#037 – Estudo do Velho Testamento – Livro Isaías

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Neste 37º episódio do estudo do Velho Testamento à luz da Doutrina Espírita, Haroldo Dutra Dias e equipe encerram o estudo do Livro de Isaías, abordando as perguntas e reflexões trazidas pelos participantes. O estudo reforça a importância da fé raciocinada e do embasamento kardecista para a compreensão das escrituras.

O que é estudado neste episódio

  • A Doutrina Espírita e a interpretação das escrituras: Haroldo Dutra Dias esclarece que não existe um órgão oficial na Doutrina Espírita que decrete interpretações. A fé raciocinada, ensinada por Kardec, permite a cada um estudar e tirar suas próprias conclusões, desde que fundamentadas.
  • A passagem do “cálice” de Jesus: Retomando o estudo anterior (episódio 36), é discutida a interpretação da oração de Jesus no Getsêmani. Haroldo argumenta que a advertência de Jesus a Pedro (“Afasta-te de mim, Satanás”) ao tentar dissuadi-lo da crucificação, torna incoerente a ideia de que Jesus estaria pedindo para afastar a cruz. A contradição, se houver, reside na interpretação humana, não no Evangelho.
  • Isaías e o exílio de outros orbes: É abordada a cautela necessária ao interpretar profecias antigas à luz de conhecimentos mais recentes, como o exílio de Capela. A revelação é gradativa, e Isaías, sete séculos antes de Jesus, não teria a compreensão de elementos trazidos apenas pela Doutrina Espírita.
  • A importância de Isaías e do Velho Testamento no Espiritismo: Contrária à visão de alguns espíritas de que o Velho Testamento não é relevante, Haroldo Dutra Dias enfatiza que Jesus e Kardec não vieram “destruir a lei”, mas sim “preencher” e “complementar” as revelações anteriores. O estudo de Isaías e do Velho Testamento é fundamental para compreender o Novo Testamento e os fundamentos kardecistas.
  • Isaías e a terceira revelação: Embora Isaías tenha como foco principal a vinda do Messias (segunda revelação), ele oferece “pinceladas” sobre a transição planetária. No entanto, a abordagem mais completa e profunda da transição está na terceira revelação (Doutrina Espírita), que detalha os momentos atuais com maior especificidade.
  • Profecias e eventos específicos: É ressaltado que as profecias bíblicas (tanto no Velho quanto no Novo Testamento) falam de ciclos de evolução e suas características, e não de eventos específicos ou pessoas. Interpretações que tentam ligar profecias a fatos pontuais (como a pandemia de 2020) devem ser vistas com cautela.
  • Encarnações de Jesus e Isaías: É reafirmado que Jesus não teve outras encarnações na Terra, sendo o governador espiritual do orbe. Quanto a Isaías, não há informações na Doutrina Espírita sobre suas encarnações posteriores, embora haja especulações.
  • Parábolas no Antigo e Novo Testamento: É explicado que a palavra “parábola” (grego: parabolé) tem um sentido específico. No hebraico, a palavra machal abrange um leque maior de significados, incluindo ditados de sabedoria, histórias simbólicas e interpretações de textos.
  • A lei mosaica e o evangelho: A simbologia de Moisés não entrando em Canaã é interpretada como a insuficiência da lei pura e simples para a redenção da alma, necessitando do complemento da mensagem e exemplificação de Jesus.
  • As três revelações como uma árvore: A metáfora da revelação como uma árvore é utilizada: o Velho Testamento como a semente e a raiz, o Novo Testamento como a árvore do Evangelho, e a terceira revelação como os frutos.
  • A comunicação de Kardec após o desencarne: É discutido que espíritos superiores se comunicam quando querem e não precisam se identificar, desmistificando a ideia de que Kardec precisaria de “autorização” ou identificação formal para se manifestar.
  • A importância da fundamentação no estudo: Haroldo Dutra Dias enfatiza que, para que o pensamento ganhe consistência, é preciso fundamentar as interpretações com base na estrutura do livro, tema geral, capítulos e versículos, evitando a mera imaginação.

Reflexões

  • A Doutrina Espírita nos convida à fé raciocinada, incentivando o estudo aprofundado e a busca por fundamentação em nossas interpretações das escrituras, em vez de aceitar dogmas cegamente.
  • O respeito pelas revelações anteriores (Primeira e Segunda) é um pilar do Espiritismo, conforme ensinado por Jesus e Allan Kardec, que vieram para “preencher” e “complementar”, e não para “destruir” a lei e os profetas.
  • A humildade do estudante diante da vastidão do conhecimento espiritual, reconhecendo Jesus como o Mestre e Kardec como um guia seguro, é essencial para o verdadeiro aprendizado e a evolução do pensamento.

Ler transcrição do episódio

Boa tarde. Boa tarde. Eleonora, Júlio. Oi, Ezero. Estou entrando aqui em Sapazão. Dá um alô pro pessoal. Estou na obra aqui. Estou no meio de uma confusão. Agradecer a todo mundo por esse estudo de Zaías. Que eles fizeram acontecer com a gente. Se não fossem eles, a coisa não dava. É um estudo coletivo. A gente está aqui só como facilitador. Porque cada um vai estudando, vai tirando suas conclusões. Nosso papel é só direcionar para que o estudo tenha uma sistematização. E as dúvidas que o pessoal vai trazendo, toda essa vibração, vai conduzindo meio que todo o estudo.

Vai delineando os caminhos do interesse e da necessidade. Júlio, com Kardec a gente aprendeu que as perguntas são mais importantes que as respostas. As perguntas é que direcionam tudo. Quando a gente consegue fazer pergunta mais elaborada, é porque a gente está aprofundando na matéria. É a tal da maieutica. A gente aprendeu essa palavrinha bonita. Que é isso, saber perguntar. Aprender a perguntar. Exatamente. Estamos todos nós aprendendo. Aprendendo inclusive com as perguntas que a gente recebe. Que hoje nós vamos ter um festival delas.

Nossa, tem muita aqui, Júlio. Gente, bom trabalho aí, Eleonora. Beijo, querida. Beijo, Haroldo. Fica com Deus. Mete bronca que o martelete está pegando aqui. Não, sempre aí, Júlio. Então tá bom. Fica com Deus, pessoal. Tchau. Abraço. Gente, primeiramente eu fico agradecendo a todo mundo, Haroldo, que participou. Nossa. Olha, a gente recebeu tanta mensagem de gratidão ao seu tempo, ao seu estudo. A trazer para a gente essas três revelações entrelaçadas. Como isso é novo para os nossos corações, para os nossos pensamentos.

Então, recebo o abraço de todos que estudam conosco, que têm mandado essa gratidão. E vamos às perguntas. Recebo com o maior carinho, viu, Eleonora. Isso é maravilhoso, poder ter um grupo onde a gente possa estudar. E todo mundo vai levantando suas dúvidas, todo mundo vai dando sua contribuição. É um processo coletivo de aprendizado. Isso é muito importante. Vamos dar uma boa tarde aqui para o nosso grupo. Eu já vi aqui que a Tânia Antiqueira está aqui, está sempre estudando conosco. O Alex, a Sirlene, o Marcelo Trajão.

Você sabe, Haroldo, que o Marcelo faz os fragmentos do estudo em pedacinhos e compartilha pelo WhatsApp para outros grupos de vários estudos. Ele faz de Isaías, ele já fez de Gênesis e de Levítico. Ele faz o compartilhamento das preces suas, as preces das da manhã. Agora ele está fazendo nos grupos o Sete Minutos com Emmanuel e faz também o Isaías. Mas ele faz em pequenos pacotinhos que o pessoal adora porque as recepções ficam todas fragmentadas. Gratidão, Marcelo, por esse trabalho. A Aldenice também assiste e ela faz as transcrições de todos os estudos.

