#033 – Estudo do Velho Testamento – Livro Êxodo

video
play-sharp-fill
Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn
Telegram
Email

Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda-se no livro do Êxodo, explorando a rica simbologia do Tabernáculo e sua conexão com a jornada espiritual da humanidade. O estudo destaca a importância de abordar as escrituras com reverência e humildade, desvendando camadas de significado que transcendem a leitura superficial.

O que é estudado neste episódio

  • A simbologia do Tabernáculo: O Tabernáculo é apresentado como a tenda onde Deus habita, não apenas no meio do povo de Israel, mas também como um símbolo da evolução espiritual individual. É a morada provisória de Deus entre os homens, e, em um sentido mais profundo, o corpo físico como uma “tenda” para o espírito.
  • A peregrinação no deserto e a evolução espiritual: A jornada de 40 anos do povo de Israel no deserto é interpretada como uma metáfora para a evolução espiritual, com suas voltas e desafios, representando o tempo gasto na reparação de erros e no amadurecimento das escolhas.
  • A relação entre o Velho Testamento e o Espiritismo: Haroldo Dutra Dias estabelece paralelos entre o Êxodo e a doutrina espírita, conectando a peregrinação dos espíritos errantes à jornada do povo de Israel. Ele também explora a relação entre o Pentateuco (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) e as partes de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, mostrando como a lei divina e a evolução espiritual são temas recorrentes em ambas as obras.
  • A purificação do templo e a busca pela pureza espiritual: A atitude de Jesus ao purificar o templo é analisada como um chamado à purificação interior, essencial para que o espírito alcance a pureza.
  • O significado de “preparar-vos um lugar”: A promessa de Jesus de “preparar-vos um lugar” é interpretada não como um espaço físico, mas como a condição de o espírito assumir seu papel na obra divina, ocupando o lugar que lhe cabe na criação.

Reflexões

  • A evolução espiritual é uma jornada que, embora possa parecer circular em alguns momentos, visa ao amadurecimento e à purificação do espírito.
  • A compreensão das leis divinas e a prática do amor são fundamentais para superar o “desamor” no mundo, que muitas vezes é reflexo da imaturidade espiritual e do egoísmo.
  • A reverência e o respeito são essenciais ao abordar textos sagrados e tradições milenares, reconhecendo a dedicação de inúmeros espíritos que velam por esses conhecimentos.

Ler transcrição do episódio

Esperar, esperar. Tudo que Deus pode, o homem não. De então, o absurdo torna-se o diário trivial. O improvável passa a ser coisa que se alcança ou mensura. O céu estrelado, o ocaso e a aurora, o desabrochar de uma flor. Também os encontros, gente topando com gente, e disso o amor. Tal que reconcilia, que corrige o prumo, que amadurece o fruto. E esse amor ainda, em tudo que é do homem, roça de mandioca, saca de polvilho, fornada de biscoito. Do que a saber, há um prazo para que a rama germine, o polvilho escalde, o biscoito asse.

O homem de Deus, no mundo, amorosamente, no amor que sabe esperar. Esperar, esperança. Sabe o amor esperar, esperar. Sabe o amor esperar, esperar. Pode o Senhor prover consolação, o enfermo e a compaixão. No altar da piedade, pode aurorear o sol da redenção. A mártir e o perdão, na remissão do amor. Sabe o amor esperar, esperar. Sabe o amor esperar, esperar. Tudo mundo correndo. Não, semana passada a gente começou a sobrevoar esse tema do tabernáculo. Teve muita pergunta aqui, foram respondidas, e acabou que a gente passeou muito também por algumas questões do livro dos espíritos, sabe Julio?

Alguns princípios básicos, evolução espiritual, progressão dos mundos. Uma série de temas que a gente até comentou que é importante estudar para a gente poder entrar nessa simbologia do Velho Testamento, porque a simbologia do Velho Testamento não é fácil. O Emmanuel chama, lá no livro A Caminha da Luz, ele chama de monumento da ciência secreta do povo hebreu. Então, nós não podemos entrar aqui, ingenuamente, acreditando que é um símbolo simples, e que a gente vai, assim, decifrar tomando um cafezinho. Não é bem assim, né?

Ele até fala isso, Emmanuel, que é um símbolo inacessível a uma leitura vagamente raciocinada. Então, às vezes você tem que debruçar. Teve símbolos, por exemplo, que eu fiquei dez anos pensando, até que um dia eu falei Nossa, é isso! Nossa, é isso! Por exemplo, os sacrifícios de animais no tempo. Eu demorei uns dez anos para entender isso, entender essa simbologia. Então, a gente precisa entrar, como é que fala? De mansinho, sem fazer muito barulho, com humildade. Não dá para a gente entrar, assim, achando que é o rei da cocada, porque não é assim, né?

Não é assim, tem que enxergar. E existe, né, Haroldo, no âmbito também espiritual, para nós que somos espíritas, né? Um cuidado e um respeito que deve haver com abordar o tema, porque nós sabemos, né, Haroldo? Toda uma tradição, espíritos desencarnados, vinculados a isso. Então, nós como espíritas, e aqui falamos porque nós sabemos que somos assistidos aqui no plano dos encarnados, mas também por muitos desencarnados ligados. Eles têm um trabalho de proteção desse livro sagrado, né, Haroldo? Muito profunda, e quando nós abordamos com leviandade estes temas, nós atraímos ainda…

A ira. A ira. É bom a gente falar disso, Haroldo. Seja para tratar do tema de Evangelho, seja para tratar do Antigo Testamento, do Novo Testamento, não é? Ou do Antigo Espírito, um pouco menos, por ser uma área que nós atuamos, vamos dizer assim, com uma autoridade de quem nasceu, às vezes, ali, naquela cultura, mas quando se trata desses escritos milenares, né, Haroldo? A gente tem que ter um profundo respeito, uma profunda seriedade ao estudar o tema, não ignorar os sábios da cultura, não é? Não ignorar aqueles que são respeitados, que conhecem a temática, porque quando a gente chega desavisado, muitas vezes a gente atrai para nós, uma situação…

