#023 – Estudo do Velho Testamento – Livro Salmos

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Neste episódio, Haroldo Dutra Dias e equipe concluem o estudo do Livro dos Salmos, com uma reflexão especial sobre o Salmo 90, à luz da Doutrina Espírita. O estudo aborda a importância da esperança em tempos de incerteza e a compreensão da Providência Divina, preparando o terreno para os desafios e aprendizados do próximo ano.

O que é estudado neste episódio

  • Salmo 90: O estudo se aprofunda no Salmo 90, que aborda a esperança e a figura de Deus como refúgio em meio às mudanças da vida.
  • A Providência Divina: A discussão central gira em torno da Providência Divina, conforme explicado no Livro “A Gênese” de Allan Kardec, especialmente no capítulo 2, que trata de Deus.
  • Deus como Refúgio: A equipe explora a contribuição do Espiritismo para a compreensão de Deus como um refúgio, um Deus mais próximo e presente, que caminha junto com suas criaturas.
  • A Natureza de Deus: São abordadas as limitações humanas para compreender a natureza íntima de Deus e como o raciocínio pode nos levar a reconhecer Seus atributos.
  • Ação Divina nas Mínimas Coisas: É discutido como Deus preside até as mínimas coisas da vida, desmistificando a ideia de um Deus distante que apenas estabeleceu leis gerais.
  • O Fluido Cósmico e o Pensamento Divino: A equipe explora a ideia de que o pensamento divino flui incessantemente no universo através do fluido cósmico, sendo a própria lei que rege tudo.
  • Evolução por Amor ou pela Dor: A parábola das árvores no jardim de Deus é utilizada para ilustrar as consequências das escolhas humanas e os caminhos da evolução.

Reflexões

  • A Doutrina Espírita nos convida a uma compreensão de Deus como um ser ilimitado e infinito, cuja solicitude e pensamento animam incessantemente toda a criação, desmistificando a ideia de um Deus humanizado e distante.
  • A lei divina não é uma entidade separada de Deus, mas sim o próprio pensamento do Criador atuando de forma inteligente e permanente no universo, mantendo a harmonia em tudo.
  • A esperança, a fé e a coragem devem ser cultivadas no “agora”, pois o caminho do amor, com o jugo mais suave e o fardo mais leve, é uma escolha presente, e Deus jamais abandona seus filhos, independentemente de suas escolhas.

Ler transcrição do episódio

Bom dia! Bom dia! Olá, amigos, bom dia! Nosso estudo de Salmos, o último do ano de 2024, damos as boas-vindas, seja bem-vindo, Júlio, seja bem-vindo, Haroldo. Eleonora, Júlio, bom dia pra todos. Que maravilha, hein? A gente não podia terminar o ano sem essa celebração dos Salmos, né? De jeito nenhum, né, Haroldo? E… E muito especial para nós todos, porque ela inicia também uma nova temporada que agora nós vamos estar com o Aroldo fora. Nós somos internacional. O problema do ser é que a gente leva muito a sério o texto bíblico, né?

E aí começa a querer viver na prática mesmo, essa coisa de peregrino, peregrinar em várias terras, né? É… E aí a gente vai aprendendo que esses laços independem do lugar físico que nós estamos, porque nós já estávamos conectados em vários pontos do Brasil, agora do Brasil e do mundo. Então, quem sabe daqui a pouco, na próxima, a gente vai estar em vários planetas, já pensou? Exato. Isso é uma coisa bonita, não é, Leonor? Na Bíblia hebraica, o povo hebreu é chamado de o irmão mais velho. É o irmão mais velho. O irmão mais velho, geralmente, é aquele que vive as experiências primeiro, porque ele passa pela adolescência primeiro do que os outros irmãos mais novos.

Ele chega na idade adulta primeiro do que os irmãos mais novos. É natural isso. E o povo hebreu se espalhou pelo mundo inteiro. Depois da diáspora, foram para todos os continentes, para todos os países, as línguas mais diferentes, tiveram que ir, mas mantiveram acesa a fé judaica, a tradição de leitura e interpretação do texto bíblico, a tradição de se alimentar espiritualmente do conteúdo desse texto e, mais bonito de tudo, a tradição de construírem, mesmo antes de existir internet e tudo isso, de construir uma comunidade conectada e unida.

Eu acho que isso é inevitável. Até para o progresso da terceira revelação, ela seguir certos padrões, certos parâmetros da primeira revelação e da segunda revelação. Não tem como, porque nós somos trabalhadores da última hora, mas nós não somos privilegiados. Não há privilégio gratuito na lei divina. Então, a gente tem que viver. Eu acho que nós, espíritas, vamos ter que nos acostumar com isso. É, a gente não sabe, né, os propósitos que te levaram, né, a mudar de país, a esse novo propósito, né, desafio, mas a gente tem que dizer que estamos aqui, tal qual a casa do caminho, né, sempre que quiser voltar, os elos de conexão, a gente está sempre junto e vibrando, né, pelo propósito e vibrando pelo trabalho, os planos divinos, né, o nosso Paulo, né, peregrinando em novos mundos.

Uma característica do ser, desde sempre, é que essa distância geográfica nunca foi distância para nós. Você vê que muitas pessoas, às vezes, nem sabem que a Leonora está no Paraná. E por mais que eu esteja muito com o Arudo em muitas atividades, eles me perguntam sempre, mas você mora onde? Porque essa coisa de sermos todos de um só local, não acontece aqui, a gente se fala com tanta frequência e trabalha de forma tão constante que o espaço e o tempo para nós é muito relativo à obra. E num tempo, né, Júlio, e num tempo que isso nem era tão normal, porque a pandemia que tornou isso normal, mas no ser há dez anos que eu trabalho online, né?

A gente se conversa e está sempre junto e se encontra também, mas desde 2014, né, que a gente trabalha junto e estamos vir a ser sendo juntos. O Haroldo, durante todo esse período, né, desde quando ele apareceu, né, porque o Haroldo para mim é desde antes de Haroldo, né? De Haroldo Dutra Dias, né, vamos dizer assim. Mas, assim, desde sempre ele esteve peregrinando, já fazendo esse trabalho fora. Eu acho que chega num momento em que a vida traz para a gente a experiência que é preciso para que a gente alce um novo patamar, né?

E acho que nós todos vamos crescer muito, né? É uma experiência muito rica que ele vai viver lá. Eu costumo dizer para as pessoas que para mim, não tem como eu calcular o que vai acontecer com o Arudo fora do país, no nível de imersão que ele vai entrar agora. Mas que eu tenho certeza que não vai ser nada diferente da direção que ele sempre colocou para a vida dele, que é uma dedicação ao conhecimento e à religiosidade, à espiritualidade. Exato. E aprender sobre uma cultura numa imersão, né, Haroldo? Isso traz para nós uma maturidade até para falar com mais profundidade para esses povos, para essas pessoas e tal.

E eu estou super otimista, né? E sem contar que ele prometeu que agora vai ter mais tempo. Tempo vai, né? Mas o fuso horário, às vezes… É. Tem que fazer os ajustezinhos, né? Mas é isso. Mas para hoje, eu pedi ao Arouda e a Eleonora para a gente fazer um episódio de fechamento de ano, com vistas a 2025, pedir a eles que a gente antecipasse um salmo que está mais lá para frente, vamos dizer, até para deixar um gostinho para o estudo que virá, que eu achei que tinha muito a ver com a proposta que… É de um início de ano, né, Haroldo?

