#025 – Estudo do Velho Testamento – Livro Salmos

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Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento, conduzida por Haroldo Dutra Dias, mergulhamos no Livro dos Salmos, especificamente no Salmo 8. Após uma sequência de salmos de súplica, este estudo nos convida a uma reflexão sobre o louvor, a alegria e a adoração, marcando uma transição para um salmo de exaltação à grandeza divina.

O que é estudado neste episódio

  • Salmo 8: Poder do Nome Divino: A leitura e análise do Salmo 8, que na Bíblia de Jerusalém recebe o título “Poder do Nome Divino”, é o ponto central. Este salmo é caracterizado como um cântico de louvor, exaltando a majestade de Deus manifestada na criação e a dignidade do ser humano.
  • Louvor x Agradecimento: Uma distinção crucial é feita entre louvar e agradecer. Enquanto o agradecimento está ligado a uma graça ou bênção específica recebida, o louvor é um ato de adoração a Deus pela Sua existência, Sua obra e Sua criação, sem estar atrelado a um benefício particular.
  • A Prece e seus Propósitos: A discussão se aprofunda na natureza da prece, conforme o Livro dos Espíritos (questão 659), que a define como um ato de adoração. São explorados os três propósitos da prece: louvar, pedir e agradecer, ressaltando a importância do louvor como o primeiro passo para o aperfeiçoamento.
  • O Significado do Louvor: O louvor é apresentado como um processo de identificação e reconhecimento dos atributos divinos. Ao louvar, o indivíduo reconhece o que é grandioso e extraordinário em Deus, o que, por sua vez, o impulsiona a incorporar essas virtudes em si mesmo, buscando a perfeição.
  • A Fragilidade Humana e o Poder Divino: O estudo aborda o verso do Salmo 8 que menciona “pela boca das crianças e bebês, Tu formaste qual fortaleza contra os teus adversários”. Esta passagem é interpretada como a capacidade de Deus de manifestar Sua força mesmo através da maior fragilidade humana, transformando-a em vitória.
  • “Filho do Homem” no Salmo 8: É esclarecido o significado da expressão “filho do homem” no contexto do Salmo 8, que se refere ao ser humano em sua generalidade, como sinônimo de “filho de Adão”, e não diretamente a Jesus como o “segundo Adão”.
  • O Nome de Deus e Suas Manifestações: A discussão se estende à proibição de vocalizar o nome de Deus no hebraico (Yahweh/Jeová) e o significado teológico por trás disso. A ideia é que o ser humano tem acesso às manifestações de Deus na criação, mas não à Sua essência inatingível, pois o relativo não pode conter o absoluto.

Reflexões

  • O louvor não é para Deus, mas para nós. Ao louvar, reconhecemos os atributos divinos e somos impulsionados a nos aperfeiçoar, incorporando essas virtudes em nossa própria jornada evolutiva.
  • A natureza é um “álbum de fotografias de Deus”. Observar a beleza e a complexidade da criação é uma forma de louvor e reconhecimento da inteligência e amor divinos, aumentando nossa sensibilidade espiritual.
  • A prece é um ato de comunicação e relacionamento com Deus, que sempre atende, mesmo que a resposta nem sempre seja um “sim” aos nossos desejos imediatos, mas sim o que é melhor para o nosso crescimento.

Ler transcrição do episódio

Boa tarde, Haroldo, boa tarde, Eleonora. Hoje a gente está gravando no dia 28 de março, às 13h35 da tarde. Haroldo nos Estados Unidos, Eleonora no Paraná, Florengeles no Sul e eu em Sírios. Como é que está a vida por aí, amigo? Nos conta? Aqui acompanhado de Jesus e Ismael, atrás aqui de mim. De vez em quando eu ocupo o lugar de Ismael chorando nos braços de Jesus. É assim que nós estamos. Está bem acompanhado. Como é que foi a semana, Aroudo? Como é que foi a semana, Eleonora? Tudo bem, tudo ótimo. Com bastante lutas e tribulações, como manda a encarnação.

Olha, o estudo de salmos da semana passada, Aroudo, Mas teve uma repercussão, você não imagina. Que coisa boa, é mesmo? Foi. Mas o pessoal ficou com a cabeça quente. Porque aquela história que a gente está todo mundo… Vai ser tenciado? O povo ficou assim, né? Com todo mundo teve um chá de realidade refletindo eu passei a semana com a Leonora a gente fala, brincando com isso hoje é dia de visita nós estamos todos presos a gente recebe as visitas de vez em quando umas boas visitas para dar um alento eu falei com ela assim se eu estou sentenciado, já descobri que você é visita aqui Leonora é tudo visita É, mas não sei como é que faço, que eu também preciso de visita.

Você está no regime semiaberto. Sejam todos muito bem-vindos para mais um estudo de salmos. Hoje vamos para o salmo 8, vamos dar as boas-vindas para o salmo 8. A gente vinha com muitos salmos de súplica, né? Sim. E agora a gente vai com salmos de alegria, de louvor, um salmo leve, digamos assim, um salmo até que é uma música. Música Depois eu vou ler aqui que na Bíblia de Jerusalém vai nos dar um toquezinho aqui que pode ser que esse salmo seja uma canção. Boa demais. Não, todos são, né? Não, canção todos são, né? Aham.

