#048 – Estudo do Velho Testamento – Livro Êxodo

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Neste episódio da série de estudos do Velho Testamento à luz do Espiritismo, Haroldo Dutra Dias aprofunda a compreensão do livro do Êxodo, focando no simbolismo do Tabernáculo e sua relação com a Escala Espírita, conforme codificada por Allan Kardec.

O que é estudado neste episódio

  • O Tabernáculo como Símbolo: O estudo retoma a ideia do Tabernáculo como um poderoso símbolo da primeira revelação, representando um povo peregrino na presença divina. É feita uma analogia entre a peregrinação do povo hebreu e a jornada de ascensão espiritual do Espírito imortal em direção à pureza.
  • Deus Transcendente: Haroldo enfatiza a transcendência de Deus, que é inabordável e ilimitado. O povo hebreu, segundo o estudo, se refere às manifestações de Deus (como a palavra, o fogo na montanha), e não a Ele diretamente, pois nenhuma criatura pode abarcá-Lo em Sua totalidade.
  • Analogia com a Escala Espírita:
    • Pátio Exterior (Espíritos Imperfeitos): Corresponde à primeira parte do Tabernáculo, onde ocorriam os sacrifícios de animais. Simboliza a predominância da matéria sobre o Espírito (questão 101 de “O Livro dos Espíritos”), a propensão ao mal, ignorância, orgulho e egoísmo. Os sacrifícios representam a expiação pelos erros e a violação da lei divina.
    • Lugar Santo (Bons Espíritos): Representa a segunda parte do Tabernáculo, com o incenso, candelabro e mesa dos pães. Simboliza a predominância do Espírito sobre a matéria (questão 107 de “O Livro dos Espíritos”) e o desejo do bem. É um ambiente de oração, refeição (simbolizando a “Santa Ceia” e o alimento divino) e conexão, sem sacrifícios pelo pecado.
    • Santo dos Santos (Espíritos Puros): A parte mais interna do Tabernáculo, contendo a Arca da Aliança e os querubins. Corresponde aos Espíritos Puros (questão 112 de “O Livro dos Espíritos”), caracterizados pela “nenhuma influência da matéria” e superioridade intelectual e moral absoluta. São Espíritos que alcançaram a perfeição suscetível à criatura, vivendo em comunhão com Deus e sem a necessidade de provas ou expiações.
  • Trabalho dos Espíritos Puros: Baseado em “O Livro dos Espíritos”, o estudo descreve os Espíritos Puros como mensageiros e ministros de Deus, que executam Suas ordens para a manutenção da harmonia universal, auxiliam no aperfeiçoamento dos Espíritos inferiores e os assistem em suas aflições, guiando-os ao bem e à expiação.
  • Evolução Consciente: A importância de sair da “terceira ordem” (Espíritos imperfeitos) é destacada, buscando reduzir drasticamente as expiações, aproximar-se das provas e evitar a prática do mal, que constitui crime contra a lei divina.
  • A Jornada Individual: A evolução é vista como uma jornada pessoal do Espírito, onde cada um decide a velocidade e o caminho a seguir, sem imposição divina. O “não retrogradar” do Espírito é explicado como o não desaprender, mesmo que haja “marchas a ré” em termos de experiências vividas.

Reflexões

  • A compreensão da transcendência de Deus e de Suas manifestações é fundamental para interpretar as escrituras e a jornada espiritual.
  • A Escala Espírita, aliada ao simbolismo do Tabernáculo, oferece um roteiro claro para a evolução moral e intelectual do ser, do apego à matéria à comunhão com o divino.
  • A “Santa Ceia” e o “pão que desceu do céu” são metáforas poderosas para o alimento espiritual e a moral cristã que nutrem o Espírito em sua ascensão.

Ler transcrição do episódio

Antes mesmo da tua festa Mostra ao pai a tua boa intenção Reconcilia-te com teu irmão Com um aperto de mão Se desejas a união De todos os povos em paz e em comunhão Ensina hoje a criança o bem que o amor faz ao nosso coração Paz no povo, reconciliação Ensina hoje a criança o bem que o amor faz ao nosso coração Paz no povo, reconciliação Ensina hoje a criança o bem que o amor faz Ensina hoje a criança o bem que o amor faz ao nosso coração Boa tarde, amigos! Boa tarde! Boa tarde, Júlio! Boa tarde, Leonora! Todos muito bem-vindos ao estudo de êxodo à luz da doutrina espírita.

Estávamos com saudade, não é? Duas semanas tivemos Natal, tivemos a sexta passada o Haroldo com mudança de residência e hoje nos reencontrando com todos vocês. Foi a Páscoa, não é? Foi a Páscoa, não foi o Natal, não é, Leonora? Eu estou aqui pensando. Ah! Eu falei Natal, Páscoa! O final de semana de Páscoa. É de renascimento, não é? O final de semana de renascimento. Haroldo está de cenário novo. Ambiente novo aí, não é, Haroldo? Ambiente novo. Bacana. Coisa boa, coisa boa. Vamos dar umas boas tardes aqui? Vamos dar boas tardes.

