Prepare-se para uma jornada fascinante através do tempo e da espiritualidade! Neste episódio, mergulhamos em um dos temas mais instigantes do espiritismo: “Os Trabalhadores da Última Hora”. Uma conversa que promete expandir seus horizontes e aprofundar sua compreensão sobre a evolução da humanidade e o papel de cada um de nós nesse grande plano divino.
Neste episódio
- Uma análise aprofundada da parábola “Os Trabalhadores da Última Hora” e suas implicações para a Doutrina Espírita.
- A relação entre as primeiras civilizações e o convite divino ao trabalho espiritual.
- A importância do livro “A Caminho da Luz” de Emmanuel na compreensão da história da humanidade.
- Reflexões sobre o perdão, a justiça e o amor, à luz dos ensinamentos de Moisés e Jesus.
- A evolução das raças e a contribuição dos exilados de Capela para o desenvolvimento da Terra.
Participantes
- Thiago Franklin
- Afonso Chagas
- Sérgio Lavarini
- Fred Cornelio
Destaques
- A discussão sobre a parábola dos Trabalhadores da Última Hora, presente apenas no Evangelho de Mateus, e a interpretação das “horas” como períodos históricos da humanidade.
- A análise das quatro grandes vertentes dos exilados de Capela (arianos, hindus, egípcios e judeus) e suas contribuições para a civilização terrestre, conforme o livro “A Caminho da Luz”.
- A reflexão sobre a diferença entre “ocioso” e “desocupado” na tradução da parábola, destacando a prontidão para o trabalho espiritual.
- A abordagem sobre Moisés e a primeira revelação da Lei de Deus, enfatizando a importância do monoteísmo e do decálogo como base para a justiça e o direito.
Ler transcrição do episódio
A de nascer, nova era de crescer, novo homem coração, de quem quer servir. É prosperir, novo verbo é burilar o íntimo, colorindo o céu de um novo ser. É prosperir, novo verbo é burilar o íntimo, colorindo o céu de um novo ser. Desde o menor deles até o maior. Paulo Hebreus 8.11 Oi pessoal, estou fazendo meu debut aqui no Pode Ser. Aqui quem fala é Sérgio Lavarini. E a minha mensagem de abertura para nós hoje, nesse dia, é conhecendo o tempo que é já hora de despertarmos do sono. Porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé.
Vamos trabalhar esse tema hoje aqui. Queridos irmãos internautas, aqui é Afonso Chagas. Uma alegria para nós estarmos com vocês novamente. E a minha frase é do Eclesiastes, da sabedoria de Salomão capítulo 3, versículo 1, quando ele diz Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. É isso aí pessoal, estamos juntos hoje para falar sobre os Trabalhadores da Última Hora. Nossos convidados para este episódio são Sérgio Lavarini e Afonso Chagas. Lembrando que no episódio anterior falamos sobre a reencarnação.
Sendo assim, vamos para mais uma leitura de e-mails e recados do Pode Ser. Há de crescer, nova era de crescer. É novo homem, coração de quem quer servir. É proferir, novo pé, pé duro e largo, íntimo, colorendo o céu de um novo ser. Colorendo o céu de um novo ser. E aí pessoal, hoje nós vamos fazer uma leitura de e-mail diferente. Nós vamos fazer participação de todos que estão aqui nesse episódio. O Afonso, o Sérgio, o Fredinho. Que vão se apresentar daqui a pouco, né Tiago? É, daqui a pouco vocês vão poder ouvi-los num estudo maravilhoso.
Pra quem não sabe, nós fazemos a gravação de e-mails depois que a gente grava o episódio. Então nós estamos aqui impregnados de amor e boas vibrações e vamos passar isso um pouquinho pra vocês. Nós recebemos aqui um e-mail do Michel Constantino, de Belo Horizonte, Minas Gerais. Olá pessoal, antes de qualquer coisa, queria parabenizar muitíssimo o Ideal. Acompanho desde o primeiro e a Consciência Cristã está mudando todos os meus conceitos. Já escutei umas três vezes. A edição dos episódios também é muito boa. Às vezes eu fico observando as músicas de fundo, tem música clássica, tem música espírita.
Acho que tem até o Akiti, se não me engano. Adoro. Venho através deste apenas sugerir que o botãozinho do play do podcast tenha mais destaque, pois às vezes mando um link pra algumas pessoas e elas me respondem assim, que legal, não achei onde escutar. Sei lá, às vezes eu coloco um escute aqui, alguma coisa assim. E no mais, parabéns pra vocês. Uma dica importante né, Tiago, pra gente. É, uma dica importante. Eu e o Júlio pegamos esse e-mail, a gente estava lendo e já fizemos a mudança. Podem olhar lá que agora nós colocamos mais em cima, está mais destacado.
Realmente é aquilo que a gente falou. A gente precisa da resposta de vocês pra que a gente faça as modificações necessárias. Pra que coisa fique mais confortável pra quem estiver desenvolvendo o trabalho junto com a gente. Isso aí, Michel. Você ajudou a colocar mais um tijolo nessa paredezinha que a gente está fazendo. Cara, campeão. Muito obrigado pela sua contribuição. São esses olhos de crítica positiva que nos favorecem e nos fazem caminhar pra frente. Daí a importância de todos vocês continuarem cooperando conosco.
É isso aí. A Marcia Rangel, de Nova Iorque, ela diz o seguinte. Queridos amigos do Pode Ser, primeiro gostaria de agradecer a todos vocês pelo presente que é este site. Já estou divulgando principalmente aqui em Nova Iorque. Nós estamos sedentos mesmo de estudo e entendimento dessa doutrina maravilhosa. Um grande abraço a todos vocês e que Deus os abençoe. Oi, Marcia. Aqui é o Sérgio Lavarini falando. Prazer em ouvir de novo, mas eu vou mudar para português, porque outros caras precisam ter a mesma resposta que vocês estão recebendo agora.
Gente, brincadeira. Eu agradeci a Marcia pela participação. E é tão gostoso saber que tem gente em outros países nos escutando. Pode contar com a gente, Marcia. Temos uma programação extensa do podcast. Temos uma quantidade enorme de temas a serem abordados. E vai ser com muito prazer, com muito carinho que nós vamos nos reunir aqui preparando isso pra vocês. Divulga mesmo, dá visibilidade. Isso é a comunidade espírito dos Estados Unidos. Nós gostamos muito de vocês. Temos bons amigos aí. E esperamos que a gente possa prosperar.
E quem sabe fazer uma tradução em alguma hora dessa e fazer uma dublagem para inglês e levar esses mesmos estudos na língua inglesa que vai ter uma visibilidade e uma comunicação ainda maior não só nos Estados Unidos, mas na comunidade britânica que fala inglês ao redor do mundo. Um grande abraço. Recebemos também um e-mail da Simone, do Rio de Janeiro. Ela diz assim. Primeiro, parabéns pela iniciativa do site. Escutando pode ser sobre reencarnação, sei que em nosso circo familiar estão as nossas desavenças do passado.
Porém me pergunto, como eu posso lidar com os irmãos que insistem no erro e no mau caratismo? Como posso realmente perdoar se o outro opta por não modificar-se? Como lidar com o remorso e a curva que sinto por não conseguir perdoar? Como espírita, sei que devo fazer, mas digo sempre que estou anos-luz de distância de Chico Xavier e que dirá de Jesus. Nas palestras sobre perdão, fico sem saber como arrancar do peito a mágoa e substituí-la pelo perdão. Na teoria parece tão fácil, sinto uma sensação de fracasso inevitável.
E aí, gente, o que a gente pode passar para a companheira que ouviu o episódio da reencarnação e ficou com essa pulga atrás da orelha? Ô Simone, muita paz no seu coração. Suas questões representam as questões de todos nós, espíritos ainda comprometidos que estamos buscando compreender a vida. Mas à medida em que observamos a sua escrita, os conflitos, nós começamos a refletir que, primeiramente, o perdão deve ser oferecido para nós mesmos. O alto perdão. Nós, quando reconhecermos em nós o valor do perdão, do alto perdão, para a renovação da experiência, nós ofereceremos para o outro.
E ainda também nós achamos que perdão não é isentar a falta do nosso irmão, nem a nossa. Perdoar é desvincular do mal, do erro, das questões mais difíceis. Perdoar é oferecer chance de ver, de uma forma diferente, aquela cena. Às vezes nós queremos que o nosso irmão se transforme imediatamente. Mas quem sabe a transformação primeira seja a nossa, num olhar diferente, no olhar daquela pessoa, não com o olhar da crítica, mas com o olhar fraternal de um nosso irmão de caminhada. Quem sabe, quando nós temos essa dificuldade de visualizar num companheiro nosso, escolhas, decisões e ficamos em conflito, quem sabe o perdão não seria então permitir que ele viva a experiência, e que se trouxer dor, nós estejamos ali naquela hora prontos para poder oferecer o abraço.
Você diz que está a anos-luz. Não, nós estamos perto, nós podemos fazer diferente. Então você não está a anos-luz de Chico Xavier, nem de Jesus, somos irmãos de caminhada, claro que nós sabemos da distância evolutiva, mas você tem condição verdadeira de poder amparar com seu sorriso, com sua alegria, com a sua fraternidade, quem caminha com você, sem exigir que o outro pense como você. Nós achamos assim, tá? Simone, tem mais uma coisinha também que a gente gostaria de dizer, que é o seguinte, Jesus disse assim, aquele que tiver a fé do tamanho de um grão de mostarda, poderá dizer para essa montanha se arredar, e ela se arredará.
A fé do tamanho de um grão de mostarda, é a fé de um simples movimento, um simples movimento de perdão diário, o perdão com um colega de trabalho, o perdão com uma pessoa que entra na frente da fila, o exercício do perdão nas pequenas coisas, irá fortalecer em você, aos poucos, a condição dos grandes lances de perdão. Então é assim que a nossa transformação acontece, através dos pequenos exercícios. Agora, não podemos também esquecer, que para que a gente consiga realizar transformações substanciais dentro de nós, é necessário a gente se fortalecer com um pensamento elevado, ou seja, enriquecer o entendimento, para que o padrão de pensamento cristão possa penetrar em nós, porque sentir a raiva, sentir a angústia, isso é natural, e nós estamos nessa condição.
Só que nesse momento, nós não podemos entregar os nossos sentimentos aos nossos pensamentos padrões, que não são cristãos. Então nós precisamos nos valer desse momento do entendimento cristão para dirigir aquilo que nós sentimos, esse é um exercício. E um outro ponto, ou seja, nós falamos com você sobre o exercício do perdão, falamos com você sobre a importância de buscar, através do estudo, do entendimento, um novo pensamento, e precisamos orar e pedir a Deus para nos ajudar, que a prece tem um poder incrível. Agora precisamos orar continuamente, com foco específico nessa necessidade.
Faça isso, experimente isso uma semana, e depois você manda para a gente aqui, que nós sabemos que o resultado disso vai acontecer dentro de você. Mas é necessário percorrer esse caminho com perseverança e ir até o fim. Que Deus te abençoe, nós estaremos aqui em pressa por você também, pode ter certeza. É isso aí Simone, e fico com mais um episódio maravilhoso que vem para vocês. Os Trabalhadores da Última Hora é um assunto que instiga as pessoas, já tivemos alguns e-mails de ouvintes pedindo que fosse falado sobre essa passagem, e hoje estamos aqui para poder desenrolar esse novelo com a fala do Afonso, do Sérgio, o Fredinho também vai trazer algumas coisas bacanas para a gente, e vamos começar.