Todos são. É que tem canções que são… Essa aí é uma típica canção de louvor, né? Nós vamos ler primeiro pra gente entrar no clima, né? Vamos. Eu estou aqui com a Bíblia de Jerusalém, a gente vai ler essa tradução até que o Haroldo volte a ter os seus programas de tradução, os programas que nós utilizávamos para traduções direto do original. Quem quiser acompanhar, a gente está com a Bíblia de Jerusalém, Salmo 8, ele deu um título para esse Salmo, Poder do Nome Divino. Aí ele fala assim, ó, do mestre de canto sobre a, três pontinhos, de gato, salmo de Davi.

Esse gato tem uma nota de rodapé que ele fala assim, talvez uma harpa ou uma melodia de origem filisteia. Essa é a introdução do nosso salmo. E ele começa, E a vé, Senhor nosso, quão poderoso é teu nome em toda a terra. Ele divulga tua majestade sobre o céu, pela boca das crianças e bebês. Tu ofermaste qual fortaleza contra os teus adversários, para reprimir o inimigo e o vingador. Quando vejo o céu, a obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que fixaste, que é o homem para dele te lembrares e um filho de Adão para vires visitá-lo?

E o fizeste pouco menos do que um Deus, coroando-o de glória e beleza, para que domine as obras de tuas mãos, sob seus pés tu colocaste. Ovelha e bois todos, e as feras do campo também. A ave do céu e os peixes do mar, quando percorre ele as sendas dos mares. E a ver, Senhor nosso, quão poderoso é teu nome em toda a terra. Que lindo, né? É, nossa. Poder do nome divino, é isso mesmo? Isso, Agui, tem muitas coisas nesse salmo aí, né? Vamos… tem muitas coisas aí. Muitas coisas pra gente poder trabalhar aos pouquinhos, né?

Bom, primeira coisa, nós estamos chegando num salmo de louvor, o típico salmo de louvor. E aí vamos aproveitar para falar um pouquinho do louvor, o que é o louvor? É o contrário dos salmos de agradecimento. Então, a gente lembra que no salmo de agradecimento, Porque a gente, na oração, lembra lá dos livros espíritos, né? Temos essa questão aí, Júlio? Livro dos Espíritos? Tem, vou pegar. Da prece, né? Pedir, agradecer e louvar. Então, pedir e agradecer formam um par, um casalzinho. Eu peço, sou atendido, agradeço. Então, o agradecimento, ele tem essa particularidade espiritual de uma graça, de uma bênção recebida na minha vida, uma bênção, uma graça que eu recebi.

Uma graça é uma caridade de Deus, ainda que eu não seja merecedor, e nenhum de nós é integralmente merecedor, mesmo assim, Deus, na sua bondade, na sua misericórdia, na sua caridade, Ele nos presenteia, Ele nos doa. Dádivas, dons, oportunidades, possibilidades. E, quando eu recebo essas dádivas, eu agradeço por elas. Então, o salmo de agradecimento é um salmo particular. Eu estou agradecendo por algo concreto que eu recebi. O louvor, não. O louvor é um ato de adoração a Deus. É um ato de adoração. Eu estou… elogiando, eu estou exaltando a obra divina, o próprio Deus, a sua existência, tudo o que ele faz, não por um aspecto particular na minha vida, mas pela criação, pela criação, pela obra divina, pela presença de Deus, pela existência de Deus.

É a primeira lei moral. A lei de adoração. E, aqui é importante, gente, porque que a gente adora? Porque nós nos tornamos aquilo que a gente adora. Quando eu adoro uma coisa, com o tempo eu vou me identificando com aquela coisa. Eu gosto muito de um exemplo chocante que é o usuário de crack. Ele tem uma aparência característica. Você olha para a pessoa e fala usuário de crack. Porque ele adora o craque, então, ele se torna semelhante a. É um processo de sintonia. E, eu adoro a Deus para quê? Para me tornar perfeito.

Sede perfeita, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. Então, ao louvar a Deus, eu estou adotando um modelo do que eu quero me tornar, daquilo que eu valorizo, daquilo que eu quero incorporar em mim. Deu uma ideia geral? Do louvor? Você estava falando da questão 659, que fala do caráter geral da prece, que fala de louvar… Isso, isso. Lê para a gente, Júlio, por favor. Aqui, olha. Qual o caráter geral da prece? A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele, aproximar-se dele e pôr-se em comunicação com ele.

Há três coisas que podemos propor-nos por meio da prece. Aí falta um pedacinho. Está faltando. Só um pouquinho, Júlio. Qual o caráter geral da prece? Qual é a característica? Qual é a marca principal de uma prece? Olha que bonito, não é? Aí os Espíritos respondem. É um ato de adoração. Isso é importante, né? Porque adorar a Deus é tomar Deus como… Uai, você tirou. Tomar Deus como… É, se você puder colocar ela inteira, né? Tomar Deus como modelo, tomar Deus como um padrão, né? Eu me torno aquilo que eu adoro. Eu me torno aquilo que eu adoro.

