#011 – Estudo do Velho Testamento – Livro Gênesis

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Neste 11º episódio do estudo do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda a compreensão do Livro de Gênesis à luz da Doutrina Espírita, dando sequência ao raciocínio da aula anterior. O estudo é enriquecido com conceitos fundamentais do Espiritismo, especialmente a respeito do fluido cósmico universal e suas modificações.

O que é estudado neste episódio

  • A visão cósmica da Doutrina Espírita: A Doutrina Espírita apresenta uma religião cósmica de amor e sabedoria, que prepara o homem para a família universal, com a finalidade de alcançar a sabedoria e o amor, que constituem o pensamento e a vida do Todo-Poderoso.
  • A água em Gênesis e o fluido cósmico universal: A água aparece nos primeiros versículos de Gênesis, mas sua criação não é descrita, levando à reflexão sobre o fluido cósmico universal como elemento primordial.
  • Definição de fluido e estados da matéria: A discussão sobre o conceito de fluido abrange os estados sólido, líquido, gasoso e plasma, além de abordar a matéria e energia escura, que desafiam as definições tradicionais de matéria.
  • Teoria atômica e o modelo de Niels Bohr: Uma breve análise da evolução da compreensão do átomo, desde a visão de Kardec até o modelo de Niels Bohr, destacando a predominância de espaço vazio na estrutura atômica.
  • Fluido Cósmico Universal em “A Gênese”: O estudo detalha a definição de fluido cósmico universal como matéria elementar primitiva, que assume estados de eterização (imponderabilidade) e materialização (ponderabilidade), e como suas modificações dão origem aos fluidos distintos do mundo invisível.
  • Manipulação dos fluidos pelos Espíritos: A capacidade de manipular o fluido cósmico é abordada, diferenciando a atuação de Espíritos de elevada categoria, que agem com consciência, daqueles de escala inferior, que vivem em determinismo por desconhecerem as leis.
  • Fluido Vital: Uma modificação do fluido cósmico universal, o fluido vital é a energia que mantém a vida orgânica. É o elo entre o Espírito e a matéria, transmitindo o movimento da vida aos órgãos. Sua quantidade varia e pode ser transmitida de um indivíduo a outro, sendo essencial para a vitalidade do corpo físico.
  • Elementos orgânicos e o princípio vital: A questão da origem dos elementos orgânicos é discutida, com a resposta dos Espíritos indicando que eles existiam em estado de fluido no espaço, à espera das condições adequadas para se materializarem na Terra.
  • Perispírito e o fluido universal de cada globo: O perispírito é formado pelo fluido universal modificado de cada planeta, o que explica por que não é idêntico em todos os mundos. Ele é o laço que une o Espírito ao corpo, participando da eletricidade, do fluido magnético e da matéria inerte, sendo a “quinta essência da matéria” e o princípio da vida orgânica.
  • Poema “Matéria Cósmica” de Augusto dos Anjos: O estudo é encerrado com a leitura e reflexão sobre o poema, que exalta a matéria cósmica como fonte de vida, energia e conhecimento, onde Deus grava seus “poemas de seres e universos”.

Reflexões

  • A Doutrina Espírita amplia nossa compreensão do universo, revelando a interconexão entre a matéria e o Espírito através do fluido cósmico universal e suas modificações.
  • A ciência moderna, ao explorar conceitos como matéria e energia escura, aproxima-se das revelações espíritas sobre a imponderabilidade e os estados sutis da matéria, confirmando a visão de Kardec e dos Espíritos.
  • O fluido vital e o perispírito são exemplos claros de como o pensamento de Deus se manifesta e sustenta a vida em suas diversas formas, desde a manutenção do corpo físico até a individualidade do Espírito.

Ler transcrição do episódio

Antes de começar a dar sequência no raciocínio da aula anterior, nós gostaríamos de agradecer imensamente às centenas de pessoas que já assinaram o canal Evangelho e Espiritismo do Ser. Nós acreditamos que o vídeo já disse tudo e não há necessidade de dizer mais nada do que o vídeo já disse. Nós apenas conclamamos a todos que participam, que acompanham o Ser a cuidarem deste trabalho, a cuidarem desta obra, dando a sua pequenina contribuição, que é assinando o canal, para que a gente possa levar adiante estes projetos e outros projetos ainda maiores, todos eles voltados à divulgação do Evangelho e da Doutrina Espírita, à popularização do Evangelho e da Doutrina Espírita nas massas, para o povo, para todas as pessoas, sem distinção de crença, de cor, de raça, qualquer que seja, que esta é uma tônica do Ser.

