#013 – Estudo do Velho Testamento – Livro Isaías

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Neste episódio, Haroldo Dutra Dias dá continuidade ao estudo do Velho Testamento, com foco no livro de Isaías, à luz da Doutrina Espírita. O estudo aprofunda a compreensão das escrituras antigas, ressaltando a importância de uma visão contextualizada e espiritualizada dos textos bíblicos.

O que é estudado neste episódio

  • A natureza do Velho Testamento: Haroldo aborda a visão de Emmanuel sobre o Velho e o Novo Testamento como elementos complementares. O Velho Testamento é apresentado como a “pergunta” da humanidade a Deus, enquanto o Novo Testamento é a “resposta” divina, personificada em Jesus.
  • A construção do Templo de Salomão: Discute-se a dúvida sobre a construção do Templo por Salomão, mesmo após Davi ter sido orientado a não fazê-lo. Haroldo explica que, embora não fosse o caminho ideal, a intenção de buscar a Deus era boa, e a Providência Divina auxiliou na construção, fornecendo as medidas, como um “protótipo” que apontava para o “produto final” – Jesus Cristo.
  • Livre-arbítrio e a Providência Divina: É explorada a ideia de que Deus respeita o livre-arbítrio humano. Mesmo quando a escolha não é a melhor, se a intenção for boa, Deus auxilia a criatura a extrair o máximo de aprendizado da experiência, sem interferir na liberdade de escolha.
  • O profeta Isaías e a vinda do Messias: Aborda-se a profecia de Isaías sobre Jesus como o “Cordeiro de Deus”, explicando que as referências não eram explícitas, mas simbólicas, compreendidas pela cultura hebraica da época.
  • A importância do estudo panorâmico da Bíblia: Haroldo defende a necessidade de ter uma visão geral dos livros bíblicos, compreendendo suas linhas mestras, temas e propósitos, antes de se aprofundar em versículos específicos, para evitar interpretações equivocadas.
  • A recuperação do estudo bíblico no Espiritismo: É ressaltada a importância do resgate do estudo do Velho e Novo Testamento pelo movimento espírita, superando uma lacuna histórica de séculos em que o acesso e a interpretação das escrituras eram restritos.
  • Estudo individual e coletivo: Enfatiza-se que ambos os tipos de estudo são complementares e essenciais para a compreensão profunda dos ensinamentos.
  • A Codificação Espírita como chave de leitura: Reitera-se que a Codificação de Allan Kardec é um pré-requisito fundamental para a compreensão dos estudos bíblicos à luz do Espiritismo.

Reflexões

  • A compreensão do Velho Testamento como a “pergunta” da humanidade e o Novo Testamento como a “resposta” de Deus (Jesus) oferece uma chave interpretativa profunda para a totalidade da Bíblia.
  • Mesmo diante de escolhas humanas que não são as ideais, a Providência Divina, em seu amor incondicional, oferece apoio e direcionamento para que o bem, ainda que em percentual menor, possa ser realizado e sirva de aprendizado.
  • O estudo da Bíblia, contextualizado historicamente e à luz da Doutrina Espírita, é um caminho para preencher lacunas e aprofundar a compreensão dos ensinamentos divinos, promovendo um diálogo mais rico entre as revelações.

Ler transcrição do episódio

Bom dia! Bom dia, Gabrulo! Bom dia, Julio! Bom dia, meninos! Atualizando aí, você tá sempre atualizado com a turma aí, com essa semana de quarentena, né? Mas o pessoal que tá nos Aías aqui, precisa saber também, né? Tá tudo bem? Tá tudo em paz, graças a Deus! Estamos aí na disciplina da quarentena e torcendo pra acabar logo, pra poder descansar um pouco. Pois é, vamos aproveitar nosso tempo, que hoje a gente tem bastante coisa, né? Ainda temos, depois daqui, uma gravação de um podcast com o pessoal de um projeto novo que a gente vai fazer, né?

E que é sobre Paulo de Tarso e as leis morais. Em breve, essas pessoas vão poder acompanhar na plataforma do Expedidos.tv. Então, a gente vai conversar com o Guilherme, com a Beth, lá do Rio Grande do Sul, mas essa vai ficar fechada. Ninguém vai assistir hoje, não. O pessoal vai assistir depois. Inclusive, Júlio, eu vou te pedir só, no intervalo, na hora que acabar aqui, eu vou ver se eu faço uns 15 minutinhos. Sim. Só pra eu fazer um negócio aí, a gente já retorna. É importante pra nós organizarmos também. Mas, então, eu queria começar com a leitura de um poema, Arudo, aqui.

Que bom, que bom! É do livro Mensagem dos Poetas Mortos, que o Ser lançou junto com o Zé Henrique Martiniano, né? E que vem um CD super bacana aqui. O poema se chama Deus. E esse poema tá musicado também no CD, né? Em uma parceria minha com o Zé Henrique, inclusive. Que coisa boa! Então, o poema se chama Deus, é de Antero de Quental. Quem, senão Deus, criou obra tamanha, o espaço e o tempo, as amplidões e as eras, onde se agitam turbilhões de esferas, que a luz, a excelsa luz, aquece e banha? Quem, senão Ele, fez a esfinge estranha, no segredo inviolável das moneras, no coração dos homens e das feras, no coração do mar e da montanha?

