Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento à luz da Doutrina Espírita, Haroldo Dutra Dias nos convida a uma profunda reflexão sobre o livro do Êxodo, utilizando como chave de compreensão o Salmo 23. Ele destaca que a Bíblia hebraica é tecida por grandes temas, e o Êxodo representa a jornada da existência corporal como uma peregrinação desafiadora e, por vezes, dolorosa.
O que é estudado neste episódio
- O Êxodo como Metáfora da Encarnação: A vida humana, ou a encarnação, é comparada a uma “floresta perigosa e desafiadora”, um labirinto de imprevisibilidade devido ao livre-arbítrio de todos os envolvidos. A peregrinação do povo hebreu no deserto, com seus perigos e voltas em círculos, simboliza essa jornada encarnatória, que tem um início (saída da escravidão) e um destino (Terra Prometida).
- O Salmo 23 como Resumo do Êxodo: Haroldo Dutra Dias apresenta o Salmo 23 como uma “joia” que sintetiza a mensagem do livro do Êxodo.
- Análise do Salmo 23:
- “Adonai roi” (O Senhor que me apascenta): A palavra hebraica para “apascentar” é um verbo que significa “cuidar” em seu sentido mais amplo – alimentar, dar água, tosquiar, conduzir. Isso remete à condução de Deus ao povo no deserto, provendo maná e água da rocha, e também à figura de Jesus como o “bom pastor”.
- “Lo Er sar” (Eu não falto): Uma correção importante na tradução do Salmo 23, versículo 1. Em vez de “nada me faltará”, o texto original sugere “Eu não falto”, na primeira pessoa, como se Deus afirmasse Sua presença constante e inabalável, mesmo que tudo o mais possa faltar na jornada encarnatória.
- Pastos Verdes e Águas Tranquilas: Representam os períodos de bonança, oportunidade, aprendizado e tranquilidade na vida.
- Caminhos da Justiça: Simbolizam o encontro com a justiça divina, as expiações e provas necessárias para a reparação e regeneração. É o momento da “tosquia” da ovelha, a purificação da alma.
- “Por causa do seu nome”: A santificação do nome de Deus significa que a lei divina é infalível e não há impunidade. Toda perturbação será corrigida para que os atributos divinos de justiça e bondade sejam preservados.
- Vale da Sombra (e da Morte): Mesmo diante do processo de morrer, o salmista não teme, pois a presença de Deus é constante.
- Vara e Cajado: A vara representa a dor que corrige e reconduz a ovelha rebelde ao caminho reto. O cajado é o símbolo do guia, da orientação, a referência da presença e aprovação divina.
- Mesa na Presença dos Inimigos: Este trecho, aparentemente deslocado, é interpretado como a hospitalidade divina. Assim como o povo hebreu foi perseguido após a libertação do Egito, somos perseguidos por nossos “inimigos” (equívocos, vícios, obsessores). Deus nos acolhe em Sua tenda (o Tabernáculo), oferecendo um banquete de amor e bondade, onde o cálice transborda.
- A Terra Prometida: O destino final da peregrinação é a morada nos “mundos celestes”, o estado de Espírito Puro, onde não há mais provas nem expiações, e a felicidade é plena.
Reflexões
- A encarnação é uma jornada complexa e imprevisível, mas não estamos sós. A presença divina nos acompanha constantemente, seja nos momentos de bonança ou nas maiores dificuldades.
- As provações e expiações, simbolizadas pela “vara” e pelos “caminhos da justiça”, são instrumentos de correção e purificação, necessários para a santificação do nome de Deus e para o nosso progresso espiritual.
- A “Terra Prometida” é o estado de Espírito Puro, onde a alma encontra a plenitude da felicidade e a vida espiritual se manifesta em sua totalidade, livre das amarras da matéria.
Ler transcrição do episódio
Boa tarde, amigos. Boa tarde Leonora. Boa tarde a todos. Boa tarde Haroldo. Pessoal, muito bem-vindos. Todos muito bem-vindos ao Estudo de Êxodo, à Luz da Doutrina Espírita, mais uma sexta-feira. Como é que você está hoje, Haroldo? Tudo bem? Tudo em paz, Leonora. Preparando aqui para o Congresso da Fé Ego amanhã. Vai ter palestra sábado à noite, uma roda. Também no domingo. E uma no domingo, na tarde e no domingo de manhã. São três rodas, está no formato novo. Está muito bom o Congresso da Fé Ego. E quem não puder ir pode acompanhar, acho que vai ter as transmissões pela Rádio Federidade.
Então, vai dar para o pessoal aproveitar o feriadinho, junto com o Congresso de Goiás. Tradicionalíssimo, não é? Dos carnavais. Exatamente. E o Júlio, gente, o Júlio está em trânsito, ele não está em casa. Ele estava com o celular, por isso que ele não está participando aqui. Mas ele acionou, às vezes ele consegue entrar. Então está mandando um abraço para todo mundo, não é? E está assistindo pelos bastidores aqui conosco. Está assistindo pelos bastidores também. Hoje a gente vai fazer um estudo mais curto, com um tema mais específico, em função de ser véspera de feriado.
