Neste primeiro episódio do estudo do livro de Êxodo, Haroldo Dutra Dias faz uma introdução aos objetivos da série, que busca analisar o Velho Testamento à luz da Doutrina Espírita. Ele destaca que, embora o Êxodo seja um patrimônio do povo judeu e uma narrativa central para o cristianismo, sua compreensão se aprofunda com a perspectiva espírita.
O que é estudado neste episódio
- A oralidade e a experiência: Haroldo enfatiza que o estudo não se apegará a materiais escritos, mas buscará uma experiência mais profunda, que transcenda o intelecto e alcance o sentir. Ele compara a Páscoa, uma celebração anual do Êxodo, com a atualidade da pandemia de Covid-19, que representa uma “escravidão” a ser superada, assim como o povo hebreu buscou a libertação.
- A abordagem espírita: A abordagem é tríplice, seguindo o capítulo 1 de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, que prega a continuidade das revelações: judaísmo, cristianismo e espiritismo. O Espiritismo não despreza as revelações anteriores, mas as compreende como etapas de uma única jornada espiritual.
- O histórico e o simbólico: O livro de Êxodo possui uma base histórica, mas não é um manual de história. Moisés e o povo hebreu existiram e viveram a experiência da escravidão e libertação. No entanto, o texto transcende o histórico, utilizando-o como alicerce para construir uma narrativa simbólica que aborda a condição humana.
- A jornada do Espírito: O livro de Êxodo, em hebraico “Shemot” (Nomes), narra a saída da escravidão (Mitzrayim, que significa “aquilo que é estreito, apertado, que constrange”) e a busca pela libertação em direção a Deus. Haroldo compara essa jornada com a “A Caminho da Luz”, de Emmanuel, e com as encarnações, que seriam “pequenos Êxodos” dentro do “macro-Êxodo” da evolução espiritual.
- A autoria e a formação do texto: A tradição oral é fundamental na formação dos livros bíblicos. Moisés iniciou a tradição oral que, posteriormente, foi materializada em textos. Os missionários, primeiramente, viveram as experiências e depois as contaram, com a intenção de educar moralmente.
- O simbolismo dos números: Os números, como os 40 anos no deserto e os 40 capítulos de Êxodo, são simbólicos e não devem ser interpretados como precisão histórica, mas como elementos que reforçam a mensagem moral e espiritual.
- Êxodo 19:4: “Vós mesmos vistes o que eu fiz aos egípcios e como vos carreguei sobre asas de águia e vos trouxe a mim.” Este versículo resume o livro de Êxodo: a libertação da escravidão e a condução a Deus.
Reflexões
- A libertação do Espírito daquilo que o afasta de Deus é o propósito central do estudo, que busca dar “revivescência” às letras antigas, tornando a mensagem atual e relevante para a vida de cada um.
- A Doutrina Espírita oferece uma lente de interpretação que unifica as revelações, mostrando que a jornada espiritual é contínua e progressiva, culminando na codificação kardequiana.
- O livro de Êxodo, ao narrar a saída da escravidão e a busca pela liberdade, nos convida a refletir sobre nossas próprias “escravidões” e a jornada de transformação em direção à luz e à comunhão com o Criador.
Ler transcrição do episódio
Da terra criança, do tigres e eufrates, Solos e clamores, cantos de saudade E corram pelos ares. Loucura e a indolência causaram os resíduos No aguilhão da consciência. Tenta explicações, capela chora aos filhos Que obisquefrem, me queridos São presentes, despedidas, detinerantes Capelinhos, capelinhos Uns meditam, outros choram Outros sonham, outros oram E Lucifer, o Arião Arquiteto ao céu, na terra Chineses e indianos Têm paraíso interior Hebreus, monoteístas Abrem de esperança na promessa do Messias Entre saga e profecias, prodígios e sinais Lutam no separatismo de urbanismos raciais É bem terra prometida Cartas de suor e sangue Quais rangeres e gemidos De crentes e incréus Mas a carta viva desce No mapa da virtude a terra resplandece Mas a carta viva desce No mapa da virtude a terra resplandece Venha a ela o vosso reino Será nela qual o céu Venha a ela o vosso reino Será nela qual o céu Venha a ela o vosso reino Será nela qual o céu Linda, linda demais!
Boa tarde, amigos! E emocionante, porque aí começa o marco do SER, né, Arudo? Que está fazendo aniversário esse mês. O SER está fazendo aniversário esse mês. Né? Isso. Então, daí o Acaminho da Luz, que foi o nosso primeiro litro musical, né, Arudo? Primeiro litro. Já prevendo esses estudos todos aí sobre a temática, né? Com essa letra linda do Gladstone. Nossa, velho. E, Leonora, boa tarde, né? Boa tarde. O povo está ansioso, né, Leonora? Então, estamos Acaminho da Luz, né? Estamos Acaminho da Luz. Pois é. Ótima escolha, viu?