O que você achou? Ah, eu gostei muito, né? Antecipar o salmo não é bem a palavra, né, Leonora? Nós vamos estudá-lo no devido momento, né? Mas assim, é bonito também, porque os salmos estão interconectados, é como se fosse uma coxa, uma costura, um crochê, um tricô, em que tudo se conecta, né? Então, não dá pra gente imaginar que um salmo está desconectado dos outros, porque eles estão falando da mesma coisa. Mas eu acho bonito esse salmo, porque a Eleonora tem falado isso, que tem surgido um tema para o ano que vem, parece que até o Papa puxou esse tema também, que é o tema da esperança.

A gente vive num mundo com muitos desafios, com muitas incertezas. Incerteza não é uma coisa agradável para nós encarnados. Eu acho que é uma das grandes vicissitudes de você estar encarnado, é a incerteza. A incerteza da morte, a incerteza da doença, a incerteza da dificuldade, de qual prova, de qual expiação que vai chegar na sua vida, essas incertezas fazem parte do nosso círculo de aprendizado. A gente encarna para isso. Você quer ter certeza, certeza, vira espírito puro, que aí você tem certezas. Mas, até lá, nós somos seres mergulhados na incerteza.

Porque é a incerteza que vai desenvolver nossa fé, é a incerteza que vai treinar nossa coragem, e é a incerteza que vai acender a luz da esperança. E o Salmo 90 fala da esperança, né? O que vocês acham? Eu pensei nisso. É isso aí. Eleonora, está com o tema da esperança afiada, hein? Estou com o tema da esperança, a gente está esse ano concluindo o advento, agora com mais de 1.500 participantes, a gente acha muito importante esse mês, a gente está falando de esperança, que é Jesus, ele nascendo, então a gente envolvido nessa energia, essa vibração, o livro, o da esperança, ele abre com dois prefácios, o primeiro é trazendo…

o nascimento, como a esperança no planeta Terra, e a gente se prepara em 2025 para um vir a ser com o tema esperança. Eu acho que é um tema que nos acalenta o coração, como o Haroldo falou, nesse momento de tantas incertezas, é um tema que acende essa luz espiritual, espiritual de que o futuro é que ninguém está só né que ninguém está só nós temos os nossos amigos encarnados mas nós temos uma de espíritos que comandam o planeta que comandam os países que vibram pelas nossas vidas pelos nossos locais de trabalho então é eu acho que a esperança, ela nos conecta com Deus, mas nos conecta com toda essa espiritualidade, né, que vibra e que sustenta os nossos caminhos.

Eu acho que é essa luz que a gente procura para 2025. É isso mesmo. E a mensagem do Salmo, né? E aí, eu acho que dá para trazer algumas coisas, né? Porque o Salmo, vocês querem pensar alguma coisinha do Salmo 90? Vamos sim. Tem? Porque tem uns trechinhos aí. Começa e traz para a gente alguma coisa, porque eu juro que tinha separado a parte de que Deus é refúgio em meio às mudanças da vida. Eu acho que isso é uma coisa legal para a gente trabalhar aqui, à luz do Espiritismo. Quer dizer, qual que é a contribuição que o Espiritismo traz…

para essa ideia de que Deus é um refúgio em meio às mudanças da vida. Porque nós já sabemos qual é a interpretação dos protestantes, dos católicos e dos próprios judeus. O que que o Espiritismo poderia acrescentar nisso? Deus é um refúgio em meio às mudanças da vida. Então, eu tenho tentado treinar a minha reflexão para descobrir o que que é original no Espiritismo, porque Eu vejo hoje como um grande festival de pizza, de torta. Cada um leva o seu prato, cada um leva a sua contribuição. Qual é a contribuição da doutrina espírita?

Para a gente reforçar a fé. Eu acho que a contribuição da doutrina é a apresentação de um Deus mais próximo de nós, Arudo. É um Deus… E a própria presença do Cristo como essa imagem de Deus que a gente se aproxima do Pai, é de um… mais ampla. Eu acho que a doutrina nos traz uma amplitude nesse aspecto. Mas agora, como refúgio, a gente tem que trabalhar, né? É. Eu adorei essa ideia de proximidade, né, Leonora? Essa ideia de proximidade. Um Deus mais próximo, mais presente. Essa ideia é muito boa. Porque o Haroldo, eu lembro que ele não fez a criação e sumiu, né?

Colocou ali… as leis e deixou que nós nos virássemos nessa causa e efeito e expiação. Mas é um Deus que caminha junto com nós, né? Está presente nessa caminhada. E eu acho que a doutrina espírita traz isso. E Jesus como essa… como essa porta. E eu acho que o espiritismo é a chave, como Kardec trouxe, é a chave que traz a explicação para esses conhecimentos que às vezes ficaram em símbolos, que às vezes ficaram presos em ógimas, mas eu acho que tudo isso que foi, que os judeus trouxeram, o cristianismo trouxe, como símbolos mesmo fortes, a menorar, como uma luz.

Aí a gente pensa, né, essa luz espiritual, aí Kardec traz que Jesus é o sol que brilha, né? Então eu acho que a gente traz essa questão mais sutil, espiritual e que nos conecta espiritualmente com Jesus e com Deus. Eu sinto muito assim também como o Júlio falou, né? Essa proximidade, a conexão, esse Cristo que… Está conosco como o fundador, organizador, mas que está conosco aqui presente, né? A gente estava conversando sobre o livro O Brasil, né? E as mensagens, sempre Ismael quando conversa com Jesus, né? As coisas, elas vão meio que acontecendo, a Ismael…

vai lá e conversa com ele. Então, quer dizer que não está só, né, Ismael como protetor do nosso planeta. É, sim. Mas, assim, Eleonora, eu estava pensando na ideia de, assim, qual que é a contribuição que o Espiritismo traz para a compreensão de Deus, né? Porque, veja… Jesus é o governador, tem Ismael, tem os Espíritos, mas a gente não pode colocá-los na frente de Deus. Quem sustenta a criação é Deus. Essa é uma crítica que os nossos irmãos evangélicos, católicos e judeus fazem a nós, espíritas, que a gente coloca os Espíritos acima de Deus.

Então, o que eu acho legal aqui? Tem no livro A Gênese, Olha que interessante isso, né? No livro A Gênese, o Kardec escreveu o capítulo 1, Que chama Caráter da Revelação Espírita. Olha que interessante! Ele vai falar por que que o Espiritismo é uma revelação e, em sendo uma revelação divina, qual que é o caráter dessa revelação? Qual que é a característica dessa revelação? E, aí, no capítulo 2, o capítulo 2 é sobre Deus. Olha que interessante! O capítulo 2 é sobre Deus. Eu acho que tem tudo a ver com o Salmo 90. E aí, ele divide assim, existência de Deus, da natureza divina, a providência, a visão de Deus.