E aí? Eu já coloquei alguns na tela na hora da música, não é? Com a conta do filho. Olha quem está aqui com a gente. A Sandra Morine está sempre conosco. Boa tarde, Sandra. A Eleni também está sempre aí. Boa tarde, querida. Aqui também, olha. A Marisa. Boa tarde. Fantástico, não é? A Lígia. Boa tarde, Lígia. Copacabana, Rio de Janeiro. João Caldas está sempre conosco também, não é, João? A Ana Esperto. A Lúcia. Brasília. Vamos ver quem está por último aqui agora, para a gente começar. Espera aí. Os últimos aqui. O do Brasil representado, não é?

Viviane Lopes. Viviane Lopes. Estamos juntos. Olha quem está aqui. Professor Leandro. Olha quem está aqui. Estou aqui na casa dela. A Lúcia Júlia do Luiz Henrique. Eita! A Lúcia Júlia do Grupo Abrigo na Arte. Está aqui, já me fez um cafezinho agora há pouco, Aroldo. Estou aqui para comentar. A Lúcia falou comigo assim, ô, Júlio, eu já estou assistindo direto lá as lives, assisto as coisas, eu só ainda não conseguia assistir aquele negócio do Êxodo. Rapaz, me explica o que é esse negócio do Êxodo. Aí eu estava explicando para ela que não é nenhum bichinho de cabeça, não.

Ela está aqui hoje, sendo obrigada a acompanhar. Seja bem-vinda, Lúcia. Seja bem-vinda. Acompanhe conosco os estudos. Tomara que ela goste, não é? Agora, se bem, eu vou me dar muito mal aqui, não é, Aroldo? Mas e aí, Aroldo? Pois é, eu não sei. No último episódio de Star Trek… Pois é, onde que… A gente… Acho que você travou, Júlio. Segue aí, que aqui está… Já voltou, já voltou. No último episódio estavam só os meninos. Vamos ver o que nós conversamos. Estamos dentro do… Estudando o tabernáculo, não é? A gente está fazendo aquele paralelo lá das três partes, não é?

E a gente tinha passado pelos espíritos imperfeitos, aquela parte inicial, os bons espíritos, e aí a gente tinha chegado… Eu estava começando a falar um pouquinho sobre os espíritos puros, não é? E eu acho que seria importante a gente retomar aquilo, não é? Eu vou até… Até pegar aqui o texto. Está lá, mais ou menos, questão 100, não é? Para o pessoal que está acompanhando aí. O Júlio acho que caiu, não é, Leonora? O Júlio estava arrumando a internet, mas ele já está retornando. Eu vou pegar aqui… Então, a gente estava lá nos espíritos da primeira ordem.

Tínhamos passado pelos espíritos da segunda ordem, era a característica deles, e a gente ia trabalhar as características que é a pergunta 112 do Livro dos Espíritos. Então, só retomando, vou fazer um lembrante aqui para a gente voltar. O tabernáculo é um grande e poderoso símbolo da primeira revelação. É um grande e poderoso símbolo. Vamos tentar simplificar para a gente entender. Eu tenho, bem simples, um povo peregrino sendo acompanhado pela xerriná, pela nuvem da presença, pela presença divina. Muito cuidado com isso.

O povo hebreu não se refere diretamente a Deus. Por quê? Porque Deus é transcendente. Nenhuma criatura pode abarcar Deus. Isso é importante. Então, digamos que você esteja naquela praia maravilhosa, João Pessoa, naquele mar, e você mergulha no mar. Você não pode alimentar a ilusão de que, porque você mergulhou no mar, você experimentou o mar inteiro. Então, um dos maravilhosos disso do povo hebreu, eles não falam de Deus. Eles falam sempre das manifestações de Deus. Então, a palavra de Deus, é a palavra, não foi ele.

A montanha pegou fogo, é o forro, não é ele, porque ele não cabe na montanha, gente. Então, isso nós temos que fixar. Isso é fundamental. É alicerce para a compreensão da primeira revelação. Deus é transcendente. Deus é inabordável. Não tem como eu abordar Deus. Por quê? Porque ele é infinito. Ele é ilimitado. Como é que você aborda algo ilimitado? Como? Não tem jeito. Então, a gente tem que ficar atento a isso, ficar atento a esse cuidado, a esse cuidado que a primeira revelação tem ao falar de Deus. Deus é inabordável, portanto, eu me refiro à manifestação dele.

A presença dele. A presença de Deus é uma emanação dele, não é ele inteiro. Ah, Haroldo, mas não consigo entender isso. Consegue sim, mano. Consegue sim. Quando você está tomando sol, você está tomando sol inteiro? Se eu te jogar lá dentro do sol, o que vai acontecer? Vai sobrar nada. Nem pelo Espírito. Não é? Então, você está tomando sol, o sol está aqui, aquele sol, mas não é o sol inteiro. É uma emanação do sol. Então, é isso. O que nós temos em êxodo? Você fala assim, Haroldo, resume êxodo em uma frase. Um povo peregrino na presença de Deus.