Deus, somente o eterno e o impenetrável, poderia criar o imensurável e o universo infinito criaria. Suprema paz, interna piedade, e que habita na eterna claridade das torrentes da luz e da harmonia. Antero de Quental. Então, podemos, como nossa prece, dar início aos estudos de hoje. Acho que a gente quer trabalhar um pouquinho algumas perguntas, não é, Haroldo? Hoje, está com muita dúvida. Estou com vontade de interagir com todo mundo que acompanha pelo Facebook, com quem acompanha pelas mídias, os estúdios da Rias, para a gente tornar esse encontro aqui uma coisa bidirecional.

Uma interação, não é? Então, a gente pede para o pessoal mandar as perguntas para a gente, que a gente vai encaminhando para o Haroldo. Exatamente. Nós temos algumas aqui para dar uma aquecida inicial, não é, Haroldo? Exatamente. Você quer fazer uma introdução ou quer que a gente já vá direto para a partida? Não, já vamos direto, vamos direto. Vou deixar a Eleonora perguntar para você aí as que ela tem, que aí a gente já vai trabalhando. Vou deixar vocês dois e depois eu volto. Eleonora vai precisar sair um pouquinho depois?

Tá. Então, agradecendo a todos os amigos que estão presentes, a todo mundo que participa desse estudo de Isaías, a todos os corações que emprestem, sustentam esse trabalho, esse trabalho bíblico, esse trabalho de resgate do Antigo Testamento, do Novo Testamento, com a doutrina espírita, com a chave da doutrina espírita que tanto nos esclarece. A gente tem uma dúvida que foi mandada pelo Facebook com relação ao estudo passado. O pessoal ficou em dúvida com aquela passagem do capítulo 9 de Nosso Lar, onde falava a Paula de Souza mandou, e eu vou ler.

No momento do estudo, Haroldo cita o capítulo 9 do Nosso Lar para explicar a indignação santa e a indignação imperfeita. E aí eu fiquei na dúvida. Alguns habitantes de Nosso Lar começaram a sintonia com o Umbral porque eles foram obrigados a se adaptar em alimentação menos densa. Haroldo fala sobre a paciência do governador em dialogar 30 anos com esses espíritos, mas não compreendi se esses espíritos foram obrigados a seguir essa dieta sem estarem prontos para isso. Na verdade, é uma dúvida com o comentário do capítulo 9 do Nosso Lar.

Na verdade, o que acontece? É importante, quem está fazendo a pergunta, depois dar uma lida no capítulo 9 do livro Nosso Lar, porque lá conta toda a história. Então, esse período de adaptação durou 30 anos. Então, não foram três minutos, não foram três dias, não foram três semanas. O governador de Nosso Lar conduziu pacientemente durante 30 anos. Ora, 30 anos, a meu ver, é um prazo para lá de razoável para que desencarnados se adaptem a um processo de alimentação típico de desencarnado. Então, não tem motivo para se estender esse prazo, é um prazo mais que razoável.

Mas, o governador não fez só isso. O governador de Nosso Lar pediu ajuda a espíritos de colônias superiores, de esferas muito superiores, ou seja, benfeitores, que viessem à colônia de Nosso Lar e dessem cursos. Então, 200 entidades, 200, não são duas, não são vinte, são 200 entidades, vieram de esferas altíssimas e, durante esses 30 anos, ministraram cursos para os habitantes de Nosso Lar. Esse é um ponto. Além disso, o que aconteceu? 80% dos habitantes se adaptaram e não teve problema nenhum. 20% ficou resistente e começou a fazer motim, começou a se insubordinar, começaram a traficar alimento com umbral.

Entraram no mais absoluto desequilíbrio espiritual, incompatível com a entidade que está em uma colônia como Nosso Lar. Ou seja, começaram a se comportar como espíritos do umbral, fazendo motins, entrando num comportamento agressivo, de insubordinação, de tráfico de alimento, quer dizer, perderam toda a referência ética, toda a referência moral. Aí, o que acontece? Esses núcleos específicos, que eram o quê? 15%, 20% só, estavam localizados ali no Ministério do Esclarecimento, e isso é muito curioso, porque o Ministério do Esclarecimento é onde estão os estudiosos, os cientistas, as pessoas que têm inteligência.

Essas regiões de Nosso Lar começaram a ficar com a vibração do umbral, e aí o umbral começou a fazer planos de invasão da colônia. É bom lembrar, também, que, durante esses 30 anos, o governador chamava os opositores e proporcionava a eles a oportunidade de fazerem excursões, intercâmbio, em esferas superiores, para eles aprenderem sobre o alimento. Então, durante esses 30 anos, muitos Espíritos foram para outras esferas, ficaram um ano, dois anos, três anos, fazendo intercâmbio. Voltaram convencidos, mas, mesmo assim, alguns voltaram do intercâmbio e continuaram traficando alimento com umbral.

