Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento, conduzida por Haroldo Dutra Dias, mergulhamos nas profundezas do livro de Isaías, explorando o significado de conceitos judaicos fundamentais como Rosh Hashaná e Yom Kippur, e como eles se entrelaçam com a profecia e a doutrina espírita.
O que é estudado neste episódio
- Rosh Hashaná e Yom Kippur: O estudo inicia com a celebração do Ano Novo judaico (Rosh Hashaná) e a proximidade do Yom Kippur, o Dia do Julgamento e da Expiação. Haroldo Dutra Dias explica a importância desses dias, não apenas como datas religiosas, mas como estruturas que fundamentam a compreensão da profecia.
- A Profecia e o Gênero Apocalíptico: É abordada a estrutura literária dos livros proféticos, destacando que o gênero apocalíptico é a forma pela qual os profetas se comunicam. A estrutura do Yom Kippur é apresentada como a base para a compreensão da profecia, que não se limita a predições do futuro, mas busca descobrir os padrões da história.
- O Significado de “Teshuva”: O termo hebraico “Teshuva” é explorado em profundidade, contrastando-o com a tradução comum de “arrependimento”. Haroldo explica que Teshuva significa “voltar” ou “recomeçar”, implicando uma mudança de hábito e comportamento em todos os níveis (mental, emocional, físico e moral), e não apenas um lamento pelo que foi feito.
- Simbolismo da Teshuva: São apresentados os símbolos da Teshuva: as vestes brancas (pureza) e as cinzas sobre a cabeça (morte do homem velho, dor do passado que fica para trás). A dor da transformação e a busca pela pureza são elementos centrais desse processo.
- Yom Kippur e a Transição Planetária: O Yom Kippur é interpretado como um “fim de ciclo” e “juízo”, que, na perspectiva espírita, se relaciona com a transição planetária. O “Yom Kippur da Terra” é o final do mundo de expiação e provas e o início de um mundo de regeneração, seguindo um padrão evolutivo.
- O 666 e a Bestialização Humana: O número 666 é discutido como um símbolo do ser humano bestializado, que degenerou moralmente e regrediu para a animalidade, mas de forma pervertida pela razão e escolha. A necessidade de regeneração para esse ser é enfatizada.
- A Expiação e as Vidas Sucessivas (Kaparot): O conceito de “Kaparot” (expiação) é reinterpretado à luz da reencarnação. Os sacrifícios de animais no Velho Testamento são vistos como uma pedagogia para a compreensão futura do mecanismo das vidas sucessivas, onde uma personalidade “expia” pelas ações de outra, sendo o espírito o mesmo.
Reflexões
- A profecia, à luz do Espiritismo, não é mera adivinhação, mas a revelação dos padrões evolutivos da humanidade e do planeta, que se manifestam em ciclos de “Yom Kippur” ou “juízos” que marcam o fim de uma era e o início de outra.
- A “Teshuva” (recomeçar, mudar de hábitos) é um convite à transformação integral do ser, um processo doloroso de “morte do homem velho” e busca pela pureza, que se alinha com a proposta de evolução moral contínua da doutrina espírita.
- O perdão divino é compreendido como a concessão de novas oportunidades para reescrever a própria história, e a expiação se manifesta nas vidas sucessivas, onde o espírito, através de diferentes personalidades, busca o aprimoramento e a reparação.
Ler transcrição do episódio
♫ ABERTURA ♫ ♫ ABERTURA ♫ Olá! Boa tarde! Boa tarde, Leonora! Tudo bem, Haroldo? Amigos que estão conosco. Queria dar uma boa tarde para a Teca Frizola, que está falando lá da Filadélfia, a primeira a entrar na nossa tarde de hoje. Mauría Paulina, a Sônia Mota, e tantos outros amigos que nos acompanham, a Cíntia Castelo, a Ana Prado, a Eliane. Todos os nossos amigos que acompanham o Estudo de Isaías, né? Estão firmes aí no Estudo, né, Leonora? E hoje é um dia especial, né? Hoje é Ano Novo! Chaná Tová! É, Chaná Tová.
Os judeus se cumprimentam, desejam feliz Ano Novo. E dia 28 de setembro é Yom Kippur! Né? Vê que o nosso Estudo está prático mesmo, né? Não é só teoria, não. Hoje é o Rosh Chaná, então, né? É o dia do Ano Novo, que os judeus começam a comemorar agora quando o sol se pôr, né? Exatamente. Porque também começa o Shabat, aproximadamente às 18 horas. Quando começar o pôr do sol, eles começam um pouco antes, esse conceito da cerca em torno da Torah, se exageram um pouquinho para não correr o risco de descumprir. Então, na hora que começa o crepúsculo, eles já acendem a vela.
