#011 – Estudo do Velho Testamento – Livro Salmos

video
play-sharp-fill
Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn
Telegram
Email

Neste episódio do estudo do Velho Testamento à luz da Doutrina Espírita, Haroldo Dutra Dias e seus convidados dão continuidade à análise do Livro dos Salmos, focando no Salmo 2. Este estudo, que retoma as atividades após um breve recesso, aprofunda-se nas nuances e significados proféticos deste salmo, considerado um dos pilares da teologia judaica e uma prefiguração do Messias.

O que é estudado neste episódio

  • Retomada do Salmo 2: O estudo inicia com a revisão dos Salmos 1 e 2, contextualizando a importância do Salmo 2 como o primeiro texto bíblico a apresentar o Messias regendo as nações da Terra, interpretado como Jesus na condição de governador espiritual do planeta.
  • A revelação em três momentos: É discutida a ideia de que a revelação divina se dá em etapas (Velho Testamento, vinda de Cristo e Doutrina Espírita), cada uma esclarecendo a anterior e aprofundando a compreensão dos ensinamentos divinos.
  • A rebeldia das nações: A passagem que descreve a inquietação das nações e a conspiração dos reis da Terra contra o ungido de Deus é analisada, levantando a questão da oposição dos poderes temporais aos desígnios divinos de um mundo justo e fraterno.
  • Jesus como Filho (com F maiúsculo): A interpretação do versículo “Tu és meu filho, eu hoje te gerei” é explorada, destacando Jesus como o Filho que permanece na casa paterna, em contraste com o filho pródigo e o filho mais velho da parábola.
  • “Reger com vara de ferro”: A metáfora da “vara de ferro” é desmistificada. Em vez de violência, é interpretada como o poder inquebrável de Cristo para proteger e conduzir suas “ovelhas” (a humanidade) com firmeza e energia, mas sem interferir no livre-arbítrio. A “vara” é comparada ao cajado do pastor, um instrumento de proteção e direção.
  • “Despedaçará as nações como um vaso de oleiro”: Esta imagem é analisada sob a ótica da lei de destruição e reconstrução. O oleiro que desfaz um vaso malfeito para criar um melhor simboliza a ação divina de desfazer estruturas e situações (inclusive impérios e aspectos de nossas vidas) para promover a evolução e o aprimoramento. A maleabilidade da “argila” (nossa atitude) é crucial para um processo menos traumático.
  • O riso de Deus: A passagem “sentado no céu, Deus sorri” é interpretada como a serenidade divina diante das “birras” e rebeliões humanas, não um riso de ironia, mas de quem compreende a pequenez de nossas aflições e a grandiosidade do plano evolutivo.
  • O Evangelho para as nações: É enfatizado que o Evangelho não se aplica apenas à vida individual, mas também às nações, às relações econômicas, políticas e sociais. O afastamento das leis divinas nessas esferas acarreta consequências de dor e sofrimento, assim como ocorre com o indivíduo.
  • O chamado à sensatez e o temor a Deus: Os versículos finais do Salmo 2, que exortam os reis à sensatez e a servir ao Senhor com temor, são discutidos. O temor a Deus é interpretado não como medo paralisante, mas como prudência e respeito à justiça divina, um reconhecimento de Suas leis e sabedoria, que deve promover a evolução.
  • Jesus como chave para compreender Deus: A máxima de que “Deus é Jesus” é apresentada como um guia para compreender a natureza divina. Qualquer concepção de Deus que se afaste dos ensinamentos e da vida de Jesus é considerada equivocada, pois Jesus é a máxima representação de Deus para a humanidade.

Reflexões

  • O Salmo 2 revela a governadoria espiritual de Jesus sobre o planeta, apresentando-o como o “Filho” que, com amor e firmeza, conduz a humanidade em seu processo evolutivo, mesmo diante das rebeliões e equívocos humanos.
  • As metáforas da “vara de ferro” e do “vaso de oleiro” ilustram a ação divina de proteção, condução e reconstrução. A lei de destruição e renovação atua para o aprimoramento, e nossa maleabilidade diante das provas é fundamental para um processo menos traumático.
  • O “temor a Deus” é compreendido como prudência e respeito à justiça divina, um reconhecimento das consequências de nossas ações e um convite à sensatez, que nos impulsiona à evolução e não à paralisia.

Ler transcrição do episódio

Bom dia! Bom dia! Olá, Eleonora, Júlio! Estamos de volta das férias! Opa! Um feliz 2024 para todos nós, todos que nos acompanham, e continuamos com o nosso estudo de salmos, né? Que alegria estarmos juntos! A gente volta em 2024 orando e cantando! Ao mesmo tempo! Tem gente que não teve férias, não, né? Mas, assim, a gente vai fazer de conta que… Os telespectadores tiveram férias, ficaram sem nos ver, sem assistir o programa Salmos, né? Pois é! E a gente esteve no céu, né, em Berlândia, agora em janeiro, né? E, nossa, encontramos com muita gente lá que está procurando a gente.