Muita gente já viajando também. Mas a gente não queria perder, queria deixar esse recado aí. Não é, Leonor? Isso. Vamos dar boa tarde a todos os nossos amigos. Eu tenho a primeira aqui que aparece no nosso… Não todos, mas o primeiro que aparece para mim é a Regina Evaldi. Sejam muito bem-vindas. O Heitor Barreiros está sempre conosco. O João Caldas, nosso amigo, está sempre conosco. Marília Candeu, boa tarde. Carlos Campos, Ruth Alves. Quem é que aparece para você aí, Haroldo? Aqui está a Marta Pila, o Denis Furlan, Viviane Lopes, Jose Rodrigues, Marília Candeu, a Silvana Gabrielli, nossa queridíssima, Vanilda Albino, Sandra Morine, o José Vicente.
Uma turma boa aí, Leonor. Muito boa tarde, amigos. Deixa eu ver aqui. A Sandra Morine apareceu para mim agora. Estão todos muito bem-vindos nessa sexta-feira. O que nós vamos conversar hoje, Haroldo? Leonora, hoje eu resolvi trazer um resumo do êxodo que está num salmo. Então, é muito comum, vai ser uma coisa diferente, até para a gente fazer algo mais curto, mas, assim, bem profundo, né? A gente tem comentado aqui diversas vezes, Leonora, que a Bíblia hebraica, ela trabalha com temas, grandes temas. Então, nós já falamos do tema da criação, do Deus criador, o tema da degeneração ou do tema da degradação do ser humano, o Adão criado à imagem e semelhança de Deus que se degrada ou se preferire a queda de Adão e Eva, né?
O tema da queda. Então, a Bíblia hebraica, os temas são como fossem fios. E os livros da Bíblia hebraica, eles vão juntando esses fios e bordando, e fazendo um tricô, um crochê, uma renda, o que vocês preferirem, né? Mas, assim, você pega o Tear ali, o que o Tear faz? Ele vai misturando os fios e vai tecendo motivos, né? Essa é a ideia. Os fios seriam os grandes temas. Êxodo é um desses temas. Êxodo é um desses temas. A grande temática de que a existência corporal é uma peregrinação difícil, desafiadora e, por vezes, muito dolorosa.
Esse é o grande tema. A vida humana, e quando eu falo a vida humana, eu estou falando de a encarnação, uma encarnação. A gente cita muito, Leonor, a gente até falou, não sei se você lembra, aquele texto do Kardec chama O Caminho da Vida. A gente chegou até a ler, né? Em episódio anterior aqui. E o Kardec compara a vida espiritual a uma grande estrada larga, ensolarada, florida. Mas, em trechos dessa estrada, trechos espaçados, existem florestas perigosas, desafiadoras, que são como labirinto. Essas florestas são as encarnações.
Cada floresta é uma encarnação. Então, o Espírito sai daquela estrada larga e florida e ensolarada da vida espiritual e entra num grande labirinto quando ele encarna. Um labirinto. Por quê? Porque a característica da encarnação é a imprevisibilidade. Imprevisibilidade da encarnação. Imprevisibilidade em que sentido? Todos os encarnados são dotados de livre-habito. Então, o que pode acontecer? Teoricamente, todos podem abandonar os seus deveres. Teoricamente, todos podem cair. Teoricamente, todos podem falhar. Então, nesse sentido, você tem sempre um ponto de interrogação sobre a encarnação de cada um de nós.
Tem um grande ponto de interrogação. Será que o Haroldo vai cumprir o que ele prometeu? O que ele se comprometeu? Será? Será? Será que é Eleonora? Então, fica sempre essa dúvida e essa imprevisibilidade. Em razão da imprevisibilidade, alguma pessoa pode começar a fazer muito mal à outra, pode abandonar o posto de dever e, com isso, prejudicar uma série de outros indivíduos. Isso torna a encarnação uma grande floresta, um grande labirinto, em que você pode se machucar nos espinhos, pode cair no lodo. Está cheio de intempéries.
Esse é o tema do Êxodo. A peregrinação no deserto, que gerou o livro Êxodo, é isso. Eles ficam dando voltas em círculos e enfrentando os mais variados perigos. Agora, o que é importante a gente entender? Eles saíram da escravidão e caminham na direção da Terra Prometida. Então, tem um início e tem um destino. No meio do caminho, toda uma aventura, toda uma peregrinação, que tem o nome de Êxodo. É isso, Leonor. Esse é o grande resumo, o grande tema. Agora, existe um Salmo, Leonor? Existe um Salmo que resume o livro Êxodo.
Olha só, esse a gente vai descobrir hoje. Uma joiazinha, um diamantezinho que resume todo o livro de Êxodo. E aí, eu gostaria de trazer esse Salmo aqui. Evidentemente, nós não vamos fazer um comentário profundo desse Salmo, porque não perdemos tempo. A gente teria que ter um outro estudo só para isso, não é? Haroldo, a Patrícia está perguntando assim, como é que a gente sabe que estamos cumprindo nossos compromissos reencarnatórios? Quando você não está fazendo mal a ninguém e quando você não está abandonando os seus deveres.