Então, agradecemos a todos que assinaram e pedimos, encarecidamente, que assinem, que a gente consiga levar este projeto adiante para realizar tudo aquilo que nós desejamos realizar, que nós intentamos realizar e que, no mundo material, não se pode realizar sem recursos físicos para a obra. Nós estávamos comentando aqui sobre a questão do fluido e separamos, lemos o conceito de universo na Doutrina Espírita, para que a gente entendesse o que era a visão que a Doutrina nos dá de universo. Então, a gente percebe que ela amplia, traz uma religião cósmica do amor e da sabedoria, uma religiosidade que não está centrada em um órbito, não está centrada em nenhum país, em nenhuma localidade específica, mas que prepara o homem para a família universal, que é cósmica e uma religião cuja finalidade é a sabedoria e o amor, que constituem o pensamento e a vida do Todo-Poderoso.

Então, este é um passo importantíssimo. E, quando a gente faz a leitura de Gênesis com esta ideia que a Doutrina nos traz, fica tudo mais fácil de entender aqueles símbolos profundos que, na época, não eram possíveis de serem compreendidos. E, um dos assuntos interessantíssimos que a gente comparou, que é a água, a água aparece nos primeiros versículos do Gênesis, mas não se diz que dia que ela foi criada, nem se descreve o processo de criação da água. É o elemento que não é descrito no processo da criação do Gênesis.

E, nós somos levados a pensar no fluido cósmico universal. E, aí, a primeira coisa que a gente precisa é definir fluido, porque é interessante isso. Fluido tem a ver com o estado da matéria. Então, a gente sabe que a matéria tem o estado sólido, que é este, tem o estado líquido, aí, já é fluido. Então, o líquido é um tipo de fluido. Tem o estado gasoso, que também é um tipo de fluido. E, tem um outro estado que é mais sutil do que o gás, que é o plasma. A gente conhece pelas TVs de plasma o poder do plasma e a gente conhece também este estado da matéria pela radioatividade.

Conhecemos muito bem as tragédias com usinas atômicas e o poder que tem a radioatividade. Não é nenhum gás, não é nenhum líquido, não é nenhum algo sólido, mas afeta desastrosamente o corpo físico, as plantas, tudo. Tamanha a força da radiação. Então, este estado radiante da matéria era um desafio para a compreensão da ciência. E, agora, se apresentam ainda outros estados. A ciência já cogita com a chamada matéria escura. Eles chamam de matéria escura, porque ela não sofre efeito da gravidade, ela não aparece, ela não é detectável, mas ela comanda toda a expansão do universo.

E, ela constitui, junto com a energia, porque a matéria é energia, a matéria é energia escura, 96% do universo. E, agora, saíram artigos recentes sobre matéria e energia escura que ela é imponderável, não se pode tocar, você não consegue medir com nenhum aparelho, ela não tem nenhum dos atributos que a matéria tradicional tem. É tão bonito isto, porque isto está dito lá no livro dos Espíritos, que a matéria poderia assumir estados de imponderabilidade, de não poder tocar, de ser invisível, de não poder ser medida com os nossos equipamentos.

Isto foi dito em 1857. E, na época de Kardec, isto é importante a gente frisar isto. Eles conheciam a água líquida e gás plasma, eles não conheciam. Na época de Kardec, não se tinha noção do átomo que nós temos hoje. Como é que era o átomo? A teoria física, a física, concebia o átomo como um brigadeiro, um brigadeiro duro. Então, era aquela bolinha de gude com os grânulos, como se fosse um brigadeiro mesmo, os grânulos eram os prótons e os elétrons. Então, a matéria era sólida. A lei de Newton é formulada imaginando que a matéria são bolinhas de gude, tanto que tudo o que a gente estuda em Newton é trajetória, movimento retilíneo uniforme, movimento não uniforme, ação e reação, imaginando que tudo é sólido.

Quanto, no início do século XX, a física quântica, através de Niels Bohr, os dois grandes físicos, propõe um modelo atômico que é o modelo atômico hoje que a gente lida com ele e que, verdade seja dita, o modelo Niels Bohr, que a gente aprende na faculdade, aprende na escola, na química, na física, ele é capaz de explicar com bastante propriedade o átomo de hidrogênio, mas ele não é capaz de explicar um átomo de urânio, por exemplo. Se você tiver um átomo com muito elétron, muito próton, esse modelo não dá conta de explicar.

Mas, ninguém mexe porque, como ele explica a maioria das coisas, não deixa ele mesmo, deixa esse modelo. Mas, nós, na verdade, precisaríamos de um modelo ainda mais sofisticado. E, nesse modelo atual do átomo Niels Bohr, há mais espaço dentro do átomo do que coisa propriamente dita. Se nós imaginarmos a distância de um elétron para o núcleo, é como você colocar uma bolinha de gude no meio do minerão e sentar na arquibancada. É essa a proporção. Então, há muito mais espaço vazio do que a gente imagina. Quando os Espíritos usam a linguagem de fluido e a gente não pode ficar preso a palavrinha, porque muita gente fica brigando com a codificação, brigando com a obra de Kardec, por conta de palavra, querendo substituir fluido por outra.

