Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda a narrativa da criação no livro de Gênesis, especificamente os versículos 1 a 4 do capítulo 2. Ele explora como este bloco literário inicial serve de alicerce para toda a construção bíblica, culminando no Apocalipse com a visão da Nova Jerusalém.
O que é estudado neste episódio
- Gênesis 2:1-4 e a Conclusão da Criação: Análise dos versículos que encerram a narrativa da criação, destacando o “descanso” de Deus no sétimo dia como a conclusão de Sua obra.
- A História da Salvação: Discussão sobre a história bíblica como a “História da Salvação”, um projeto divino para a humanidade que, dotada de livre-arbítrio, fez escolhas que a afastaram do plano original, desencadeando um processo evolutivo de aperfeiçoamento moral.
- Deus Transcendente e Deus Imanente:
- Deus Transcendente: Aquele que existe antes e além da criação, com atributos como imaterialidade, perfeição, justiça suprema, bondade e onipotência (referência à questão 13 do Livro dos Espíritos). A criatura, por ser limitada, não pode abarcar a divindade em sua totalidade.
- Deus Imanente: O Deus que está presente na criação, atuando e interferindo no mundo, na sociedade e na vida individual. A ideia de “supervisão individual” divina é abordada, mostrando como Deus acompanha e age em cada vida.
- O Exemplo do Livro “Sexo e Destino”: A história do benfeitor Félix e sua intervenção na vida de uma personagem, ilustrando a imanência divina e a ação dos espíritos protetores, mas também os limites da previsão e a soberania de Deus.
- A Lição de Jesus na Crucificação: A entrega de Jesus à vontade divina, mesmo em momentos de grande sofrimento, como o exemplo máximo da confiança e da fé na imanência de Deus, que está no comando de todas as circunstâncias.
- O Significado do Sétimo Dia (Shabat): A observância do sábado como um descanso provisório que aponta para um “descanso maior”, a conclusão da obra evolutiva da humanidade.
- As Festas Bíblicas e o Padrão de Sete: Como as festas judaicas (Páscoa, Pães Asmos, Primícias) e o padrão de sete (dias, anos) na Bíblia simbolizam ciclos de trabalho e descanso, culminando no grande descanso evolutivo.
- A Semana Adâmica e a Era Messiânica: A interpretação de que a história bíblica abrange sete mil anos (cada dia como mil anos), culminando na Era Messiânica, um período de paz e fraternidade, simbolizado pela “Jerusalém que desce do céu”.
- A Objeção Judaica a Jesus como Messias: A expectativa de que a chegada do Messias traria simultaneamente a Era Messiânica, e a resposta de Jesus através da parábola do grão de mostarda, indicando que a Era Messiânica seria um processo gradual.
- O Reino de Deus e o Grande Shabat: A promessa de que a Terra alcançará o seu grande Shabat (descanso) quando o Reino de Deus estiver no coração dos homens, e eles aceitarem voluntariamente o comando divino.
Reflexões
- A fé não é apenas acreditar na grandeza de Deus (transcendência), mas confiar em Sua ação e comando mesmo quando as circunstâncias da vida parecem caóticas (imanência).
- A história bíblica é a jornada da humanidade que, após inverter os papéis com o Criador, precisa retornar o Criador ao centro de sua vida, aceitando Seu comando por livre e espontânea vontade.
- O “descanso” de Deus na criação e o “descanso” prometido à Terra não significam inatividade, mas a conclusão de um ciclo evolutivo e o início de uma nova etapa de paz e harmonia.
Ler transcrição do episódio
Olá, hoje damos continuidade a mais um episódio desta nova temporada do estudo de Gênesis e retomamos o início do capítulo dois do versículo de Gênesis, especialmente os versículos 1 a 4 que dão uma espécie de acabamento na narrativa da criação. Nós já falamos nisto no episódio anterior, do capítulo 1 até o capítulo 2, versículo 4, nós temos uma espécie de bloco literário, a narrativa da criação em sete dicas e este bloco nós podemos chamar de um tijolo fundamental, porque ele vai servir de parâmetro de modelo para toda a construção literária bíblica que vai se encerrar em Apocalipse.
Não é à toa que o livro de Apocalipse, que é o último livro do cânon bíblico, se encerra com a Jerusalém que desceu do céu, portanto, uma edificação, uma construção, toda formada de pedras preciosas, como se este texto de Apocalipse retomasse este bloco que nós estamos fechando agora, ou seja, há um relato inicial da criação, uma grande história que perpassa a partir deste relato e a conclusão desta grande história bíblica com a Jerusalém que desceu do céu. Hoje, nós vamos aprofundar um pouco mais esta história que fica entre o capítulo 1, versículo 1, capítulo 2, versículo 4 de Gênesis e o último capítulo de Apocalipse.
