#069 – Estudo do Velho Testamento – Livro Êxodo

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Neste episódio, Haroldo Dutra Dias dá início ao estudo do Livro do Êxodo, a segunda parte da Torá, que os hebreus consideram uma unidade com Gênesis. O estudo aprofunda a compreensão da criação e da natureza humana, conectando-a com as pragas do Egito e a jornada de libertação.

O que é estudado neste episódio

  • A Unidade da Torá: Gênesis, Êxodo, Números, Levítico e Deuteronômio são apresentados como um único livro, a Torá, que reflete a unidade de Deus.
  • A Criação em Gênesis: Análise do capítulo 1 de Gênesis, versículos 20, 24, 25 e 26, que descrevem a criação dos animais da água, do ar e da terra, culminando na criação do ser humano.
  • O Significado de “Adão”: Explicação da palavra hebraica “Adão” como “o humano”, “o terreno”, “o ser terrestre”, diferenciando-o de “homem” no sentido de gênero (macho/fêmea).
  • Os Três Tipos de “Humanos”:
    • Elohim (Homem-Deus): Seres celestiais, puros e eleitos, co-criadores em plano maior, como Jesus Cristo (o arquétipo humano).
    • Adão (Homem Terreno): O ser humano em evolução, imperfeito, com vícios e interesses pessoais, mas buscando a transformação moral.
    • Homem Víbora (Homem Serpente): O ser humano que degradou, mergulhado no vício e na imperfeição, que zomba do bem e do esforço alheio, representando a depravação moral.
  • As Pragas do Egito e o Simbolismo: As pragas são interpretadas simbolicamente, divididas em três blocos (animais da água, do ar e da terra) e a última praga (morte dos primogênitos) envolvendo o ser humano. Isso demonstra que Deus é Senhor de toda a criação e do próprio ser humano.
  • A Escravidão e o Êxodo: A escravidão no Egito é apresentada como uma consequência da ação do “homem víbora” e o Êxodo como o processo de purificação e libertação dessa degradação.

Reflexões

  • A interpretação não literal da Bíblia, à luz do Espiritismo, revela profundos ensinamentos sobre a evolução do ser e a ação divina na criação.
  • A jornada do ser humano é um processo contínuo de transformação, saindo da condição de “homem víbora” para “Adão” (o humano em evolução) e, futuramente, para “Elohim” (o homem-Deus).
  • A união de esforços e a boa vontade são essenciais para a realização do bem, como exemplificado na produção dos livros do Portal SER, que são fruto de um trabalho coletivo e dedicado.

Ler transcrição do episódio

Estamos ao vivo novamente, garoto. Oi, Leonora. Boa tarde, Leonora. Boa tarde, amigo. Boa tarde, pessoal. Pessoal, né? Sejam bem-vindos ao Êxodo 2023. A gente já começou com as tragas do Egito, né? Como é que é o negócio? 2023 começou com as pragas do Egito todas, né? Agora você tem que tomar aí o caminho do Mar Vermelho. Com certeza, né, Bruno? Com certeza. Vamos lá. Queríamos dar uma boa tarde a todos que estão conosco, todos os amigos que estavam semana a semana perguntando quando é que começa a Êxodo, quando é que começa a Êxodo.

Começamos hoje com muita alegria, perseverantes, com bom ânimo e pedimos, né, a vibração de todos os amigos para esse início de ano e de estudos que possamos aproveitar muito o dia de hoje e os próximos estudos que virão. É isso aí. Amém. A gente já teve um encontro com vários, né, que estão, que nos acompanham aqui, Arul? Lá em Uberlândia, no céu. Muita gente foi lá no stand, foi lá cumprimentar, mandou abraço para Eleonora, agradeceram, né? E a gente estava… E era muito legal, porque às vezes eu via, assim, a pessoa se aproximando, se aproximando, com aquela carinha assim.

Você não me conhece, mas eu te conheço. Então foi muito gostoso. Aí a Zilma falando que eu estava no céu. Então foi muito bom. A Eleonora foi… Um recomeço também, né? Foi muito bom. Desse presencial, assim. Parece que está recomeçando tudo novamente, né? Esse ano promete mesmo. Os encontros, os abraços. É verdade, é verdade. E a gente… Graças a Deus. Graças a Deus. E lá a gente estava lançando essa coisinha linda aqui, que demorou a sair, né, Arondo? Mas que foi muito legal. O pessoal lá no céu, muita gente já adquiriu a obra, muita gente esperando, e a gente também muito feliz e agradecido que isso aqui, gente, é fruto do quê?

Dos estudos de gênesis que a gente fez anteriormente e que estão no canal, e que a gente compila com notas de rodapé, com as referências que o Arondo cita na íntegra muitas vezes, citando as referências, com a referência bibliográfica e também com o esquema do estudo, né? Então, muito legal. E a nossa proposta hoje, eu pedi ao Arondo, é a gente fazer uma conexãozinha entre esses livros, né? O que gênesis traz, como é que a gente conversa de gênesis com êxodo, né? E também apresentar um pouquinho dessa obra para quem não conhece, para quem não assistiu ainda os episódios de gênesis, né, e quem assistiu conhecer também.

Esse livro está, se você quiser adquirir, está lá no portal ser.org, você já consegue link para adquirir. Tem muita gente que já comprou, Arondo, e está esperando a gente mandar. Começa o envio para quem comprou na pré-venda, na segunda-feira. Então, não fiquem tristes por não terem recebido. Ainda em breve chegará e vai ser muito bom. Eu acho que seria bom a Eleonora contar um pouquinho, porque ela coordena, participa dessa equipe que transcreve, que organiza o livro, né, Eleonora? Acho que seria legal você falar das pessoas que participam desse trabalho, falar de como é o trabalho, para as pessoas entenderem os bastidores do surgimento de uma obra como essa.