Vamos começar. O Afonso é nosso convidado, e o Sérgio, nosso companheiro do SER, está aqui com a gente hoje, estreando não pode ser, né Sérgio? É isso aí, olha, um prazer enorme, eu já venho acompanhando os podcasts que têm sido gerados, tem sido para mim também um aprendizado muito grande, apesar da gente ter convivência com essa turma há um bom tempo, é sempre bom escutar novas versões, novas interpretações, são enriquecedoras as passagens que têm sido trazidas aqui, e hoje eu tenho a honra e o privilégio de estar compartilhando esse espaço com Afonso, com o Fred, com o próprio Tiago que está aqui conosco, e esperamos ter um bom andamento nesse nosso bate-papo aqui, né Afonso?
É isso mesmo, Sérgio, queridos amigos, para nós é uma honra, uma alegria o quanto a doutrina espírita tem favorecido o aproximar de corações que ao longo dos séculos têm caminhado, buscando aquela legítima fraternidade que deve definir a vivência de todos aqueles que amam o Senhor. Então para nós é uma alegria muito grande podermos discutir sobre essa parábola que Allan Kardec no capítulo 20º do Evangelho Segundo o Espiritismo inseriu, colocando como o trabalhador espírita este que está na última hora da terra de um planeta de expiações e provas caminhando para a regeneração.
Então para nós é uma alegria e uma honra poder estar discutindo esse assunto. Bom, só para a gente poder dar uma contextualizada, gente, a passagem dos Trabalhadores da Última Hora também está no capítulo 20 de Mateus e tem uma coisa particular que a gente vai verificar que a passagem dos Trabalhadores da Última Hora ela é única no Evangelho de Mateus, não tem menção da passagem em Marcos, não tem menção em Lucas e muito menos em João. Isso não desmerece em nada a passagem, mas é interessante porque como Mateus é um evangelho que geralmente todo mundo tem referências com relação a ele, essa passagem em particular só está registrada ali.
Então é um particular interessante que vale a pena a gente deixar registrado. Nós pensamos a partir de alguns estudos que observamos principalmente com Oswaldo Abreu. Certa feita no Grupo Emmanuel, Oswaldo Abreu estava fazendo uma análise sobre a guerra e ele estava dizendo que o pessoal que terminou a Primeira Guerra Mundial sedimentou as bases para a Segunda Guerra Mundial. E um estudo transcorreu nesse processo. Lá foi o primeiro starter que eu tive de sentir a passagem dos Trabalhadores da Última Hora porque Jesus vai apresentando uma cronologia.
Nas doze horas de trabalho da Terra, segundo o que nós entendemos da passagem, Ele vai mostrando toda uma sequência desde a primeira hora da madrugada até a derradeira hora, a undécima hora que conclui na duodécima, terminando ali. Então nós começamos a tentar fazer alguma análise do ponto de vista mais histórico. Nos estudos que nós temos feito, Ele está mais numa cronologia histórica de quais foram os trabalhadores que, atendendo ao convite em cada hora de trabalho, se pronunciaram, deixando aquele registro, deixando aquela mensagem dentro da espiritualidade, no despertar do coração dos homens o valor do campo espiritual.
Eu acho que seria interessante então a gente já trazer a passagem. Vamos lê-la. Vamos lê a passagem para a gente poder contextualizar todo esse estudo. Nós estamos aqui usando duas versões, só para que vocês possam acompanhar conosco. A gente tem a tradução tradicional do João Ferreira de Almeida, da Sociedade Bíblica Brasileira, que é aquela mais comum. E temos também utilizado nos nossos estudos a tradução do Evangelho que o Haroldo, que vocês bem conhecem, fez recentemente dos originais do grego, fazendo uma tradução para o português na leitura, bebendo da fonte, vamos dizer assim, trazendo essa interpretação lá para nós.
Então a gente vai notar ao longo do nosso debate aqui hoje que existem algumas diferenças na tradução e que são muito elucidadoras para o amante do Evangelho que procura entender mais a fundo as mensagens que Jesus trouxe. Então a versão que vai ser lida agora vai ser a versão que o Haroldo fez na tradução recente do Evangelho para a gente. Vamos lá, Afonso. Pois o reino dos céus é semelhante ao homem, senhor de casa, que saiu ao raiar do dia a assalariar trabalhadores para a sua vinha. Depois de ajustar com os trabalhadores um denário por dia, os enviou para a sua vinha.
E tendo saído por volta da terceira hora, viu outros que estavam de pé na praça desocupados, e disse a estes, e de vós também para a vinha, e o que for justo vos darei. E eles foram. Novamente saindo por volta da sexta e nona hora, procedeu da mesma forma. Tendo saído por volta da undécima hora, encontrou outros que estavam de pé e disse para eles, Por que ficasteis de pé aqui o dia inteiro desocupados? Eles lhe dizem, porque ninguém nos assalariou. Ele lhes diz, e de vós também para a vinha. Chegado o fim da tarde, o senhor da vinha diz ao seu administrador, chame os trabalhadores e paga-lhes o salário.
Começando dos últimos até os primeiros. Vindo os da undécima hora, receberam um denário cada um. Vindo os primeiros, pensaram que receberiam mais. Todavia, também eles receberam um denário cada um. Ao receberem, murmuravam contra o senhor da casa, dizendo, Estes últimos fizeram só uma hora, e tu os fizeste iguais a nós, que carregamos o peso do dia e o calor ardente. Em resposta, disse a um deles, Companheiro, não estou sendo injusto contigo. Não ajustaste comigo um denário? Toma o teu e vai-te. Quero dar a este último tanto quanto a ti.
Não me alisto fazer o que quero com o que é meu? Ou o teu olho é mau porque eu sou bom? Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão os últimos. Essa abordagem que o Afonso faz, se encaixa muito bem com o trabalho que o Haroldo apresentou pra gente no estudo Apocalipse, das leis universais, falando dos ciclos de transformação. Então, prestem atenção nesse ponto aí também, porque vai enriquecer um pouco mais os estudos que nós tivemos anteriormente em torno do Apocalipse, aqui com a presença do nosso amigo Haroldo.
Vamos lá. No que tange ao estudo que nós fizemos, que não é nosso, nós fomos colhendo material, principalmente do livro A Caminho da Luz e do capítulo 20 do livro Evolução em Dois Mundos, de André Luiz. Porque nós sabemos que a raça ariana, com 28 mil anos de duração, como diz o Haroldo no trabalho do Apocalipse, há um processo, há um período de tempo, de 20 mil anos a cerca de 13 mil anos antes do Cristo, de uma era glacial, onde reduziu a quantidade de seres encarnados em uma quantidade muito grande. E de 14 mil anos para cá, 13 mil anos para cá, é que estes agrupamentos começaram a se formar.
E Emmanuel dá uma dica no livro A Caminho da Luz e André Luiz também, no Evolução em Dois Mundos, sobre a China milenária. Antes que se organizassem os povos capelinos, a China milenária de espíritos aqui da Terra, dos chamados autóctones, eles já estavam organizados. Mas vários mensageiros de Jesus nasceram lá. Então, apesar do historiador humano apontar o forrir, tendo vivido 3 mil anos antes do Cristo, nós vamos depender, então, por isso, que Ele está muito antes dos 3 mil anos. E nós colocamos aqui no nosso livro cerca de 8 mil anos antes do Cristo.
A presença dEle com os registros dos trigramas duplos que formam o xing. Então, nós achamos a partir daí um ponto de referência para começar a análise desta primeira hora, do rayar do dia. Explica para a gente, primeiro, essa questão do horário, né? Porque há uma simbologia dentro de uma realidade cultural, de uma metodologia de medir a hora do tempo, né? O tempo naquele momento do contexto de Jesus. Nós vamos fazer o seguinte, o povo judeu considerava o dia começando às 6 horas da manhã e terminando às 18 horas. Então, Jesus vai contextualizar a história num dia de trabalho, por isso que Ele fala de madrugada, até o final do dia.
E nós pensando neste processo, por isso que nem fizemos uma análise do homem sápiens, dos sápiens-sápiens bem antigos, nós já buscamos essa segunda metade da raça ariana que já vai de 12 mil anos, 14 mil anos para cá, sem maiores aprofundamentos no 12 ou 14 mil. E fomos entendendo que aí a hora, ela não tem uma cronologia exata, né? Na medida em que fomos fazendo o estudo, só a última hora é que nós temos como medida, como uma cronologia bem exata, podemos fazer até uma divisão, né? As outras, elas estão mais ou menos, porque depende do ponto de referência que nós estamos trabalhando.
Agora, Afonso, talvez fosse bacana, até porque você está citando o Caminho da Luz, a gente dar uma breve noção para os nossos ouvintes das quatro raças. Você está falando da raça ariana, mas talvez tenham pessoas que não conheçam aqui, na profundidade, as características. E nós sabemos que a vinda dos capelinos, dos exilados de capela para o nosso orbe, ela foi subdividida em quatro grandes grupos, né? Talvez o menor deles em quantidade, sendo os hebreus, os israelitas, em quantidade de pessoas, mas quatro vertentes com as suas qualidades, com as suas características muito bem definidas e que tiveram um papel importante na estruturação do desenvolvimento do ser humano.
E cada uma cumprindo esse papel. Você citou os arianas, mas eu gostaria também que você fizesse uma rápida menção para os nossos ouvintes aqui, desses outros três grupos que eu vou deixar você falar e vai comentar para as pessoas, que eu acho que enriquece um pouco o nosso debate também. Emmanuel sintetiza, nos exilados da capela, quatro grandes focos do desenvolvimento da experiência destes exilados capelinos aqui na terra, junto ao autóctono. Então, dentro da era ariana, um dos povos é o povo ariano, esse que você citou, que, inclusive, ele é uma ramificação de um outro grupo, que é o grupo dos hindus.
Eles saem da Índia para povoar aquilo que seria chamado depois de Europa. São os hindoeuropeus. É, os hindoeuropeus. Então, a raça hindu é um outro grupamento, os egípcios, o outro grupamento, e os judeus, que você já tinha citado. Então, são quatro grandes povos, quatro grandes vertentes dos exilados da capela, cada um com as suas etnias, suas idioscracias, suas qualidades de cultura, de vivências. É, e a gente vai ver, para aqueles que já leram O Caminho da Luz, ou para aqueles que ainda não leram, recomendo até a oportunidade de ler, que esses grupos têm, realmente, graus evolutivos diferentes, e aí nós vamos ver toda a sabedoria divina fazendo uso dessas características na miscigenação do nosso orbe.
Nós vamos ver os egípcios de uma característica mais sublimada, um povo menos comprometido, apesar de exilado de capela, menos comprometido que os demais, que desenvolve uma civilização absolutamente extraordinária, e que no seu apogeu constrói obras de uma magnitude muito grande, e que na medida em que esses espíritos cumprem o seu papel no orbe terrestre, boa parte, segundo Emmanuel nos diz, retorna aos planos espirituais, e mesmo até às aragens de capela, e a gente vê um declínio da civilização egípcia que ninguém consegue explicar como uma civilização tem o apogeu que teve, e de uma hora para outra eles não conseguem sustentar aquilo, e isso está colocado com bastante propriedade lá no Caminho da Luz, mostrando exatamente que esses espíritos cumpriram o seu papel, abrindo aqui toda uma parte de espiritualidade e de rituais que foram compartilhados com a nação dos egípcios naquela época, mas aqueles espíritos de mais representatividade retornam à capela, alguns até ficam, mas boa parte deles retornam, e a civilização deixa de ter o seu valor.