Nós vamos examinar um pouquinho mais o caráter desta história bíblica chamada por alguns teólogos católicos e teólogos protestantes como a História da Salvação. Por que História da Salvação? Porque, evidentemente, havia um projeto de um homem, de um ser humano que fosse imagem e semelhança de Deus, mas este homem, criado com o livre-arbítrio, ou seja, dotado da capacidade de fazer escolhas, ele poderia optar por não atender, por não corresponder a este projeto divino. E foi, de fato, o que aconteceu. Este homem, este ser humano, fez opções, fez escolhas utilizando o seu livre-arbítrio e nós veremos toda a história evolutiva que é a história do aperfeiçoamento moral.
Não é uma história que se dá apenas com a construção humana, porque, ao longo desta história, nós teremos a intervenção divina em momentos cruciais mesmo desta história, provocando o amadurecimento, provocando o crescimento espiritual, moral e intelectual deste ser humano. É importante ressaltar este fato. Vamos detalhar um pouquinho o que nós estamos dizendo. Há duas concepções de Deus que são complementares. Uma delas é o Deus transcendente e este primeiro bloco literário de Gênesis, ele faz questão de ressaltar esta transcendência de Deus, ao dizer que tudo o que foi criado partiu da vontade e da ação do Criador.
Portanto, o Criador transcende a própria criação. A criação não existia, mas ele já existia de todo o tempo. Embora haja uma conexão profunda e intensa entre o Criador e a sua criação, ele é mais do que a criação. Deus é mais do que o Universo ou os universos criados. Deus é Deus, Ele é transcendente e a sua transcendência realça alguns atributos que estão lá na questão 13 do Livro dos Espíritos, que é o atributo da imaterialidade, o atributo da perfeição, da suprema justiça, da suprema bondade, do poder absoluto, da onipotência.
Estes atributos de Deus apontam para a sua transcendência. Então, nós jamais é vedado a criatura, a qualquer ser criado é vedado a ele abarcar a divindade, porque nós, enquanto criaturas, somos limitados. Não pode haver uma criatura, isto está no Livro dos Espíritos, inclusive, esta reflexão, não pode haver uma criatura que se guarde ao Criador, porque, aí, nós teremos não um Deus, mas dois, três, quatro, cinco e só há um. Então, Deus é um, Ele é um, só há ele, igual a ele, só a ele, abaixo dEle as criaturas, por mais evoluídas, por mais superiores que elas sejam, elas são criaturas.
Então, esta é a transcendência, que é importante a gente lembrar isto, para que a gente não caia na tentação de achar que resolveu, que fechou a questão. E, a gente observa isto, às vezes, em grandes escritores, em grandes pensadores. Eu me recordo que, quando Stephen Hawking lançou o livro Uma Breve História do Tempo, no prefácio do livro, é curioso, porque ele havia desenvolvido a teoria dos buracos negros, trabalhado matematicamente o propósito dos buracos negros e, experimentalmente, chegou-se à conclusão da existência dos buracos negros.
Então, ele lança este livro Uma Breve História do Tempo e é curioso porque, no arrombo da descoberta, ele escreve assim no prefácio, este é um livro que tenta entender a mite de Deus. É bastante pretencioso. O tempo passou, depois de Uma Breve História do Tempo, ele publica O Universo, Uma Casca de Nós, agora Uma Nova História do Tempo e O Stephen Hawking está aí perplexo com as descobertas que avançaram, que foram muito adiante do que ele tinha previsto. Então, a natureza está sempre surpreendendo, Deus está sempre se revelando e isso vai acontecer para sempre.
Essa era a transcendência de Deus, a transcendência. Há, também, uma história muito curiosa da tradição. Conta-se que Santo Agostinho caminhava por uma praia e ele tentava entender Deus, cumprir a ideia. Ele, então, viu uma criança que brincava na areia e a criança fez um buraquinho na areia e ela pegava uma conchinha, ia até uma e enchia a conchinha de água, voltava e colocava um buraquinho de areia que ele tinha feito. E, aí, o Santo Agostinho viu aquilo e olhou para a criança e falou assim o que você está fazendo?
A criança falou assim, não, eu vou colocar o mar aqui nesse buraquinho. E, aí, ele disse assim, mas isso é impossível. E, aí, a criança teria olhado para Santo Agostinho e dito assim, ah, é impossível colocar o mar nesse buraco? Ele é. Então, por que você está tentando colocar Deus na sua cabeça? Foi como um relâmpago que caiu sobre ele e ele ficou perplexo, aturdido e, quando ele olhou de novo, não havia mais criança. Teria sido uma visão do Santo Agostinho e uma grande lição. Deus é incomensurável, infinito, inabordável.
Nós só conhecemos de Deus aquilo que ele revela sobre si mesmo, porque um copo de água não pode conter, abarcar o oceano. Essa é a ideia. Mas, há um outro aspecto e é esse que nos interessa aqui. Esse aspecto é muito importante, que é a imanência, imanência. E, é um assunto que causa perplexidade em alunos intelectuais. O texto bíblico do capítulo 1 ao capítulo 2, versículo 4, revela o Deus transcendente, o Deus Criador. Do capítulo 2, versículo 5, e em diante, toda a Bíblia, toda ela, vai revelar o Deus imanente. O que é um Deus imanente?