A gente vê isso. Pessoas que se vestem como artista, que elas gostam. Pessoas que imitam hábitos de alguém que ela admira, A gente vê isso. Então, a prece é um ato de adoração. Agora, olha que interessante, pensar nele, aproximar-se dele, pôr-se em comunicação com ele. Incrível, não é? Então, quando você está apaixonado, você não pensa na pessoa? Você não se aproxima dela? Você não quer conversar com ela? Quando você ama alguém, você não quer pensar nessa pessoa? Não quer aproximar-se dela? Não quer colocar em comunicação?

Então, veja, a prece é uma ação emocional, afetiva. Por isso que a gente tem que tomar cuidado com prece-palestra. Prece que é pura palavra, é puro intelectualismo, não tem nenhum sentimento naquilo. Isso não é prece. Não é prece. E, a prece tem três propósitos, três objetivos, que o Júlio vai colocar aí agora. As três coisas que nós podemos tomar como objetivo na prece. Louvar, pedir e agradecer. É bom que eles colocaram na ordem bonita, não é? Louvar, geral, geral, eu estou adorando a Deus. O objetivo não é… a prece não é um ato de adoração?

Então, no louvor eu estou adorando. E depois tem o par, pedir e agradecer. Eu peço, recebo, agradeço. Agradeço quando eu não recebo também. É, às vezes, quando eu entendo que o meu pedido não era tão bom, né? Mais pra frente, eu acabo agradecendo. O Oscar Wilde, Oscar Wilde, né? Dizia que se você quiser destruir uma pessoa, dê a ela tudo o que ela deseja. Nossa… É, eu falo, a gente, no início dos trabalhos do C, a gente falava muito isso, assim, tem duas maneiras de acabar com o trabalho, é ter tudo que a gente quer ou não tendo recurso para a gente fazer nada, né?

Esses extremos destroem a instituição mesmo, né? Sempre que você começa a achar que pode tudo, é tudo do jeito que você quer, geralmente não dá muito bom, não. Mas quando você tem aquele gostinho bom de de esperar né que eu falei agora do ano a trabalho espera perdoa né e tem tudo tem é como se fosse ciclo né você você espera e diz que deu sempre atende o fato é a gente perceber como é que ele atendeu né Não é dentro da nossa precipitação, não é? Você pede paciência, ele manda fila, não é? Ele sempre atende, nem sempre concede.

Porque atender, como é um ato de comunicação, está dizendo aí no Livro dos Espíritos, a prece é um ato de comunicar-se com Deus, não é? Está na primeira parte. Volta, por favor. É pôr-se em comunicação com ele. Então, se Deus não nos atendesse, significa que ele virou o rosto, que ele não está se comunicando conosco. Então, Deus sempre atende, Ele sempre se comunica. Mas, às vezes, Ele se comunica dizendo assim, filho, não, é importante isso. Às vezes, a gente não tem maturidade para isso, porque a gente acha que todo pedido endereçado a Deus, ele vai ter uma resposta sim, sim, E, muitas vezes, a resposta é não, não.

Agora, o difícil do não de Deus é porque, como ele é a inteligência suprema, o amor infinito e a visão infinita, é complicado a gente compreender o não de Deus. É difícil, é difícil. Por quê? Claro, a gente só quer ouvir sim, a gente só quer ouvir sim. Mas, trazendo isto para a experiência dos pais e mães terrenos, Qual pai e mãe, em sã consciência, vai dizer somente sim para os filhos? É quase desproposital. Tem certas coisas que a gente diz um não assim, até não, nem de jeito nenhum, você está maluco, você está maluca, não é?

De tão horripilante que é o pedido que o filho está fazendo, que a filha está fazendo. É nesse sentido, né, Júlio? Ele sempre atende, ainda quando ele nos diz não. Tem até uma prece da Meimei que é linda, né? Obrigado, Senhor, quando me dizes não às súplicas que faço. Aí, é tão bonito, né? É… Você está sem som, Júlio. Você está sem som. Acho que trancou. Não, é porque, na verdade, ele tocou o telefone e eu desliguei. Eu estava falando que ele sempre nos atende e nos escuta, nos ouve. E a resposta dele… É uma resposta dentro de nós.

A gente tem que fazer a leitura. Às vezes é o espera, às vezes é o trabalha, não é? Porque tem várias coisas que têm a ver com isso. O Jesus quando fala, pedi e obtereis, não é isso? Então, ou seja, as coisas não contradizem isso. A questão é que a gente tem que fazer a leitura de como é que Deus está respondendo para nós. Se ele está respondendo, ele vai sempre responder com o melhor para nós. Daí, às vezes, não é no nosso tempo. Mas eu estava… Eu ia comentar que eu estava pensando do outro lado, quando ele colocou o louvar, o pedir e agradecer, aí o Haroldo falou sobre os pais, mas eu fiquei pensando sobre os filhos.