Aí não tem jeito. Aí o governador de Nosso Lar mostrou, a frase é de André Luiz, o que é a indignação justa de um Espírito superior. Aí ele tomou as providências para a preservação da colônia, sem nenhuma violência, mas adotou medidas. Então, alguns Espíritos foram presos. Presos, por quê? Porque estavam violando o Código Penal de Nosso Lar. Então, foram presos, o Ministério foi desativado, foram levantadas as barreiras. Por quê? Porque uma colônia com milhões de Espíritos, você não pode comprometer milhões de pessoas por conta de 5 mil, 3 mil, 2 mil pessoas.

Então, esse é o sentido. Essa, então, é a indignação santa, que é o exemplo dado na semana passada. Lá fala indignação justa. Justa. A outra dúvida está relacionada com o estudo mesmo do Antigo Testamento. Então, a gente estava conversando, a gente conversou muito lá na época do estudo do Levítico sobre a construção do tabernáculo. Então, a gente conversou sobre essa questão. Agora, a gente estava conversando sobre Davi. Por favor, não constrói templo. Não constrói templo físico. Davi era guerreiro e tal. Mas aí a dúvida é, passou-se o tempo, o filho de Davi cresceu, Salomão recebeu de Deus, como está lá descrito, até as medidas para a construção do templo.

Que momento foi esse? Essa pergunta é maravilhosa. E, aí, a gente precisa voltar naquele conceito que a gente trabalhou aqui a respeito da essência do Velho Testamento. No nosso encontro passado, eu dizia que Emmanuel tem uma página chamada O Velho e o Novo Testamento. Essa página é fundamental, porque eu acredito que, se a gente não compreende essa página de Emmanuel, fica muito difícil estudar o Novo Testamento e o Velho Testamento. E a gente pode cometer muitos equívocos. Muitos equívocos. Eu não vou citar aqui religiões, porque o nosso objetivo não é ficar criticando a crença de ninguém.

Mas, o que acontece? Muitas pessoas começam a estudar o Velho Testamento e aí ele quer, agora, em 2021, viver igual a Abraão. Ou ele quer justificar o seu comportamento com base em comportamento de personagem do Velho Testamento. Então, ele fala, ah, Moisés matou, então, eu posso matar, também. Moisés matou, eu posso matar, em nome de Deus. Abraão tinha várias esposas, então, por que eu tenho que ser casado com uma pessoa só? E isso acontece muito. E essa é uma larga porta para o fundamentalismo e para o fanatismo religioso cristão.

Então, muitas igrejas cristãs, cristãs, elas param de falar em Jesus, você não vê mais ninguém falando em Jesus, não se fala em Jesus, não se fala em Evangelho, nada. Eles ficam só citando personagens do Velho Testamento e querendo copiar a vida desses personagens, hoje, em 2021. Ok. Qual é o equívoco? Onde está o erro dessa postura? O erro dessa postura está numa compreensão equivocada do que é o Velho Testamento. Então, se eu não tenho uma visão adequada do que é um determinado elemento, eu vou lidar com esse elemento de uma maneira equivocada.

Por exemplo, por que uma criancinha pode se cortar com uma faca ou queimá-la o fogo? Porque ela não tem compreensão do que é uma faca, do que é fogo. Então, ela olha para o fogo e olha para a faca como se fosse um brinquedo. Por isso que ela põe a faca na boca, ela põe a mãozinha no fogo. Ela não sabe o que é. Quando nós não sabemos o que é uma coisa, a gente não se relaciona adequadamente com essa coisa. Então, esse é o primeiro ponto. É o primeiro ponto. Então, eu preciso compreender qual é a natureza do Velho Testamento.

Se eu não compreendo isso, qual é a natureza do Velho Testamento, eu vou me relacionar de uma maneira equivocada com o Novo Testamento. Eu vou estudar errado, eu vou compreender errado e eu vou me comportar equivocadamente em relação ao Velho Testamento. Nossa, Arouca! Então, onde eu adquiro essa compreensão adequada? Para mim, na página magistral de Emmanuel, qualquer pessoa, só jogar na internet, no Google, se chama O Velho e o Novo Testamento. Emmanuel, psicografia de Francisco Kahn e Xavier. Essa página está em diversas obras, então, eu não vou citar a obra.

Não é? Está no Coletâneo do Além. Mas, é só jogar aí no Google que a pessoa vai encontrar. O Velho e o Novo Testamento. Então, vamos lá. O que o Emmanuel diz? Perdão, viu, Leônardo? Estou tocando o telefone aqui. O que o Emmanuel diz nessa página? Nós precisamos entender Velho e Novo Testamento como elementos complementares, não opostos, complementares. O que é complementar? A sua mão esquerda é oposta da sua mão direita? Não. Não. Porque, se fosse oposta, eu podia cortar uma mão e você ficar só com uma. Quem aqui topa isso?