Um Deus que está na criação. Ele é superior à criação, mas, ela, a criação, está dentro dele. Então, ele está presente, ele atua, ele interfere, ele age no mundo, na sociedade, nas comunidades, nas famílias e no indivíduo. Os sábios hebreus até cunham um termo chamado supervisão individual. Eles analisam a providência divina e concluem que cada um de nós está supervisionado pelo próprio Deus. Olha que bonito isso! A nossa vida conta com a supervisão individual. É óbvio que essa supervisão se dá em uma escala em que você tem seu Espírito protetor acima dele e outro, acima dele e outro, acima dele e outro, um outro, um outro, um outro, um outro, até Deus.
Então, um caso lindo, maravilhoso, no livro Sexo e Destino, historiografado por Francisco Câmbio Xavier e Valdir Vieira, ditado pelo Espírito André Luiz, eu não vou contar a história aqui do livro, até porque eu quero que todo mundo leia. Mas, o perfeitor do livro é o Félix e Vamos dizer assim, a personagem principal do livro, porque em torno dela gira toda a história, é uma moça. Depois, nós vamos descobrir, ao final do livro, os vínculos que essa moça tem e porque ela mobilizou toda uma equipe espiritual. Isto vai ser esclarecido no final do livro e eu não vou contar aqui, não vou contar aqui.
Mas, o Félix é um deifetor que tem ampla margem de movimentação. Então, ele começa com a equipe dele, dentro da equipe do Espírito André Luiz, ele visita lágrimas, ele interfere, interfere, ele altera circunstâncias, ele vai trabalhando, evidentemente, com a permissão superior, mas ele vai fazendo intervenções muito importantes ao longo do livro. Chega um momento do livro que é crucial, essa moça decide suicidar-se. Eu vou suicidar. Entra em uma farmácia para comprar um veneno e ela conta uma história de usar o veneno, mas, na verdade, ela ia tomar aquele veneno.
O poder de intervenção do Félix era tão grande que ele atua sobre a mente do farmacêutico e o farmacêutico se engana e no local do veneno ele coloca um sonífero e dá para ela um sonífero e ela compra aquilo, achando que é um veneno. Toma, na verdade, um sonífero. Olha a intervenção do Félix, como que ele dominava a situação. Ela dorme, adormece na rua pública, acorda e parece que está tudo sob controle, parece que está tudo sob controle, mas, quando ela acorda e vai atravessar a rua, ela é atropelada. Nessa hora, é visível, no romance, que André Luiz é tomado de uma perplexidade e o próprio Félix, o benfeitor, fica pálido porque aquilo não estava previsto para ele, não estava previsto para ele, Félix.
Então, ele fica perplexo com o atropelamento dela, porque, agora, ela estava na iminência de desencarnar e, aí, o André Luiz pergunta para ele bem, Félix, e agora, o que nós vamos fazer? E, ele diz, agora, nós vamos orar. Agora, nós vamos orar. E, é uma cena maravilhosa. Por que ela é maravilhosa? Porque aquele benfeitor, que, até então, parecia ter controle de todos os acontecimentos, aquele benfeitor, que parecia estar no comando de todas as circunstâncias, evidentemente, com a supervisão e com a autorização superior, óbvio, que interferia, que intuía, que alterava, que atuava diretamente, agora, estava perplexo.
Uma circunstância fora da previsão dele ocorreu. Acontece que, não é à toa que ele era um benfeitor da envergadura moral mostrada no livro. O que ele faz? Ora, porque, o que ele entendeu? Que, naquele momento, o caso que foi avocado foi trazido para a Convidência Divina. Deus falou, agora, é comigo. E, de fato, aquele atropelamento que parecia um acidente terrível será a causa da solução de todos os problemas do livro. Vem o obsessor, tanto de coisa acontece em função daquele atropelamento e toda a história se resolve por conta daquele atropelamento.
Então, a pergunta é quem está dirigindo? Quem está no comando? Você? Eu? Seu Espírito Protetor? O Espírito Protetor do seu Espírito Protetor? Quem está no comando? O Espírito Protetor do seu Espírito Protetor, do seu Espírito Protetor, do seu Espírito Protetor? Não! Então, o comando é Deus. Ora, essa história está no Evangelho, também. Essa história está no Evangelho. No momento em que Jesus é preso, que Simão corta a orelha de mal, Jesus cura a orelha dele e diz Simão, embalando a espada, é aquele que confere o fério, confere o estraferido, se eu quiser, sempre diria ao Pai e me enviaria em religiões diárias e silenciava.