É bem interessante, né? Já é o Shabat, um Shabat especial, porque é o Shabat do Ano Novo. E o símbolo de hoje, né, é o dia do julgamento, e a gente vai ter os próximos 10 dias para arrependimento, né? É, exatamente. Foi uma coisinha que ficou faltando e que eu queria completar para a gente poder entender os aspectos principais disso, né? Eu ia falar da texuvá e falar um pouquinho mais da kaparot, que é a expiação. Eu ia só terminar aquele raciocínio da kaparot e trabalhar um pouquinho a texuvá para que a gente possa compreender a força dessa palavra, porque é essa palavra que o João Batista ficava gritando no deserto.
Ele falava, arrependeivos, porque é chegado o reino dos céus. Arrependeivos é uma tradução muito deficiente, muito apagada. É uma tradução… Porque arrependimento é uma palavra que não tem a amplitude da texuvá. E principalmente porque nós associamos o arrependimento àquele arrependimento quando a pessoa estava morrendo, aí chegava lá o padre e fazia o sinal da cruz e a pessoa… Ah, eu arrependo de todos os homicídios que eu cometi. Então a gente ficou com isso gravado e isso prejudica muito a compreensão da palavra texuvá, que é infinitamente mais profunda, mais complexa do que isso.
Então essa é a nossa proposta de reflexão para hoje, Eleonora. Então vamos lá. Eu só queria comentar, porque tem algumas pessoas que perguntaram por que a gente está estudando esse tema dentro do estudo de Isaías. Começou quando você identificou para nós que em alguns versículos tinham esses momentos de aferição, não é? Isso. Foi nesse contexto que a gente começou o estudo. Essa é uma boa pergunta, Eleonora. Essa é uma boa pergunta. Por que estudar Yom Kippur se nós estamos estudando um profeta? E a gente vai perceber…
É interessante, não é? Quando a gente aprofunda nos temas, como que as perguntas mudam. E aí nós vamos tentar explicar aqui para ver que essa pergunta vai mudar completamente. Nós sempre temos chamado a atenção no nosso estudo para a estrutura literária dos livros. É muito importante isso. É muito importante. Estrutura literária não é uma coisa só para academia, só para universidade, só para pessoas letradas, acadêmicos. Não. Estrutura literária é algo que a gente vive no nosso cotidiano, no nosso dia a dia. Por exemplo, você vai colocar as crianças para dormir.
No meu caso, não tem mais isso porque… Eu também não. Uma está com 27, a outra está com 14. E a enteada que eu ganhei, a filha do coração que eu ganhei está com 12. Então, infelizmente, acabou. Mas, se você vai colocar as crianças pequenas para dormir, você diz assim… Ah, mamãe, papai vai contar uma história para você. Então, a criança deita, coloca o pijaminha dela, deita, e aí você coloca assim… Quarta-feira, 14 horas, relatório de entrada, R$240,00, saída, R$230,00, saldo, R$10,00. Quinta-feira, entrada, R$500,00, pagamento de tributo, R$45,00.
Qual será a reação da criança? Não vai entender, né? Não vai entender. Por quê? Porque você saiu do gênero história e você passou para o gênero relatório. E o gênero, ele determina o conteúdo. Porque ninguém, em sã consciência, vai chegar numa empresa e fazer um relatório num formato assim. Era uma vez um dinheiro que entrou numa conta corrente e esse dinheiro era R$430,00 e todos ficaram felizes e no dia seguinte… Você não vai fazer isso. Esse não é o gênero para narrar movimentações contábeis. Da mesma maneira que o gênero para contar história tem uma peculiaridade.
Ele é único. Mas mesmo no gênero história, tem história de contos de fadas e tem histórias que são crônicas. Tem histórias que são contos. Tem histórias que são apólogos. Humberto de Canto, por exemplo, dita pela medievalidade Francisco Canto Xavier, crônicas de Alentum, contos de apólogos. O que é isso? São gêneros literários. São formas culturalmente, socialmente padronizadas para nos comunicarmos com as pessoas. Então, vamos lá. Quando eu estudo um profeta, qual gênero literário que os profetas… no qual os profetas se comunicam?
O gênero apocalíptico. O gênero é o apocalíptico. Não é relatório bancário, não é crônica, não é apólogo, não é conto, não é parábola. O gênero é o apocalíptico. E no gênero apocalíptico, a estrutura é a estrutura do Yom Kippur. É a estrutura do Yom Kippur. A celebração do Yom Kippur, as ideias que estão na base do Yom Kippur, do Ano Novo e do Yom Kippur, são as mesmas ideias que estão na base da profecia. Qual que é a grande dificuldade, né, Eleonora? A dificuldade é que nós associamos profecia com predição do futuro.
É interessante isso. E é óbvio que a profecia fala um pouco do futuro. A profecia fala do futuro. É claro. Ela fala do que vai ocorrer no futuro. O tempo da profecia é o tempo futuro. Mas a preocupação do profeta não é fazer previsões. Esse é um grande equilíbrio. A pessoa abre a Bíblia e ela fica em busca de previsões. Quando eu vejo isso, eu falo, já começou errado. O resultado vai ser uma tragédia. Porque nenhum profeta está preocupado em fazer previsões. O profeta está preocupado em descobrir os padrões da história.