Com certeza. Aí pode, fica à vontade, Eleonora. Eu não estou em casa, e a minha internet aqui é um pouquinho lenta, agora que chegou. Mas, sim, o livro é um trabalho de muitas mãos, né? A gente tem os amigos que transcrevem estudo a estudo. Então, transcreveram, né, a Josiane, que transcreveu os 100 estudos de Gênesis. A gente tem amigos que transcreveram Isaías, que transcreveram Levítico, que transcreveram, que estão transcrevendo Êxodo, né? Então, esse é o primeiro, o material que é usado para formar um livro, né?

Então, foi assim. A Josiane, ela transcreveu. A Melissa, que é uma jornalista, ela alterou a escrita, a falada, digamos assim, para uma escrita para livro, né? Literal. A Celeste também ajudou. Eu colaborei a organizar os capítulos, buscar as referências, porque quando o Haroldo fala, ele cita um livro, ele cita o outro livro, né? Então, a gente fica lá e busca os livros que foram, para que depois o pessoal possa ir lá e consultar. E tivemos o grande trabalho do João, o nosso amigo, que muitos aqui conhecem, né? O trabalhador aqui do Instituto Ser, que é um jornalista, né?

E fez toda a revisão, a final, assim. Então, é um trabalho de muitas mãos mesmo, de muitos anos, na verdade. Já faz um certo tempo que ele está semi-pronto, então o pessoal aproveitou a pandemia para a conclusão desse livro, e que é uma preciosidade, né? A gente estava lendo agora, e nas revisões, e como é atual as reflexões de genes. Sempre atual, né? E o pessoal está perguntando aí se os 100 episódios dos estudos já estão nos livros. Não, não. Nós teremos uma série de genes com vários volumes, porque para conter em volumes esses 100 episódios de livros, dois exemplares não bastam, né?

Então, a gente vai ter vários volumes, aos pouquinhos eles serão lançados, porque é esse trabalho que a Eleonora descreveu, é um trabalho árduo, conta com muitas mãos, com muita pesquisa, e você passar da linguagem oral para a linguagem escrita de um livro é um trabalho muito delicado, exige muito cuidado, não é fácil, né? Porque, para você ter uma ideia, do volume de informação que é trazido numa live como essa, num estudo como esse. Se compilássemos em um livro esse estudo, realmente nós teríamos aí um livro para lá de 500 páginas, com muitas referências, né?

Porque existe muita hiperlink, né, Haroldo? Aqui no estudo, você remete a uma obra, remete a outra, traz um exemplo, e isso tudo a gente não tem noção de quanta informação é, de quanto conteúdo está aqui no estudo. E o objetivo do livro é trazer uma outra forma de estudar, porque a gente estuda por aqui, assimila muita coisa, mas quando a gente transforma num material escrito, isso ganha para nós uma organização diferente, né? A gente estrutura aquele estudo, então você tem um tema que é abordado em diversos episódios, então você tem que às vezes compilar, resgatar aquela fala, uma fala sobre aquele tema para trazer para o capítulo, né?

Então, por isso é um processo bem demorado e bem cuidadoso por conta das referências, conferir as citações, conferir se o texto que o Haroldo citou aqui no ao vivo, às vezes de memória, está literalmente de acordo com o texto original, né? Então, conferências de citações, então é bastante coisa. E esse trabalho voluntário da turma que assiste e tal, ajuda muito. Com o tempo, nós vamos engajando aqui com vocês todos, e todos vão poder ajudar um pouco, né? Para que essas coisas sejam mais fáceis, inclusive, de compilar, mas é isso.

Então, nós estamos no segundo livro, para você ter uma ideia, eu acho que a gente não chegou no vigésimo episódio, né? Então, é muita coisa. Mais ou menos por ali mesmo. O pessoal está perguntando, Julio, como que adquire o livro? No portal ser.org, tem o link para você adquirir o livro, portal ser.org. Por enquanto, no portal ser.org, porque foi recém-lançado, então não tem todas as plataformas, ainda não está tão distribuído. O pessoal está perguntando também se eu levo… Pessoal, eu não levo livro para evento, está bom, gente?

Quando o pessoal faz evento, é a organização do evento que estrutura livraria, que estrutura venda de livros, até porque os meus livros espíritas, eu dou os direitos autorais, os direitos autorais não me pertencem. Como é o caso dessa obra, os direitos autorais estão doados para o Instituto Ser. Então, é a organização do evento que promove a compra dos livros, o stand, a venda. Então, em nenhuma viagem minha, eu levo livro, eu não levo nenhum exemplar, nem o meu. Tomando com iPad, geralmente o livro está no meu iPad.

Então, tem que entrar em contato com a organização, mas eu aconselho comprar pelo site, porque você faz aí, compra pelo site, recebe em casa, na comodidade da sua casa, eu acho que fica mais fácil. O gostoso é quando você está em um evento que tem uma livraria, é bacana, porque aí você vê o livro, pega e tal. Mas eu não sei, o pessoal está cantando assim, Porto Alegre, eu não faço ideia, se terá ou não. É uma coisa que eu nem pergunto. Quando eu vou fazer uma palestra, eu nem entro nessa parte, se eles estão levando, se vai ter…

Geralmente, quando tiveram essas dúvidas, vocês podem entrar no atendimento do Portal C, tem na página, tem lá o atendimento, via WhatsApp, e tem alguns eventos que o CER participa, como no CEL. Aí, a gente estando presente, a gente leva livros e tal. Então, mais perto dos eventos, vocês nos informam, para a gente saber se a gente vai estar presente nesse evento. Geralmente, quando não presentes, pode ser que a livraria peça os livros e tenha os livros lá. Mas a gente vai conversando pelo WhatsApp, essas coisas todas resolvem.

