Neste episódio do estudo do Velho Testamento à luz da Doutrina Espírita, Haroldo Dutra Dias e Eleonora discorrem sobre a contínua jornada do Livro de Êxodo, aprofundando-se em passagens bíblicas que ressoam com os ensinamentos espíritas. O estudo retoma a simbologia do Egito como elemento purificador da alma e a importância da lei divina para a libertação espiritual.
O que é estudado neste episódio
- Salmo 23: Retomada da análise deste Salmo, que descreve a peregrinação em direção ao tabernáculo do Altíssimo e a acolhida divina, mesmo diante das agruras da vida. A presença constante de Deus é destacada, simbolizando a jornada do êxodo e a libertação das amarras que prendem o espírito.
- Salmo 1: Apresentação e análise deste Salmo, que serve como contraponto ao Salmo 23. Ele aborda a “ovelha que se desgarra” e a progressão do mal em três níveis:
- Não se dirigir ao conselho dos ímpios: O primeiro nível, onde a alma começa a dar ouvidos e sintonizar com o planejamento do mal.
- Não se deter no caminho dos pecadores: O segundo nível, onde o indivíduo paralisa sua alma no caminho do erro, consolidando hábitos negativos.
- Não se assentar na roda dos zombadores: O terceiro e mais preocupante nível, onde a pessoa abandona o pudor e zomba do bem, perdendo a vergonha e a capacidade de retornar ao caminho reto.
- Mateus 4:16: Referência ao versículo que fala sobre “o povo que jazia nas trevas viu uma grande luz e os que estavam assentados na região sombria da morte, surgiu uma luz”, correlacionando com a ideia de estar “assentado” no mal.
- O Caminho dos Justos (Salmo 1): A contraparte do Salmo 1, que descreve a bem-aventurança daqueles cujo prazer está na lei do Senhor, meditando nela dia e noite. São comparados a árvores plantadas junto a riachos, que dão frutos no tempo devido e cujas folhas nunca murcham, simbolizando a eternidade do bem.
Reflexões
- A Doutrina Espírita oferece uma compreensão profunda sobre a natureza do mal, não como algo a ser destruído, mas como um caminho de aprendizado, embora doloroso e longo. Deus, em sua infinita sabedoria, permite o mal para a evolução das almas, transformando o erro em experiência e a dor em purificação.
- A verdadeira liberdade reside na obediência à lei divina. Aquele que se julga livre por fazer tudo o que deseja é, na verdade, escravo de seus próprios desejos. A disciplina e a contenção são paradoxalmente os caminhos para a libertação espiritual.
- O mal é temporário e perecível, como a “palha que o vento dispersa”, enquanto o bem é eterno e indestrutível, sustentado por Deus. Todo o mal será reparado e corrigido, e o bem continuará a produzir efeitos para sempre.
Ler transcrição do episódio
Boa tarde! Boa tarde, amigos! Boa tarde, Haroldo! Boa tarde, Júlio! Boa tarde a todos que nos acompanham! Sexta-feira, Estudo de Esdo, à luz da doutrina espírita, todos muito bem-vindos! Boa tarde, Leonora! Boa tarde, Júlio! Boa tarde, gente! Muito bom, né? Tô passando aqui, rapidinho. A pedido do Haroldo, eu falei assim, se o Júlio aparece, é de início, hein? Então, eu vim só pra te apontar. O pessoal fica me pedindo notícias do Júlio. Não, tá tudo bem, eu tô aqui cuidando da vida aqui. Então, eu vou ficar mais aqui nos bastidores, né?
Mandar um abraço pra todo mundo, bom estudo. O estudo do ano passado foi demais, hein? Foi muito bom. Foi mesmo. Além do que, minha internet aqui não é boa. Então, vamos seguindo aí, eu vou acompanhando, tá bom? Um beijo! Você também, querido! Então, vamos lá, né Haroldo? Dando boa tarde a todos os amigos que estão conosco. Hoje eu tô com o comando aqui da tela, consigo exibir, né? Pra mim, a primeira, a Tânia Antiqueira. Boa tarde, amiga! Na sequência, a Ana Maria de Jesus. Boa tarde! Muita gente, né Haroldo? Muita gente!
Joselaine, Elaine, Francisca. Eu tinha passado aqui, tinha uma pessoa que era a primeira vez que estava conosco, que maratonou aqui, achei. O Tiago, depois de maratonar Gênesis, Levítico, Isaías e nesses últimos meses, vindo firme no êxito, finalmente ao vivo. Que bom, Tiago! Que bom que está conosco ao vivo, Deus abençoe. Isso aí, que bom que está conosco, direto de Curitiba. Isso aí, todos muito bem-vindos. Haroldo, o pessoal amou o Salmo vinte e três. Muitos comentários, muitas reflexões. Os grupos de estudo pesquisaram na internet mais sobre o Salmo.