É trocar a palavra. Substituir fluido por energia é trocar uma coisa que eu não sei por outra que eu não sei. Porque nós não conseguimos explicar o que é energia. Não conseguimos explicar. Agora, nós estamos com dificuldade de explicar o que é matéria. A matéria e a energia escura estão desafiando as definições de matéria, o que é interessantíssimo, porque está difícil ser materialista. Porque não dá mais para definir matéria, se eu sou materialista, o que é que é matéria? Bom, eu não sei. A ciência sabia, matéria é o que você pode tocar, é o que você pode ver, mas não é mais.

Porque 96% da matéria e da energia do universo não preenche esses requisitos. Está difícil ser materialista. A matéria e a energia escura é um negócio tão místico que os místicos estão se sentindo tradicionais. A turma que acredita em Espírito está falando, puxa vida. Espírito é uma coisa mais concreta, agora, essa matéria e essa energia escura, ninguém entende. É verdade, é verdade isso. E, quando Kardec vai definir, os Espíritos vão definir, eles dizem assim, o fluido cósmico universal é, como já foi demonstrado, a matéria elementar primitiva, é o elemento primordial, cujas modificações e transformações constituem a inumerável variedade dos corpos da natureza.

Como princípio elementar do universo, ele assume dois estados distintos, o de eterização ou imponderabilidade, olha que interessante, que é o que eles estão descobrindo aí da matéria e da energia escura, que se pode considerar o primitivo estado e o normal e o de materialização ou de ponderabilidade, que é, de certa maneira, consecutivo àquele. É um mundo visível. O ponto intermediário, que é o da transformação do fluido em matéria, em matéria tangível, mas, ainda aí, não há uma transição brusca, porquanto podem considerar nossos fluidos imponderáveis como um termo médio entre os dois estados.

Então, o que a gente chama de radioatividade, de onda eletromagnética, de magnetismo, eletromagnetismo, plasma, energia, está no meio do caminho entre matéria e fluido cósmico. Imagina o que que é isso, né? No livro A Gênese, está dito assim No estado de eterização, o fluido cósmico não é uniforme, sem deixar de ser etéreo, sofre modificações tão variadas em gênero e mais numerosas, talvez, do que no estado de matéria tangível. Essas modificações constituem fluidos distintos, que, embora procedentes do mesmo princípio, são dotados de propriedades especiais e dão lugar aos fenômenos peculiares, ao mundo invisível.

Você combina o fluido cósmico, você tem um tanto de fluido no mundo espiritual e aí forma tudo do mundo espiritual, através destes fluidos. O que Kardec vai dizer no livro A Gênese, só para a gente encerrar esta parte, é que só os Espíritos de elevada categoria dominam os alicerces do fluido cósmico a ponto de poder manipular. Os Espíritos da escala inferior, eles vivem como alguém que usa o rádio, usa o telefone, mas não sabe como acontece. Se você parar para a minha mãezinha, para a minha mãe perguntar para o pai como é que funciona o telefone, o que é a onda eletromagnética?

Ela usa, mas não sabe manipular, não tem consciência da lei. Então, vive a lei em determinismo. Vive em determinismo, porque não conhece. Então, é como a abelha, você derruba um pouquinho de Coca-Cola, a abelha vai para a Coca-Cola, ela vai. Se você derrubar o mel ou açúcar, a abelha vai, porque ela vive aquele princípio em determinismo, ela não compreende o que está acontecendo. Os encarnados também, né, vivem tudo, a atração magnética, a atração sexual, a lei vive em determinismo, porque não vive com consciência e com compreensão da lei.

Então, os Espíritos utilizam esses fluidos espirituais, vivem, sofrem efeito deles, a mente deles cria quadros e substâncias, mas ele não sabe qual é o processo. Ele cria em um sistema automático, como a abelhinha vai lá no açúcar, no mel, na Coca-Cola que derrubou. Ela simplesmente é atraída e aquilo é uma coisa irresistível, ela sequer consegue resistir ao processo. Vive no mais absoluto determinismo, ao passo que os Espíritos puros não. Eles conhecem a lei, conhecem os princípios e, portanto, colocam a sua vontade a serviço dessa desconhecimento, dessa capacidade de manipular o fluido.

Então, eles agem com consciência, eles sabem o que estão fazendo, não agem por instinto. Quer falar alguma coisinha? Eu não sei se eu vou falar uma bobagem, mas… Não, pelo amor de Deus. Eu só separo uma coisinha. Capacidade de manipulação e tudo, ela não está só ligada a questão moral, é como se fosse patamares, por exemplo. Porque, às vezes, pode existir um Espírito com uma moralidade mais elevada e outro ainda arraigado ao mal que tem mais conhecimento e manipula. E manipula até um certo patamar, é verdade. É verdade.