Teve uma pergunta aqui também, se tem o Combo. Tem lá. Se você clicar lá, tem a opção de você comprar tanto o volume um quanto o volume dois. Lembrando sempre que se tiver dúvida sobre a compra, tem um link no WhatsApp, você clica, abre uma chamada lá e vai ter gente para te orientar sobre a compra. Mas hoje a gente, além de falar que está vindo, a gente quer falar um pouquinho dela, relembrar, que para nós é muito bom relembrar o Estudo de Gênesis quando na sua obra. A gente tem alguns capítulos muito interessantes aqui que eu acho que algumas coisas nós revisitamos em êxodo.

Só no sumário nós temos a onipresença de Deus, Jesus Cristo, o novo Adão, Jesus à luz do mundo, determinismo e livre-arbítrio, águas de baixo e águas de cima, o princípio da unidade divina, o terceiro dia, o reino vegetal e a conversa com a irmã Ayla, que é Patos, Deus consigo ou sentir com Deus, que é uma conversa do Aruto com a Ayla, que foi super gostosa, da mesma maneira que tem no primeiro livro, que foi muito boa e tal. Então, o tema desse livro começa com o primeiro capítulo com a onipresença de Deus. Que bacana, me deu até vontade de ler o livro, viu?

Fiquei curioso agora. Vou saber o que é que você falou. Quando eu chegava no dicionário, eu falava assim, olha, assisti uma palestra, que bacana, viu? Fiquei assim, gostei de umas coisas lá da palestra, e você falou, que palestra? Não, uma palestra que eu fiz. Na hora fica inspirado, e depois os leitores vão embora, e fica só a gente, né? Nesse primeiro capítulo, Aruto, você vai falar assim, né? Tá trazendo a onipresença de Deus, aí você fala no finalzinho, né, que assim notamos que o Espiritismo pode contribuir muito para a evolução do pensamento religioso na Terra.

Sendo seu estudo fundamental para compreendermos como tudo se dá, especialmente para entendermos o conceito de fluido cósmico. Olha só. Nosso objetivo com essa conexão é caminhar para que a nossa fé seja raciocinada, para que consigamos ter uma fé capaz de ler a lei de Deus no cosmos infinito, no livro da natureza. Vamos aqui no primeiro capítulo, né? Bom demais, bom demais. É, mas tem umas conexões, né, Júlio? Eu pensei pra hoje, assim, da gente comentar algumas… Bom, a primeira coisa que é importante dizer. Os hebreus chamam o que nós chamamos de Velho Testamento, eles não chamam assim, né?

Evidentemente. Então, eles dividem e os primeiros cinco livros são chamados de Torá. Há um jargão que é Deus é um, a Torá é uma. Então, eu acho que esse talvez seja o primeiro princípio que a gente precisa absorver. Gênesis, Êxodo, Números, Levítico, Deuteronômio é uma coisa só, é um, porque Deus é um. Então, são manifestações, são abordagens, são faces, são setenta faces de uma mesma Torá. Isso é importante. A gente divide o livro Gênesis e o livro Êxodo, Beleshit, Shemot, em hebraico, para efeito didático, porque é o mesmo livro.

Então, esse é o primeiro ponto. É o mesmo livro, falando da mesma coisa. Há uma similitude de tema, sim. Gênesis fala do Altíssimo, do Criador e da sua criação. Deus e sua criação. Dentro da criação, nós temos uma criatura dentre todas, dentre todas as coisas criadas e dentre todos os seres criados. Só para a gente poder ter um pouquinho de humildade, para a gente ter um pouquinho de humildade. Nós somos uma das criaturas dentre todas as criaturas de Deus, dentre tudo o que foi criado por Deus. Então, a gente precisa ter essa humildade, porque às vezes a gente acha que nós somos a única criatura de Deus.

Não é verdade. Então, no primeiro capítulo de Gênesis, nós temos um elenco, nós temos uma lista das coisas criadas por Deus e dos seres criados por Deus. E há uma espécie de criatura e aqui eu preciso só fazer uma, explicar um pouquinho do hebraico e para explicar o hebraico eu tenho que voltar para o português. Em português, em português, a palavra homem ela tem mais de um significado. Quando eu digo homem, eu posso estar me referindo ao oposto, o par homem-mulher. E aí eu estou falando de gênero sexual, homem-mulher.

Mas, em português, a palavra homem ela também significa a espécie humana. Então, eu posso dizer o elefante, o tigre, o leão, o boi, a ovelha, o homem, o humano, a espécie humana. Em hebraico isso não acontece. Em hebraico eu tenho uma palavra específica para homem e mulher, macho e fêmea, eu tenho uma palavra específica. Então, eu não posso usar essa palavra, a palavra que é traduzida, geralmente, por macho, ou varão, varoa. Eu não gosto disso. Varão e varoa, não é? Macho e fêmea fica até melhor. Mas, em hebraico, você tem uma palavra específica.

E a palavra específica para designar o gênero masculino, ela não pode ser utilizada para o gênero humano. É outra palavra. Então, a palavra ser humano, a palavra homo sapiens, em hebraico, adivinha qual é? Adão. Adão. Adão. Então, Adão, Adão é o humano. É o humano. O humano, em meio aos animais da água, aos animais do ar e aos animais da terra. Essa é a ordem. Quando a gente lê o capítulo, especialmente o capítulo 1, versículo 26 de Gênesis, há esse resumo. Há esse resumo. Então, sempre essa divisão. Os animais da água, os animais do ar e os animais da terra.