Padrões da história. Quais são os padrões nos quais a história se desenvolve? Esse é o ponto. Então, é mais ou menos assim, para quem está nos acompanhando aí, quem é da área da saúde. A filogenética e a ontogenética. A filogenética é a história evolutiva. Eu examino as várias espécies biológicas e tento concatenar no tempo como que aquelas espécies foram se desenvolvendo, como que aqueles ramos foram se originando. Mas eu posso estudar, por exemplo, a ontogenética, que é estudar o desenvolvimento do feto. Eu não preciso fazer previsão do futuro.
Eu não preciso ter uma bola de cristal, eu não preciso ter mãe de nar para saber como que o feto vai estar na 26ª semana. Não precisa. Por que eu não preciso ser um adivinho? Porque a gestação em nove meses tem uma estrutura. Ela tem uma estrutura. Na primeira semana ocorre isso. Na segunda semana ocorre isso. Na terceira semana ocorre isso. Então, a cerimônia de Yom Kippur é a estrutura base da profecia. É o esqueleto. O resto é músculo, gordura e pele. Eu escutei uma história que falava sobre a profecia, quando a gente vê que o nosso filho não está estudando.
Ele não está estudando. Aí você diz assim, vai estudar, senão você vai repetir de ano. A gente não quer que ele repita de ano, mas como as coisas estão indo, dá a entender que ele vai repetir de ano. Exato. Então, a gente tem aquelas probabilidades que vão se reforçando, vão se reforçando e elas acabam se transformando em realidade. Então, a probabilidade se transforma em realidade. À medida que ela é reforçada, à medida que ela é, é como eu esculpir na madeira. Eu dou a primeira… Eu passo a primeira… Ranco o primeiro pedacinho e comecei.
À medida que eu vou aprofundando, a escultura vai sendo feita. Mas a ideia que eu gostaria agora de trazer, para que a gente entenda a profecia dentro de uma perspectiva espírita, raciocinando com os princípios da doutrina espírita, nós podemos dizer que um mundo de expiação e provas, ele também acontece em nove meses, vamos dizer assim, simbólico. Ele também. Quarenta e duas semanas, não é isso? Mais ou menos isso, não é? Estou fazendo as contas aqui, Leonor. Sei que a mãe me ajuda aí, não é? Nove vezes quatro, mais ou menos, não é?
Dá umas trinta e… Trinta e seis a quarenta e duas semanas, não é isso? Uma gestação. Então, o mundo de expiação e prova também. Então, existe a fase inicial do mundo de expiação e prova, existe a fase máximo da expiação e prova e existe o ocaso, o final do mundo de expiação e prova, que é o que nós estamos vivendo. Então, existe uma estrutura gestacional. O profeta, ele olha e fala assim, pessoal, na vigésima oitava semana do mundo de expiação e prova vai acontecer isso. E o que é o Yom Kippur, então? O Yom Kippur da Terra…
O Yom Kippur da Terra é o final do mundo de expiação e prova e o início de um novo mundo. Do mundo vindouro. O mundo que virá depois do mundo de expiação e provas. Qual é o mundo vindouro que vem depois de expiação e prova? É o mundo de regeneração. Falando assim, fica claro, não é? Falando assim, fica mais claro. Então, o que esperar depois da expiação e prova? A regeneração. E o que esperar depois da regeneração? Porque o mundo de regeneração também vai passar pelo Yom Kippur. Yom Kippur é juízo, Yom Kippur é avaliação.
Yom Kippur é fim de ciclo. O que vai acontecer depois, no final do mundo de regeneração? Vai virar mundo ditoso. E o que é mundo ditoso? No final do mundo ditoso, o Yom Kippur do mundo ditoso. Qual é o mundo vindouro, o mundo que vem depois do ditoso? Mundo celeste. Esse é o ciclo, né? Essa é a estrutura. E, graças ao ensino dos Espíritos, graças ao material que Allan Kardec codificou, a gente consegue enxergar isso com uma clareza, como se fosse o sol ao meio-dia. Fica mais claro, para poder enxergar. Então, eu espero ter conseguido responder a pergunta aí.
Por que nós estamos estudando Yom Kippur? Não estudar Yom Kippur não vai compreender a estrutura. E aí, a pessoa começa… Ela fica perdida, porque ela não vê lógica. É o que está acontecendo com as pessoas, inclusive com Espíritas. Eles não estão conseguindo enxergar a lógica da transição planetária. Então, acha que está tudo calmo. Acha que Deus perdeu o controle. Perdeu o controle. Tem duzentos bilhões de sistemas solares só na Via Láctea. Cem bilhões, né? Mais de cem bilhões. Duzentos bilhões de galáxias, mas Deus perdeu o controle com o planeta Terra.