E como a gente vai amadurecendo nesse louvar, pedir e agradecer. Porque que nem as crianças, de início só pede, né? E nunca diz obrigada. A gente é que faz as coisas e cobra deles. Agradece, mamãe, agradece. Aí eles vão aprendendo a agradecer. Eu acho que a gente é mais ou menos assim. De início a gente só pede, até esquece quando recebe, né? De agradecer. Mas o louvar, aí eu penso assim, a gente que está com os pais longe, mais velhos, né? Eu acho que depois de um tempo… aqui mesmo encarnados né é que a gente começa a louvar porque aí a gente começa a perceber mesmo que não seja nada feito de bondade para nós mas a gente começa a ver o bem que eles fazem para os outros né como que eles são importantes é na vida e fiquei pensando que se é assim com os nossos relacionamentos de pai com mãe né também assim com nosso relacionamento com Deus Isso aí.

Para chegar nesse louvar, tem uma caminhadinha de maturidade também. É uma caminhadona, né? Entrando no texto aqui, ele começa com esse reconhecimento da grandeza de Deus. Ó Senhor… Estou notando uma tradução aqui. Deixa eu pegar da Jerusalém. Ó Senhor nosso Deus. É isso, Leonora? É. Como é glorioso o teu nome em toda a terra, tu que elevaste tua majestade acima dos céus, reconhecendo a grandeza de Deus. Tem bastante a ver com a proposta que a gente tem trabalhado da esperança. Vamos entrar já no que eu falei com a Lu, que a gente ia puxar para a esperança.

E aqui vocês vão ouvir da boca de alguém que não tem tanta facilidade em sentir o que eu vou falar. Mas… Tanta facilidade com isso. Mas o reconhecer Deus, né, Aruto? Reconhecer Deus. Reconhecer a grandeza de Deus. Reconhecer a majestade. Reconhecer… É o princípio para você… começar a conversa, vamos dizer assim, aquela que você gosta de falar, eu vou como Deus, eu vou como homem, ele vem como Deus, não é isso? Então, a gente vai como homem, sabendo que estamos conversando com Deus. Tem um outro aspecto aí, Júlio, porque quando eu louvo, o que é louvar?

Básico, o que está na… na base do louvar a Deus, é você identificar o que é grandioso, quais são os atributos, o que é o valor. Eu vou trazer uma metáfora aqui que eu acho que vai ajudar. Imagina uma pessoa vai comprar um violão, mas ela, totalmente inexperiente, porque ela nunca comprou um violão na vida, e ela não sabe quais são as características que distinguem um bom violão de um violão ruim. Ela não sabe. Então, ela chama um professor, a professora de violão, que é uma pessoa experiente, concertista, tem 20 anos de carreira, tem um violão excepcional.

Aí, a pessoa chega lá e fala não, eu vou te acompanhar, eu vou te ajudar a escolher esse violão. Aí, a pessoa chega lá e fala assim Olha, a primeira coisa que você olha no violão, olha aqui, olha o braço aqui, olha a dinâmica aqui, olha como é que ele é fácil de tocar. Eu estou louvando o braço do violão. Outra coisa que você olha aqui, olha a sonoridade, olha a sonoridade desse violão. Eu estou louvando a sonoridade. Eu estou reconhecendo o que é uma sonoridade boa. Aí, eu digo assim, olha, você toca essa nota aqui, olha o tempo que essa nota fica tocando.

Olha, que é a sustentação. Então, eu estou louvando essa característica. Louvar é identificar uma característica ótima. Toda vez que eu identifico algo que é extraordinário, eu estou louvando aquilo. Isso é o louvar. Então, quando eu estou louvando a Deus, eu estou identificando quais são os atributos, quais são as características de Deus que são extraordinárias. E, se eu não identificar isso, como que eu vou incorporar isso em mim? Percebe? Porque, se uma pessoa chega aqui e fala assim, não, eu acho conhecimento bobagem.

O importante para mim é ganhar dinheiro, estudar, conhecimento. Gente, isso é bobagem. Para mim, todas as escolas têm que ser fechadas. Não tem que gastar dinheiro com escola, não. Que isso? A pessoa tem que trabalhar para ganhar dinheiro. O que significa isso? Eu estou menosprezando algo. Quando eu chego e digo assim, Educação humaniza a pessoa, educação… Eu estou louvando a educação, eu estou louvando, eu estou reconhecendo valor nisso. O que vai acontecer quando eu reconheço um valor? O próximo passo é incorporar isso em mim.

Então, o primeiro passo da evolução é louvar a Deus. O segundo passo é ser de perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. Então, eu só posso cumprir esse mandamento da perfeição, do aperfeiçoamento, se eu identificar quais são as características que eu tenho que adquirir. Faz sentido isso? Então, por exemplo, nós estamos louvando a esperança, O próximo vir a ser é um vir a ser de louvor. Ele vai louvar o quê? Ele vai louvar uma virtude chamada esperança. Então, nós vamos ter várias palestras, nós vamos ter atividade para que todos saiam do vir a ser absolutamente convencidos de que a esperança é algo precioso.

Depois disso, o que vai acontecer? Vai começar o trabalho para todos nós adquirirmos esperança. Para nós incorporarmos a esperança como valor. Fez sentido isso? Muito, muito sentido. Fez sim, todo sentido. Porque senão fica uma coisa boba. Tem gente que trata o louvor como uma coisa boba. É como se fosse assim, ficar bajulando Deus. Deus não precisa de bajulação. E tem também quem acha que está bajulando, Arudo Quando está reconhecendo, quando você expressa Porque o ser humano, a gente às vezes Eu vou falar como espírita Nós temos dificuldade Porque talvez tenhamos rompido com as estruturas religiosas do passado Tenho vivido outras experiências dificuldade que às vezes tem um companheiro evangélico, né, e tal, daquele louvor, né, cara, profundo, que ele está além das palavras que ele está emitindo ali.