E cadê a Eleonora? Aroldo estava lá, né? Mas, ah, que bom! Eu assisto, eu sou amigo de infância, eu brinquei com eles. Agora que a gente é amigo de infância, que a gente já se conhece, né? Quando estiver na live, manda recadinho e tal. Essa live está sendo gravada, né, Aroldo? Hoje, no dia 9 de fevereiro. Ela vai ao ar, né? Na próxima semana, a gente vai inaugurar a nova temporada, né? Do Salmos. Então. .. Mas é com muita alegria que a gente está… Fazendo essa live, né? Retomando. Porque nós também sentimos falta, né, Aroldo?

Eu olho. Muita, muita. Isso aí. Agradecemos a presença de todos. E sempre pedimos prece, orações e vibrações pelo nosso estudo, né? É importante. A gente está falando sobre oração, a gente está falando sobre cantar. E a gente está falando também sobre a importância da comunidade unida, né? A gente, nessa força que a oração faz na sustentação dos nossos trabalhos, né? É importante que todos nós saibamos o quanto é importante nós estarmos unidos em prece na sustentação de um trabalho, né? Para que ele persista, para que ele continue.

E agradecemos a todos que oram por nós. E pedimos, né? Mais preces e vibrações em torno de Salmos. Exato. E eu acho que para a gente retomar, né? Talvez fosse importante a gente relembrar que a gente conversou sobre o Salmo 1. Conversamos sobre o Salmo 2. E hoje a gente vai fazer o fechamento do Salmo. O Salmo 2, né? Iniciando esse novo ano de 2024. Isso mesmo, Eleonora. Porque é importante a gente compreender o impacto que esse Salmo 2 tem na literatura bíblica. É o primeiro texto que apresentam Messias regendo as nações da Terra.

Então, nós poderíamos dizer, utilizando o vocabulário espírita, que é o primeiro texto bíblico que apresenta Jesus como governador espiritual do planeta. Apresenta o Messias na qualidade de Cristo governador do óbvio. Evidentemente, que talvez isso não tenha sido percebido nessa história, nessa extensão, no momento em que eles receberam essa intuição, no momento em que eles vislumbraram isso. Talvez não tivessem essa compreensão. Mas, é isso mesmo, né? Por isso que a revelação é dada em três momentos. Cada momento vai esclarecendo o momento anterior.

Então, a segunda revelação, a vinda do Cristo, esclareceu muita coisa e vem a doutrina espírita coroando e terminando o processo de esclarecimento, para que a gente tenha uma compreensão profunda dos alicerces, da estrutura da casa e do telhado, dessa construção da revelação divina, nos preparando para outros avanços, outros lances, que Deus está sempre se revelando. É uma coisa importante. Você falou da estrutura, eu lembrei da estrutura também, essa estrutura trina, né? Que está na doutrina, está nas coisas, né? E a gente já estudou muito sobre a raiz, tronco e copa, né?

Então, essa estrutura está bem… apresentada, né? A todo momento, a gente tem uma referência a essa estrutura, né? A gente está vendo isso, né? Mas, e aí, Haroldo, o que é que nós temos ainda do Salmo 2, para a gente trabalhar? Tem um elemento no Salmo 2 que é muito importante e, às vezes, a gente faz uma leitura apressada e não percebe a sutileza. Eu vou ler aqui, vou dar o exemplo em concreto. Olha que interessante. Porque estão inquietas as nações e os povos. Porque eles fazem um monólogo e os reis da terra e os seus dignatários se colocam em conjunto contrariamente ao ungido de Deus.

Olha isso. Olha isso. E aí, vai dizendo isso. Sobre essa rebeldia dos que governam o mundo corporal. Os poderes instaurados no mundo corporal. Então, nós sabemos. Poderes políticos, poderes econômicos que se articulam e que comandam o mundo corporal. Deliberam sobre uma série de assuntos. Nós sabemos que não estão no comando absoluto. O comando absoluto é de Deus. Não é isso que nós estamos discutindo. Nós estamos discutindo que, no âmbito no âmbito da ação deles, eles comandam, determinam, influenciam a vida das pessoas, direcionam, estabelecem guerras, estabelecem conflitos, trazem desencarnação, sofrimento, miséria, pobreza, desigualdade.

Então, há um espaço de movimento, porque a lei de evolução é lei de livre-arbítrio. Então, eles têm um espaço. A pergunta é por que essa condução, essa direção dos processos coletivos, há milênios, vai na direção contrária ao que o Cristo deseja para nós, que é a construção de um mundo justo, solidário, fraterno, pacífico. Por quê? Se nós nos uníssemos, imagine todas as nações da Terra se unindo. Eu não estou falando, falando uma união infantil, boba, não. Falando uma união, assim, evitando guerra, evitando uma competição predatória, se apoiando reciprocamente, construindo um mundo bom para todos, usando melhor os recursos da Terra, respeitando o ambiente, os biomas da Terra e o próprio planeta, promovendo o progresso com mais justiça, com mais igualdade, com mais respeito aos direitos, eliminando qualquer tipo de violência, combatendo o mal de forma serena.