Então a gente já tem pronto, até se quiser no futuro a gente fazer o livro sobre o estudo de Isaías, a gente já está com todos os textos prontos. Isso aí vai ajudar demais. Então, a gratidão a todos os amigos que compartilham, porque como a gente falou, o estudo é colaborativo mesmo. A Adriane, em todos os estudos, ela cria imagens. Então tudo que a gente fala, ela faz as pesquisas e cria as imagens e faz as referências. Todos os livros que nós citamos, ela pega os trechinhos e compartilha. É como se fosse um piquenique.

Cada um traz uma guloseima para poder compartilhar. É importante nesse encerramento a gente agradecer a todos que participam. Verdade. E os amigos que fazem as preces todos os dias, todas as noites. A gente faz pelo estudo, a gente faz pela pandemia, a gente faz por todos que estão passando pelas tripulações, tanto que fazem parte do grupo, como os entes queridos. Então, realmente agradecer. Que coisa boa. Então, dando boa tarde a todos que estão aqui presentes. Já estão dando oi ali no chat. E também podem mandar as perguntas por aqui.

A gente já tem várias perguntas feitas durante a semana. A gente já abriu, quando encerrou o estudo, sexta-feira, a gente já abriu o questionário e o pessoal estava preenchendo até hoje de manhã. E quem tiver também pergunta e quiser mandar pelo chat, se nós tivermos tempo, a gente também vai fazer. Exatamente, Leonora. Exatamente. Acho que vamos começar com uma prece. Acho que agradecendo imensamente as sextas-feiras que Deus nos concedeu esse tempo, esse tempo em nossas vidas, para nos dedicarmos a esses ensinos que nos conectam a todos os trabalhadores que vieram em todos os tempos, falando as vozes de nosso pai, nos alertando, passando ensinamentos.

Somos os devedores de todos que vieram, agradecendo a todos os corações que participam desse estudo, todos os corações entrelaçados ao Instituto SER, entrelaçados ao Aroldo, ao seu conhecimento, que possamos nos sentir como irmãos de mãos dadas nessa caminhada. Que todos os lares aonde esse estudo chegue sejam iluminados, sejam consolados. Que recebam, nesta tarde, o paz espiritual em seus corações. Na certeza do amor de Deus, que tudo que nos acontece é bom. Agradecemos que assim seja. Então vamos lá, a primeira pergunta é da Sandra Morine de São Paulo, ela mora em Valinhos, e ela está falando que…

Ah não, desculpa. A primeira pergunta vem da Flórida, na verdade, dos Estados Unidos, da Patrícia. E ela está perguntando sobre a questão do cálice, que foi o que a gente conversou no estudo anterior, no estudo 36. Então eu vou ler aqui. Sobre a questão do cálice, que o mestre, em sua conversa íntima com o pai maior, aborda no último encontro, e também já foi abordada nos estudos de Gênesis. Vocês acreditam que esse entendimento que estamos tendo de que não se trata de um pedido do Cristo para afastar a cruz, e sim algo muito maior e mais adiante?

O movimento espírita em geral já participa desta compreensão? Ainda vejo em muitas palestras alguns oradores citarem ou deixarem subtendido que seria um pedido do Cristo sobre o afastamento da cruz. Como se poderia divulgar este entendimento com segurança e fundamento? Bom, Patrícia, eu acho que tem duas perguntas na sua pergunta. A primeira pergunta é, existe na doutrina espírita algum órgão do movimento espírita que atue como o Vaticano e decrete interpretações oficiais? Isso não existe. Isso não existe. A doutrina espírita é uma doutrina da fé raciocinada.

Nós estamos com Kardec aprendendo a fé raciocinada. Então, não existem interpretações oficiais. Isso não existe. Aliás, é muito importante isso, porque quando Emmanuel começa o trabalho de comentário das passagens evangélicas, o primeiro livro é o Caminho, Verdade e Vida. E a primeira mensagem do Caminho, Verdade e Vida do Emmanuel é Interpretação das Escrituras. E ele cita um versículo da Carta de Pedro em que Pedro diz assim, que nenhuma passagem da Escritura é de particular interpretação. Então, cada pessoa é livre para interpretar.

Cada pessoa é livre para estudar, tirar suas conclusões. Isso é importante. Então, não existe um órgão oficial, não existe uma pessoa que chegue aqui e fale, não, a única interpretação é essa. Isso não existe. E Emmanuel coloca isso no prefácio do Caminho, Verdade e Vida para dizer que nem ele, Emmanuel, vai fazer isso. Ele não vai fazer isso. Ele vai trazer contribuições ao raciocínio. Então, no episódio 36, o que nós fizemos? Nós trouxemos contribuições. Espiritismo é fé raciocinada. Nós precisamos aprender a pensar.

A pensar com Kardec. Então, Kardec nos ensina a raciocinar. Não basta ter uma fé cega. Ah, eu acredito nisso porque o fulano falou. Isso não é doutrina espírita. Doutrina espírita é eu acredito nisso por causa disso, disso, disso e disso. Então, tem que ter fundamentação. Então, vamos lá, o que nós dissemos na passagem do Kardec? Se você abrir a tradução que eu fiz do Novo Testamento, eu fiz questão de realçar esse ponto. Jesus anuncia a crucificação três vezes. Três, não foi uma. Não foram duas, foram três vezes. Na terceira vez, a terceira vez que ele falou assim, convém que o Filho do Homem seja entregue, Simão Pedro se opõe de forma veemente.

Ele fala de modo algum, Senhor. E aí, o que Jesus faz? Jesus chama atenção, Jesus adverte Simão Pedro com muita intensidade. Ele diz assim, afasta-se de mim, Satanás. Olha isso. Então, Jesus repudia aquela desobediência, aquela postura de Simão Pedro que queria poupá-lo dos movimentos da cruz, dos momentos da cruz. Ora, se Jesus adverte Simão Pedro com tanta energia, com tanta ênfase, seria uma incoerência no orto ele orar fraquejando, tendo dúvida, e falando, ai, meu Deus, tira essa cruz. É incompatível. Não há contradição no Evangelho.

Se nós encontramos contradição, a contradição está na nossa interpretação, e não no Evangelho. Agora, quando eu digo isso, eu deixo o assunto na avaliação e entendimento de cada pessoa. De cada pessoa. Porque nós não temos a mínima pretensão de estabelecer qual é a interpretação correta. Pelo contrário. O nosso objetivo com o estudo de Isaías é fornecer subsídios para que as pessoas possam pensar por conta própria. Então, espírita que não pensa por conta própria não entendeu o Espiritismo. Não entendeu. O Espiritismo é fé raciocinada, não é?

Então, nós estamos dando subsídio e nós não estamos preocupados se o movimento espírita, se todo mundo está tendo essa interpretação. Isso não é nossa preocupação. Não é nossa preocupação. Nossa preocupação é trabalhar argumentos seguros, consistentes e compatíveis com a doutrina espírita. É isso. Fornecer subsídios. Muito bem, muito bem. Eu estava tentando ver se eu conseguia colocar no… Conseguimos. Essa é da Sandra Morine, de São Paulo, Valinhos. Ela pergunta se em alguma parte do livro de Isaías poderíamos perceber em símbolos se o profeta tinha a ideia real de exílio de outros orbes.

Nós nunca falamos sobre isso, não é? Pessoalmente, Sandra, eu fico receoso com esse tipo de conclusão. Fico bastante receoso. Não é? Porque nós precisamos compreender que as revelações possuem um aspecto gradativo. O próprio Cristo disse assim, Tenho muita a vos dizer, mas não estáis preparados. Então, quando a gente chega na doutrina espírita, a humanidade está madura para aprender conhecimentos novos. Então, esses conhecimentos de exílio, de outro mundo, exílio de um orbe, da constelação do cocheiro, capela, isso aí é coisa do século XIX.