Um povo peregrino na presença de Deus. Ah, Haroldo, resume a nossa jornada de ascensão espiritual. Um Espírito em evolução na presença divina. É a mesma coisa. É a mesma coisa. Então, a peregrinação do povo hebreu é um grande símbolo da peregrinação do Espírito imortal em direção aos mundos celestes, em direção à primeira ordem, a ordem dos Espíritos puros. Então, é uma jornada em direção à pureza. Ó, claro, Eleonora quer dar uma sondada, Júlio quer dar uma sondada aí no pessoal, falar um pouquinho. Gente, isso é assim, isso tem que decorar, isso tem que ser um mantra.

Você tem que meditar e orar 50 vezes repetindo esse mantra aí. Senão, não vai entender nada. Eu estou sendo infático porque é muito vital isso. Qual é o mantra, Haroldo, mesmo? Oi, Júlio. Qual é o mantra? Um povo peregrino na presença de Deus, um Espírito em evolução na presença divina. Peraí. Interessante, né, que no livro dos Espíritos, quando pergunta o que é Deus, como é que nós podemos a reconhecer, realmente a resposta é pela sua criação, pela sua emanação. Mais ou menos, até lembrei, você falou sobre a fumaça, que Ele fala a palavra, que Ele fala a montanha.

Muito parecido com o que a espiritualidade também traz, a gente vendo a criação, quem criou, né? Exatamente. Então, são manifestações do Criador. Os nossos amigos aqui, por enquanto, estão dando boa tarde, um conversando com o outro. Ficou claro, sim. Está respondendo. Ficou claro, sim. Ah, que ótimo. Mas foi só um que falou isso, Haroldo. Pois é. Estou compreendendo. Falta boa tarde, está ninguém prestando atenção em nada. Falta boa tarde, boa noite. Tranquilo. Sim, entendi. Ficou claro. Beleza. A gente vai assistir de novo.

Bom, então, veja. Olha, agora, olha Kardec. Olha Kardec. Questão 100. Olha aqui. Espíritos, começou. Olha. Questão 101, né? 101. 101. Caracteres gerais. De quem? Dos espíritos imperfeitos. Olha a primeira frase. Predominância Predominância da matéria sobre o Espírito. Ponto final. O que acontece na primeira parte do tabernáculo? Predominância da matéria sobre o Espírito. O que acontece lá? Matança de animal. No pátio dos gentios. É. O pátio é quando há o templo, né? O pátio, Júlio, é quando já tem o templo em construção.

Ali no tabernáculo, que era a tenda, a primeira parte da tenda é onde estavam as bacias de cobre e onde as oferendas eram feitas. O sacrifício. Você olha para aquilo e enxerga o quê? Predominância da matéria sobre o Espírito. E o que as pessoas vão fazer lá, Júlio? Elas vão orar? Não. Elas vão conectar com Deus? Não. Elas vão oferecer sacrifício pelo pecado. Olha a segunda frase aqui. Propensão para o mal, ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões ou excessos que lhes são consequentes. Isso aqui é ou não é a bacia com sacrifícios sendo oferecidos?

Então, quem está conectado à primeira parte do tabernáculo está oferecendo sacrifício porque errou, porque errou, porque feriu a lei divina. Quem não feriu a lei divina não está oferecendo sacrifício. Olha isso. Olha a sabedoria do Kardec. Aí, ele vai descrever, esta é a 101, depois ele vai descrever a segunda ordem, os bons Espíritos. Olha o nome. Kardec não chamou a terceira ordem de maus Espíritos, ele chamou de Espíritos imperfeitos. Aqui, ele está chamando de bons. Agora, questão 107. Caracteres gerais. Olha a frase.

Predominância do Espírito sobre a matéria. O que tem no lugar santo do tabernáculo? Incenso, candelabro, mesa dos pães, ou seja, o ambiente da ceia, o ambiente da reunião, da ceia, do banquete. O tema do banquete é um tema bíblico. Significa que você já está se alimentando do divino. Você já está se alimentando do pão que desceu do céu. Outra característica deles, desejo do bem. Então, você não tem no lugar santo matância de animal, você não tem no lugar santo sacrifício pelo pecado. Lá, você tem oração, refeição, conexão, fidelidade.

É a antessala da comunhão. Agora, vamos para o santo dos santos. Tem pão lá no santo dos santos? Não. Tem incenso? Não. Tem vela? Não. Tem choro? Então, não tem nem choro, nem vela. No santo dos santos tem a arca da aliança, a lei e os querubins, gente. Por que esses querubins lá? Vocês lembram lá de Gênesis? Nós estudamos isso, hein? Estudamos Gênesis. Quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso, quem ficou vigiando a porta para eles não entraram de novo? Querubim. Um anjo. Agora, olha a característica aqui dos Espíritos puros.