Olha que interessante, Leonor. Existência de Deus, da natureza divina, a providência divina, que vem de prover, de cuidar, de ser refúgio, de estar presente e a visão de Deus. Deus olhando, vendo, observando. Aí, olha que interessante. Eu vou um pouquinho aqui, se vocês me permitem. Ó, 75. Eu estou acompanhando aqui os comentários do pessoal, vou ver se eu vou separando algumas coisas depois para a gente trazer. Tá. Aí, ele… Ele começa, eu vou só trazer isso aqui, porque o Júlio gosta desse tema, Eleonor. Eu vou trazer.

Da natureza divina, item 8. Não é dado ao homem sondar a natureza íntima de Deus. Ponto. Ponto. Não é dado ao homem sondar a natureza íntima de Deus. Para compreendê-lo, ainda nos falta o sentido próprio, que só se adquire por meio da completa depuração do Espírito. Isso é importante para a gente porque não, olha, não adianta a gente acreditar que o sentido necessário para compreender a natureza divina é o intelecto. Não é o intelecto. Que o sentido necessário para compreender a natureza divina é o sentimento. Não é.

Porque o que Kardec está dizendo? Nós não temos ainda esse sentido. Esse sentido vai ser adquirido com a completa depuração do Espírito. Mas, olha que bonito, se não se pode penetrar na essência de Deus, o homem, desde que aceite a premissa da sua existência, pode, pelo raciocínio, chegar a reconhecer-lhe os atributos necessários. Porque, vendo o que ele absolutamente não pode ser, sem deixar de ser Deus, deduz o que ele deve ser. Então, a gente a gente supõe, ó, Deus não pode ser mau, Deus não pode ser 90% bom, Ele só pode ser absolutamente bom.

Olha que interessante, não é? O raciocínio do Kardec. Mas, eu não queria ficar aqui. Eu queria ficar aqui, no próximo item, que é o item 20, o próximo item, sim, que ele dividiu lá no capítulo. A providência. Olha que interessante agora, que eu acho que isso aqui, Eleonora, é a contribuição do Espiritismo para a compreensão do texto bíblico. A grande contribuição, a grande contribuição. Olha aqui. A providência é a solicitude de Deus para com as suas criaturas. Então, olha que coisa linda, Deus é solícito, ou seja, Ele está disponível para as criaturas, Ele atende, mas, assim, Ele não atende com má vontade, não, Ele atende e atende bem, Ele atende e atende muito.

Ele é solícito. Então o solícito lembra aquela mãe cercando o bebê. A imagem de solicitude que me vem é de uma mãezinha, né? Ela está sempre ali. Ela atende, ela cuida. Deus é solícito com as suas criaturas. Eu procurei aqui, né? Demonstração de interesse, de atenção a cumprir da melhor forma possível um pedido ou uma solicitação. Diligência, esmero e zelo. O significado de solicitude. Diligência, esmero e… Interesse. E zelo, né? Esmero e zelo. Isso. E zelo. Quer dizer, zeloso, né? A gente tem vários textos que falam que Deus é zeloso.

Às vezes, a tradução equivocada coloca ciumento. Não é ciumento, é zeloso. Ele é zeloso, ele é cuidadoso. E o Kardec está repetindo isso. A providência é a solicitude de Deus para com as suas criaturas. Agora, olha que interessante. Ele, Deus, está em toda parte. Tudo vê, a tudo preside. Mesmo as coisas mais mínimas, é nisto que consiste a ação providencial. Mas, os hebreus falam isso, os católicos falam isso, os evangélicos falam isso. Como? Como? A doutrina espírita vem explicar como. Como? Como que Deus preside as mínimas coisas da nossa vida?

As mínimas. As mínimas. Olha isso! Como? E, aí, Kardec faz uma provocação. Ele diz que existe uma interrogação dos incrédulos. Eles perguntam assim como pode Deus tão grande, tão poderoso, tão superior a tudo imiscuir-se em pormenores ínfimos? Preocupar-se com os menores atos e os menores pensamentos de cada indivíduo. Como é que pode? Ele é tão grandioso. Aí, esta interrogação, que a si mesmo dirige um incrédulo, concluindo por dizer que, admitida a existência de Deus, só se pode admitir, quanto à sua ação, que ela se exerça sobre as leis gerais do universo.

Que este funcione de toda a eternidade em virtude dessas leis as quais toda criatura se acha submetida na esfera de suas atividades, sem que haja necessidade de intervenção incessante da providência. Agora, o que que Kardec está dizendo? Isso é pensamento de quem não tem fé. Mas, por incrível que pareça, é o que a gente mais ouve dentro das casas espíritas, que existe uma lei divina que está regendo o universo e que Deus não tem necessidade de ficar preocupando com pormenores da sua vida. Mas, esse não é o ensino dos Espíritos, isso não é doutrina espírita, isso está errado.

Kardec fala que só pensa assim quem é incrédulo, quem não tem fé. Aqui que está o desafio e é o que a gente mais ouve. Eu já ouvi centenas de palestras, que falaram assim, não, a lei divina que rege o universo. Que lei divina que rege o universo? Que lei? Que personagem? Nós estamos personificando a lei divina, como se a lei divina fosse uma pessoa. Que história é essa? Aí, veio Kardec, olha, no estado de inferioridade em que ainda se encontram, Os homens só podem muito dificilmente compreender que Deus seja infinito.

Eles se veem limitados e circunscritos e imaginam Deus também circunscrito e limitado. Eu olho para mim, eu falo, minha mão, eu sou limitado. Então, Deus também é. Deus também é. Imaginando o circunscrito, figuram no infinito. Quer dizer, imaginam Deus como eles mesmos, com traços humanos, desculpa, a imagem e semelhança deles. Então, a gente imagina Deus como nossa imagem e semelhança. Os quadros em que vemos Deus com traços humanos não contribuem para corrigir esse erro no espírito das massas. Que em Deus adoram mais a forma que o pensamento.

Para a maioria das pessoas, ele é um soberano poderoso, sentado num trono inacessível e perdido na imensidade dos céus. Tendo restritas suas faculdades e percepções, não compreendem que Deus possa, que Deus possa e que ele se digne de intervir diretamente nas pequeninas coisas. Então, é o Deus humanizado. Eleonora, infelizmente, 90% dos religiosos leem os Salmos, leem a Bíblia com esse pensamento de um Deus humanizado, um Deus circunscrito, um Deus limitado. E aí, eu pergunto, como que esse Deus pode ser o refúgio em meio às mudanças da vida?

Como? Por isso que a gente perde a fé. Por isso que a gente perde a fé. Não é, Júlio? Hoje de manhã, nosso amigo Luiz Henrique me ligou. Ele tem uma casinha que ele chama carinhosamente de Paraizão. E aí ele me ligou de lá. E falando muitas coisas a respeito do mundo de hoje. E aí, dessa conversa, cheguei numa fala com ele dessa. Assim que, apesar de eu saber, ainda estou procurando sentir… que as coisas estão tratando, as experiências que nós vivemos, elas estão tratando do nosso relacionamento com Deus. Elas estão tratando exatamente de como a gente se relaciona com esse Deus.