Porque ele tem os dois ali, mais ou menos. Porque tem a ver, inclusive, porque como o Espírito evolui tanto na sabedoria quanto na moralidade, eu posso ter um Espírito altamente bondoso, amoroso, mas que tem um pouco de desenvolvimento na esfera da sabedoria. Então, ele tem pouco recurso intelectual para poder manipular, embora ele tenha uma condição moral de atuar. O outro pode ter muito conhecimento, mas chega um determinado momento que ele fica limitado na atuação dele, porque ele não tem moralidade suficiente para dar um salto no conhecimento.

Então, o conhecimento dele vai até um determinado nível, ele manipula ali, mas as essências, os fundamentos, ele não dá conta e é uma coisa bonita isso, porque é uma questão de frequência. É de frequência mesmo. Se a mente dele não vibra em uma frequência mais curta, se ele não está em um nível superior, se a mente dele não vibra, ele simplesmente não tem acesso a energias mais sutis. Só eles não tem acesso. Aquilo foge, interessante isso, até a percepção dele. Ele é incapaz de perceber que aquilo existe. Então, ele manipula efeito como se fosse causa.

Para ele, é causa, porque, em comparação com os encarnados, o conhecimento dele é fenomenalmente superior, porque ele manipula fluido vital, ele manipula magnetismo, ele altera, ele pega essência de planta, faz horrores, faz horrores, escraviza, obsidia, altera. O que, para nós, encarnados, já é uma coisa absurda, mas, para os Espíritos superiores, aquilo é limpar. Ele está mexendo só com fluidos grosseiros, porque os fluidos sutis, mesmo, esses Espíritos não tem acesso. Ele, sequer, percebe que eles existem. Percebe que eles existem.

Então, a sabedoria de Deus coloca limites. Está no livro dos Espíritos, mas, Deus impõe limites ao conhecimento do homem, porque, se ele não alcançar um piso de moralidade, ele não tem acesso. Mas, não tem acesso por quê? Porque ele não irradia em uma frequência que o torne possível acessar aquelas esferas. Então, o campo mental dele vibra tão denso que ele fica ali no umbral. Então, o Gregório dominava fluidos. Está lá no livro Libertação, mas, ele vivia no umbral. Quer dizer, o Gregório não conseguia alcançar uma vibração a ponto de ir para uma esfera superior ao nosso lar.

Ele não tem acesso. É uma barreira vibratória, incompatível. Então, ele manipula todos os fluidos ali, do umbral, do umbral para baixo, umbral, terra, subcrosta, para cima, vedado, vibratoriamente vedado. Ele, sequer, sabe que existe. Como eles são inteligentes, eles descortinam o que deve haver, mas, para eles, é inacessível. E, não é nada perdido, não é? Porque, na hora que ele desficar, ele não vai descer cursos todos e vai dar um salto, não é? Fica uma coisa maravilhosa, não é? Porque, já desenvolveu outra área intelectual, não é?

Já desenvolveu, já usou a energia para… Aí, vai ser uma coisa maravilhosa. Vai ser uma coisa maravilhosa. Agora, antes de falar do fluido cósmico, eu queria propor de a gente conversar um pouquinho sobre o fluido vital, que é uma modificação do fluido cósmico. Mas, é tão interessante os textos reunidos, quando nós reunimos os textos sobre o fluido vital e dá uma ideia para a gente mais prática, porque o fluido cósmico é tão imponderável, nós entramos em uma esfera que é tão superior, tão divina, que, para nós, fica muito geral.

Ah, ele dá origem a tudo, ele é passivo de infinitas modificações, mas… Então, eu trouxe alguma coisa do fluido vital e do perispírito para que fique mais pautável para a gente. Então, é interessante que, olha só, no livro dos Espíritos, na introdução, no item 2 item 2 da introdução, Kadex escreve assim Segundo outros, e esta é a ideia mais comum, ele reside, o fluido vital, em um fluido especial, universalmente espalhado, que é o fluido cósmico, e do qual cada ser absorve e assimila uma parcela durante a vida, tal como os corpos inertes absorvem a luz.

Esse seria, então, o fluido vital, que, na opinião de alguns, em nada difere do fluido elétrico animalizado, ao qual também se dão os nomes de fluido magnético, fluido nervoso, etc. O que o Kardec está fazendo aqui? Está retomando a tradição dele de magnetizador, porque ele bebeu na obra de Mesmer, porque o que o Mesmer fez? O Mesmer percebeu que, se eu pego um ímã, eu tenho magnetismo. O domínio, eles se repelem, se atraem, dependendo do povo. Mas, aquilo é mineral. Então, é um magnetismo mineral, que era o que eles conheciam.