O salmista aqui também pode parecer que ele está bajulando, querendo alguma coisa, mas no fundo tem a intenção que a pessoa está colocando na fala dele. Não são as palavras em si. E conhecer. Não são as palavras em si, né? Você pode estar não louvando em silêncio e louvando muito em palavras, ou não louvando em palavras e louvando em silêncio. Então, eu acho que passa pela questão de reconhecer os atributos de Deus, reconhecimento dos atributos de Deus, reconhecimento da ação dele na nossa vida, na natureza, em tudo que ele age.

Eu acho que é reconhecer, é alguém que está atento a isso. Ao que ele recebe de Deus. E eu achei muito profundo isso, porque tem a ver com conhecimento. Porque a gente, que nem o Haroldo usou o exemplo do violão, a gente não admira ou reconhece aquilo que a gente não conhece. Então a gente pensa, tem uma pessoa que, que estuda muito abelhas, então ela acha aquilo uma perfeição, ela reconhece Deus ali naquela perfeição daqueles ciclos, daquela natureza, né? Eu estou com as crianças agora, os dois, estudando o corpo humano, né?

É medicina. Cada dia eles contam a perfeição, se isso não existisse não era possível o coração funcionar e existisse, se aquilo não existisse, exatamente assim era impossível o pulmão ele funcionar, só Só que assim, a gente tem coração, a gente tem esse pulmão, os órgãos todos aqui, e às vezes nem louva, porque não reconhece o quanto é divino, o quanto é minuciosamente perfeito, cada órgão, cada funcionamento, a harmonia de tudo para que funcione sem a gente perceber, né? Automatizado. Então eu acho que tem muito a ver com conhecimento, a gente reconhecer.

É, porque o importante aqui da gente entender, né, é que o louvor não é para Deus. O louvor é para a gente. O louvor é para a gente, porque é uma relação. Então, vamos imaginar aqui, bem simples para a gente entender. Tem pai, mãe e os filhos. Quando os filhos chegam assim e falam assim, nossa mãe, você é tão cuidadosa, eu chego aqui e as roupas estão separadas, arruma comida, mãe, olha aqui, está tudo limpinho, você é tão caprichoso, a toalha estava velha, quando um filho faz isso, eles fazem toda semana? Isso. Por que a gente fica feliz como pai e mãe?

Porque eu falo assim, meu Deus, eles vão valorizar isso e vão ser assim, Não é porque assim, ah, nossa, ai, a menos que seja um pai ou uma mãe narcisista, que precisa de elogio toda hora, não é o caso de Deus. Então, quando um filho ou uma filha louva uma atitude de um pai ou de uma mãe, significa que ele percebeu que aquilo é virtude, significa que ele está valorizando o sacrifício, significa que ele está valorizando o trabalho. Olha a fala de Jesus em em João. O meu pai trabalha até agora e eu também trabalho. Isso é louvor, porque ele está dizendo assim Deus não para de trabalhar, Ele sustenta a criação.

A gente vai lá para o livro dos Espíritos, quando Kardec começa a perguntar aquelas questões difíceis, a matéria, o fluido cósmico, a matéria cósmica que existe desde todo o sempre ou foi criada por Deus? Foi criada, claro que foi criada. Agora, se existe de todo o centro, não sabemos, porque você pode conceber Deus por um segundo sequer inoperante, inativo? Olha isso! Então, nem um milionésimo de segundo Deus está inativo, porque é o pensamento dele que sustenta a criação. Então, quando Jesus diz assim, meu pai trabalha até agora, é aquele filho reconhecendo, reconhecendo o trabalho dos pais.

Não é porque Deus precisa do elogio… Gente, Deus tem infinitos filhos que são Espíritos puros. Ele não precisa do elogio, do Arol, do Espírito imperfeito, Ele não precisa disso. Ele já tem, assim, uma galáxia de Cristos que o amam de forma pura. Então, quem precisa de louvar sou eu. Eu preciso louvar, porque quando eu louvo a Deus, eu estou num ato de me relacionar com ele. Eu estou falando, pai, entendi. Quando a pessoa diz assim, gente, tenho tempo de Deus, eu estou reconhecendo a paciência de Deus, eu estou reconhecendo que ele não age de improviso, que ele é sábio, que ele espera, eu estou louvando essa característica dele.

É bonito isso, não é? É bonito. E usando esse mesmo pensamento, sabe quando que o filho reconhece? Quando ele tinha e ele perde. Tinha tudo em casa, aí eles vão estudar fora. Estudam o dia inteiro e chegam em casa e não tem mais comidinha. A roupa que estava no chão, ela segue no chão. A roupa que estava desarrumada, ela segue sem arrumar. E aí eles aí eles voltam para casa em feriado de assim ai que coisa boa essa casa tem café da manhã tem almoço a roupa é lavada e passada aí voltam a reconhecer voltam é isso aí é isso aí agora é considerando a situação nossa, de afastamento de Deus, que somos espíritos que se afastaram da presença.