É simples. É o único… Kardec usa uma frase, porque não tem nem muito o que dizer, um negócio assim. Por enquanto, a gente não tem o que dizer, porque ele conhece pouco. Ele só escreveu assim, questão 112, nenhuma influência da matéria. Nenhuma. Não é predominância do Espírito sobre a matéria, não. É nenhuma influência da matéria. Superioridade intelectual e moral absoluta em relação aos outros. Intelectual e moral. Olha o querubim aí. Quantas classes tem? Única. É única. Os Espíritos que a compõem percorreram todos os degraus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matéria.

Ora, se eles se despojaram de todas as impurezas, eles estão na presença divina. Eles estão debaixo da nuvem da presença, da coluna de fogo, da xerriná, da nuvem da glória divina. Perceberam? É respirar. E aí, vamos continuar. Os Espíritos que a compõem percorreram todos os graus da escala, se despojaram de todas as impurezas da matéria, tendo alcançado a soma de perfeição de que é suscetível à criatura, por que de que é suscetível à criatura? Porque, evidentemente, nenhuma criatura vai adquirir a perfeição de Deus, porque o relativo nunca vai se tornar o absoluto.

Então, é a perfeição de que é suscetível à criatura. Não tem mais que sofrer provas nem expiações. Isso aqui eu já falei milhões de vezes, não vou voltar nisso. Não estando mais sujeitos à reencarnação em corpos perecíveis, realizam a vida eterna no seio de Deus. Os Espíritos usaram aqui linguagem metafórica. Seio de Deus é a tal da nuvem, da coluna de fogo, aí são os símbolos. Comunhão. Estão em comunhão com Deus. Agora, eles abordaram Deus por completo? Não! Porque Deus é inabordável. Seus pensamentos, almo e insondável.

Essa poesia do Augusto dos Anjos, almo e insondável. Almo é nutritivo, é o que providente, é o que cuida. Isso aqui é almo. Almo é o que nutre. Insondável. Insondável. Comunhão. Gozam de inalterável felicidade. Inalterável. Só a felicidade. A felicidade não faz assim. Oh, Deus, ficou. Eu estava 100% feliz, agora estou 99%. Não, não tem isso. É 100% sempre. Comunhão. Então, nós nós estamos caminhando da primeira parte do tabernáculo para o Santo dos Santos, ou Santíssimo. É o Santíssimo. Está agora na presença, na presença divina.

Importante isso, gente. Ah, e aí vem sempre aquela pergunta. Ah, o Espírito puro pode encarnar? Pode, se ele quiser, mas é raro, raríssimo, raríssimo, raríssimo, raríssimo. Você pode ver a encarnação de Espírito bom que está quase virando puro. E, aí, eu vou te dizer uma coisa, você não vai conseguir distinguir, porque só um Espírito puro reconhece outro. Se você não é, como você vai reconhecer? Não é? Você quer ver uma coisa? O Júlio vai entender. Eu vou colocar no evento do ser os cinco maiores violonistas da Terra.

E, aí, nós vamos pegar um leigo em violão para dizer qual é o melhor. Como é que ele vai dizer? Vai dizer como, Júlio? Vai dizer como, Júlio? Não, ele não vai conseguir distinguir, não. São todos maravilhosos, todos maravilhosos. Como é que você vai escolher o melhor? Você tem que fazer uma votação entre eles. Tem que fazer uma votação entre eles. Aí, eles vão pegar e falar, não, nós chegamos aqui numa votação que o melhor é fulano, porque ele tem um detalhe. Aí, você vai falar, nossa, eu não tinha nem visto isso. Não é?

Então, gente, cuidado para você não confundir bom Espírito que já está lá no finalzinho da escala, da escada dos bons Espíritos, está quase virando puro. Cuidado para você não confundir com puro. E, outra coisa, tem Espírito puro que virou puro semana passada. Tem Espírito puro que é puro há um bilhão de anos. Cuidado, hein? Antiguidade é tudo. Então, você se reúne lá e fala assim, ô, Júlio, você é Espírito puro há quanto tempo? Ah, eu acho que eu acho que tem uns duzentos bilhões de anos. É, por aí. E aquele lá? Nossa, aquele é o nosso orientador.

Ele é Espírito puro há um bilhão de anos. É? Então, é isso. Então, você pega, por exemplo, o Asclepius está lá no Obreiros da Vida Eterna. Obreiros da Vida Eterna. O Asclepius vai dar uma palestra em nosso lar. Ele materializa em nosso lar. Eles fazem uma reunião de materialização. O André Luiz acha que ele é um anjo de Espírito puro. Aí, o orientador fala, não, não é mesmo. Ele não é Espírito puro ainda, não. Ele ainda reencarna. Só que ele reencarna a cada setecentos anos. Olha como é que a gente é ingênuo. Ingênuo!

Ingênuo! Não, ele encarna. Só que é o seguinte, ele tem sete séculos para ele encarnar. No mínimo, está lá escrito, no mínimo em intervalos de setecentos anos. Mas, não é puro ainda. Não. Muito bom. O pessoal tem algumas perguntinhas aqui, mas eu gostaria, Haroldo, que você lesse um pouquinho o trabalho dos Espíritos puros, que eu acho tão lindo o que Kardec coloca ali. Você conhece? Espera aí, eu estou… Isso. Olha que bonito. Gozam de inalterável felicidade porque não se acham submetidos às necessidades, às vicissitudes da vida material.