Imagine, nós já estaríamos degraus adiante. Então, o Salmo destaca essa rebeldia. Agora, aqui que vem o texto, que a gente faz uma leitura precipitada, e aí interpreta equivocadamente. O texto diz assim, Proclamarei decreto do Senhor, tu és meu filho, eu hoje te gerei. Paulo cita isso lá em Hebreus. Esse versículo é importantíssimo, porque aqui Jesus está sendo colocado na condição de filho, filho com F maiúsculo. O filho, aquele que permanece para sempre na casa paterna. Ao contrário do filho pródigo, do filho mais velho, que pensam apenas nos seus próprios interesses, esse aqui é o filho que permanece com o pai na casa paterna.

Olha que bonito! É o filho. É o terceiro filho da parábola, da música, é o terceiro filho. Então, tem o filho pródigo, tem o filho mais velho e tem o terceiro filho, que é Jesus, que desceu para recuperar os seus irmãos, para salvar os seus irmãos. Agora, diz assim, Com vara de ferro regerá as nações. Primeiro, fala assim, Eu te darei as nações por herança, e as extremidades da terra serão tua posse. Entregou o planeta inteiro para ele. Com vara de ferro regerás as nações e as despedaçarás como um vaso de oleiro. É aqui que nós temos que tomar cuidado com a leitura precipitada.

Reger com vara de ferro e despedaçarás as nações como um vaso de oleiro, como um oleiro que despedaça o vaso. O que é? Vamos pensar? O que? Vamos pensar. Que vara é essa? E como é o trabalho do oleiro? Então, vamos lá. O pastor, o bom pastor, ele tem um cajado, uma vara, ele tem um cajado. O que serve esse cajado? Serve para ele direcionar. Quando a ovelha está despedida, ele puxa, ele direciona. E serve também para ele se proteger dos predadores. Proteger as ovelhas dos predadores. É um instrumento. Ele não vai enfrentar um lobo com as mãos.

Então, a vara, olha que interessante, o cajado do pastor, a vara do pastor, funciona como um escudo de proteção do pastor e das ovelhas. Agora, imagina se essa vara é de plástico. Já quebra já. Quebra já mesmo. De cristal. Imagina essa vara de cristal, cristal fino. Ou mesmo de madeira. Então, quando diz que o cajado do bom pastor é de ferro, o que que está mostrando aqui? É inquebrável, né? Isso. O poder do Cristo de proteger as ovelhas que o Pai me confiou e que Ele disse que nenhuma se perderá. Olha a afirmação de Jesus.

Deus me confiou todas as ovelhas e nenhuma vai se perder. Palavra minha. Assim. Coloca aí. Assinado Jesus o Cristo. . . . O contrato dEle, né? Isso. Pra fazer isso, precisa de um instrumento de proteção poderoso. Então, ao contr. .. A gente fica imaginando uma vara de ferro pra ferir. Não. O símbolo aqui é do poder do Cristo de proteger a Terra. E de conduzir, né? Proteger e conduzir. E conduzir. E conduzir com energia. com fortaleza, não tem fragilidade nós não podemos confundir fragilidade com interferência em livre-habito o Cristo não interfere no livre-habito mas não significa que ele não conduza com energia, conduz.

Pensando junto aqui com as pesquisas, considerar que o material ferro naquele tempo era algo de grande valor, o que era moldado, é feito em ferro, ele demandava um trabalho de moldar, de fazer aquilo virar um instrumento, ou seja, a forja, ou seja, não é algo improvisado, ninguém tira um cajado de ferro do nada, não é algo improvisado, me deu essa impressão de ser, e além de, como a gente fala, mãos de ferro, ou seja, com firmeza, não confundir isso com violência, né, Bruno? Porque é interessante que a gente tem, é legal o ferro, né, já que a gente tá falando, não sei se a gente pode explorar isso, a gente tem, quem com ferro fere, com ferro será ferido, a gente tem algumas citações dessa material, né, pra gente compreender por que que eles usaram, né, que eles usaram essa expressão, e é realmente essa durabilidade, né, apresentava força, não é, segurança, fiquei pensando também se o cajado não era um instrumento de, de apoio também, né, pra, pra o pastor.

Também de apoio, também de apoio, né, o pastor se apoia, então aqui tá mostrando exatamente isso, né, pode parecer que o Messias, o ungido, tem uma condução frágil, mas isso é uma impressão falsa, isso é uma impressão falsa, o fato dele não ferir com o ferro, não significa que ele não está usando esse elemento como cajado, como condução e como proteção, como proteção, e a gente percebe isso, isso é uma coisa importante, quando o Cristo, O Cristo, obedecendo as leis divinas, permite que indivíduos e nações semeiem, a gente chama Jesus de fraco.