Eu realmente fico com dúvidas se Isaías, sete séculos antes de Jesus, ia já ter compreensão de elementos que só Kardec veio trazer. Realmente, eu, particularmente, não gosto de trabalhar com essa ideia. Não gosto de trabalhar com essa ideia. Então, cada coisa ao seu tempo, cada cota de conhecimento ao seu tempo. A primeira revelação trouxe… Deu uma paradinha, mas já volta. Voltou. Voltou? Voltou. E veio a doutrina espírita e deu a sua contribuição. Não é? Então, a gente imaginar que os profetas do Velho Testamento já estão dizendo o que está na doutrina espírita, eu acho demais.

Aí, eu já acho demais. Ah, e a Sandra Morini está aqui no chat. Que coisa boa! E aí, Sandra? Vamos ver se a gente consegue a pergunta da Lucimari. Deixa eu só ver aqui. Ah, sim, entendi. Obrigada. Por que o profeta Isaías é tão pouco estudado no Espiritismo, sendo sua mensagem tão importante para nós? Na verdade, de quem é a pergunta? Lucimari, de São Paulo. Lucimari, de Olímpia. Lucimari, na verdade, não é só o profeta Isaías, é o Velho Testamento inteiro. É o Velho Testamento inteiro. E por quê? Porque muitos espíritas acreditam que não tem nada para aprender com o Velho Testamento.

Eu já ouvi, por exemplo, em muitos lugares, principalmente aqui em Belo Horizonte, de que o Velho Testamento tinha que ser queimado. O espírita não tem que ler o Velho Testamento. Então, é uma postura equivocada, porque Jesus cita a todo momento o Velho Testamento, e Allan Kardec, no primeiro capítulo do Evangelho segundo o Espiritismo, diz, eu não vim destruir a lei. Como Jesus disse, não vim destruir a lei, a Doutrina Espírita também não vem destruir nem a segunda nem a primeira revelação. Então, na verdade, nós precisamos voltar para Kardec.

Nós precisamos voltar para os fundamentos kardecianos da Doutrina Espírita. E é o que nós estamos fazendo aqui, voltando para os fundamentos kardecianos. O que nós estamos estudando, Isaías? Em obediência ao primeiro capítulo do Evangelho segundo o Espiritismo. É isso. Então, se alguém diz assim, eu não concordo, eu falo, amiga, eu respeito, mas eu prefiro ficar com Kardec. É simples assim. A Tânia Antiqueira está comentando que ela tem três turmas este ano estudando Gênesis. Ah, que legal! Que legal, Tânia! E a Lucimari também está aqui.

Muito obrigada por responder minha pergunta. Olha, que coisa boa, Lucimar! Seja bem-vindo! Estou ao vivo! Pergunta muito boa a sua, viu? Muito boa! Espera aí. A da Ana Maria Gurgel ficou cortadinha. Mas eu vou ler ela todinha porque ela era comprida. A Ana Maria vai falar bem da questão que nós estamos falando da terceira revelação do Espiritismo. Então, a Ana Maria é de Brasília e ela fala que Isaías antecipa a terceira revelação para nós. E Jesus espera por nós, nos mostrando o caminho. Que relação podemos perceber nas profecias de Isaías com o momento que estamos passando com a pandemia?

E uma nova forma de comunhão com a comunidade espírita que se dá virtualmente? Bom, Ana Maria, vamos com calma. Tem muita coisa ali na sua pergunta. Primeira coisa, o foco de Isaías é a segunda revelação. Então, o foco de Isaías é revelar a vinda do Messias. E ele vai gastar 99,9% nisso. Anunciando a vinda do Messias. Acontece que a vinda de Jesus inicia a nova era. Percebe? Mano, de onde você tirou isso? A parábola do grão de mostarda. Jesus não conta a parábola do grão de mostarda? Que o reino de Deus é semelhante a um grão de mostarda?

Que é a menor semente e que depois ela se torna uma árvore frandosa? Então, a vinda de Jesus é o grão de mostarda. É o início da nova era. O início. Mas vamos com calma. Isaías não pode e nem pretendia trazer aspectos do nosso tempo. Isso coube a terceira revelação. Então, se você ler, por exemplo, o livro A Gênese, você vai ver que os Espíritos detalham com muita especificidade os momentos que nós estamos passando. O que nós temos, Isaías? Nós temos lá algumas pinceladas a respeito da transição. Então, a pandemia, tudo isso que nós estamos vivendo, se encaixa nessa transição, que Isaías desenhou só um esboço.

Mas a abordagem mais completa, mais profunda da transição está na terceira revelação. Então, é assim. Cada macaco no seu lugar. Primeira revelação tem uma missão, segunda revelação tem uma missão, terceira revelação tem outra missão. Mas as três estão conjugadas, estão de mãos dadas, anunciando o novo mundo. É isso. Eu acho que, inclusive, essa questão, ela conversa com outra aqui, que também pergunta se Isaías falava sobre a pandemia, quando falou sobre o descanso. Deixa eu ver se eu acho aqui. Essa é uma pergunta boa, Eleonora.

A gente pode até abordar. Nenhuma profecia fala de fato específico. Isso não existe no Velho Testamento nem no Novo Testamento. Todas as profecias falam do ciclo, não falam de eventos. Então, essa coisa de falar que na profecia está falando da pessoa tal que viveu no século tal. Cuidado com esse tipo de interpretação. As profecias bíblicas, elas falam de ciclos. Ciclos de evolução. E falam das características do ciclo. Mas elas não descretam. Você não vai encontrar no Velho Testamento assim, ah, no ano 2020 vai aparecer um vírus.

Isso, toma bastante cuidado com isso. Muito cuidado. Esse é um tipo de raciocínio incompatível com a fé raciocinada que a Doutrina Espírita nos ensina. Não faz sentido isso. Era essa a pergunta. Era a pergunta da Sílvia. A arrumelação da pandemia com a citação sobre o descanso. É interessante porque muita gente, quando vai ler, inclusive, o Apocalipse, coloca pessoas, coloca as situações. Isso. Então, o Apocalipse, ele descreve os ciclos gerais e as características de cada ciclo. As características de cada ciclo. Mas quando eu pego e faço uma leitura, ah, aqui esse versículo está falando do Hitler, eu tenho cuidado com isso.

Isso é perigoso. As meninas estão conversando, a Cristina está conversando com a Neide Nauva, que quantos símbolos foram usados no Novo Testamento, que a sua compreensão necessita do Velho Testamento. Cristina, isso aí, você foi na pinta. Você foi na mosca. Exatamente. Se nós queimarmos e eliminarmos o Velho Testamento, a gente não compreende o Novo. É simples assim. Eu vou dar um exemplo. Jesus entra na sinagoga em Nazaré e ele abre qual rolo? De Isaías. Ele lê o rolo de Isaías e diz assim, hoje essa profecia se cumpriu diante dos vossos ouvidos.

Se eu não tivesse testamento, como é que eu ia ler essa passagem? Como é que eu leio essa passagem? Então, você foi precisa. Exatamente isso. Exatamente isso. Verdade. A Adel Bezerra está pedindo para a gente fazer a pergunta dela. Se você puder, Adel, copiar a sua pergunta aqui no chat, talvez seja mais fácil da gente encontrar. Exato. Aí a gente faz a pergunta aqui pelo chat. Senão a gente está seguindo a ordem de como elas chegaram para nós. Na verdade, a gente está seguindo essa ordem de chegada. O Anderson fez uma pergunta.

Está estourando o meu áudio. O Anderson fez uma pergunta, mas acho que três amigos também fizeram. Então, acho que eu vou perguntar na dele. O Anderson é do Rio Grande do Sul, de Gravataí. Ele vai falar sobre o ano em que Isaías esteve aqui na Terra. Acho que a gente já falou nos primeiros. E se ele voltou. Várias pessoas perguntando sobre as encarnações. Se a doutrina espírita tem algumas questões sobre as encarnações de Isaías. Não. Não temos, Anderson. Agora, quanto à primeira questão, ele viveu entre os anos 680, né?