Já falando um pouquinho dos hindus, que tem todo um caráter de filosofia, que está registrada lá nos Vedas, todos os princípios de espiritualidade através dos conceitos reencarnatórios, eles também inauguram naquela região da Índia toda uma nova vertente de pensamento, inoculando e interagindo com a civilização dali, um conceito filosófico bastante interessante, mas eles um pouco mais, vão dizer assim, e eu vou botar isso entre aspas enquanto eu falo aqui, endurecidos que os egípcios, eles criam sistemas de castas, e que aí é uma situação um pouco mais delicada, que nós sabemos que perdura até hoje, os sistemas de castas são mantidos na Índia, e dá a característica do orgulho e da vaidade que alguns daqueles espíritos, com grande sabedoria, mas ainda perpetuam ali dentro.
Os hebreus, eles têm a grande virtude do monoteísmo, são o povo que professa a fé divina de uma maneira absolutamente apaixonada, coerente, e fazem essa vivência de uma maneira muito forte, apesar de todo sofrimento e toda dificuldade, eles nunca deixam de crer num Deus único, e professam essa fé com muita convicção, mas ao mesmo tempo são extremamente orgulhosos, até por talvez ter essa certeza da existência de Deus, essa convicção forte que os movia, ainda são pessoas muito orgulhosas, e que mantém uma civilização, um povo com uma tradição muito forte, perpetuada até mesmo nos dias de hoje, transmitida ao longo dos milênios, e que foi escolhida posteriormente por Jesus para ser a nação na qual ele encarnava.
E o Emmanuel chama a atenção, Sérgio, de que essa raça com essas características também tinha uma outra, que era a capacidade de conviver com todas as outras, que é uma marca importante do ramo hebreu, da vertente dos hebreus no contexto de raça, embora tenham orgulho por terem uma compreensão da questão da divindade, superior aos demais povos, pelo menos do ponto de vista de massa, de grande grupo, era um povo que ficou ali sendo convidado a conviver com todos os outros povos em todos os tempos. É verdade, bem colocado pelo Fred.
E aí para fechar aqui, fazer um comentário rápido sobre os arianos, que vão ser aquela massa de povos que se subdividiu lá na Índia, os que ficaram efetivamente na Índia, aqueles que migraram, eles vão ter uma característica de miscigenação muito forte, eles são os homens do trabalho, eles são os homens da conquista da agricultura, do pastoreio, eles, vamos dizer assim, entre grandes aspas, também são os ciganos da antiguidade que migram e conquistam novas terras e disseminam na sua miscigenação com os autócnicos, os valores e os DNAs daquela cultura vinda de capela, mas são homens do trabalho, é uma nação da construção, da área da miscigenação, mas muito de fazer as coisas acontecerem no lado material, né, Afonso?
E Emmanuel cita uma escola filosófica na Índia, chamada Escola dos Charvakas, que era extremamente materialista e parece nos julgar pelos efeitos que essa Escola dos Charvakas é que vai ser realmente a fundadora dos pródromos da Europa, porque vão trabalhar muito o elemento do materialismo, da distância de Deus, apesar de saber que na Grécia vários fenômenos da filosofia caminharam em relação a Deus, ao entendimento do Deus e o próprio mitologia também com os vários deuses, mas eles trabalharam muito esse componente do materialismo.
Olha, gente, quem ainda não leu O Caminho da Luz, por favor, dê a você esse presente, porque é uma leitura deliciosa, ajuda nós a entendermos de maneira melhor como é que o nosso hobby está se estruturando para o futuro e é extremamente conveniente para o momento que nós estamos vivendo. Nós estamos vivendo aqui agora todas essas questões que estamos acompanhando aí no Japão, essas questões que estão acontecendo no norte da África, todos esses sistemas sendo questionados e reavaliados, e acho que extremamente apropriado e conveniente para todo espírita, para todo cristão, gastar um tempo lendo O Caminho da Luz.
É uma obra extraordinária e deliciosa de se ler. Para quem gosta de história, não tem coisa melhor. Aproveitando que nós estamos falando da Caminho da Luz, o pessoal pode ficar de ouvidos e olhos em alerta aí no site do SER, que estamos preparando algumas coisas sobre esta obra. Vamos desenvolver um trabalho com o podcast com o Haroldo sobre o Caminho da Luz e tem um evento que a turma já está se debruçando sobre o livro e preparando um… como é que chama, Júlio? É um seminário literomusical com o Haroldo e a participação da turma com música, com teatro, poesia, sobre essa obra.
Uma coisa bela que em breve estará ao nosso alcance. Agora vamos aguardar o pessoal que está estudando. Eu queria fazer uma menção, porque essa obra é um presente que o mundo espiritual nos oferece. E o médium, o nosso Francisco Cantos Xavier, que é abnegado, ele psicografou esse livro do dia 17 de agosto a 21 de setembro de 1938. É muito pouco tempo, médium. Pouco mais de um mês, né? Pouco mais de um mês. 34 dias, 35 dias, psicografou esse livro, que tem um conteúdo inestimável para a compreensão das origens do homem sapiens sapiens e as destinações de nós todos aqui da Terra, naquilo que define a continuidade do planeta em provas e expiações para a regeneração.
Transformação muito bonita. Aproveitando que você está falando do homem sapiens sapiens, Afonso, acho que a gente podia entrar na primeira hora, partir da primeira hora desse estudo e começar a decorrer as horas para a gente desses trabalhadores da última hora. Toma que o guidão é seu. Nós estamos juntos, né? Me ajuda a pedalar. Só fazer um recuo um pouco para justificar. No livro Evolução em Dois Mundos, no capítulo 3º e no capítulo 6º, o capítulo 3º foi psicografado pelo Waldo Vieira e o capítulo 6º pelo Chico Xavier, André Luiz informa que o homem conseguiu manter o pensamento contínuo ou se tornou homem com o pensamento contínuo 200 mil anos atrás.
E quando nós pesquisamos a emergência do homem sapiens, a ciência vai dar por essa ocasião 190 mil, 150 mil, 240 mil, conforme o pesquisador, conforme a história, por ocasião desse tempo. Que é o que a ciência chama de homem anatomicamente moderno. Isso. E André Luiz fala que está na era do Silex. E esse homem vai viver durante 160 mil anos aproximadamente, com a experiência do homem de Neandertal, até surgir uma modalidade nova, que é o homem de Cro-Magnon, a época do sapiens sapiens, cerca de 40 mil, 35 mil anos atrás, que faz uma revolução, uma ampliação na mobilização desse homem.
Nós acreditamos que aí está chegando os capelinos, ainda me exigenando, tentando encarnar no planeta. Agora você imagina o espírito vindo de um sistema, já muito evoluído, encarnar no homem de Neandertal, porque tinha que encarnar. Como que foi esse trabalho da encarnação? Nós vamos encontrar logo depois a formação do povo Atlante, que tem poucos registros, mas que Emmanuel, naquela entrevista que o Chico Xavier deu à LBV, perguntado se a Atlântida submergiu realmente há 37 mil anos atrás, Emmanuel disse que sim, porque até mesmo há 11 mil anos atrás ainda tinha as últimas ilhas do que restava daquele continente.
Esse povo Atlante parece que tem um grupamento dos capelinos muito grande, mas que termina com a submersão do continente para dar surgimento, então, ao que nós chamamos da era da raça ariana, como um todo, que veio de capela. Lembrando que aqui na Terra nós tínhamos a raça negra, a raça amarela e a raça vermelha. Mas os arianos trouxeram, vamos dizer melhor, os capelinos trouxeram para a Terra a raça branca, que é essa era ariana. Então, chegando bem mais próximo de nós, depois de um ciclo evolutivo muito grande, chamamos de primeira hora, ou tentamos a buscar essa primeira hora com Jesus aqui, já nos momentos desta atualidade que temos trabalhado, do homem, da era antes dos metais um pouco, porque estamos há 8 mil, 12 mil anos antes do Cristo, aproximadamente 10 mil anos antes do Cristo, quando o povo chinês, no dizer de Emmanuel, no livro A Caminho da Luz, já estava organizado.
E nessa organização deles, nós vamos encontrar vários outros instrutores que nem tem registro. O primeiro a ter registro é o Forry, que está registrado no livro A Caminho da Luz e que tem os símbolos do Yixing, aquelas retas inteiras e partidas. E como o convite é ir para a vinha para trabalhar, nós entendemos então o seguinte, a mensagem divina precisava ser vertida do alto para a terra e precisava de canais, daqueles componentes que chamamos em doutrina espírita de médiums, para conseguir materializar ou corporificar na terra em forma de símbolos, de sinais, em forma de literatura, de texto, o pensamento do alto, o pensamento do Cristo.
E o Forry, quando ele estabelece os trigramas duplos que vão fazer os hexagramas do Yixing, futuro Yixing, nós entendemos o que não tem registro anterior, que é um ponto que define esse trabalhador da primeira hora, dentro de um grupamento. Porque a história realmente tem 6 mil anos, dos que se tem registro, 6 mil anos. Então o Yixing ainda trabalhou antes da história, por isso que não é escrito, é gráfico, símbolo, uma reta inteira e uma reta partida. Só para a gente entender, quando nós pegamos, por exemplo, também na China, Confúcio, que um dia é interrogado a respeito de um homem santo, onde vivia e como prestar-lhe as honras, a resposta dele, para esse dignatário real que o interroga, é assim, que eu ouvi dizer, mas quem me disse eu não sei, que em certo tempo em que lugar eu não sei, haveria alguém que eu não sei quem é, um homem que seria aquele que se esperava.
Interessante, Afonso, isso que você falou, porque lá no Acaminho da Luz também está registrado, e é interessante ver como é que essas sequências acontecem. Que a escrita, da maneira como ela acontece, como você acabou de mencionar na China, mas também lá na Babilônia Antiga, lá nos Caldeus, que tem a escrita cuneiforme, é uma conquista capelina. A escrita só vem acontecendo no orbe terreno na medida em que os capelinos aqui encarnam, porque eles trazem isso na bagagem. Voltando aqui um princípio básico da nossa doutrina, Afonso e ouvintes, a gente tem que lembrar o seguinte, o perispírito é uma cópia fiel do corpo físico.
Para cada célula nossa no plano espiritual, tem uma célula aqui. Na medida em que esses espíritos vieram de capela para cá, dada a configuração do seu corpo perispiritual, surge uma nova raça, que é a raça branca, que você bem colocou aqui. A raça vermelha nas Américas, com os indígenas, a África com a raça negra, e o Oeste Asiático ali com a sua raça amarela, na China, Sul da China, Indonésia, aquela região toda por ali. E aí nós vemos entrar aqui um novo componente perispiritual, uma nova organização espiritual desses capelinos a impactar o DNA que já existia, gerando uma nova configuração, que é o que você falou, o homem de cromagno, e começam os rudimentos da escrita a surgir, os desenhos nas paredes das cavernas, as primeiras manifestações artísticas que esse povo vem a introduzir aqui para nós.
Eles vão deter a tecnologia do fogo. Antes disso, não tinha a tecnologia de como produzir o fogo. Era só quando caía um raio numa árvore qualquer que pegava fogo, eles preservavam quem estava aqui. E eles vão aprender a deter a tecnologia do fogo, produzir o fogo. E aí voltando para a nossa parábola, no primeiro versículo que o Afonso leu para a gente, fala o seguinte, porque o reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a salariar trabalhadores. Aí nós vemos uma coisa fantástica aqui da bondade divina, que é o seguinte, Deus teria poder para fazer as coisas acontecerem?