E quando você entende que algumas situações estão fora do seu controle. Então, você precisa exercer a resignação e a aceitação. Por exemplo, a pessoa nasceu numa família muito difícil. Isso é um sinal para ela. É um sinal. É um sinal de que, naquela área da vida, ela precisa se munir de grande paciência, de muita doação, de espírito de sacrifício e de muita sabedoria. Por quê? Porque é uma situação fixa. Fixa. Eu não posso falar assim, ah, você não é mais meu pai e minha mãe. Ah, eu não quero mais. Não dá para fazer isso.
Não dá para fazer isso. Então, eu estou dando um exemplo, mas ele se aplica a vários outros. Se aplica a vários outros. Então, a gente tem que checar sempre isso. Será que eu estou prejudicando alguém? Será que as minhas escolhas estão fazendo alguém chorar? Chorar indevidamente. Porque é claro que, quando eu escolho fazer o bem, quem gosta do mal vai chorar. Mas eu estou falando de chorar indevidamente. Será que eu estou prejudicando? Estou gerando dor? Desnecessário no outro? Essa é a primeira pergunta. A segunda é, onde Deus me plantou?
Onde eu fui colocado? Será que eu estou fugindo? Fugindo das responsabilidades? E vem uma terceira pergunta. Será que eu estou negando a minha essência? Os meus talentos, os meus dons? Será que eu sou aquele que está enterrando os talentos por medo? Por covardia? Medo de crítica? Covardia? Será que eu sou aquele que enterra talento? Então, essas são as três perguntas que eu acho que ajudam a nortear. Não tem uma receita de bolo, mas são três boas perguntas que acho que a gente, toda semana, tem que fazer. Conhece a ti mesmo aquela sugestão de perguntas que o Santo Agostinho orienta a gente lá no Livro dos Espíritos.
Isso. São as grandes perguntas. Mas vamos conhecer esse sal, esse diamante escondido? Vamos, Eleonora. É o Salmo 23. O Salmo 23. E, aí, nós vamos ter que entender. Eu vou ler aqui rapidinho. Você tem ele aí, Eleonora? Eu estou com ele em inglês aqui. Vou traduzir aqui. Tá, você está pegando ele? Estou chegando aqui no Salmo. Ah, tá. Não. Aqui na Bíblia de Jerusalém, está o Salmo 23, 22. O bom pastor? Não. Isso, esse mesmo. É porque tem um probleminha de numeração da Bíblia hebraica com as traduções. É por isso. Ah, que saborinho.
Tá chegando, né? O bom pastor, Salmo de Davi. Então, vamos lá. É a Bíblia de Jerusalém, tá? Tá ótimo. Tá ótimo. Então, tem os problemas de tradução, né? Então, a gente vai tentar eliminar esses problemas de tradução para que a gente possa fazer uma interpretação correta, né? Então, esse Salmo, ele começa assim, Eleonora. Vou pegar aqui, ó. Ele começa… Eita. Mismor, lê Davi. Mismor é o canto poético. Então, Mismor é quando o Júlio pega um poema do Parnás de Alentum e transforma numa música. Isso é o Mismor. O Mismor é um cântico.
É um coro que tem uma letra toda rimada. Toda rimada. Então, essa é uma letra de uma música. É como se fosse a aurora do Tim e Vanessa, né? Letra do Glados. É isso. Mismor é um cântico. Lê Davi. Cântico de Davi. Os Salmos eram cantados. Os Salmos eram o Tim e Vanessa do povo hebreu. Né? Só que o Tim e a Vanessa era o Davi. E o Davi tinha ali um grupo de músicos, de poetas, auxiliando ele, porque ele era o rei e ele gostava de cantar. Ele devia ter o seu coro ali, né? Então, o Mismor, lê Davi. É o cântico de Davi. E esse cântico, ele começa assim.
Começa com o nome, o tetragrama, que não é pronunciado. Algumas escolas evangélicas chamam de Yavé, mas não se pronuncia, né? Então, os hebreus chamam o tetragrama de Adonai, meu senhor, né? E o Salmo diz assim, ó. Adonai roi roi Adonai que me apacenta. Roi é um verbo. Adonai que me apacenta. Quem apacenta é o pastor. Mas aqui é uma coisa bonita do hebraico, Eleonoro. O hebraico não usa substantivo. Ele usa verbo. Então, ele não usa assim. Ouvinte. Ele fala o que ouve. Ele não fala comerciante. Ele fala o que comercia.