Quando Jesus está acompanhando indivíduos e nações, colhendo aquilo que plantou, a gente chama Jesus de insensível. Então, nós reclamamos de qualquer jeito. Então, no momento da sementeira, o Cristo observa pessoas e nações. No momento da colheita, é o momento em que a energia educativa se manifesta. A energia educativa se manifesta. Porque aí é o momento, é o que ele fala com Pedro. Olha, guarda a tua espada. Porque uma coisa é você usar a espada contra os outros. Outra coisa é a espada ser usada contra você. E, no momento que você usou a espada contra o outro, ninguém vai ficar passando a mão na sua cabeça e falar não, eu vou te proteger.

Você não vai sofrer a consequência do que você fez, não. Você pode fazer, não tem consequência não, eu vou te proteger. Não existe isso. Não existe isso. Porque aí não haveria o processo educativo. Aí Deus não seria pai, seria paternalista. E aí, nenhum de nós ia adquirir a maturidade espiritual. Né, Eleonora? Nossa, tô achando maravilhoso. Porque quando a gente começa ali falando do homem, né? O homem, ele se amotina, não tem ali essa rebelião, essa revolta. A gente, às vezes, achando que o mundo que tá com as rédeas desse reino, né?

Aí, depois, eu achei interessante que aqui no versículo 4, ele fala assim, ó, sentado, o céu sorri. Deus olha ali os homens, né? Essa tribulação, eu não sei se, assim, a tradução, né? Mas parece uma coisa de paz, assim. A gente, os primeiros versículos ali, do 1 ao 3, os homens em guerra, em rebelião, né, achando que eles são o governo. Aí, depois, parece que vai pro alto, assim, sentado, né? Deus sorri. Deus sorri. Aí, ele fala assim, eu vou te apresentar o meu filho. Ele que é o rei, né? E aí, você chama a atenção esse rei que tem esse cajado, que tem essa força de condução, essa força de, né, de mostrar o caminho.

E, nossa, tô adorando. E, a nossa preocupação, aqui, no estudo de Salmos, é entender, nós já falamos isso, Salmos representam a coluna vertebral da teologia judaica. O primeiro episódio do nosso estudo de Salmos, nós falamos isso. A gente ora como crê. A nossa oração é um atestado daquilo que a gente crê, não é? Dos elementos essenciais da nossa oração. Da nossa crença. Então, veja, esse é o texto que apresenta o Messias como pastor. Esse é o texto. Então, é daqui que Jesus tira elemento pra construir eu sou o bom pastor.

É daqui. O símbolo nasceu aqui. Olha a importância dos Salmos. É aqui, nesse Salmo, que nasceu a ideia de que Jesus é filho. Com um F maiúsculo. É um filho celeste. Nós somos filhos, cria onça. Não é? Nós somos filhos com F minúsculo. Filho cria onça. É uma mistura de criança com onça. Jesus é o filho. O filho maduro, adulto, puro, em absoluta comunhão com o Pai. Nós somos filhos minúsculos, terrenos, cria onça, rebelde. Então, qual que é a postura do Pai? Ele ri. Claro. Você vê uma cria onça, de dois anos, fazendo birra.

Você, como adulto, olhando aquilo, qual que é a sua dimensão daquilo? Vamos imaginar. Deus. Três trilhões de galáxias. Cada galáxia, duzentos bilhões de sóis. Cada sol com o seu mundo. Cada mundo com a sua família planetária. Aí, você pega uma familiazinha, um planetinha. Qual que é? O que Deus faz com a gente, fazendo essas misérias que a gente faz aqui? Ri. Ele ri. Ele ri. Porque nós estamos com os pés em cima da crosta planetária, olhando para o céu. Deus está no universo. E a imagem que me vem, Haroldo, desse se ri, é de.

.. Vamos humanizar, né? É como a gente se diverte com as bobeirinhas da criança. Não é se ri de ironia. Não é se ri. Ele entende. Haroldo, é uma coisa difícil para nós entendermos que Deus é onisciente, onipresente. É difícil para nós entendermos isso. Para a gente entender que Ele não se surpreende, com o que a gente faz. Mas não pode, né? Ele não se surpreende. Ele não tem nada fora do conhecimento dEle. Não é? Então, talvez. .. Sabe o que eu acho que na minha vida é, pelo menos? A grande mudança diante de tudo é eu ter essa consciência.

Sabe? É eu viver mais tempo dentro da consciência de que eu tenho que evoluir, mas que eu não surpreendo Deus. Que eu estou dentro do planejamento dEle. Sem essa de minha culpa, minha máxima culpa. Sabe? Sem essa de dizer também que eu não tenho responsabilidade. Não é? Sem essa de dizer que estou desamparado. Sem essa… Porque, assim, nada na natureza pode inspirar esse pensamento, né Haroldo? E a gente tem, né Júlio? E isso é um ponto importante. Vamos falar da comunidade espírita, né? Eu tenho percebido muitos espíritas alimentando uma crença de que a transição planetária na Terra surpreendeu Deus.

Que Deus está perplexo, coitado. Ele não sabe o que fazer. Essa foi a única alternativa. Então… Esse versículo explica bem isso, né? Exato. Então, o que o Salmo está brincando, isso é uma coisa importante, gente. A literatura bíblica, ela é muito irônica. Ela é muito divertida. O humor judaico tem origens bíblicas. O texto bíblico é bem-humorado, né? Você quer coisa mais bem-humorada do que Jesus falar assim, ah, se vocês calarem ele, as pedras falarão. Você quer coisa mais bem-humorada do que isso? Não é. Às vezes, a gente perde isso, né?