E, no meio desses animais, o homo sapiens, ou a espécie humana, cujo nome, a palavra em hebraico é Adão. Por quê? Adão deriva de Adamar, que é terra argilosa. Terra de argila, barro, terra vermelha. Então, Adão, em hebraico, é o terreno. O terreno. O ser terreno. O ser terrestre. O ser corporal, feito de carne perecível. Esse é o Adão. E aí é importante, porque, geralmente, há uma confusão, porque lá na frente, quando você toma o Adão, o humano, e transforma ele em macho e fêmea, a fêmea passa a ser chamada de Eva e o macho passa a ser chamado de Adão também.

E aí gera uma confusão, não é? Gera uma pequena confusão aí. E a gente fica imaginando que Adão é o primeiro macho, Eva a primeira fêmea. Aqui, para usar uma palavra bem forte mesmo, no sentido biológico animal, porque nós estamos comparando com as outras espécies animais. Então, gera essa confusãozinha. Bom, por que eu estou dizendo isso? Por que eu estou dizendo isso? É importante esse versículo 26? Eu vou ler aqui, Júlio. Ele diz assim, olha. É o seguinte, eu vou pegar ele aqui. Vamos primeiro para o 25, não é? O 25.

Está assim. É que eu estou com texto hebraico. Vai assar Elohim et hayat vai assar Elohim et hayat aaretz lemina veet abechemá Então, e disse e disse o Senhor, ou disse, Elohim. Olha que interessante. E fez Elohim o vivente o vivente da terra conforme a espécie dele e o animal conforme a sua espécie. Olha que interessante. E Todo réptil do solo conforme a sua espécie. Então, o réptil. Aqui entram as víboras, as serpentes, o sapo, a rã, o crocodilo, o jacaré, todos os répteis. Né? Vaere Elohim kitov e viu Elohim que era bom.

Aprovado. Criou o réptil. Aí, agora, vem o versículo 26. Vaiomer Elohim nascé Adão façamos Adão façamos o humano. Olha que bacana. Né? Porque a sequência começou lá no versículo 20. Ele criou os animais da água. Disse Deus que as águas polulem de enxames de seres vivos e que os pássaros acima da terra em face do firmamento. E criou os monstros marins. Quer dizer, fala dos animais da água e dos animais do céu. Quando chega no 24, no 25, fala dos animais da terra, inclusive os répteis. E é só no 26 que vai ser criado o humano.

O humano. E o 26 começa assim. Vaiomer Elohim Vaiomer Elohim nascé Adão Betsalmeno Betemuteno a nossa imagem e semelhança. Tudo no plural. Façamos o humano a nossa imagem e a nossa semelhança. Então, aqui, particularmente, eu já vejo um eco da comunidade de Espíritos puros e eleitos pelo Senhor da vida que dirige o nosso sistema e que, no surgimento da espécie humana, veja, aqui eu não estou falando da Eleonora, do Júlio, não. Eu estou falando da espécie humana, da espécie corporal que vai receber os seres dotados de razão e de inteligência.

Então, façamos Adão. Então, veja que o humano aqui é chamado de Adão. Bom, o que eu estou querendo dizer com isso? E agora vem todo mundo acompanhou que agora vem o pulo do gato. Vamos checar aí, Eleonora? Júlio, se alguém ficou com alguma dúvida, então, vou só fazer um resumindo. Capítulo 1 de Gênesis, versículo 20 São criados os animais da água, depois os animais do ar, depois os animais da terra. E se vocês observarem, nós podemos reunir as pragas do Egito em três blocos. Pragas dos animais da água, praga dos animais do ar, pragas dos animais da terra.

E a última praga, que é a morte dos primogênitos, é a praga que envolve o ser humano. Então, você tem três, três, três, mais um. Três pragas com animais da água, três pragas com animais do ar, e três pragas com animais da terra. E depois eu tenho a última praga que é envolvendo o humano, o Adão. Essa é a lógica. Por quê? Simbolicamente, o texto está querendo dizer o quê? O texto está querendo dizer que Deus é Senhor da água, dos céus, da terra e do ser humano. E do ser humano. Né? Então, vamos ver se alguém ficou com dúvida sobre isso, Julio.

Pode começar por mim, né? Mas tudo bem. Né? Que eu quero entender. Estou querendo ver o gato pular. A Leona não voltou aqui. Oi. Estou te mandando aí no chat. No chat privado, né? Tá bom. Eu até ia copiar. Tá? Eu até ia… Sim, vai lá, vai lá, Leona. Oi, Viviana. Será que voltou a internet? Voltou. Você voltou. Que pena. Está bem ruim a internet. Eu ia comentar que eu estava aqui quase copiando uma tradução que tinha desses versículos da internet, né? Mas você fazendo essa tradução, ela é totalmente mais ampliada, né?

Eu até meio que… que nem quis fazer a cópia dos versículos 25 e 26. Exatamente. Porque ali, quando fala a nossa imagem e semelhança, a tradução, ela tem algumas… amplia, né? Alguns entendimentos. Nossa, muda tudo, não muda? Muda tudo, né? Então, o homem, ele só veio lá no finalzinho, né? Veio no finalzinho, né? E o importante, Eleonora, é a sequência, né? Porque a gente percebe como que a Torá é uma obra literária. Então, essa sequência de os animais da água, depois os animais do ar, depois os animais da terra, os répteis, os répteis, né?