700, 650 a.C. Agora, se ele voltou, quem ele foi, porque isso aí não temos acesso. Há sempre especulações, né? Há sempre especulações. Mas, certezas, isso aí, só quando a gente voltar para o plano espiritual. Então, nós vamos combinar o seguinte, quem voltar primeiro, pesquisa e conta. E o Anderson também fez a pergunta, você acredita que a vinda de Jesus já estava sendo preparada desde a época do profeta? Muito antes, né? Isso eu não preciso nem acreditar, porque essa é a informação que está no livro A Caminho da Luz, não é?

Emmanuel fala das comunidades dos Espíritos puros que regem o Sistema Solar e diz que eles se reuniram duas vezes nas proximidades da Terra. Uma, quando da formação do orbe e a segunda, para preparar a vinda do Messias. Então, essa é uma informação que nós temos pela mediunidade Chico Xavier. Então, essa, como é que fala? Essa, para mim, não tem dúvida. E a gente lê aqui Isaías e há comprovação disso, não é? Se você ler o capítulo 53 de Isaías, não resta nenhuma dúvida de que os Cristos do Sistema Solar já haviam planejado, muitos séculos antes, a vinda de Jesus.

Claro, né? Isso aí também é uma coisa lógica, não é? É uma coisa lógica. Jesus é o governador espiritual do orbe. Se ele ia encarnar, quem ia ficar na governadoria do planeta? Essas coisas precisam ser decididas, precisam ser programadas. E outra coisa, a vinda de um Cristo não é algo corriqueiro, não é? Não é a encarnação de qualquer um de nós. É um fato mais comum. A vinda de um Cristo é um fato extraordinário. Precisa ser programado, claro. O Carlos Eduardo está perguntando aqui pelo chat sobre o Antigo e o Novo Testamento.

Quanto será que tem de parábolas? Será que a gente já levou… Bom, isso é importante porque, assim, essa pergunta, ela já tem um problema, a pergunta já tem um problema. Porque quando eu uso a palavra parábola, eu estou usando uma palavra grega. Então, parabolé, em grego, tem um sentido. Em hebraico, não existe essa palavra. Não existe parábola em hebraico. Em hebraico, a palavra que existe é machal. E a palavra machal serve para, por exemplo, ditados de sabedoria. Sabe essas frases de sabedoria que a gente posta no Instagram?

Em hebraico, isso é machal. As parábolas que são histórias, em hebraico, também é machal. Uma interpretação de um texto é machal. Então, machal, em hebraico, é uma palavra que abarca uma série de significados. Então, se eu vou examinar o que é machal no Velho Testamento, eu falo que a maior parte é machal. A maior parte é machal. A maior parte é linguagem figurada. A maior parte é símbolo. Nesse sentido da palavra machal, em hebraico. Agora, se eu pegar a palavra parábola no sentido de uma história simbólica, aí não.

Aí nós temos algumas parábolas do Velho Testamento e as parábolas do Novo Testamento. Então, depende do sentido que nós estamos dando para a palavra. Tá carregando a pergunta. Tem uma pergunta grande aqui. A Aldenice. Parece que a Adele fez a pergunta dela. É, Leonora. Botei errado. Espera aí. Ela fez a pergunta dela. Ela está perguntando se Jesus teve outras encarnações. Aqui na Terra, não. Aqui na Terra, não. E os mundos onde Jesus encarnou não existem mais. Viu, Adele? Porque Ele já é Cristo pelo menos, pelo menos, no mínimo, desde a formação da Terra, há aproximadamente 4.5 bilhões de anos.

Então, tomar cuidado com isso. Mas muito bom, né? Eu não sei se a gente está indo rápido demais. O pessoal está conseguindo acompanhar, né? Porque está com tantos comentários ali no chat. De repente, a gente dá uma paradinha para olhar os comentários porque a gente fica preocupado que tem tantos amigos que mandaram perguntas. O pessoal que acompanha. E a gente gostaria que todo mundo tivesse contemplado as suas respostas, né? Mas vamos dar uma paradinha para ver o pessoal do… do chat. Estiver alguma pergunta aí, Haroldo, que você…

A Adele fez. Achei agora a da Adele. Jesus teve outras encarnações? Está respondendo. Acho que o pessoal está meio comentando as falas, essas respostas, né? Gente, vamos combinar que se alguém tiver pergunta, pode ir colocando no chat que a gente vai lendo aqui. Exatamente. A Maria do Carmo perguntou se Kardec fez alguma comunicação após o desencarne. Nunca li nada. É uma coisa que com certeza fez, né? Agora, se ele se identificou, aí é outra coisa, né? Eu acho que a gente tem, Maria do Carmo, a gente sabe o que está acontecendo, a gente está complicando demais a doutrina espírita.

O que nós aprendemos com Kardec? Os espíritos se comunicam quando eles querem, não é quando o médium quer, não. Não é quando o movimento espírita quer, não. O movimento espírita médium não tem controle sobre o espírito, não. Ainda mais o espírito superior. O espírito superior se comunica quando ele quer. E ele não precisa se identificar. Por quê? Você acha que o espírito superior vai vir aqui se comunicar pra se identificar? Oi, gente, eu sou Kardec. Acha que Kardec precisa disso? Se o Kardec precisar se comunicar, é porque tem que ter uma razão muito séria.

Tem que ter um propósito muito sério pra ele poder se comunicar. Mas ele comunica a hora que ele quiser. Ele é Kardec. Ele comunica a hora que ele quiser. E, às vezes, ele comunica lá, dá o nome de João, o nome de José. Pra que ele precisa se identificar pra poder dar uma comunicação? Eu acho que a gente tá complicando demais, entendeu? Tá ficando um negócio muito burocrático. O espírito tem que chegar, pedir uma autorização pro movimento espírita federativo, receber uma ficha. Ora… Kardec dizia, a doutrina é dos espíritos, não é dos espíritas.

Espírita não tem controle nenhum sobre espírito. Sobretudo os espíritos superiores. Eu, Haroldo, não tenho nenhum controle sobre os espíritos superiores. Eles têm livre-arbítrio, eles fazem o que eles querem. O que eles querem. E, na maioria das vezes, eles fazem coisas que eu não compreendo e não concordo. Porque, se eu concordasse, se eu compreendesse, eu seria um espírito superior como eles. Não é? Estamos sempre pensando nisso. Então, a gente fica criando uma série de regrinhas, uma série de coisas bobas. Uma série de coisas bobas.

Por isso que o Kardec, lá na introdução do Livro dos Espíritos, explica a doutrina é dos espíritos. É dos espíritos. Eles falam aonde eles querem, com quem eles querem, na hora que eles querem. E o Chico, na sua humildade, na sua sabedoria, dizia isso de uma maneira simples. O telefone toca de lá pra cá. Agora, tem gente achando que controla espírito. Controla a hora que o espírito vai falar, quem vai falar. Não. Pelo amor de Deus. Tem que tirar isso da cabeça. Não é? A Aldenice, ela que faz as transcrições, mandou várias perguntas.

A Aldenice, pois é. Isaías profetizou que viria um profeta em meio aos hebreus semelhante a Moisés. Com Jesus, o êxodo seria do erro e a libertação seria a iluminação espiritual? Com Jesus. Aí já está entrando no novo livro. Calma, calma, calma, calma. Vamos entrar no estudo do êxodo. Nós vamos estudar o que é o êxodo. Vamos trazer as passagens, não é? Uma coisa importante, Aldenice, é o seguinte. Toda vez que a gente lida com o texto bíblico, tem um princípio do judaísmo que é importantíssimo. Não basta ter opinião e ter interpretação.