Sim. Mas Ele vai a campo, Jesus aqui como emissário divino, vai a campo buscar recursos. Ele não impõe. Ele olha para o orbe e fala, quem são aqueles que estão preparados para que o trabalho aconteça? E naquele momento, como você bem colocou, a China estava organizada. É onde vai aparecer a primeira, vamos dizer assim, caminhada nesse sentido daqueles que são os trabalhadores mais preparados. É isso Afonso? Seria mais ou menos por aí? Isso mesmo. E só para lembrar, na hora que o Fred citou a experiência do Confúcio, nós recordamos aqui que os capelinos exilados, antes de corporificar no planeta, eles foram reunidos por Jesus no mundo espiritual, nas imediações do planeta Terra, e Jesus fez uma palestra, vamos dizer assim, para eles, um discurso, uma preparação, prometendo a vinda num tempo futuro, dele próprio em pessoa para ajudá-los a retomar a condição de filhos de Deus no sentido legítimo da ligação da criatura com o Criador, porque Deus nunca deixou de ser Pai.
E o povo chinês, então nessa primeira hora, eles estavam prontos para poder receber o fluxo dessa energia. E vários mensageiros do Cristo, Emmanuel dá muita notícia disso, corporificaram lá nessa experiência chinesa, e a China pôde produzir para a humanidade um valor inestimável, que nós encontramos um livro em Xing hoje, em toda cultura mundial, foi traduzido para o mundo ocidental pelo Richard Ulielme, um pesquisador alemão, parece que é alemão, em que consegue retratar, numa tradução muito bonita, daquilo que é o pensamento chinês, porque não foi só o Fourier, vários outros sábios da China trabalharam, inclusive os discípulos de Confúcio, e o próprio Confúcio trabalhou na organização de textos, dentro do Xing.
Então, dado isso, na sequência, e saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça, e disse-lhes, e de vós também, para vir dar-vos-ei o que for justo. E eles foram. Agora, essa tradução que nós vemos aqui, é a do João Ferreira de Almeida, comparando com a que o Haroldo fez, nós encontramos a diferença aqui, entre o termo ocioso e desocupado. O Sérgio, fala para nós isso aqui, o que você pode pensar disso? Alfonso, isso é muito interessante, porque para nós que somos amantes, vamos dizer assim, do estudo do Mildinho, e que a gente vai no detalhe do versículo, a obra do Haroldo, a tradução do Haroldo, é de um valor muito inestimável para nós, porque essa tradução aqui, ela é do século XV, mais ou menos, João Ferreira de Almeida ali, 1500, 1600, por ali, é uma versão útil, extremamente útil, mas a oportunidade que o Haroldo teve de ter acesso ao grego original, no qual foram escritos os Evangelhos, e debruçar sobre ele, na língua portuguesa, e trazer, tem essa diferença, exatamente esse versículo que o Afonso acabou de ler para a gente, a palavra na tradução que o Haroldo nos traz, é desocupado, e tem uma outra coisa que tem nesse versículo, Afonso, muito interessante, que eles estavam de pé, de pé, e aqui não tem essa citação, a criatura que está de pé, ela não está sentada, ela não está imóvel, ela está pronta, a pessoa que está de pé, ela está ali, está preparada, está alerta, não está acomodada, não está acomodada, não está na situação de sentado, não está deitada, ele está de pé, ele está pronto para andar, ele está pronto para caminhar, está pronto para pular, ele está pronto, ele está alerta, ele está alerta, exatamente, Tiago, ele está alerta, então, duas ressalvas, uma que o trabalhador está de pé, a outra que ele é um desocupado, a palavra desocupado, dá para nós a sensação o seguinte, não foi dada a pessoa alguma coisa para fazer, que é diferente da ansiosidade, que passa para nós a ideia de que existe uma certa conivência com o estado de mobilidade, então essa colocação de estar desocupado e de pé, mostra que esses trabalhadores, na verdade, estavam prontos para o trabalho, o que faltava para eles era o convite, e esse convite o senhor Davinho faz, e de pronto, eles aderem a oportunidade e vão à vinha, que é para nós, cabe para nós essa reflexão, o Afonso vai fazer uma analogia muito interessante com o tempo, mas eu coloco para a nossa reflexão o seguinte, em que hora estamos nós, e se estamos de pé ou não, e se estamos desocupados ou não, que é uma reflexão que cabe para todos nós.
Começou a apertar a gente aqui, Afonso. Não é mesmo? Já começou a nos apertar. A gente quer fazer história, já está puxando para o nosso lado, e nós como estamos, né? Essa é uma reflexão que nós temos que fazer. Sempre, né? Mas quem são os trabalhadores da terceira, da sexta hora, Afonso? Como é que você vê isso para a gente aí? Nós começamos a fazer uma análise, que logo após a China, então fomos encontrar no livro A Caminho da Luz, eu vou até ler, são pequenininhos textos, da página 53, no item As castas, quando ele está falando da família Hindu.
Emmanuel escreve assim, Viasa foi instrumento das lições do Cristo seis mil anos antes do Evangelho, cuja epopeia em seus mínimos detalhes foi prevista pelos iniciados hindus alguns milênios antes da organização da Palestina. Então, a partir daqui, nós achamos que, mais ou menos, quatro mil anos antes do Cristo, ou seja, seis mil anos atrás, nós encontramos este agrupamento hindu, sendo o ponto de referência da raça adâmica aqui na Terra, dos capelinos aqui na Terra, enquanto agrupamento. E a partir dali, nessa terceira hora, nós localizamos todos eles, tanto os hindus, os egípcios, os hebreus e os arianos, porque é um período muito grande e uma produção coletiva de enorme valor espiritual.
Nós encontramos esse instrutor Viasa, vamos encontrar o livro Mahabharata, que é semelhante à Bíblia, que tem um livro lá dentro que é muito conhecido, que é o Bhagavad Gita, onde Krishna dialoga com Arjuna, representando o Krishna, o Cristo interno, o Eu Sou, a Centelha Divina, e Arjuna representando o ego humano, a personalidade, a experiência da evolução, e são diálogos de um primor, que nos ajuda a refletir muito nesse trabalho da evolução. Os egípcios, como o Sérgio já lembrou, produzindo para nós as pirâmides, logo já no apogeu da civilização, mas deixando um registro a partir de três estrelas no céu, eles constroem três pirâmides de onde que vieram os blocos de pedra para a construção das pirâmides.
E organiza ali, vários estudiosos descobriram elementos dentro daquilo que define a exterioridade das pirâmides, mas parece que interiormente ela tem ainda segredos muito grandes para serem revelados para a humanidade. E o povo ariano, que também há cerca de 10 mil anos atrás, 7 mil, 8 mil, 9 mil anos atrás, vão começar a formar as civilizações ou as etnias dentro da Europa. Desses quatro grandes povos, nós achamos que eles representam os trabalhadores dessa terceira hora, que localizamos aqui cerca de 4 mil anos antes do Cristo, 6 mil anos atrás aproximadamente, dando esse fundamento.
E um registro dentro disso é que houve um rei na Mesopotâmia chamado Amurabe. E o Amurabe estabeleceu a partir de elementos intuitivos uns códigos chamado Código de Amurabe. Mandou escrever num monolito de pedra alguns códigos sustentados na Lei de Italião. Eu ouvia os estudos e eu ouvia falar do Italião, Lei de Italião, Lei de Italião, e pensava quem foi o Italião? Onde é que o Italião governou? Onde é que estava essa personalidade? E na realidade aí é só um dado aqui para os nossos queridos companheiros, internautas que nos acompanham, que Italião é uma corruptela da expressão tal e qual.
Não é uma personalidade, é uma pessoa. Então a Lei de Italião é a lei do tal e qual. O olho por olho, o dente por dente, a vaca pela vaca, o servo pelo servo. Era assim que era estruturado. Então, antes de Moisés estabelecer as leis civis sustentadas também na Lei de Italião, Amurabe já tinha feito isso na Mesopotâmia. Não se tem registro que Moisés tivesse conhecimento dos estudos do Amurabe. Mas nós temos que pensar que o Espírito sopra onde quer. É verdade, Afonso. E é interessante que nós vamos nos ver ao longo dos milênios, dos séculos, esses acontecimentos sendo repetidos, fixados esses padrões no psiquismo daquelas nações.
A história sendo contada de boca em boca, pouco registro existia, mas sendo reforçada pelas civilizações que ali se desenvolveram. E esses povos como que se tocando uns aos outros, compartilhando conhecimentos e experiências e enriquecendo culturalmente cada um deles. Nós vamos ver que os hebreus são escravizados pelos egípcios. Moisés nasceu e foi educado na corte faraônica. Então ele teve acesso àquela filosofia, a todos aqueles conhecimentos e um propósito há por detrás disso. Na medida em que depois ele rompe com aquilo, se volta ao seu povo e faz uma grande jornada de grande exemplificação e vivência para aquele povo.
Então nós vamos ver que o nosso orbe, o nosso planeta ele é conduzido dentro de uma evolução aprimorando-se ao longo dos séculos os conhecimentos através dessas diversas experiências compartilhadas entre esses povos. E aí nós vamos ver que realmente o conhecimento, a filosofia, a ciência daquela região naquela época, ela fica vinculada a essa região no entorno do Mediterrâneo, naquela região ali no entorno do Mediterrâneo. Enquanto que os arianos continuam a sua progressão e sua conquista de terrenos lá para o norte da Europa, expandindo e que depois se constituirão lá na frente nos bárbaros.
Mas ainda assim dando a expansão, vamos dizer assim na popularização do DNA capelino por todo o orbe, vamos dizer assim. Na sua mistura com os diversos povos que ali existiam e que tem cumprindo o seu papel evolutivo. A terceira hora é muito importante porque nós pensamos assim ela começa lá com a Índia e na nossa estuda ela vai até Abraão porque dos filhos de Noé quando terminam o dilúvio nos registros do Gênesis Noé tinha três filhos Sem, Cão e Jafé. Dos filhos de Noé o Sem ele vai ter a descendência chamada os Semitas que é um povo que vivia onde é a Babilônia, onde é o Iraque hoje Mesopotâmios, eles estão ali e desses descendentes vai surgir Abraão que chamava Abrão e Abraão então era pagão nascido em Ur na Caldeia que é essa região da Mesopotâmia que está dentro da Babilônia são muitos nomes, mas nessa região que é o Iraque hoje e Abraão, então Abraão ainda ele é convidado por Deus entendendo Deus aqui os trabalhadores espirituais, através da mediunidade a vir para a terra prometida, para Canaã e ele e o sobrinho dele o Lor, a esposa de Lor, a família vem para Canaã, por isso ele é chamado Hebreu, ele atravessa o Rio, a palavra Hebreu significa aquele que atravessa o Rio dentro dos conhecimentos que nós temos até agora do dicionário bíblico aí começa a constituir o povo Hebreu neste momento, Abraão como se fosse o término dessa terceira, quarta e quinta hora, não é?