Eu estou falando que a gente já viveu isso em mediúnicas, não é, Haroldo? Por a gente trabalhar com esse tema, nas nossas mediúnicas, nós já atendemos espíritos ligados a isso. E a outra coisa, né, Júlio, é como você, não sendo católico, entrar numa igreja, ir lá no altar, pegar a hóstia, derrubar no chão, entornar o vinho, bagulho. É um desrespeito isso, é um desrespeito. Da mesma maneira que você não entra num templo budista, de sapato escuro, de barro, vai pisando, não é assim. Então, da mesma maneira, quando a gente entra na casa de alguém, a gente fala, licença, posso entrar?

Por favor, Júlio, entra, senta, posso sentar? Tem uma água? Então, a gente entra com reverência, com respeito, pela tradição, por esses seres que há milênios guardam essa tradição, guardam, porque esse conhecimento poderia ter se perdido. Ele não chegaria até os dias de hoje se não fosse a dedicação, se não fosse o respeito do povo hebreu em manter suas tradições, em observar suas tradições. Então, o mínimo que nós temos que ter é respeito. Se você puder dar um passo a mais, tenha respeito e gratidão. Se você puder dar um passo ainda maior, tenha respeito, gratidão e amor.

Aí, tudo se resolve. Esse é o exercício. Com respeito, gratidão e amor, você entra em qualquer ambiente, você conversa com qualquer pessoa, você transita livremente, e mais, a porta fica aberta para você voltar. A porta fica aberta para você voltar, porque você foi lá respeitosamente. Você foi respeitosamente, não é? Aí, você vai ouvir assim, olha, a casa é sempre sua, volta quando puder, não é? Isso é importante, isso é importante. Então, a gente entra aqui sempre com muita reverência, sempre com muito respeito, muito respeito, porque nós estamos lidando com uma tradição milenar.

E isso que você falou é muito sério. Há milhões de espíritos velando por essa tradição. Então, pra você não ficar aí sem conseguir dormir de noite, vigiar e orar, né? Respeito, gratidão, amor, pra gente poder ficar em paz, né? E nós estamos em paz. Tem uma frase que eu acho tão bonita, Julio, o Emmanuel até comenta. Depois da crucificação, Jesus aparece para Maria de Magdalena, mas a primeira aparição dele para os discípulos é na casa da mãe do João Marcos, do evangelista Marcos, lá em Jerusalém. Ele entra na casa, você imagina, né?

Todo mundo chocado com a crucificação, com a morte de Jesus, com aquela dor, todo mundo triste. Ele entra e a primeira coisa que ele fala é a paz seja convosco. A paz seja convosco. Que coisa diferente, né? A autoridade exercida por um Cristo. Exatamente. Nós entraríamos com a empáfia de… ó, cheguei, viu? É… não, já chega chutando, chega… que isso, né? Não é assim, né? Não é assim. Não. É isso mesmo. Mas o Haroldo… Vamos dar uns boas tardes aqui que eu quero relembrar uma fala sua sobre o tabernáculo, que parece que é o nosso tema de hoje.

Isso aí. Umas falas sua no Levítico, hein? Vamos ver o que você está falando? Eita, o pessoal está cobrando a edição do Levítico, hein? Estão cobrando o volume dois do Gênesis, o volume do Levítico. Eu falei, cobra o Júlio. Nós vamos fazer. Aqui, ó. Vamos lá. Vamos ver o que o Haroldo falou aqui. Pô, é a mesma camisa? É mesmo? Ele é o tabernáculo onde Deus habita. Porque é o Espírito que atingiu um patamar de pureza, de fidelidade a Deus, que ele reflete Deus com absoluta precisão. Deus mora ali, nas palavras dEle, nos gestos dEle, nas ações.

Está boa essa linha? Está bom? Então, vamos assistir lá, né? Eu fiz uma busca aqui na nossa plataforma que acha os trechos que o Haroldo comenta sobre o tabernáculo. Então, aqui, esses trechos aqui, todos aqui estão nesse estudo de Levítico 007. Está vendo? Essa temática que o Haroldo está trazendo e falando, do sacrifício, foi muito abordada aqui em Levítico, não é, Haroldo? Então, é muito rico esse estudo aqui para você fazer. Aí, você vem aqui na busca, procura pesquisar legendas, escreve aqui o que você quer, né?

Tabernáculo, e dá um ok, e ele vai localizar para você tudo o que tem aqui sobre ele. Tem tanta coisa aqui, já na página 13 aqui, sobre o tabernáculo. E essa é uma ferramenta extraordinária, né, Julio? E uma ferramenta única, porque ela pesquisa palavra em vídeo. Então, gente, isso não tem nem no YouTube, hein? Podia patentear e… Aí, você vai falar lá no 11 novamente, você clica aqui, vocês vão esperar um pouquinho, ele carrega o vídeo, né, aí você dá o play e ele vai trazer exatamente no ponto que o Haroldo já comentou.

E por que a gente está falando isso? Porque nós falávamos sobre o tabernáculo. O tabernáculo é a casa, falamos lá da profecia de Natan, que prometeu, seria construída uma casa, o Filho construiria uma casa para Deus e Deus construiria uma casa para o Filho, né? Mas, no Targum do Salmo 95, que é a tradução aramaica, essa casa também é chamada de descanso. Então, quando essa casa for construída, haverá um descanso, um grande sábado. Pronto! Eita! Vai matar o pessoal de curiosidade, né, Julio? Dá saudade, né, Haroldo?