Ter opinião e ter interpretação, todo mundo pode ter. Isso não é… Isso é fácil. O difícil é você fundamentar a sua interpretação. Está certo? Então, se eu digo assim, ah, o êxodo é isso. Ok, fundamenta. Me cita um versículo, me cita passagem que fundamenta a sua interpretação. E isso é que é o difícil. Então, nós estamos estudando aqui o Velho Testamento para aprender a fundamentar. Porque brainstorming, todo mundo pode ter. Imaginação é fértil. Eu posso imaginar qualquer coisa. Qualquer coisa. Imaginar só não adianta.

Eu preciso fundamentar a minha interpretação. Para fundamentar, eu tenho que trazer o quê? Estrutura do livro, tema geral do livro, tema geral do capítulo, versículo, passagem, o que ela está dizendo. Aí o meu pensamento ganha consistência. Ele deixa de ser imaginação desvairada e passa a ser um raciocínio fundamental. Percebeu? Essa é a diferença. Essa é a diferença. Foi por isso que Paulo foi estudar aos pés de Gamaliel. Se ele quisesse ficar só imaginando interpretação, ele não precisa estudar. Se você quiser só imaginar coisas, não precisa estudar, não precisa ler, não precisa nada.

É só viajar. Mas se quiser fundamentar a interpretação, aí tem que estudar. Aí dá trabalho. Aí dá trabalho. Ok? Então, no estudo do êxodo, nós vamos estudar o livro. Estudar a estrutura do livro. O que o livro está dizendo? Porque aí, quando a gente der uma opinião, nossa opinião vai ser fundamentada. Essa é a diferença. Fizemos isso com Levítico, fizemos isso com Gênesis, estamos fazendo com Isaías, não é? Então, agora a gente já sabe, por exemplo, quando eu digo assim, capítulo 53 é o centro do livro de Isaías. Nós sabemos por quê?

Nós temos uma fundamentação para dizer isso. Não é só imaginação. Porque se fosse imaginação, a pessoa chegava aqui e falava assim, ah, eu imagino que o principal capítulo de Isaías é o 10. Aí nós vamos perguntar, por quê? Por que é que é o capítulo 10? Não, não sei, eu só imaginei. Percebeu? Essa é a diferença. Imaginar é fácil. Eu imagino milhões de coisas. Agora, fundamentar, aí é difícil. Porque aí precisa estudar, precisa comparar, precisa juntar os argumentos. Nós vamos fazer isso com o livro de Êxodo. Que, aliás, é o livro mais estudado no judaísmo.

Imaginem. Imaginem isso. Tem mais de 3 mil anos que os judeus estão estudando o Êxodo. Então, nós temos que ir com calma. Nós estamos entrando num estudo que tem 3 mil anos. A gente está entrando agora. Tem que ter calma. Muito bom. E aí ela faz uma pergunta que está muito dentro do que a gente tem conversado. A dois. No Velho Testamento estão a semente e a raiz. No Novo Testamento, a árvore do Evangelho. Com a terceira revelação, Deus espera os frutos? É uma boa. É uma boa interpretação. Gostei. Porque é uma árvore, né?

A revelação é uma árvore. Primeiro vem a raiz, depois o tronco, que é o Cristo, a seiva, não é? E aí vem os galhos, as flores e os frutos, que é a terceira revelação. Acho boa, uma boa interpretação. A sua interpretação está fundamentada. Até porque? Qual que é a primeira mensagem do Evangelho segundo o Espiritismo? Está no capítulo 1. Um espírito israelita, ele diz assim, Moisés começou a obra, Jesus deu continuidade, o Espiritismo a concluirá. Como é que conclui? Conclui com a fruta partida na mesa, para eu poder comer, não é?

Isso é a conclusão. Com as bodas, né? Com a festa. Aí ela faz a terceira pergunta, que no estudo 1, ao falar de Moisés, que não é perfeito, que é mortal, você fala tanto que não entrou em Canaã. Poderia detalhar um pouco mais isso? Ah, sim. Nós vamos ver isso lá no Eso, tá? Nós vamos estudar isso no Eso. Eu não sei se você se lembra, mas tem uma conversa de Paulo de Tarso com Gamaliel no livro Paulo e Estevam. Assim que o Sauro se converte, ele encontra Jesus às portas de Damasco, depois que ele é curado por Ananias, ele procura o grande orientador dele, o grande instrutor dele, que é Gamaliel.

E onde ele vai encontrar Gamaliel? No deserto, meditando, estudando. E o Gamaliel dá a última lição pra Paulo, a última interpretação do Velho Testamento pra Paulo. Qual é? Tá lá no livro Paulo e Estevam. Ele diz assim, Nas minhas reflexões, tenho chegado à conclusão que Canaã é o símbolo do evangelho, da redenção da alma, da conquista do evangelho. Então, é claro que a lei pura e simples trazida por Moisés não nos torna apto a conquistar os degraus propostos pelo evangelho. Então, para que eu entre em Canaã, eu preciso do complemento, que é a mensagem e a exemplificação de Jesus.

Então, não basta a lei mosaica. Eu preciso da mensagem do Cristo pra poder entrar em Canaã. Esse é o simbolismo, né? Esse é o simbolismo. Eleonora travou um pouquinho aí. Bom, Eleonora travou um pouquinho. Eu vou prosseguir aqui, então, enquanto a Eleonora volta. Tem a pergunta… Vamos ver aqui. Eu acho que a gente já… Deixa eu ver aqui. Voltei, caiu a internet, eu entrei com 4G agora. Não sei, deu uma queda na internet e está reiniciando lá. E estava no computador a minha lista de perguntas, mas, assim, muitas perguntas, já que a gente começou a falar sobre êxodo, realmente perguntando quando é que a gente vai começar o estudo, o que a gente pode esperar deste estudo.

Começa em março, né? O estudo de êxodo. E podemos esperar um grande livro. É um livro muito importante. É dele que vem a Páscoa, é dele que vem… A maior parte da simbologia do cristianismo vem do livro de êxodo. O Cordeiro de Deus, a Páscoa. Uma série de temas que o Novo Testamento desenvolve vem do livro de êxodo. E o povo hebreu considera esse livro um livro fundamental do Pentateuco, da Torá. Então, tem muita coisa nesse livro, muita, muita, muita coisa mesmo. É um livro extraordinário. Extraordinário. Sabe que tiveram amigos que comentaram que Levítico começou durante a festa dos tabernáculos e que êxodo vai começar agora durante a Páscoa, durante a quaresma, né?

Se a gente tinha escolhido… Intencionalmente. Eu falei, olha, a gente não, mas vai que já estava tudo programado. Eu estou sem acesso aos comentários. Olha, se o pessoal estiver comentando alguma coisa, agora no celular eu não estou vendo. Bom, tem uma pergunta boa aqui. A Eri Graziana está perguntando o estudo de êxodo será no Canal do Ser ou podemos acompanhar pelo YouTube? Bom, o estudo está no canal espiritismo. tv E essas partes… Fala um pouquinho, Ironora. Explica melhor aí. Até bom, porque… Isso. Então, assim, convidamos todos para conhecer porque a transmissão é pelo YouTube.

Ela fica ali por 24 horas disponível e depois ela vai para o Espiritismo TV onde todos os estudos estão lá. Gênesis, Levítico, Isaías. Agora vamos abrir êxodo. E aí o pessoal acessa lá no espiritismo. tv Acho que é isso. Ótimo. E essa parte está gratuitamente lá para quem puder assistir, né, Leandro? Isso, isso. O canal está liberado, o acesso, desde a pandemia. E a gente pede àqueles que podem fazer algum tipo de ajuda e colaboração para que eles sigam em frente, operando, né? Esse sistema de compartilhamento de vídeos e estudo.