O êxodo tem tudo a ver com isso, Acaminho da Luz. Então, vamos dar boa tarde, né, a todos os amigos. Todos, né, aguardando o estudo de êxodo à luz da doutrina espírita. Duzentos e sessenta pessoas aqui agora passando por mim. Acolhendo todos os corações, né? A gente sabe que é um estudo muito caro. No último, no encerramento do estudo de êxodo, o Arudo comentou que é um patrimônio dos judeus, esse livro, né? O livro mais estudado. Mas eu acho que todos nós, né, sabemos alguma coisa, mesmo que nunca tenhamos lido, né, o texto bíblico.
Acho que desde criança a gente vê filmes, né? A gente tem esse conhecimento. Verdade, Leonora. E a doutrina espírita, muita citação, né? Muita citação no próprio evangelho, nas obras de Chico e subsidiárias. Então, bem-vindos todos. Eu queria dar uns recadinhos antes da gente começar, né? Claro, Leonora. Fica tranquila. O primeiro é que o estudo é à luz da doutrina espírita, como sempre a gente tem falado, tá lá nas indicações do grupo, né, todos que estão participando estão com ciência disso, né? O segundo que várias perguntas, a gente não tem uma apostila, a gente não tem um livro.
O estudo é colaborativo, né? Nós construímos juntos. Então a gente faz o estudo hoje e a gente nos grupos de WhatsApp, de Facebook, todo mundo colabora. Aí na próxima sexta a gente traz aqui as perguntas, né? O Aroudo responde e a gente vai construindo. O estudo, ele é feito por todos nós, né? E o terceiro aviso é que o grupo de Isaías, do Facebook, ele vai ficar lá como Isaías. Tem muitas pessoas que estão começando agora, né, Isaías, então tem todo o material, tem todo um estudo lá. E a gente abriu um grupo novo, que é o grupo de Êxodo, à luz da doutrina espírita.
Então, quem quer integrar nesse grupo, ele é aberto também a todos que desejam ir conosco nessa caminhada nova, né? É isso. Exatamente, Laura. Exatamente. Então, dados os recados, vamos lá, né? Tem algumas questões introdutórias para a gente poder refletir sobre esse estudo do ESO. O primeiro, a primeira questão é… Podem ficar aí, viu? Interagir, viu, Júlio? Amém! Então, a primeira questão, o pessoal está um pouco ansioso com a questão do material. A proposta do estudo aqui é a da oralidade. A gente não quer transformar isso no material escrito, que as pessoas vão se apegar ao material escrito.
Na verdade, a gente quer aqui que todos tenham uma experiência que vai além de ler, de ler apostila. Então, a experiência que nós estamos buscando aqui, ela é uma experiência mais profunda, até porque ela não é uma experiência só do intelecto. Nós estamos querendo avançar em sentir, sentir a experiência narrada. Isso é importante. E nós vamos ver isso ao longo. Eu vou falando algumas coisas aqui, mas fiquem tranquilos, porque nós vamos trabalhar essas coisas todas. Mas, a Páscoa é uma celebração anual do êxodo. Então, o que significa isso?
Que todo ano o povo hebreu e os cristãos também relembram, relembram e atualizam, e atualizam. É muito importante isso, porque, por exemplo, nós estamos vivendo agora uma escravidão no Egito. Um vírus chamado Covid nos escravizou, nós estamos presos. Então, o êxodo está sempre vindo, o êxodo está sendo sempre atualizado, sempre editado. Todas as gerações, todas as vidas revivem êxodo. Isso é importante. E, se revivem a escravidão, revivem também a libertação. Então, esse é um ponto importantíssimo. É por isso que o texto vai estabelecer a celebração da Páscoa.
Porque é uma memória, é relembrar. Lá está dito assim, Para que vos lembreis que um dia fostes escravo. Então, isso é uma coisa importantíssima, porque quando a gente entra na liberdade, a gente esquece que foi escravo. A liberdade plena e responsável é aquela liberdade que lembra da escravidão. Por quê? Porque, a qualquer momento, nós podemos voltar para ela. Nós podemos voltar. Então, essas temáticas estão em êxodo. Aqui é oralidade, porque esse estudo, conversando, a gente batendo um papo, nós temos condições de sentir.
E, se isso aqui não vier para o coração, aí, se for só o intelecto, é só 10% do que tem que ser feito. Para chegar aos 100%, a gente precisa de outras experiências que não são apenas a intelectual. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é o que a Eleonora falou muito bem, a abordagem. A abordagem aqui é a abordagem espírita. E, aí, eu vou explicar o que significa isso. A abordagem espírita é tríplice. Então, esse é o primeiro ponto. Mas, Haroldo, de onde você tirou isso? Capítulo 1 do Evangelho segundo o Espiritismo, não vim destruir a lei.