Não é? Não. As mãos não são opostas, elas são complementares. As suas orelhas são opostas? Se for oposta, corta uma. Seus olhos são opostos? Ação oposta? Então, arranca um, fica só com um. Não. Os olhos são complementares. Os ouvidos são complementares. As mãos são complementares. As pernas são complementares. Eu preciso de uma e do outro. Então, esse é o primeiro ponto. Para eu sair dessa visão quase poeril, infantil, de que o Novo Testamento se opõe ao Velho Testamento. Não é? Mas, complementares, como? Aí, o Emmanuel continua.

E, aí, ele dá uma síntese. A síntese é o Velho Testamento é a pergunta, o Novo Testamento é a resposta. Essa é a síntese de Orum. Essa é a síntese maravilhosa. Se eu não entender essa síntese, eu vou ter muita dificuldade de compreender o Velho Testamento. O Velho Testamento é a pergunta. O Novo Testamento é a resposta. Então, vamos lá. Quem faz pergunta é porque está em dúvida, graças a Deus. Quem faz pergunta é porque está precisando de esclarecimento. Quem faz pergunta é porque está estudando. Quem faz pergunta é porque está aprendendo.

Então, aí, o Emmanuel começa a desenvolver isso. O Velho Testamento é o encarnado estudando, aprendendo, experimentando, tendo dúvidas e pedindo a Deus esclarecimentos. Pedindo a Deus esclarecimentos. Então, o Emmanuel diz bonito assim. O Velho Testamento é o homem batendo a porta da casa paterna. Então, o Velho Testamento é a pessoa apertando a campainha. Ela batendo na porta, falando Oh, meu Deus, por favor, abre. Só que, às vezes, ele bate na porta errada. Ele está achando que está batendo na porta da casa paterna e está batendo em outra porta, que não tem nada a ver com Deus.

Então, o Velho Testamento é o ser humano buscando Deus. E, quem está fazendo pergunta, quem está aprendendo, comete erros. É aluno. Aluno responde questão errada. Aluno erra na prova. Aluno perde média. Aluno acerta. Aluno passa de ano. Aluno toma bomba. Então, é assim que eu tenho que enxergar o Velho Testamento. E o Novo? O Novo é a resposta de Deus aos alunos. Por isso que chama Boa Nova. É a boa notícia. É a resposta. É Deus falando assim. Eu vou responder. Quem que é a resposta? Jesus. Então, quando Davi, quando Acares, quando todos eles estão querendo construir um templo, eles estão testando, olha, eles estão querendo desenvolver a religiosidade e a espiritualidade deles.

Eles não estão querendo fazer mal a ninguém. Eles estão assim, ora, eu quero adorar a Deus de uma maneira melhor. Eu quero desenvolver. Eu quero ter um local para a gente se encontrar. A intenção é boa. Eles não estão querendo matar alguém, prejudicar. Não. Não. Aí, o que vem a orientação dos profetas? A orientação diz assim, esse não é o melhor caminho. Esse não é o melhor caminho. É um caminho? É. É um caminho. É o melhor? Não é o melhor. Não é o melhor porque eu, Deus, eu vou enviar para vocês uma opção que é a the best, que é a melhor de todas.

Espera só um pouquinho. Então, essa foi a orientação. Olha que bonito. Acontece que Deus instituiu o livre-arbítrio. O que é livre-arbítrio? Livre-arbítrio é o seguinte, eu vou resumir aqui o livre-arbítrio. O livre-arbítrio é assim, Deus sabe que você está escolhendo o pior. Ele sabe que você não está escolhendo o melhor. Aí, ele te avisa, filho, filha, você não está escolhendo o melhor. Você está escolhendo uma opção mediana, de médio para ruim. Aí, o que a gente fala com Deus? Mas, eu quero. Mas, eu quero. Eu quero.

Eu quero essa. Nesse momento, o que Deus faz? Ele interfere no seu livre-arbítrio? Não. Deus te amordaça, te amarga e fala, escuta aqui, eu sou Deus, eu te criei, eu sei o que é melhor para você e não quero nem saber, você vai ter que engolir seco o melhor. Deus não faz isso. Ele fala, você quer escolher o que não é melhor? Quero, quero. Eu quero escolher o que não é melhor. Então, está bom, meu filho. Então, agora, você vai adquirir experiência. Porque, se você não está conseguindo escolher o melhor que eu estou te oferecendo, é porque você não tem experiência de escolha.

Ou porque você está teimoso. Ou porque você está resistente. Então, exerça seu livre-arbítrio. Eu te dei o livre-arbítrio. Só que, na nossa visão de Deus, a gente acha que Deus faz assim. Ah, é? Quer dizer que você não quer escolher o melhor que eu estou te falando? Não. Então, está bom. Então, você fica sozinho aí, eu vou cuidar dos outros irmãos seus, que são mais bonzinhos que você. Não. Deus não faz isso. Então, ele chegou e falou assim, não faz o tempo. Não faz. Não é o melhor. Por quê? Eu vou dar um negócio que é muito melhor para vocês.