E tem uma funcionalidade ali que é muito boa que o pessoal que estuda, você coloca ali uma palavra, né? E aparece a palestra que essa palavra tem. Então, por exemplo, Isaías. Aí vai aparecer todas as citações lá no canal sobre Isaías. Então é bem bom para quem gosta de estudar, dá para fazer as buscas lá. Então acho que é isso, né, Haroldo? Agradecemos imensamente esse voo panorâmico que demos, né? Hoje a gente compreende muito mais o livro, a estrutura, né? Como é que ele está dividido, o que que ele quer trazer para nós.

Exatamente. E é importante, né, Eleonora? Porque aqui, só para esclarecer um pouquinho, né? Jesus diz no Sermão da Montanha, Ele diz assim, Eu não vim destruir a lei e os profetas. Olha só. Eu não vim destruir, ou abrogar, ou eliminar, atorar, porque a lei ali está traduzida por lei, mas a palavra é atorar, né? E os profetas. Eu não vim abrogar ou destruir. Eu vim plerou. O verbo plerou, em grego, é preencher, complementar. Então, isso, quem disse, foi Jesus. Quem disse isso foi Jesus. Se alguém quer dizer algo contrário a Jesus, a gente respeita, mas eu fico com Jesus.

Não é? Qualquer pessoa pode pensar o que quiser, mas eu sigo Jesus. Não é? Então, Jesus disse, Eu não vim destruir a lei e os profetas. Eu vim preencher, eu vim complementar. Então, quem disse isso foi Jesus. Está no Novo Testamento. E Kardec, no capítulo 1 do Evangelho segundo o Espiritismo, ele disse, sim. Qual que é o título do capítulo? Não vim destruir a lei. E aí Kardec escreve, Como Jesus disse não vim destruir a lei, o Espiritismo não vem destruir a revelação, as revelações anteriores. E aí, ele abre para os Espíritos comentarem, não é?

Porque isso era bonito no Kardec. Essa é a estrutura do Evangelho segundo o Espiritismo. Ele comenta, depois ele abre para os Espíritos comentarem. E aí, qual que é o primeiro Espírito a comentar? Um Espírito israelita. E tem uma mensagem linda, falando do papel da primeira revelação, da segunda e da terceira. Isso é Kardec. Então, qualquer pessoa é livre para pensar o que quiser, mas nós aqui seguimos Jesus e Kardec. A gente não quer discutir com ninguém, nós não queremos disputar com ninguém, mas nós seguimos Jesus e Kardec.

Respeitamos as opiniões, mas nós seguimos Jesus e Kardec. É muito claro isso. Quem está vindo participar do estudo aqui, tem que ter muita consciência disso. Se tiver uma opinião contrária a Jesus e Kardec, paciência, a gente te respeita, mas nós não vamos te seguir. Não é pessoal, não fica magoado, não fica triste com a gente, nós aqui seguimos Jesus e Kardec. E ponto final, isso é inegociável, isso não está em negociação. Nós não negociamos isso. Jesus e Kardec para nós é inegociável. Quem quiser pensar o contrário, maravilha, a gente continua amigo, bate um papo, mas não concordamos, nós vamos seguir Jesus e Kardec.

É importante deixar isso claro, porque senão a pessoa vai perder o tempo dela aqui. Se ela quer discordar de Kardec e de Jesus, está perdendo o tempo aqui no estudo. Está perdendo o seu tempo. Porque nós não vamos negociar isso. Não é? Isso tem que estar muito claro. Não é, Leonora? Isso tem que estar muito claro para quem está vindo no estudo. Você pode ter opinião, você pode pensar, nós acolhemos, nós ouvimos, mas você não vai ser seguido se você estiver emitindo uma opinião contrária a Kardec e contrária a Jesus.

Tem que ter lucidez com relação a isso. Por isso que o estudo é, o estudo do Velho Testamento, à luz da doutrina espírita. À luz da doutrina espírita. Tem que ter essa clareza para a pessoa não errar o grupo. Tem tantos grupos. Na internet, o que mais tem é grupo. O que mais tem é grupo. Aqui é Jesus e Kardec. Isso é inegociável. Então, se em algum momento Haroldo disser algo contrário a Kardec, eu vou corrigir. Eu vou voltar aqui e dizer, pessoal, eu errei. Eu me equivoquei. Eu disse algo contrário ao que Kardec escreveu.

Eu disse algo contrário ao que Jesus disse. Ok? Então, eu quero deixar bem claro isso aqui. Para não ter confusão. Para não ter confusão nem baderna. Nem baderna. Porque esse aqui é um grupo de estudo sério. Aqui não tem lugar para baderna. Aqui tem lugar para quem quer estudar sério Kardec e Jesus. Isso tem que ficar muito claro. Muito, muito, muito, muito claro. Não é, Leonora? Sim. E se Jesus disse que é o caminho, a verdade e a vida, é esse caminho que nós estamos seguindo. Exatamente. Mas a gente entende que o grupo está bem harmonizado, sabe?

O grupo que participa sempre. Talvez alguém quando chega, alguma questão assim. Mas uma minoria, 0,000, que às vezes chega, mas no geral o grupo faz muito essas conexões e gosta de fazer essas conexões das três, as revelações. E compete a nós, não é, Leonora? Compete a nós que já estamos no grupo há mais tempo acolher, receber, mas esclarecer quem está chegando. Porque senão a pessoa que está chegando, ela acha que vai mudar o direcionamento do grupo. Não vai. Esse grupo aqui, ele tem uma linha muito bem definida. Então, a pessoa precisa fazer uma opção.

Ou ela segue a linha do grupo, ou ela abandona o grupo. Porque esse grupo aqui, ele não vai deixar Kardec, ele não vai deixar Jesus para seguir opiniões pessoais. Nem opiniões de quem quer que seja. Nem do Júlio, nem do Haroldo, nem do Leonora. De ninguém. De ninguém. É importante isso, não é? Importante a gente ter isso muito claro. Quais são as nossas referências? Interessante que a gente conversou. Interessante que nós conversamos isso. Quando começamos o estudo, estamos fechando, conversando sobre a luz da doutrina espírita.

É o Antigo Testamento, a luz da doutrina espírita. A gente faz as reflexões do Antigo Testamento, do Novo Testamento, a luz da doutrina espírita. Exatamente. Gente, agradecemos imensamente ao Haroldo, pelo tempo, pelos estudos. Se o Júlio estiver por aí e puder entrar, para a gente se despedir do grupo. A todos que sempre participam, que mandam as suas perguntas. Comente aí, Júlio, gostou do estudo? Gostei, sim. Estou no meio de uma bagunça de barulho aqui. Estou até chegando para esconder um pouco a feiura daqui. Foi ótimo, Haroldo.

Acho que a gente tem mesmo que se concentrar, ajudar as pessoas a encontrarem o tom. É como numa orquestra. Às vezes tem um instrumento que vai chegar ali, a gente vai dando o tom e as pessoas vão se afinando. Porque quando a gente pode trazer as nossas opiniões, acho que todo mundo pode ficar à vontade. Até mesmo porque a gente vai responder, quando a pessoa estiver com um pensamento que não estiver muito adequado, a gente responde a nossa opinião sobre aquilo e vamos em frente. Está tudo lindo. É assim que a doutrina funciona mesmo.

Então, fiquem à vontade. É assim que a vida funciona, Júlio. É assim que a vida funciona. É assim que a vida funciona. Você quer ver uma coisa? Semana passada, eu falei uma coisa na aula, meu professor virou e disse assim, Haroldo, você está errado. Aí eu fiquei branco, né? Imagina a turma de 40 pessoas falando, você está errado. Porque funciona assim, assim, assim, assim. Aí eu falei, nossa, meu Deus. E agradeci. Porque eu estava com uma opinião que estava errada. E ele, não houve disputa. Ele mostrou que aquele conceito que eu estava trazendo estava equivocado.