Você estava mais jovem, né? Você está mais jovem agora, Haroldo. Mas é isso. O pessoal que não assistiu ainda o Levítico, é um estudo que o pessoal adora e é muito bom mesmo. É uma base excelente, né, para estudos de testamento, muita coisa que é para nós tabu, né, Haroldo? Foi tratado ali. Então, é muito legal. Mas, vamos lá. Vamos para o estudo. Pode ir. Bom, então, vamos começar no tabernáculo. Importante a gente frisar, né, Julio, que em todo o livro de Êxodo, isso não é novidade. O povo saiu fugido do Egito, né?

O povo foi libertado do Egito e saiu, fugiu dos egípcios e fugiram numa situação precária, levando tendas e durante 40 anos peregrinaram em círculo no deserto. Ficaram andando em círculo até conseguirem entrar na Terra Prometida, na terra de Canaã, na terra de Israel, o que, por si só, já é um grande símbolo da evolução espiritual. Porque todo mundo pergunta assim gente, por que eles não caminharam em linha reta, chegavam em dois meses em Canaã? É? Que legal! Por que você não evolui em linha reta e vira espírito puro em duas encarnações?

Então, a gente, depois que atinge a razão, começa a exercer o livre-arbítrio, começa a fazer escolhas, faz escolhas boas, faz escolhas ruins. Quando você faz escolhas ruins, você gera consequências desagradáveis. Quando você faz escolhas que causam mal, você tem que reparar o mal. Então, na verdade, nós gastamos muito tempo espiando, reparando o mal. Gastamos muito tempo reparando. Esse gasto na evolução, reparando o mal, é essas voltas em círculo pelo deserto. Até que, um dia, nós vamos ganhando experiência, porque, é claro, essas escolhas, essas escolhas inadequadas geram experiência, geram experiência, você amadurece, com o amadurecimento suas escolhas, proporcionalmente, começam a ficar melhores.

Você começa a fazer mais boas escolhas do que escolhas ruins. E, com isso, você segue mais rápido até atingir a pureza espiritual, que é o sábado da evolução. Quando você se torna espírito puro e não precisa mais encarnar, você chegou no sábado, você chegou no descanso. Descanso que não é inércia. Não é o descanso de deitar na cama, na rede, na cama, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapé. Não é esse descanso. É o descanso da obra concluída. E, a partir dali, a evolução toma um outro sentido que nós não sabemos qual é.

Nós não sabemos qual é. Porque, aí, assunto de anjo não está na Bíblia. A Bíblia não descreve a vida e a evolução dos seres puros. Então, nós não sabemos como que é. Então, você entra nesse grande descanso. Então, veja, essa é uma grande simbologia. É uma grande simbologia. E, durante a peregrinação no deserto, eu habito em tendas. E, durante a sua evolução, até se tornar espírito puro, você habita em corpos. Então, o corpo é uma tenda. Você arma a tenda. Demora nove meses para armar a tenda, Júlio. Mas, para desarmar, rapaz, às vezes é um segundo.

Desarma a tenda. Aí, você tem que mudar de tenda. A tenda, então, é essa habitação provisória. O corpo é uma tenda. Tem o dia de armar, tem o dia de desarmar e ir embora. E o tabernáculo? O tabernáculo é uma tenda. Ele é uma tenda montada no meio das tendas. Porque, lá em Êxodo 25, versículo 8, em 29, 46 e 47, Deus diz assim, farão um santuário para mim. Um tabernáculo, um santuário para mim. A Jerusalém traduz para o santuário. É tabernáculo. Farão um tabernáculo para mim. E eu habitarei no meio do tabernáculo. Não.

Eu habitarei no meio deles. Então, o tabernáculo ficava no meio de todas as tendas e Deus habitava no meio de todos. Então, isso é uma coisa bonita. Para a gente não ficar vaidoso, achando que Deus só está dentro da gente. Não. Deus está dentro de você, mas Ele está no meio de todo mundo. Então, não fica vaidoso, não. Deus está no meio de todo mundo. Entre nós, Deus está. Entre nós. Sem privilegiar a ninguém. Então, Deus está entre eu e o Júlio. E Ele não privilegia nem o Júlio nem a mim, mas Ele observa o Júlio e observa a mim e observa como eu me relaciono com o Júlio e como o Júlio se relaciona comigo.

Olha isso! É um sentido profundo. Porque, senão, Deus está dentro de mim, isso todo mundo fala. Agora, Deus no meio de todo mundo, ninguém fala. Então, quando você sai na rua, Deus está no meio, viu? Você está andando no trânsito, o pessoal aqui em Belo Horizonte agora está assim, o trânsito aqui virou rambo, o pessoal está saindo com a faca no dente. Eu não sei em outras cidades, mas aqui em Belo Horizonte o negócio está agressivo. E aí, o que a gente aprende aqui? Deus está no trânsito de BH, porque Ele habita no meio de todo mundo.

É profundo, não é? Olha o tabernáculo. O tabernáculo, tal como foi instruído em Êxodo, ele é uma tenda, Júlio. Uma tenda. Quem teve a ideia de transformar a tenda em templo foi Davi. Davi… Ah, eu estou morando aqui, eu sou rei, eu moro num palácio, coitadinho de Deus, moro numa tenda, vou fazer um templo. E o profeta Matão falou, não faça isso, porque Deus não habita em templos feitos por mãos humanas. Deus vai mandar um templo, um tabernáculo. O tabernáculo é o filho dEle, fazendo referência a Jesus. Então, Jesus é o tabernáculo que Deus fez.