A gente perde esse bombom. João Bacchus, falando… O próprio Cristo fala assim, até dessas pedras, Deus levanta filhos para Abraão, né? Porque a palavra pedra e filho é a mesma, pedra e filho. Então, é uma brincadeira, né? É um jogo. É muito divertido. É muito lúdico. Que revela o que? O processo pedagógico, né? É como se Jesus falasse assim, olha, vocês não entenderam ainda. Vocês são crianças. O adulto aqui sou eu. O adulto aqui sou eu. Vocês são crianças. Vocês não têm noção do que é a casa paterna. Na casa de meu pai há muitas moradas.

Agora, eu estou começando a entender um pouco isso, uma outra perspectiva dessa passagem. É como se Jesus dissesse assim, vocês só conhecem uma morada, que é a Terra. Vocês estão analisando Deus da perspectiva de que só existe a Terra, de que o único planeta que tem é a Terra, o único estado de evolução é o de vocês, os únicos problemas são os que vocês enfrentam. Só que, na casa do pai, há muitas moradas. Vocês não têm ideia. Nesse momento, só na Via Láctea, tem, meu Deus, bilhões de planetas em transição planetária.

Pelo menos um em cada sistema solar. Pelo menos um em cada sistema solar. Então, Deus que está administrando só na Via Láctea, bilhões de planetas em transição planetária, olha para a Terra, tem que erguer. É a nossa perspectiva. A gente está dentro de um grão de areia olhando para o universo. Deus está no universo olhando para o grão de areia. É diferente. É verdade. Tem um texto do Léon Denis que fala assim, que na tábua de experiências que assinalam a vida, é da liberdade do ser a duração de seu percurso para Deus.

Mas não esquecido de que, invariavelmente, esse tempo representa não mais que um suspiro na eternidade. Recentemente, na nossa mediúnica, conversando com um amigo, ele falou daquela questão do espectro. Nós estamos com um espectro de análise da vida, muito reduzido. Muito, muito. Espectro muito reduzido de análise, de compreensão das coisas, entendendo que eu sou o corpo que eu tenho. A vida é o que existe no planeta Terra, mesmo hoje, com todo o avanço. A gente ainda continua circulando. Mas isso nem é, vamos dizer assim…

100 anos é muito tempo. 100 anos é muito tempo. 100 anos é muito tempo. Uma encarnação é uma eternidade. Uma encarnação é uma eternidade. Mas eu acho que nós temos que compreender, porque também tem o fato, como Gilberto Gil fala, o melhor lugar do mundo é aqui e agora. É o sentido disso que faz com que a gente tenha que viver o presente, e é muito importante. E o presente, nosso presente, ele é essa experiência, essa aula, esse sentido, esse corpo, mas aquela história, não se circunscrever a isso, não é, Haroldo? Isso aí.

Viver no mundo sem ser do mundo, não é, Haroldo? Porque o negócio é viver no mundo sem ser do mundo. Isso aí. É o nosso momento. Cada um vive no degrau que está. É isso aí. Tem que viver bem nesse degrau. Esse é o segredo. Você não vai ser cobrado porque você não está num degrau assim. Você vai ser cobrado com como você está vivendo no degrau que você está. Não é? Você não vai chegar para uma criança de quatro anos e falar assim, ah, meu filho, papai, mamãe, está muito triste com você. Porque você não tem dezesseis anos.

Só tem quatro. Não faz contas complexas, não é? Não fez cálculo de preço. Você só tem quatro anos de idade. É um absurdo você não ter dezesseis. Isso não existe. Então, a relação do Criador conosco é de acordo com a nossa idade espiritual, com o nosso grau evolutivo. É isso. O que você não pode é, tendo cinco anos de idade, se comportar como um bebê de seis meses. Tendo dezesseis anos, se comportar como uma criança de quatro. Aí não dá. Porque você já tem dezesseis. Não é? Então, a expectativa celeste é que a gente se comporte de acordo com o degrau que a gente está.

Não menos, nem mais. E o degrau nem sempre é o tempo, não é, Aroudo? Porque você vai ter pessoas com dezesseis com a cabeça além. O degrau é você, o espírito imperfeito, morador de um planeta de expiação e prova. Esse é o seu degrau. Nívelou, passou a régua, não é, Aroudo? Esse é o seu degrau. Se você ficar aqui querendo viver com um espírito ditoso, você está deslocado. Agora, se você também está vivendo como um habitante de um mundo primitivo, aí também você perdeu o eixo. Porque tem gente que é espírito imperfeito, morador de um mundo de expiação e prova, mas está vivendo igual.