Porque ela vai até a quinta depois começa na sexta hora um outro ciclo evolutivo este ponto aqui é muito importante porque depois que a China fez o trabalho dela de fixação os outros povos esses quatro grandes povos eles vão estabelecer as bases como o Sérgio lembrou aqui, em redor do Mediterrâneo no Egito lá na África e a Europa para que a partir dali trabalhadores outros pudessem, na outra hora, já na sexta hora, mas nessa terceira hora nós ainda temos alguns elementos importantes a serem discutidos aqui por exemplo quando nós estávamos falando de Krishna no Bhagavad Gita que é conhecido no mundo o trabalho dele ou a discussão dele o diálogo de Krishna com Arjuna convidando o ser humano a fazer aquela guerra interior, com a própria família interior dos complexos dos desafios psicológicos do desenvolvimento, para atingir a superioridade que é o que o evangelho vem nos propor hoje quando diz que veio trazer a espada que é a disputa interior no sentido do conhecimento e do crescimento espiritual nós vamos encontrar junto com esses elementos, estava falando do Egito também, o livro dos mortos que trata destes assuntos que nós estudamos no Espiritismo hoje ainda velado ainda um tanto velado mas que vai dar origem também ao livro tibetano dos mortos e o Amurabi nós já falamos dele Afonso, é interessante a gente perceber que o seu estudo está começando a caminhar em uma linha que fica muito compatível com a própria proposta do ser o ser tem o desejo de manter um relacionamento com todas as religiões com todos os cultos com todas as ideias, com todas as filosofias e o que você está trazendo pra gente é que existe um Deus soberano que se manifesta através dos seus emissários e o nosso emissário maior o Cristo, que é o nosso governador, e que nos envia trabalhadores nas horas e vamos encontrar então os trabalhadores do Cristo na China, vamos encontrar os trabalhadores do Cristo na Índia, vamos encontrar os trabalhadores do Cristo em todos os povos, em todas as culturas e o Emmanuel chama atenção pra gente no A Caminho da Luz, falando de uma unidade substancial ele vai dizer assim pra gente que é A gênese de todas as religiões da humanidade tem suas origens no seu coração augusto e misericordioso a história da China, da Pérsia, do Egito da Índia, dos árabes dos israelitas, dos celtas dos gregos e dos romanos está alumiada pela luz dos seus poderosos emissários e muitos deles, também se houveram no cumprimento dos seus grandes e abençoados deveres, que foram havidos como sendo ele próprio em reencarnações sucessivas e periódicas do seu divinizado amor e aí ele vai falar dos livros das culturas dos enviados que apresentam uma doutrina que é única, um ensinamento que é único que pode divergir na forma mas que vai encontrar uma unidade substancial, todas elas ele diz assim, todas elas conhecendo intuitivamente a palavra das profecias arquivaram a história dos seus enviados nos moldes de sua vinda futura em virtude das lembranças latentes que aguardavam no coração acerca de sua palavra nos espaços tocada de esclarecimento e de amor é por isso que nós vamos encontrar em todos os tempos, ou seja, em todas as horas profecias que anunciavam a vinda desse nosso mestre Jesus é…
dá pra gente pensar muita coisa aí Fred nessa linha que você está trazendo e é interessante a gente notar um aspecto dessa passagem dos trabalhadores da última hora, porque Jesus, e a gente tem que pensar aqui o mestre tudo o que ele fazia tinha um propósito, ele cita aqui Afonso a primeira hora e depois ele vai 3, 6, 9 é dentro dos ciclos evolutivos né, que a gente sabe que existem, e nos lembramos aqui do nosso querido e saudoso Honório Abreu, que nos fazia menção a essas espirais evolutivas, dos ciclos que se fecham e da coerência que existe isso então nós vamos ter aqui realmente a terceira hora, a sexta e a nona e que marcam mudanças muito específicas na nossa história você colocou pra gente Afonso com muita propriedade essa questão da organização da humanidade no primeiro momento, lá na primeira hora no raiar do dia né no nascer do intelecto da conquista do pensamento contínuo e da estruturação mental daqueles seres da primeira hora, e estamos aqui avaliando aqueles que estão na terceira hora e vai haver uma mudança pra quando chegar na sexta hora né Afonso, como é que é isso daí?
Pois é, depois que os povos se organizaram aí o que nós pensamos assim, depois que os povos se organizaram, na terceira, na quarta e na quinta hora, se pudermos chamar assim, porque são ciclos mesmo né aí a humanidade estava pronta para receber num nível mais amplo a primeira grande revelação de Deus aos homens nós tínhamos vários orientadores, vários apontamentos, vários ensinos todo um sistema mas como revelação direta, nós vamos encontrar já agora na sexta hora com essa personalidade ímpar que foi Moisés, você lembrou os egípcios tinham um conhecimento profundo do monoteísmo, da mediunidade da lei de causa e efeito da evolução, do plano espiritual tanto que eles preparavam seus mortos para o plano espiritual justamente, mas guardavam esse segredo nos ensinos esotéricos com S, nos templos iniciáticos, e para o povo propunham um exoterismo com X, definindo aquele estudo muito ainda superficial e Moisés encarna, filho de judia mas ensinado por sacerdotes dos faraós no Egito e aprende toda essa sabedoria e tem uma missão retirar o povo do Egito o povo hebreu que estava submetido no Egito depois de 400 anos trazê-los novamente para Canaã, onde Abraão tinha habitado antes e, mas principalmente, revelar fixar o monoteísmo na mentalidade global de toda a sociedade e revelar o primeiro, a lei de Deus no seu primeiro aspecto que nós estudamos aqui e o Haroldo está fazendo esse trabalho para nós como elemento raiz aquele ponto que define os fundamentos para a árvore se sustentar de pé, revelando para nós a lei de justiça o aspecto da lei de justiça e sustentado no decálogo que Allan Kardec retoma também no capítulo primeiro do Evangelho segundo o Espiritismo e inaugura uma nova era para nós Afonso, ali naquele momento apesar de limitado entre um povo muito pequeno vamos dizer assim, que seriam os hebreus é a tangibilização para o orbe terrestre da lei de justiça e fica gravado realmente e é interessante até o lance de estar gravado em pedra em pedra que tem um simbolismo muito importante por detrás disso as línguas de fogo que imprimem nas pedras do monte Sinai e dá a Moisés aquela configuração dos 10 mandamentos fazendo um grande divisor de águas que é o que você coloca para nós agora nesse momento lembrando que quando Moisés desce do monte Sinai com as pedras da lei ele encontra o povo com um resquício muito grande dos egípcios num politeísmo eles construíram um bezerro de ouro e estava adorando, porque Moisés demorou muito tempo ele estava contemplando o monte o que Moisés fez?
Ele quebrou as tabas da pedra da lei fez uma limpeza do grupamento tendo uma atitude muito enérgica com o povo matou muita gente naquele dia ele volta ao monte Sinai pede novamente e é como se fosse uma segunda via da lei gravada novamente nas pedras ou seja, a lei, o decálogo ele constitui um marco um divisor de águas uma base para todos os fundamentos da justiça ou do direito a partir dali na sociedade humana Afonso, vamos dar um tempo aqui agora e vamos trabalhar com os nossos amigos que estão nos escutando nos ouvindo aqui sobre o simbolismo que está por detrás disso quantas e quantas vezes nós já subimos ao monte Sinai da nossa vida, do nosso coração e ao descermos dele nos encontramos com os nossos bezerros de ouro tivemos a mesma coragem a mesma determinação que Moisés teve em quebrar as tábuas e romper com aquela prática matamos tantos quantos foram necessários para que houvesse a higienização do nosso interior quantas e quantas vezes nós não conseguimos fazer isso meu endereço é o sistema solar orbiterceiro esnave de águas e terras e fogos e ares e homens mundo é o sistema é o sistema sobre o bem toda a vida evolui contra o mal que se oculta anjos meninos são livres para escolher todos tem o seu destino E o seu tempo de chegar A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro E após prantos de redenção Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regenerar A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro E após prantos de redenção Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regenerar Tua escola, teus grãos maduros já vão germinar Pela aprendida humildade Na rotação, translação do amor tu serás Bendita esfera da vida Universidade da paz A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro E após prantos de redenção Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regenerar A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro E após prantos de redenção Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regenerar A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro E após prantos de redenção Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro E após prantos de redenção Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro E após prantos de redenção Dentro de nós terra a regeneração A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro E após prantos de redenção Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração A mão divina vem cegar e quebrar Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração A mão divina vem cegar e quebrar Desejos de ouro Desejos de ouro Desejos de ouro Desejos de ouro Desejos de ouro Desejos de ouro Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração Haverá um verdadeiro altar Dentro de nós terra a regeneração Dentro de nós terra a regeneração Aqui estou eu.
Mas não tem nada para acrescentar no que você falou, não. Realmente, após o reinado de Salomão, houve a divisão do povo de Israel em duas grandes facções, uma ao norte, cuja capital era Samaria, e a outra, liderada por Judá, cuja capital era Jerusalém. Eu só gostaria de relembrar que no capítulo 7 do livro A Caminho da Luz, o Emmanuel, no item chamado O Monoteísmo, diz assim O grande legislador dos hebreus trouxera a determinação de Jesus com respeito à simplificação das fórmulas iniciáticas para a compreensão geral do povo.
A missão de Moisés foi tornar acessíveis ao sentimento popular as grandes lições que os demais iniciados eram compelidos a ocultar. Com isso, nós precisamos entender o papel de professor, de condutor, de pastor que Moisés exerceu junto ao povo hebreu. Ele precisou adaptar o ensino a uma metodologia, a uma pedagogia adequada ao povo com o qual ele estava lidando. Quando ele veio com a missão dada pelo Cristo, que é o governador do ódio, como já foi dito, de simplificar as fórmulas iniciáticas, ele fez esse trabalho de síntese para o sentimento popular.
E isso nós não podemos desprezar. Moisés estava muito à frente no que diz respeito à compreensão da lei divina, da sua própria missão, do que realmente ele pôde expressar para o povo. Para o povo, ele teve que filtrar, teve que simplificar, teve que estabelecer linhas e, em alguns momentos, ele teve que recuar. Ele apresentou uma proposta, o povo não conseguiu acompanhar e teve que fazer recurso. Isso é importante se frisar. E, no item anterior, no próprio capítulo 7, o Emmanuel diz também o seguinte. Uma perfeita conexão reúne as duas leis que representam duas etapas diferentes do progresso humano.
Moisés, com a expressão rude da sua palavra primitiva, recebe do mundo espiritual as leis básicas do Sinai, construindo, desse modo, o grande alicerce do aperfeiçoamento moral do mundo. E Jesus, no tabu, ensina a humanidade a desferir das sombras da terra o seu voo divino para as luzes do céu. Então, Moisés nos ensina a caminhar com dignidade na terra. É a construção inadiável da justiça. E Jesus nos ensina a alçar o voo, a fazer o voo em direção à espiritualidade superior. São duas etapas de um mesmo caminho. Duas etapas de uma mesma proposta.
Por isso é perigoso quando nós fazemos uma divisão, uma niqueíça entre Velho e Novo Testamento. Ou uma visão simplificada, achando que, no Velho Testamento, há apenas justiça e que, no Novo Testamento, há apenas amor. Jesus também estabelece expressões de justiça e de equidade quando Ele diz, por exemplo, Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Vá e não peques mais. São expressões da justiça, da palavra enérgica de Jesus. E, em Moisés, nós encontramos também expressões iluminadas do amor. O primeiro mandamento da lei é o mandamento de amor.
Amarás a Deus sobre todas as coisas. Eu me recordo aqui de um texto que está no capítulo 14, no livro Boa Nova. É o capítulo que fala do encontro de Jesus com Nicodemus. Nesse capítulo tem um determinado momento em que o apóstolo Tiago quando Jesus estava explicando o mecanismo da reencarnação, Tiago diz assim, Senhor, compreendo agora o mecanismo do resgate, murmurou Tiago, externando a alegria do seu entendimento. Mas observe que, desse modo, o mundo precisará sempre do clima do escândalo e do sofrimento, desde que o devedor, para saudar seu débito, não poderá fazê-lo sem que outro lhe tome o lugar com a mesma dívida.
O mestre apreendeu a amplitude da objeção e esclareceu aos discípulos o que havia dito. Olha o que é a pergunta do Tiago. E é uma pergunta que, às vezes, muitos Espíritos raciocinam. Se tem um assassino hoje, amanhã alguém vai ter que ser assassinado. Então, se eu assassino hoje, amanhã vai ter que ter um assassino para me substituir, a fim de que eu possa resgatar. Será que é assim mesmo? Será que é assim mesmo? Jesus, então, pergunta para o Tiago. Dentro da lei de Moisés, como se verifica o processo da redenção? Como é o processo da redenção, do resgate no Velho Testamento?