Hoje, o magnetismo que a ciência conhece é o electromagnetismo. Então, o que é o electromagnetismo? Uma corrente elétrica passando por um fio. Imagina que eu pego um fio, tiro a capinha dele, fica o fio lá desencapado. Passou uma corrente elétrica naquele fio, gera um campo magnético. Então, esse é o magnetismo. Se você chegar com malinhas de ferro ali, elas grudam no fio, porque a corrente elétrica gera um campo magnético. E, o contrário também. Um campo magnético que oscila gera uma corrente elétrica. A gente percebe isso na antena, a anteninha do rádio.

A antena do carro. Vem a onda eletromagnética, vibrando, gera uma corrente elétrica na antena, essa corrente elétrica vai lá do rádio e ali você ouve a música. Porque aquela corrente faz vibrar o alto-falante em frequências determinadas. Essas frequências são interpretadas pelo nosso ouvido como som. E, a gente ouve a música. Então, é esse o princípio. Na época de Kardec, do Mesmer, magnetismo mineral e hoje, da ciência, magnetismo eletromagnetismo, decorrente de corrente elétrica ou do campo magnético. Mas, o Mesmer, isso aqui é bonito, fez uma pesquisa diferente, que ele chamou de magnetismo animal ou magnetismo humano.

Ele percebeu que os seres vivos possuem um magnetismo que não é um magnetismo mineral. E, a gente sabe que também não é o eletromagnetismo da onda de rádio, da onda de televisão. É um outro magnetismo, ele chamou de magnetismo animal. E, é isso que Kardec está falando aqui. Eles deram o nome de fluido magnético, fluido nervoso. Então, o que o Mesmer fazia? Impunha as mãos, porque ele estudou que muitos problemas orgânicos são decorrentes da é como se a bateria nossa estivesse carregada, se a bateria do celular estivesse carregada.

E, aí, você não consegue fazer ligação, não consegue acessar o WhatsApp, não consegue entrar na internet, você precisa carregar a bateria. Como que era feito isso? Alguém vem, impõe as mãos e doa fluido vital, o fluido vital. E, um corpo, qualquer corpo vivo, qualquer ser vivo, só tem vida enquanto tiver carga na bateria, que é o fluido vital, que é a energia que o físico precisa. Vida orgânica não tem nada a ver com vida inteligente. Por exemplo, a pessoa pode estar em coma numa UTI, o espírito está longe, fazendo curso no mundo espiritual ou preparando para desencarnar e o corpo está lá, o coração batendo, o metabolismo, está tendo uma vida orgânica.

Então, essa vida orgânica do corpo é mantida pelo fluido vital, que é a energia, que é a bateria, a energia que mantém tudo funcionando. Chamam de fluido vital. Então, Kardec começa a trabalhar esse conceito na introdução, mas o interessante aqui é que ele diz assim, que ele é uma modificação do fluido universal ou fluido cósmico e cada ser absorve uma parcela. Uns tem mais, portanto, mais vitalidade, mais vigor, outros têm menos, menos vitalidade, mas é absorvido. Ou seja, esse fluido vital é uma das infinitas modificações que o fluido cósmico pode sofrer.

Bonito isso, não é? Porque, se a gente pensa que o fluido cósmico é o veículo pelo qual o pensamento de Deus se manifesta, o pensamento de Deus, o meio pelo qual o pensamento de Deus se propaga é o fluido cósmico. Se o nosso fluido vital é uma modificação do fluido cósmico, então o pensamento de Deus está mantendo o nosso corpo, está circulando. Deus está corescente em um dos fluidos. Tem outros fluidos no universo da humanidade, só o fluido vital. Agora, olha que interessante. Quando ele vai falar dos elementos orgânicos, a questão 45 do Livro dos Espíritos diz assim – porque o Kardec pergunta – quando o mundo foi criado, de onde vieram os elementos orgânicos?

Porque isso é uma questão séria, uma questão importante. Porque eu consigo explicar a matéria inorgânica. Um pedaço da Terra veio do Sol, bateu asteróides e juntou e, aí, eu tenho um mineral, minerais todos e formam a crossa da Terra. Mas, e os elementos orgânicos? Primeira bactérias, primeiros vírgulas, primeiras algas, primeiras plantas, de onde vêm esses elementos orgânicos? Agora, o que os Espíritos respondem? Achavam-se, por assim dizer, em estado de fluido no espaço, no meio dos Espíritos ou em outros planetas, à espera da criação da Terra para começarem a existência nova em novo globo.

Incrível! Isso é impressionante. Porque, quando nós lemos as descrições do André Luiz, nosso labirinto, todo mundo assusta. Tem jardim, tem flor, às vezes tem um bichinho, tem um peixorrinho, tem um cavalo. Você fala, mas não é possível. Então, vamos tirar o princípio inteligente, vamos pensar na matéria lá, porque tem uma flor, então, eu tenho um elemento orgânico lá, eu tenho uma vida orgânica. Só que, nós podemos tocá-la? Não. Para nós, é imponderável. E, aqui, o que eles dizem? Que esses elementos orgânicos estão lá no meio dos Espíritos, no meio dos Espíritos, questão 45.