E quando a gente se relaciona mal com esse Deus, fatalmente as coisas não vão muito bem na nossa vida. Porque quando ele é limitado, dessa maneira como você está falando… Cara, a coisa fica bem limitada para a gente também, vai ficando mais apertada. E aí eu falo assim, não sei, eu não sinto ainda, eu queria sentir, mas saber eu já sei que tudo se trata… do nosso relacionamento com Deus. Tudo se trata desse relacionamento com Deus equivocado, que gera em nós muita culpa, que gera em nós muitos problemas e dificuldades com a gente, com o outro.

Mas eu não sei bem, também acho difícil a gente falar para um ser humano, dentro da sua limitação, e não imaginar Deus com alguma com alguma característica humana fica perdido né ele tem alguma coisa da melhor pessoa que a gente conhece a gente seja de Jesus seja que for ele tem algo dessa dessa dessa dessa dessa desse arquétipo né mas é muito mais do que isso aí você perguntou qual lei eu falar lei de amor mas a gente não sabe muito bem como é que essa lei de amor Qual é a lei que está regindo aí tudo? É a lei de amor.

O fato é que aí é sondar Deus profundamente em algo que a gente não consegue. A gente não consegue sondar profundamente o amor de Deus, porque ele é insondável. Ele é percebido… nas comezinhas coisas. Porque uns percebem o amor de Deus nas coisas materiais. Ou seja, ganhou uma coisa, conquistou um negócio. Até um negócio mal feito, ele vê a presença de Deus. Ou seja, ele passa alguém para trás e fala que Deus ajudou. Então, essa questão aí é o desafio para a gente. Porque, Nerodo, se o Deus for um Deus distorcido…

e for nele que eu for me refugiar, a gente se refugia num Deus vingativo, se refugia num Deus impassível, né? Não sei. Acho que é por isso que muito se faz de equívoco em nome de Deus, né? Eu fiquei pensando nisso, o significado da palavra, quando você falou lá, né, que o amigo ligou e estava falando de um refúgio, aí eu fiquei pensando, né, Natal, essa época de festas, para onde a gente vai, né, para onde a gente se sente feliz, onde a gente se sente acolhido, as nossas famílias, ou vai para a casa da mãe, ou vai para a casa dos pais, eu acho que esse tem o sentimento de local que nos acolhe, de refúgio, fiquei pensando nisso, quando fala que Deus é esse refúgio, e a gente criou por tantos milênios, essa imagem de que Deus criou e deixou essa criação em leis, eu penso que a gente não pensa esse lugar…

como um refúgio, né? A gente pensa em outros locais, né? Então a gente fica pensando, a gente vai falar das coisas que a gente ainda não conhece, porque falta esse sentido, como o Haroldo falou, mas tem coisas que a gente conhece, a gente sabe os locais que a gente quer fugir, ou espiritualmente, ou até essa época, como está falando, de festas e de férias, os locais que são o nosso refúgio, a nossa acolhida, E entendo também que o grande tema bíblico, que o grande tema da nossa encarnação é essa relação com Deus, sim.

Essa aliança homem-Deus, porque Deus ama, porque Deus procura o homem. Então agora, desde Adão, como a gente estudou lá em Gênesis, a gente tem grandes episódios que o Haroldo comentou, esse tema em que o homem fugiu, Desse relacionamento com Deus, né? Por ter feito um pecado ou por ter sentido essa culpa, né? A gente fugiu. E agora eu acho que a gente está… nesse momento espiritual de buscar Deus e encontrar nele esse refúgio. Mas também tenho dúvida se hoje é nele que a gente encontra. Eu acho que a gente encontra, sim, ainda em pessoas, ainda em situações, ainda em casas.

Eu acho que esse é o nosso aprendizado. É por isso, Eleonora, que a gente está trazendo essa reflexão aqui. Porque o que o Kardec está escrevendo, creio eu, esse item providência aqui no livro a Gênesis porque ele está educando o pensamento religioso, educando o nosso pensamento religioso. Então, por isso que eu quero voltar aqui. O que que ele está dizendo? Ele está dizendo o seguinte, se nós imaginamos Deus, qual que qual que é a imagem que nós fazemos de Deus? Se nós imaginamos Deus semelhante a um ser humano, Isso significa que Deus é circunscrito e limitado.

Se ele é circunscrito e limitado, ele não cuida de tudo, ele não vai dar conta de cuidar de tudo. Então, ele vai delegar para outras pessoas cuidarem, ele vai delegar para outras pessoas tomarem conta. Mas, essas outras pessoas não são Deus. Então, começa essa ideia de que de que eu preciso fazer uma oração, de que eu preciso agradar, de que eu preciso ser um privilegiado, porque, em meio àquela multidão, eu tenho um atendimento preferencial. Percebe? Quer dizer, esse é o pensamento que está impregnado nas demais escolas religiosas.

Eu tenho que adular Deus, eu tenho que adular Deus para que eu tenha um atendimento VIP, porque, no atendimento comum, é como se fosse o SUS. Vai demorar muito, não dá para ver todo mundo. Então, o que ele está trazendo aqui? Não, não, não compare Deus a um ser humano. Deus é ilimitado, Ele é infinito. E aí, ele traz um raciocínio que eu acho que é o grande ponto que vai nos ajudar a construir a nossa relação com Deus. Olha o que ele vai dizer aqui. Suponhamos um fluido bastante sutil para penetrar todos os corpos.

Se ele for sem inteligência, esse fluido atua mecanicamente, apenas por meio das forças materiais. Porém, se imaginarmos esse fluido dotado de inteligência, de faculdades perceptivas e sensitivas, ele não atuará às cegas, mas com discernimento, com vontade e liberdade verá, ouvirá e sentirá. É aqui que eu gostaria de chamar a atenção, porque, veja qual que é a mudança aqui, veja qual que é a mudança. Deus não tem olhinho, não tem orelha, não tem boquinha, não tem nada disso. Ele está se manifestando, nós não sabemos quem ele é, ok?

Nós não sabemos. Mas, ele se manifesta nesse fluido. Então, qual que é a imagem mais, qual que é a imagem mais fácil para a gente entender Deus? O oceano, o mar, o próprio mar, a própria água do mar, a própria água do mar. E nós mergulhados nesse oceano. Então, essa imagem, ela é muito forte, não é? Ela é muito forte, por quê? Ao contrário do mar, porque o mar é mecânico, está lá os átomos, aquilo é mecânico. O que ele está dizendo? Não! Imagina um oceano dotado de inteligência, de sentimento, de percepção, de vontade.

Então, ele percebe, ele vê e ele age. Isso é tão forte, ô Júlio, Eleonor, que o Kardec escreveu lá no capítulo 18 da Gênesis, do próprio livro da Gênesis, item 3. Olha o que ele escreveu. Do fato do progresso ser inevitável, porque é da natureza, é da natureza, o movimento progressivo da humanidade, não se segue que Deus seja indiferente a ele e que depois de ter estabelecido as leis… Deus tenha se recolhido na inatividade, deixando que as coisas caminhem por si sós. Olha o que Kardec está dizendo, isso está errado, mas, infelizmente, 95% dos Espíritas pensam assim.

Olha o que Kardec vai dizer, sem dúvida, suas leis são eternas e imutáveis, mas somente porque a própria vontade de Deus é eterna e constante. E porque o seu pensamento anima, sem interrupção, todas as coisas. Então, o que é a lei divina? A lei divina é o pensamento de Deus atuando permanentemente na criação. A lei é Deus. A lei não é Deus e a lei divina. Não. A lei divina é o próprio pensamento do Criador atuando no fluido cósmico. Esse pensamento que em tudo penetra é a força inteligente e permanente que mantém a harmonia em tudo.