Tiago meditou um instante e respondeu. Também na lei está escrito que o homem pagará olho por olho, dente por dente. A maioria responde isso. Qual é o processo de resgate do Velho Testamento? Todo mundo responde. Olho por olho, dente por dente. Aí diz Jesus assim. Também tu, Tiago, estás procedendo como Nicodemos? Replicou Jesus com generoso sorriso. Como todos os homens, aliás, tens raciocinado, mas não tem sentido. Ainda não ponderaste, talvez, que o primeiro mandamento da lei é uma determinação de amor? Acima do não adulterarás, do não cobiçarás, estar.
Amar a Deus sobre todas as coisas, de todo o coração, de todo o entendimento. Como poderá alguém amar o Pai, aborrecendo-lhe a obra? Contudo, não estranho a exiguidade de visão espiritual com que examina-se o texto dos profetas. Todas as criaturas hão feito o mesmo. Investigando as revelações do céu com o egoísmo que lhes é próprio, organizaram a justiça como o edifício mais alto do idealismo humano. E, entretanto, colocam o amor acima da justiça do mundo e têm ensinado que só ele, o amor, cobre a multidão dos pecados.
Se nos prendemos à lei de Italião, somos obrigados a reconhecer que onde existe um assassino, haverá mais tarde um homem que necessita ser assassinado. Com a lei do amor, porém, compreendemos que o verdugo e a vítima são dois irmãos, filhos de um mesmo pai. Basta que ambos sintam isso para que a fraternidade divina afaste os fantasmas do escândalo e do sofrimento. Mas o mandamento do amor está no Velho Testamento. Então, a verdade é que o povo judeu não foi capaz de ler o Velho Testamento com o coração, não foi capaz de enxergar na revelação divina o mandamento maior do amor.
Foi necessário, então, que Jesus materializasse no órgão, nascesse, encarnasse no corpo físico para exemplificar a lição do amor, tornando-a mais clara para cada um de nós. Então, isso é um ponto que a gente precisa refletir muito, muito muito. Mas tem essa divisão, o reino de Judá, dez tribos, desculpa, o reino da Samaria, com dez tribos, o reino de Israel e o reino de Judá, com duas tribos, que é a tribo de Judá e de Benjamin. Então, começa aí a história do profetismo com Elias, que é o grande, o primeiro dos profetas nesse sistema histórico.
Mas, paralelo a isso, nós vamos encontrar, por exemplo, na Grécia, Pitágoras. Pitágoras, ele nasce sobre o símbolo e o signo de uma série de elementos, assim, mitológicos em torno da vida dele, da função que ele tinha que fazer. E ele viaja à Índia, conhece os ensinamentos hindus, a sabedoria hindu, ele vai ao Egito, conhece a sabedoria egípcia, volta para a Grécia, no templo de Apolo, lá na cidade de Delfos, e a partir dali, ele inaugura um sistema de ensino na Grécia, fazendo as bases de uma filosofia. Só que, o que Pitágoras faz?
A mesma coisa que os hindus e os egípcios fizeram. Tem um ensino para os iniciados e tem um ensino para o povão. Ou seja, marcando esse lugar em cima da divisão, da separação. Mas, depois do Pitágoras, toda a Grécia vai cantar uma filosofia maravilhosa. E aí é interessante, né, Afonso? A gente vê que, como é difícil a gente mudar. Todos esses capelinos sofreram com a saída de capela para cá. Deixaram corações muito próximos a eles, lá em capela, e vieram para cá. Então, essa saudade, essa dor, e ainda assim, apesar de tudo isso, se mantém essa divisão.
Eu sou melhor, você é pior. O povo é para lá, eu sou para cá. Então, assim, a gente vai ver que, e trazendo sempre para nós, como é que é difícil a gente mudar um defeito. Como é que é difícil mudar uma paixão. Como é difícil mudar uma vaidade, um orgulho, um egoísmo. E aí você acaba de descrever para nós essa situação, né? Os egípcios também tiveram um certo separação, alguns se deram bem, outros não. E aí, tem uma fala que é para você e outra fala que é para o resto. Enquanto a gente ainda estiver arraigado nisso, tivermos olhos de separação para aqueles que nos cercam, nós não temos condições de amar na plenitude.
Porque o nosso amor ainda é viciado, é os meus. Isso não é amor ainda, né? Isso ainda é paixão. O Pitágoras viveu cerca de seis séculos antes do Cristo. Moisés foi 1350 anos, aproximadamente, antes do Cristo. E depois, concomitante ao Pitágoras, nós temos Lao Tse, na China. Lao Tse escreveu um livro chamado Tao Te Ching, o caminho para o Senhor, o caminho para o ser, o caminho para a vida. O Tao Te Ching são meditações, são reflexões, que Lao Tse faz. Maravilhoso, a forma como ele consegue contextualizar. E logo depois surge o Confúcio, Confú Tse, discípulo de Lao Tse.
Não tem muito registro sobre o Lao Tse, não se tem muito registro sobre ele. Mas parece-nos que Confúcio, muito jovem, teve, se não contato com ele, teve contato com discípulos de Lao Tse e aprendeu muita coisa. Ou seja, a China estava recebendo de Jesus dois grandes missionários de forma extraordinária nesta hora de trabalho. Lao Tse está há 600 anos antes de Jesus e Confúcio cerca de cinco séculos, cerca de 500 anos. Ao mesmo tempo, nós temos na Índia a figura do Siddhartha Gautama, o Buda, que vem de forma extraordinária a sedimentar um pensamento em todo aquele povo oriental, na Índia, que vai para a China, vai para o Japão.
Ou seja, atinge todos. Um trabalhador de forma assim, um gabarito incrível de propagação da mensagem crística na metodologia, na forma oriental. E todos eles emissários crísticos, né, Afonso? Todos esses espíritos muito próximos do coração de Jesus com missões específicas de divulgação. Ali, companheiros do Cristo, vamos dizer assim, né? Companheiros do Cristo. Eram semeadores. Semeadores. Olha que coisa bonita, não é? Semeadores. Nós vamos encontrar junto com eles Sócrates, que vai organizar a filosofia logo depois de Pitágoras.
E os hebreus, os profetas, continuam. E essa história, a Sexta Hora, ela vai até os quatro séculos antes do Cristo. Esse é um ponto importante no nosso estudo. Daqui a pouco nós vamos avançar um pouco. Então, esses são trabalhadores que vão fecundar o pensamento humano preparando a chegada do Cristo aqui na Terra. E aí, Afonso? Eu queria tomar a sua palavra. Eu estou te interrompendo muito, mas é muito excitante o tema. É muito gostoso. É o que eu falei para vocês. Vale a pena ler O Caminho da Luz porque é um espetáculo.
Eu queria falar sobre Sócrates. Aliás, eu não. Eu queria ler o que o Emmanuel fala de Sócrates porque até então, e confesso para vocês a minha invigilância, de não ter notado a menção que o Emmanuel faz com relação a Sócrates aqui. Ele fala o seguinte. Olha só, gente. Textual. Vou ler para vocês do livro. Ele começa a descrever um pedaço do capítulo sobre Sócrates e fala assim. O grande filósofo está aureolado pelas mais divinas claridades espirituais no curso de todos os séculos planetários. Sua existência, em algumas circunstâncias, aproxima-se da exemplificação do próprio Cristo.
Então, nós vamos ver que Sócrates é um divisor de águas fundamental porque ele realmente inaugura, na filosofia, uma abordagem que vai perpetuar até os dias de hoje. A filosofia se baseia no pensamento socrático. E tem uma das coisas que é fundamental, que Allan Kardec nos coloca lá no início da codificação, que é a validação socrática. É útil, é verdadeiro, é bom? Se passa pelo crivo de Sócrates, é algo que tem que ser considerado. Lembrando aqui aqueles que estão nos escutando. Sócrates falava que um tema só valia a pena se gastasse tempo sobre ele, sobre se debater por ele, se ele respondesse positivamente a três perguntas.
Se o tema era útil, se o tema era bom e se ele era verdadeiro. E isso inaugura mesmo. E o Sócrates tem uma vivência voltada para a mocidade. Ele era um cara voltado para o jovem. E ele não escreveu uma letra, assim como Cristo também não escreveu uma letra. Ele não deixa nenhum livro escrito, mas ele tem uma vivência fantástica. E tem alguns relatos que Platão traz depois nos livros dele de colocações do tipo como a seguinte, que quanto menos ele tinha, mais livre ele se sentia. Ele olhava nos mercados de Atenas, quando caminhava para lá e falava assim, vejo tantas pessoas comprando e me sinto muito feliz, porque eu não preciso de nada disso.
Eu só tenho o que eu tenho aqui, que é a minha roupa do corpo e com ela me dou bem. Então ele era realmente um espírito muito diferenciado. E ao final desse capítulo, quando ele fala da Grécia, ele chama aqui uma atenção que está registrada lá como provação coletiva da Grécia. O sacrifício de Sócrates, porque ele foi assassinado, sem conseguirem provar que ele efetivamente era o culpado, fazem que ele beba a cicuta, ele é assassinado e isso gera um karma coletivo. Tamanha envergadora desse espírito, gera um karma coletivo que faz com que os gregos posteriormente, ao serem escravizados por Roma, comecem a pagar esse karma por terem sido coniventes, aquele povo, com o desencarno de uma criatura de tão alto cabedal quanto Sócrates foi.
Isso aí, gente, está em A Caminho da Luz. Olha aí, se fosse vocês, eu comprava o livro amanhã, que é muito bom. Maravilha! Mas conta! Gente, o Sérgio não ganha comissão com venda de A Caminho da Luz, viu? Com certeza, eu sou fã do livro, incondicional, eu realmente gosto muito da… E a gente tem que ler o A Caminho da Luz, gente, se vocês me permitem, com calma, olhando os detalhes, porque eu solto umas dicas legais lá, não é, Afonso? Você está falando do A Caminho da Luz, o tempo todo eu estou com vontade de dizer, agora eu vou dizer depois dessa, viu, Sérgio?
Olha, o A Caminho da Luz é um livro para você pegar, em alguns pontos, buscar a história, para você poder entender com profundidade o que tem em um parágrafo. É verdade, é verdade. Porque ele tem uma riqueza muito grande, um poder de síntese que o Emmanuel tem, né? Então ele está trazendo ali o creme de la creme, né? Das verdades históricas, né? Com foco no crescimento do homem. Mas vamos caminhar para a nona hora, Afonso, e aí? Como é que está na nona hora? Vamos caminhar para a nona hora. Antes da nona hora, do século IV a.C., até o nascimento de João Batista, tem um silêncio.
Esse é um momento importante. O profetismo hebreu silencia. Malaquias e Esdras parece que estão terminando o processo do profetismo e tem um silêncio. Que nesse silêncio vai organizar o farisaísmo e outras escolas. Mas tem um dado importante acontecendo no mundo nessa ocasião. Por volta, entre o século IV a.C. e o século I, a estrutura da família etrusca tinha constituído, em Roma, a república. E em Roma, com a república, nós vamos encontrar o patriciado, a família. Mas acontece que nessa ocasião, alguns espíritos belicosos começam a nascer em Roma e formar um sistema dos generais.
Até chegar 100 anos a.C., quando nasce a figura de Júlio César. Júlio César vai, junto com os outros no triunvirato dele, organizar o império. E o império romano vai ter uma função muito importante. Enquanto silenciam as vozes da espiritualidade, através dos grandes mensageiros, esses que nós citamos aqui na sexta hora, começam agora, neste momento de finalização, as vozes das armas, da espada. E o império romano expansionista vai invadir todas as coletividades e dominar as coletividades. Agora, o que tinha de importante nisso também é que toda cultura que os romanos dominavam, eles importavam a sua sabedoria.