Bom, acho que… ufa, né? Meu Deus, eu já falei, eu acho que já… já deu dois dias de encontro, né? Estou falando que essa aí é um pacotinho de suco concentrado, né? Exatamente. Já está pintando umas perguntas aí. Eu vou pedir o pessoal, para assim, toda vez que for fazer uma pergunta, escreve assim, antes da pergunta, escreve pergunta, sabe por quê? Porque eu mando fazer uma localização e acho todos os comentários onde tem escrito pergunta. Aí eu consigo localizar aqui na máquina as perguntas de vocês, tá beleza?

Aí vocês escrevem assim, pergunta, aí dois pontos e faz a pergunta. Tá beleza? Porque aí a gente localiza mais fácil aqui. A Sandra Maria perguntou, gostaria de deixar uma pergunta, ver se tem a ver, né? Gente, eu vou pedir, mas vou ler aqui. Mas vou pedir, para a gente tentar ao máximo se manter dentro da temática, né? Porque a gente aproveita mais, né? Bem, eu vou ler, Arudo. Claro, pode ler, pode ler. Eu gostaria de deixar uma pergunta, querido Arudo, Júlio. O espírito desencarnado pode, independente de sua condição, estar onde quiser?

Um pai foi avisado para o próprio filho suicida, aonde estava seu corpo? Enfim, é um tema que, né, nos relaciona aqui. Isso é importante, né, Sandra? Embora não esteja dentro do tema, né? Mas só vamos, porque eu acho que essa pergunta está te angustiando, está te angustiando, então eu acho importante a gente abordar. Só pode estar onde quiser os espíritos puros? Então, liberdade ampla, você tem que ser espírito puro. Quanto mais evoluído, mais liberdade. Espíritos imperfeitos, como nós, pelo menos eu falo por mim, a gente não pode estar onde a gente quer, mas a gente pode estar onde precisa.

Então, o que está me parecendo aí é que esse filho foi lá avisar o pai o que era necessário. Talvez ele tenha sido conduzido porque ele precisava, não porque ele podia. Mas, a sua pergunta é interessante, porque muitas vezes a gente consegue fazer as coisas e a gente acha que conseguiu por mérito próprio. Não! Você conseguiu porque foi concedido, não porque você merecia, nem porque você podia, mas porque houve uma intercessão e quem podia te ajudou. Então, vamos pensar nisso? Vamos pensar nisso? Só vai onde quer o Espírito puro.

O Espírito puro vai onde quer, por uma razão muito simples. Onde quer, onde quer que eu vá, onde quer que ele vá, ele jamais leva ao mal. Então, ele pode ir a qualquer lugar. É assim. Simples assim. Simples assim. A gente, Espírito imperfeito, não vai onde quer. Não vai. Vai onde precisa. E, muitas vezes, levado. E, muitas vezes, levado contra a vontade. É o que Jesus fala com Simão Pedro. Crê, te levarei aonde não queiras ir. Você não quer ir, mas é necessário que você vá. Mas, é ele quem leva, não é? É ele quem leva.

Espero que tenha ajudado. Só uma ideia para você poder refletir, para você poder construir uma compreensão sobre esse tema. A gente está só dividindo com você algumas ideias para você construir uma compreensão desse tema. Espero que tenha ajudado. Agora, vamos voltar aqui para o Exo. Tem uma pergunta da Ana Paula. Então, vocês coloquem perguntas para mim. Quem fez para trás, refaça as suas perguntas. Na sua ótica, se Deus está no meio de nós, entre nós, por que tanto desamor? Abraços aqui da França. Vou ler as outras, aí te resumo.

Por que na sua ótica, não, na sua ótica, o êxodo está linkado com o final do período de transição do nosso orbe? Outra pergunta do Sérgio Pinto. O tabernáculo, além de simbolizar o corpo do homem, pode simbolizar o período de evolução de um espírito no planeta Terra? Desmontar a tenda pode ser a hora do exílio na transição? Bacana. Está aí essas três. Vamos lá pela primeira. Se Deus está no meio de nós, entre nós, por que tanto desamor? Ana Paula, porque você tem livre-arbítrio. Só por isso. Deus está dentro de você e Deus está ao seu redor.

Ele está no meio de todas as pessoas com as quais você convive, mas você tem a livre-arbítrio, Ana Paula. Então, se você fala assim Deus, eu sei que você está aqui, mas eu quero odiar. Você pode. Você pode. O que o Paulo escreveu? Tudo me é lícito, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Então, por que tem muito desamor? Porque nós temos livre-arbítrio. Você tem livre-arbítrio para praticar o mau, o quanto você quiser. Só que tem um detalhe. A lei é de ação e reação. Uma vez que você usou seu livre-arbítrio, uma vez que você fez uma escolha, aí você não pode escolher, aí eu não quero consequência.

Isso não existe. Então, tem aquela famosa frase a sementeira é livre, a colheita é obrigatória. Eu queria comentar sobre o que você falou, trazer para a gente pensar, também nesse aspecto do que ela falou, que fala desamor. É importante que nós somos aprendizes do amor. Então, nesse processo de aprender a amar, nós praticamos o desamor. Naquele processo de querer ajudar, a desajuda. É muito importante, porque, às vezes, a gente não se considera no mal. Naquele mal, quanto mais. Mas a gente não consegue amar ainda. A gente não pratica o mal, o mal a alguém, mas também não ama, não sente que está amando.

É porque a gente está aprendendo, a gente é fiote. Nós vamos aprender a amar. A gente vai aprender. E é muito importante. Tem textos de Paulo que falam do amor. É muito importante que nós aprendemos sobre o amor. Porque Jesus, a lição maior dele foi o amor. Olhar para ele e aprendermos o que é amar. Por que eu acho que tem tanto desamor em mim, Haroldo? Porque eu não aprendi a amar. O meu amar é egoísmo. O meu amar é possuir. Então, se a gente ficar refletindo sobre o que nós consideramos amor, talvez a gente encontre a raiz do nosso desamor.