E, depois, o humano. E aí, quando você pensa nas pragas, por que eu estou falando das pragas? Porque nós estamos falando de Êxodo, né? A gente está falando de Êxodo. Então, você veja que as pragas seguem essa lógica também. Três pragas com animais da água, três pragas com animais do ar, que voam, né? E três pragas com animais da terra. Depois, uma praga envolvendo o humano, que é a morte dos primogênitos. Então, há um simbolismo aí. É uma parábola. É uma parábola. Né? É um machal hebraico, né? É uma parábola. Daí, o perigo da gente da gente interpretar isso de forma literal, né?

Mas o que é importante aqui? Todo mundo entendeu isso? Vamos perguntar aí, Leandro. Se alguém ainda tem alguma dúvida. O pessoal está falando que foi maravilhosa a didática e tal, e eu vou ter que assistir de novo. Mas tudo bem. O Luiz Gustavo perguntou alguma coisa a respeito dessa tradução também, né? Adam, como você disse, é o ser humano. Mulher e homem. Seria Ixá e Ixi como está em Gênesis 2.23? É isso aí. É essa palavra. O Ixi e o Ixá é macho, fêmea. E a palavra Ixi não pode, em hebraico, ela não pode se referir à espécie humana.

Ixi é masculino. Nós estamos respondendo o Luiz Gustavo Torres. Isso aí. Muito legal. Essa é a palavra. E até bonito porque, como que você faz feminino em hebraico? Acrescenta um A. Então, o feminino de Ixi, que é macho, Ixá. Muito mais simples do que no português. Porque no português eu tenho que falar homem e mulher e homem ainda tem o sentido de ser humano. É uma confusão total. É uma confusão total. É a confusão da linguagem, a confusão das palavras que não há em hebraico. Adam é o terreno. É O ser humano terrestre.

O ser humano terreno. Agora, olha que interessante. Então, eu falo, façamos o Adam, a nossa imagem, segundo a nossa semelhança, e que ele submeta os peixes do mar, os pássaros do céu, os animais grandes, toda a terra, ou seja, animais da água, do céu e da terra. E depois, os animais pequenos que rastejam sobre a terra. Que rastejam sobre a terra. Quem que rasteja sobre a terra? A serpente. A serpente. Então, veja, está criada a serpente. Está criada a víbora. Até aqui tudo bem? Beleza? Bom, então vamos lá. Eu tenho um animal que rasteja sobre a terra.

Uma víbora. Uma serpente. Eu tenho um humano terreno. Terreno. E eu tenho uma comunidade de puros e eleitos pelo Senhor, que são os Celestes. Os Elohim. E, acima de todos, aquele que não se pronuncia o nome, o Altíssimo, o Senhor, o Todo-Poderoso, a Inteligência Suprema. Então, eu tenho a Inteligência Suprema, eu tenho os Celestes, os Celestiais, eu tenho os terrenos, que são feitos à imagem e semelhança dos Celestiais, e eu tenho o animal rastejando sobre a terra, que é a serpente. Vamos devagar. Vamos devagar. Até aqui todo mundo entendeu?

Não, Júlio? Fala aí. Eu tenho que assistir de novo esse trabalho. Calma, Júlio, calma. Tô brincando. Eu tô quase entendendo, mas vamos lá, eu tenho esperança de até você terminar e eu juntar as pensas. Júlio, olha o que o versículo vinte e seis diz. Elohim é Deus no plural. Sim. Sim. Façamos está no plural. Então, o que a gente percebe aqui? Rezam as tradições do mundo espiritual, que na direção de todos os fenômenos da vida em nosso sistema há uma comunidade de Espíritos puros e eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos repousam as rédeas diretivas de toda a vida em nosso sistema.

Sim. É isso. Então, esses são os… esses são quem? Os Elohim. Os Elohim moldaram, moldaram, moldaram do barro, da terra, o terreno, o humano corporal, corpóreo, que tem corpo físico, que está sujeito ao nascimento, ao envelhecimento, ao adoecimento e à morte. Adão nasce e morre e no meio do caminho ele envelhece e adoece. Esse é o Adão. Então, do Adão, o sopro de vida sai e o molde de barro vira pó e volta para a terra. Não é? É aquela reflexão que o amigo do Gamaliel faz com ele na casa do caminho. Ele diz assim, Gamaliel, eu entendo que somos deuses, mas, hoje, vejo que somos deuses projetados num turbilhão de pó.

Então, nós somos de essência celestial, mas, estamos, sob este peso, sob esta pressão, como diamantes em formação. Diamantes sendo lapidados. Diamantes tomando forma. Sob este peso, sob esta pressão, somos diamantes tomando forma. Vamos lá. Letra de Coldplay, né? Sob esta pressão, sob este peso, somos diamantes tomando forma. Somos diamantes tomando forma. É isso. Então, projetados nessa forma que vem da Terra, não é? Nem da Terra. Carbono, hidrogênio, oxigênio, hidrogênio. É isso aí. É o corpo físico. E, este corpo físico, ele morre, ele apodrece, ele apodrece, ele dissocia, ele volta para a Terra.

E, a essência se eleva até se tornar celestial. Até aqui, tudo bem. Abaixo do Adão, porque, olha o que o versículo 26 está dizendo. Que ele submeta o Adão, este ser, que está entre o celestial e os animais, porque nós estamos no meio do caminho. Nós não somos ainda o celestial, os Elohim, e nós também não somos o animal. Nós estamos no meio do caminho. Então, a gente precisa seguir o modelo e guia e orientar os que estão abaixo de nós. Quem que está abaixo? O réptil. A víbora. Até aqui ficou claro, gente? Sim. Ficou claro.

