Neste trigésimo estudo do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias nos conduz por uma análise profunda do livro de Êxodo, focando na terceira parte, a partir do capítulo 25, que aborda a comunhão e a construção do Tabernáculo. O estudo é enriquecido pela perspectiva espírita, conectando os ensinamentos bíblicos com conceitos da Doutrina.
O que é estudado neste episódio
- Êxodo, capítulo 25: Início da terceira parte do livro, que trata da comunhão e das instruções para a construção do Tabernáculo. A passagem “Dizei aos israelitas que me tragam uma contribuição. Tomareis a contribuição de todo homem cujo coração o movera a isso” é destacada, ressaltando a importância da contribuição voluntária e do engajamento pessoal na obra divina, seja através do tempo, do estudo ou de recursos materiais.
- Primeira Carta aos Coríntios, capítulo 3, versículo 16: A frase “Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” serve como ponto central para a reflexão sobre a presença divina no interior de cada ser.
- O Livro dos Espíritos, questão 13: Aborda os atributos da divindade, com ênfase na onipresença de Deus. A discussão se aprofunda na questão de como Deus, sendo onipresente, habita em nós e por que nem sempre percebemos essa presença.
- O Livro dos Espíritos, questão 244: Explora a capacidade dos Espíritos de verem e compreenderem a Deus. Distingue a percepção dos Espíritos superiores (que veem e compreendem) da dos inferiores (que sentem e adivinham por intuição).
- A comunicação divina: A forma como Deus se comunica conosco é discutida, enfatizando que não ocorre através de manifestações físicas ou barulhos, mas sim por meio de pressentimentos e intuições. A importância de exercitar a intuição para uma conexão mais profunda com o divino é salientada.
- Autonomia e consequências: A liberdade de escolha e a autonomia do Espírito são abordadas. Deus não decide por nós para que possamos crescer e evoluir através de nossas próprias decisões e das consequências delas, que não são punições, mas sim aprendizados.
- A história de Alcíone (Livro Renúncia): É utilizada como exemplo da autonomia do Espírito e da importância de seguir a própria intuição, mesmo diante de advertências. A renúncia de Alcíone é interpretada como a disposição de correr riscos por amor, fortalecendo sua autonomia espiritual.
- A tentação de Jesus: A tentação de Jesus é analisada à luz da infalibilidade dos Cristos, que, mesmo encarnados, estão num grau de evolução que os torna imunes às tentações comuns. A cegueira do tentador é destacada como um ponto de reflexão.
Reflexões
- A presença de Deus em nós é uma realidade profunda, acessível através da intuição e do sentimento, e não apenas por manifestações externas.
- A autonomia do Espírito é fundamental para a evolução. Deus nos concede a liberdade de escolha para que possamos crescer e aprender com as consequências de nossas decisões.
- O “templo” de Deus não é apenas uma construção física, mas principalmente o nosso ser interior, onde a conexão com o divino se manifesta através da intuição e da fé.
Ler transcrição do episódio
Olha o Júlio, ele é o novo. Matar a saudade do chofá. O povo vai ficar assustado aí, achando que é Yonki Poor no Chegando, né?! O Yonki Poor tá aí mesmo, a gente tá vivendo ele, é bom dar uma tocada nesse chofá de vez em quando, né Arouldo? Coisa boa. E nesse horário novo aí, tem gente nova, acredito que tenhamos pessoas que nos outros horários não podiam participar, né Arouldo, e que agora estão participando. Verdade. Então vamos dar uns boa tarde aqui, e aí Eleonora? Pra mim aqui, a Ju Oliveira, mas eu sei que teve gente aí antes.
Eu tava sem microfone, boa tarde a todos os amigos, mais um estudo de êxodo à luz da doutrina espírita, o estudo 30 às 17 horas, tantos amigos falando que é a primeira vez que estão assistindo ao vivo, que nunca dava tempo. Olha só que bacana. Olha só. Estão todos bem-vindos, muito bem-vindos ao nosso estudo. Então nesse mês agora, até o final de novembro, né Arouldo, a gente vai estar nesse horário das 17 horas. Então já avisar todo o pessoal. A gente já termina no horário do Ângelos, né Arouldo, fazendo a presta.