Então, isso é importante. Isso é importante. É isso mesmo. E as pessoas vêm para cá, né, que vêm com a deseja de trocar, né, não só de aprender, né, Haroldo, mas de trocar com a gente conhecimentos, né. Às vezes estão chegando pessoas aqui hipercapacitadas dentro do tema, inclusive, né, porque gostam do tema, porque já estudam. Existem aí muitos médiuns participando e a gente recebe, as intuições da espiritualidade são sempre muito bem-vindas. É importante é que a gente esteja sereno para ouvir, né, tanto quanto para falar.

A gente fica sereno, tranquilo, trabalhando juntos, nos ouvindo, né, construindo o diálogo, né. Porque como a gente gostava, a gente está resgatando do povo hebreu, né, Haroldo. Havia aquele momento de diálogo, né, vamos discutir o assunto, vamos trazer as suas percepções sobre aquele tema. E como o tema do Antigo Testamento, pelo menos para mim, ele é novo, e muitas das ferramentas que eram necessárias para entender eu não tinha, o que eu entendo é que a gente está aqui aprendendo. Abriu a caixa de ferramenta, né, Haroldo.

Isso aqui é achado de fente, isso aqui é um alicate, isso aqui você mexe aqui, você mexe ansado, você faz isso. Porque agora está aqui para frente para os outros livros, muitos dos conhecimentos de Levítico, Gênesis e Isaías serão muito importantes para poder compreender o que os outros livros também estão trazendo. Serão muito importantes. E tem uma coisa bonita, Júlio, que eu queria deixar aqui registrada. No hebraico, existe, além da voz passiva e da voz ativa, tem um outro modo verbal, que é o intensivo. Então, por exemplo, em hebraico, a mesma raiz do verbo quebrar, se você coloca na voz intensiva, vira despedaçar.

Olha que interessante. Quebrar no intensivo vira despedaçar. Aí eu pego o verbo aprender. Qual que é o intensivo de aprender? Ensinar. O verbo ensinar, em hebraico, é o auge do aprender. Nós temos que entender que o mestre é o Cristo, não é nenhum de nós. Então, eu preciso ter essa sensibilidade de verificar se o meu pensamento está subordinado ao pensamento do Cristo. Isso é importante. Porque, senão, Jesus vira aluno e eu professor. Olha a contradição. O mestre é o Cristo. Então, nós estamos aqui para aprender com o Cristo, não para ensinar Jesus.

Não para ensinar. Então, se Jesus disse eu não vim destruir nem atorar nem os profetas, eu vim preencher, está dito. Está dito. E o próprio Jesus nos ensinou. Não cabe ao discípulo ser maior que o mestre. Nós estamos aqui para aprender. Não é? E aí a gente encontra discípulos que estão mais avançados. Ele está indo no ensino fundamental. Aí você pega um discípulo que já está na faculdade, que é Allan Kardec. Então, a gente vai. Vamos com calma, com muita disposição de aprender, mas tomar cuidado para não achar que é professor.

Esse é o maior cuidado que eu tomo, Júlio. É o maior cuidado que eu tomo. Então, eu não sei se todos perceberam, mas toda vez que eu falo uma coisa aqui, eu cito o versículo. Ah, tem essa estrutura. Aí eu cito quais são os versículos, quais são as partes. Para quê? Para que todos possam ir lá e examinar. Porque o pós está errado. Claro. Claro. Nós estamos estudando. Nós estamos estudando. Mas tem que fundamentar. Tem que dar a base. É por isso que Emmanuel não comenta só o Evangelho. Ele coloca um versículo e comenta o versículo.

A base é o versículo. A base é o versículo. E tem uma passagem linda, né, Júlio? É quando o Chico diz que o Emmanuel vai para o mundo espiritual estudar o Evangelho com os espíritos superiores, e ele se sente um crocodilo. Nossa, meu Deus do céu, o que é isso? Não sei nada de Evangelho. Não é? Porque você imagina o seguinte, Júlio, imagina se essa live de estudo de Isaías fosse com o espírito Estêvão. Não é? Mas… não tem Estêvão, vai Haroldo mesmo. A gente improvisa com o que tem. Evoca o Estêvão. Mas lembrando que, Júlio, assim que eu voltar para o mundo espiritual, quero me matricular em um estudo de Isaías lá no mundo espiritual.

Pode nos levar. Para corrigir suas provas, Haroldo. Eu quero saber quanto eu tinha nas provas. Vai ser um… Eu tenho a impressão que nós vamos chegar lá e vamos morrer vivos dos nossos vacilados, dos nossos erros, não é, Haroldo? Nossa, meu Deus do céu. O que é isso? Acertei na bandeirinha e descartei. Você imagina, Júlio, você imagina estudar o Evangelho de João com o João Evangelista. Eu imagino. Você imagina o que é isso? Imagina você chegar e ele falar assim, quando eu escrevi esse versículo… Você imagina a emoção, Júlio?

É. E você liberta, né? Você liberta das… Humildade, vamos ter humildade. Humildade. Humildade. Até porque… Até porque, Haroldo, dentro do que nós queremos, e eles podem estar presentes, onde dois ou mais se reunirem em meu nome, ali estaria. Acho que o bacana do estudo, do nosso estudo, é sabermos que, ao estudar Isaías aqui, creio que um espiritualista de Sinai está recebendo, sabe do nosso empenho, e, certamente, existe um investimento da espiritualidade neste grupo. É isso aí. É crer nisso o tempo todo, lembrar que, olha, é igual ligar um aparelho na tomada, já está correndo, já está passando corrente, amigo.

Se você botar o dedo ali, você toma choque. Então, essas conexões não são brincadeiras, essas conexões… Júlio, tem uma mensagem bonita que está até na editora Vinha de Luz. Aquela editora Vinha de Luz. Na época que o Chico estava psicografando o romance Paulo e Estevam, num conto no lar da família Joviano, do Rômulo Joviano, que era o chefe do Chico na Fazenda Modelo. Eles faziam culto no lar. E o Neo Lúcio deu uma mensagem. É bonito isso, porque são duas mensagens. O Neo Lúcio fala assim, olha, gente, fiquei sabendo que vai ter um seminário com Paulo aqui em Pedro Leopoldo.

E eu me inscrevi. Mas as vagas são limitadas, nem todos vão poder participar. Tem uma seleção. Depois, Júlio, passa um tempo, ele vem de novo e fala assim, eu estou exultante, eu fui selecionado, eu vou participar do seminário com Paulo. Júlio, você já imaginou o que é um seminário com Paulo? Com Paulo. Com ele, ele, ele, Paulo. Depois ele volta, Júlio, e dá uma terceira mensagem. Ele diz assim, olha, gente, participei do seminário e eu vi o Paulo assim mais ou menos de perto. Ele só diz assim, Júlio, luz é luz. Foi impressionado com a luz do Paulo.

Então, Júlio, é isso. É essa mensagem que a gente quer transmitir para as pessoas que estão seguindo o estudo do ser. Todos nós, aqui, somos estudantes, mas com um detalhe, não são estudantes sem professor. Nós somos estudantes que temos um mestre. Nosso mestre é Jesus. E somos estudantes que têm professores. Um deles é cadete. Então, não podemos esquecer isso. Se a gente não esquecer isso, seremos bons estudantes. Olha que coisa linda! Olha que coisa linda! E vamos, olha, se o Paulo dá seminário, eu fico fazendo, tentando, sabe, Júlio, acertar, fazer as coisas certinho, vai merecer participar de um seminário de cabeça.

Imagina você poder fazer uma pergunta pra Paulo, Júlio. Pra ele, em pessoa. Loucura, loucura, loucura. E tem mais, do jeito que nós sabemos que ele é, a resposta… A resposta… Agora, a gente tem que preparar, não é? Porque, imagina, você vai encontrar com um grande professor de química, aí você chega lá e faz a pergunta pra ele, o que é um átomo de hidrogênio? Poxa, essa pergunta você pode fazer aqui, ué. Essa você pode fazer aqui. Então, nós temos que estudar pra poder fazer perguntas dignas. Lembra lá no nosso lá, ô Júlio, a Veneranda vem dar uma palestra.