Daquele momento em diante, nós vemos um Cristo de silêncio, respeitando todas as circunstâncias, ele que havia utilizado todos os seus poderes de Cristo para curar leprosos, para curar cegos de nascença, para andar sobre a água, para multiplicar pães, para intervir, agora não usa nenhum destes poderes, se entrega. Por quê? Por que o Cristo se entrega? A lição é de que agora ele, ele, o governador espiritual do planeta, o Cristo planetário, entrega para Deus. Deus está no comando, sempre, sempre. Nós estamos no comando por um período de tempo, enquanto a criador permitiu, mas, chega um momento na nossa existência que você não tem esse controle, daí a necessidade da fé, da confiança, da entrega a Deus.
Confiar, porque fé é confiar, confiar no comando dele, confiar no direcionamento dele, nas mudanças que ele vai operar, nem sempre agradáveis, nem sempre mudanças que correspondem às nossas expectativas, mas, de fato, mudanças que correspondem ao melhor, não para mim, mas o melhor para o todo, o melhor para o todo, isso é a imanência de Deus. E, é tão importante, que no diálogo de Jesus com Pilatos, isso é lindo, nós temos aqui um governador da Judéia, um homem que tem um poder sobre uma região, um poder conferido por César, é um governador da Judéia e, diante dele, o governador do planeta, o governador de uma região física e o governador do planeta.
E, o que Jesus disse a Pilatos? Nenhum poder você teria se não tivesse sido confiado a você pelo alto. É maravilhoso isso. O Cristo, o governador do planeta, se submete ao comando, se submete à decisão de um governador de uma região. Por quê? Porque, diz a ele, se o alto não tivesse conferido a você esse poder que você tem agora sobre mim, se o jogo das circunstâncias não tivesse me colocado nessa posição em que agora eu estou sob o seu comando, se o alto não tivesse articulado isso, você jamais teria acesso a mim.
É isso que Jesus está dizendo a ele. Então, respeitava aquele poder humano, porque aquele poder humano era uma expressão de um poder maior, que é o poder de Deus, que havia permitido, num conjunto de circunstâncias, que aquela situação ocorresse. Era o coroamento do Evangelho, o governador espiritual do ordem inteiro, deixando a derradeira lição da confiança suprema em Deus. Isso é muito bom. Isso é muito profundo, muito profundo. Nós estamos comentando isso aqui porque nós precisamos resgatar isso. Quando nós falamos da fé, da fé espírita, é no sentido de que haverá momentos na nossa vida em que nós não teremos o controle.
Então, você está almoçando aqui em família, o filho sai e daqui a pouco chega a notícia de que ele desencarnou em um acidente de trânsito. Você está bem e recebe a notícia de que uma grave doença se apossou do seu organismo e você tem um mês de vida, ou a perda de um ser querido, o abandono de um ser querido, etc., etc. Reversas, provas e expiações que alteram completamente o panorama da sua vida e você se sente impotente. Muitos, muitos, e é natural, não há aqui um julgamento, é muito natural. Muitos de nós desesperam, entram no desespero, entram na revolta, na raiva contra Deus, na raiva contra a vida, contra os semelhantes.
Por quê? Porque a gente quer ter o controle, a gente quer acreditar que está no controle, mas não está, verdadeiramente não está. Então, bom, acreditar na transcendência de Deus, isso é muito fácil, isso não é difícil, é só você pegar um telescópio e olhar a grandeza do Universo, nossa, Deus é grande demais. Agora, acreditar na imanência, quando tudo dá errado na sua vida e parece que tudo virou de ponta-cabeça e você acreditar que Deus está no comando e confiar de que Ele vai levar você a uma situação diferente, melhor, ah, esse é o teste da fé, esse é o testemunho da fé.
E, não é por outra razão que essa é a história bíblica. Toda a história que vai se desenrolar agora de capítulo 2 a 4, capítulo 2, versículo 4, em diante, até Apocalipse, é a história da fé, a história da confiança. E, o texto é muito simbólico, porque ele fala do quê? Ele fala de uma ordem dada por Deus a Adão e a Eva e eles não confiaram na ordem. Foi dada uma recomendação e eles não confiaram. Eles preferiram confiar na serpente, em si mesmos, na própria autonomia, no próprio livre-arbítrio, abdicando do comando de Deus.
E, isso desencadeia o processo evolutivo, desencadeia um conjunto de experiências drásticas, infelizes, muitas delas, que é a história bíblica. A história bíblica é isso. Ela prossegue nesse tom. Essa é a história bíblica. Por isso que é importante ficar atento a esse detalhe. Mas, nem tudo está perdido. O ponto que nós gostaríamos de ressaltar aqui, eu vou ler, que é o capítulo 2, versículo 1,4, ele diz assim assim foram concluídos o céu e a terra com todo o seu exército. Deus concluiu no sétimo dia a obra que fizeram e no sétimo dia descansou depois de toda a obra que fizeram, mostrando que o descanso é a conclusão da obra, a obra, ela se conclui com o descanso.
Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, pois nele descansou depois de toda a sua obra de criação. Essa é a história do céu e da terra quando foram cruzados. Dá a ideia do fechamento, fechamento, aqui você tem um relato. Mas, e o sétimo dia? Aqui, eu queria chamar a atenção com mais detalhe para a questão do sétimo dia. Nós temos aqui sete dias e Ao longo do texto bíblico, sobretudo para Moisés, haverá uma série de ordens dadas pelo Criador com referência à observância do sétimo dia. Elas são ordens progressivas.
Então, a primeira ordem é assim, você trabalha seis dias, descansa no sétimo dia, o sétimo dia, que é o sábado, o Shabat. A observância do sábado é o quê? O descanso no sétimo dia. Mas, ele é um descanso provisório, porque eu trabalhei seis dias, descanso no sétimo dia. Trabalho mais seis dias, descanso no sétimo dia. Isso vai parar quando? Você está entendendo? Vamos pensar nisso. O que esse descanso semanal está apontando? Ele está apontando para um descanso maior, para um descanso que vai significar conclusão da obra, conclusão da obra.
Então, vamos lá. Aqui, neste livro, que é A Pessoa do Messias nas Festas Bíblicas, no livro tem algumas coisas interessantes, tem algumas coisas que realmente são um pouco fracas, mas tem um ponto aqui que a gente já mostrou no site que é o esquema das festas bíblicas. Nós já mostramos isso. Olha que interessante, a Páscoa é no décimo quarto dia. Então, você conta sete, sete cérebros a Páscoa, do primeiro mês. Décimo quarto dia do primeiro mês. Aí, você tem sete dias, e aí o quê? Depois dos sete dias, a festa dos pães se enfermece.
Aí, você conta mais sete dias, que festa que é? A festa das primícias. Ela começa no vigésimo segundo dia do primeiro mês. O que é o vigésimo segundo dia? Significa que você contou sete, sete, sete, três vezes sete, e vinte e um. No vigésimo segundo dia começa a festa das primícias, tudo sete. E, essas festas eram festas de celebração e de descanso. Você parava para celebrar a festa. O que é que isto está dizendo? Está apontando para uma obra que será feita e para um descanso, porque a narrativa de Gentes fala que Deus descansou.
Então, ele concluiu sua obra. O que significa isso? Deus concluiu sua obra. O que compete propriamente a Deus e o que nos compete? Então, vamos lá. Deus nos cria com todas as condições para sermos perfeitos, perfeição relativa, perfeição da criatura. Mas, quem faz o trabalho da evolução? Quem tem que evoluir? Quem tem que fazer as escolhas? Quem tem que se aperfeiçoar? Nós! Com o auxílio dele, aí ele vai nos ajudar, mas a obra dele foi concluída. Ele já criou tudo perfeitivo. Tudo que ele criou já tem o potencial de ser perfeito e de durar para sempre.
Então, ele concluiu sua obra. Quem não concluiu a obra ainda fomos nós. A obra da evolução é a obra nossa. Deus é o ajudador, Ele coopera, Ele colabora, Ele interfere, Ele atua, mas a obra é nossa. Tanto que eu posso demorar, eu posso atrasar, eu posso ir mais rápido, mais devagar, está no meu querer. A obra é minha. Vou descansar quando? Então, esta é uma decisão. Este conjunto de festas aqui está apontando para isso. Aí, nós vamos ter o quê? Uma festa da trombeta, que vai ser sete vezes. Depois, você vai ter um conjunto de festas, de Yom Kippur, etc, tabernáculos.
Já comentamos sobre isso. Este conjunto todo vai durar 21 dias. E, quantas festas são? Sete. Agora, tem coisas interessantes. No sétimo ano, a Terra tinha que descansar. Quarenta e nove anos, a Terra tinha que descansar. Aí, você tem um esquema de setenta anos, setecentos anos. Nós vamos ter todos estes modelos. E, um grande modelo, que nós já comentamos isso, se você pegar a segunda Epístola de Pedro, capítulo 2, versículo 8, ele vai falar, sabendo primeiramente isto, que está o Senhor um dia, é como mil anos, mil anos, é como um dia.
Aqui, nós vamos entrar em um grande padrão, que é a Semana Adâmica. Sete dias, cada dia mil anos, então sete mil anos. Quatro mil anos antes de Cristo, de Adão até Cristo, quatro mil anos do Cristo, mais dois mil, seis mil anos. E, mais mil anos, e, então, no sétimo ano, a Terra entraria no descanso, o grande descanso evolutivo. Esta é a perspectiva bíblica e a perspectiva de Apocalipse, que fala de uma grande transição neste interregno aí de dois mil, não é? Não é dois mil fixos, não é bem assim. Neste intervalo, o mundo de regeneração que Kardec deixa claro, que é uma transição em que os Espíritos estão convalescentes até entrar no mundo de todos, que é o quê?