Então, o que é a lei divina? É o pensamento de Deus. Isso aqui dá um seminário. Eu sugiro que a gente tenha um episódio só para falar isso aqui. Capítulo 18, item 3 do Livro à Gênesis. A lei divina, porque, por que eu sugiro um episódio? Porque é a introdução para a árvore da vida. A árvore da vida fala das emanações do pensamento de Deus. O pensamento de Deus emana e quando ele emana, o arquivo vai sendo, o arquivo está zipado. Aí o arquivo vai sendo descompactado em fases. Cada fase de descompactação do arquivo é uma esfera da árvore da vida, uma sefirote.

Vocês ficaram tão calados agora que eu… Não, não, não. Muita coisa na nossa cabeça. Fiquei pensando assim, né? Eu acho que complicou. É. Vocês ficaram com a cara de espanto agora. Jesus amado. Espantado, mas… Eu vou dar uma vinda, quem quer falar? Mas, Leonora, Júlio, vocês entenderam o que é? A gente imagina uma lei como uma outra coisa diferente de Deus. Não! O pensamento divino flui incessantemente no universo através do fluido cósmico. O pensamento dele flui. E esse fluxo do pensamento divino é a lei. A lei é ele.

A lei é ele. A lei é Deus. Mas veja, o pensamento dele é perfeito. O pensamento dele é inteligência suprema. O pensamento dele é amor infinito. O pensamento dele é bondade infinita. É pureza infinita. E é esse pensamento que regula, a cada bilionésimo de segundos, todo o universo. Entenderam? Olha o que Kardec está dizendo. Olha lá, Eleonora. Esse pensamento que em tudo penetra é a força inteligente e permanente que mantém a harmonia em tudo. Então, agora, o que que é bonito aqui? O que que é bonito aqui? É por isso que a gente suplica a Deus, por isso que a gente pede a Ele alguma coisa.

A gente pede para que o pensamento Dele solucione. Só que a gente tem uma ideia mágica. A gente tem uma ideia mágica de que Deus faz mágica. Não. Por que ele não faz mágica? Porque ele não gosta de fazer. Se ele quiser, ele faz, mas ele não gosta de fazer. Por quê? Porque o pensamento dele estabelece que tudo tem que ser feito em harmonia, tudo tem que estar conectado, tem regras. Tem as fases, né? Tem ordem. Quem que estabeleceu essa ordem? Ele! Ele! É ele! É ele! É ele! Então, o que nós temos que entender? Se Deus sair da criação, a criação acaba.

Se o pensamento divino se afastar da criação, acaba, apaga. É como se acabasse a luz, acabou a energia. Faz mais sentido? Então, Kardec está dizendo assim, para de pensar que existe uma lei que o universo é automático. Não! Não é isso que a gente quer dizer. O que a gente está querendo dizer com lei divina é o próprio pensamento de Deus governando o universo. Por isso que ele fala da providência divina, que a providência divina é a solicitude do próprio Deus. É o próprio deus cuidando das criaturas e pra ele não tem diferença se a coisa é pequena ou se a coisa é grande porque nós estamos mergulhados no fluido não interessa não interessa se o que você está fazendo é pequeno ou é grande Tudo o que você faz e o que você pensa, tudo o que você pensa, até porque a sua matéria mental é modificação do fluido cósmico dele.

Então, até para pensar, você precisa do fluido cósmico. Até para pensar, você precisa do fluido cósmico. Isso é radical, gente. Leonora, você vai primeiro ou eu? Vai primeiro. Não, é… Nem quero interromper esse fluxo de pensamento todo, porque acho que a gente tem que… Eu ia comentar que isso tem que ser dito sim, a gente tem que… Acho até que poderia ser uma pauta, sabe, do Haroldo, ele falar isso muito, e falar em muitos meios, em muitas pessoas, porque isso realmente muda tudo, e muda muito mais do que a gente entender é nós sentirmos isso.

Sentir esse oceano, sentir essa presença de Deus, porque eu acho que a solidão, eu acho que esse desânimo, eu acho que essa depressão é a gente sentir que não faz parte, né? Sentir que está sozinho, sentir que Deus não está vendo, sentir que Deus não está sentindo, né? Eu acho que essa dor que nós estamos sentindo, essa solidão, Disso que o Haroldo falou, né? De não se sentir parte desse todo. Então, quando fala em oceano, quando fala esse amor agindo no pequeno e no muito, não importa se você vai ao templo ou não, se faz oração ou não, mas Deus está ali, acho que muda tudo, né?

Então, acho que tem que ser falado sim, acho que tem que ser falado muito mais do que a gente entender e a cabeça fazer assim, nossa, fez sentido, fez sentido, mas eu acho que dentro de nós isso tem que fazer sentido, sabe? Dentro do nosso ser. É porque aqui, Eleonora, nós estamos trazendo isso aqui porque, assim, isso aqui é formatar o HD e é instalar um novo sistema operacional. É quando você fala assim, não, peraí, deixa eu formatar tudo e instalar um novo sistema operacional. O que acontece, eu vou usar uma metáfora aqui, Não estou falando dos outros, estou falando da gente, tá?

Eu vou falar de mim. Quando eu falo assim, os espíritas, eu estou falando de mim, estou falando dos outros. Eu me pego, eu, Haroldo, principalmente nos desafios da vida, eu me pego no sistema operacional antigo, imaginando Deus como uma pessoa que está num lugar, então, ele é limitado. Alguém tem que ir lá avisar ele Alguém tem que ir lá avisar ele. Estou sofrendo, viu? Alguém tem que ir lá avisar ele. Gente, alguém tem que dar notícia para ele. Eu me pego, é normal. Porque são milênios com esse tipo de pensamento.

Agora, o que Jesus diz? Não dá para colocar pano novo, remendo de pano novo, em tecido velho. Então, isso que o Kardec está trazendo aqui é tecido novo. Nós temos que desfazer do tecido velho. É colocar vinho novo em recipiente velho. Em odres, né, que é o recipiente do vinho, não pode. O vinho é novo? Agora, nós temos que proporcionar um recipiente novo. Então, Deus não tem corpo. Deus é incorpóreo. Então, onde que ele se manifesta? Onde que ele se manifesta? No fluido cósmico. O fluido cósmico é o corpo de Deus. O fluido cósmico é o corpo de Deus, um mar, um mar, águas, águas, e dentro dessas águas, por isso que está lá no Gênesis, e o Espírito de Deus, o Espírito de Deus, batia as asas, né?

Merahefet, batia as asas sobre as águas. Nós não estamos dizendo que Deus é o fluido cósmico, hein? Cuidado! São três elementos gerais. Deus, fluido cósmico, matéria, fluido cósmico, que é a mesma coisa, e Espírito. Mas o Espírito e o fluido cósmico vêm de uma mesma substância ou eles são coisas diferentes? A Kardec fala, não sabemos. Não sabemos. Nós só sabemos o seguinte, primeiro tem Deus, e ele cria espírito e fluido cósmico. Se ele cria uma coisa que gera espírito e fluido cósmico, ou se ele cria espírito e fluido cósmico, nós não sabemos.