Que ironia, né? Deus não está sabendo o que fazer com a Terra. É só uma fase, né? Será que tem mais alguma pergunta, Eleonora, sobre isso? Não, não. Sobre isso, não. O pessoal estudando, estudaram as festas, que nem você havia comentado. Não tem mais perguntas. Agora, com esse tema. Se alguém tiver pergunta, escreve aqui, que a gente já faz a pergunta. Faz aí. Interessante, né? Você ia falar sobre o arrependimento de João Batista, né? Ia falar sobre o arrependimento. Eu queria só comentar uma coisa aqui, Eleonora. No simbolismo bíblico, aí, agora, bem só de, assim, bem…
interpretação bem simbólica mesmo. No simbolismo bíblico, o ser humano foi criado no sexto dia. Então, o número seis, o seis é a marca do ser humano. Não é? O ser humano, o seu número é o seis. E, quando esse ser humano perde a conexão com Deus, ele entra num ciclo vicioso. Um ciclo repetitivo. Ele se transforma em um ser humano degenerado. Então, é como se degenerasse a estrutura do ser humano. E esse ser humano que se degenerou, eu estou falando do ponto de vista psíquico, moral e espiritual, né? Esse ser humano que se degenerou, ele precisa ser regenerado.
Faz sentido, né? Então, o símbolo do ser humano que degenerou é o seis se repetindo. Como é que é o seis se repetindo? Seis, seis, seis. Então, o 666 é o ser humano bestializado. É o ser humano que regressou para as suas experiências na animalidade. Mas ele regressou de uma maneira que não é igual à do animal, porque o animal, ele… O animal, ele está no processo normal dele, não é? Então, a gente vê o leão correndo atrás de alimento, ele vai lá, mata a presa, ele come, ele não fica mordendo as presas só para matar, ele não faz isso, né?
Ele vai ali, mata e se alimenta. O ser humano, quando ele volta para a sua animalidade, como ele tem paixão, como ele tem desejo, como ele tem razão, como ele escolhe, quando ele degenera, ele degenera no mal também, na pulsão pelo mal, na pulsão pela violência. Então, ele se transforma numa besta que é uma mistura de vários animais, então ele se transforma numa monstruosidade. Esse é também um símbolo da profecia. O ser humano, as sociedades e as comunidades que se transformaram em seres bestiais. A pata de urso, a pata de cavalo, a mão de urso, a boca de tigre, quer dizer, é uma completa degeneração dos potenciais humanos.
Esse ser humano degenerado precisa ser regenerado. Então, essa é uma ideia. 666. Vamos fazer uma pausa aqui, porque a Renata está perguntando, que tem a ver com essa maldade. Até onde a maldade e o caos vão aumentar para a nossa passagem para o mundo de regeneração? É difícil ter uma resposta para essa pergunta. Por quê? Porque quando nós estamos lidando com o ser humano, tem um componente que é muito subjetivo. Você pode estar olhando para o indivíduo, você fala assim, essa pessoa não sai dessa. E, de repente, acontece algo e essa pessoa tem uma virada e nos surpreende.
Então, se naquele dia, ensolarado, ao meio-dia, em que Saulo estava conduzindo o apedrejamento de Estevão, se você olhasse para ele, para a violência dele, para o orgulho dele, para a teimosia dele, para a inveja dele, você diria que, quatro anos depois, ele seria Paulo de Tarso? Então, eu não gosto de fazer esse tipo de previsão não, sabe, Eleonora? Ah, vai piorar muito ainda, vai piorar, porque fica parecendo que a gente sabe e nós não sabemos nada. O único que é capaz de sondar a totalidade do coração humano é Deus.
É por isso que Jesus disse assim, daquele dia e hora, nem o Filho, nem os anjos do céu sabem, mas só o meu Pai que está nos céus. E eu acho pretenciosa qualquer tentativa de ficar colocando data, de ver o que vai acontecer. Nem Jesus fez isso com Públio Lentos, Ele disse assim, mas está no teu querer o seguir-me agora ou daqui a milênios. Ele não falou daqui a duzentos anos? Ele não fixou. Então, acho que a gente precisa ter mais humildade com relação a isso. Pode ter uma virada, pode acontecer coisas que nos surpreendem.
As pessoas estão colocando aqui, verdade, verdade, verdade. Então, o que eu queria dizer é que se você pegar a gestação humana, que vai de 38 semanas a 42, vamos pegar 42, se você dividir por 7, dá 6. Interessante, não é? As 42 semanas, dividir por 7, dá 6. Interessante, não é? O número do homem. 6 grupos aí de 7. 6 períodos de 7. 6 chavuas de 7 semanas para você ter um ser humano completamente formado. Arquetipicamente, não é? Estou falando aqui de um padrão, não é? Os casos variam de pessoa para pessoa. Estou falando aqui genericamente, um padrão, não é?
Interessante, não é? Então, existe um padrão. Existe um padrão. Como que o feto vai estar ao final de 7 semanas? Como que o feto estará ao final de 14 semanas? Como ele estará ao final de 21 semanas? Ao final de 28 semanas? Não é interessante isso, Leonardo? Interessante, não é? 6 grupos de 7 semanas. Olha que interessante. A gestação humana. E por que seria diferente? Se é assim para a formação do corpo físico, por que seria diferente com o planeta? Por quê? Por quê? A lei não é a mesma? O autor da lei não é um só?