O descanso, o descanso evolutivo. Ou seja, toda evolução aponta para um descanso. Você faz a obra, faz a obra, e, então, se torna um Espírito puro e, aí, entra no descanso. Não é um descanso de não fazer, não é isso. É um descanso no sentido de concluiu a obra, tornou-se um Espírito puro, entrou numa nova etapa, da revolução espiritual, que não é esta etapa que está descrita na Bíblia. É importante a gente ficar atento para isto, porque toda esta história bíblica, ela vai se desenvolver nestes padrões de sete e toda a profecia bíblica, o que ela vai fazer?
Ela vai pegar este padrão de sete e vai subdividir por outros números, vai dividir por dez, vai dividir por doze, vai dividir por quatro, vai dividir por dois, etc. E, aí, nós vamos encontrar as equações proféticas que vão estabelecer ciclos de crescimento evolutivo. Não é tão difícil, é esta a ideia. Mas, é só lembrar que é aqui que a gente volta para o teatro, para o cinema. Quando você vai assistir um filme, ele tem um roteiro e começa da primeira cena até a última. Pode até ser que tenha continuidade, um dois, um três, mas a história tem que se concluir, ainda que a conclusão seja abrir para um novo episódio.
Mas, tem que ter uma conclusão, uma narrativa. O que nós percebemos aqui? Podemos afirmar com tranquilidade. Esse é o inimigo que eu estou segurando, que é a Bíblia, não é? É a Bíblia. É fechado. Aqui tem, do ponto de vista temporal, do ponto de vista temporal, do tempo, da narrativa, sete mil anos. Ah, mas, quer dizer que o conteúdo que tem aqui só serve para sete mil anos? Claro que não, é óbvio que não. O ensino do Evangelho aqui é para toda eternidade, nós não estamos falando do conteúdo moral, nós estamos falando da narrativa bíblica, da história.
Essa história aqui é sete mil anos, sete mil anos, que é a semana da Bíblia. Depois desses sete mil anos, como é que se conclui aqui? A chegada da Jerusalém, que desceu do céu, ou seja, uma nova etapa que se abrirá para a evolução terrestre. Quando, então, qual vai ser a história? Calma, teremos novos profetas para trazer essa nova história, porque, aí, a Terra trará o seu descanso. Então, isto aqui está narrando um período muito claro, muito claro para a humanidade, um trabalho feito em sete mil anos, é importantíssimo, que é também uma semana, uma semana bíblica, é uma maneira também de contar.
Então, é interessante porque esses sete dias aqui não estão todos, e essa celebração de festas, tudo em sete, seis dias de trabalho, descansa no sétimo dia, quarenta e nove anos a Terra tem que descansar, no sétimo ano a Terra tem que descansar, tudo isso aponta para um grande descanso da Terra, um período de, aí, não mais um descanso físico, mas um descanso espiritual. Cessam as lutas, cessam as grandes dores, cessam as expiações, as provas horrudes, isto é simbolizado no profeta Isaías de uma maneira tão bonita. O profeta Isaías fala dessa era do descanso como a era messiânica, é preciso compreender isso.
O povo de Israel, os seus profetas, eles não falam só da vida de um Messias, não é só isso, não basta o Messias vir, é preciso a era messiânica. O que é a era messiânica? É um período em que a Terra vai entrar, isso a religião muçulmana também creia nisso, o budismo, várias, várias religiões apontam para este período de refrigério. Mas, na tradição judaica, na tradição hebraica, que é a tradição bíblica, essa era de descanso é chamada de era messiânica. Isaías descreve de uma maneira tão bonita, porque ele diz assim, comparando a vida do ser humano e a vida da Terra, de toda a comunidade humana na Terra a uma estrada, ele diz assim os montes se abaixarão e os vales serão preenchidos.
Então, o que significa? Uma estrada reta, eu não tenho a íngreme subida e eu não tenho os desafios dos vales brasileiros. Que simbolizam aí o quê? As provas e expiações, esses montes, provas e esses vales, expiações, expiações e provas, vales e montes. Isso cessa e aí entra no terreno etnico e aí começa a encontrar símbolos que são símbolos pastoris, símbolos agrícolas, do universo pastorio agrário, agrícola pastorio, símbolos de um descanso do planeta. Que símbolo é esse? O leão ao lado da gazela. Olha que interessante, porque o leão se alimenta, então não mais se alimentará.
É um símbolo, é óbvio que é um símbolo, ou seja, cessa a competição, cessa a destruição, cessa a violência, cessa o ato de alguém se sobrepor a outro, anulando-o, prejudicando-o, ferindo-o, convindo-o. A serpente brinca agora, anda, é inofensiva. Por que a serpente? Porque o relato bíblico lá diz tudo desencadeado, todo esse processo da história bíblica, nós vamos ver aqui, é desencadeado pela serpente. Então, na Era Messiânica, até a serpente é regenerada. Não é só a serpente, não apenas o urso, mas até a serpente, até as causas do mal, as influências do mal são anuladas.