Agora, nós vamos sair um pouquinho de Gênesis, a gente vai voltar para um texto que é muito conhecido, de todos nós, que é o Livro dos Espíritos, questão 1009, mensagem do apóstolo Paulo. Mensagem do apóstolo Paulo. Ele diz assim, quem é, com efeito, o culpado? É aquele que, por um desvio, um falso movimento da alma, se afasta do objetivo da criação, que consiste no culto harmonioso do belo, do bem, idealizados pelo arquétipo humano, pelo homem-Deus, por Jesus Cristo. O que que é homem-Deus? Olha que expressão essa.

Arquétipo humano. O que que é arquétipo? Arquétipo é o modelo original. O arquétipo de algo é a forma primordial. É o projeto. Isso é que é arquétipo. Arqué é o primeiro, o mais antigo. Tipos é tipo. É tipo. Então, quando Paulo está dizendo aqui no livro dos Espíritos que Jesus Cristo é o arquétipo humano, ele está dizendo o projeto original é Jesus. O modelo é Jesus, que é o homem-Deus. Ele não tinha como traduzir isso nem para francês, nem para português, porque o que que é o homem-Deus? Elohim, deuses. Salmo 82.

Salmo 82. Vós sois deuses. É informação tomando forma. Não é? Criados simples e ignorantes, fazendo a jornada evolutiva até nos tornarmos Espíritos puros. Não é? Bem básico. Questões iniciais do livro dos Espíritos. Bem básico. Então, o homem-Deus é o Elohim. Então, vamos lá. Eu tenho eu tenho o homem-Deus que são os Elohim. Nós conhecemos um, que é Jesus Cristo, modelo e guia. Nós temos o homem terreno, o Adam, que é o ser humano em evolução. E, agora, eu vou apresentar um outro ser humano para vocês. São três. Está todo mundo acompanhando?

A surpresa, agora, é esse terceiro. Porque é esse terceiro que vai dar origem à escravidão no Egito e à Êxodo. É esse terceiro ser humano que vai dar origem à expulsão do paraíso e ao grande movimento de peregrinação em busca do êxodo. É ele que provoca toda a confusão. Então, no versículo 26, vai Omer Elohim e disse Elohim e disse e disse no singular. Elohim no plural. O que é que está querendo dizer? Como é que o verbo está no singular e o sujeito está no plural? Seria mais ou menos a gente dizer nós fez. Está errado, não está?

Se o sujeito está no plural, o verbo tem que estar no plural. Se o sujeito está no singular, o verbo tem que estar no singular. Mas, aqui, o verbo está no plural e o verbo… Isso é no singular? É. Aqui, desculpa. Nesse caso, nesse caso, o verbo está no plural, o sujeito está no plural, tanto o verbo quanto o sujeito estão no plural, mas o texto está falando de Deus único. É um problema. É um problema. O verbo está no plural e o sujeito está no plural. Olha isso. Façamos. Só que quem disse está no singular e disse no singular Deuses façamos.

Olha isso. Olha isso. E, quando você pega o primeiro versículo de Gênesis, capítulo 1, versículo 1, aí está mais confuso ainda, porque o sujeito está no plural e o verbo criar está no singular. Elohim são Deuses, criou. Então, está confuso, não está? Não está. Não está. Não está. Porque, o que o texto está querendo dizer? Por trás dos Elohim, por trás dos Elohim, ou, se quiserem, acima dos Elohim, está o Deus único, o Todo-Poderoso, a Inteligência Suprema. Por isso que ela é a Inteligência Suprema. Então, eu tenho os Elohim, que são inteligências divinas, que são seres puros, ou, como diz Paulo, homem-Deus, são os Deuses lá do Salmo 22, Deuses com Deus minúsculo, com D minúsculo, e nós temos o Todo-Poderoso, que a gente nem fala o nome dele.

É as quatro consoantes, é Hashem, o nome, o Todo-Poderoso, para dizer que ele é diferente de tudo, porque ele criou tudo, inclusive os Elohim. Deu? Deu? Então, no Caminho da Luz, Emmanuel explica isso, não tem dúvida. Emmanuel diz assim, na direção da Via Láctea, na direção do Sistema Solar, existe uma comunidade de Espíritos puros, eleitos por Deus. Então, quem escolheu, quem deu a eles uma missão foi Deus. Eles são missionários de Deus. O que é uma missão? É ungido, Messias, Cristo. Então, eles são os Cristos, os Messias de Deus, os Elohim de Deus.

São os homens-Deus, os arquétipos, aquilo que nós seremos um dia, os co-criadores em plano maior. Aí vem André Luiz e explica bem simplesinho. Eles são os co-criadores em plano maior, nós somos co-criadores em plano menor. Nós somos Adão, eles são Elohim, mas tem um terceiro que está abaixo do Adão, está abaixo, porque e o ser humano que degradou? E o ser humano que mergulhou no vício? E o ser humano que mergulhou na sua imperfeição? E o ser humano que se encheu de arrogância e que agora começa a zombar de Deus, zombar da criação e zombar dos outros seres humanos?

Ele é tão arrogante que ele se acha no direito de zombar de tudo. Então, enquanto a pessoa que tem um vício, a pessoa que está na imperfeição, ela tem vergonha, ela esconde, esse ser humano que degradou, ele não tem mais vergonha do vício e da imperfeição dele. Ele chega a se orgulhar. Então, não é mais aquele ser humano que está em erro. Ele é um zombador. Ele não só pratica o mal, ele zomba do bem. Então, a postura dele é sempre uma postura de zombaria. A postura desse indivíduo é sempre uma postura de ironizar, de criticar, de achar graça do bem e do esforço de quem está querendo evoluir.