Foi muito importante, né? A gente descobrir esse tesouro relacionado a êxodo. Relacionado a êxodo, especialmente quando a gente tira aqueles erros de tradução e dá um olhar mais atento para o texto original, né, Eleonor? Na língua original do texto. É sempre bom, porque a gente consegue ter um olhar mais profundo. E hoje também, Eleonor, eu trouxe um outro Salmo que faz um contrapeso. Ele mostra uma outra situação. Se tem aquele que peregrina na direção da tenda do Senhor, se tem aquele que peregrina na direção do tabernáculo, que é isso que a gente viu no Salmo vinte e três, né?
É alguém que está peregrinando, se dirigindo ao tabernáculo do Altíssimo. E, quando ele chega às portas do tabernáculo, ele é acolhido com um banquete, né? E, ainda que ele esteja perseguido, ainda que ele esteja vivendo as agruras do Egito, porque o Egito é um grande símbolo de tudo aquilo que prende o Espírito, né? De tudo aquilo que estreita a nossa visão, de tudo aquilo que também nos educa, né? Porque o Egito é o grande elemento purificador da alma, né? O Egito representa a expiação, o Egito representa a prova áspera, o Egito representa a dificuldade, o obstáculo que a gente tem que transpor, porque, sem esses trechos de estreiteza, em que a porta fica estreita, a gente não conseguiria valorizar o caminho ensolarado da imortalidade, o caminho amplo, florido, como a gente leu lá no texto do Kardec, né?
O pessoal está perguntando… A língua do Salmos, gente, é o hebraico, tá, gente? A língua do Salmos é o hebraico. Tudo que é da primeira revelação, tudo que é referente à primeira revelação, tudo que é religioso está em hebraico. O hebraico é a língua litúrgica. O hebraico é a língua religiosa. Então, toda vez que o povo hebreu ia orar, ler, registrar suas tradições, eles o fazem em hebraico. Mesmo na época de Jesus, eles falassem aramaico na rua, no dia a dia, entrou na sinagoga, entrou no templo, a língua é o hebraico.
É mais ou menos a gente viveu essa situação quando as missas eram celebradas em latim. Estava todo mundo lá conversando em português, conversando a sua língua, entrava para dentro da igreja e começava a missa, a missa era toda em latim. Então, a língua litúrgica, a língua para a adoração, para o estudo das coisas divinas é o hebraico. É por isso que quando, naquele trecho de Atos dos Apóstolos, quando Paulo é confundido com um ladrão egípcio, ele pede a palavra, vocês lembram disso? Ele está na escadarinha do templo, ele pede a palavra e começa a falar em hebraico.
Nesse momento, o povo arrepia, porque primeiro não é todo mundo que tinha capacidade de falar o hebraico. E quando ele fala o hebraico, ele está fazendo um pronunciamento religioso. E aí todo mundo viu que estava diante não de alguém que não conhecia a tradição, mas de um filho de Israel preparado com toda a formação para se expressar em hebraico. Então, ali ele mostrou que ele era o doutor da lei, o grande Saulo de Tarso. Bom, mas vamos lá, vamos voltar, não é, Leonor? Então, no Salmo 23, é a peregrinação, a peregrinação para ser acolhido por Deus.
E é uma peregrinação em que a presença divina é constante, porque ele diz assim, ainda que eu andasse pelo vale da sombra, eu não temeria mal algum, porque senhor estás comigo, porque a tua presença é permanente. Nós vimos isso. Agora nós vamos ver a ovelha que se desgarra, agora nós vamos ver aquele que sai da peregrinação. O Paulo fala isso com João Marcos, ele diz assim, saiba que a caminhada para Deus também se dá por fileiras. Todos devemos chegar bem, mas aquele que se desgarra deve chegar bem por conta própria.
Olha isso, não é? Então, nós temos um Salmo que vai falar desse alguém que sai da caravana, desse alguém que sai da peregrinação, naturalmente atraído, atraído pelas vans, atraído pela ilusão, pela ilusão. Esse é o Salmo 1. É o Salmo 1. Ele fala assim, bem-aventurado o homem que não se dirige ao conselho dos ímpios. Olha isso. Não se detém no caminho dos pecadores e não se assenta na ronda dos zombadores. Tem uma coisa bonita aqui, Leonor, são três versos. Então, não se dirija ao conselho, e o conselho aqui é como uma reunião, uma reunião dos ímpios.
É uma reunião deliberativa, onde os maus, os perversos, planejam o mal. Olha isso. Então, aquele que está buscando a justiça divina, ele não pode se dirigir para esse tipo de reunião. Ele não pode se deter no caminho dos pecadores. Olha isso. Paralisou no caminho daqueles que estão em erro. E depois ele se assenta na roda dos zombadores. Então, o que os sábios hebreus falam desse Salmo aqui? Aqui nós temos a progressão do mal. São três níveis, Leonor. Três níveis. A primeira coisa é, eu me dirijo ao foco do mal. Eu começo a dar ouvidos.
Eu começo a ouvir os conselhos. Eu começo a participar, com a minha alma, do planejamento do mal. Sintoniza, né? Sintoniza com o mal, né? Eu sintonizo com o mal. Eu me dirijo a ele, e mais, é um conselho. Então, lá eles estão deliberando, e eu começo a ouvir essa deliberação. A minha mente começa a sintonizar com aquelas ideias, com aquelas propostas, com aqueles sentimentos, com aquela postura. Então, eu me dirigi, ou seja, eu saí da peregrinação, eu saí daquela jornada do êxodo, e agora é como se eu estivesse voltando para a escravidão.