Como é que você vê, acho que essa pergunta é muito doida, mas o surgimento, como é que isso brota de dentro do homem que se afastou de Deus? É a dor, praticamente, nessas circunstâncias, não é, Arudo? É a saudade. Eu acho que não só a dor, Júlio. Eu acho que quando você vai numa cachoeira, quando você vai numa montanha, quando você vai à praia, quando você observa um pôr do sol, um nascer do sol, isso te leva para o louvor. Eu adoro um livro, eu acho o título desse livro genial, que é o livro do Camille Flammarion, Deus na Natureza.

A natureza é o livro de Deus, mas eu nem diria que é um livro, por isso que Deus na natureza eu acho mais bonito, porque para mim a natureza é um álbum de fotografia, não é só um livro, não, é um álbum de fotografia de Deus. Aham. Então, quando você olha para a foto das estrelas, quando você olha para uma flor, quando você olha para um animal ali, gente, os detalhes, aquilo é uma fotografia de Deus, do bom gosto, da beleza, do cuidado, você fala nossa, que coisa! E tem um outro elemento que é a dor, porque o que eu acho que a dor faz, juro, é aumentar a nossa sensibilidade.

Não precisaria dela se a gente estivesse com a sensibilidade em dia. Mas, como a gente vai perdendo a sensibilidade, vem a dor e aumenta a nossa sensibilidade para a gente perceber. Para que a gente veja, para ver, que eu veja. Que eu veja, que eu veja, porque você ficar diante de uma praia, um pôr do sol, aquelas ondas, e você não reconhecer beleza nisso, e você não começar a pensar no criador disso, você está com um problema de sensibilidade, um problema grave de sensibilidade. Eu acho que esse é o ponto. Mas, então, eu estava pensando, Arouca, que o louvor é um exercício…

de reconhecimento de Deus na nossa vida. É quando você está atento à interação com ele, quando você está atento que as coisas estão acontecendo e aquelas determinadas coisas não vieram de uma ação sua, não vieram de uma proposição sua, e você começa a perceber de forma muito mais sutil quanto mais você faz isso, A presença de Deus, né? Nos ciclos da natureza, nas estações, na expressão dos animais e como eles se apresentam para nós, né? É… em como o nosso organismo funciona, em como que nosso pensamento… Quanto mais a gente exercita em perceber Deus nas coisas, a gente vai se aproximando dEle e sendo mais capaz de louvar Porque se você não reconhece Deus nas coisas sensíveis da vida, na natureza, enfim, o seu louvor pode ser pequeno, pode ser um louvor limitado a uma questão pessoal, uma questão…

menor, porque você não percebe quanto no passado, quando não se conhecia a grandeza do universo. Imagina hoje como que nós podemos louvar a Deus, um Deus que… Nossa! Como se expandiu a compreensão de Deus do tempo lá do Cristo para agora, depois de Jesus para agora. Ainda acho que pode se expandir muito mais, quanto mais o espírito vai tendo a consciência, se a gente tem consciência agora de planetas e de estrelas, e esse universo, imagina os espíritos mais evoluídos que conseguem conceber processos muito mais elaborados.

O infinito hoje é muito maior do que o infinito antigamente, não é, Leandro? É… Ou seja, o infinito que a gente conhecia 50 anos atrás não era tão infinito, né? Não era. Não era. É exatamente isso. Eu queria fazer uma pergunta dentro desse Salmo, Zorudo. Que eu achei interessante um verso aí, desse verso que ele fala que… na minha tradução, né? Da boca das crianças e dos lactentes suscitaste força por causa dos teus adversários, para fazer escalar inimigos e rebeldes. Isso é verdade. Olha que interessante, né? O que ele está dizendo?

Lactente, a criança… Isso é tão bonito, né? Porque na linguagem hebraica, ao invés de ficar trabalhando conceitos abstratos, eles gostam de imagens concretas. Tem alguma coisa mais frágil do que uma criança mamando? Está ali entregue, né? Está frágil. É o auge da fragilidade do ser humano. É o serzinho mais frágil do mundo. E aí ele diz assim, dessa criatura mais frágil você faz… Aí usa uma outra imagem, de um vencendo inimigo, guerra. Eles adoram isso, né? Guerra, ser inimigo, para simbolizar força e tudo. Mas, o símbolo é esse, que Deus, quando você está na sua maior fragilidade, Ele pode transformar você num vitorioso.

Você pode vencer uma grande batalha, mesmo estando no seu período de maior fragilidade. Porque o poder de Deus não depende das suas virtudes ou do seu poder para as coisas acontecerem. Isso é lindo, não é? Ele tem poder suficiente para fazer acontecer mesmo na sua mais absoluta fragilidade e incapacidade. Esse é o sentido desse trecho. É uma coisa bonita. A gente vê o que é louvor. Olha que conclusão que ele tira. Olha que conclusão que ele tira. Que coisa sensacional. É, nossa, eu fico… Que coisa sensacional. Eu fico tentando entender, na essência, no âmago da composição, da escrita, De rasgar a carne para escrever isso.