Então, o que o Kardec faz nesse capítulo 1? E, eu peço a todos que leiam, para a próxima semana, 10 vezes. Capítulo 1 do Evangelho segundo o Espiritismo. Leia 10 vezes. 10! Por quê? A gente lê, mas não guarda. Então, o que o Kardec diz lá? Da mesma maneira que Jesus não desprezou o judaísmo o Espiritismo não despreza nem o cristianismo nem o judaísmo. Por quê? Porque ele entende que é uma continuidade. O trabalho começou com o povo hebreu, continuou com o cristianismo e teve sequência com a terceira revelação. Bom, isso é importante por quê?
Nós vamos voltar aqui às interpretações do povo hebreu. Claro! Claro! E, se alguém perguntar mas você está usando textos do judaísmo? Claro! Capítulo 1 do Evangelho segundo o Espiritismo. Lê mais uma vez. Lê-la de novo. Ah, mas você está usando autores que são protestantes, católicos? Claro! Capítulo 1 do Evangelho segundo o Espiritismo. Lê mais cinco vezes. Então, enquanto estiver com essa dúvida, tem que ler mais cinco vezes. É um espaço enorme de construção que já dura três mil anos. Então, as três revelações são uma.
São três momentos de uma única jornada. Se não entender isso, não vai entender nada. Então, é importante. Eu queria até checar, Leandro, se tem alguém com dúvida sobre isso. A gente vai até gravar isso aqui, essa parte, deixar marcada no vídeo. Quem tiver dúvida tem que voltar para eles. Se ficar com dúvida disso, não vai conseguir avançar. Não vai conseguir avançar. Então, o não vim destruir a lei tem esse sentido profundo, profundo. Então, nós estamos falando de uma única jornada didaticamente dividida em três tempos.
Então, são três momentos de uma jornada. Então, é mais ou menos assim. Você sai da sua cidade e vai para uma outra cidade. E, no caminho, você passa… Quem viajou, pelo menos aqui no interior de Minas, tem muito isso. E, para chegar naquela cidade, você passa dentro de várias outras. Então, aquelas cidades que você passa dentro delas para chegar na sua cidade de destino são trechos da mesma jornada. É uma jornada só. Normalmente, você saiu da sua casa até você chegar no destino. É uma jornada, uma, não são várias.
Então, não tem a jornada do hebreu, a jornada cristã e a jornada escrita. Não existe isso, pelo amor de Deus. Então, quem tiver com dúvida, compra um caderninho, escreve isso cinquenta vezes todo dia. Pega a folhinha. A jornada é uma só. Judaísmo, Cristianismo e Espiritismo. A jornada é uma só. Judaísmo, Cristianismo e Espiritismo. Escreve. Estou te sugerindo. Depois que você tiver escrito isso com a própria mão mil e quinhentas vezes, vai ficar gravado. Porque isso é muito básico. É muito básico, senão nós não vamos entender nada, nada disso.
Nada disso. Então, quando Eleonora diz abordagem espírita, por quê? Porque nós estamos considerando essa jornada que culmina ali até agora, que culmina até agora na codificação kardequiana. É isso. Outra coisa. Outra dúvida enorme. O histórico e o simbólico. Então, vamos lá, porque isso dá muita dúvida. Atenção agora, esse ponto é fundamental. Pensa num edifício, pensa num prédio de trinta andares. O prédio, quando ele vai ser construído, o que os engenheiros fazem? O alicerce do prédio. Então, o que é o alicerce? Você vai, fura o chão, coloca os tubulões, enche ali com ferro e concreto, prepara aquele alicerce, e aí você vem e constrói fora do alicerce.
Claro que não, não é? Então, você constrói, você ergue o edifício em cima do alicerce, em cima do alicerce, não fora. Então, vamos lá. O fato histórico é o alicerce, mas ele não é o edifício. Como assim, Haroldo? Como assim? Eu estou dizendo que Moisés existiu? Existiu. Moisés existiu. É um fato histórico. O povo hebreu estava morando lá no Egito e foi escravo? Sim, sim. Eles saíram do Egito? Saíram. Foram para a região de Israel? Foram. Foram. Esse é o alicerce histórico. Mas, o livro é só isso? Não. O livro de Êxodo são 30 andares para cima do alicerce.
Então, tem que tomar cuidado, senão eu fico preocupado, mas, que lugar que eles atravessaram o mar, porque diz que tem um estreito, e acho que acharam um pedaço da roupa de Moisés. E daí? E daí? Isso não vai… Isso aí… Não é? Isso é a base. Tem uma base histórica? Tem. O que eu estou querendo dizer? O livro não é ficção. Mas, o livro não é um manual de história. Então, Moisés e os seus colaboradores não estavam dando aula de história na sala de aula. Não é aula de história. O que foi construído sobre a base histórica transcende o espaço e o tempo e foi escrito para transcender.