Deus não é um? Não é? Bom. Então… Podemos… Podemos ir, não é, Leonardo? Vamos colocar a máscara. Isso, vamos… Que agora… Vai, não é? Então… Ah, o Saulo Soares está perguntando assim. Estes seres bestializados, persistentes na crueldade e perversidade por séculos, não evoluíram? Por quê? Porque, Saulo, evoluir é perder o que você adquiriu. Isso é impossível. Você pode degenerar moralmente, mas você não perde aquilo que você aprendeu. Isso não tem como. Eu posso brigar, eu posso lutar, eu posso ficar teimoso, eu posso degenerar moralmente, mas…
Perder o patrimônio evolutivo não tem como. Não tem como. Não tem como eu perder. Então, eu… Por que isso? Porque evolução é o quê? É acumular experiência. Você adquiriu uma experiência e não perde mais. Não tem como apagar. Então, o que eu quero dizer com isso? Não tem como eu apagar a sua experiência como ser humano e agora você virou um cachorro. Isso… Isso nós aprendemos no livro Espírito. Isso é impossível. Isso não existe. Só na fantasia que existe isso. Adquiriu experiência, adquiriu experiência. Mas, moralmente, eu posso degenerar?
Posso. Posso. Por quê? Porque… moral é comportamento. Comportamento é hábito. Hábitos podem ser adquiridos, hábitos podem ser abandonados. E aqui entra, então, foi boa essa pergunta do Saul, porque a gente entra em ter chuva. Então, no Yom Kippur, qual é o objetivo do Yom Kippur? O objetivo final é viver mais um ano. Não é? É o seu nome ser inscrito no Livro da Vida para que você viva até o próximo ano novo. Não é isso? Você viver mais um ano. É isso, o Livro da Vida. É vida. E, para alcançar essa vida, eu preciso fazer até chuvar.
Até chuvar. Até chuvar é uma palavra muito rica, muito complexa, hebraica. Mas, basicamente, se eu pudesse resumir, eu diria assim, mudança de hábito. Mudança de comportamento. Isso é ter chuva. Mudança de hábito. Se eu mudo o comportamento, se eu mudo os meus hábitos, e aqui são hábitos mentais, hábitos emocionais, hábitos físicos, hábitos morais, todos os hábitos, e se eu mudo o comportamento, eu realizei ter chuva. É por isso que a palavra arrependimento não é uma boa tradução para a palavra ter chuva. O que é arrepender é eu lamentar algo que eu fiz.
É eu reconhecer que aquilo que eu fiz, que aquela decisão que eu tomei, não foi a melhor. Ou foi muito ruim. Mas, eu me arrepender não significa que eu vou mudar o hábito. Não é? Então, a pessoa que é violenta com as palavras, ela pode se arrepender todo dia quando ela diz alguma palavra ofensiva a alguém. Mas, isso não muda o hábito dela de no dia seguinte continuar ofendendo as pessoas com as palavras. Então, ter chuva é mais que arrepender. Ter chuva é mudança de comportamento. Mudar comportamento. Isso é ter chuva.
E vem… Ter chuva significa o verbo voltar. Olha que interessante. Então, no português, um verbo legal para traduzir ter chuva seria recomeçar. Ou começar de novo. Eu só não gosto de começar de novo, porque fica muito Ivan Lins. Fica muito Ivan Lins. E Vitor Martins, que é o autor da letra. Então, vamos usar o verbo recomeçar. E a ideia aqui é aquela da frase de Emmanuel para Chico Xavier. Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, não tem como. Derramou o leite, derramou. Ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo.
Qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim. Isso é ter chuva. Recomeçar e fazer um novo fim é ter chuva. Era isso que João Batista estava gritando no deserto. Ter chuva, o reino dos céus está próximo. Ter chuva, o reino dos céus está próximo. Recomeça. Recomeça, o reino dos céus está próximo. Volta atrás e faz de novo. É isso. E essa, essa é a marca de Yom Kippur. Por isso que Yom Kippur, o dia da purificação, é também chamado de o dia do perdão ou o dia do julgamento. A ideia é que o perdão de Deus é ele dar a você…
Olha isso, hein? O perdão de Deus, na tradição judaica, é Deus dar a você as oportunidades de você recomeçar e fazer um novo fim. Porque não basta você querer. Deus tem que dar as oportunidades. Se você não tiver as oportunidades, você não consegue recomeçar e fazer um novo fim. Essas oportunidades, essa dádiva, essa doação de Deus, é chamada de perdão. Esse é o perdão. Esse é o perdão. Perdão não é apagar o que foi feito, porque não existe apagar o que foi feito. Isso não existe. Essa opção não existe no universo criado por Deus.