O desamor no mundo, que é a posse, que é o egoísmo, que é a vaidade exagerada. É o que eu penso. Não sei se estou certo. É isso mesmo. E tem aqueles espíritos que também se viciaram na prática do mal. Você tem que entender isso também, que é um adoecimento da consciência. Aí é realmente grave. Então, tem tudo isso. A outra pergunta é do Rodolfo. Na sua ótica, o êxodo está linkado com o final do período de transição. Rodolfo, os símbolos bíblicos são como… Sabe aquele conjunto de bonecas russas? Tem uma boneca grandona e você abre e tem uma dendela.

Aí, você abre e tem outra dendela. Aí, você abre e tem outra dendela. Então, vamos lá. Vamos pegar a boneca grandona. O livro de Êxodo simboliza a evolução do espírito, a boneca gigante. Agora, vamos abrir essa boneca, tem outra dentro. Ele pode simbolizar também a evolução de um orbe. Aí, vamos abrir. Tem outra boneca lá dentro. Pode simbolizar uma encarnação sua. Aí, você abre, tem outra boneca lá dentro. O êxodo pode simbolizar uma experiência que você viveu, que tem princípio, meio e fim. Então, tem várias camadas.

Várias camadas. Você pode interpretar em vários níveis esse mesmo simbolismo. Por quê? Porque a lei é a mesma. A lei é a mesma. É a mesma lei. É interessante que, por exemplo, se você imagina o êxodo como encarnação, inconscientemente a gente diz assim, descansa em paz. Verdade. Não é? A pessoa desencarna, todo mundo fala descansa em paz. Porque fechou um ciclo, viu? Fechou um ciclo. A pergunta do Sérgio Pinto é parecida com a do Rodolfo, acredito que tenhamos respondido aí. Isso. É praticamente a mesma. É. O Natan, não é?

Sim. O guia espiritual, às vezes, faz o papel do Natan, que é o papel de advertir, o papel de orientar. Está certo. Só que o seu guia não é o Natan. O Natan é o Natan, o seu guia é o seu guia. As funções aqui, às vezes, são semelhantes. É. Portanto, Jesus ao entrar no templo em Jerusalém se aborreceu com a conduta de todos. Os sábios do tabernáculo não atendiam a Deus? Atendiam, atendiam, mas de modo imperfeito, não é? De modo imperfeito. Às vezes, de modo cínico, às vezes, de modo elitista, às vezes, de modo imprudente.

Então, Jesus vem purificar. Purificar. Por que Jesus vem purificar? Porque o nosso objetivo não é ser Espírito puro? Então, Jesus tem que purificá-lo, senão você não vai ser puro. É isso, não é? Mas, você pergunta, mas por que Jesus purificou o templo? Porque Ele quer um templo de Espíritos puros. Para a gente se tornar Espírito puro, tem que purificar. Veja, não é um jogo de palavras, é profundo isso. Nós temos impurezas, imperfeições e vícios, e, além de tudo, o interesse pessoal. Então, tem que purificar tudo isso para se tornar Espírito puro.

E é aí que demoram os milênios. É aí que fica longa a trajetória. Haroldo, você quer dar uma sequência? Depois a gente volta com perguntas. Vamos dar uma sequenciazinha. Vamos dar uma sequenciazinha. Para não se aborrecer, se alguma pergunta ficar para trás, eu vou separar essas perguntas aqui para a gente dar uma analisada e ir trazendo dentro dos conteúdos. Muitas das perguntas sobre o tabernáculo, algumas coisas que o Haroldo ainda vai tratar. Tem muita coisa em Levítico, vocês podem também procurar. Quando tem 311 pessoas na sala, se todos perguntam, a gente não consegue atender a todos, está bem?

Mas vamos em frente. Com perseverança, nós chegamos lá, Haroldo. Então, né, Júlio? É importante. O Júlio foi bom, porque trouxe esses vídeos lá do Levítico. É importante a gente entender que o livro Levítico desenvolve a terceira parte do êxodo. Ah, é? A terceira parte do êxodo. Olha que interessante. Deuteronômio desenvolve a segunda parte do êxodo. Gênesis desenvolve a primeira parte do êxodo. Por que você não contou para a gente isso? Interessante, né? Então, como você imaginasse assim, o Levítico está dentro do êxodo.

A terceira parte de êxodo é o livro Levítico. Isso na Bíblia hebraica. E no Novo Testamento? A Carta aos Hebreus. A Carta aos Hebreus. A Carta aos Hebreus é a terceira parte do êxodo. É o livro Levítico. Que isso, mesmo, Haroldo? É. Então, Paulo ali explica para a gente como ler Levítico, como ler a terceira parte de êxodo, que é a comunhão, a partir de Jesus Cristo. Interessante, né? Estou bobo. Até travei aí. Até travou. Travou. Caindo e agora levantando. Caindo e levantando. O negócio é o seguinte, agora, essa notícia foi bombástica, parou a internet no mundo inteiro.

Está todo mundo pesquisando na internet agora, estudando a Carta aos Hebreus, por causa dessa revelação. Exatamente. Haroldo, e você falando isso, e considerando… Então, João, só te cortando um pouquinho. Tá. O Sérgio Pinto já entendeu. Então, eu posso fazer uma analogia com o Livro dos Espíritos. A terceira parte das leis morais é a segunda parte de êxodo. Esperanças e constelações é a terceira parte. Nossa, Leonora tinha que estar aqui. Gente, quem está aí da turma, faz uma tabelinha e manda para a gente do que o Haroldo está falando.