Essa felicidade, porém, não é a de ociosidade monótona, a transcorrer em perpétua contemplação. Eles são os mensageiros e os ministros de Deus, olha isso, cujas ordens executam para a manutenção da harmonia universal, comandam a todos os Espíritos que lhes são inferiores, auxiliam na obra de seu aperfeiçoamento e lhes designam as suas missões, ou seja, eles dirigem a nossa evolução. Assistir os homens nas suas aflições, consitá-los ao bem ou à expiação das faltas, que os conservam distanciados da suprema felicidade, constitui para eles ocupação gratíssima.

Quer dizer que eles têm alegria em levar a gente para a expiação. Por quê? Porque eles sabem que aquilo vai nos purificar. Fiquei pensando… São designados, às vezes, pelos nomes de anjos, arcanjos ou serafins. Oi, Júlio. Eu estava pensando que, com relação a essa jornada, uma vez que, nesse êxodo interessante, que a gente caminha com o templo. Na medida que vai se estabelecendo, esse tabernáculo vai caminhando junto com as tribos, não é isso? É aquilo que eu falei. O tabernáculo é a presença divina. É o povo peregrino na presença divina.

O tabernáculo segue o povo na caminhada dele. Fiquei imaginando a gente, na prática, porque agora nos interessa muito, Aroldo, sairmos dessa terceira ordem. É o que nos importa. É o que nos importa agora. Sair da terceira ordem. Ou seja, Júlio, o que é sair da terceira ordem? Reduzir drasticamente as expiações, nos aproximarmos cada vez mais das provas, das provações e evitar a todo custo a prática do mal. Porque a prática do mal, ela constitui um crime contra a lei divina e ela nos coloca novamente em posição de expiação.

É isso, não é? É bonito porque isso é evolução consciente. Evolução consciente. Aroldo, saio daquele ciclo, porque é bonito isso, não é? A gente fica num círculo. Os hindus gostam muito disso, não é? Eles chamam de círculo de samsara. Acho que é isso. É um círculo de expiação. Você expia, comete o mesmo erro, expia de novo, vai e volta, vai e volta e, às vezes, se torna um círculo vicioso. E, os bons Espíritos saem disso. Eles saem disso. Existe algum paralelo, me venha intuitivamente aqui, daquela passagem do jovem rico com essa coisa da terceira para a segunda ordem, esse momento em que ele, da predominância ali da matéria, tem a ver, tem alguma relação, pode encontrar alguma relação nesse momento?

Eu acho que o jovem rico, Júlio, foi um atendimento muito particularizado de Jesus àquele Espírito, sabe? Ali foi um atendimento individual. Então, Jesus percebeu nele qualidades notáveis e percebeu ali um aspecto que estava ainda muito arraigado, muito arraigado nele. E, aí, Jesus disse para ele, olha, você quer dar uma dobra estelar? Você quer dar uma dobra estelar? Pelo que eu estou vendo, você está querendo isso, você está querendo muito, dar uma dobra estelar. Então, eu vou te dar um remédio amargo. Um sacrifício grande.

Vai lá e faz isso que você vai dar uma dobra alta. Fiquei pensando nos trabalhos, nesses trabalhos que estão ali no lugar santo, as atividades a que a gente está se propondo, as pessoas que desejam purificar-se ali, naquele momento, para poder ter acesso a essa nova etapa. Lugar santo é bom espírito. E tem tudo a ver com a pergunta que a Ana Prado fez, que eu tinha marcado aqui para a gente colocar, quando o Haroldo falou, o lugar santo, e o Júlio ponderou, é o lugar que nós queremos entrar, que nós queremos fazer morada.

E, aí, a gente comentou que ele é muito parecido com uma ceia, e ela pergunta se tem a ver a simbologia, acho que com a santa ceia mesmo, que Jesus lava os pés nessa bacia e oferece essa ceia, oferece esse pão. Total. Os doces, né? Total. É isso. É isso. A santa ceia é isso. Fazer isso em minha memória. É isso. É quando você já está nesse processo de cultivar a memória do Cristo. Memória do Cristo, eu digo, a memória da moral cristã. Você está já nesse processo de cultivar a memória. É a ceia. Guardar as palavras, né?

Está lá no Salmo 23 também, né? Prepara uma ceia na presença dos meus adversários, meu cálice transbordo. Só que a gente acha ali que os adversários são outras pessoas. Não. Os adversários estão dentro de nós mesmos. Prepara uma ceia na presença dos meus adversários, o meu cálice transbordo. O Senhor é meu pastor, não me faltará. Ele me faz repousar em verdes pastos, em águas tranquilas. É esse símbolo aí da ceia. É isso aí. Eu deixo de perder tempo agora. Não é perder tempo, né? Deixa eu elaborar melhor isso. Eu começo a endireitar os caminhos e as veredas.