E que foram trazidos para cá, quando a Terra tinha condições, foram trazidos para cá, materializou os fluidos. Gradativamente, aí começou a surgir a primeira bactériazinha. Claro, juntou os elementos, os elementos químicos, mas tem algo ali que não é só o elemento químico que dá a vida. Essa é a grande questão. Porque, como é que você distingue uma pedra de uma alga? E, às vezes, é difícil você distinguir onde termina o reino mineral, ou começa o reino vegetal, o reino animal. Nós temos dificuldade. Então, a vida começa como?

Pelos ensinos dos Espíritos, no Livro dos Espíritos, há um princípio de vitalidade que faz com que surja a vida orgânica. É o fluido vital. É como se fosse uma lei de atração. Isso, exatamente. Esse fluido vital é o que dá a coesão, Cláudia. É como se fosse assim, na sopa, é o caldo. É o que mantém tudo unido. É o que eles vão dizer aqui. Vamos falar isso aqui. Olha que interessante, na questão 65, é que fala expressamente sobre o fluido vital ou o princípio vital. Ele, o fluido vital, tem por fonte o fluido universal.

É o que chamais fluido magnético ou fluido elétrico animalizado. Olha a sutileza dos Espíritos. A ciência, dessa época, não sabia a ligação de magnetismo e eletricidade. Hoje, para nós, não tem distinção. A gente chama de eletromagnetismo. Não tem distinção. A gente sabe que é junto. Eletricidade e magnetismo são duas manifestações de um mesmo fato, que é o eletromagnetismo. E, aqui, os Espíritos já sugerindo, na questão 65, olha, é o que vocês chamam de fluido magnético ou fluido elétrico, mas animalizado. Ou seja, não é o do mineral, não é imã.

Não é imã. É uma força eletromagnética animalizada. Ou seja, não é a onda que a globo emite e que a gente capta e assiste novela. Não é a onda que o meu celular capta para eu conversar. É uma onda eletromagnética, que não é essa onda eletromagnética que a gente conhece. Ela é diferente. Por que ela é diferente? Porque, se fosse uma onda eletromagnética convencional, eu criaria uma gaiola de Faraday. O que é uma gaiola de Faraday? Eu crio um dispositivo, que é como se fosse uma gaiola mesmo, de um metal. A onda eletromagnética não passa.

Se você entrar dentro de uma gaiola de Faraday, você não consegue fazer uma ligação com o seu celular. Porque, aquele dispositivo metálico, ele bloqueia a onda eletromagnética, mas ele não bloqueia o pensamento. Isso já foi feito experiência, por exemplo, na Rússia, com telepatia. Colocam o sensitivo dentro da gaiola de Faraday e ele consegue se comunicar telepaticamente. Então, o pensamento não é uma onda eletromagnética convencional. Quando Emmanuel diz que é uma onda eletromagnética, ele está usando uma analogia, quer dizer, é uma onda eletromagnética, mas em um outro patamar de sutilidade.

Não é a que a Globo está emitindo, que a rádio está emitindo, que o celular capta. Não é. Porque, senão, o nosso celular captaria pensamento. Nosso aparelho de televisão captaria pensamento, claro. Porque, ele é um aparelho para captar onda eletromagnética, então, é um outro tipo. Então, aqui, os Espíritos, por falta de terminologia, dizem assim, olha, é um fluido magnético ou elétrico, que não tem diferença, mas animalizado, ou seja, que está em uma estrutura orgânica. Aí, ele tem uma outra função, bonito isso, né?

É o intermediário, o elo existente, entre o Espírito e a matéria. E, aqui, que é bonito. Porque, o Espírito é tão sutil, como é que ele vai atuar sobre a matéria bruta? Ele precisa de uma coisa intermediária. É como se fosse um controle remoto. Então, eu estou aqui, aperto o tom aqui, uma onda eletromagnética vai até o aparelho, liga, desliga, muda de canal, de acordo com o botãozinho que eu aperto. Porque, cada botãozinho que eu aperto é uma frequência diferente. Então, eu aperto o play, é uma frequência. Chegou aquela frequência lá, o aparelho interpreta.

Liga. Apertou, ele desliga. Apertou outro, porque ele entende que é para ir para frente. As frequências são diferentes. É um controle remoto. O Espírito também. Então, através do seu pensamento, ele dá uma ordem e o fluido vital transmite para a matéria orgânica, para o corpo físico, para as células e para os demais elementos. Então, é um intermediário entre o Espírito e a matéria. Então, olha a importância desse fluido vital. E, o bonito é que ele é o quê? É o que está dizendo na questão 65. Qual é a fonte dele? O fluido cósmico, o fluido universal.