Igual os nossos irmãos lá das cavernas, no mundo primitivo. Está tendo o comportamento de uma brutalidade de um mundo primitivo. Aí, não faz sentido. Não faz mais sentido isso. Eu sou o espírito imperfeito de um mundo de expiação e prova. Pronto. É isso. Eu não preciso ser bruto e não preciso ser anjo. Então, é viver de acordo com o nosso grau. Agora, aqui tem um outro ponto fundamental. Nós estamos falando da vara, do ferro. Tem um outro ponto para a gente fechar o salmo. Tem. O vaso despedaçará o vaso como um oleiro.

Nossa! Sabia que Jesus ia ser violento. Mas, gente, todo mundo aqui viu Ghost. Está lá o espírito, o marido desencarnado com a mulher e pegando o vaso. O que o oleiro faz com o vaso quando ele começa a sair errado? Desmancha e faz o novo. Desmancha! Desmancha! Então, aqui. .. Agora, aqui tem uma lição dura, hein? Aqui tem uma lição dura. Dura esse discurso. É, esse discurso é duro. Por quê? Uma coisa é o oleiro, outra coisa é o vaso. O alto da compadecida, o sujeito do lampião, ele está apontando na espingarda e fala assim, nossa, dá um azar matar padre.

E aí o padre fala assim, sobretudo para o padre. Sim, para quem é padre, né? Sobretudo para quem é vaso, nesse caso. Isso. Então, para o Cristo, oleiro, desencarnar, é como desfazer o vaso. O Haroldo vai desencarnar. Mexeu no vaso. Desfez. Acabou o Haroldo. Não tem Haroldo. Haroldo só tem um. Morreu e acabou. Desfez o vaso. Aí o oleiro constrói o outro. Para nós, vaso, a gente interpreta, acabou tudo. Agora, vamos lá. E os aspectos da nossa vida? Tudo pode ser desfeito. Tudo pode ser desfeito. Tudo que a gente constrói, o oleiro pode desfazer.

Só que tem um detalhe. E esse é o ponto. Qual é a intenção do oleiro? Fazer melhor. Refazer. Fazer melhor. Esse é um ponto da lei de destruição que a gente não entende. Quando Públio Lentulus conversou com Jesus, ele disse assim, não vai sobrar nada desse teu império. Então, vamos lá. Cadê o império babilônico? Assírio babilônico. Nabucodonosor. Cadê o império? Esse império dominou quase todo o mundo conhecido. Cadê ele? O oleiro? Aí, veio o império Medo-Persa. O império Persa. O que que aconteceu? Aí, veio o império grego macedônico, Alexandre o Grande.

Nossa! O que que o oleiro fez? Aí, veio o império romano. A gente achou, agora nós construímos a maior coisa que o homem já fez na Terra. O que que o oleiro fez? Então, essa é a. .. Já que vocês gostam do livrinho amargo, esse é o versículo amargo desse Salmo. Esse é o versículo amargo. Por quê? Porque eu, Ju, Eleonor e todos que estamos assistindo, nós temos que nos preparar, mais ou menos, porque não dá para preparar também totalmente, para as intervenções do oleiro. Para as intervenções do oleiro. É por isso que o segredo é ser uma argila maleável.

Porque, se você é uma argila maleável, o oleiro não precisa ficar destruindo para reconstruir. Se você é uma argila maleável, ele dá um toquinho aqui e ele vai direcionando. Mas, se você faz as coisas com muita rigidez, se você faz as coisas com muita autossuficiência, com muita prepotência, com muita arrogância, com muito egoísmo, com muito orgulho, o momento em que o oleiro desfaz o vaso, é muito traumático. É muito traumático. Nossa! Nossa! Muito importante, hein? Haroldo, eu até… Eu não quero sair daí, mas estou com medo de você terminar isso sem tirar a minha dúvida.

Porque esse texto aqui, cara, ele fala de vaso, ele fala de gentio. Eu lembrei de Paulo, né? Eu lembrei de Paulo. E uma outra coisa que fala aqui, que eu queria te perguntar, da relação desse Salmo com o sermão profético, quando ele vai falar de nação contra nação. Isso. O próprio templo, né? O derribado. O templo derribado, Haroldo. O templo derribado, nação contra nação, o anúncio da volta, né? Sei lá. Os sinais, enfim. Então, esse é um Salmo messiânico. E veja, ele é um Salmo que a gente quer passar ele rápido, quer pular ele rápido.

Não dá, cara. E depois volta com dúvida. Eu acho que não vai dar pra acabar ele hoje, não. Depois volta com dúvida. Por quê? Esse é o. .. Cada palavra aqui, cada metáfora, cada metáfora que esse Salmo levanta, é um aspecto da governadoria do orbe. É um aspecto da governadoria do orbe. Isso aqui são os padrões, os padrões do Cristo governador do orbe. Quais são as leis que o Criador estabeleceu pra ele? Veja. Filho mais velho, cuidando dos filhos mais novos. Mas eu posso desdobrar. Nações mais velhas, que são os filhos mais velhos, por exemplo, o povo hebreu, que tinha o dever de cuidar dos filhos dos irmãos mais novos, que eram os gentios.