É como se eu estivesse me desviando e indo na direção daqueles que estão conversando e falando, planejando o mal. Então, imagina a cena, Eleonora. Você sai do caminho reto, e você começa a ir na direção de umas vozes que você está ouvindo, de um burburinho que você está ouvindo, e aquele burburinho é a reunião dos maus. Isso, ô Eleonora, tem um capítulo maravilhoso no Pensamento em Vida que chama Associação. Ninguém pensa sozinho. Ninguém sente sozinho. Ninguém age sozinho. Toda vez que nós pensamos, sentimos e agimos, nós estamos recebendo o influxo de milhares, de milhões de outras mentes, e, por nossa vez, estamos influenciando milhões de outras mentes.
Então, a gente soma, a gente se associa. Então, o primeiro nível da queda, o primeiro tropeço, vamos dizer assim, são três tropeços. O primeiro tropeço, o primeiro nível da ovelha desgarrada é ela se dirigir à reunião dos índios. Depois, o que ela faz, Eleonora? Ela se acomoda no caminho dos pecadores. Ela se acomoda, porque ela começou a ouvir o conselho, ela começou a agir, ela começou a sintonizar com aquele clima, com aquelas propostas, aí ela se detém. Ela cria hábitos, ela consolida e é como se ela parasse naquele caminho.
Olha que interessante. É que Ele fala, feliz o homem que não vai para o caminho dos pecadores, como se fosse até um atalho. Você está lendo? Eu estou lendo na Jerusalém. Não, aí não para no caminho, que é o segundo nível. Não vai ao conselho dos índios e não para no caminho dos pecadores. Na verdade, não se dirija ao conselho dos índios e não se detém no caminho dos pecadores. Olha que interessante. Enquanto eu estava sintonizando com o mal, eu ainda estou em movimento. Eu ainda posso voltar atrás. Aqui já começou a ficar mais grave, porque aqui eu estou paralisando a minha alma no caminho do mal.
E o último nível, Leonora, é quando não só eu estou paralisado, mas eu me assento e começo a zombar do bem. Esse é o último nível. É o mais preocupante pra pessoa. Porque, enquanto o indivíduo está ouvindo o conselho dos índios, ele ainda tem vergonha do mal. Ele ainda tem pudor. Ele ainda tem pudor. Quando ele se detém no caminho dos pecadores, ele está começando a perder o pudor. Ele já não esconde tanto que ele pratica o mal. Ele já começa a dar bandeira. Ele já começa a… Já não faz questão de esconder. No último nível, ele zomba de quem faz o bem.
Zomba. Então, é aquele cuja tarefa, ele ocupa o dia dele, ocupa o dia dele zombando de quem está fazendo alguma coisa útil. E quando ele senta aqui, dá uma ideia que ele parou mesmo. Aí ele sentou… Exatamente, Leonor. Acumulou. Ele entrou num… Por isso que Jesus diz assim. E para… Lá no Evangelho de Mateus… Vou pegar esse trecho, Leonor. Evangelho de Mateus, no iniciozinho, fala assim, olha… Deixa eu achar isso aqui, Leonor. Fala… Ele fala que, já que eles estavam assentados no vale da sombra e da morte, a luz raiou.
A gente também lembra que, no caso, no sentido oposto, no monte das bem-aventuranças, também senta, não é? Aí senta no alto, no caso. No alto, exatamente. Está no alto, não é? Ah, mas se a gente jogar esse trechinho no Google, já acha. Pois é. Deixe alguém jogar aí para a gente. E aqueles que estavam assentados no vale da sombra e da morte, a luz raiou. Veja, estavam assentados. Estão procurando, gente? É. E aqueles que estavam… Assentados no vale da sombra e da morte, não é? Deixa eu ver. E o povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz?
4,16. 4,16, é. É, vamos… 4,16. Olha que interessante isso aqui. Como que a gente… Olha. O povo que jazia nas trevas viu uma grande luz. E os que estavam assentados na região sombria da morte, surgiu uma luz, não é? A tradução de Jerusalém não é boa. Deixa eu… Olha lá. A tradução de Jerusalém, ela dá uma… Ela fica… É. Os que estavam… Olha o João Ferreira. O povo que estava sentado em trevas viu uma grande luz. E aos que estavam sentados na região da sombra da morte, a luz raiou. Olha isso. Interessante, não é?
Então, o que é isso aqui? Não estava só na treva. Já tinha sentado. Já estava estabelecido. Então, esse Salmo 1, na tradição judaica, Leonora, ele é chamado de a progressão do mal. A progressão do mal. E aqui no nosso está os dois caminhos, não é? No Jerusalém. É, eles são os dois caminhos, porque aí ele vai falar agora do caminho… Do caminho verdadeiro. Da peregrinação, não é? Da peregrinação. Exatamente. Então, é uma progressão. Eu começo me dirigindo. Eu começo com o movimento da mente, de ouvir, de ler um livro, de assistir uma live, de ver um programa, um pronunciamento.