Foi escrito para transcender. Então, vamos lá. Esse não é um livro sobre hebreus e egípcios. Cuidado! Esse é um livro que parte dos hebreus e dos egípcios para falar da humanidade e da condição humana. Vou repetir. Êxodo não é um livro sobre hebreus e egípcios. Isso aí você vai melhor seguindo um livro de história. Você vai ter dados mais precisos. Esse aqui é um livro que parte da experiência dos hebreus com os egípcios para falar da experiência humana. É importante isso. Então, esse livro vai falar da… Já vou dar um spoiler, não é?
Já vou dar um spoiler. Esse livro, ele fala… Vamos procurar aqui, Júlio, a questão do livro dos Espíritos da encarnação. Procurar. Vicissitudes da vida corporal. Vamos achar essa questão aqui. Acho que é a 399, não é, Júlio? 399. É essa mesmo? Achou ele. Ótimo. 399. Volta um pouquinho, Júlio. Quando fala do objetivo da encarnação… Oi, você quer que eu volte para a pergunta anterior? Não, é uma que fala do objetivo da encarnação. Espera aí, vamos lá. 3, 4, 2… Vamos procurar 3, 4, 2. Eu achei que era 132, não é?
132. 132. 132. O objetivo da encarnação para uns é missão, para outros… Isso. Mas, para alcançarem essa perfeição, tem que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal. 132. Tem de sofrer todas as vicissitudes da vida corporal. Tem aquela parte que fala que é o suportar a parte que lhe toca na obra da criação. É, isso. Preparar para suportar a parte que lhe toca na obra da criação. É isso? A parte que lhe toca. O de pôr o Espírito, colocar o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação.
Então, aí… Deu, não é, Julio? Deu. Deu. Então, até aqui alguma dúvida? O pessoal está postando alguma dúvida aí, Leonora? Ainda não. Está todo mundo acompanhando o raciocínio. Todo mundo atento. Isso. Então, vamos lá. A base histórica não esgota o livro, mas existe uma base histórica. Então, o livro não é uma ficção literária. O livro é uma experiência. Mas é uma experiência que foi contada depois de ser vivida. Então, o livro de Êxodo é uma experiência que foi contada depois de ser vivida. Então, Moisés não é um missionário que sentou numa tenda e escreveu um livro.
Moisés é um missionário que viveu desafios e depois contou a história. E todos os missionários da primeira revelação, da segunda revelação e da terceira revelação são assim. São assim. Esses missionários, primeiro, viveram a situação, depois eles contaram. Então, o que está escrito é vida. Não é imaginação. É vida. Mas é vida contada, narrada com sensibilidade, com criatividade, com senso artístico e com o espírito de transmitir uma lição moral. E é aqui que nós temos que ficar atentos. Porque, na hora de escrever, a escrita tem a intenção de educar moralmente.
Esse é o ponto. Então, vamos lá. Vou separar um trechinho aqui. Olha o capítulo 19, versículo 4. Vós mesmos vistes o que eu fiz aos egípcios e como vos carreguei sobre asas de águia e vos trouxe a mim. Olha, aqui é Deus falando, hein? Aqui é Deus falando. Mas não vai imaginar que Deus veio, pegou uma boca, dente, língua, esôfago e falou. É mais sutil do que isso. Haroldo, você pode repetir êxito 19, versículo 4? 4. O pessoal está com uma dúvida anterior. Foi Moisés que escreveu êxito? Moisés iniciou a tradição moral que, depois de um tempo, se converteu em textos escritos.
Todos os livros bíblicos são assim. Então, esse é um ponto importante também. Eu esqueci de falar sobre isso. Nós precisamos abandonar essa ideia de século XXI e século XX. Então, por exemplo, tem um autor, um jornalista norte-americano, ele é canadense naturalizado, norte-americano, ele mora em Nova Iorque, eu adoro, chama Malcolm Gladwell. Escreveu David Golias, Valensérie, Blink, várias obras. Eu sei que ele sentou, tem vídeo dele, um curso dele sobre literatura, sobre escrita. Então, eu sei que ele sentou na mesinha dele, no apartamento dele em Nova Iorque, pegou o computador dele, que é um MacBook, sentou e escreveu um livro.
Só que isso é uma prática do século XX e século XXI. Isso não existe no tempo de Moisés. Então, a gente imaginar que Moisés pegou o MacBook dele, abriu, agora eu vou escrever isso. Não é tão simples assim. Pegou as pedras, né? Então, os livros do Velho Testamento são um conjunto de tradições orais que durante décadas circulam e depois se materializam em textos, em pergaminhos. Então, isso é a primeira coisa que a gente tem que… Partiu de Moisés? Claro! Partiu de Moisés e do grupo de pessoas que viveram a experiência com ele.
Essas pessoas contaram, contaram, as histórias contaram, contaram, e as histórias depois foram gravadas em pergaminho. É isso. Não é? Bom, então, voltando lá para o XIX, IV, mas boa pergunta. Essa pergunta é muito boa. Então, ele fala assim… Deus falando, né? Vocês viram o que eu fiz aos egípcios e como eu carreguei vocês nas asas de águia e trouxe até mim. Aqui tem um resumo importante. Então, Aroldo, resume o livro de Êxodo em uma frase. Eu vos carreguei sobre asas de águia e vos trouxe a mim. Então, o que é Êxodo?