Eu vou enviar um ser. Eu vou enviar o meu Cristo. E ele é o templo. Dá para vocês esperarem só um pouquinho? Mil anos? É um dia. Porque, para mim, mil anos é um dia. E um dia é como mil anos. Dá para vocês esperarem um dia? Não, não, não dá para esperar, pai. Eu quero fazer o tempo. Não é o melhor. Não, mas eu não quero fazer o melhor. Eu quero fazer o que eu quero. Então, está bom. Então, eu vou ajudar vocês. Já que você vai fazer o que não é melhor, já que você não quer o 100%, você quer 50%, eu vou te ajudar a fazer o melhor 50% que você puder fazer.

E aí, veio a medida do tempo. Aí, veio a medida do tempo. Aí, Salomão recebeu a medida do tempo. É isso que vocês querem? Não é o melhor? Não é isso que a gente quer? Então, eu vou ajudar aqui. Por quê? Porque eu vou dar as medidas para vocês fazerem um templo que tenha, pelo menos, uma mínima conexão com a resposta que eu vou dar daqui a mil anos para vocês. Então, já que vocês querem construir um templo, eu vou fazer um protótipo, porque aí, depois, o que vocês fazem? Depois, vocês trocam o protótipo pelo produto final, que é Jesus Cristo, que eu vou mandar para vocês.

É isso. Isso é que é bonito de Deus. Não é? Isso quando eu estou no bem. Quando eu estou no bem. Porque, quando eu decido ferir a lei divina, aí, eu não tenho aval e apoio de Deus. Porque Deus não desce para errar com a criatura humana. É o que diz Emmanuel. Então, fala, ah, eu quero matar aquela pessoa. Deus vai me ajudar. Não vai. Não vai. Porque Deus não desce para errar com a criatura humana. É a frase de Emmanuel. A providência divina não pode descer para errar com a criatura humana. Agora, se eu quero fazer o bem, existem outras gradações de bem, não tem?

Tem aquela que dá uma por trinta, tem a semente que dá uma por sessenta e tem a semente que dá uma por cem. Não é? Então, o bem também tem gradação. Eu posso fazer… Até espírita. Eu estou numa atividade espírita, ela tem vinte por cento de bem, porque oitenta por cento é vaidade, é egoísmo, é grupinho, é panelinha, é fanatismo. Mas tem vinte por cento de bem. Tem outros grupos que tem cinquenta por cento de bem. Cinquenta por cento da atividade é bem puro. Os outros cinquenta é intriga, fofoquinha, vaidade. Tem outras atividades espíritas que eram noventa por cento bem, só dez por cento.

Então, existe gradação no bem. Quando nós estamos no bem, nós recebemos todo o apoio para fortalecer o percentual de luz do bem que nós estamos fazendo. Então, o templo, no geral, era um equívoco? Era. Mas, o propósito não era bom? Era. A ideia não era reunir as pessoas? Era. Não era proporcionar uma experiência coletiva de religiosidade? Era. Então, tem um percentual de bem aí. Não era o melhor, mas é um bem. Não é um mal. Ah, e o que aconteceu? Eles receberam ajuda para fazer, porque Deus não nos abandona, porque nós não concordamos com Ele.

Isso aí é típico do ser humano. Isso não faz parte de Deus. Deus não abandona nenhum dos seus filhos, porque os seus filhos estão rebeldes, porque eles estão teimosos, porque eles estão errando. Por quê? Porque o amor de Deus é incondicional. Deus nos ama a infinito e ponto final. Não importa o que você faça. O amor dEle é incondicional. Bonito isso, né, Ana? Lindo isso, lindo isso. E depois Paulo vai dizer sobre esse Jesus-templo, né? Lá em Hebreus… Ele comenta. Então, o que o Paulo faz? Fala, ó, vocês resolveram construir um templo aí.

Não era o ideal, mas vocês receberam ajuda. Então, aquilo que vocês construíram, que não era o ideal, ficou com características que apontavam para o ideal. E agora eu vou fazer a comparação. Vou comparar com vocês Jesus com esse templo que vocês construíram. E aí foi possível fazer a relação. Bonito, né? Bonito, bonito. Eu estou olhando aqui, o pessoal está agradecendo a live, muita gente entrando, né? É… Mas sobre perguntas realmente sobre o profeta, a gente entende o seguinte, a gente tem os nossos grupos de estudo, e para todos nós é como se fosse uma sala escura, né?