Mas, tem Deus e três coisas que vão surgir, fluido cósmico e espírito. Então, vamos lá. O fluido, que é um oceano, é o corpo de Deus e os espíritos estão mergulhados nesse mar. Então, nada nada, nem uma folha cai da árvore sem que Deus permita. Aí, depois nós vamos discutir outra coisa, porque qual que é o próximo capítulo aqui do livro Agênero, o próximo item, desculpa, o próximo capítulo, que é o capítulo 3 do livro Agênero, o bem e o mal. Porque se Deus é tão poderoso, se Ele está assistindo tudo, por que que Ele permite o mal?

Aí, nós vamos perceber que o mal é o quê? O mal é aquilo que espírito criança faz até que ele se torne espírito adulto. O mal é aquilo que espírito criança faz. Quem que é espírito criança? Os espíritos imperfeitos, a terceira ordem. O que que é o espírito adulto? É o da segunda ordem. E o que que é o espírito sênio, amadurecido? É o espírito de primeira ordem. O espírito de primeira ordem não pratica mais o mal. Então, o mal é uma coisa temporária, é grave, é grave, é horripilante, é horrível, é doloroso, mas só é praticado por quem está na terceira ordem, espíritos ainda infantis.

Então, na terceira ordem, a gente tem crianças e crianças, tem criança e tem criança. Então, tem as crianças. As crianças vão sendo educadas. Ok, mas não vamos entrar nesse ponto agora. O importante aqui é o seguinte, o pensamento divino, ininterruptamente, está animando a criação inteira. Então, não tem, não tem isso que a gente imagina, que ele foi embora e deixou a criação. Não tem isso. E aí, o que é a árvore da vida? Só para a gente dar um gostinho dos próximos episódios da árvore da vida. A árvore da vida vai dizer assim, Eleonor e Júlio, imagine uma luz, uma luz, a luz do sol, a luz do sol, que ela é, ela é incolor, né?

Ela é incolor. Mas, aí, você passa ela por um prisma. Quando você passa a luz do sol por um prisma, sai um facho, a violeta, um facho verde, um facho azul, um facho amarelo, não é isso, Eleonor? O prisma, ele não decompõe, Júlio, a luz? A gente aprende isso lá no ensino médio, né? Então, a luz branca é a somatória de todas as cores. Quando você decompõe, você tem as várias cores. O que que são a… O que que é a árvore da vida, a sefirotes? É a decomposição em cores dessa luz que é única. Essa luz única é o pensamento divino.

Então, se eu passar o pensamento divino pelo prisma, eu vou ver que Vai sair uma cor que nós vamos chamar de amor. Vai sair outra cor que nós vamos chamar de sabedoria. Vai sair uma outra cor que nós vamos chamar de providência. Mas, escuta, é nós que estamos separando. A emanação é única. Complicou, né? Mas é só para dar um gostinho, né? Só para dar um gostinho. Não complicou. E eu acho, assim, que o pessoal está adorando aqui, estou vendo os comentários… O que eu sinto, né, Haroldo, para a gente ir para o final do nosso episódio, que é um final que a gente quer transmitir algo para esse recomeço de ano, para que a gente possa encarar as coisas que estão na vida, ou encarar esse oceano no qual a gente está mergulhado, encarar as circunstâncias atuais da nossa vida, sejam elas frutos naturais da nossa evolução, sejam elas naturais também, mas frutos de insucessos ou de decisões mal tomadas da nossa imaturidade, por sermos crianças e tudo.

A gente encontrar uma maneira, e cada um talvez vai encontrar um jeitinho com a ajuda do evangelho, do estudo, que a doutrina pode nos trazer, de olhar para Deus… de uma forma ampla da presença dele, tanto naquele aprendizado, naquela coisa negativa que você passou, quanto naquela positiva que você entendeu que foi uma benesse, e que foi boa. Mas eu acho que o mais difícil, Haroldo, é que nos momentos difíceis a gente perde essa conexão com a ação divina. A gente pensa que naquele momento do sucesso do próprio erro do fracasso que a gente sente é Deus não tá presente ali tá só eu sozinho sabe aí eu fiquei sozinho no meu erro e daí vem um pouco com o tema que eu tenho a gente tem trabalhado aqui porque vai ter uma obra que vai ser lançado A da culpa.

Aí eu me escondo de Deus, Alô. Como é que funciona? Eu me escondo de Deus. Não tem a ver essa coisa da gente com Deus também? A gente já ter se escondido dele por conta desses erros, dessa culpa, desses processos de não compreender esse universo, esse fluido que nós estamos imersos no amor de Deus. E como é que a gente se desvencilha desse processo que fez a gente fugir de Deus? Não. Se esconder dele. Sim, é muito disso, né, Júlio? É por causa dessa compreensão, entende? Eu acho que essa compreensão equivocada do que é Deus, de como ele age na criação, como é a criação, dificulta, dificulta, mais ainda, a nossa relação com Deus.

E, E, por isso, que a gente vai ver na série André Luiz toda, a todo momento, os benfeitores lá, Clarencio, Calderaro, Alexandre, Aniceto, todos eles dizendo o quê? Uma educação religiosa equivocada, vícios na educação religiosa do ser humano, dificultaram em muito, em muito… a nossa relação com Deus. Então, uma educação religiosa equivocada, Emmanuel vai dizer no livro Emmanuel, atrasou a evolução da Terra em mais de dois mil anos. Por conta, porque vai gerando essa visão, essa visão totalmente equivocada mesmo, né?

Equivocada. Separação, né? Ele lá, a gente aqui e Jesus lá no outro canto, a gente aqui, por isso que a gente vai se sentindo só, mas eu ainda tô pensando nesse oceano, nesse amor de Deus, a gente ali, né, imersos, aí fiquei pensando, enquanto o Arudo falava, né, me vinha umas imagens assim na cabeça, aí fiquei pensando, ah, por isso que se eu bato os braços, o Arudo sente lá nos Estados Unidos, porque, né, esse fluido ele vai, ele vai chegar lá, por isso que não tem ninguém. Isso, isso aí, Leonora. Por isso que quando um, eles falam lá em Jó, quando um se salva, ele salva a cidade inteira.

Porque esse sentimento, estamos todos juntos. E aí, Eleonora, a gente vai entendendo, o Kardec chama de o caráter de Deus, ou atributos da divindade. Por exemplo, raramente Deus age sozinho. Então, como é que Deus prefere agir? Acionando alguém. Porque, veja, ele não está todo mundo mergulhado no fluido cósmico? Então, ele fala assim, o Júlio está precisando disso. Quem está mais próximo aqui? Eleonora. Eu vou inspirar a Eleonora a atendê-lo. É uma característica. Porque, se ele agisse sempre sozinho, nós não nos sentiríamos conectados.

Faz sentido isso? Se ele sempre agisse sozinho, ele falasse, ah, Eleonora está aqui do meu lado, mas… É Deus que age. Olha que sabedoria! Sim. Olha que sabedoria! A fraternidade, né? Ele cria uma conexão profunda em tudo. Ele faz com que todas as coisas se conectem. Tudo esteja conectado. Tudo esteja conectado. E aí, o que a gente vai percebendo, então? Características quando a gente começa a imaginar Deus como um fluido, como a força, a força que age no fluido. Deus vai sempre colocar uma pessoa ou uma circunstância no seu caminho.