A tabelinha deste trem aí. Primeira parte, segunda parte, terceira parte. Nós já falamos que a primeira parte é Gênesis. É. Gênesis e um pouquinho de números. Então, a primeira parte ali, que é da libertação, você pega Gênesis e um pouquinho de números. Números. A segunda parte é Deuteronômio. Porque repete a lei. Repete a lei, fala da lei. E a terceira parte é Levítico. Levítico. Isso não tinha testamento. Aí fechou o Pentateuco. Fechou o Pentateuco. Beleza. Agora, no Novo Testamento. No Novo Testamento, a Carta aos Hebreus é o Levítico, é a terceira parte de Êxodo.

É Paulo explicando isso à luz do Cristo. Então, eu não consigo entender nada de Carta aos Hebreus se eu não estudar a terceira parte de Êxodo, se eu não estudar Levítico. Não consigo entender nada. Nada, nada, nada. Nada. Que bacana, hein? E aí, onde está no Livro dos Espíritos? Esperanças e Consolações é a parte do Tabernáculo. É a terceira parte. A quarta, né? A quarta parte. A terceira parte são as leis morais. A terceira parte do Livro dos Espíritos é a segunda de Êxodo. A primeira parte do Livro dos Espíritos é Gênesis.

A segunda parte do Livro dos Espíritos é o Êxodo. É a peregrinação. A vida espiritual. E a primeira parte seria o quê no Livro dos Espíritos? A primeira parte é Gênesis, né? É Gênesis. Então, Gênesis. Essa primeira e segunda parte do Livro dos Espíritos é como se fosse Gênesis e Números. E Êxodo. Um pedaço de Êxodo. A primeira parte de Êxodo. Porque fala do quê? Fala da peregrinação dos Espíritos. Por isso que Kardec diz assim. O que é um Espírito no mundo espiritual quando ele não é Espírito puro? Errante. Espírito errante.

Por que ele é errante? Porque ele é peregrino. Ele tem que voltar. Ele está lá, mas ele tem que encarnar. Ele é peregrino. Ele é errante. Ele arma a tenda, desarma a tenda. Arma a tenda, desarma a tenda. Quando ele desarma a tenda, ele fica no mundo espiritual esperando uma nova tenda para ele poder armar. E, assim, ele vai avançando. De tenda em tenda, ele vai avançando. Entenda isso. Haroldo, e aí você está falando disso e eu estou me lembrando lá do sermão profético e que deve se relacionar com esse período em que Jesus vai dizer que não ficará pedra, que não seja pedra, que não seja derribada.

Isso aí. Isso aí. Isso aí. Exatamente isso. Então, por exemplo, quando Jesus chega para o templo, ele está olhando o templo. Ele está olhando e os apóstolos também começam a olhar, para imitar Jesus, não é? Não saber que Jesus está olhando, mas todo mundo olhando. Aí alguém, para quebrar o silêncio, fala assim… É grande, né? Bonito, né? Aí ele fala assim… Não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada. E cita lá o primeiro dia, o terceiro dia. E aí o João… Só o João que escreve isso. E então eles entenderam que ele falava do corpo dele.

Não era só do tempo. Ele estava falando do tabernáculo dele. Vocês estão olhando esse tabernáculo meu aqui? Está vendo esse tabernáculo aqui? Vai acabar. Esse tabernáculo aqui vai ser crucificado e eu vou voltar para a governadoria. Não, ele falou assim… No terceiro dia eu vou estar com ele de pé de novo. Não, mas aí ele vem, né? O que acontece? O que acontece? Ele vai… Assume… Todo resplendor… E vem, não mais… Não mais naquela condição limitada de um encarnado. Vem agora como o Espírito Verdade. O Espírito Santo.

A turminha de domingo foi estudando o Mateus 24. Vamos com calma, vamos com calma, vamos com calma. O pessoal que está estudando o Mateus 24 no domingo ficou doido aqui agora. É só falar no tempo que ele fica louco. Mas é muito bacana, Haroldo. Acho que é muito interessante a gente ver… Até me perdi, mas assim… Pensa bem aqui comigo, Haroldo. Kardec, na obra de… Você pensa bem. O trabalho dos Espíritos com Kardec. Porque, cara, esse é um tipo de organização de hiperlink que o Kardec não tinha condições de ter em vida.

Assim, conscientemente. E depois você vê que todo o trabalho organizado pela espiritualidade na encarnação dele vinha para deixar o que a gente chama dos selos de autenticidade. Coisas que ficariam irrefutáveis no futuro. Isso está dito expressamente. Se a gente for lá no livro Obras Póstumas, tem uma mensagem do São Luís que é muito legal. Quando Kardec vai escrever o Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec não queria tirar férias, porque eu acho que ele já estava pressentindo que estava quase chegando o momento de ir, de voltar.

E ele fala, não, eu não vou parar. Eu não vou parar. E os Espíritos falam, você tem que parar. Você precisa parar porque… E aí ele resolve tirar férias, Júlio. E ele vai, salvo engano, eu acho que era casa de parentes, ele vai para uma região do sul da França, na praia, ele vai sozinho. Amelie não vai. Ele vai sozinho. E aí ele fica lá recolhido, beira mar, recebendo as energias do mar, recluso. E aí, Júlio, ele recebe a mensagem do São Luís. O São Luís… Ele manda uma pergunta para o médico, olha a pergunta pegadinha, né?

O que vocês acham do livro que eu estou escrevendo? Mas não falou qual. E aí ele recebe a mensagem, era do São Luís. E aí o São Luís começa a comentar sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo. E fala assim, agora você entendeu por que a gente queria que você estivesse recolhido? Nós precisávamos ter você sob as nossas mãos. Sem nenhuma preocupação. Para a gente poder te inspirar. Porque esse livro que você está escrevendo é o telhado da casa. É a parte principal do edifício. É onde a gente queria chegar. Que é a parte prática.