A gente sabe muito pouco sobre o profeta Isaías. A gente sabe que ele anunciou o Messias. Ponto. E daí para frente, com esses estudos parece que está abrindo, né? Porque você começou com um contexto histórico, com um contexto sobre as profecias, o que é ser um profeta, né? Então, dúvidas mais elaboradas sobre o profeta Isaías, ninguém aqui no grupo mandou. Mas o agradecimento por estar nos dando essa luz, né? Por estar nos mostrando assim. Então a gente vai meio que clareando os pensamentos, porque quando a gente chega lá no Novo Testamento e lê que Jesus citava Isaías, antes a gente nem lia, né?

A gente nem observava aquela passagem. A gente não. A gente nem observava aquela passagem, que Jesus passou todo o finalzinho ali, citando Isaías, né? E aí a gente começa a ler essas questões e começa a observar que realmente, claro, dentro da cultura, eles sabiam as escrituras, eles estavam dentro desse contexto histórico, mas é um contexto que nós hoje não estamos, né? Então a gente agradece essas luzes e na verdade é tudo muito novo, né? É tudo muito novo. Então meio que vai fazendo a gente ir caminhando e percebendo e fazendo essas conexões do antigo pro novo.

Porque quando a gente estudava o último estudo, o de Gênesis, alguma vez a gente leu Gênesis, né? Isso parece que está mais próximo. Os profetas, não. Os profetas realmente é um estudo novo para todos nós, né? É, né, Leonora? É uma deficiência na formação religiosa dos cristãos. Então, quando eu digo isso, é uma deficiência de mil e oitocentos, mil e oitocentos, mil e novecentos anos. Por quê? Porque durante muitos séculos, o povo não podia ler a Bíblia. É importante a gente pensar isso. Ian Rus foi martirizado, né?

Ian Rus foi queimado, porque ele queria que as pessoas tivessem uma Bíblia dentro de casa para poder ler. É importante a gente pensar nisso. Então, se mil e oitocentos e pouco, nós, Ian Rus, estávamos lutando para as pessoas terem a Bíblia na mão, significa que mil e seiscentos anos foram perdidos. Os cristãos não liam nada, não estudavam nada. Iam apenas no templo e ficavam ouvindo uma pregação em latim, uma língua que eles nem sabiam. Era um processo puramente mecânico, um processo de dominação, de ignorância, para manter os Espíritos na ignorância dos aspectos religiosos e espirituais.

Então, com a libertação do texto pelo movimento protestante, a espiritualidade aproveitou os missionários do protestantismo que libertaram o texto, e depois veio a doutrina espírita para ensinar a extrair o Espírito da letra. Então, primeiro foi preciso libertar a letra, porque a letra estava trancafiada. Depois que libertou a letra, mandou o Consolador Prometido para ensinar a tirar o Espírito da letra. Então, na verdade, o que nós estamos fazendo agora, Eleonora, é recuperar mil e oitocentos anos perdidos. Importante a gente frisar isso, não é?

É importante esse resgate, como nós começamos o estudo dentro desse contexto histórico, eu acho que isso vai dando um piso para a gente começar essa caminhada. E como que você pensa que nós vamos seguir o estudo daqui para frente? Que a gente vai fazer uma análise dos versículos ou você vai pegar pontos específicos para a gente ir relacionando? Nossa, Eleonora, essa pergunta sua é ótima. Porque o que acontece? É um tema muito vasto. E o projeto que nós temos é de estudo do Velho Testamento. Então, eu sempre brinco assim.

Se eu te chamar para, em um mês, nós atravessarmos a floresta amazônica, o ideal é que a gente tenha um conhecimento global da floresta. Porque, se eu vou atravessar a floresta amazônica, o que adianta eu conhecer em detalhes sem árvores? Não adianta. Então, se eu ficar me prendendo a detalhes, eu não tenho a visão da floresta. Então, no estudo do Gênesis, primeiro foi o Levítico, no estudo do Levítico, no estudo do Gênesis, agora no estudo do Isaías, depois no estudo de Êxodo, que a gente quer fazer, nós estamos buscando a visão panorâmica.

Nós estamos sobrevoando o território para delimitar os contornos do território. Então, é como se você sobrevoasse a sua cidade e falasse Ah, nossa! Então, essa é a minha cidade? Esses são os contornos da minha cidade? A norte faz divisa com isso, a sul faz divisa com isso, leste, oeste. Nossa, agora eu compreendi minha cidade. Agora eu tenho uma visão panorâmica da cidade. Porque, se eu for ficar pegando cada detalhe de cada casa da cidade, nós vamos ficar mil anos e não vamos ter a compreensão global do livro. Então, o nosso objetivo com o estudo de Isaías é ter uma visão das linhas mestras do livro, das colunas que sustentam o livro, as ideias principais do livro.

No estudo das ideias principais, a gente vai pinçar alguns versículos, algumas passagens. Mas, não dá para a gente ficar fazendo um estudo detalhado de cada versículo. Por quê? Porque todo mundo vai se perder. Aí, nós vamos estudar todos os versículos, e, ao final, falamos E aí, o que é o livro de Isaías? Não sei. Não sei. É mais ou menos a pessoa que se propôs a atravessar a floresta amazônica, estudou detalhadamente 100 árvores. Ele sabe tudo sobre aquelas 100 árvores, mas ele não sabe nada sobre a floresta. Então, esse é um perigo.