A dor. É o que eles passavam naquele período. Isso. O que se passava naquele período. Isso aí. Agora ele vai usar lá no verso 5 também uma expressão que a gente conhece bem e eu queria entender. Ele fala, quando contemplo teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que fixaste, que é o homem para que dele te lembres? E o filho do homem, para que o visites, esse filho do homem é o filho do homem mesmo? Não, não. Aí é uma coisa bonita, né? Isso aí é uma poesia, depois nós vamos comentar. Porque a gente já está entrando em detalhes do Salmo, né?

É. Aí é um quiasma, é uma maneira de fazer poesia que você coloca duas frases e você repete a mesma frase usando sinônimos. Então… Ser humano e filho de Adão é um sinônimo. Filho do homem é um sinônimo para ser humano, porque de todas as espécies, lembram disso? Tem as espécies animais, Deus criou, depois criou o Adam, o humano, o terreno. E, todo mundo, todos os humanos que existem na Terra são Ben, Adam, filhos de Adão. Ou seja, são da mesma estipe da mesma forma, do mesmo modelo de Adão, não é? Só que Jesus, aí você vai falar, mas Jesus fala que ele é o filho do homem.

É, fala que ele é o Benadão, mas ele é o segundo Adão. Então, tem um primeiro Adão, que é esse Adão alma vivente, e tem um segundo Adão, que é o homem redimido. E, o Cristo é modelo e tipo desse segundo Adão, porque, a partir dele, uma nova humanidade vai ser feita. Isso, o domínio novo, né? É, bonito, né? É isso lá. Mas, vamos falar um pouquinho mais dessas características. Eu acho que ficou claro aí a questão do louvor, né? Para mim, acho que… Depois, a gente tem que falar um pouquinho sobre o nome. Por que o nome?

O nome aí, aparece o nome, Yavé, Adonai, porque a gente não pronuncia em hebraico as quatro consoantes que simbolizam o nome de Deus. Todo o texto hebraico, no texto hebraico, na Torá, você não escreve vogal, você só escreve consoante. A vocalização é treinada Você precisa de um treinamento, você precisa estar num grupo, numa comunidade, com orientadores que vão te treinar, que vão te orientar, que vão transmitir a tradição e te ensinar a vocalizar o texto. Isso é bonito. Então, não existe autodidata no estudo da Torá.

O estudo da Torá é feito aos pés de um mestre, que vai te transmitir o que não está escrito. O que não está registrado, a começar pelas vogais. Só tem uma palavra que ninguém pode vocalizar. Então, esse negócio de Jeová e Avé, isso é uma heresia para o judeu. É proibido vocalizar o nome de Deus. É proibido pronunciar o nome de Deus. Porque não tem o mandamento não pronunciarás o nome de Deus em vão? É proibido pronunciar. Não se pronuncia. Aparecem as quatro consoantes e eu falo Senhor, Adonai, meu Senhor ou o Senhor.

Então, não tem Yahvé, Jeová, isso não. Isso é uma heresia. Isso aí faz um judeu arrepiar do pé a cabeça, vocalizar o nome de Deus. Por quê? Ah, Haroldo, mas qual que é o sentido disso? O sentido disso é o seguinte, gente, nós não temos acesso a Deus, nós só temos acesso às manifestações de Deus. Se ele não se manifestar, já era. Nenhum ser criado sonda Deus, entra em Deus para sondar ele. Não, não existe isso. Então, Deus emana, Deus se manifesta. Quando ele se manifesta, eu tenho acesso à manifestação, não a ele. Então, o nome dele é uma simbologia da manifestação de Deus.

Então, querem ver uma coisa? A Terra, o planeta Terra, é uma manifestação de Deus. Essa garrafa aqui, que é a modificação do fluido cósmico, é uma manifestação de Deus. Então, eu só tenho acesso às manifestações de Deus. Por isso que eu não faço imagem dele. Porque as manifestações dele não são ele. Complicou, né? Então, esse negócio de Capela Sistina representar Deus como um velhinho está fora de cogitação, está fora de cogitação. Eu não represento Deus, não farás imagem, não tem, porque eu não sei como ele é e nunca vou saber.

Totalmente não. Totalmente não, porque ele é absoluto. Todos nós somos relativos. O relativo não contém o absoluto. Por quê? O absoluto é maior. Como é que eu vou colocar uma coisa maior dentro de um recipiente menor? Não tem como. É bonito, não é? Deus vai se revelando, não é, Arudo? Vai se revelando. Isso. Eternamente. Por isso que as revelações são sucessivas e progressivas, porque elas dependem do nosso grau de adiantamento intelecto-moral. Quanto mais adiantado o intelecto-moral, mais eu vou revelar um pouquinho.

Vai revelando, vai revelando, vai revelando para a eternidade. Por quê? Eu preciso da eternidade para explorar o infinito. . Frase do dia, eu preciso da eternidade para explorar o infinito. Então, a gente não tem que perder essa preta, por isso que Jesus, você nunca vai ver Jesus querendo definir Deus, ele não fala isso, ah, Deus é isso, não, raramente a gente vê Jesus falando isso, ele vai dizer, o reino dos céus é semelhante a um pai de família semelhante. Ele não vem assim assim ó, eu tenho uma comunhão indescritível com ele, então, eu vou dizer como é que ele é.