Quer dizer, Deus está em tudo mesmo. Ele fez um negócio assim que não tem jeito de ele não estar em todos os lugares. Porque é fluido cósmico, fluido cósmico modificado. Se eu brincar para a gente entender, é como você pegar água e congelar. A água vira uma pedra. Se você derreter, ela vira água. O fluido cósmico, se você mexer nele, ele vira o fluido vital. Se você mexer, ele vira outro tipo de coisa. Mas, é o fluido cósmico, é uma modificação do fluido cósmico. Interessantíssimo, interessantíssima é uma questão que está na questão 70.

E, o Kardec faz um comentário da questão 70. Esse comentário é lindo. Ele diz assim Os órgãos rim, fígato, cérebro se impregnam, por assim dizer, desse fluido vital. E, esse fluido dá a todas as partes do organismo uma atividade que as põe em comunicação entre si. Então, todas as partes do nosso corpo estabelecem um tipo de comunicação através do fluido. Olha que interessante. Aí, ele diz assim No caso de certas lesões, as põe em comunicação entre si, no caso de certas lesões e normaliza as funções momentaneamente perturbadas.

Quando há uma lesão no órgão, ele ainda assim continua se comunicando por causa do fluido vital. Agora, olha que interessante o que ele vai dizer aqui. Mas, quando os elementos essenciais ao funcionamento dos órgãos estão destruídos ou muito profundamente alterados, o fluido vital se torna impotente para lhes transmitir o movimento da vida e o ser morre. Vamos pensar no coração. Se ele se danificou muito, ele para de bater. E, nem o fluido vital consegue reativar, porque ele danificou demais e nem o fluido consegue mais atuar sobre ele, é o que o Kardec está dizendo.

Os corpos orgânicos são, assim, uma espécie de pilha ou aparelhos elétricos, nos quais a atividade do fluido determina o fenômeno da vida. É a bateria. A energia da bateria é o fluido vital. A cessação desta atividade causa a morte. A quantidade de fluido vital não é absoluta em todos os seres orgânicos. Varia segundo as espécies e não é constante. Quer dizer, pode aumentar e diminuir ao longo da vida, quer em cada indivíduo, quer nos indivíduos de uma espécie. Alguns há que se acham, por assim dizer, saturados deste fluido, enquanto outros o possuem em quantidade apenas suficiente.

Daí, para alguns, vida mais ativa, mais tenaz e, de certo modo, superabundante. A quantidade de fluido vital se esgota. Vai se esgotando. É como uma bateria, pode se tornar insuficiente para a conservação da vida, se não for renovada pela absorção e assimilação das substâncias que o contêm. Então, quando a gente se alimenta, nós estamos, também, absorvendo o fluido vital e, às vezes, a gente não dá importância para isso. O fluido vital se transmite de um indivíduo a outro. Aquele que a tiver em maior porção pode dá-lo a um que a tenha de menos.

E, em certos casos, prolongar a vida prestes a extinguir-se até chegar a um ponto em que os órgãos estão tão envelhecidos, tão debilitados, que eles não têm mais condição de absorver energia. É uma pilha recarregável. Recarregou tanto que ela já não consegue mais pegar a carga. Aí, não adianta. Aí, morre. Morreu. Como diz Nesta Capatinga, né? Morreu. Agora, na questão 424, Kardec e os Espíritos vão trabalhar fluido vital e magnetismo. Aí, eles dizem assim, sem dúvida e todos os dias tendes à prova disso. O magnetismo, em tais casos, constitui, muitas vezes, poderoso meio de ação, porque restitui ao corpo o fluido vital que lhe falta para manter o funcionamento dos órgãos.

A pergunta aqui era se nós poderíamos, através do magnetismo, alterar o fluido vital. Os Espíritos falaram, sem dúvida, pode ser feito. Olha que interessante. Mas, não é o magnetismo lá da televisão, né? É um outro magnetismo que se transforma em fluido vital. E, quando vai falar do fluido magnético, questão 427, eles falam assim, fluido vital ou eletricidade animalizada. Se vocês quiserem chamar disso, é o que os Espíritos estão dizendo. Pode chamar de fluido vital ou eletricidade animalizada, que são modificações do fluido universal.

É simplesmente sensacional. Aí, para a gente encerrar, mais cinco minutinhos, dá tempo, eles vão falar do perispírito. Agora, não estou falando de corpo físico mais, porque o fluido vital está ligado ao corpo físico, mantém a vitalidade do corpo físico, mantém o funcionamento do corpo físico e a comunicação entre todas as partes do corpo. Olha que interessante, né? Agora, está falando de perispírito. Então, posso estar falando de um Espírito desencarnado, que não tem mais corpo físico. Agora, já é o perispírito. Aqui que fica lindo.

Questão 94. Quando os Espíritos vão falar, Kardec pergunta de que é formado o perispírito. O perispírito é feito de quê? Qual que é a matéria formativa do perispírito? E, os Espíritos respondem do fluido universal de cada globo. Ou seja, cada planeta tem um fluido universal já modificado. Não é o fluido universal puro, já é um fluido universal modificado, adaptado para aquele planeta. Então, o fluido universal da Terra, o fluido da Terra, que envolve a Terra, já é um fluido universal modificado. E, o perispírito de todos os Espíritos que estão evoluindo na Terra é formado desse fluido cosmo modificado.