É um perigo. Por quê? Se eu não entendo o conjunto da floresta, não adianta eu ficar estudando árvore específica. Eu corro um risco enorme de interpretar equivocadamente uma árvore específica, porque eu não tenho a visão do conjunto. Então, a visão, só para dar um pouquinho mais de concretude. Qual é o tema geral de Isaías? Quais são os temas, os sub-temas que ele trata? Qual é o propósito dele? Qual é o contexto histórico? O que ele está trabalhando? O que ele está reprovando e o que ele está aprovando? O que ele está propondo?

Para onde ele está apontando? Eu acho que essas são as questões essenciais que quem sair do estudo de Isaías tem que ser capaz de responder. Se a pessoa conseguir responder isso, ela vai longe. O que acontece no Novo Testamento é a mesma coisa, Leonora. A pessoa fica cinco, dez anos estudando o versículo, por exemplo, de Mateus. Aí, você pergunta para ela assim Qual é a estrutura do Evangelho de Mateus? Ela não sabe. Porque ela só estudou passagem. Ela ficou ali, ano, no versículo, numa palavra, viajando, às vezes, indo para uma viagem que não tinha nada a ver com o livro.

Aí, você pergunta para ela Qual é a estrutura do Evangelho de Mateus? Qual é a mensagem central do Evangelho de Mateus? Ela não sabe responder. O que Mateus quer? Qual é o plano geral do seu Evangelho? E, a pessoa não sabe responder. Isso é grave. Porque você corre o risco de interpretar. Se você não souber qual é o plano geral do Evangelho de Mateus, como é que você vai ler o Sermão da Montanha? Porque o Sermão da Montanha está dentro do plano geral dele. Aí, a pessoa pensa um versículo do Sermão da Montanha e começa a fazer conexões que não têm nada a ver com o Evangelho de Mateus.

Curioso, não é? Eu tenho uma pergunta aqui do Saulo Soares, que ele fala assim, foi o profeta Isaías que afirmou que Jesus era o Cordeiro de Deus e seria sacrificado? Foi o profeta Isaías. Foi. Foi o primeiro que não falou assim, não é? Ah, Jesus é o Cordeiro. Não é assim que as coisas funcionam. Ele apontou para uma série de simbologias da Páscoa, para uma série de simbologias judaicas, que, quando você reúne e interpreta essas simbologias dentro da concepção hebraica, no final, você conclui que é isso que ele está falando.

Mas, aí, precisa conhecer a cultura hebraica, porque não vem mastigadinho assim, não vem assim de bandeja. Tem que compreender. Então, ele começa a falar, levou nossas dores. O que ele está dizendo? Ele está fazendo referência ao êxodo. Então, tem uma série de simbologias ali. Quem estava ouvindo entendia perfeitamente, porque a pessoa ouvia todo sábado na sinagoga esses símbolos. Agora, a gente frequenta a sinagoga, a gente não ouve, tem pessoa que nem conhece. Você pergunta para a pessoa, o que é Páscoa? É ovinho de chocolate, não é?

A Mônica está perguntando aqui, então, estudar sozinho não é viável para não correr o risco de perder tempo? Não é bom a pessoa também estudar, não é? Não, é importantíssimo. Meu Deus, a gente precisa conjugar o estudo coletivo com o estudo individual, porque no estudo individual a gente fixa informação, no estudo individual a gente constrói a nossa própria concepção, no estudo individual a gente checa as informações, agora, no estudo coletivo, em grupo, a gente capta novas ideias, a gente ouve outras visões, então, é complementar, não é oposto.

É igual assim, estudo individual, olho esquerdo, estudo em grupo, olho direito, não vai arrancar nenhum olho, usa os dois. E se nós formos trazer para a doutrina espírita, a gente tem o Antigo e o Novo Testamento como a história desse degredo, como a história desse povo. Então, a gente começa lá em Gênesis e vai terminar em João, com todas as promessas de João. E Kardec faz isso no livro A Gênese, não é? Você acha importante a gente sempre estar relacionando os dois, a gente estar buscando essa fonte? Eleonora, a gente sempre fala isso, desde o estudo do Levítico, a gente sempre deixou muito claro que nós estamos fazendo um estudo à luz da doutrina espírita.

A gente fala isso, acho que já falamos um milhão de vezes, não é? Por quê? Porque existem várias abordagens, várias abordagens. Existem várias igrejas evangélicas que estudam o Velho Testamento, não é? Existem vários grupos católicos que estudam o Velho Testamento. O povo hebreu estuda o Velho Testamento há 2.500 anos. Não é? E nós precisamos aproveitar a contribuição de todos. Eu procuro sempre trazer obras do judaísmo, obras dos autores católicos, obras dos autores protestantes, não é? Mas deixando bem claro, a nossa abordagem é uma abordagem à luz do Espiritismo.