A parte da moral do Cristo. Então, a gente precisava de você totalmente recolhido. E aí ele diz para ele assim, Saudações amigo de antanho. Olha isso. Amigo de antanho. Aí fala, né? Aos pés daquele que nós juramos servir. Nós dois juramos servir. Aí você fala, Meu Deus, esses dois aí estão estão lá no Velho Testamento. É como se ele falasse, você lembra? Nós dois juramos servir a ele? De joelho lá? Aí eu não vou falar mais, senão eu vou entregar aqui, né? Só vai ler. Coisas, né? Quem é São Luís, quem é Kardec. Aí vai entrar numa seada que não é o objetivo do nosso estudo aqui.

Mas, é isso. Aí ele fala amigo de antanho. E diz perto assim, Então, o São Luís faz o meu amigo. Veja, Júlio, isso era 1864, Kardec desencarnou em 69. Então, você veja que o São Luís falou assim, olha, já está concluindo. Está concluindo. O que vier agora é lucro. O que vier é lucro. O que vier é lucro. Por quê? Ele escreveu agora a abóbada do edifício. É o Evangelho segundo o Espiritismo. A obra está concluída. Aí depois, lógico, ele escreveu ainda a Gênesis, o céu e o inferno. Deixou uns textos que foi publicado a Obras Pop, maravilhoso, mas ali estava, Júlio, ali estava o núcleo.

O livro dos Espíritos, o Evangelho segundo o Espiritismo. Os pilares, a base da revelação, estava ali. E aí ele completou, né? A Gênesis, o céu e o inferno. Deu aquela completada pra gente… A gente precisa ser menos ingênuo, eu particularmente, com relação a isso, né? O livro dos médicos já tinha escrito, né? O livro dos médicos. Porque ele escreveu o livro dos Espíritos, o livro dos médicos, o Evangelho segundo o Espiritismo. Estava definido, o tripé estava definido. Sim, sim, sim. O tripé estava definido. Você tinha o livro dos Espíritos, você tinha o livro orientando a mediunidade pro resto, pro futuro.

A orientação do exercício da mediunidade já estava ali, que era o livro dos médicos. E a parte oral, que era o Evangelho segundo o Espiritismo. Depois ele acrescentou, colocou ali a Gênesis e o céu e o inferno. Que é interessante. É um livro de estudo. O céu e o inferno é um livro de estudo. Ele entrevista Espírito desencarnado pra saber… E aí? Você está feliz aí? Conta pra mim aí. Qual é o seu estado aí? É um livro de entrevista. E o livro a Gênesis é um livro de aplicação da doutrina. Ele aplica os conceitos da doutrina pra compreender outros assuntos.

Não sei se você já fez isso. De um dia a gente vai separar um tempo pra gente falar um pouquinho de forma mais diferente, Haroldo, sobre essas visões sobre as obras de Kardec. As suas conexões. Aqui elas se conectam com mais força. Onde que a gente pode aproveitar melhor um ferramental pra gente enxergar a obra fora do âmbito da adoração. Fora do âmbito da… Apenas do aspecto religioso da coisa. Não porque Kardec tem que estudar Kardec. Mas entendendo mais profundamente e sobre mais detalhes o que já se percebeu de aplicação dessa obra.

Pra mim, essas informações que você está trazendo são novas. Eu não tinha ouvido ainda. O pessoal aí está acostumado a escutar muita gente falando. Talvez muitos conheçam. Mas acho interessante a gente olhar pra uma ferramenta que esses livros também são ferramentas e saber utilizá-las. Então aqui nós temos um âmbito de utilização, um âmbito de trabalho, um âmbito de percepção. Aqui nós temos esse aqui, aqui é colar. Eu acho bacana isso aí. Eu acho bacana quando você traz. Já são 18 horas e 5 minutos. Chegamos no nosso horário?

Chegamos ao nosso horário. Mas é bom que a gente continua. O Tabernáculo é longo. É um tema maravilhoso. Eu vou preparar-vos um lugar que o Cristo fala e vai se relacionar com isso. É esse lugar. É o lugar. Tanta coisa pra gente aprender. Porque o lugar, né, Júlio, é bonito você ter falado isso. Porque quando a gente interpreta essa passagem, a gente pensa assim Ah, é uma casinha pra mim no plano espiritual. Mas, quando Kardec pergunta qual o objetivo da encarnação, os Espíritos respondem com tanto de coisa lá e diz assim tem ainda a função de colocar o Espírito em condições de assumir a parte que lhe toca na obra divina.

Esse é o lugar. Esse é o seu lugar. Esse é o seu lugar. É você ocupar a parte que lhe toca na criação divina, porque Deus, quando te criou, Júlio, já pensou numa função para você pela eternidade. Mas você tem que preparar pra assumir seu cargo. Seu papel. Bom, lá no Matheus 84 eu estava me lembrando um dos textos improdutórios, né, o autor 3, que a gente chama lá, falou disso, né, num dos comentários, que eu, o trabalho, visava que nós reconhecêssemos quem somos. Tivéssemos a plena noção de quem somos pra que nós pudéssemos responder adequadamente àquilo que Cristo espera de nós.

Porque o fato de nós não sabermos, né, não termos essa consciência, gera em nós um conflito, inclusive de propósitos. E ele falava assim, somos mandatários do Cristo e não podemos agir como se fôssemos menos do que isso. Conhecemos o Evangelho, estudamos, e não assumir, ele falava assim, que esse não assumir, esse dizer que ah, eu nada sou, era muito mais uma forma de fugir dessa responsabilidade, fugir a uma responsabilidade do que a humildade por si só. E é muito importante que a gente… Não tem nada a ver. Achei muito bonito que a gente trabalhe essa questão da consciência, de que somos, do que somos e pra onde vamos.