Aquele que vende. Ele não fala pastor. Ele fala aquele que apacenta. Olha que bonito isso. Isso é bonito porque o que Jesus vai pedir pra Pedro? Pedro apacenta minhas ovelhas. O que é apacentar? Apacentar é cuidar. Cuidar. Cuidar no sentido mais amplo. Dar alimento. Dar água. Tosquear. Tirar o excesso de pelo. Levar para o aprisco. Tirar do aprisco. Fazer a caminhada pra ovelha poder andar um pouquinho. Né? Levá-la pra pastos. Né? Pra ela poder passear. Levá-la a riachos pra ela poder beber a água. Conduzi-la. Isso tudo é apacentar.
Então, apacentar é o supremo cuidar. Então, o que que o Salmo está dizendo, Eleonor? O Senhor é quem cuida de mim. Ele é quem me apacenta. Então, eu sou a ovelha, ele é o que apacenta. Ele é o pastor. Ah, Haroldo, mas por que você está explicando essa questão do verbo? Porque se eu falo pastor, a gente não tem toda a dimensão do verbo. Né? Você pensa só no pastor, lá com o cajado, fica meio sem entender o que ele faz. E aqui, com o verbo, que é o que está no Salmo, fica mais claro. O Senhor alimenta, dá água, leva pra andar, conduz e faz a tosquia.
Ele também deixa, tira todo o pelo. Precisa tirar. Precisa fazer a tosquia. Precisa fazer a poda. Né? Então, ele faz isso tudo. Fica, tá complicado, Eleonora? Não, é o que cuida. Porque, senão, o pastor ele parece uma pessoa, né? Quando você fala… Ele parece uma pessoa. Isso. Aquilo que ele faz, né? Aquilo que ele cuida. E ele conduz. Então, aqui no Salmo 23, Eleonora, eu já tenho o tema do êxodo. Porque no êxodo, Deus não conduziu o povo pelo deserto? Conduziu. Ele alimentou? Alimentou. Como que ele fez? Ele fez o maná cair do céu, Eleonora.
Ele deu água? Deu. Ele não feriu a rocha e não jorrou a água da rocha? Jorrou. Ele não protegeu? Protegeu. Ele não chamou atenção? Não corrigiu? Corrigiu. Tosqueou a ovelha. Tosqueou. Orientou também, né? Orientou. É? E veja que esse tema, Eleonora, ele vai aparecer lá no capítulo dez do Evangelho de João. Onde Jesus vai dizer, e eu sou pastor da terra. Deus é o pastor do universo e eu, Jesus, Cristo, Messias de Deus, sou pastor da terra. Olha que bonito. Puxou aí o tema, né? Então, que que a gente aprende aqui, Eleonora?
A peregrinação não é feita sozinha ou sozinha. Você está sendo conduzido por aquele que apacenta. Então, a existência corporal é Dificílima, ela é desafiadora, ela é dolorosa, mas existe alguém conduzindo. Existe alguém conduzindo. Deus e Jesus. Que é o seu braço direito aqui na terra. Ficou alguma dúvida, Eleonora? Será que o pessoal… O pessoal está comentando que está claro. Está claro. Agora vamos para outra frase. Aqui tem um erro absurdo de tradução. Absurdo. O texto diz assim. Então, vamos lá. Adonai roi er Er Sar.
Er sar. É um verbo. Então, o primeiro versículo, esse Salmo, né, 23, versículo 1, ele tem um substantivo e dois verbos. Adonai roi Adonai roi e er sar. É o outro verbo. Er sar. E na frente desse verbo, na frente desse verbo, Eleonora, tem um lo. Então, eu vou ler tudo. Me esmorle Davi Adonai roi lo Er sar. Lo é não. Não. Então, Adonai me apacenta não me falta. Não falto. Olha isso. Então, essa tradução nada me faltará, é um absurdo de errar. Não está dizendo isso aqui. Não está dizendo isso. E mais, o verbo está na primeira pessoa, que é curioso.
Então, está dizendo assim, lo Er sar. Não falto. Está na primeira pessoa, Eleonora. Como se Deus estivesse falando. Não falto. O verbo está na primeira pessoa. Então, Adonai me apacenta e aí, como assim? Não falto. É Deus que não falta. Então, Ele não se ausenta. Ele não deixa um vazio. Ele não deixa de conduzir. Ele está sempre presente, porque vai faltar um tanto de coisa pra você. Mas Ele não. Ele não. Olha só, nunca imaginei. Pode faltar tudo. Vai faltar nossa. Vai faltar saúde. Vai faltar afeto. Vai faltar dinheiro.
Vai faltar um tanto de coisa na sua encarnação. Porque nós vamos passar por um período de escassez, de dor, de expiação dolorosíssima. De provações dolorosíssimas. Mas a presença dEle não falta. Então, Ele está dizendo, lo er sar. Eu não faltarei. Porque eu, o verbo, está na primeira pessoa. Aí vem a Bíblia de Jerusalém e as outras Bíblias e traduz. Nada me faltará. Não existe a palavra nada no versículo. Não existe isso. Não existe isso. Então é eu não falto. Eu não falto. Está na primeira pessoa, como se Deus estivesse falando.