Aquelas veredas que eram tortuosas, eu endireito aos caminhos. Eu começo a andar mais em linha reta. Eu já esgotei esse hábito de andar por vias tortuosas. E começo a querer endireitar as veredas e preparar o caminho do Senhor. O caminho. É um caminho. É o, o. Artigo singular. O caminho. O caminho reto. Não quero mais veredas. Porque veredas, olha só, o Júlio tem mil e quinhentas, eu tenho umas três mil, Eleonora tem umas… As veredas são os grandes equívocos tortuosos das nossas encarnações passadas. Aquelas veredas que você andou, chorou, sofreu para aprender três gramas.

Chico falava isso. Uma tonelada de cascalho para pegar três gramas de ouro. Então, você está cheio dessas veredas tortuosas. E, aí, você começa agora a abraçar uma proposta de endireitar as veredas. O que é endireitar as veredas? Reparar o mal, espiar e preparar o caminho. Aí já é recomposição do destino. Planejamento futuro. Planejamento evolutivo. E trabalho, né? Quando o Júlio falou ali, os ofícios, são os ofícios santos, né? Trabalho nesse bem. A gente estava conversando, então, sobre o tabernáculo, nessa questão de escala espírita, nessa questão espiritual.

E o Milton, duas vezes, ele fez a pergunta que o tabernáculo existiu ou não existiu? Existe até hoje. Existe até hoje. Até hoje. Antes… É uma tradição do povo hebreu. Ele era uma tenda, né? Que andava com eles. Depois ele virou um templo físico, né? Virou um templo físico. Sobrou lá um pedaço do templo. Eles ficam lá no Muro das Lamentações cultuando esse pedaço, né? Tá lá, ué. Um pedacinho lá do Templo de Jerusalém é o que sobrou do tabernáculo. Aí o amigo pergunta assim, ó. Sócrates seria espírito puro e tem utilidade de se saber disso?

Não tem como saber, né? É, eu não sei. Eu vou ter que esperar chegar a público pra poder reconhecer. Pra gente, pra gente. Um espírito imperfeito não é capaz de identificar um espírito puro. Porque você pode confundir um bom espírito que tá quase se tornando puro com um que já é puro. O José falou bem isso. Da segunda ordem pra cima, pra mim, já tá ótimo. Vai durar muito tempo. Gente, é importante isso, né, Leandro? A segunda ordem, gente, não são dois degraus, hein? Não acha que tem só dois degraus de bons espíritos, não, hein?

Da mesma maneira que espíritos imperfeitos você tem uma gradação enorme, você tem aí uns 100 degraus, bons espíritos você tem uns 300 degraus, hein? Tem gente que tá nos primeiros degraus de bons espíritos, tem outros espíritos que já estão lá 270 degraus. Não acha que é um degrau só. Tem muita gradação. E sobre não reconhecer, olha só, Sibéria, se fosse fácil reconhecer Espírito puro, Jesus teria sido reconhecido por todos. Exato. Isso é. Isso é. Essa questão, né, que eu me vi atrás, quando você enxerga o Espírito puro, puro é puro, né?

Puro é puro. Então aí você fala assim, não tem nada que você botar, tirar, ou diferenciar um puro do outro puro, porque os dois são puros, é uma solução alcalina, né, vamos dizer assim, isso é alcalina que fala algo que não tem mancha, não tem… Não tem mancha. Do ponto de vista moral, eles são. E aí, Haroldo, já são espíritos um com o pai, né? Já. Já são espíritos um com o pai. Então você fala assim, se você vê um, você vê o pai, né? Aí você fala assim, tem gradação entre os puros? Tem. Nós sabemos como é que é? Não.

Está na codificação? Não. Não. A codificação não fala de características dos puros, ela não entra em detalhes. Por quê? Para que você vai ensinar matéria do terceiro ano do ensino médio para aluno que está na quinta série do ensino fundamental? Para quê? Para quê? Qual a necessidade disso? Na verdade… para confundir, olha a frase de Jesus com Nicodemus. Eu vos falei das coisas terrestres, você não acreditou? Imagina se eu te falasse das celestiais. Eu estou te falando um negócio assim, com arrozinho, com feijão. Imagina se eu começasse a falar das celestiais.

Então, o que Jesus está dizendo para a gente? O que Jesus está dizendo para a gente? Meus filhos, eu não falei de nada celestial para vocês, não. Nada. Nada. O Cristo não falou. Aí tem gente que acha que vai descrever. Então, tem que ter esse cuidado. Até porque a gente busca essas respostas. A gente busca respostas muito dentro da nossa pequenez, de curiosidades pequenas, de interesses pequenos, de percepções de bondade, de beleza, pequenos. Por que é que nós entendemos de beleza? Com a percepção focal que nós temos hoje, com a visão que nós temos hoje, com as experiências táteis ou do sentido.