Que é o que nós estamos tratando aqui com êxodo também. Para onde vamos? E por que nós não caminhamos sem linha reta em dois metros? Porque a pergunta se começou lá. E por que não foi assim? Porque essa história se repete e tal. Olha, foi ótimo, foi leve, foi gostoso, foi cheio de novidades, gostoso. O Sérgio Pinto tá fazendo aniversário hoje, né? Falou aí, feliz aniversário, Sérgio. Parabéns, falou que foi um presente de aniversário. Que Deus te abençoe, te dê muita saúde, alegria, prosperidade, e que você consiga realizar todos os seus objetivos, você tem uma encarnação muito boa, que eu consegui realizar.

Dedicado aos estudos, tá com a gente nas lives, participa muito, Haroldo. Tem muita gente bacana que tá acompanhando a gente aqui com muita assiduidade, pessoas muito sérias estudando, pessoas que querem realmente ter esse outro relacionamento com o estudo da doutrina, com o estudo do Antigo Testamento. E eu acredito e mantenho em mim uma esperança de que todo esse trabalho que você desenvolve, possa realmente criar alicerces novos pra esse templo, né Haroldo? Porque nós construímos muitos templos sem bases, né Haroldo?

Sem alicerce, sem estrutura. E eu acho que isso aqui colabora muito pra mim, pelo menos, pra isso. Acho que pras pessoas aí também espero que sim, como uma família, que é como a gente quer se sentir aqui. É aniversário do nosso irmão Sérgio, e que todos nós cantemos o parabéns pra ele, que ele seja muito feliz mesmo. Jesus levou tanto tempo pra reunir a gente numa live, né Haroldo? Verdade. E esses temas, né Júlio? A gente considera esses estudos que a gente faz aqui, não é só o estudo de um livro. Nós estamos estudando a evolução espiritual.

Nós estamos estudando a vida como ela é. A vida como ela é. Quando a gente lê os textos de Êxodo, é apenas pra recolher símbolos que nos ajudem a entender a evolução. Veja, a nossa função não é ficar estudando o texto do Bíblio, é usar o texto do Bíblio pra entender a vida. Usar o texto como um conjunto de símbolos pra gente poder entender a vida. Então, nós estamos falando aqui de evolução espiritual, da minha, da sua, de todos nós. Nós estamos mergulhados porque Deus fez assim. Quer você goste, quer que você não goste, quer que você esteja emburrado, esteja sorrido, não interessa, é assim.

Então, compreender é o primeiro passo pra que a gente possa viver bem. Compreender, olha, é assim, é assim, é assim. Agora, você vai ter que mexer as peças aí entendendo que é assim. É assim que funciona. Então, eu… E a gente, quando estuda isso aqui, Nero, a gente relembra. Porque tem um texto que fala disso, que não é que nós não sabemos, nós esquecemos. Nós esquecemos da lei que está gravada em nossas consciências, e por isso os textos e os livros nos relembram desses processos pra que a gente retome a nossa caminhada, e o bonito disso é que você vai poder retomá-la do ponto em que você está, do ponto em que você se encontra sem se preocupar com aquele que já chegou, com aquele que você julga que ainda está atrás, mas a sua jornada pessoal e intransferível.

Né, Alô? O bonito do estudo e do espiritismo que nós sempre falamos, uma doutrina que nos liberta, uma doutrina que nos dá condições de caminhar como somos, que nos ensina que somos capazes e que temos a eternidade para evoluirmos, para caminharmos, para aprendermos, e é isso que é importante. É isso que é importante relembrar com esses estudos. Nós não estamos aqui andando para trás, nós estamos indo para a frente agora lembrando daquilo que não poderíamos ter esquecido. Exatamente, exatamente. Então aqui é um remédio para a memória.

Remédio para a memória. Basicamente é isso. É isso aí, amigo. Vamos terminar com uma música. Isso. Eu vou terminar com Este é seu lugar, já que você evocou. Olha! Agradecendo a todos aí. Convidando o pessoal para estar hoje à noite com a gente no Espírito X.tv no ar às nove e meia. Hoje tem música nova, Arudo. Hoje tem música nova. Que maravilha! O capítulo, a gente já fez o capítulo 20, até o 20, que depois eu vou te mandar para você ouvir. Nós fizemos um samba, Arudo. E aí, vou te mandar para você ouvir depois. Mas hoje nós vamos fazer a música que é o prefácio do livro.

O prefácio do livro. Que maravilha! E tem uma história linda por trás também da letra que o João escreveu, relacionada ao Cristo. Então, não percam, hoje às nove e meia. Que maravilha! Para assistir. Então vamos de música? Que eu vou encerrar? Vamos, vamos. Sempre uma boa pedida. Beijo, beijo, gente. Seu amor For morada E a paz Invadir todos Os corações Crede em mim O perdão Não será mais fugaz Serás tento De Deus Seu sagrado Altar Este É Seu Lugar Credes Em Deus Crede também Em mim Sou aquele Que te leva ao Pai Outro Consolado Te fará relembrar O caminho de amor Infinito De paz Este É Seu Lugar Toda Terra se Iluminará Todo Homem se levantará Canto, trabalho, leveza Vontade Assim e sem Cada um levanta A sua luz é o amor que agora nos conduz Justiça, amor, caridade em plena comunhão Escuta essa voz Escuta esse clamor Escuta, escuta Escuta essa voz Escuta esse clamor Escuta, escuta Escuta essa voz Escuta esse clamor Escuta, escuta Escuta essa voz Escuta esse clamor Escuta, escuta Quando o amor for morada e a paz Invadir todos os corações Crede em mim, o perdão não será mais vulgar Serás templo de Deus, seu sagrado altar Credes em Deus, crede também em mim Sou aquele que te leva ao Pai Outro Consolador te fará relembrar O caminho de amor, infinito de paz Este é seu lugar Amor

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn
Telegram
Email

Respostas

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Hide picture