia do que nós vamos ter no seminário no dia 1º de Outubro espero que vocês gostem Da terra criança Por tigres e eufrates Salmos e clamores Cantos de saudades Que pulam pelos ares O orgulho e a indolência Causaram-se exícios E o abrigão da consciência Tenta explicações Que apenas soam silêncios Trocas quebrem miquelinhos São mentes despedidas De tiberantes capeludos Capeludos Uns meditam Outros choram Outros sonham Outros sonham E os inferiores amam Arquiteto alceano na terra Chineses e indianos Tem paraíso interior Os hebreus monoteístas Ardem de esperança Na promessa do Messias Entre saga e profecias Notícios e sinais Lutam nos separatismos De urbanismos raciais Tem terra prometida Cartas de chua azul Que faz rogério se encher De crentes e crentes Mas a carta viva desce No mapa da Terra onde a Terra mesmo cresce Mas a carta viva desce No mapa da Terra onde a Terra mesmo cresce Venha ela o vosso rei Será nela qual o céu Venha ela o vosso rei Será nela qual o céu Venha ela o vosso rei Será nela qual o céu Venha ela o vosso rei Será nela qual o céu Venha ela o vosso rei Será nela qual o céu Venha ela o vosso rei Será nela qual o céu O que é a poesia?

A poesia se auto explica Tomara que a letra se auto explique Que as pessoas tenham contato e interpretem Porque se ela é produzida coletivamente Ela também assim será entendida Essa é a nossa expectativa E ai parabenizar a turma Obrigado Dia 20 de setembro Aniversário da Aron Ah beleza

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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Respostas

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  1. Olá pessoal.
    Fantástico, sou fã de carteirinha de vocês.
    Houço-os há anos. Já houvi todos episódios mais de uma vez, mas sempre depreendo um ensinamento novo.

    Sei que o Haroldo está envolvido com as lives e vídeos de seus 2 canais.
    Também ouço as inúmeras palestras dele no YouTube quase todos os dias.

    Mas gostaria de saber se há planos de retomarem o podecast?
    Espero que sim, pois é uma fonte mui rica, em virtude do amálgama resultado do conhecimento, estilo de linguagem e personalidade de cada participante.
    E o formato é maravilhoso!

    Abraços
    Jeancarlo
    Farroupilha- RS

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