Então, tem que ficar atento. Aí, a gente vai para a mensagem de Emmanuel. Você pediu, você pediu a Deus, agora, observa, fique atento. Algo, algo vai ser mostrado. Você falou isso agora e deixa nisso que lá atrás me veio quando você falou o pedir obter ex e parece que está contrário ao que nós falamos no início, que assim que é não colocar os espíritos à frente de Deus, ou no lugar de Deus. E aí é o conflito, porque é aquilo que você falou. Quando você começa a transportar para as pessoas a sua salvação, também é um conflito.

Se você tira o foco de Deus para essa salvação, agora o fato é que tudo dá graças, e também tudo é de Deus. É perceber o que vem de Deus. É. Porque também tem coisas e pessoas, ou circunstâncias da nossa vida, que elas vêm desconectadas disso, de alguma maneira, na sua desatenção. Por isso que às vezes a gente fica conflituoso nessa relação com o próximo, com Deus, com a gente mesmo. Júlio, foi bonito você ter trazido isso, porque Jesus esclarece isso nas parábolas. Todos somos árvores… no jardim de Deus. E Deus tem duas ferramentas, a tesoura para podar ou o machado para cortar.

Então, o que você quer que Deus faça? Que ele venha com o machado ou com a tesoura? Com a dobra, né? Se ele vier com o machado, é porque você está vivendo, pensando e sentindo o contrário à lei divina. Então, você vai sofrer os processos de depuração dolorosos. Se você quiser, numa linguagem mais simples, evolução pela dor. Se você está pensando procurando acertar. Se as suas intenções são puras, Deus vai vir com a tesoura, ele vai te podar, ele vai te educar. Evolução por amor. Então, tem pessoas que vão chegar no seu caminho que são pessoas que Deus já está encaminhando um machado para elas.

Com essas pessoas você tem que vigiar. E tem outras que Deus está cuidando delas com a tesoura. Com essas pessoas você tem que cooperar. É isso, meu amigo. Muito bom. É isso. É isso. Para a gente não ser ingênuo, para a gente não ser ingênuo. Então, tem pessoas que estão no processo de condução, evolução por amor, tem pessoas que estão no processo de corrigenda, evolução pela dor. E nós também, em certos momentos da nossa vida, a gente está num processo de corrigenda, em certos momentos nós estamos num processo educativo.

O importante aqui é que Deus jamais abandona seus filhos, não interessa a opção deles, se eles optam pelo bem ou pelo mal, ninguém está desamparado e ninguém ficará fora dos processos de purificação de Deus. Isso é que é importante. Ah, Yarôdo, e o tempo? O tempo é relativo, uns vão demorar mais, outros vão demorar menos, aí, isso, para Deus não tem importância, tem importância para você, não é? Por isso que a gente tem que aproveitar as oportunidades. Esse é o ponto, esse é o ponto. Esse é o ponto. Por isso que um espírito como Jesus, que aproxima do Publius Lentulus e sabe que aquele é o indivíduo que, naquele momento, estava investido do poder de interromper o processo da crucificação e tinha o poder humano, Jesus fala para ele assim, encontras, neste momento, um ponto de referência para a regeneração de toda a tua existência.

Quer dizer, o ponto de referência, Jesus, né? Ele, o guia e modelo, encontra, mas, está no teu querer seguir-me agora ou daqui a milênios? Pode ser agora, pode ser daqui a milênios. Qual foi a escolha do Públio? Daqui a milênios. O que que aconteceu alguns anos depois? Ele estava cego no Vesúvio. Então, nós temos que entender as consequências das nossas escolhas. Porque Jesus falou para ele, está no teu querer seguir agora, ou daqui a milênios. Ele falou, daqui a milênios. O que aconteceu? É só ler o resto do livro.

É só ler o resto do livro. Então, está no teu querer. Jesus falou, o que você quer, meu filho? Eu não vou querer para você. O que você quer? Você quer me seguir agora ou quer estar cego lá no Vesúvio? Quero estar cego lá no Vesúvio. Fique tranquilo, meu filho, eu vou estar lá te amparando. Isso é importante. Para que a gente não transmita um pensamento ingênuo para as pessoas. Por isso que Emmanuel diz assim, o tempo, o tempo mais precioso, o agora, o agora, agora, né? E, para encerrar, já que nós estamos falando de ano novo, qual que é o tempo da esperança?

Agora! Qual que é o tempo da coragem? Agora! Qual que é o tempo da fé? Agora! Ah, Haroldo, mas eu posso querer daqui a milênios. Pode! Poder, você pode querer o que você quiser. Mas, o que nós estamos propondo aqui é o caminho do amor, com a menor cota, com o fardo mais leve, com o jugo mais suave. Você quer o jugo mais suave e o fardo mais leve? Então, é agora, não é depois. É agora. Eu acho isso importante a gente dizer, porque Jesus foi muito claro nisso. O meu julgo é suave, o meu fardo é leve, mas tem que ser agora.

Opa! No texto que nós publicamos, Leonardo, se quiser falar também, tinham algumas perguntinhas, né? Porque a gente falava sobre a questão do propósito para 2025, né? E para a relação com Deus também tem que ter propósito, né? E falando assim, hoje a gente meditando, como a gente meditou, como podemos fazer de 2025 um ano mais significativo? E que decisões inspiradas na fé, pela fé, nos ajudarão a transformar nossos dias em obras que glorifiquem o Criador? Como é que você vê essas duas perguntas, Aruto? Que bonito, eu acho que a Eleonora respondeu isso.

Quando ela começou falando… dessa tônica da esperança, né, Eleonora? Eleonora comentou isso aqui, da tônica da esperança. Eu acredito que, quando a gente entende que Deus é essa força divina que mobiliza o fluido cósmico, gente, a melhor opção é ser instrumento dessa força, é nos conectar e ser instrumento dela. É… Vocês enxergam a outra maneira? Eu não consigo ver outra maneira, né? É conectar com essa força e ser instrumento dela. Vai ser fácil? Não! Não vai ser fácil, porque Deus não fez as coisas para serem fáceis.

Jesus não falou assim, ó, se vocês me seguirem, não tem fardo, não tem jugo, jugo é aquele, aquele que prende o pescoço, né, do boi, né? Que são a ordem, a disciplina, né? A disciplina. Ele não falou assim, não, aqui comigo não tem fardo, gente. Ele não falou isso, ele falou assim, tem um fardo, mas ele é leve, tem um jugo, mas ele é suave. Eu acho que a melhor opção para a gente é essa. Ao invés da gente acreditar que os destinos da criação estão nas mãos das criaturas, é a gente ter certeza que os destinos da criação estão nas mãos de Deus, não estão nas mãos do Putin, não estão nas mãos do Trump, não estão nas mãos de ninguém, gente.