É só um horário especial agora de novembro, né, por conta de um compromisso acadêmico, né, então a gente vai manter esse horário aí, mas depois a gente volta ao normal, pra todo mundo participar, né. Independente do horário, a turma tem vindo, né, alternando aqueles que podem no horário das duas, aqueles que podem no horário das cinco, aqueles que podiam naquele horário da uma, né, que estavam também… Então é bacana isso, né, porque acaba que a gente chega a mais pessoas que não podiam estar participando em outros horários, né Arouldo.
Verdade, verdade. Até de todo mundo. Até de todo mundo, né, e tal, que pra nós aqui, Leonora, já apareceu mais gente que eu tinha visto antes. Aqui tem Juor, que esse nome eu não tinha visto aqui ainda, não sei se é a primeira vez. Ana Marília Riberto, Marília Fija, tem uns nomes que eu nunca tinha visto, tá, que eu não tô me lembrando. Ana Paula Corrêa, a Marta Pila, a Márcia Guilharde, o Heitor Barreiros. Vai aí, Leonora. O pessoal tá falando que pode ser qualquer horário que eu bato o cagão aqui. Que bom. A Tânia Antiqueira tá aí, Virgínia, Georgia, Regina Célia, o Fausto acompanhando ao vivo de Paris.
Olha só! Nossa! Que bacana, como é que tá aí, conta pra gente. Agora lá, os horários são bem diferentes, né, Haroldo? É bem diferente. Deve estar aí umas quatro horas de diferença, né? É. Ana Lúcia Sampaio, boa tarde, olha lá. Olha quem tá aqui com a gente, ó. A Elísia, Bernadette, Stanislau, aí que bacana, turma. Deixa eu ver mais nominhos aqui, vamos lá pro final. A última aqui é a Laura Leal, ó, chegou aí, a Valéria Fernandes, é isso aí, pessoal. Bacana demais, né, Leonor? Muito bem-vindos. Olha, é o seguinte, até falei com o Haroldo, vocês devem estar acompanhando aí um pouco da campanha do Quero Ser, né?
Vou até colocar aqui a imagenzinha aqui, que é uma campanha do Ser, né? Chega pra cá, Senhor Leonor. Por outro lado, é tudo ao contrário. E a gente queria falar um pouquinho sobre essa campanha, que é muito importante pro É uma campanha emergencial do Ser, uma campanha que nós precisamos, né, de conseguir uma adesão e um apoio imediato, o mais rápido possível, né, daqueles que acompanham o trabalho, dentro das suas possibilidades. E nós compusemos uma música, Haroldo. Eu vou te falar um negócio aqui, o violão seu tá rendendo, viu?
Tá dando sorte, né? O Haroldo me deu o violão quando eu fiz 50, né, Haroldo? Ele falou assim, é pra você fazer muita música nele. Falou comigo, né? Veio a quarentena pra promessa se cumprir. É, vou te falar o negócio. E a promessa se cumpriu, né? E a gente tem feito muitas músicas, a gente compôs uma música pra campanha, né? Eu queria compartilhar com vocês, nós criamos um site na plataforma do Ser, né? Deixa eu mostrar pra vocês rapidinho aqui. Quem não conhece ainda, né, a plataforma do Ser, onde você vai encontrar aqui vários eventos, cursos e coisas que a gente vai fazendo, os podcasts do Ser e tudo, né?
E aqui na plataforma do Ser, quando você digitar aqui, ó, barra, quero ser, ou clicar no link que tá na descrição dos nossos vídeos, das divulgações, você vai chegar aqui na página da campanha. E aqui as doações já começaram, já tem muita gente chegando pra ajudar, a gente tem uma meta aí, né, de alcançar 10 mil reais de contribuição. Mas antes a gente falar disso, eu queria que a gente escutasse a música que foi composta, Aroldo, que eu tenho certeza que você não teve tempo ainda de assistir, né, Aroldo? Vai assistir em primeira mão, né?
Você falou que ia passar aqui, eu fiquei esperando. Fiquei esperando pra assistir. Então vamos junto aqui, ó. Quero ser amanhã do amanhã Quero ser irmão do meu irmão Quero ser tolerante e leal Quero ser semelhante ao perdão Quero ser e saber o que sou Quero ser e saber o que sou Quero ser e ser sempre melhor Quero ser e saber onde vou Quero ser e chegar ao amor Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser e seguir o farol Quero ser pura transformação Quero ser bela e sana ao sol Quero ser nova embarcação Quero ser e contar com você Quero ser e cantar com você Quero ser e ser bem com você Quero ser sempre ser pra você Quero ser Quero ser Quero ser e contar com você Quero ser e cantar com você Quero ser e ser bem com você Quero ser sempre ser pra você Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser Isso aí, Eero.