Porque quando a espiritualidade fala assim, falta-lhes o sentido, eu me lembro disso o tempo todo, falta-nos o sentido para essas coisas. Não adianta a gente ficar nisso, sendo que a gente ainda precisa reconhecer um irmão. Gente, nós estamos com dificuldade de reconhecer o irmão como irmão. Quanto mais Espírito puro. Nós estamos a caminho da luz. Olha a Silene aqui. Não importa mais o que foi e sim o virá ser. Oi amiga, boa tarde. Isso aí é uma indireta. Importa sim. É. O nosso encontro, para quem não sabe, o ser antes da pandemia de dois anos, nós realizávamos o virá ser.

O nosso encontro. Exatamente, é isso mesmo. Nós estamos nessa luta. Eu acho que é importante a gente ter como o maior ato de pureza, no momento, Haroldo me vem, é aceitar que Jesus lave nossos pés, aceitar que Ele nos banhe, aceitar que Ele nos inicie nessa etapa, seguir… Eu até acho que eu fico pensando, você falou de coisas celestiais como parábolas para nós, de coisas de Deus em parábolas para crianças. Não é isso? Deus para crianças. Eu acho muito belo. E essa preocupação tem que ser a nossa. Preocupação de perdoar espontaneamente e de forma automática, viver uma vida mais coerente com o que nós já aprendemos.

É tão bom, a mediunidade do Chico nos deu um presente. Nós temos um resumo do Evangelho, das orientações morais do Evangelho. Nós temos um resumidinho e está em frases pequeninas. Se chama Agenda Cristã. Agenda Cristã. Ali está resumido. O ensino moral que nós precisamos adquirir está resumido em pequenas frases. Completinho. Completinho. Tudo, tudo, tudo, tudo. E de uma maneira didática, dividida. Ali está o nosso programa. Nosso programa de crescimento. Claro que é um programa pessoal, porque nenhum de nós pode impor isso a quem quer que seja.

Senão não tem mérito, né? Nossa, aqui é muito reflexivo hoje, né? É muito importante a gente se situar, sabermos onde estamos, né? Sem demérito, porque ele estar ali ainda sob a predominância da matéria, sobre o Espírito, é ruim quando a gente não sabe disso, né? Mas a gente, na medida que sabe, reconhece, caminha, vamos seguindo para isso. Depois, sim, algumas pessoas podem estar no lugar santo, entre nós, que já estão no lugar santo, nas atividades beneméritas do mundo, fazendo como Jesus ensinou. A gente tem pessoas trabalhando no mundo, incansavelmente, por nós, né, Arudo?

E é isso que importa. Importa sabermos onde estamos e para onde estamos indo. Que eu acho que… É isso, né? Num êxodo, vamos dizer assim, isso é muito importante, né? É uma coisa importante isso, né, Júlio? A viagem é do Espírito, é de cada um. Então, você já sabe os quilômetros que você percorreu, você já sabe, ainda, você já sabe quanto lhe falta percorrer e você deseja, você decide em que velocidade você quer viajar. O maravilhoso da sabedoria divina é que não há imposição de velocidade. Não há. Não há. Tem gente que dá até ré.

Mas o Espírito não retrograda. Gente, retrogradar é o aprendizado. Eu fui lá no quilômetro 200, eu já sei como é que é o 200, mas se eu quiser dar ré pro 100, tá ótimo. Eu vou ser alguém vivendo no quilômetro 100 que já viu o 200, olha que coisa. Houve retrocesso? Não. Porque tem como eu desver tem como eu desaprender? Não, eu já vi. Eu podia estar lá, mas eu dei ré? Pode também. Pode também. Pode também. Por isso que foi até citada, que o Chico dizia isso. O Chico tinha uma sabedoria, porque é aquele humor irônico mineiro.

Ele falava assim, eu me sinto uma lesma rastejando. Aí todo mundo na ingenuidade fala, ai que humildade, que bonitinho. Aí ele fala assim, mas rastejando pra frente. É bem irônico, é bem piada mineira. Porque rastejando tá uma multidão pra trás. É isso, né? Me veio uma imagem, né Arudo? Quando você vê um avião passando lá no alto. Parece que ele tá lento, parece que ele tá indo devagar. Você tá olhando ele lá no alto, passando devagar. Essa é a lesma do Chico, devagarzinho. E é engraçado, né Júlio? Porque eu me lembro, vou aqui falar apenas o geral, pra não entrar em detalhes, porque nem venha o caso.

Mas eu lembro que eu tava com 30 anos, vivendo uma experiência, e uma tia emprestada, irmã do meu padrasto, um dia, num final de tarde, ela tava sentada na calçada, lá na casa da minha mãe, porque eram aquelas casas tudo juntas, num lote só, ela sentou na calçada, eu sentei do lado dela, ela falou assim, ô meu filho, essa experiência que você tá vivendo aí, não é pra você, não. Isso não é pra você, não. Você tá vivendo uma coisa que não tem nada a ver com você. Sai disso. Querendo me dizer assim, poxa, você tá você tá voltando, né?