Falhou na missão, aí o que que teve que fazer? Teve que se voltar pros gentios, pros gentios serem educados, pra eles amadurecerem, porque o irmão mais velho não queria cuidar deles. Qual que é a relação disso com a parábola do filho pródigo, hein? Não é? Agora, o que que aconteceu? Os gentios estão na mesma idade do filho mais velho. Não tem mais diferença. E o filho mais velho agora tá com dificuldade. O filho mais velho agora tá enfrentando uma dificuldade tremenda. Por quê? Porque se isolou. Porque é o filho egoísta.

A rigidez que você falou, né? Se isolou. Quem se isola não tem simpatia de ninguém. Se eu não penso nos outros, por que que os outros vão pensar em mim? Então, é o que eu falo. Nós temos um péssimo… Vou dizer isso aqui com muito cuidado. Nós temos um péssimo hábito de interpretar o Evangelho como se o Evangelho se aplicasse somente à nossa vida individual. Não! O Evangelho se aplica à vida dos países. O Evangelho se aplica às nações todas. O Evangelho se aplica às relações econômicas, políticas, sociais. Desviou do Evangelho na economia, na política, nas relações.

Sofrerá as mesmas consequências de dor e de sofrimento de quando um indivíduo se afasta da lei divina. Então, o Evangelho não é só pra se aplicar à sua vida individual. Ele se aplica a tudo. Às empresas, às comunidades, aos clubes, às associações. A tudo! Então, a gente tem uma interpretação do Evangelho muito individualista. O Evangelho não é só pra indivíduos. É claro que a proposta do Evangelho é que o indivíduo se transforme para que a sociedade se transforme. Porque eu não posso transformar a sociedade antes de transformar o indivíduo.

Não vai funcionar. Mas esse Salmo 2 é o Salmo das nações. É o Salmo das nações. A família terrestre. A família humana. A família humana. Bonito, né? Maravilhoso. Me chamou muito a atenção as reflexões que você abriu o estudo hoje, né? Porque começou. .. Os primeiros versículos… Os reis do mundo se afastando contra o Senhor e contra o seu ungido, né? Se afastando das leis divinas. Aí depois parece que tem outro cenário. Deus sorri, tá aqui o meu filho, que ele tem o reinado, ele tem o cajado, ele tem as leis e vai agir.

E no final, que foi o que a gente não falou, ele pede para que os reis sejam sensatos. Tipo assim, vamos voltar às leis divinas e a quem rege o mundo, né? Porque parece que isso é o Evangelho inteiro, é a Bíblia inteira, a aliança homem-Deus, né? O homem que se afasta do Pai e Deus sempre chamando para essa aliança, para essa volta… Para essa cena da festa. Então, Eleonora, você tocou num ponto importante. Porque enquanto nós, espíritas, ficamos praguejando Putin, praguejando o Pyongyong lá da Coreia do Norte, praguejando o presidente do Irã, o Cristo tá chamando esses indivíduos e falando assim, meu filho, seja sensato.

Volta para a sensatez. Que caminho é esse que você tá tomando? Não foi esse o planejado. Nós não combinamos isso. Retoma o caminho. Eu tenho uma tradução aqui, mas eu acho que seria bom, Aruldo, você ler a sua tradução e como que você traduz esses versículos finais, né? Porque esse versículo é o versículo de volta ao Pai, né? É o versículo que chama os reis de volta, né? Qual, Eleonora? A partir do 10. Depois da louça, né? Depois daquela parte do século… 7, 8, 9… Ah, sim! 10, aqui, ó. E agora, reis, vos deixai disciplinar.

Deixa que eu discipline vocês, que é o… Pensar tudo aqui pra mim. Ele apareceu como pensado. Permita que eu discipline vocês. Agir com discernimento. Agir com discernimento. Permitam-se vos deixar disciplinar. Vós que julgais. Vocês que julgam, né? Julgam no sentido de… O julgar aqui é o administrador, né? Porque o rei, ele tinha a função executiva, legislativa. Legislativa e judiciária. Né? Vocês que têm o poder de julgar as multidões, permita que o. .. Que o Messias discipline vocês. Servi… Olha, olha, isso aqui é bonito, ó.

Servi ao Senhor, ao Eterno. Sirvam ao Eterno. Com temor. Com temor. Com temor. Porque… Olha… Deus é amor. Deus é amor. Mas a gente tem que ter medo da justiça, viu? Quem não tem nenhum medo tem transtorno mental. A ausência de medo é imprudência total. Isso aí é bonito, hein? Então, a. .. O salmo, nós vamos ver isso aqui. A literatura bíblica, ela trabalha com dois atributos de Deus. Justiça e misericórdia. Eu tenho que temer a justiça divina. Eu tenho que temer. A gente tirou a palavra medo da nossa relação com Deus.

Isso não é saudável. Não é saudável. Por quê? Qual que é a função do medo? Falando do ponto de vista da neurociência. Proteção. Por que que você tem medo? Para se proteger. Para desenvolver prudência. E toda ação tem uma consequência. Oi? E toda ação tem uma consequência, esse termo, né? Isso. Isso. Né? Importante, né? E o último versículo ali, para mim, ele também aparece uma bem-aventurança, né? A gente comentou que o primeiro salmo começa com uma bem-aventurança. Esse último também termina. Felizes os que se refugiam nele.