Quero ser. Nossa, que música boa, Júlia. Que música gostosa, viu? É. E as imagens, então, né? Lembra tantas tarefas, tantas atividades, né? Tantas memórias, né, Haroldo? Nossa, agora são… Vão pra quase 12 anos. Esse ano 11, né? Do ano que vem, 12 anos, né? Em julho do ano que vem, vai pra 12 anos, assim. A gente registrou o estatuto em 2011, né? Então, esse ano, fez 10 do estatuto, né? Bacana. E aí, a gente já tava trabalhando antes, né? A gente começou em 2010. Isso. Em julho de 2010. Então, assim, é muito trabalho, muita produção, muita coisa, né?
E nós queríamos convidar as pessoas que não conhecem o Ser ainda, porque algumas pessoas que estão aqui nesses estudos do Novo Testamento, que chegaram aqui, alguns até não conhecem bem ainda todo o trabalho do Ser, os podcasts e tudo. Muita gente tá descobrindo isso ainda. Tá chegando, né? O tempo todo chega, né, Haroldo? Gente aqui. Então, eu queria mostrar pra vocês aqui um pouquinho da página da campanha, porque aqui tem o clipe da música, quando você vai lá e assiste, né? E aqui você tem uma explicação da campanha.
E aqui, quando você vai contribuir, só pra uma dinâmica que vocês entenderem, você escolhe aqui a contribuição, qual opção que você quer. E tem os valores, né? E tem quando você… Outro valor pode ser abaixo destes sugeridos ou superior a estes sugeridos. É uma contribuição mensal. A gente, pra essa campanha, uma campanha de 12 meses, então escolha aquele valor que te possibilita auxiliar, né, com tranquilidade, da forma que você puder. Então, esse auxílio vai auxiliar a gente nos próximos 12 meses a equilibrarmos as contas que, né, devido a todo esforço de mantermos o trabalho e as pessoas trabalhando no SER, né, foram afetadas pela pandemia.
Então, essa ajuda vem dessa maneira. Então, você escolhe aqui, vai abrir a caixa lá pra você colocar o cartão de crédito e tal. Então, a gente tá convidando a quem pode e a quem se sente tocado pelo trabalho e tem condições a ajudar a gente a alcançar essa meta aqui, que é uma meta um tanto urgente, um tanto imediata, pra que a gente possa continuar, né, com os trabalhos, com os investimentos que temos nas áreas, né, de tecnologia pra manter a plataforma, manter os programas e os sistemas de transmissão e etc. Então, é um convite pra gente fazer parte, né, desse grande trabalho que é realizado, em primeiro lugar, pela espiritualidade, né, mas também que a gente faz parte.
Então, esse é o convite, Haroldo, pras pessoas, né, se você quiser falar alguma coisa, Eleonora, eu só adiantando aqui, né. Claro, engraçado, porque a gente tava entrando na terceira parte agora do Êxodo, né, que é o capítulo 25 de Êxodo. E o capítulo 25, a terceira parte, que é da comunhão, né, ele começa assim. O senhor falou a Moisés dizendo, dizei aos israelitas que me tragam uma contribuição. Tomareis a contribuição de todo homem cujo coração o movera a isso. Eis a contribuição que receberei deles, ouro, prata e bronze, púrpura, violeta e escarlate, carmezim, linho fino e pelos de cabra, peles de carneiro tingidas de vermelho, couro fino e madeira de acássia, azeite para lâmpada, aromas para o óleo de unção e para o incenso aromático, pedras de cornalina e pedras de engaste para o efódio e para o peitoral, faz-me um santuário.
É importante a gente ter essa ideia. Muitas pessoas que dão suas contribuições, né? Tem pessoa que está dando a contribuição de participar aqui, o tempo dela, tem contribuição de quem está aqui falando, trazendo o estudo, a pesquisa, tudo voluntário, né? E, tem aqueles que podem contribuir com a doação. O importante é a gente entender que nós somos responsáveis pela obra e nós evitarmos, a qualquer custo, uma mentalidade que tem no movimento espírita hoje, que é uma mentalidade predatória, a pessoa que só quer receber, né?