Eu começo assim. Daqui a pouco eu estou detido. Eu parei naquele caminho, eu deixei a minha movimentação no bem e fiquei detido naquele caminho. O terceiro e último nível é o mais preocupante. É quando a pessoa abandona por completa. Ela perdeu o completo pudor. Ela começa a zombar do bem. Zombar do mesmo fazendo o bem. Aí ela começa a fazer as lives, brincando assim, não é? Não, aí eu brinco e é o seguinte, ela começa a vir na live da gente para ficar agredindo aqui nos comentários. Sim. Esse é o zombador. Esse é o zombador.
E é uma vigilância, né, Haroldo? É um salmo, se a gente for pensar, de vigilância, porque você está no caminho, está nas lutas, está nas tribulações. Daqui a pouco começa a vir essa ideia, uma onda mental, essa ideia, né? Uma desistência, o nada vai dar certo, está tudo perdido. E aí você parece que liga o teu radar nisso e sintoniza de uma forma que te paralisa, né? Isso aí. Se alguém está achando que está parecido com o nosso momento… É. E aí, olha como é que o salmo termina. Sim, o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perece.
Claro, porque o mal é temporário. O mal é fruto do livre-arbítrio de alguém. Mas existe uma lei de causa e efeito. Então, todo o mal que é gerado, ele recebe uma resposta da lei. Então, nós podemos dizer, meu amor, que todo o mal perece, todo o mal morre, porque a lei divina responde aquele mal gerado. Deus não interfere no livre-arbítrio, mas ele estabelece a consequência dos atos. Então, nós podemos dizer que todo o mal será reparado, todo o erro será corrigido. E o bem? O bem não será reparado. O bem tem vida eterna.
Eu estava lendo aqui o caminho do bem também, né? É bonito esse segundo. Vamos falar dele agora. Espera aí. Porque quando vai falar do caminho dos justos agora, é a peregrinação. Vigilância para o caminho do mal e perseverança no caminho do bem. Vamos lá. Exatamente. Exatamente. Então, tomar cuidado para a gente não atentar para esse conselho, paralisar no caminho do mal e acabar se acomodando, se estabelecendo. Estabelecendo. Interessante, né? Interessante. Tem pergunta aí, Laura? Tem. O Gustavo fez uma pergunta e, no geral, as pessoas sempre acabam fazendo a pergunta por que a gente faz o mal, né?
Que foi o que você já tem falado a vários episódios. A gente tem tentado conversar sobre esse assunto. Haroldo, o senhor falou que Deus… O senhor falou Deus não descer para errar conosco. Acho que citando Emmanuel. Mas, para eu errar, eu dependo de Deus. Eu continuo com Deus. Pois, sem Ele, eu não conseguiria fazer o mal? Como assim? Eu não entendi. Eu acho que Deus está sempre conosco, né? Com a criação. É isso, Gustavo? É assim, Gustavo. Deus está sempre conosco, mas nem sempre nós estamos com Deus. Então, o fato de Deus permitir que a gente faça o mal significa que o caminho do mal será um grande caminho de aprendizado, embora repleto de dor.
De dor. Então, nós temos que entender isso, gente. Nós temos que entender isso. Qual que é a diferença do caminho do bem e do caminho do mal? O caminho do mal é extremamente mais longo, repleto de dor, repleto de reparação, repleto de correção. Você fica refazendo, refazendo, refazendo. Mas, ele é um caminho. Ele é um caminho. Ele é um caminho. Por isso que Emmanuel nos diz lá na questão 132 do Livro Consolador. O mal propriamente considerado para Deus é um zero à esquerda. Porque ele enxerga os seus filhos transviados como criaturas em cursas em grandes experiências.
Então, nós temos que parar com esse negócio de maniqueísmo. Ah, o bem, eu tenho que eliminar o mal. Deus não elimina o mal. Deus não elimina o malvado. Deus educa o malvado. Deus não elimina o perverso. Olha o que Jesus diz. O filho do homem não veio para destruir, veio para salvar. Então, nós temos que abandonar essa ideia maniqueísta, essa ideia mitológica, boba, que se implantou no cristianismo, no movimento cristão, de que Deus vai eliminar o mal. Ele vai destruir o mal. Não. O mal é caminho de aprendizado. Doloroso, longo, desagradável, inútil.
Mas, é inútil no sentido de refazer, perder tempo. Mas, é o caminho. É o caminho. É o caminho. Então, essa ideia de que Deus está abominando o mal, se Ele abominasse o mal, Ele não permitiria. Ele não permitiria. Então, o Criador permite o mal. Por que Ele permite o mal? Por que, gente? Porque só existe o mal no início da evolução. Só existe o mal no início da evolução, gente. É só no mundo primitivo, expiação e prova e regeneração. Em mundo ditoso, é soberania. Você quase não tem mais o mal. No mundo celeste, não tem o mal, só existe o bem.