O que significa isso? Codificação é pré-requisito. É a chave, né? Neste vídeo aqui, eu estou partindo do pressuposto que pelo menos a pessoa já leu cinco obras da Codificação. Eu estou dando isso como certo. Se a pessoa não leu, não precisa parar o estudo de Isaías, não. Mas, paralelamente, por favor, dá uma lida. Dá uma lida. Pega aí, cada duas semanas, dá uma lida rápida, mas é pré-requisito. É igual quando você vai fazer matéria na faculdade. Ah, não, para você fazer a matéria 2, você tem que ter feito a 1. Então, para fazer esse estudo do Velho Testamento, tem que ter lido as cinco obras básicas de Kardec, senão a pessoa vai ficar completamente perdida em alguns conceitos que a gente está trabalhando.

É importante você ter lembrado disso aí. Sim, aí o Marcos está comentando que desde que ele começou os estudos do Antigo Testamento, ele tem se aproximado dos amigos evangélicos. Quando conversamos sobre o mesmo, e a pergunta sempre vem, os espíritas estudam a Bíblia, eles se surpreendem. Então, realmente, nós tínhamos essa lacuna e até uma desconexão dos estudos espíritas com toda essa árvore dos que vieram primeiro. A verdade é assim, nós ficamos 1.500 anos, nós, encarnando como cristão, sem estudar a Bíblia. Aí, veio o protestantismo.

Aí, alguns começaram a estudar desde 1.500. E, tem alguns que estão começando agora. Então, é importante, é verdade. O espírita, realmente, ele tinha pouca prática de estudar a primeira e a segunda revelação. Muito pouca prática. Uma ênfase muito grande em tarefas de assistência social e em tarefas mediúnicas. Mas, isso passou. Eu acho que, hoje, em 2020, nós vivemos um outro tempo. Eu não vejo mais hoje assim. Não vejo mais. Acho que, hoje, o movimento espírita já tem outra conformação, tem outra estrutura. Não é mais assim.

Continua, é claro, a tarefa de assistência social. E tem que continuar. E tem que continuar. Continua a atividade mediúnica. E, pelo amor de Deus, nunca pode parar. Mas, ele já agregou outras atividades. Já agregou, inclusive, o estudo bíblico. Temos inúmeros grupos estudando o texto bíblico. Muito bom. Temos mais uns cinco minutinhos. Vou fazer uma última. É só que eu tenho uma pequena entrevista agora, até às meias. Aí, eu faço rapidinho para a gente retomar o nosso conteúdo. Não, o pessoal aqui, eles não mandaram mais perguntas, só agradecimento mesmo.

Estão perguntando sobre as traduções que a gente usa, mas a gente sempre comenta sobre elas, os livros que a gente estuda, o Velho Testamento. Eu estou olhando aqui no YouTube se os meninos tiverem mais perguntas vindas de outros canais, do Facebook, do Instagram. Para não ficar muito pesado aqui, eu estou só com as perguntas do YouTube. Vou voltar aqui para a gente caminhar. Aqui não está… Nós não tivemos tantas perguntas aqui. O pessoal está só falando de onde vem. Depois eu volto aqui para o centro, porque eu não sei como é que eu faço isso aqui, não.

Depois eu vou… Tem Ana Clara. Olha só, Rosana Clark, da Holanda. Tem aqui um amigo nosso, aqui lá do Japão, que está acompanhando. A Roda até conhece ele. O Adalberto Prado. O Adalberto está sempre aí. Está sempre aí, não é? É. Teve algumas perguntas aqui. A gente está com o tempo apertado. Eu expliquei para o pessoal que, às vezes, o estudo é muito dinâmico, eles perguntam e a gente… Você já respondeu, não é? Às vezes, no transcorrer, a gente não traz a pergunta. Mas que… Quando há a pergunta e a dúvida persistir, que eles façam novamente a pergunta.

Exato, exato. Aí está o Marcos perguntando quando é que vem a tradução das cartas de Paulo, amigo Aroldo. A expectativa é para o final deste ano. Depende de muitos fatores, não é? Mas, pelo menos, o meu planejamento é terminar a tradução até o final do ano, se Deus quiser. Então, está bom. Olha, Aroldo, obrigado. Acho que a gente pode ir… A gente volta daqui a pouquinho. Eu estava falando com o Leonor. Eu tenho só uma entrevista agora num canal de televisão sobre quarentena, sobre dor de espírita. É coisa rápida aqui, dez minutinhos, quinze, e a gente volta para o podcast, não é?

Está jói, então. Que é o podcast que a gente vai gravar sobre a Paulo Ditasse e as leis morais e que vai ser lançado na semana que vem, no dia 28, como uma oração ao aniversário do Grupo Espírita e Humano, lá de Viamão. Está bom? Então, a gente volta daqui a pouquinho para gravar. Um abraço, meu querido. Fica com Deus. Um abraço. Tchau, Leonora. Tchau, pessoal. Obrigado. Legendas pela comunidade Amara.org

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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