Para mim, a tradução está assim. Bem-aventurados os que se refugiam nele. Isso. Isso aí, Leonor. Então, esse é um ponto importante, porque a gente não pode, não pode perder essa dimensão. A gente não consegue interpretar. O que acha que medo é… Ah! O Deus, o Itivo… Gente, não tem nada a ver com a outra. Mas é isso que nós temos que mudar. Existe justiça divina. É por isso que um espírito encarna num corpo, com paralisia cerebral. Não é? Então, uma pessoa prudente, uma pessoa que tem prudência e vigilância, deveria ter medo das leis penais divinas.

Não é? Jesus é muito claro. Haverá pranto e ranger de dentes. Não é? Então, e a gente já fala isso. Ah! E não é o caminho do amor, então é o caminho da dor. Olha, a gente tem que ter medo do caminho da dor. Tem que ter medo disso. Porque senão eu começo a afrontar a providência divina. Eu começo a afrontar. Eu começo a ser desrespeitoso com a lei divina. O nosso horário está vencendo aqui. E eu vou querer voltar nesse temor lá na próxima encontra, porque eu dei umas estudadas aqui e a gente tem trabalhado muito isso.

Porque aquela coisa das pessoas tratarem o medo e realmente o medo para as pessoas é algo que paralisa. E o temor, pelo que a gente estava pesquisando, é algo que tem que nos promover. Ou seja, a prudência tem que nos promover e não nos paralisar. Por isso que a gente tem… Talvez volte para a gente conversar um pouco sobre esse temor a Deus que envolve reconhecê-lo como pai, reconhecer a sua sabedoria, reconhecer o seu poder, reconhecer a sua bondade, e rompermos de vez o pensamento do temor como algo que é apenas subserviência no sentido mais irracional.

E o pior, quando se fala em subserviência a Deus, é um problema sério. Porque cada um tem o Deus que criou para si. Se é punitivo, se é paternalista, ou seja, qual é o Deus que você elegeu, como é que ele se porta e se comporta. Porque isso faz muita diferença, né, Haroldo? A gente falou, já conversamos muitas vezes disso, né? Olha, Júlio, aí eu vou só trazer um ponto aqui, que é o diálogo de Filipe com Jesus. Ele chega para Jesus e fala assim, Senhor, mostra-nos Deus. E Jesus responde para Filipe, Filipe, estás comigo há tanto tempo?

Como me pedes, mostra-me Deus? Então, Júlio, eu vou falar uma coisa que todo mundo vai entender. Deus é Jesus. Eu sei que não é a mesma pessoa, não é isso que eu estou falando. Eu estou dizendo o quê? Qualquer concepção que você tiver de Deus, que se afastar de Jesus, sua concepção está errada. Sua concepção está errada. Por quê? Porque Jesus é a máxima representação de Deus para os filhos da Terra. Ele veio para isso. Ele veio para a gente parar de discutir o que é Deus e ter uma amostra grátis. Então, vamos lá. Deus mata os…

Jesus fez isso? Não. Então, você está errado. Você está viajando. Ah, Deus ofende mesmo. Tem hora que Deus também dá. Jesus fez isso? Não. Então, você está errado. Então, Jesus é a nossa chave para entender Deus. Toda concepção. Então, por que que eu tenho certeza? Eu vou falar uma coisa forte aqui. Por que eu tenho certeza que a concepção de Deus, do presidente do Irã, está completamente equivocada? Porque ela se afasta totalmente da vida de Jesus. Aquilo é projeção de homens. O que Deus é, Jesus mostrou. Esse é um ponto importante.

E é o Salmo 2. É o Salmo 2. É o Salmo 2. O reino do homem… E é o meu filho. Então, é como se Deus falasse assim, vocês estão com dificuldade, né? Vou fazer assim, vou te mandar meu filho. Eu vou mandar para vocês o meu filho. Que é tal pai, tal filho. Esse é meu filho amado, em quem eu me compraso. Esse é o meu filho que me reflete com precisão. Toda vez que vocês estiverem em dúvida sobre o meu caráter, olhem para o meu destino. Acabou. Não pode ter dúvida. Toda dúvida nesse momento, nesse sentido, é projeção humana.

Eu estou projetando a mim mesmo num quadro que eu estou chamando de Deus. Ah, mas isso aí dá um… Cenas do próximo capítulo, Arô. Cenas do próximo capítulo. Vamos deixar todo mundo pensando. Todo mundo pensando. Muito bem. Eleonora tem um compromisso agora. Arô tem um compromisso agora. E eu vou buscar a Sheila. E vocês vão ficar pensando aí. E semana que vem a gente retoma, né? É isso aí. Um beijo para todo mundo. Obrigado, gente. Foi ótimo, viu? Com Deus. Obrigada, amigos. Boa semana.

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn
Telegram
Email

Respostas

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Hide picture