Olha que interessante! Do fluido universal de cada globo. Razão porque não é idêntico em todos os mundos. Passando de um mundo a outro, o Espírito muda de envoltório, como mudar de roupa. Interessante, não é? Então, se um Espírito sai de um planeta para viver em outro, ele tem que reconstituir o perispírito dele. Ele perde o perispírito. Fica um campo corpo mental. É, fica um campo e, aí, ele tem que ir naquele orbe e absorver o fluido cósmico modificado daquele orbe. É bonito isso, porque Emmanuel vai dizer, por exemplo, na Terra, Jesus e os Espíritos puros, a comunidade de Espíritos puros que cooperam com ele na formação e na manutenção do globo, criaram uma modificação que dá o fluido da Terra, que é única, é uma obra de arte.

Toda a base fluídica da Terra é um fluido universal modificado, eles modificam isso e, aqui, passa a ser a matéria de base para todos os fluidos da Terra, inclusive todos os perispíritos, de todos os Espíritos. Não é só de Espíritos inferiores, inclusive os Espíritos, o mais evoluído Espírito da Terra, que está ainda na Terra, o perispírito dele é formado desse fluido. Isso é maravilhoso, não é? Aí, o Kardec vai, uma questão básica, que é 750A, ele pergunta sobre a individualidade, como é que o Espírito mostra a sua individualidade?

E, aí, os Espíritos falam que todo Espírito continua a ter um fluido que lhe é próprio, aorido na atmosfera do seu planeta e que guarda a aparência de sua última encarnação, seu perispírito. É um fluido que lhe é próprio, próprio. Cada perispírito, não há um perispírito igual ao outro, porque a mente de cada Espírito modifica. Então, você tem uma média, mas igualzinho não é, e ele aorida aonde? Da atmosfera do planeta, que é o fluido cósmico modificado daquele planeta. E, a aparência, geralmente, é da última encarnação, do seu Espírito.

Quanto mais superior, mais liberdade tem, não é? Agora, eu quero me parecer o que eu era. Mil anos atrás, agora, eu quero mais alto, e assim vai. E, para encerrar, questão 257, quando fala sobre o Kardec vai escrever um ensaio sobre a sensação, ele diz assim o perispírito é o laço que a matéria do corpo prende o Espírito. Por isso que é esse fluido. É o laço que o tira do meio ambiente, do fluido universal. Participa, ao mesmo tempo, da eletricidade, do fluido magnético e, até certo ponto, da matéria inerte. Poder-se dizer que é a quinta essência da matéria.

É o princípio da vida orgânica, porém, não o da vida intelectual, que reside no Espírito. Então, só para deixar claro que o fluido vital está impregnado no perispírito, no perispírito, que o transmite ao corpo. Matéria Cósmica, o poema do Augusto dos Anjos, música do Zé Henrique, no CD que a gente lançou, que é o poema do Augusto dos Anjos, que está no Parnásio de Alentum e diz assim Glória à matéria cósmica, a energia potencial que dá vida aos elementos, base de portentosos movimentos onde a forma se acaba e principia, sistematização dos argumentos que elucidam a teleologia.

Dentro da força cósmica se cria a fonte-máter dos conhecimentos. Isto é lindo, porque se o fluido cósmico transmite o pensamento de Deus, todo o conhecimento do Universo, todo o conhecimento de Deus está no fluido cósmico. É a fonte-máter dos conhecimentos. É do mundo o ódio ignoto, o éter divino. Então, o ódio é a emanação ódica do Haishen Ba, ou o éter são modificações do fluido cósmico, onde Deus grava a história do destino, dos seus feitos de amor no amor imersos. Livro onde o Criador inimitável grava com o pensamento almo e insondável seus poemas de seres e universos.

Bonito demais, não é? Isto é maravilhoso! Glória a matéria cósmica A energia potencial Que dá vida aos elementos Vaze de portentosos movimentos Onde a forma se acaba e principia Sistematização dos argumentos Que elucidam a teleologia Dentro da força cósmica se cria A fonte-máter dos conhecimentos É do mundo o ódio ignoto O éter diminuo Onde Deus grava a história do destino Dos seus feitos de amor No amor imersos Livro onde o Criador inimitável grava com o pensamento almo e insondável seus poemas de seres e universos Seus poemas de seres e universos Seus poemas de seres e universos É do mundo O éter diminuo Onde Deus grava a história do destino Dos seus feitos de amor No amor imersos Livro onde o Criador inimitável grava com o pensamento almo e insondável seus poemas de seres e universos Seus poemas de seres e universos Legendas pela comunidade Amara.org

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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