No universo… Caiu? Caiu, né, meu amor? Voltamos. Voltou, né? Voltou. Então, existe o borracho. Muitas pessoas, ao longo de séculos, ao longo de séculos, por causa da educação religiosa deficitária, como diz Emmanuel no livro, Emmanuel diz assim, a educação deficitária atrasou a evolução da Terra em mil anos. Educação religiosa deficitária. E a gente acredita, a gente criou uma ideia falsa, uma ilusão, de que perdoar é apagar o que foi feito. Mas não apaga. Não apaga. Recomeça. Só recomeça. Então, folha escrita é folha arquivada.
A única coisa que nós podemos é pegar uma folha nova e reescrever. Mas quem dá a folha nova? Quem dá a folha nova é Deus. E esse ato divino de nos dar uma folha nova, no judaísmo é chamado de perdão. Então, Deus perdoa quando ele te dá uma folha em branco, uma caneta e fala, filho, escreve de novo. Porque o que você escreveu antes não ficou bom. Não ficou bom. E essa vida nova, né, Haroldo, é quase como as oportunidades que Deus nos dá para viver as situações, né? Você não se dá muito bem com a sogra. Aí o que acontece?
Vem a sogra passar a quarentena em sua casa para você reescrever, né? A vida vai engendrando situações para que a gente possa reescrever. Interessante isso, né? Belíssimo. Interessante. Então, olha para você ver, Eleonora, o pai de André Luiz, nós sabemos isso porque está narrado na obra Nosso Lar. O pai de André Luiz era casado teve o André Luiz, eu acho que teve uma irmã também, né? Lá no livro. Embora aquela história lá esteja um pouquinho alterada, né? Para ele não ser reconhecido. Mas, além da esposa, o pai de André Luiz tinha também duas amantes, né?
Tinha também duas amantes. E na proposta reencarnatória que estavam fazendo para ele poder regenerar, para ele poder reescrever, essas duas amantes viriam agora nessa nova vida como filhas dele. E olha que coisa interessante. Por quê? Para que aquele amor que era puramente sensual puramente não, mas que era predominantemente sensual, predominantemente sexual, aquele afeto agora precisava ser aprimorado. Então, ao receber as duas moças como filhas, ele iria depurar esse afeto. Esse afeto iria adquirir outras qualidades.
Ele iria deixar de ser um afeto puramente sexual, puramente sensorial. E iria se transformar num amor, um amor que um pai tem pelas filhas. Isso é reescrever. Reescrever. Isso é reescrever. O Tales colocou aqui, belíssimo. Deus nos concede a cada dia uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocamos nela corre por nossa conta. Chico Xavier. É a frase do Chico, né? Maravilhosa. Um abraço para o Tales, para a Sirlene, para o Alex, para a Vanessa Eleutério, para todo mundo que faz parte do ser e que está aqui conosco também acompanhando hoje.
Isso aí. Então, é importante a gente ter isso em conta para que a gente possa entender até chovar. Porque quando nós pegamos lá o livro de Isaías, o livro do profeta Isaías, quando a gente lê Apocalipse, quando a gente lê João Evangelista nas suas cartas, ou ler os outros profetas, a gente costuma ler a palavra traduzida arrependimento. E essa palavra não traduz bem. Eu vejo muitas vezes a gente faz confusão, né? Os grupos de estudo, fica todo mundo discutindo cinco horas a palavra arrependimento. A palavra arrependimento está errada.
Cria uma tradução errada. A palavra verdadeira é como? A palavra verdadeira é até chovar. Até chovar. E Aqui, Eleonora, tem dois simbolismos para até chovar. Eu gostaria de falar porque esses símbolos são muito fortes. E eles expressam duas características da até chovar. Porque é muito bonito eu aqui, 15 para as 4, né? Quase 10 para as 4, ficar falando, não, construir novos hábitos, reescrever, falar é fácil, né? Falar é bom, né? Criar a palavra é coisa boa, fácil de fazer, né? O difícil é transformar isso em vida.
Transformar a letra em vida. Até chovar, ela era vista como o indivíduo colocar roupas brancas, o que as vestes brancas são as vestes dos anjos no serviço da arca. As túnicas brancas dos anjos no templo divino. Por quê? Por quê? A gente sabe. Qual que é o símbolo de túnica branca, gente? Isso aí? Pureza. Pureza. Está lá no livro desse espírito. Espírito puro. Puro. Símbolo de túnica branca é pureza. Não tem outro. Né? Pureza. Ela está sem cor, está sem mancha. A conotação aqui não é de cor de pele, tá, gente? Pelo amor de Jesus Cristo.
Pelo amor de Jesus Cristo. Não é? Wakanda forever. Não tem nada a ver com etnia, com cor de pele. O branco aqui significa que não está sujo de molho de tomate, não está sujo de lama, não está sujo de sangue, não está manchada. A túnica está alva. Está limpa, está pura. Esse é o sentido. O sentido é moral. Não é estético. Não é estético. É moral. Então, a túnica alva é um dos elementos da teshuva. O outro elemento representa cinzas sobre a cabeça. Porque cinza é o símbolo do que morreu. Daquilo que ficou para trás. Dos hábitos que eu estou abandonando.