Então eles trouxeram para Roma a mitologia e a filosofia gregas. Trouxeram o pensamento dos egípcios, que estiveram no Egito. Trouxeram o pensamento dos gauleses, que dominaram nas galhas. No segundo triunvirato, Júlio César vence os gauleses. E um sacerdote gaulês se curva diante de Júlio César. O sacerdote chamava-se Allan Kardec. Depois eu vou voltar nesse assunto. Não tem jeito de não voltar não, Afonso. Agora você vai voltar. Tá ótimo, depois nós vamos voltar a lembrar disso, tá? Lá na frente, porque é muito importante, isso é muito bonito esse negócio.
Com o império romano, no ano 63, me parece, se eu não estiver enganado aqui, antes do Cristo, o império romano domina a Judéia. E aí começa a importar o pensamento judeu. Isso é fundamental, porque o preparo da nona hora, que ela se dá com o nascimento de João, o Batista, e pouco tempo depois de Jesus, cerca de seis meses depois, né? Três meses depois. Acho que são seis meses depois, mais ou menos, né? Vamos voltar nisso. É no sexto mês de gravidez de Isabel que Jesus, que Maria fica grávida. Então é seis meses depois.
No sexto mês, após o nascimento de João Batista, nasce Jesus. E aí inaugura um novo ciclo de evolução na Terra. É cantada a epopeia do amor, do perdão, da confraternização, naqueles legítimos entendimentos da fraternidade. Do amar ao inimigo, do perdoar, do orar pelo que persegue. Jesus canta no Sermão da Montanha, sintetizando todos os pensamentos ancestrais, fazendo ali a materialização, se pudermos chamar assim, da constituição divina. Do código de redenção de todas as almas, que é o Sermão da Montanha, a começar pelas bem-aventuranças.
São três capítulos inteiros do Evangelho de Mateus, falando do Sermão da Montanha. O mais belo, o mais famoso, o mais alto, espiritualmente dizendo, discurso do Cristo, que é o Sermão da Montanha. Muito bem colocado, Afonso, por você ir agora. Realmente essa síntese que esse discurso faz. Se a gente voltar atrás naquilo que você explicou pra gente aqui um pouco antes, nós vamos lá no Laoticé, no Buda, no Krishna, no Confúcio, próprio Sócrates, e nós vamos ver que todos eles deram, vamos dizer assim, uma pincelada naquilo que foi.
E Jesus vem e coroa todos esses pensamentos que tinham prosperado em todos os cantos do mundo. Ele sintetiza isso num discurso, no alto de uma montanha, em cima de uma pedra, pra poder falar assim, ó, é aqui, tá amarrado. Tá fixado, tá amarrado. E a partir daí se desenvolve, realmente se abre pra humanidade um novo ciclo de debate. Porque o discurso, apesar de ser doce e carinhoso, incomoda. Ele espeta, ele te tira da sua situação de conforto. E até hoje, algumas das vezes que nós olhamos e lemos alguns versículos, nos sentimos desconfortáveis nas cadeiras onde sentamos.
Porque determinadas colocações são muito fortes. Por exemplo, perdoar. Quantas vezes devemos perdoar? São setenta vezes sete. Você começa a pensar se você faz. E todo esse exercício de auto-reflexão, ele tem esse início exatamente com o sermão da montanha. Quando Jesus coloca das bem-aventuranças e fala, serei eu um bem-aventurado? Me encaixo nesse discurso? Sou um misericordioso? Sou um que sofro? Sou um humilde? Enfim, aonde que eu estou nessa história? Nas bem-aventuranças, especialmente, lembrando que ser bem-aventurado é ser feliz, ser pleno.
Esse é o sentido da expressão. Nas bem-aventuranças, especialmente, nós vamos ver um discurso de Jesus nos apresentando um roteiro de felicidade. Bem-aventurados os pobres de espírito. Já começou a incomodar aí, né, Sérgio? Ser pobre de espírito, quando a regra da humanidade era ser poderoso e forte. Era ter orgulho, era defender ponto de vista, era ser mais forte. Bem-aventurados os que choram. Chora quem é fraco. Então o discurso de Jesus é um discurso extremamente profundo, profundo até hoje. Revolucionário. Revolucionário, né, transformador.
Uma vez eu assisti a uma palestra do Afonso, na União Espírita Mineira, em que ele falava das bem-aventuranças, né, e trazendo as bem-aventuranças como o coração do coração do coração da Bíblia. Esse pensamento é do Huberto Holden, Justiça Seja Feita. Ele diz assim, que se o evangelho é o coração da Bíblia, o sermão do monte é o coração do evangelho. É muito bonito. E as bem-aventuranças, o coração do sermão do monte. Isso dá um novo podcast. Um novo episódio. Pode aguardar que o Afonso já está convocado novamente para as bem-aventuranças.
É isso aí. Por misericórdia dos ouvintes e de vocês que convidam, a gente vem. Mas Afonso, olhando o nosso relógio, que hora que nós estamos agora? Estamos na nona? Na nona hora. Justamente na nona hora. Ou seja, já se passou toda manhã. Toda manhã. Já estamos no meio da tarde. No meio da tarde. No meio da tarde Jesus chega com o discurso de amor, é isso? É isso mesmo. No meio da tarde ele chega com o discurso do amor. E o Fred leu o capítulo 41 do livro Pão Nosso, que chama No Futuro. No Futuro, lição 41 do livro Pão Nosso.
E não mais ensinará cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo, Conhece o Senhor, porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior. Paulo Hebreus 8.11 Quando o homem gravar na própria alma os parágrafos luminosos da lei divina, o companheiro não repreenderá o companheiro. O irmão não denunciará outro irmão. O cárcere cerrará suas portas. Os tribunais quedarão em silêncio. Canhões serão convertidos em arados. Homens de armas volverão à sementeira do solo. O ódio será expulso do mundo. Bionetas repousarão.
As máquinas não vomitarão chamas para o incêndio e para a morte, mas cuidarão pacificamente do progresso planetário. A justiça será ultrapassada pelo amor. Os filhos da fé não somente serão justos, mas bons, profundamente bons. Aprece-se constituir-se-á de alegria e louvor, e as casas de oração estarão consagradas ao trabalho sublime da Fraternidade Suprema. A pregação da lei viverá nos atos e pensamentos de todos, porque o Cordeiro de Deus será transformado, o coração de cada homem, em tabernáculo de luz eterna, em que o reino divino resplandecerá para sempre.
Emmanuel E lá numa frase Emmanuel diz assim A justiça será ultrapassada pelo amor. Ou seja, o amor tem aquele poder de ultrapassar a justiça, porque a justiça é uma lei que vem de fora para dentro. Mas o amor é a lei que está dentro, que irradia para fora, dinamizando diante da vida o verdadeiro entendimento do termo irmão. A justiça, Afonso, quando eu olho para ela e paro e penso, a justiça é limitante. O amor é libertador. A justiça, ela te amarra. Ela cria para você um limite evolutivo. Dali você não passa se você for só justiça.
E o amor, ele te liberta. É como se você fosse um passarinho que tivesse uma fita amarrada no teu pé e você voa, mas você não consegue avançar mais porque te prende. No dia que você consegue amar, essa fita é cortada e o céu é o teu limite. O horizonte é o que se apresenta para o seu voo. Depende da sua competência e do tamanho das suas asas, quão alto você vai chegar. É por aí. E o Sérgio fez uma reflexão a respeito do trabalho interno, que nós devemos fazer quando subimos o monte, recebemos as noções de justiça divina e depois descemos para fazer o encontro com a nossa tribo, com o nosso bezerro de ouro.
E muitas vezes temos que ter essa atitude enérgica. Quando o Evangelho também penetra o nosso coração, nós conseguimos fazer caminhos mais amenos nesse processo de renovação íntima também, né, Sérgio? Mas nós temos uma batalha bacana, que é a do homem velho contra o homem novo, que é um desafio significativo que cada criatura vive dentro da sua individualidade, que é realmente algo importante e que é mencionado pelo Cristo no Evangelho em diversos momentos, né? Do reino de Deus, do reino dos homens, do reino dos céus, do homem novo e do homem velho.
Isso é um ponto muito importante a ser refletido sobre ele também. Só para contextualizar aqui, então, Afonso, nós estamos na nona hora. A nona hora, ela demonstra para a gente, então, o fim do mundo primitivo e início do mundo de provas e expiação. É, nós fizemos essa correlação porque entendemos que o amor, ele inaugura didaticamente, né, claro, didaticamente, o momento do planeta de expiações e provas. Porque enquanto vigia a lei da virtude negativa, do não fazer, e vigia também o estado da lei de talião, nós estamos ainda muito primitivos, né?
Mas com inaugurar do amor, o canto do amor e a determinação no imperativo do amai-vos uns aos outros, ela define, então, uma mudança. Para nós, expiações e provas é um momento que começa na hora que Jesus discursa e vive a lei de amor. Este é um momento muito importante. E na sequência, pensando aí, nós vamos voltando, mas o quanto que Jesus consegue aglutinar corações singelos na expressão social, intelectual, mas de uma beleza de coração, de uma beleza de entendimento, de sentimentos, e inebriados vão cantar o cântico do amor.
Nós temos, depois de Jesus, três séculos consecutivos de cristianismo, genuinamente cristão, genuinamente vivencial. Três séculos onde corações cantam diante do martírio, rendendo osanas ao Criador diante do martírio. É importante a gente frisar aqui, Afonso, que essa revolução que Jesus faz, não só com o discurso, porque os apóstolos seguiam Jesus, escutavam o seu discurso, a sua doutrina, viam o seu exemplo de vida, acompanhavam os seus passos, viam os coxos andarem, os cegos serem limpos, as tempestades serem acalmadas, puderam ver tudo, no entanto, no momento derradeiro da crucificação, eles haviam sumido, desaparecido.
O que que transforma os apóstolos para esse momento? O testemunho de que a vida não cessa, que é nesse momento que a gente, porque a gente pode pegar, existe o Antigo Testamento e o Novo Testamento, e existe um momento apostolar em que os apóstolos, um momento em que os discípulos acompanham Jesus, mas existe um momento em que eles seguem o caminho que Jesus deu para eles seguirem, e esse caminho só pode ser seguido depois que eles testemunham que não há sofrimento no mundo que possa matar a verdade, que possa matar o amor, que possa impedir com que o homem seja pleno e feliz.
E quando então a gente vê Jesus na cruz, os apóstolos desaparecidos, e depois o apóstolo Paulo dizendo, olha, se nós não acreditarmos que ele ressuscitou dos mortos e que nós também ressuscitaremos, somos os mais miseráveis dos homens, esse é o discurso que faz com que esses homens agora viram e falam, meu Deus, eu quero é isso, eu quero ser bem-aventurado, agora é isso que eu quero para mim, é isso que eu quero para a minha vida. Eu não tenho mais medo de Roma, eu não tenho mais medo do Sinédrio, eu não tenho mais medo de coisa alguma, porque agora eu tenho certeza de que existe um reino de Deus que me espera.
Então, esse momento é muito importante porque é o que vai fomentar o trabalho apostólico, do cristianismo nascente, dos primeiros movimentos de atos apóstolos, dos movimentos dos cristãos. Então, vamos fazer uma análise do ponto de vista literal. Enquanto Moisés sobe no Monte Sinai e as chamas de fogo empreguem na pedra a lei, 50 dias após a morte de Jesus, a crucifixão de Jesus, os discípulos reunidos recebem as chamas, no Pentecostes, naquela festa do Pentecostes, o fogo do Espírito Santo, as línguas de fogo, que vão justamente gravar na intimidade o despertar para esse testemunho.