Não falto em qual sentido? Eu estou sempre presente. Então, Deus é o guia que está sempre presente. Sempre presente. Até aqui? Ajudou, Eleonora? Só surpresas. Só surpresas, né? Bom, aí Vem vem vem vem os aspectos do apacentar. Os aspectos do apacentar. Ele me guia, Ele me faz deitar em pastos verdes. O que é faz deitar? É a ovelha. Ele faz a ovelha deitar em pastos verdes. Ou seja, existem períodos de bonança. Existem períodos de oportunidade. Existem períodos em que nós estamos tendo aprendizado, em que nós estamos usufruindo de vontade.
São os pastos verdes. Se alimentando, né? Aí você deita ali no pasto verde, repousa. Ele me conduz para águas tranquilas. Então, são os períodos de tranquilidade. São os períodos da nossa encarnação de tranquilidade. Mas não é só isso, né? Não é só isso. Por quê? Agora vai mudar, Eleonora. Ele me guia por caminhos da justiça. O que é isso, Eleonora? O que é guiar a gente pelos caminhos da justiça? É o encontro com a justiça, Eleonora. Com qual justiça? Adivinha. O que é isso, Eleonora? Expiação. Expiação e prova. Expiação e prova.
É quando você tem um encontro com a justiça divina. É quando você tem que reparar todo o mal que você causou. É quando você tem que regenerar. É quando você tem que corrigir. É lei de causa e efeito. São os períodos de purificação da alma. É quando a ovelha é tosquiada, Eleonora. Olha só. Ela tá toda fofinha, o pelo dela tá grande, vem lá e tira tudo. Ela fica peladinha. Já caminhou pelo campo, já tomou água pura, já tá bem gordinha. Chegou a tosquia dela. Chegou a tosquia dela. Olha só. Ele refresca minha alma. Você vê que tá depois do…
Eu pulei um pedacinho aqui, né, Eleonora? Ele me conduz a águas quietas e mansas e refresca minha alma. Então, até lá, verdes fastos, águas tranquilas, refresca minha alma, são os períodos de crescimento, os períodos de investimento em nós. Os períodos de aprendizado. Aí agora vem, ele me guia pelos caminhos da justiça. Agora, por quê, Eleonora? Por maldade? Pra castigar? Não. Não. Por causa do seu nome. Pois é. Pela santificação do nome. Esse é um tema importantíssimo, hein? A santificação do nome de Deus. Isso tá em êxodo, Eleonora.
Deus disse assim, se arrependam, coloquem o sangue do cordeiro na torta. Não importa se é hebreu ou egípcio. Deu o aviso pra todo mundo, inclusive pro faraó. Coloque o sangue do cordeiro na porta. Eu vou enviar o anjo da morte. Qualquer casa que tiver, o anjo vai pular. Agora, se não tiver, vai se cumprir a profecia. Alguns egípcios, Eleonora, colocaram, sabia disso? Algumas famílias egípcias colocaram. Porque eles se arrependeram, eles ouviram os hebreus e colocaram, né? No simbolismo bíblico, né, gente? Os hebreus colocaram.
Quem não colocou? Quem não colocou, o primogênito faleceu. Então, o que que significa isso, Eleonora? O nome de Deus é sempre santificado. Ninguém viola a lei divina e sai impune. Ninguém. Por quê? Porque a lei divina é santa. A lei divina é divina. Ela é divina. Eu posso perturbar temporariamente a harmonia divina. Temporariamente. Mas, a própria lei divina tem mecanismos para que o causador da desarmonia rearmonize aquilo que ele prejudicou, aquilo que ele desarmonizou. Então, quando a ovelha é encaminhada para o encontro com a justiça, é para que a justiça seja santificada.
Jesus diz isso. Pai nosso que estás nos céus, santificado seja teu nome. É isso aqui. É isso aqui. É a prova para que o aluno passe de ano. Não, é mais do que isso, Eleonora. É a prova de que a lei divina é infalível. E de que não há nenhuma exceção na lei divina. Não existe impunidade na lei divina. Não existe jeitinho na lei divina. Isso é bonito, né? Ele nos leva, ele nos guia. Interessante que ele guia, né? Ele me guia. Então, o que é santificar o nome de Deus? Quem respeitou a lei divina recebe as bênçãos da obediência.
Quem desrespeitou a lei divina recebe as consequências na forma de expiação, reparação e arrependimento da perturbação e do mal que foi criado pela própria pessoa. Com isso, o nome divino é santificado. Aqui, lembrando o nome, o que é nome em hebraico, né, Eleonora? O nome é o que a pessoa faz. O nome é a ação da pessoa. Então, Abraão é o pai das multidões, porque ele é o pai do monoteísmo. E o nome de Deus? Deus é o criador. Deus é o justo juiz. Deus é o pai misericordioso. Deus é soberanamente justo e bom. Então, ninguém vai diminuir o atributo dele.