Que ser humano é esse? É O homem víbora, o homem serpente. É o homem serpente. Então, olha, eu estou usando o homem aqui no sentido de ser humano, não no sentido de ixe e chá, não no sentido de macho e fêmea, ok? Estou usando o ser humano no sentido de humano. Então, você tem o humano humano, o encarnado, imperfeito, que tem vícios, que tem imperfeições e que tem interesse pessoal, ele está evoluindo, ele está no meio do caminho, ele não é mais um animal, mas ele também não é o homem-Deus, ele não é um Elohim, ele não é um celestial, ele é Adão, ele é o homem-terreno.

Mas, esse Adão, se ele não tomar cuidado, ele começa a rastejar como uma víbora, ele começa a degradar, ele começa a ficar desumano. Olha que palavra forte! Desumano. O que é um desumano? É uma pessoa que, propositadamente, abriu mão da sua humanidade. A única coisa que ele consegue é zumbar. Em todo lugar que ele vai, a zumbaria. Ele só zumba, ele fica zumbando de tudo, principalmente do bem, do amor e do esforço. Então, ele olha para o Adão, que está no meio do caminho, e ele zumba, porque o Adão está cheio de vícios, cheio de imperfeição, somos nós.

Mas, existe o Adão que está querendo subir e existe o Adão que está mergulhando no poço, no fundo do poço. O homem víbora é aquele que está no fundo do poço, ele quer trazer todo mundo do fundo do poço. Por isso que ele é um zumbador. Isso está lá no Salmo 1. Salmo 1. Está lá. Feliz o homem que segue o conselho do autismo. E aí, traz a progressão do mal. Primeiro, você começa a ouvir o mal, depois, você começa a seguir o caminho do mal, depois, você se assenta na mesa dos zumbadores. O que é isso? É o ápice do mal.

É o ápice do mal. É o que a gente chama de depravação moral. Depravação moral. É aquele indivíduo que não se contenta em praticar o mal. Ele precisa zombar do bem e zombar do esforço dos outros. Senão, ele não se sente feliz. Que é a questão da víbora. Então, ele passa a ser aquele indivíduo que quer fazer com que os outros se percam. Ele quer seduzir, ele quer enganar, ele quer viciar, ele quer desanimar, ele quer agredir, ele quer zombar. Não é? E, isso mesmo, Zuíla, Jesus chama essa geração de Humanos que degradaram de raça de víboras.

Nossa, mas aí foi muita coisa, né? Bom, semana que vem a gente volta nisso. Por causa da raça de víboras, por causa dos zombadores do bem, surge a escravidão no Egito e o Êxodo. Então, o livro de Êxodo é a história da purificação da raça de víboras, os processos educativos e purificadores da raça de víboras. Então, veja, nós temos uma grande tarefa, a gente precisa sair da raça de víboras e nos tornarmos Adão, humanos, humanos com boa vontade, com vontade de domar as más inclinações e passar por um processo de transformação moral.

Essa é a nossa missão. Nós não temos ainda a missão de nos tornarmos Elohim. É demais isso. Basta ao discípulo ser como o mestre. Percebe? Então, isso é demais. O que nós temos que, agora, é domar as nossas más inclinações e trilharmos o caminho da transformação moral. Então, veja, eu não posso chegar aqui e exigir do Júlio o comportamento de Elohim. Não posso. Eu não posso chegar aqui e exigir da Eleonora palavras, pensamentos e sentimentos de homem-Deus, de celestial, porque Elohim está longe. Eleonora, Júlio e Garodo são homens terrenos.

Eles estão cheios de vícios. Eu estou cheio de vícios, Júlio, todos nós, cheios de vícios, especialmente morais, cheios de imperfeições e com uma alta dose de interesse pessoal. É isso. É isso que não somos. Mas, com um detalhe, nós estamos no resúduo. Nós estamos na peregrinação para sair da escravidão da raça de víboras. Mas, tem muita gente que está caminhando no sentido contrário, porque o homem víbora não quer seguir para o êxodo. Ele quer zombar de todo o esforço sincero. O plano dele é zombaria. Tudo o que ele escreve em chat de rede social, tudo o que ele fala, tudo o que ele faz, é zombaria do bem e zombaria do esforço de quem está querendo melhorar.

Essa é a raça de víboras. E, o problema da raça de víboras é que ela tem um perigo. Ela não entra no Reino dos Céus e não deixa os outros entrarem. Que é o que Jesus fala. Ah, fariseus, raça de víboras, vocês não entram e nem deixam os outros entrarem. Claro! Claro! Porque eles estão tão mergulhados na degradação do senso moral, que eles querem companhia. Querem companhia. Então, nós estamos no meio. É aquele desenho animado, que tinha um capetinho no ombro e um anjinho do outro. Nós também. Então, nós temos o homem víbora nos convidando, nos fazendo propostas, nos apresentando demandas, para nos tornarmos raça de víboras, e temos os heloins nos conclamando a seguir o guia e modelo e nos tornarmos deuses com d minúsculo, ou, como diz André Luiz, inteligências divinas, agregadas a Deus em processo de comunhão indescritível.

Muito bom. Nossa, como é que as coisas conversam. E o Aron falou muito hoje aqui do que é o capítulo 2, Jesus Cristo novo Adão. Isso. E eu ia comentar que sobre os heloins, está no livro 1 também, que ele já começa explicando isso. Então, tem um capítulo inteiro explicando essas pegadinhas, eles criaram, Deus criaram. Então, está lá no livro 1. E agora no Gênesis 2, o homem Adão. São 105 episódios de Gênesis, quem não conhece, está aí na página do Espiritismo. tv, quem não conhece também, tem o aplicativo para o celular, só instalar.