Pessoas são tiradas da escravidão no Egito e são levadas até Deus. Esse é o resumo. Esse é o resumo. Então, daqui, a gente já começa a desconfiar que o livro de Êxodo está falando o quê? Está falando de acaminho da luz. Está falando de a jornada do ser que vai saindo da escravidão, vai saindo do sofrimento, vai saindo da dor, vai saindo da limitação e vai se dirigindo à luz de Deus. Vai se dirigindo à presença de Deus. Mais uma vez, fidelidade e comunhão. A mensagem lá do Emmanuel. Comungar com Deus. Podia até colocar essa aí, essa mensagem, Júlio, no grupo do Facebook do Êxodo.
Comungar com Deus. Deixar ela lá para toda vez que a pessoa entrar, ler essa mensagem. Porque é isso. O livro de Êxodo vai ensinar a fidelidade. Ele vai ensinar a fidelidade. Então, eu estou saindo e aqui uma coisa bonita já vou dizer. Mitzrayim, Mitzrayim, que é Egito em hebraico, significa aquilo que é estreito, aquilo que é apertado, aquilo que constrange, aquilo que limita. Então, toda vez que eu estou saindo da estreiteza, da limitação, da prisão e estou ampliando, eu estou em Êxodo. Então, eu tenho um macro Êxodo, que é a volta do Espírito a Deus, que é o livro A Caminho da Luz, e eu tenho milhões de micro Êxodos e pequenos Êxodos, que são as encarnações.
As encarnações são pequenos Êxodos. Dentro de cada encarnação eu tenho micro Êxodos e a somatória das encarnações dá um grande Êxodo. Está complicando? É só para deixar assim. Todo mundo meio desconfortável, porque Êxodo é desconforto. Está desconfortável, não é? A gente já está sentindo o sol na cabeça, a muleira queimando. A muleira já está queimando. E eu queria te perguntar uma coisa. Curiosidade que eu não sei se você falou, me deu uma perdida aqui. Essa obra, a obra oral, ela foi escrita quando? E qual é a história da escrita deste texto?
Os fatos, Júlio, na melhor avaliação histórica, os fatos ocorreram entre 1450, 1300, antes de Cristo. E a partir da ocorrência, você começa a tradição oral ali, 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70 anos, e talvez ali, imaginar, 1.100 antes de Cristo, 1.050 antes de Cristo, a gente começa a ter a condensação desses textos. Por quê? Porque 1.000 antes de Cristo, nós temos Davi. Davi. O rei Davi. Depois, Salomão. Então, Davi e Salomão já têm esse material, já têm essa tradição. E a outra coisa, já que a gente pegou essa parte histórica, um pouquinho histórica, a gente está com um mapinha aqui, só para a gente entender, materialmente falando, o que acontece.
Vamos ver se dá para a gente acompanhar por aqui. Haroldo, você consegue? Estou conseguindo, estou conseguindo. Como é que é a história aí? Resumindo, assim, a história… Resumindo, eles vão ficar andando em ciclo aí, indo e voltando. É mesmo? É, porque se eles tivessem pegado uma linha reta, eles chegavam em três meses, quatro meses. Que é esse tracejado aí. Isso. Só que eles ficaram indo e voltando, demorou 40 anos. E essa é uma beleza. Isso aumentava o pessoal aqui um pouquinho. Pode falar que o pessoal até tinha ouvido.
Então, essa é uma grande beleza, não é? É. Você vê que está voltando, está vendo? Olha lá. Vai, aí chega na seta, aí desce, aí vai, aí volta para o meio, está vendo? Aí vai, aí desce, aí volta de novo até chegar em Israel. Então, o que isso lembra, Júlio? Olha essas setinhas azuis. Lembra um espiral, não lembra? Lembro. Lembra um espiral. É. Israel… eles saem do Egito… Eles sabiam de Israel? Sabiam, é a Terra Prometida, não é? Então, quando sai liberto, com a promessa de ir para a Terra Prometida. E eles vieram beirando o mar, não é?
É, não só um pedacinho, porque depois pega a maior parte deserto, está vendo? É, embaixo aí. Sinai. Onde tem o Sinai, não é? No meio… É o deserto do Sinai, tem Midian, o deserto de Edom. E muitas coisas acontecem na narrativa bíblica, que vão citando os lugares, essas coisas? Vai citando, indo e volta, indo e volta, mas esse resuminho aí está bom. Legal, legal. Bacana. E uma curiosidade, que eles ficaram uns 40 anos, e 40 são os versículos de Êxodo, não é? Os capítulos. Os capítulos, é. E a vida de Moisés, dividida em três períodos de 40.