Das paixões e dos prazeres que eu estou abrindo mão. É isso. Então, teshuva, reescrever, significa buscar a pureza e viver a dor da morte. Viver a dor da morte. Que morte? A morte do homem velho. Dói. A morte do homem velho é extremamente dolorosa. É só a pessoa ler o Paulo Estevam e acompanhar a luta de Paulo para terminar a discessão. É cinza na cabeça. É a dor da morte. Você vai vendo ficar para trás tudo aquilo que você era e que você não é mais. É abrir mão de todos aqueles interesses que antes te davam extremo prazer e agora já não dá mais.
Porque você está em busca de prazeres maiores e melhores. Então, túnica branca. Pureza. Cinza na cabeça. Morte do homem velho. Ou seja, não tem como fazer teshuva sem chorar a morte. É por isso que Jesus diz assim, Bem-aventurados os que choram. Mas o verbo lá, chorar, é um verbo que deu trabalho. Porque, na verdade, o verbo grego que está lá é prantear o defunto. É isso que está escrito lá. Bem-aventurados aqueles que pranteiam o defunto. Qual que é o defunto? Agora você disse que é o homem velho. É o homem velho.
É isso que está dizendo lá. Bem-aventurados os que choram a morte. E é choro mesmo. Porque é doloroso mudar hábito. Não é fácil. É doloroso. Então, aqui eu tenho a dor do passado que está ficando para trás e a pureza do futuro que acena para mim. Vem. Vem, Haroldo. Vem. Isso é texuvá. Está vendo como é que arrependimento não traduz, Eleonora? Está vendo como é que a palavra arrependimento é pobre para expressar toda a grandeza da texuvá? Belíssimo. A gente sempre aprendeu que o João Batista falava em arrependimento.
Arrependemos. E é muito mais amplo. É muito mais amplo. E, na verdade, a palavra grega que está lá, Eleonora, é metanoia. De nous. Nous é toda a estrutura. Para os gregos, nous ou noies é toda a estrutura psíquica do indivíduo. Então, meta é transformação de todo o seu psiquismo. O que é isso? Todo o psiquismo. É mudar hábito, mudar comportamento, mudar pensamento, mudar emoção, mudar sentimentos. É mudar. É transformação total de todo o psiquismo. Ou, se quiser uma linguagem mais emanuelina, pensamento e vida é mudança em todos os departamentos da mente.
Vontade, desejo, memória, emoção. Mudar tudo. Isso até chovar. Isso até chovar. Por isso que a transição dói, né? Por isso que dói. Por isso que a transição dói. Por isso que dói. Por isso que dói. E por isso que chama ion. Ion é dia. Você fala, ion é dia. Que puro. Purificar, pureza. O dia da pureza. Não podia ser mais explícito, podia? Tá claro, né? O dia da purificação. O dia da pureza. O dia para se tornar puro. Para purificar. Esse é o sentido. E como que eu purifico? Fazendo ter chovar. Voltando atrás e reescrevendo.
Com túnica branca e cinza na cabeça. Quem tá chegando agora, não acompanhou, vai ficar falando, seu adulto ficou doido, né? Essa é a lição de uma vida inteira e de todas as nossas vidas, né? De todas. E aí, Eleonora? O grande simbolismo, que a gente precisa entender isso, e é o que assusta determinadas pessoas, porque as pessoas vão para o Velho Testamento e começam a ler aquela matança de animais para expiar o pecado, não é isso? A gente começa a imaginar vários animais sendo sacrificados para expiar o pecado. Mas, na verdade, a cada encarnação, nós estamos conduzindo uma estrutura biológica para o sacrifício.
A cada encarnação, o nosso eu profundo está conduzindo uma personalidade diferente para a expiação. Então, se eu olho o histórico das minhas encarnações, eu vou perceber que o Aroldo já foi Carlos, o Aroldo já foi José, o Aroldo já foi… Tanto de coisa, né? Vários animais. Várias personalidades. E um expia pelo outro. Por que um expia pelo outro, se eu olho separadamente? Porque o espírito é o mesmo. Então, o que eu quero dizer com isso? Eu quero dizer com isso que João Batista perdeu a cabeça por causa de Elias. Perdeu a cabeça literalmente.
Perdeu a cabeça de… Não soube decidir, não. João Batista foi decapitado por causa de Elias. Olha a caparota aí. A personalidade de João Batista expiou o que a personalidade Elias fez. E isso é a substituição. A troca. Bonito isso, né? Então, quando você levava lá no templo um animalzinho pra ser sacrificado e expiar seu pecado, o que era aquilo ali? Aquilo era pedagogia para uma mentalidade infantil compreender no futuro o mecanismo das vidas sucessivas. Nascer, morrer, renascer, progredir sempre, tal é a lei. É isso.
Caparota. A degola. Interessante, né? Leonor, é isso. Era essa a proposta que nós tínhamos pra hoje, pra abordar os temas, pra gente fechar o Yom Kippur. E, na próxima semana, nós voltamos pra estrutura do livro e espero que esse interregno aí, essa passagem pelo Yom Kippur tenha possibilitado a abertura das nossas mentes pra que a gente possa compreender a estrutura geral das profecias e a estrutura geral do que nós estamos vivendo agora, dos fatos que estão ocorrendo agora. Isso mesmo. E, como símbolo, os judeus, hoje, eles desejam um doce ano novo, né?