O aplicativo para Apple está com um probleminha, está instalando só no Android, mas você consegue acessar pelo endereço, por enquanto. Mas está aí, você acessa pelo computador, Espiritismo. tv, o estudo completo. Lá no Gênesis 100, nós lançamos o livro 1. Que legal. Então, está aí pra todo mundo acompanhar. E fica essa frasezinha que o Aron fala aqui no texto, do novo Adão. Sabemos que, como modelo, o Cristo atrai as consciências e representa os parâmetros legítimos da evolução consciente. E assim, essa nova criação, essa nova interpretação que devemos desenvolver, tem um ponto focal atrator e condutor bem nítido.

Jesus. Essa ligação do texto de Gênesis com a figura do Cristo é feita na carta de Paulo aos Colossenses, com uma contribuição muito relevante. Para compreendê-la, vamos seguir o comentário de Bailey, que trata desses épicos, dessas referências no Antigo Testamento. No caso, aos primeiros capítulos de Gênesis existentes na referida epístola de Paulo. Aí vem as referências. Por isso que é legal ter o livro, né Aron? Exatamente. Que aí vem a referência do novo Adão, Paulo fala de novo homem, né? O novo Adão. E aí vem as referências aqui, não mentais uns aos outros.

Vós vos desvestiste do homem velho com as suas características e vos revestiste do novo, que se renova para o conhecimento segundo a imagem de seu Criador. Então tem as referências, é muito legal. Então, gente, bonitinho. Vale muito a pena, viu? Aron? A gente acaba, a diagramação, a gente não comentou isso, né? O pessoal que trabalhou. Nossa, tá bonito. É como você falou, né, Leandro? É um trabalho de muitas mãos e isso aqui é importante. Eu acho que a lição que a gente precisa disso é o seguinte, gente. Nós somos imperfeitos, somos cheios de vícios, nós somos cheios de interesse pessoal, cheios de dificuldades, mas quando a gente se junta para fazer o bem, a gente consegue.

Esse aqui é o ponto, né? Esse aqui é o ponto. Então, você viu, os corações se reuniram aí, muitas mãos, a obra está aí, bonita, revisada, numa linguagem elegante, as referências, né? Esse aqui é o importante, a gente tentar fazer o nosso melhor, né? Tentar fazer o nosso melhor e domar as más inclinações para que a gente não tenha essas quedas no padrão do homem víbora, da raça de víboras, né? E que a gente consiga caminhar para o homem Deus, né? Para o nosso aquétipo, para o nosso culto harmonioso do belo e do bem.

Culto harmonioso do homem e do Deus. E a cada obra do ser, eu gosto de ler que essas aqui, especificamente, eu quero falar disso, nós colocamos a missão do ser, que a gente espera estar cumprindo. Conhecer, meditar, sentir e viver o Evangelho, para cooperar na evangelização e regeneração do orbe, de modo a estimular o despertamento dos valores íntimos e pessoais, ajudando a vida mental da coletividade e colaborando para que reencontremos Jesus. Essa é a missão do ser, né? Essa é a missão, esse é o nosso propósito e a gente vai fazendo de tudo para seguir.

É que é importante, né? É, isso mesmo. Como diz, sabendo que trazemos essa luz em vasos de barro, para que a glória seja do Altíssimo e não deles. Maravilhoso. Quem vier aqui, quem estiver participando, cuidado para não ficar fixado no vaso de barro. Sim. Ninguém deve vir aqui para se fixar nos vasos de barro. Aliás, está três aparecendo na tela. São os vasos de barro. Presta atenção na dádiva que está sendo depositada nos vasos. Isso mesmo. Né? O sábio aponta a estrela, né? O sábio está, alguém está apontando uma estrela, o sábio olha pra estrela, o tolo olha pro dedo.

Muito bem. É isso. É bom lembrar sempre disso, né Lúcio? É sempre importante. A gente aceita o carinho que é externado por todos vocês, que eu costumo dizer que é a expressão da gratidão. E gratidão é uma coisa importantíssima. Muito, muito. Gratidão, carinho, afeto. Porque isso aí faz parte do sentimento dos Elohim. Os Elohim são fraternos, amorosos, unidos. Conhecidos por muitos se amarem, né? Conhecidos por muitos se amarem, né? E aquele que disser que ama a Deus e odeia seu irmão é um mentiroso. Mentiroso. Então realmente a gente vai expressar o amor a Deus amando o nosso semelhante, sendo grato a nossos amigos e aquilo que a gente recebe.

Mas nós também somos gratos a todos eles. É importante que eles saibam que na tela que pra mim aparecem vários vários vasos de barro. Se tivesse só nós três aqui seria meio sem graça. Gratidão pelo carinho que vocês demonstram pra gente, no pessoal, aqui nas mensagens, em todos os momentos que a gente está nos estudos. E é dizer que isso aqui, gente, a gente só faria, a gente só fez porque existe esse momento aqui, né? Isso aí. Beijo pra vocês, muito bom. Arô, tem muita coisa agora pra correr. Semana que vem seguimos o nosso estudo, hein?

Que eu já fiquei bem curiosa, a gente vai seguir nessa escravidão, a gente vai seguir nessa ponte, né, Leonardo? Vamos terminar essa ponte aí. Desse homem víbora que vai começar essa caminhada, esse êxodo. Três humanos, três grupos de pragas. Treze, porque é treze, né? E pronto. A evolução, três etapas. Ô, Leonardo, beijo bem querido. Um ótimo final de semana, ficamos todos com Deus. Hoje a noite a gente vai autografar um pouco de livro aqui pra gente mandar pra você, viu, Leonardo? Combinado, combinado. Com Deus, gente.

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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