Isso. Não é? 40 anos ele está com o faraó, depois de 40 anos ele está casado no deserto, depois de 40 anos ele é um missionário Moisés. É uma narrativa simbólica de idade, Haroldo? Os números são simbólicos, Julio. Eu não acredito que esses números sejam precisão histórica, não. Porque aí fica tudo bonitinho, os números casam, ficam todos… Então, por isso que esse é um aspecto bonito. Então, eu não posso dizer que é uma ficção Moisés existiu, ele viveu, foi um missionário, mas as coisas não são, assim, tão numerologicamente exatas como está narrado.
Porque foi narrado não para dar aula de história, foi narrado para dar uma introdução às leis morais. Poderia-se falar aí também um pouco da figura de linguagem que eles usavam, esses 40 simbolizavam alguma coisa. Os meus primeiros 40, mas às vezes foi 30. Tudo aqui é símbolo, Julio. Tudo aqui é símbolo. Olha como é que êxodo começa. Aliás, êxodo em hebraico é esses são os nomes. Por quê? O livro começa assim. Eis os nomes… Êxodo? É. A tradução é? É. Velechemot. Esses são os nomes. Chemot, os nomes. Os nomes. Quem chama de êxodo é a tradução grega que nós absorvemos.
Em hebraico não chama êxodo, chama nomes. Por quê? Como é que ele começa? Eis os nomes dos israelitas que entraram no Egito com Jacó. Cada um entrou com sua família. Rúven, Simeão… Aí, ó, as 12 tribos. Ao todo, 70 pessoas. Olha o simbolismo aí. Supera por acaso. José, porém, já estava no Egito. Olha que bonito. Depois, José morreu. Bem como todos os seus irmãos. E toda aquela geração. Os israelitas foram fecundos, se multiplicaram, e encheu o país. Aí, olha só. Chegou ao poder sobre o Egito um novo rei que não conhecia José.
Aqui é bonito. Sempre haverá um faraó que não te conhece. Isso faz parte do poder humano. E eis que subiu um faraó que não conhecia José. Isso é só para a gente ficar esperto. Não depositar todas as nossas confianças em faraós. E nós vamos ter que fazer esse estudo em 40 anos também, eu acho. Viu? Eu tenho uma pergunta antes da gente encerrar. Ou 40 dias. 40 encontros, né? 40 encontros. Gênesis termina com o José, com os filhos, e Êxodo começa com esse momento. Para eles, não existe essa divisão, é de livros? Ou também tem Gênesis separadinho, Êxodo separadinho?
Não, existe a história. É a mesma história. E aí vai contar uma outra história. Mas tem uma continuidade, né? A história tem uma continuidade. Porque, na verdade, Levítico, Números, Deuteronômio, está tudo acontecendo nesse ambiente de Êxodo. Na peregrinação até a terra de Canaá. São frutos dessa caminhada, né? Dessa caminhada. Nesse estudo, Arudo, você vai chegar a abordar aquelas… Eu lembro que o Alisson mostrou para a gente, né? Aquela estrutura de como eles caminhavam no deserto, essas estruturas assim? Vamos, vamos falar disso tudo.
O Êxodo é a maior fonte de símbolos da Bíblia. Tudo vem daqui. Todos os símbolos. Porque ele é o acaminho da luz. Êxodo é, na primeira revelação, o que o acaminho da luz é para nós, na terceira. O livro do Emmanuel. Arudo, você acha que Êxodo compreende o que seria hoje, o período que nós estamos entrando de transição planetária? Não só, Júlio. Porque você tem, como eu falei, macro-Êxodo, que é a evolução do Espírito. Desde quando ele começa, no mundo material, até ele se transformar em Espírito puro. Esse é o macro-Êxodo, o grande Êxodo.
Aí nós temos os pequenos Êxodos, que são as encarnações. Toda vez que você desencarna, é um Êxodo. Você saiu da escravidão. E temos, dentro da vida, micro-Êxodos. Por exemplo, nós estamos agora no Egito, chamado Covid-19. Por enquanto, está aí um aninho, não é? Espero que não dure 40 anos. Talvez 40 meses. Não é. Então, transferindo assim, Haroldo, nós vamos aprender aqui muito sobre como, o que você falou, da fidelidade. Isso. Porque nesse período, eu estava meditando sobre isso, o quanto que tudo o que nós estudamos, aquilo que nós aprendemos, nesse período, está hipervalorizado no aspecto de você exercer.
Ou seja, é o momento que você fala assim, agora estou de frente para o gol, com tudo o que eu sei, para poder acertar. E acertar no momento da aferição. Não sei se tem a ver. Dei uma travadinha. Voltou. Por isso nós estamos interessados aqui em sentir. Porque se eu sentir a mensagem, eu vou conseguir vivê-la no meu êxodo hoje. Se eu não sentir, aquilo fica só informação teórica. E aí eu não faço nada com aquilo. Ou seja, eu me desespero. Eu entro em desespero. Nós vamos ver isso aqui. Os espiões entraram em desespero.