É o que o filho pródigo, não é? Deu, né? Puxa vida. Tava comendo pão lá na casa do papai, agora tão comendo com os porcos, que que é isso, né? Agora tão comendo comida de porco? Pelo amor de Deus, né? Tô aqui tomando limonada suína. Suíça, tomando limonada suína. Pelo amor de Deus, né? Tava lá comendo pão, tomando limonada suíça, agora tô aqui tomando limonada suína. Então, gente, você pode entrar em cada cilada, em cada lascada, em relacionamentos, em situações que não são mais adequadas ao seu grau evolutivo. Então, você tem que ser seletivo.

Tem que saber escolher. Então, a pessoa que tá lá no grau evolutivo dela, ela tá ajustada. Ela tá bem, ela tá ajustada. Quem tá no seu degrau, tá ajustado. Agora, se você resolveu dar uma marcha a ré de 200 quilômetros, você tá… você tá naquele negócio meio estranho, né? Porque você tem uma sensibilidade muito maior, você tem uma compreensão muito maior e tá ali vivendo num nível que não é o seu. Veja, tô falando de nível espiritual, hein? Espiritual. Espiritual, né? Espiritual. E quando chega lá no Santos dos Santos, nos Espíritos Puros, o seu trabalho é ajudar os que estão na primeira ordem, né?

E ajudar eles a subir, né? Ajudar a subir, né? Isso. Não é ajudar a dar ré, né? Não é isso, né? Não. Eles estão ajudando lá pra que eles vejam. Porque eles sabem que é tão bom. O pessoal fala assim, gente, é tão bom, né? Tem gente que precisa andar um pouquinho mais rápido, não? Uma felicidade perene, né? Não é? Comunhão com o pai. Eu queria aproveitar que nós chegamos já no nosso horário, queria que nós transmitíssemos as nossas vibrações à Keila. Ela postou aqui pra nós. Que bom interagir com você. Nosso grupo de estudos está iniciando os estudos de êxito em Israel.

Muitíssimo obrigada. Nossa, que maravilha! Nós mandamos as nossas vibrações de ótimo estudo, de integração, né? Muito importante estudar êxito. Estando lá, né? Entre essa cultura. Muito bacana. Ótimo estudo pra vocês. Depois ela podia mandar pra gente detalhes. O que exatamente é, né? Como é que é esse estudo lá? Como é que eles fazem? Quem participa? Muito legal. Estamos estudando aí o Shemot. Os nomes, né? Olha só. Que bonito. Que bacana. E aí, Alô? E pra semana que vem? Pra semana que vem, aí a gente já vai entrar um pouquinho.

Eu queria trabalhar um pouquinho alguns aspectos ali do tabernáculo, mais do texto de Êxodo, né? Alguma coisinha do sacrifício. Eu não vou entrar muito porque a gente tem um estudo do Levítico, que a gente trabalhou isso com muito detalhe. Mas eu acho que vale a pena. Principalmente, eu vou dar ênfase pra alguns sacrifícios que são citados no Novo Testamento. Que vão aparecer no Novo Testamento pra que a gente possa entender um pouco o que é. Vou falar pro pessoal que quem quiser localizar os estudos do Levítico, dessa temática do sacrifício, é só entrar no espiritismo.

tv, na busca, busca por legendas, nas legendas, e procurar lá, sacrifício, estudo Levítico, sacrifício, que você vai achar lá os pontos, os locais que a gente está estudando sobre sacrifício lá no Levítico. Então, brinquem lá com a repórter. Lugar santo, tem bastante coisa lá. Podem fazer busca na plataforma que vocês vão achar muita coisa. Vai achar coisas boas demais lá. É. E é isso, Aroldo. Então, beleza. Por hoje é só. Bom demais. Por hoje é só. Boa noite, amigos. É um ótimo final de semana. Nos encontramos semana que vem.

Muito bom. Estamos em 329, né? 329 amigos assistindo. Mais quem vai assistir no fim de semana. Isso aí. Eu vou deixar a musiquinha do início. Agora, no final, novamente, que tem tudo a ver com o estudo. Que música linda, hein, Júlio? É a música de Tim e Vanessa. A letra é do seu Lúcio Abreu. A letra é do seu Lúcio Abreu, que está falando da paz e reconciliação. Antes mesmo da tua oferta, não é isso? Ele vai falar para você. Que tem a passagem na Bíblia, né? Reconcilia-te com o teu inimigo antes de fazer oferta. Então, essa letra é muito legal e tem super a ver com esse detalhezinho que às vezes nos impede de passar para a próxima fase.

Exatamente. Ô Arudo, então um abração. Um abração, Eleonora. Fique com Deus. Obrigado por tudo. Agradecer a todo mundo aí que acompanhou os estudos. Semana que vem estamos aí de novo. Estamos aí de novo. Um abração. Obrigada, amigo. Um abraço, gente. Fique com Deus. Reconcilia-te com teu irmão Com um aperto de mão Se desejas a união De todos os povos Em paz e em comunhão Ensina hoje a criança O bem que o amor Faz ao nosso coração Paz no porvir Reconciliação Ensina hoje a criança O bem que o amor Faz ao nosso coração Paz no porvir Reconciliação Ensina hoje a criança O bem que o amor Faz ao nosso coração

Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.


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