Uma grande Era Messiânica, de paz, de anulamento, de suprema cooperação, suprema fraternidade, paz imensa, um mundo de todos, um mundo de todos. Se nós examinarmos o texto de Kardec, que ele escreve com base nos informes dos Espíritos, são as características de um mundo de todos. Então, nós temos o mundo primitivo, mundo de expiação e provas, que é o mundo bíblico, o mundo bíblico trata apenas da expiação e prova, e uma transição, que é o mundo de regeneração, porque o mundo de regeneração é uma transição, a transição de expiação e prova para o mundo de todos.
No meio, você precisa de uma recuperação, você submete-se a uma cirurgia e você ficasse em um período de recuperação. Exatamente este o símbolo. Kardec chega a dizer que é um período de convalescença, o Espírito deseja o bem, mas ele não está tão forte assim, não, ele ainda pode cair. Ele precisa reforçar-se, precisa robustecer-se moralmente e, aí, entra no mundo de todos. Uma grande Era Messiânica. E, Essa promessa era muito importante e ela se tornou uma grande objeção. Por que o povo hebreu não aceita Jesus como Messias?
Porque eles entenderam, eles interpretaram que a chegada do Messias tem que coincidir com a Era Messiânica. Então, para eles, é simultâneo. O Messias vem e a Era Messiânica chega. Então, vem o Messias e, aí, cessa guerra, ódio, crime, maldade, injustiça. Essa é a ideia de simultaneidade. Então, eles olham para Jesus e dizem assim, ele se diz o Messias. Ok, olhem para o mundo, o que vocês acham? É, Não tem Era Messiânica, então, ele não é o Messias. Essa é a objeção, essa é a perspectiva deles. Não é nada contra Jesus, não está, simplesmente, diminuindo Jesus, não está, simplesmente, fazendo isso.
Eles estão no raciocínio. Como que Jesus respondeu a essa objeção? Porque essa objeção foi apresentada para Jesus. Isso foi dito para ele, olhando para ele, eles disseram isso para ele. Como que Jesus respondeu? Jesus contou uma parábola, a parábola do grão de mostarda. O que é a parábola do grão de mostarda? A mostarda não é a mostarda que a gente come com uma folha, não é essa, é outra, da árvore, a árvore grandiosa, que começa com a pequeninha semente. Então, começa com a minúscula semente e se transforma numa grandiosa árvore.
Então, o que Jesus quis ensinar? Não imagine que a Era Messiânica vai surgir com o estalar mágico de Deus, não vai ser assim. Chega alguém e Pum! O mundo é natural, o que que na natureza é assim? Nada! Tudo na natureza tem um espírito de sequência. Então, o que Jesus estava dizendo? Eu sou Messias, eu vim inaugurar a Era Messiânica, mas, agora, ela é um grão de mostarda. A Era Messiânica que eu vim trazer é uma semente, eu vim plantá-la na terra e vai demandar um tempo para esta árvore crescer e frutificar. Então, não é simultâneo.
Esta é a resposta dada por Jesus à objeção de que ele não seria Messias, porque não chegou o Shabbat da Terra, o Sábado da Terra. Quando será o Sábado da Terra? Nós não sabemos, nós sabemos como ele vai ser, mas a data exata nós não sabemos. O Sábado da Terra está sendo construído aos pouquinhos, está sendo construído desde aqui, desde aqui do capítulo 2, 10, versículo 4, está sendo construído. E o Reino de Deus, por quê? O Sábado da Terra tem a ver com um rei divino, porque aí Deus passa a comandar totalmente. Este aqui é bonito, porque na proposta do Éden, quando Deus constrói o jardim, ele comanda, mas Adão e Eva têm livre-arvida, então eles podem se opor e se opuser e não aceitar.
Então, o que aconteceu com eles? Foram tirados do jardim. Para quê? Para que eles construíssem segundo o livre-arbida deles. No Sábado da Terra, no grande Shabbat, no grande descanso da Terra, Deus volta a reinar como reinava no Éden. Mas, agora, por quê? Por que Ele volta a reinar? Porque nós vamos desejar que Ele reine. Nós vamos pedir para ele, Deus, por favor, comande, por favor, assuma o controle. Então, é assim que fecha a narrativa, é bonita, é igual um filme mesmo. Começa Deus oferecendo, o ser humano recusando, sete mil anos se passam, como o ser humano, como o ser humano, sete mil anos se passam e esse mesmo ser humano chega e fala eu não aguento, pai, eis que te entrego a minha alma em tuas mãos, que são as palavras do Cristo, na cruz, eu te entrego.