Isso é muito ruim, né? Então, cada um dá o que pode, né? Ainda seja o óbito da viúva. É isso, né? Esse é o sentido. É isso. Muito bem. Então, vamos aos nossos estudos. E aí, Leonora, trouxe uma notícia para nós, aí, que nós pulamos uma casinha. É, pois é. Como é que é isso, Leonora? Então, os nossos amigos mandaram mensagem, né? Que a gente pulou o décimo emandamento. A gente foi até o nono, sobre o testemunho, depois a gente fez um resumo, né? Filosófico, sobre esse texto. E, na semana passada, já começamos com o templo, com a comunhão, o templo que somos nós.
Aí veio a ideia da gente conversar, então, sobre retornar um pouquinho e conversar um pouquinho sobre esse último emandamento. Eu perguntei ao Arudo se ele queria seguir hoje com o planejado, e daí, semana que vem, ele retomava esse mandamento, né? Ou se falaria hoje? Eu acho que, de repente, nós pegamos ele aqui antes da reunião, né? Se ele quiser e achar que vale a pena, faz na próxima semana. Se não, você que sabe, Arudo. A gente pulou a cobiça de propósito, né? Pulou a cobiça de propósito. O pessoal pediu para dar de volta na cobiça, mas semana que vem.
É daqueles que parecem fáceis, como o não matar. Todo mundo acha que entende, mas, daqui a pouco, esse significado pode ampliar, né? Ele é um mandamento muito importante. Vamos fazer igual o Gândi, Arudo. Manda voltar daqui a um tempo, semana que vem. A gente poder falar da cobiça, né? Porque tem muita coisa aqui. O mandamento da cobiça está na raiz de muitos magos. E a semana que vem a gente traz um pouco, porque hoje eu gostaria de aprofundar naquela página que a gente começou na semana passada, que é o capítulo 30 do livro Fonte Viva, em que Emmanuel comenta o trecho da primeira carta aos Coríntios, capítulo 3, versículo 16.
Não sabeis que sois o tempo de Deus, né? Que o Senhor habita dentro de vós. Isso é importante. Isso é importante. Então, nós vamos tratar um pouquinho disso, né, Júlio? É. Nossa, que tema maravilhoso, importantíssimo, né? E aí, Júlio, se você conseguir… Eu tenho que pegar a mensagem, eu esqueci de separar. Eu estou com a… Como era? Chamadas e escolhidas? Chama Educa, capítulo 30 do livro Fonte Viva. Educa. Vou achar ela aqui e já trago. É. E eu estou procurando uma outra aqui que eu acho muito importante, que está no livro dos Espíritos.
Fonte Viva, capítulo 30. Educa. Qual é o versículo que ele está comentando, Haroldo? Ele está comentando a primeira carta aos Coríntios, capítulo 3. Eu achei aqui, mas eu tinha pego no celular para eu poder ficar vendo vocês. Vou achar ela aqui agora. Achei. Quer na tela, Haroldo? É, põe na tela para a gente. Lembrando, o pessoal que está perguntando, a gente já entrou na terceira parte do livro de Êxodo, né? A gente já está em comunhão a partir do capítulo 25 de Êxodo. A gente vai falar sobre templo, né? Começa sobre essa construção desse templo.
A gente está sobrevoando, né, Eleonora? Está sobrevoando essa parte, né? Sobrevoando. Então, bom, olha o que o Paulo está dizendo. Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Então, Júlio, você consegue abrir a questão 13 do livro dos Espíritos? Vou tentar. Se você tiver ele aí. Mas, se você não tiver, eu tenho aqui. É que eu vou abrir. Na questão 13, vou falando, então, quanto abre, né? Na questão 13 do livro dos Espíritos, nós temos os atributos da divindade. E um dos atributos é que Deus é onipresente.
Onipresente. O que significa isso? Em todos os lugares, né? Em todos os lugares, né? Está em todos os lugares, né? Está em todos os lugares. Agora, olha que interessante, Eleonora. Se Deus é onipresente, Ele está em todos os lugares, por que Ele não está dentro de nós? Mas, Ele está, né? É, não é? Mas, a gente não pensa nisso, né? A gente não pensa nisso. Nós imaginamos apenas lugares onde Deus possa estar. E o único lugar que a gente não pensa é dentro de nós, dentro mesmo, no mais profundo da nossa consciência, do nosso espírito, dentro de nós.