Que isso? Ou é mais? Porque, se ele faz isso, um Cristo superior a ele vem e fala assim peraí, quem te falou? Como assim? Tem coisas dele que você ainda não conhece. É, como diz o Gilberto Gil, se Deus é algo… Se eu sou algo incompreensível… Ah, meu Deus é mais. É mais. Meu Deus é mais. Ele não é incompreensível. Eu fiquei pensando que a doutrina espírita depois meio que resgata isso naquelas primeiras perguntas, né? Do livro dos espíritos, o que é Deus, e aí ele pede para que veja a criação, né? Então ele retoma essa questão.

Essa proposta. Mas eu ia corrigir e falar assim, não é que ele seja incompreensível, ele é compreensível a cada um de acordo com a sua fase da vida. Claro, claro. Ele é possível de ser compreendido e deve ser respeitada a compreensão de Deus de cada um de seus filhos, porque cada um deles caminha num estágio, e todo dia ele se revela, todo dia ele traz uma faceta nova. O problema, Júlia, é quando a pessoa fala assim, não, eu já compreendi Deus, eu vou te dizer o que ele quer e o que ele pensa. E aí, todas as pessoas que não fizeram isso aqui estão erradas, viu?

Porque Deus é… Essa pessoa, Deus é um canarinho, ele comprou uma gaiolinha e colocou Deus lá dentro, e ele tem a gaiolinha. E agora ele vai dizer o que Deus quer, o que Deus pensa. É, na melhor das hipóteses, ele descobriu o que Deus é para ele, né? Na melhor das hipóteses. Não vai poder aplicar para mais ninguém. Na melhor das hipóteses, porque geralmente, aquele canarinho ali é um espelho dele. É ele mesmo que é o narciso. É narciso, ele está vendo ele mesmo, né? Deus tem todas as características dele. Ele está se projetando.

Ele está olhando para ele mesmo. E ele está achando que as características dele são as de Deus. Esse é o desafio. E nos salmos de hoje, ele vai falar, né? Que é o homem para que dele te lembres e o filho do homem para que o visites. Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, de glória e honra coroaste. Deste-lhe poder sobre as obras das tuas mãos, tudo puseste sobre seus pés. Mas ele vai falar no final, né? Ó Senhor nosso Deus, como é glorioso o teu nome em toda a terra. Ou seja, ele reconhece nos rebanhos, reconhece nos pássaros.

Nas estrelas do céu, ele fala aqui. É isso, nós vamos ver isso tudo. Isso é muito bonito. A gente vai passar na próxima semana e a gente dá uma passada por essas coisas que são bem legais também. Mas é isso, eu fico com isso que você falou, que me lembrou também do livro do Casimiro Cunha, Cartilha da Natureza. Ah, sei. Que é um projeto que a gente quer fazer ainda mais para frente, com o Arudo, só sobre o Cartilha, porque realmente, já vi outras pessoas falando isso, com essa percepção, né, Arudo, que se você quer conhecer Deus, observa a natureza.

Ah, com certeza. Essa é a indicação. Então, o nosso estudo de hoje, vamos ficar com os atributos da prece, né, louvar, pedir e agradecer, Lembrando desse salmo que começamos, um salmo diferente dos demais, mas um salmo de louvor. Isso aí. Sim, é isso aí. E a frase de hoje, a frase para se guardar é nós precisamos da eternidade para… Explorar o infinito. Explorar o infinito. É isso aí. E nós já temos a eternidade. Já temos. Sim. Oi, gente, muito bom, muito bom, Aroldo. Agradecer o pessoal que vai estar assistindo mais tarde, agradecer a Leonora, agradecer ao Aroldo, e agradecer a Deus, vamos louvar a Deus por este momento, não é, Aroldo?

Vamos, exatamente. Louvar a Deus por este momento, pelo lugar que cada um de nós está e foi colocado, para florescer, como você gosta de falar, cada um… está no lugar certo que Deus colocou para florescer e agradecer a Deus por isso. Vamos louvar e agradecer por isso, por esse momento em que a gente está aqui juntos, temos a amizade, o carinho que a gente tem um pelo outro. Estarmos nós três aqui hoje fazendo um estudo de salmos, diferente do que estávamos fazendo talvez no passado, dele ter dado essa oportunidade.

Louvar a Deus pelas pessoas que assistem o estudo e nos proporcionam essa inopente oportunidade, já agradecer antecipadamente o carinho que eles têm com a gente, louvar a Deus em tudo isso, né, Leandro? Eu louvo a Deus pela Leonora e eu louvo a Deus pelo Aruto. Amém, que assim seja. Amém. Obrigada, amigos. Louvamos por você também. Ah, é… Cada um com seus merecimentos, né? Eu tenho mais merecimento que vocês, então vamos nessa. Manda um beijo para o pessoal aí que está em Sírios e que louvem por nós. Orem no caso.

Beijo, gente. Tchau. Beijo, bom final de semana. Bom final de semana, gente. Com Deus. Tchau. E aí”

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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