Só que não é palestra. Olha que legal. Porque ela não gosta muito de dar palestra. Ela gosta de responder perguntas. Só que é o seguinte, Júlio, não era todo mundo que podia fazer pergunta. Só ia poder fazer perguntas aqueles que tinham x anos de trabalho e de estudo iam poder fazer perguntas. Os outros só iam ouvir. Só iam acompanhar. Aprender a fazer perguntas. Aprender a fazer perguntas. Então tinha a Veneranda, tinha os que aprenderam a fazer perguntas e tinha os que estavam aprendendo a fazer perguntas. E aí a Veneranda responde.

Não é legal isso, Júlio? Por exemplo, obreiros da vida eterna vem o Asclepius das esferas superiores materializem nosso lá. Mas não é todo mundo que pode fazer pergunta, Júlio. Só podia fazer pergunta pro Asclepius quem já tinha no mínimo 10 anos de atividade. Os outros só podiam olhar, observar. Aí o pessoal começou a fazer pergunta o Asclepius pegava um pergaminho e escolhia o versículo do Novo Testamento. Olha isso, Júlio. Olha isso, que coisa linda. É isso que nós temos que assimilar. Nós estamos aqui no ser aprendendo a fazer perguntas.

Só isso. Se nós daqui, porque a gente pretende continuar mais uns 30 anos, se Deus quiser. Aqui nesse estudo do Velho Testamento, no ser. Se daqui 30 anos a gente aprender a fazer pergunta, nós cumprimos a nossa missão. O Instituto Ser cumpriu a sua missão. Ensinar as pessoas a fazerem pergunta. Porque quem vai responder não somos nós. Porque pergunta certa, consciência até responde. É isso que eu quero. Júlio, se qualquer um pudesse fazer pergunta, Kardec não teria sido escolhido. Qualquer um podia ser escolhido. Não.

Por que ele foi escolhido? Olha as perguntas que ele formulou. Geniais. As perguntas são geniais. Por isso que ele foi escolhido. Preparado. Então, é isso. Nós estamos aqui aprendendo a fazer pergunta. Então, que ninguém fique chateado, que ninguém fique quando a gente coloca de uma maneira mais dura, porque nós precisamos disciplinar o pensamento. E não esquece que o universitário que está aqui com a gente é um juiz. Eu estou pensando aqui que o seminário com o Paulo tinham vagas, mas a gente vai começar a estudar êxito.

É online, as vagas são ilimitadas, todo mundo aproveita. Todo mundo pode vir e participar. Mais ou menos quando… Vamos lá assistir o sermão do monge. Todo mundo pode ir. Aqui todo mundo, o convite é aberto. Eu entendo que é isso mesmo. A gente está aqui matriculado e também porque existe, é lógico, uma misericórdia divina que proporciona a todos nós que estejamos aqui. Aproveitando até porque decorrente disso virão as nossas responsabilidades. Vamos estudar juntos, aprender juntos, e conviver juntos, em harmonia, fazermos o que o Cristo nos pediu.

Meus discípulos serão reconhecidos por muitos se amarem. Nós estamos construindo aqui afeto, nós estamos construindo aqui amizades, laços, troca de fluidos que podem ser utilizados para que toda essa construção do reino de Deus possa realmente acontecer. Esse exemplo do pessoal aqui na humildade também de perguntar, de participar, às vezes sente que não sabe tanto. É isso mesmo, gente. Pergunta, e escuta a resposta. Vamos todo mundo participar, mas com boa vontade, com alegria. É isso que o grupo aqui é. É um grupo de amigos, um grupo de pessoas que estão procurando se amar, relacionar-se bem como irmãos, como cristãos.

É muito bonito a noite quando a gente começa o programa, no Espiritismo. tv no ar, que a saudação que ficou lá agora padrão deles já entra e fala, se escreve assim, salve cristãos! Que legal! Eu acho bonito, não é, Haroldo? Essa lembrança, salve cristãos, que é nos lembrarmos que somos cristãos. Você falou muito hoje que nós somos mestres, que é Jesus. E essa saudação nos lembra disso. Salve cristãos. A postura aqui é de cristãos. Exatamente. Esse caminho, ele está pavimentado e é certo, não é, sem buraco. E eu gosto, Júlio, eu gosto de um versículo que o Hudson usa, o Gladson, usa na música dele, que é na música Pedro, que é quando Jesus diz pra Pedro assim, crê, te levarei aonde não queiras ir.

Então, isso, Júlio, a gente tem que ter consciência. Porque o verdadeiro mestre é o que te leva pra onde você não quer ir. Porque se ele te levar só pra onde você quer ir, você não está aprendendo. Você está andando em círculo. Você está igual a cachorrinha minha aqui, a Tiffany, fica correndo em torno do rabo, fica mordendo o rabo dela. Ela fica girando em torno do rabo. Mordendo o rabinho dela. Então, o verdadeiro mestre, ele te leva para lugares desconfortáveis. Para raciocínios desconfortáveis. Para vivências desconfortáveis.

É isso que Jesus diz pro Pedro e o Gladson teve essa sensibilidade, né? Crete levarei aonde não queiras ir. E a música termina como? Simão Pedro crucificado de cabeça pra baixo. As mãos e os pés apontando o céu. Ele queria isso, Júlio? Será que Simão queria isso? Mas, é claro que não, né? É claro que ele não queria isso. Então, é bonito, eu acho, essa sensibilidade do Gladson. Nós precisamos trazer, porque é nesse espírito que nós estamos estudando. É nessa postura. Essa é a postura espiritual. Que é mais importante do que eu estudo.

A postura com a qual eu estudo. A postura de reverência, de respeito, de humildade, postura de aluno. Postura de aluno. Até porque, quem são os professores do evangelho? Quem vive? Não é quem fala, é quem vive. Mas, é isso. Um bom fim de semana pra todo mundo. Vamos ficar alegres demais. Porque cada tarde que a gente comenta Isaías aqui, a gente está sintonizando com o pensamento dele, gente. Ele está em algum lugar aí do mundo espiritual superior e ele recebe nossas emanações, ora, é claro. Ainda mais, ainda mais que eu não posso esconder isso, eu acredito, é uma crença.

Eu acredito que ele é o Estevam. Então, está tudo certo. Ele está recebendo, está vendo a gente. É mesmo. Vamos, vou tentar soltar pra gente terminar aqui com a música Pedro, então, pra o pessoal conhecer, isso que você citou agora. E fica como nossa prece de encerramento e nosso agradecimento. Eu só queria deixar um recadinho pro pessoal acompanhar as redes sociais do Portal Ser no Instagram e no Facebook, que lá a gente vai postar as datas de início do novo estudo, os grupos do Facebook, os grupos de Instagram. Então, nos próximos dias a gente já vai estar postando as notícias do nosso estudo de êxodo.

Vamos sair dessa escravidão, percorrer esse caminho com o povo judeu. Como os nossos amigos comentaram, vamos celebrar essa Páscoa juntos, às sextas-feiras. Então, um beijo enorme no coração de todos que participaram, de Isaías. Como Haroldo disse, esse estudo não terminou, ele apenas foi um voo panorâmico pra que a gente possa depois, com o tempo, ir se aprofundando mais. Muito obrigado, Haroldo. Gratidão por você nos proporcionar essas reflexões. Muito obrigada a todos que participaram, ao Júlio, ao Tiago, que estão sempre cuidando dos estudos e participando.

E vamos de prece de Pedro. Então é isso aí, gente. Acompanhe que nós vamos mandar as notícias nas redes do Portal Ser. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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