Muita gente, juro, desesperou e abandonou Moisés. Alguns quiseram voltar para a escravidão. Como hoje é o primeiro estudo também, né? O pessoal está perguntando. Nós estamos… Gente, eu não estou usando uma Bíblia só. Hoje eu estou lendo aqui a Jerusalém, mas se tiver alguma coisa, eu vou pegar o texto em hebraico. Se tiver, eu vou buscar um pouquinho do peregrino. Mas o que está me noteando aqui é o texto original em hebraico. Eu estou lendo aqui o da Bíblia de Jerusalém para facilitar o nosso estudo. Mas eu estou de olho aqui com o texto original na mão.
Porque se tiver alguma imprecisão, e vão ter muitas, muitas, aí nós vamos citar a palavra no original. Por exemplo, eu já citei uma aqui, Mitzrayim, que é Egito. Não é? Você já tinha me avisado que hoje você tinha um compromisso às três horas. Exato. Nós precisamos dar uma amarradinha, deixar que era suspenso para o próximo estudo. Esse estudo foi um estudo de introdutório, então a gente gastou um tempo meio que afinando a orquestra, né? Mas… Mas está começando. Não é? Nós estamos aprontando ainda os camelos. O desafiador é que essa viagem foi sem camelos.
Eles foram sem camelos. Pegar moto, o que é isso? Não, a viagem foi a pé. Nós estamos preparando ainda as tendas. Perdendo tempo. Sem malas, né? Não é? Não é que eles levavam os trens tudo nas costas? Calma, que o negócio vai ser caminhando. Não vai ser em avião, não. É, está certo. Então, Haroldo… E a sua expectativa pessoal, Haroldo? Quando você aborda o texto, assim, o que você sente para você, assim, que… O que você sente para você, dentro do seu sentir? Olha, Júlio, a minha expectativa, toda vez que eu mergulho, num texto bíblico, é que a palavra volte a soar agora.
Então, vou tentar explicar de novo. Porque a palavra aqui está morta. Porque a letra mata. Escreveu, matou. Então, a nossa intenção, a nossa expectativa aqui é dar vida à letra. Porque se a gente conseguir dar vida à letra, a palavra fala comigo, com o Júlio, com a Eleonora, com todos, agora. Agora. 5 de março de 2021. A palavra tem que soar agora. E esse é o maior desafio, Júlio. Esse é o maior desafio. Às vezes, a pessoa fica três anos estudando um livro, mas ela está estudando só a história. Ela só está estudando, ela está dissecando o cadáver.
Dissecando o cadáver. E a palavra não soa novamente. Porque se a palavra soar, Júlio, o Sinai vai pegar fogo. A coluna de fogo vai nos acompanhar. A gente vai sentir a nuvem da glória cobrindo a gente e nos acompanhando. Porque a mensagem de Êxodo é isso, né? É Deus dizendo assim, eu fiquei tão compadecido que eu vou seguir com vocês. E Ele faz uma nuvem que de noite, no meio da nuvem, tem uma coluna de fogo. E eles só andavam quando a coluna se movia. Então, Júlio, se a gente não sentir isso, aí pode fechar o livro e sair do estudo aqui.
Está perdendo tempo. Já somos 532 pessoas aqui acompanhando esse estudo, superior ao de Isaías. Não sei quantos eram, Arudo. Eram 70? Não, que chegou no Egito. Depois sai mais, gente. A gente não tem um número exato, porque aí já saem as 12 tribos, nós vamos ver isso tudo. O pessoal das tribos está tudo aí. Se eu gravar a coluna, a nuvem da presença, nós vamos entender isso tudo. Nós estamos precisando muito disso. Ora, muito bom. Amigos, vai para o seu compromisso. Com Deus, deixa eu correr, que eu estou em cima. Um beijo a todos.
E a Helena, vamos dar uns recados aqui enquanto o Arudo já parte. Um abraço. Obrigada. Até sexta que vem. Vamos fazer isso. Vai pegar fogo, né? Dentro de nós. A ideia é essa. Se a montanha do Sinai não pegar fogo, aí não adiantou nada. Nós vamos descobrir onde está o Sinai dentro de nós. Exatamente. Oi, Leonora. Então, agradecer a todo mundo que participou aqui. Quinhentas e tantas pessoas que estão aí. Falar que o estudo de Exodus é um estudo aberto, que é promovido pelo SER, pelo Espiritismo.tv. Convidar as pessoas a irem no canal, na plataforma Espiritismo.
tv, conhecer lá o conteúdo. Quem sabe a gente faz a busca ali no canal, a gente… O pessoal aqui? Você estava comentando que todos os vídeos estão lá no Espiritismo. tv, né? A gente tem Gênesis, a gente tem Levítico, temos Isaías, e agora teremos Exodus. Durante a semana, no programa Espiritismo. tv, no ar à noite, a gente fez essa busca, porque… Eu estava vendo aí. Procurando a palavra Exodus, né? Isso, vamos aqui. Vamos pro pessoal que ainda está aí, a todo mundo que já foi com o Arudo, né? Vamos ver o pessoal que está aí.