Estão nas mãos de Deus, porque aí nós vamos encher o nosso coração de esperança e a gente vai dizer assim, ó pai, já que você está aqui e o teu pensamento está supervisionando tudo, faz de mim um instrumento. Da tua paz, do teu amor, da tua sabedoria, do teu trabalho, da tua bondade, da tua caridade. Faz de mim um instrumento. Amém. É isso, não é? Vocês concordam? É isso. Vocês concordam? Concorda, Júlio? Concordo demais. Eu acho que é isso, não é? É. E aí é percorrer esse caminho né não pensar que é assim ah tá tá percorreu o caminho dá o primeiro passo na direção e aí eu vou reforçar porque para mim tem sido assim uma luta por isso é a esperança em Deus Sabe?

Reforçar essa esperança em Deus, acreditar nesse processo, nessa confiança, reforçar essa confiança, olhar para o mundo, com esse olhar que a doutrina nos ensina a olhar, e para a gente atravessar esse momento, porque nós estamos atravessando, atravessando. Tem gente parada, mas a gente tem que levantar e atravessar. Isso. Isso. Acho que 2025 vem por aí, muitas preocupações, muitas coisas, e realmente, nós estamos vivendo transição planetária, não precisa esquecer disso, mas nós podemos passar por ela de uma forma diferente.

Diferente. E a transição, Júlio, no sistema solar, ela está acontecendo só na Terra. E só está na Terra quem precisa, né? É importante isso. Nós não estamos mergulhados no fluido cósmico? Então, assim, uns estão numa cidade, outros estão em outra, uns estão num país, outros estão em outra, uns estão num mundo espiritual, outros estão encarnados, uns estão na Terra, outros estão em mundos aqui, pertinho da gente, vizinhos aqui, pertinho, que não estão passando por transição planetária. Então, o importante é entender o seguinte, olha, você está no melhor lugar.

Quer seja no mundo espiritual, quer seja encarnado, quer seja no Brasil, quer seja fora, quer seja na Terra, quer seja em Júpiter, em Saturno, em Marte, você está no melhor lugar. No melhor lugar. E no melhor momento. E no melhor momento. Porque, agora, está no teu querer bagunçar tudo. Está no teu querer. Não. Está no teu querer, esse negócio está muito certinho, eu quero atrasar um pouquinho esse negócio, está muito rápido, eu preciso atrasar a minha evolução em 3 mil anos. Então, pode também, pode. O caminho da dor também é um caminho, é um caminho também.

Pode ir também, se você quiser. Ninguém vai ficar bravo com raiva de você, não. Agora, não reclama das lágrimas. Então, para nós, eu acho que a mensagem para nós aqui é nós temos o Cristo, para nós é agora, não interessa onde. Se Jesus me quiser agora no mundo espiritual, eu vou. Se Ele me quiser agora aqui, eu estou aqui. Por quê? Tudo dentro do fluido cósmico. É bonito isso. É difícil. É difícil. Falar isso para os outros é fácil. Difícil é assistir o episódio depois. Falar isso com os outros, na reunião de atendimento espiritual, você ficar enchendo o ouvido das pessoas com essas palavras, é bonito.

O difícil é quando você está vivendo isso. Mas é assim, é assim que funciona, é assim que funciona. Se a gente faz dócio e confia na providência divina, o melhor lugar vai ser providenciado para a gente o melhor lugar. Essa é a nossa esperança. É a nossa esperança. Já faz tempo que vem aqui na cabeça a mente dos peixinhos, né? Nós estamos juntos. Aí quando o Arudo falou, eu tinha pensado assim, se nós estamos aqui em 2025 encarnados juntos, mas aí o Arudo expandiu, encarnados ou desencarnados, né? Mas estamos juntos, nós somos esses peixinhos nadando juntos.

É muito mais difícil você nadar contra, né? Acho que vamos juntos. Eu acho que essa… Bonita essa imagem, Leonora. Se eu fosse pensar em uma imagem, e a gente conversa com muitas pessoas, as pessoas estão se sentindo só, sabe? Estão se sentindo apartadas dessa criação. E eu queria dizer, assim, para quem está com o coração assim, que nós estamos juntos. Nós somos uma grande família. Sim. Vamos entrar juntos esse ano de 2025. Não se sinta só no fluido cósmico, não. Como esses peixinhos estão vendo junto. Olha o seu redor, não se sinta só no fluido cósmico, não.

Não tem jeito. O que a gente tem que encontrar é o nosso cardume. É o nosso cardume. Que é uns peixinhos parecidos com você, a lei da afinidade. Encontra o seu cardume para você nadar. Um ajuda o outro, né? Um ajuda o outro. E se você achar que não está no seu cardume, vai lá, vai, vai, vai, continue a nadar como diz a Dora. Procurando Nemo. Se você não está no seu cardume, procurando Nemo. Segue o fluxo. Sua mensagem de final de ano, Arudo, Leonora… A minha é essa. Estamos juntos, estamos juntos, com esperança, com fé, com amor.

Agora é que é bonito. Deus é o nosso refúgio, porque ele está no fluido cósmico. Ele é o nosso refúgio porque nós estamos mergulhados nele. Nós estamos mergulhados na presença dele, né? É isso aí, gente. Um feliz ano novo para todos. A gente retorna na segunda quinzena de janeiro, Aron, talvez? A gente vai marcar a data certinha. Segunda quinzena de janeiro. E a gente agradece muito por esse ano, pela paciência de vocês, esperando os episódios, mas sabemos também que todos eles foram feitos com muito carinho, com muito amor, desejando a vocês uma passagem de ano tranquila, cheia de harmonia e alegria com seus familiares, com aqueles que vocês amam, com seu cardume, ou com o cardume que Deus deu a você, e que a gente possa, no ano que vem, se encontrar nos nossos estudos.

Essa live hoje foi transmitida tanto para o Portal Ser, quanto para a espiritualidade e vida. Eu acho que essa é uma tônica que nós queremos passar para todos, do trabalho conjunto, da… solidário, cooperativo, não é? Ano que vem a gente tem o Viracir em abril, não é? E o tema vai ser esperança. Então, aqueles que se sentirem aí, é fim de mergulhar nessa esperança, encontrar seu cardume, vai para lá. Vai para lá, é isso aí. Em janeiro, a gente vai começar um grupo de estudos online, porque são… Os capítulos são 90 capítulos, então a gente vai precisar de 90 dias…

Acreditamos que não vai dar para fazer um estudo muito grande, mas pelo menos a gente fazer a leitura de um capítulo… Do Livro da Esperança. Do Livro da Esperança. Então, quem quiser participar também. É que são obras que têm que ser revisitadas, não é, Arudo? Meu Deus! Se tem. Então, a gente está nessa vibração da esperança, e acho que essa esperança vai nos resgatar. Sabe, das situações que a gente entrou nos últimos anos, das dificuldades, é importante reforçar esses processos, então estão todos convidados, a gente começa os estudos, ainda tem vagas para o Viracê, e vai ser muito bom esse mergulho lá no Retiro São José, que é um lugar muito especial, onde a gente se encontra agora anualmente, E estão todos convidados.

Boas festas, boa viagem para aqueles que vão também tirar um tempinho com a família. Descansem, realmente. Tirem um tempinho para praticar tudo o que a gente aprendeu. E vamos em frente. Vamos em frente. Beijo para todo mundo. Beijo, gente. Deixa eu chamar a nossa vinheta aqui. Abraço, pessoal. Abraço. E aí”

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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