Gente… Quando você se torna o Espírito puro, quando você chega ao mundo celeste, quanto você vai viver depois que chegar no mundo celeste, Eleonora? Eternamente, né? Eternamente, né? Então, Eleonora, nós vamos passar mais tempo onde, Eleonora? O Espírito vai passar mais tempo no mundo celeste ou no mundo primitivo? Gente… O Espírito vai passar a eternidade no mundo celeste. O tempo que Ele fica no mundo primitivo, no mundo de expiação e prova e no mundo de regeneração, é minúsculo, é um segundo na eternidade. É um segundo.
É por isso que Deus não está apavorado por mal. Deus não está preocupado em destruir o mal. Nós temos que abandonar essa ideia boba, maniqueísta. Nós temos que eliminar isso. Isso não faz sentido. Não faz sentido. O tempo que um Espírito permanece praticando o mal é minúsculo diante da eternidade. É um nada, é um segundo. É um segundo. É um segundo. Que Ele perdeu. Porque Ele poderia ter praticado. Ele poderia ter seguido mais rápido. Mas nem todo mundo vai mais rápido. Mas uma coisa é certa. A eternidade você será puro e no mundo celeste.
A eternidade. Então, quando você chega no mundo celeste e conversa com um Espírito que está lá há 5 trilhões de anos, você vai falar pra ele assim, você lembra quando você estava praticando o mal na expiação e prova? Ele vai falar, nem lembro. Eu nem lembro que eu fiquei lá. Eu fiquei lá 10 mil anos praticando o mal. Tem 3 trilhões de anos que eu estou aqui no mundo celeste e eu não lembro. Apagou. Eu não lembro. Então, gente, nós temos que tirar essa visão ingênua, boba do mal. O mal dói? Dói. Ele prejudica? Prejudica.
Ele destrói? Destrói. Mas é temporário. É temporário. Olha o que o Salmo diz. Mas o caminho dos ímpios perece. Perece. Todo o caminho do mal será refeito. Todos os atos praticados no mal serão reparados. É isso que o Salmo está dizendo. Não vale a pena. Não se preocupe. Não se preocupe com isso. A preocupação de Deus é nos levar para o mundo celeste. O tempo que a gente passa peregrinando é minúsculo. É minúsculo. Tem que tirar esse fantasma da cabeça, gente. Viu, Gustavo? Tira isso da sua cabeça. Tira isso. É igual uma mamãezinha, uma mamãe, que vê um bebezinho com o pezinho torto.
Aí, o que ela faz? Leva lá no pediatra, no fisioterapeuta, coloca uma botinha, começa a corrigir. Daqui dois, três anos, está corrigido. Aquele problema ortopédico está corrigido. É isso. É isso. É corrigido. Não destruído. A mãe vai chegar lá e falar Ah, meu filhinho está com os pezinhos tortos. Vou cortar os pés dele. Não é assim. Não é assim. Então, nós temos que tirar essa ideia ingênua, boba. Deus não tem preocupação nenhuma com o mal, porque o mal é ínfimo. Diante da quantidade assombrosa de mundos celestes, diante do poder absoluto de Deus, o mal é nada.
O mal é um grão de areia. O mal não gera nenhuma ameaça para o universo de Deus. Nenhuma, nenhuma. Ele só gera dor para quem pratica. O mal só gera dor para quem pratica. Nós temos que entender isso, gente. Senão, a gente vai ficar assim, Ai, Deus, Ele viu o mal. Como assim? É igual uma mãe que vê uma criança falando errado. O que ela faz? Ranca a boca da criança? Não. Ela ensina a criança a falar certo. É isso que Deus faz. Deus educa. Deus não destrói. Deus salva. Deus não elimina ninguém. Deus purifica. Ele não isola ninguém.
Agora, qual que é o instrumento de purificação? A dor. O elemento que corrige o mal se chama dor. Dor. Quanto mais grave o mal, mais intensa a dor. Por quê? Quanto mais grave a doença, mais forte o remédio. Ficou claro isso, gente? Gente, isso tem que ficar claro para a gente. Senão, a gente começa a entrar nesses sofismas. Nesses sofismas. Tem que tomar cuidado com isso. E fazendo um parêntese, aproveitando que você falou de mãe, de mãezinha que quer que a gente pegue o caminho do bem, queria falar que o Henrique mandou 50 mensagens pedindo para a gente dar um abraço para a mãe dele, que com certeza corrige seu filho.
Um abraço para sua mãe, Marina Nunes Duarte. E a mãe do Vitor Hugo Menino está aí? Oh, gente! Mandando um abraço. Ela está lá em Goiânia. Isso. Lembrando, né? Se Deus nos chama sempre para o… Abadia. Para o bom caminho, as mãezinhas aqui encarnadas é o que mais chama os filhos. Oh, meu Deus. Quem é mãe sabe, gente. Quem é mãe sabe. Quem é mãe sabe. O Tales aqui nos presenteou… Não sei o que foi, Tales. É um poema. É a dor que através dos ânimos, dos algozes, dos tiranos, anjos puríssimos, transformando neros, rudes, em arautos de virtudes, em mensageiros de paz.