E a gente está valendo aqui que o doce é a maçã e o mel. E o mel, como tudo é símbolo, né? O mel é o doce nosso, o da fruta. Aliás, a maçã é o doce nosso, o da fruta. E o mel é feito pelas abelhas, pelo trabalho de muita gente, né? Isso. Verdade. Então, isso a gente agradece a todos que acompanham os estudos, todos que fazem esse doce nesse ano, nesse símbolo do ano novo. Eu já estou aqui, eu caí do YouTube, perdi aqui o que o pessoal estava conversando. Deixa eu ver se consigo voltar aqui pra agradecer a presença.
O Dionísio Vieira falando gratidão, a Sirlene, a Ana Prado, Sérgio, Luiz, Gilda. O Thales fez uma ótima pergunta, mas eu perdi a pergunta do Thales. Opa! Deixa pra ele repetir aí pra gente. Ah, tá aqui, ó. Achou? Encontrei, aqui, ó. Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer. Se tiver sede, dá-lhe de beber. Porque, fazendo isso, amontoará as brasas de fogo sobre a sua cabeça. Romanos 12, 20. Aí ele pergunta se isso tem a ver com a cinza sobre a cabeça. Tem a ver, tem a ver. É isso aí. É isso aí. Porque não há homem velho que tolere o amor aos inimigos.
É importante o Thales ter colocado isso, porque esse é o… Eleonora, até quem está aí anotando, gente, pega caneta, papel, anota, porque isso é muito importante. O desafio supremo de um encarnado é você fazer o bem a quem te destruiu. Essa é a prova final do encarnado. Esse é o teste final. É o tofel. Esse é o teste de proficiência. Se você passar nesse teste, não sei se tem muita coisa a mais para você fazer nesse mundo aqui de expiação e prova. Não sei. Esse é o teste final. A pessoa que te machuca, te prejudica, te lesa.
Você, como um rio, absorve essa lama, absorve essa pedra que foram jogadas no seu leito, dissolve, devolve água límpida e pura. Esse é o teste supremo do encarnado. É o teste supremo. Quem quiser, eu sugiro um texto maravilhoso que está no livro Antologia Mediúnica do Natal. Antologia Mediúnica do Natal. É uma crônica de Humberto de Campos que ele narra o dia em que Simão Pedro desencarnou. Dê uma lida, acabando o estudo agora, vai lá no Antologia Mediúnica do Natal, lê essa crônica do dia em que Simão Pedro desencarnou e você vai entender essa coisa forte que eu estou dizendo aqui.
Você vai entender. O teste supremo do encarnado é fazer o bem à quem te destruiu. Não é machucadinho, não. É quem acabou com a sua vida. Vale a pena. Aí é colocar brasa, mas é muita brasa. Aí é colocar quase que uma churrasqueira inteira na cabeça. Não tem homem velho que resista a esse fogo purificador. Porque a brasa aqui que o Paulo está dizendo é o fogo purificador. Isso purifica todo o egoísmo, todo o orgulho, toda a vaidade, tudo que a gente tem, tudo, tudo, tudo. E todos nós vamos ter que passar por essa experiência.
Todos. E é isso que nos concede as vestes, né? As nupciais, as vestes altas. Não tem espírito puro que não passe por essa experiência. Para se tornar espírito puro, tem que passar por isso. Então, se a gente está passando por dificuldades, agradecemos a Deus as oportunidades, né? Isso. São as nossas oportunidades. Que bom, muito bom. Semana que vem a gente mantém, na outra semana, né? Na sexta pela manhã. Na sexta pela manhã a gente retoma? É porque nós tivemos que alterar o horário, né, Leonora? Por conta da mudança aqui no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que abriu todos os fóruns.
O expediente, na maioria das comarcas, já voltou. Com uma série de precauções. E aí eu tive que fazer reuniões, eu tive que alterar muita coisa. Reunir com a equipe, fazer revezamento, estratégias de cuidado, máscara pra audiência, um tanto de coisa. E aí eu não pude aqui fazer no horário. Mas foi só por conta disso. Semana que vem, graças a Deus, tudo volta à normalidade. E nós estaremos no mesmo horário que sempre no nosso estudo de Isaías. Então é isso. Agradecemos ao Haroldo, agradecemos a todos os presentes. Um feliz ano novo, né?
Simbólico. Que a gente possa se arrepender, que a gente possa rever as situações, né? Rever a nossa conduta em cada situação, em cada desafio. Então é isso. Até semana que vem. Até semana que vem. Leonora, boa tarde. Boa tarde pra todos aí. Muita paz, muitas bênçãos. Um final de semana iluminado, abençoado pra todos. Fiquem com Deus. Que assim seja. Fiquem com Deus. Legendas pela comunidade Amara.org
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