Então, e aí o que que acontece? Capítulo Da Procuração. Sete, sete, sete, 21, capítulo 21 da Procuração, a Jerusalém desce do céu, ou seja, ela não foi construída. Não foram os homens que construíram essa cidade agora. Toda a história bíblica é uma história dos homens construindo, acertando e errando, errando, errando, errando, errando, errando, errando, errando, acertando, errando, errando, errando, errando, errando, acertando, mais errando que acertando, testando, batendo contra a parede. Agora, não. Quando eles se entregam, a Jerusalém vem do céu, ela é obra divina, é Deus assumindo o controle, a obra, o comando e o homem cooperando com ele, o Criador e os co-criadores, porque o que Adão e Eva fizeram, fizeram, não é melhor?
O que Adão e Eva fizeram foi inverter. Eles colocaram Deus na posição de co-criador e eles, Adão e Eva, na posição de criadores. Houve uma invenção. Houve isso aqui. No final, volta, Deus assume o seu papel de Criador. Assume o nosso consentimento, não é que ele tenta deixar de ser Criador. Eu estou dizendo a nossa vida. Deus é o Criador e está no comando. A pergunta é, você deixa ele ser o comandante da tua vida? Você deixa ele ser o Criador da tua vida? Porque ele não vai fazer isso, ferindo o teu livramento. Ele pode dispor circunstâncias que vão te fazer um checkmate.
Deus joga as cadeias, joga e muito bem, e muito bem. Vai chegar a hora do checkmate, mas vai ser com o seu consentimento. Será com o seu consentimento. Neste momento, volta ao papel. Você se torna co-criador, não é uma posição passiva que Deus decide tudo e faz tudo, não é isso. Você se torna co-criador e Deus volta a ocupar a posição central. Isso, em termos de Evangelho, significa o Reino de Deus no coração dos homens. É isso, o Reino de Deus no coração dos homens. Quando o Reino estiver no coração dos homens, o Reino de Deus estará sobre a face da Terra.
O Reino de Deus na face de toda a Terra se chama a Era Messiânica, se chama o Grande Sábado, o Grande Shabat, o Shabat da Terra. A Terra vai descansar, não mais crime, não mais violência, não mais violência, apenas fraternidade, paz, amor, respeito, autonomia, alegria plena sobre toda a Terra. Esta é a promessa bíblica, a promessa do texto de Gênesis, feita aqui de uma maneira tão simples. O texto é tão enxuto, o texto é tão resumido e, quando a gente vai tirando todas estas coisas dele, ele cresce, o texto cresce.
Pois bem, era isto que a gente queria estudar neste episódio. No episódio que vem, nós vamos começar a história. A história vai começar, não vai começar mal, mas vai começar. Ela começa mal, mas tem certeza que, aqui, a gente pode dizer que o final é feliz, o final será feliz. Ela começa com a inversão de papéis, o ser humano assumindo a posição do Criador, tirando o Criador do centro, jogando-o para as bandeiras, para o lado e, aí, a história da evolução é voltar com o Criador para o centro da nossa vida íntima, para a vida na sociedade, ou seja, Deus rei, Deus rei, o reino de Deus, Deus no comando, mas um comando que a gente aceita, que a gente adere, um comando que há adesão, não imposto.
Eu peço para ele comandar, por quê? Porque eu reconheço a sua transcendência, a sua olimpotência e todos os seus atributos. É a grande missão da crucificação. Então, independente de tudo que aconteceu de circunstância na crucificação de Jesus, qual é a lição? A lição é o governador espiritual do planeta, não é o governador do estado, não, é o governador do planeta entregando para Deus e dizendo assim Pai, comanda, conta, eu, agora, obedeço, eu, agora, fico em silêncio e vou ouvir a tua vontade nas circunstâncias e as circunstâncias todas.
É a plexa, ele foi preso, foi levado, crucificado e, aí, vem o momento em que é o momento do ressurgimento do Cristo espiritualmente falando em que ele reassumiu o posto de governador espiritual do homem. Porque, quando ele estava encarnado, ele estava de licença da governadoria. Com a ressurreição, que é o ressurgimento espiritual do Cristo, ele vem, vem agora como governador espiritual do homem, de novo, entregou para o Criador, que conduziu tudo e que continua conduzindo e esse ato de desprendimento do Cristo, de absoluta entrega a Deus, colônia o Cristo.
Mais uma vez, como o escolhido por Deus está comandado, aquele que mais obedece é o que mais tem condições de comandar. Aquele que mais obedece é aquele que tem mais condições de comandar. Lembrando que comandar é mandar com, nós sempre mandamos com Deus, comandar ou cocriar, cofazer, cooperar, cooperar, e assim é. Semana que vem, então, nós continuamos nesta belíssima história que já dura quase sete mil anos. Aquele ser humano estava previsto aqui no capítulo 1, versículo 27. Deus criou o homem na sua imagem, na imagem de Deus Ele o criou.
Jesus, o Cristo, é esse projeto aqui andando.
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.
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