Isso aí está no Paraná de Alentum. Isso é Cruz e Sousa, gente. Olha. Cruz e Sousa. Olha. É a dor que através dos ânimos, dos algozes, dos tiranos, anjos puríssimos faz, transformando neros, rudes, em arautos de virtudes, em mensageiros de paz. É isso aí. Belíssimo, né? Obrigado, Tales. Castro Alves. Olha que lindo, gente. É a dor. A dor transforma lá o… o ditador, o assassino, o monstro, num anjo. E aí? E aí? E a gente querendo destruir. E a gente querendo eliminar. Aí a gente lembra do quê? Humberto de Campos. Deus usa o tempo, não a violência.
Deus usa o tempo, não a violência. É o tempo. É o tempo que desgasta e transforma até que um novo entendimento da vida faça brilhar o coração. Não está lá, não? Como a luz que os olhos fechados… O Júlio está aqui embaixo, vocês não estão vendo ele, mas a gente está. O Júlio está aqui, eu estou recuando o poema. Sentir falta agora do Júlio arrancar aquele violãozão e… Como a luz que os olhos fechados não querem ver as origens dos trais do amor se convertem em trevas. Mas o tempo, dia a dia, nos desgasta e transforma até que um novo entendimento da vida faça brilhar o coração.
Abrir as portas do sentimento para ver o que a inteligência sonha e não alcança. Limpar o coração nascente do sentimento para ver a Deus. Para ver a Deus. Para ver a Deus. Para ver a Deus. É isso, gente. É isso. A gente fica imaginando… Pensamento reto, gente. Vamos colocar o nosso pensamento nas bases. Não é? É isso aqui. O caminho dos ímpios perece. Por isso que Emmanuel diz assim. Vida é a experiência digna da imortalidade. Por quê? Tudo que é mal vai ser corrigido, vai ser refeito. Então, não vai durar. Tudo que a gente faz contrário à lei divina não vai durar, vai acabar.
Vai acabar, vai ruir, vai desmoronar. E nós vamos assistir. Chorando, sofrendo, doendo. Por quê? Porque era mal. Todo mal vai acabar. Vai desmoronar. Só o bem é sustentado por Deus. Presta atenção, gente. Só o bem é sustentado por Deus. Então, o que o Salmo vai dizer? Que o mal é uma folha. Ela fica verde, dá uma flor. Você se ilude. Puxa, acaba. Acaba, perece. Perece. Tem um eclesiastes e provérbios que dizem assim. O ímpio é como a flor do campo que perece. A pessoa está ali achando que tem poder, achando que manda, que faz.
Daqui a pouco, ele está no caixão. Está no caixão. Perceberam? Então, chegou o dia do velório do Nero. Chegou o dia do velório do Pilate. E aí? Aí a vida verdadeira vem e faz a seleção. Faz a seleção. Faz a seleção. Separa o trigo do joio. Tudo que é joio vai ser queimado. Queimado. Não, gente? Isso aí. Agora, vamos falar do caminho do justo, não é? Vamos, vamos. Vamos falar do caminho do justo. Merecemos, merecemos. E o caminho do justo? O prazer dele está na lei do Senhor. Olha só. O prazer está na lei. O prazer de contemplar a lei de Deus.
E o prazer de viver a lei de Deus. Estudamos isso em Êxodo, não é? A libertação da escravidão, depois a lei, depois a comunhão. É, exatamente, Leonor. Então, a retirada da escravidão, a gente sai da escravidão para ser levado para o monte Sinai. O que tem no monte Sinai? Lei divina. Não é? Então, o que significa isso? Sem lei divina, nós somos escravos. A gente acha que é livre, mas é escravo. Olha só. Então, a pessoa fala assim, eu faço tudo o que eu quero. Tudo o que eu desejo, eu faço. Me deu vontade de fazer, eu faço.
Esse é o maior escravo. Ele é escravo do desejo dele. Escravo, não é? Escravo do desejo. Ele não consegue dizer não para o desejo. É um joguete. A gente vê isso no viciado. Viciado em álcool, viciado em droga, viciado em qualquer coisa. Ele não consegue dizer não para o desejo. Não consegue dizer não. É um escravo. É um escravo. Então, só há liberdade na lei. Só é livre quem obedece. Olha que paradoxo. Não é? Só é livre quem se contém. Só é livre quem tem disciplina. Olha isso. Não é incrível isso? Então, é. O prazer dele está na lei de Deus.
E medita sua lei dia e noite. Medita sua lei dia e noite. Ele é como árvore. Plantada junto a riachos. Dá seu fruto no tempo devido. E suas folhas nunca murcham. Olha, esse é o paradoxo, Eleonora. Porque o ímpio, o injusto, ele também dá folha. Ele também fica uma árvore bonita, Eleonora. Dá flor. Só que murcha tudo. E aqui não, não perece. O injusto não perece. Todo o bem que fizermos será eterno. Todo o bem que fizermos vai durar para sempre. E vai continuar produzindo efeito para sempre. O mal não. Todo o mal perece.