A gente mostrar pra vocês como é que a gente brinca aqui na plataforma Espiritismo.tv. Vem aqui na busca, pesquisar legendas, e vamos procurar aqui Exodus. Né? Pra gente ver o que já foi dito a respeito de Exodus. Lembrando, quando estudou Gênesis, Arudo mesmo comentou vários pontos, né? Levítico. Em Levítico, nós temos muitos comentários sobre Exodus, né? Quando você quiser que eu coloque alguns, você me fala, Leonora. Gênesis, né? Você gosta daquele de Gênesis, né? O 17, esse aqui? Vamos repetir aquilo que a gente fez naquele dia aqui.
Vamos ver se vai. Então, pro pessoal que está acompanhando aí, o Arudo falou um pouquinho lá do Exodus aqui nesse estudo do Gênesis. Quem já acompanhou, ouviu. Quem não acompanhou, vai poder assistir. Vamos ver se vai abrir aqui. E a gente bota a palavra e o programa procura bem no ponto onde está aquela palavra. Isso é muito bom pra quem faz estudo, né? Quem gosta de pesquisa. Isso. É. Deixa eu dar uma pausinha aqui. Vamos ver se vai aqui, Leonora. Não tem internet aqui. Hoje está um tanto… Vou voltar aqui e ele vai.
Quer ver? Eu chamei… Aonde que eu chamei? Foi… Aqui, olha. Vamos lá. Já vai entrar. Os encontros de Gênesis são 105. O Êxodo com uma grande libertação. E o que que foi o Êxodo? O Êxodo, o evento grandioso do Êxodo, o evento final, depois daquela confusão toda com o faraó, é numa noite, meia-noite, quando morrem todos os primogênitos no Egito. Aí, não teve jeito. O faraó abaixou a guarda e o povo foi libertado. Com essa noite. Todos os primogênitos, inclusive de animais, né? Curioso, não é? Ah, calma, calma. Espera aí.
Todos os primogênitos do Egito, incluindo animais, com uma única exceção. As casas que tivessem o sangue do cordeiro, que era um primogênito, o cordeiro tinha que ser um primogênito, o sangue do cordeiro, o anjo da morte, na linguagem, né, figurado, vinha um anjo. Ele vinha, entrava na casa, matava. A casa que tinha o sangue do cordeiro, ele pulava. Pulava mesmo, saltava. Então, olha, Leonora, o pessoal vai parar aqui, o pessoal vai lá assistir, né? Depois, na plataforma. Então, gente, é isso, né? Todos muito bem-vindos, e como o Haroldo disse, né?
Vamos fazer essa chama incendiar nossos corações. A gente tem muito pra caminhar juntos, né? Neste momento. Quem quer participar dos grupos de Facebook, WhatsApp, pode mandar um direct ou no Instagram, ou no Face, que a equipe lá manda os links, gente. A gente não pode compartilhar link aqui nos comentários, que o YouTube bloqueia, né? Então, Leonora. É, ela só manda o direct. É, pessoal, para entrar nos grupos, participar, participar aqui nos estudos, acompanhar depois, né? Os estudos ficam aqui na plataforma. A plataforma é uma plataforma que está aberta, mas ela precisa, né, do auxílio de todos que podem contribuir com a plataforma, para que a gente possa continuar a produzir os programas e outros projetos, né?
Então, todos convidadíssimos a contribuir aqui na plataforma. Nessa barra branca, você vai encontrar um item de contribuir. Então, quem puder contribuir, vai ser ótimo, né? Vai nos ajudar muito. Vamos nos despedir? Vamos nos despedir. Se alguém tiver alguma dúvida aí sobre a… A Neide Nova falou que quer contribuir. Está vendo? Muito bom, Neide Nova. Precisamos, precisamos de toda contribuição. A estrutura do Ser Hoje, ela está baseada nesta plataforma, né, Leonora? Da sustentabilidade, da produção de conteúdos, aquela música do início, né?
Os líteros musicais, todo o material que nós produzimos. Então, fiquei muito bem convidado pela Leonora e por mim a participar. E hoje à noite, a gente tem o nosso Espiritismo. tv no ar. Então, quem gosta da última live do dia, nós vamos estar a partir de nove e meia conversando um pouquinho sobre algumas coisas da plataforma. E também a gente traz um convidado. Hoje a gente vai receber a Marina. Vamos falar um pouco de arte hoje, Leonora. Então, vai ser muito bom. Fica todo mundo convidado. É isso aí. Muito bom. Um ótimo final de semana e até sexta que vem.
Até sexta que vem, pessoal. Abraço a todos. Obrigado pela presença. Muito importante para nós.
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.

Respostas