É aqui, Herodo? Isso, questão 13. Isso, né? Olha lá. Os atributos, né? E, aí, vai falando em material adotado, né? Onipotente. E, aí, quando a gente examina lá no livro A Gênese, capítulo 3, falando sobre Deus, quando Kardec vai falar da providência, ele fala da onipresença, que a providência divina está presente em tudo. E, por que não estaria dentro de nós? Agora, a pergunta é se Deus está presente dentro de nós, por que a gente não percebe? Interessante, não é? Uma pergunta. Então, eu vou ler aqui, eu tinha pedido para o Júlio colocar, se quiser voltar lá para a fonte viva, pode voltar, Júlio.
Eu pedi só para eu não perder aqui, porque eu separei a 2, 4, 4. Olha só, a questão 2, 4, 4. Kardec pergunta assim, Os Espíritos veem a Deus? Interessante, não é? Os Espíritos veem, veem a Deus? Podem ver Deus? Agora, olha a resposta. Só os Espíritos superiores o veem e o compreendem. Os inferiores o sentem e adivinham. Adivinham. Ficam tentando saber como é que é. Então, vejam. Sem usar trocadilho, não é? Então, olha só. Se eu sou o Espírito superior e preciso ver e compreender, é porque Deus é diferente de tudo que eu já vi.
Não basta ver. Os superiores o veem e o compreendem. Os inferiores não veem, nem compreendem. Eles só sentem. E, ao invés de compreenderem, eles adivinham. Ficam tateando, tateando, tentando. O que é isso? Diz que falta um sentido, não é? Aí vem a letra A dessa questão. Quando um Espírito inferior diz que Deus lhe proíbe ou permite uma coisa, como sabe que isso vem dele? Aí os Espíritos respondem. Ele, o Espírito inferior, não vê a Deus, mas sente a sua soberania. E, quando não deva ser feita alguma coisa ou dita uma palavra, percebe.
Como por intuição. Como por intuição. Há proibição de fazê-lo ou dizê-lo. Percebe, sente. Não tendes vós mesmos pressentimentos que se vos afiguram avisos secretos? Para fazer diz ou não isto ou aquilo? O mesmo nos acontece, o mesmo nos acontece, se bem que em grau mais alto, pois compreendes que, sendo mais sutil do que as vossas a essência dos Espíritos, podem estes receber melhor as advertências divinas. Então, como que Deus se comunica? Através de pressentimentos. Pressentimentos. Então, nós temos pressentimentos.
Eu preciso fazer isto. Eu não devo fazer isto. Quanto mais exercício você faz da sua intuição, do seu sentimento, quanto mais você exercita, mais você se comunica com Deus. Mas Ele não vai falar com você, gente. Não é barulho. Não é nada material. É um… É um trem. É um trem que dá dentro de você. Todo mundo está falando não faz, não faz, eu tenho que fazer. Ou então, todo mundo está falando assim não faz, não faz. Você fala eu tenho que fazer. E faz. Ou todo mundo fala faz, faz, mas você fala eu não devo fazer isso.
Porque a gente sente. Agora, se você está imaginando que Deus vai chegar e falar assim, Júlio! Júlio! Aqui é Deus! Está me ouvindo? Pode desistir disso. Esquece essa bobagem. Esquece isso. E Kardec continua. Essa questão tem uma letra B. Veja, gente, é uma questão que tem letra A e letra B. Letra B. Deus transmite diretamente a ordem ao Espírito? Ou por intermédio de outros Espíritos? Ela, a ordem, não lhe vem direta de Deus. Para se comunicar com Deus, é necessário ser digno disso. Então, é possível comunicar, mas você tem que ser Espírito puro.
Aí você comunica direto com ele, mas não é com palavras. Nós, aí ele comunica com os puros, os puros vão comunicando, comunicando até que chega na gente. E você também sente, pressente. Então, veja, você sente, você tem um pressentimento, e vem um comunicado, o Espírito diz assim, olha, você sabe, você já foi avisado, eu estou aqui só para confirmar, é isso mesmo. Você já pressentiu, confia na sua intuição. Ou seja, Deus se comunica em Teia, gente, comunica com o Universo ao mesmo tempo, com todo mundo ao mesmo tempo.
Deus se comunica com todos os seres ao mesmo tempo, porque um dos lugares onde Deus está é dentro de você. Você não precisa entender isso. Então, essa história de Deus corporal, Deus com mão, com olho, com boca, nós temos que abandonar essa ideia religiosa, porque ela é falsa. Por isso que eu pedi para separar questão 13, Deus é imaterial, incorpóreo. Se Ele é imaterial, não espere barulho, não espere efeito físico. Ele pode fazer, é claro. A matéria é fluindo o cosmos, Deus pode fazer o que Ele quiser, é onipotente.