Ele nunca vai ser injusto. E ele nunca deixará de ser boldoso. Por isso que toda perturbação será corrigida, será devidamente corrigida pela lei divina. Esse é o momento em que a ovelha é conduzida pelos caminhos da justiça por segurança para salvar guardar o nome, os atributos de Deus. Eu estou só explicando aqui mais rápido, não é, Leonor? Aí ele diz, mesmo que eu percorra os vales de sombra, dos vales da sombra, esses vales da sombra, Leonor, é a morte. É o morrer. Algumas traduções até colocam assim, né? Mesmo que eu percorra o vale da sombra e da morte.
É. É porque não tem a palavra aqui morte, né? Não tem a palavra morte. Então, o texto original diz e mesmo que eu caminhe através, caminhar através é percorrer, que eu percorra o vale da escuridão, o vale escuro, não temo nenhum mal. Não temo. Mesmo no momento do morrer, mesmo quando que eu tenho que encarar o morrer, né? O morrer que é, vamos imaginar, Leonor, é a coisa mais grave da encarnação, não é? É o que a gente mais teme, teoricamente, não é? Não a morte, porque a morte, o Gilberto Gil fala assim, né? Eu não tenho medo da morte, porque a morte, aí já aconteceu, eu já estou do outro lado.
Eu tenho medo é de morrer. Porque o morrer é a passagem. O morrer é o momento ali que eu estou. Eu ainda estou encarnado e estou começando a desencarnar. Eu estou entre um e o outro. Eu não estou do lado de lá ainda. Eu não sei como é que será esse momento. Então, o Salmo, ele toca nisso. O que ele está querendo dizer aqui? Existe perigo maior do que esse? Existe dano maior do que esse? Não. Então, ele pegou o maior dano, ele pegou a coisa mais grave da encarnação e falou, ainda que eu tenha que passar por esse processo, eu não temerei nenhum mal, porque você está comigo.
De novo afirmou. Lembra lá no primeiro versículo? Eu não falto. Adonai, é que me apacenta. Eu não falto. Como se Deus estivesse falando. Eu não falto. Eu nunca estou ausente. E aqui o salmista está cantando. Mesmo que eu esteja atravessando a morte, que eu esteja morrendo, eu não temo, porque você está comigo. Deus está sempre conosco. A presença dEle é eterna, constante, permanente. A presença dEle, não são as dádivas dEle. Porque a gente acha que Deus está presente quando Ele está derramando bênçãos, alegria, prosperidade.
Não. A presença dEle não é só isso. Na água e nos campos verdes, né? Isso. A presença de Deus não é só quando eu estou deitado na relva verde, tomando água fresca. Não. A presença de Deus é no momento que você está morrendo. É o momento que você está ali morrendo. Ele está presente. Aí Ele continua, Leonora. Sua vara e seu cajado me confortam. O que é isso, Leonora? O que é vara e cajado? É os instrumentos do pastor, espiritualmente. O que o pastor faz com a vara, Leonora? Ele conduz o povo. Não, não. Conduz, ele conduz com o cajado.
Ah, o cajado, é. O que ele faz com a vara? Dá umas bastonadas. Com a vara, Leonora, ele corrige a ovelha rebelde. Coloca no caminho certo, né? Isso. Ele corrige. Corrige. Então, o que é a vara? A dor. A dor. A vara é a dor. É a dor que nos corrige. É a dor que faz a ovelha voltar para o caminho reto. É a dor que faz a ovelha obedecer o pastor. É a dor. Então, a dor é uma vara descer no seu lombo. Descer no seu lombo. A Marisa Calvi está perguntando, está falando, não é castigo. Não, Marisa, porque o pastor não fica batendo na ovelha.
Ele não fica lá batendo, não. A vara é para que a ovelha volte ao caminho. É só isso. E o cajado? O cajado é um símbolo do pastor. O cajado e as cajadas, Leonora, do pastor no Oriente Médio, quando ele movia, ele fazia um barulho, Leonora. Porque ele costumava ter umas quinquilharias amarradas nele. Então, aquilo ali é uma referência para o ovelho. O cajado é a referência de onde o pastor está. É o que guia a ovelha. É a bússola. É o sinal de que Deus está ali e não lá. Então, você fala, eu devo seguir por esse caminho ou devo seguir por aquele outro?
Aí você para e escuta o barulho do cajado. Aí você fala, eu vou pra cá. É aqui que Deus está. Esse outro caminho que eu tô querendo escolher, não tem Deus nele, não. Esse outro caminho que eu tô querendo ir, Deus não tá lá. Nessa minha escolha. Agora que você falou, eu lembrei, a gente tem aquelas imagens, eles tem uns guizos, né? Onde ele vai caminhando, ele vai emitindo um som. É lá que Deus está, né? Isso aí. Orienta. Então, o cajado é o símbolo do guia. Da orientação. E, principalmente, da referência de onde Deus está.