Todo o mal acaba. Ele é corrigido. Ele é reparado. Ele é regenerado. Ele muda. Ele é transformado. Interessante, não é, Eleonora? Lembrei os tesouros que nós levamos, não é? Isso aí. E aí ele diz assim, tudo o que ele faz é bem sucedido. Olha que interessante. Bem sucedido por quê? Aqui não tem a ver com sucesso financeiro, econômico, não é? Não é isso? Bem sucedido por quê? Toda vez que nós praticamos o bem, esse bem é indestrutível. É sucesso. Não é? Diz assim, o bem é ter o advogado em toda parte onde estiveres.
Olha que bonito. Agora, e os ímpios? São como palha que o vento dispersa. Olha que interessante, Eleonora. O que é que está dando a render aqui? Eleonora, você já viu o pessoal pegar arroz com casca, não é? Aí você vai fazendo com a peneira assim, olha. E a palhinha vai indo embora. E aí fica só o grão. O mal é isso. Todo mal é dispersado. Por quê? No momento da ceifa, no momento da colheita, o mal acaba, ele é dispersado. Só fica o grão do bem. É isso. O manjolo da música do Aloysio, do Morvalto, que vai descascando aquele arrozinho.
Então, gente, alguém… Ô, Leonora, vamos abrir esses dez minutinhos para perguntas, se alguém quer perguntar mais alguma coisa, não é? Vamos lá, Lins. Fiquei pensando aqui que seu prazer está na lei e ele medita a lei. Ele cumpre essa lei, mas com meditação, não é? Fiquei pensando nisso, por escolha. E porque a lei é profunda, não é, Leonora? A lei divina é muito profunda. Ela exige de nós uma busca permanente para a gente poder entender. Porque, imagina, Leonora, a lei de Deus é feita pela inteligência suprema do universo.
Então, a nossa inteligência não capta tudo, não é? E 70 faces, não é, Haroldo? Quando a gente estudou, por exemplo, o não matar, a gente estudou de tantos ângulos, não é? Exato. Quando a gente estudou os dez mandamentos, conversamos algumas nuances deles e não são todas, não é? A gente conversou sobre alguns aspectos, não é? Exato, Leonora. Exato. Vamos ver as perguntas aqui. Vamos ver se tem alguma pergunta. Fiquei atento com o que você disse no comunicação plena. Disse que esperasse pelo fracasso que fazia parte.
Fiquei com medo, Edmilson. Mas não precisa, Edmilson. Os fracassos do mundo são luzes na alma. Os fracassos do mundo são luzes na alma. Vamos lá, você quer ver uma coisa? O livro No Mundo Maior, capítulo 3. Calderaro, com André Luiz, vai lá atender o rapaz e seu obsessor, que era o pai dele, adotivo, não é? Que ele matou. Ele matou o pai adotivo para ficar com os bens. Nós temos ali esse rapaz sofrendo uma terrível obsessão, à beira da desencarnação, e aí quem vem atender? Cipriana. Cipriana Luminosa. Cipriana só experimentou fracasso.
O marido abandonou, as filhas foram para a prostituição, os filhos foram para a criminalidade, ela teve lepra. Se você olhar para isso, vai dizer, nossa, que fracasso. Que fracasso. Coitadinha. Coitadinha da gente, não é? Coitadinha da gente. Então, na verdade, a gente vai ter que rever esse conceito de sucesso e fracasso. A gente vai ter que rever. Porque, muitas vezes, o que o mundo considera um extremo sucesso é uma tremenda de uma queda. E, muitas vezes, aquilo que o mundo considera um fracasso é uma grande vitória.
Então, temos que remodelar a mente. Conversamos muito isso em Isaías. Tem que renovar a mente. Conversamos muito isso em Isaías, sobre o Messias que era esperado. O Israel fez uma metáfora aqui. No caminho de ser ovelha, o problema não é se desgarrar, mas sim deitar-se, no sentido… Exatamente, Israel. O problema é quando a ovelha deita. Aí, ia dar nada. Lá no interior de Minas, eles falavam assim, o burro que empaca. Vocês já viram isso? O burro, andando, de repente, empaca. Mas não anda para lugar nenhum. Aí, é duro, viu?
O Júlio perguntando aqui se o estudo de êxodo está chegando ao fim. Está quase. Está quase. Está quase. Já estamos na última parte, que é a parte da comunhão. É porque a gente vai fazendo as espirais, vai voltando para a gente poder compreender. Veja que a gente está retomando… O que eu estou fazendo agora? Eu estou pegando pequenos êxodos que estão na Bíblia hebraica. O Salmo 23, o Salmo 1, são resumos do livro Êxodo. A gente tem que ler isso. São chaves para a gente poder… para a gente poder ir juntando as pecinhas e conseguir interpretar com mais profundidade.
Achei que fôssemos levar uns 40 anos nesse estudo. Em um deserto… Se deixar, vai, viu, Marisa? Se deixar, a gente vai. Interessante desse Salmo é que nós temos os dois caminhos. A gente está nas nossas lutas e tribulações, todos estamos nessa peregrinação. E tem o caminho esse aqui de quando estaciona, de quando convive com o mal, de quando a gente senta. E o caminho que a gente começa a ter as plantações daquilo que a gente vai colher no nosso futuro, que a gente vai colher na nossa vida, esses bens eternos. Eu acho que é um Salmo de muita vigilância hoje, nos dias atuais.