Então, esse é o momento marco no texto. E cada um, no seu tempo, vai também fazer essa conexão com essas labaredas, com essas chamas. É onde nós saímos do entendimento puramente intelectual e a coisa faz parte do coração. Mas, Fred, eu acho que tem uma coisa importante aí que provavelmente deve ter acontecido com esses discípulos e depois eles se tornaram apóstolos e que Leandrini, lá no livro O Problema do Ser e o Destino da Dor, no final do livro, quando ele trata da dor, e que o Leandrini faz algumas colocações muito fortes e que eu, pessoalmente, concordo com algumas coisas que são colocadas, que são didas ali, que é o seguinte, todos esses discípulos devem ter passado por uma dor e uma vergonha muito grande.
Esse foi o processo efetivo da transformação, porque foi preciso eu ver o meu mestre morrer e eu fugir do pau, vamos falar assim, eu negar por medo essa autoanálise que cada um deve ter feito depois quando encontraram Jesus ressuscitado e falar por que eu não acreditei. Isso é um processo doloroso íntimo. E lá nesse livro do Leandrini, O Problema do Ser e o Destino da Dor, ele fala do benefício da dor, do quanto a dor promove progresso, do quanto o sofrimento reajusta as suas vibrações psíquicas, ele fala isso literalmente no livro.
Então, esse processo nosso de virar apóstolo, Fred, ele não se dará se nós não movermos a nossa vontade, e o Afonso falou mais cedo aqui hoje sobre isso, e se nós não sacrificarmos efetivamente dentro de nós o homem velho. E esse sacrifício, já lhe dou a palavra, esse sacrifício é doloroso. Romper com esse passado requer realmente comprar dores muitas vezes morais, íntimas, que não são de sangrar, de cortar a carne, mas dentro do teu interior, de você se anular pra nascer num outro ser. Isso daí é um processo íntimo que cada um de nós vai ter que viver em um determinado momento, alguns em maior ou menor magnitude, mas não tem jeito de você amar o Cristo verdadeiramente se não nascer de novo.
É isso mesmo, Sérgio. No episódio da formação da mentalidade cristã, o Luiz Sérgio fez exatamente essa colocação, pegando o exemplo de Pedro. Mas o que acontece? Pegando o próprio exemplo de Pedro que o Luiz Sérgio trouxe pra gente. Depois da crucificação de Jesus, quando Pedro havia negado o Cristo três vezes, Jesus chega perto dele, vivo. Pedro, tu me amas. Quer dizer, sem esse encontro da imortalidade, essa dor não aconteceria. É verdade. Não é isso? É verdade, bem lembrado. São fases, são etapas, são ciclos. A primeira dor foi o momento do galo cantar e ele vê Jesus preso.
Aí vem todas as etapas sucessivas para o despertamento e começar a agir. É assim também conosco. Nós estamos nesse processo também. Imagina quando a gente desencarna e vai fazer a avaliação da reencarnação. Puxa vida. É outra encarnação. Deve dar vontade de morrer de novo, né? De vergonha, né? Deve dar vontade de morrer. Puts, Grila, como é que pode ter sido tão burro? Por que, meu Deus do céu, que eu não fiz? O arrependimento. E se lembrar do passado mais remoto então, hein? Aí complica mais ainda. E não tem como pegar o controle remoto.
É, esse a gente não dá conta. Não tem jeito de recombinar aqui para corrigir. É por isso que nós temos que caminhar na hora. Caminhar na hora. E a nossa hora mostra cristãos. Cristãos indo para o martírio, cantando. Isso é muito bonito. Quando coloca o momento em que começam as perseguições e ali aquelas jovens, aquelas mulheres com mau sentimento, elas sensibilizadas diante do martírio que teriam, leões e outras expressões de tortura, e elas cantavam, buscavam a conexão com as altas esferas superiores, entregavam o corpo à morte e o espírito à dinâmica do Cristo, da vida imortal que prevalece.
São três séculos de amor adubando a terra com o sangue para que, no tempo adequado, o cristianismo pudesse realmente representar aquela coroa da imortalidade para todos os filhos de Deus aqui no planeta Terra. E como é que a gente chega lá na undécima hora, Afonso? Essa nona hora, que é ainda antes da undécima hora, é só pensar porque o que aconteceu? Logo depois, no século IV, o Império Romano está sendo invadido e está sendo destruído pelos chamados bárbaros, godos, visigodos e outros povos. Nesse momento, o cristianismo, enquanto substância, enquanto sentimento, ele perde uma expressão.
E nós começamos um momento muito complexo na história da humanidade, que vão durar dez séculos, chamado Idade Média, Idade Medieval, onde parece que o pensamento e o sentimento humano, numa globalidade, principalmente na Europa, ele vai ficar como o quê? Assim, obscurecido. Então são poucas as luzes que aparecem nesses dez séculos. Ou seja, ainda nessa nona e décima hora, nós vamos encontrar coletivamente, por exemplo, na Europa, aquele povo ariano que está fundamentado ali, muito escurecido. Então nós encontramos, por exemplo, uma luz.
A luz não, um sol, considerado o sol da meia-noite. Francisco de Assis. Nasce no século XII e vai representar um ponto, digamos assim, de redefinição do pensamento, do pensamento humano, aqui na Terra. Porque logo depois de Francisco de Assis, agora já bem no mundo ocidental, nós vamos encontrar uma personalidade chamada João Hus, Jan Hus, que nasceu em Praga, na Tchecoslováquia. Espírito que, encarnado, trabalhou os primeiros pontos definidores daquilo que um outro vai fazer na frente, que é a Reforma Protestante, que Martinho Lutero vai fazer lá na Alemanha, que é a Reforma Protestante.
Vamos encontrar Joana d’Arc. Espírito de Judas Iscariotes retornando à Terra para fazer uma missão fundamental, retirar a França do domínio inglês, preparando o solo francês para a entrada da um décima hora. Protegendo o solo francês e preparando, né? Protegendo, é. Retirando de quem não devia estar ali. E preparando, porque a França, diz Humberto de Campos, é o coração da latinidade. Coração da latinidade. Estaria naquele momento ali, sendo preparada para inaugurar a um décima hora, que nós vamos falar dela daqui a pouco.
Lembrando que você falou de uma personalidade aí que é Lutero, que foi quem tirou a Bíblia das prateleiras e colocou na mão do povo. Isso é um conceito de Emmanuel, está no livro Consolador, quando ele fala a missão do protestantismo. A Bíblia, depois da morte dos cristãos, depois da entrada da Idade Média, ela foi engavetada ou colocada na prateleira e fechada. E aí, Martinho Lutero encarna com a missão de tirar a Bíblia da prateleira. E usou a imprensa de Gutenberg para imprimir o primeiro livro na imprensa. A imprensa tinha sido inventada por Gutenberg, já tinha 20 anos, 20 e poucos anos, e ela tinha sido usada para imprimir alguns panfletos, alguma coisa, mas livro não.
Então, Lutero traduz para o alemão a Bíblia e coloca a imprensa, utilizando então a imprensa para fazer o livro e coloca na mão do povo. E todos vão ter acesso agora às letras do Velho e do Novo Testamento, diretamente na fonte. Isso é um marco importante. E juntamente com isso, está acontecendo no mundo, uma equipe intensa de espíritos abnegados vem à Terra, coordenada pelo espírito Leonardo da Vinci. E vão patrocinar o renascimento da arte, da cultura, do intelecto. Vão trazer um pensamento novo, um refrigério. E ao mesmo tempo, Jesus está permitindo o homem viajar os mares do Ocidente, atravessando o Oceano Atlântico e chegando à América.
Uma nova possibilidade de nação, de terras, de processo evolutivo. É o mundo novo surgindo, século XVI, ou seja, este momento de ápice da hora nona e décima, preparando para a última hora, a hora um décima, ele está fervilhando, apesar da Idade Medieval, que termina com o Renascimento, no século XV termina a Idade Medieval, abre um panorama novo de evolução, ou para a evolução do espírito humano aqui na Terra. E complementando o que o Afonso está colocando para a gente, no Acaminho da Luz, nós vamos ver esses relatos sendo feitos e lembrando gente, que essa época de trevas que a humanidade viveu, realmente da Idade Média, ela tem tudo a ver com a organização trevosa que se estabelece para combater o Cristianismo.
Uma vez que Cristo reencarna e com a sua luz no orbe, realmente, vamos dizer assim, expulsa do entorno, daquelas cercanias, os espíritos menos felizes, com o seu desencarne e com o desencarne dos apóstolos e aqueles que foram os precursores daquele movimento, organiza-se no plano espiritual, a espiritualidade menos feliz, para que o combate seja estabelecido. E nós entramos realmente no período de muita dificuldade até o advento do século XVI, final do século XV, início do século XVI, que começa a ser com navegações e todo esse movimento no século XV do Renascimento, que se resgata, e Emmanuel coloca isso para nós com muita tranquilidade, os valores das nações, sendo que os antigos fenícios vão reencarnar na Península Ibérica, ali na Espanha e em Portugal, os gregos vão reencarnar na Grécia, na França, como bem colocado, e os romanos vão encarnar na Inglaterra.
E os espartanos na Alemanha. E os espartanos na Alemanha, todos os espartanos na Alemanha. E é interessante, quando a gente olha essa questão da França, que o Afonso mencionou, que aqui naquela época da Revolução Francesa, nós vamos ver a quantidade de filósofos encarnados e assim, vivendo ao mesmo tempo, extraordinária. Montesquieu, Rousseau, Voltaire, Conte, Descartes, todos eles foram contemporâneos, esses caras se conheceram, e cada um deles fez um trabalho extraordinário na área da filosofia. Descartes foi um cara fundamental, Conte a mesma coisa, Montesquieu, Rousseau, Voltaire, todos esses caras foram muito relevantes, resgatando os antigos pensadores gregos, encarnados ali na Grécia, e a Inglaterra, retratando aquilo que você falou pra nós um pouquinho mais cedo, Afonso, da característica bastante destacada que os romanos tinham, porque se a gente lembrar, o Império Romano era, na verdade, uma república.
Havia o Senado Romano. Emmanuel foi um senador. E a monarquia inglesa inaugura o parlamentarismo, que era um sistema de poder absolutamente único. Não tinha ninguém na Europa, um monarca com uma câmara de comuns lá, que eram os lordes, que compartilhavam com a Rainha Elizabeth, inclusive, a Rainha da Inglaterra, aquele poder. Então, é realmente uma cópia, na Inglaterra, do que era o sistema político romano. E a justiça saxônica, langosaxônica, principalmente na Inglaterra, ela é muito baseada no direito romano. É realmente um retrato bastante fiel disso daí.
E aí nós vamos ver o que vai acontecer? A Inglaterra faz um império tão grande quanto o Império Romano dentro do mundo conhecido na sua época. Era um império onde o sol não se punha, que era chamado Império Britânico naquela época. E a gente vê que as coisas se repetem. A gente, no último podcast, falou de reencarnação, das questões de vidas que se sucedem, das repetições dos fatos. As nações também têm o seu caráter de ciclos, que são revividos dentro das necessidades que a evolução imprime a cada povo. Eu não achava isso nesse programa.
Meus amigos, eu não estou participando desse episódio do Poder Ser, mas estou voltando. No próximo nós estaremos aí presentes. Estávamos de férias, nós estamos voltando e não estou deixando de ouvir também. Estou acompanhando tudo e gostando demais. Um abraço para todos os ouvintes. No próximo Poder Ser, se Deus o permitir, nós vamos estar junto com essa equipe, com esse grupo maravilhoso, trocando experiências e aprendendo com essa revelação espiritual que está nas nossas mãos e que a Doutrina Espírita nos presenteou.
Um abraço para todos.
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.
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