Da referência daquilo que Deus aprova e daquilo que Ele desaprova na sua vida. Se você não estiver ouvindo nem vendo o cajado, você está no caminho do mal. Você está no caminho errado. Olha que bonito, né? Olha só. Gente, eu tô usando a metáfora da ovelha, né? O pessoal tem que usar aí a imaginação metafórica. Né? Pensa numa ovelhinha. Se a ovelha estiver no caminho errado, ela não vai ver o cajado. Ela não vai ouvir o cajado. Está no caminho errado. Ela desviou. Ela é uma ovelha perdida. Que Deus vai atrás, né? Errada.
Né? Ovelha perdida, ovelha desgarrada, não enxerga cajado. Ovelha perdida, ovelha desgarrada, não ouve som do cajado. Porque ela está no caminho errado. O pastor não anda por caminhos errados. Quando você está errando, você está sendo observado, mas Deus não está do seu lado. Porque diz Emmanuel, abre aspas, a providência divina não pode descer para errar conosco. Deus não desce da sua grandeza para errar com seus filhos. Você pode até achar que Deus está te apoiando, mas isso é uma ilusão. Isso é uma ilusão. E não tem como não lembrar da fala de Jesus, eu vim para as ovelhas perdidas da casa de Israel, né?
Isso. Nenhuma ovelha vai ficar perdida. Ele tem que reunir todas. Agora, olha, Saulo de Tarso era uma ovelha perdida e desgarrada. O que que Jesus disse? E eu mostrarei a ele o quanto deve padecer pelo meu nome. O que que é isso? Vara no lombo. Vai pro deserto. Então, é o seguinte, Eleonora, tem ovelha que está experimentando vara e tem ovelha que está experimentando cajado. Quem está experimentando vara é porque está perdida e desgarrada. Quem está experimentando cajado é porque está seguindo, mesmo que esteja difícil.
Mesmo que você esteja sendo conduzido para um encontro com o caminho da justiça, que se chama expiação e prova, mas pelo menos você está no caminho certo. Olha que bonito isso. Eu posso estar na dor profunda, imensa dificuldade, mas se eu estou no caminho certo, que é o caminho do encontro, eu estou encontrando a justiça. A justiça divina está purificando a minha alma. Eu estou no caminho certo. Eu vou ter cajado. Agora, ovelha desgarrada tem encontro com a vara. Que são os processos educativos dolorosos. Processos educativos dolorosos.
Muito dolorosos. Muito dolorosos. Muito. Não é pouco, não. É isso. Agora, Eleonora, para a gente terminar, entra um negócio aqui estranho. Parece que sai totalmente. É outro Salmo. Olha aqui, Eleonora. Prepara uma mesa na presença dos meus inimigos. Olha isso. Unge a minha cabeça com óleo. Minha taça transborda. O que é isso? Uma mesa, os seus inimigos olhando para você e Deus ungindo a sua cabeça e o seu cálice divino transbordando. O que é isso, Eleonora? Que símbolo é esse? Eu penso em Jesus, não sei. Entendi, mas eu tô falando que…
Que negócio é esse? Eu tô falando de ovelha, agora virou um banquete? Cadê as ovelhas? Mudou? Mudou, né? Mudou. Mudou agora para o símbolo do banquete? Mudou. É a terra prometida, né? Então, eu vou contar aqui, Eleonora. Porque tem tudo a ver com êxodo. É aqui que a gente tem que entender êxodo. Eleonora, quando o povo hebreu foi libertado do Egito, o que o povo egito fez? Saiu correndo atrás do povo hebreu. Então, o povo hebreu estava fugindo. E o inimigo atrás? O inimigo atrás. O inimigo perseguindo. O inimigo num exército muito maior.
Um inimigo muito mais poderoso. É claro que esse inimigo é uma grande metáfora, né, Eleonora? Esse inimigo aqui pode ser a somatória dos grandes equívocos em centenas de encarnações nossas. Esse inimigo aqui pode representar os nossos vícios, mas pode representar a perseguição, os obsessores, os inimigos, aqueles que estão vindo para prestar conta, aquilo que te faz escravo. Então, você foi libertado, mas a escravidão está te procurando ainda. Você não está totalmente livre. E aí, Eleonora, eu vou contar uma coisa aqui do mundo antigo.
No Oriente, na época de Jesus, existia uma lei suprema chamada Lei da Hospitalidade. Porque é o seguinte, Eleonora, era muito difícil você viajar pelo deserto. Era muito difícil você se deslocar. Porque faltava comida, faltava água e você podia morrer. Então, havia um acordo, Eleonora, de dar hospitalidade ao peregrino. Ser hospitaleiro com o peregrino. Isso era uma regra máxima. Máxima. E o que acontecia, Eleonora, quando você estava fugindo de um inimigo, se você chegasse na tenda de um anfitrião e ele te acolhesse e esse anfitrião fosse poderoso, o inimigo não te atacava.
Porque você foi acolhido. Então, qual que é o símbolo aqui, Eleonora? Acho que a Eleonora travou. Voltei, voltei. Internet deu mal. O inimigo não te atacava quando você era hospedado. Não te atacava. Agora o anfitrião te recebeu. O anfitrião te recebeu. O anfitrião é mais poderoso. Então, qual que é o símbolo aqui, Eleonora? Você foi liberta da escravidão do Egito. O Egito está atrás de você. O inimigo está te perseguindo, mas Deus te deu hospitalidade. Deus te acolheu na tenda dele. Como é que é o nome da tenda de Deus, Eleonora?