Exatamente. É uma vigilância e mostrar, né, Leolora, que há uma progressão. As coisas começam pequenas e se tornam graves. Ele tem que perceber isso. Quando a gente está se dirigindo, quando a gente está nessa progressão do mal, quando a gente está nessa progressão, a gente tem que tomar muito cuidado. Então, se eu percebo que a minha mente está sendo atraída por livros, por palestras, por falas, por postagens que estão gerando o meu desequilíbrio, eu tenho que interromper imediatamente e buscar outra via, ler outras coisas, assistir outras coisas, conversar com outras pessoas, para que eu possa me libertar desse canto da sereia, que o conselho dos ímpios exerce.
É um canto da sereia. Ele vai atraindo a pessoa e, daqui a pouco, ela está paralisada. Está paralisada no caminho dos injustos. E, chega um ponto que fica muito difícil e exige muito esforço para ela voltar. Aí, ela prefere deitar-se. Ela prefere e começa uma situação horrível. Ela começa a zombar do bem. Então, veja, gente, o problema do umbral não é que a espiritualidade não tem recurso de tirar todo mundo. É que a maioria não quer sair. Você vai ler o livro Libertação, eles falam assim, esse pessoal da luz aí falam zombando.
Quando eles veem um espírito iluminado, eles zombam. É um misto de despeito, com inveja, com tristeza pela situação deles. É um misto de sentimentos. Então, essa zombaria esconde muita dor, muita inveja, muito despeito, muita tristeza, muita culpa. Muita culpa. E aí, vai aquele ditado popular, aquele ditado que os nossos avós diziam, quem desdenha quer comprar. Não é? Quem desdenha quer comprar. Quem desdenha quer comprar. Muito bem, muito bom. Ficamos com essa pulguinha atrás da orelha. Ficamos com esse salmo. Tivemos hoje poesia, tivemos música, tivemos salmo.
Está bom para sexta-feira, não é? Está bom demais. Está ótimo. É isso, meus amados, é isso. Muito bom. Agradecemos a presente. Estamos em 373 amigos reunidos nesta sexta-feira, seis horas da tarde. Agradecemos muito a participação de todos, todos que acompanham, que estudam, que refletem, que interagem. É muito bom estudarmos o êxito juntos. O pessoal está perguntando, Eleonor, o que a gente vai estudar depois? A gente pode fazer uma enquete, não é? A gente pode fazer uma pergunta, ver qual texto da Bíblia hebraica seria interessante a gente estudar, não é?
Para poder… Podemos fazer uma enquete. Então, estão abertas as perguntas. Semana que vem estão abertas as votações. Vamos colocar lá. A gente já estudou Levítico, já estudamos Gênesis, já estudamos… Já estudamos assim. A gente vai voltar depois nesses livros, não é? Porque, evidentemente, a gente fez um voo panorâmico, não é? A gente não está estudando profundamente, não é? Mas, é assim mesmo. Estudei isso, não é? A gente vai e volta, vai e volta. Está tudo certo. É isso mesmo, não é? Está tudo certo. Eu voto Eclesiástico, por tal ser.
É boa também. Bom também, Eclesiástico. Eclesiástico, Provérbio, tem os Salmos, não é? Pode ser algo interessante a gente estudar isso, não é? É importante porque, por exemplo, uma sugestão, não é? Se for os Salmos, os Salmos eles estão… Os Evangelhos, o Novo Testamento, a todo momento, estão fazendo referência aos Salmos. A todo momento. A todo momento, não é? Então, realmente, a leitura dos Salmos é imprescindível. É imprescindível. Mas, é isso, não é? Já estou curiosa para ver essas votações. Eu vou… É, pois é.
Vou colocar lá nos grupos. Vamos colocar uma enquete aí? E aí, o pessoal vai votando e a gente vai colocando. É isso aí. Não é? Gente, muito obrigada. Bom final de semana. Fiquem com Deus. Vigilância a esses chamados, não é? O que está nos chamando? O que está chamando a nossa mente? Para a gente ter muita vigilância, não é? Que a gente plante aquilo que a gente vai colher pela eternidade, não é? É. A primeira escravidão é da mente. A primeira escravidão é da mente. A gente fica com o pensamento tolido, com o pensamento sequestrado por ideias extravagantes, exóticas, ideias que são contrárias aos aos atributos da divindade.
Questão 13 do Livro dos Espíritos. Toda ideia que fere um atributo de Deus deveria ser rejeitada. Então, a gente deveria sempre se perguntar essa ideia que eu estou alimentando, ela é condizente com os atributos de Deus? Deus é soberanamente justo, soberanamente bom, inteligência suprema, olha, onisciente, onipresente. O que é essa ideia que está contrariando os atributos da divindade? É uma coisa para a gente pensar, não é? Para a gente pensar. Então, vamos lá. Obrigada. Beijo, Júlio. Beijo, Sheila. Fiquem com Deus.
Todos os nossos amigos. Com Deus. Um ótimo final de semana. Enquete aberta. Já estou postando lá no Facebook para todos. Tchau, Leonora. Tchau. Tchau, amigo.
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.

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