Começa com T e termina com N. O tabernáculo, né? O tabernáculo não é a tenda de Deus? Então, aqui no Salmo está dizendo o seguinte. Os peregrinos foram recebidos por Deus na sua tenda. E o que o anfitrião faz quando ele acolhe um peregrino, Eleonora? Ele lava os pés, ele unge a cabeça e ele serve um banquete com pão, vinho, peixe, carne, tudo. Ele serve um banquete. E aqui não é um banquete pouquinho, não, Eleonora? Aqui o cálice transborda. Ou seja, é um banquete maravilhoso. O que que é isso aqui? É o festim das bodas.
Isso aqui é bodas de canar. Isso aqui é uma recepção maravilhosa. Isso aqui é o pai acolhendo o filho pródigo. Mata o boi, faz uma festança para a aldeia inteira. É esse o símbolo. E o inimigo não terá acesso a você. A partir do momento que você foi acolhido no tabernáculo de Deus, a bondade e o amor te seguirão por todos os seus dias, Eleonora. E você vai habitar no tabernáculo de Deus pra sempre. Ai, que lindo. Estamos indo pra lá. Aí é a terra prometida. Terra prometida. Mundo celeste. Chegou. Chegou. Acabou. Não encarna mais.
Os espíritos puros não estão sujeitos à encarnação em corpos perecíveis. Não estão mais sujeitos a provas nem a expiações. Realizam a felicidade no seio de Deus. É isso. Nossa, que presente. Miniaturazinha do êxodo. É um salmo que é uma joia uma joia falando do grande êxodo. Nós somos peregrinos, Eleonora, e a nossa peregrinação acabará o dia que nos tornarmos espíritos puros, moradores dos mundos celestes. Aí, nesse dia, sua cabeça será ungida, seu cálice vai transbordar, a bondade e o amor te acompanhará pela eternidade.
Aí começa a sua vida espiritual de espírito puro, felicidade suprema, sem nenhuma mágoa. Até lá, somos peregrinos. Somos peregrinos e não devemos temer nem a morte, nem morrer, porque a presença divina nos acompanha. E onde que a presença divina está, Eleonora? No tabernáculo. Por quê? Porque o tabernáculo peregrina com a gente. Deus peregrina com a gente. Ele nos aguarda, mas Ele também caminha junto, porque Ele está em todos os lugares. Ele está na chegada, Ele está na partida, e Ele está na travessia. Nossa, como é importante, né?
Importantíssimo para esses momentos de tribulações de todos. Deus está conosco sempre. Está conosco sempre. Era isso que eu queria trazer, trazendo aí o texto original, explicando alguns erros de tradução, para que a gente possa compreender o contexto do Salmo. Para que a gente possa compreender o Salmo na sua verdadeira acepção. Então, vai te faltar muita coisa. A única coisa que não vai te faltar é a presença de Deus. Em toda caminhada. As situações, Ele estará presente. Olha, não é pouca coisa. Agora, a pergunta é, você estará do lado dEle?
Você estará do lado do cajado ou do lado da vara? O Paulo diz isso. O Paulo diz isso, Eleonor. O Paulo fala pros gálatas. Eu estou indo aí. Vocês querem que eu vá com um abraço ou com vara? Umas varadinhas de vez em quando, né? Exatamente. Nossa, Haroldo. Nossa. O pessoal está aqui colocando gratidão, gratidão. Lindo demais mergulhar nesse oceano de conhecimento. Clareou tudo agora. Esse é o nosso êxito, né? Esse é o nosso êxito. Esse é o nosso êxito. Rumo à Terra Prometida. Que assim seja. Rumo à Terra Prometida. Onde jorra leite e mel.
Olha aí. A sabedoria e o amor puro. Jorrando. Sem fim. É isso. Muito bom. Amigos, esse banquete, né? Um banquete de sexta-feira. Todo mundo vai ficar refletindo. Todo mundo vão fazer as anotações nas suas nas traduções bíblicas. Agradecer a presença de todos. Haroldo, muito obrigada. Colocou uma luz aqui nesse salmo. É um diamante, né? É. Salmo de confiança. É muito interessante, né? Muito. O pessoal está aqui colocando. Muito obrigada. Gratidão. Que lindo. Que coisa boa. Graças a Deus. Não é isso, gente. Um feliz carnaval, um bom feriado.
Um bom descanso pra todos. Quem puder ir à Goiânia, vá. Quem não puder, acompanha aí os estudos, né? Vai ser um congresso muito bom. Isso mesmo. A gente retorna depois na outra semana. Nos encontramos semana que vem. Beijo a todos. Uma boa semana, um bom feriadinho. Nos encontramos semana que vem. Força pra todos. Fica com Deus.
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.

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