Mas não é assim. Haroldo, eu ouvi uma vez, isso não sei mais aonde falando, mas um dia me falou, me marcou muito, todos nós, nos momentos em que tivemos que tomar decisões, todos nós, naqueles momentos difíceis, se nós avaliarmos bem, algo dentro de nós, algo em nós, disse, orientou, intuiu. E algumas vezes intuiu através até de outros. Mas dentro de nós fala, o sinal aponta, o corpo fala, você sente, você fica febril, ou você fica, de uma certa maneira, você começa a observar como é que você está reagindo, como é que estão sendo as coisas, é interessante.
Então, isso me fez ficar bem, me sentir consolado contra essa questão, e também de não poder falar assim, ninguém me avisou. Mas não veio um pensamento em você que você não devia fazer isso? Não veio um pensamento que você devia? Não veio, você não recebeu essa intuição? E é isso que você está falando, me lembrou isso. Exatamente. E às vezes, Júlio, a questão é tão pessoal que só você vai receber a mensagem. Para que não haja invasão de privacidade. É por isso que, às vezes, a gente toma decisão na vida e as pessoas não entendem.
Porque elas querem que a gente siga a opinião delas. As pessoas querem que a gente siga o que elas pensam para a nossa vida. Olha o perigo disso. O perigo de você ficar decidindo a vida do outro e o perigo de você permitir que o outro decida a sua vida. Então, nós temos, na verdade, é troca, cooperação. Você fala, escuta, como é que é? Agora é o seguinte. E por que Deus não fica te pentelhando e decidindo toda hora por você? Estou fazendo essas perguntas, gente. Essa pergunta fácil. Essa dúvida. Todo mundo tem essas dúvidas.
Deixa eu te dizer, Júlio, vamos raciocinar aqui, Eleonora. Qualquer decisão que você tomar vai ser pior do que a decisão de Deus. Você concorda? Porque você não quer a nulidade dEle absoluta. Você sempre vai decidir pior. Então, por que Ele deixa você decidir, Júlio? Porque é o melhor. Melhor para quem? É o melhor para nós. Nós decidimos. Percebeu? Toda decisão que você tomar será pior que a decisão de Deus. Mas, Ele não decide por você. Por quê? Senão, você não cresce. Como é que você vai crescer? Você vai ficar um bebezinho?
Um bebê de colo? Deus tendo que decidir tudo por você? Tendo que raciocinar por você? Tendo que falar, toma cuidado, você vai cair no buraco. Faz melhor as contas, senão não vai faltar dinheiro. Não pode. Não pode, senão você vira um bebê. Você não cresce. Autonomia. Então, Espíritos superiores são seres autônomos. Então, veja. O livro Renúncia começa assim. Alcione Alcione Alcione consultando o superior dela, que é um Espírito puro, puro, puro, puro. Há milhões de anos que ele é puro. O Espírito que mora em Sírios.
E ela pede, eu quero encarnar, ele fala não aconselho. Não vai. Não aconselho. Missão arriscada a sua. Muitos já saíram daqui com essa missão e não voltaram. Eu não te aconselho. Não vá. Acabou o livro, então? Não foi? Acabou. Então, eu vou te falar o seguinte. Se um anjo falar isso para você, você descobre? Ela descobriu. Ela falou, eu quero ir. Ele proibiu? Ele proibiu? Não. E quando ela está saindo como uma estrela, porque isso é bonito, porque o Espírito sem corpo, ele viaja pelo espaço. Ele é uma estrela. Parece filme da Marvel.
Quando ela sai daquele plano e vai em direção à Terra, o homem fala assim, quem é aquela que está descendo? Quem é aquela luz ali? Nossa, mas ela está deixando a nossa casa aqui para ir para lá? E aí? E aí? E aí que ela ouviu a voz de Deus, que é mais do que o Espírito puro. Ela ouviu a voz dela também, Julio. Porque ele fala assim, é o amor. É a decisão dela. Então, se você está imaginando que você vai virar um Espírito puro e vai ficar um bebezinho, Jesus decidindo para você, esquece isso. Você sempre vai ter que decidir.
Você sempre vai ter que decidir. Ninguém vai te punir. Ninguém vai te punir. Porque a vida tem consequências, não punições. Consequências. Toda decisão que você toma tem consequências. É assim. É assim. Então, nós temos que acostumar com isso. Porque, senão, o que acontece? Eu fico lá, ai, Espírito, que roupa que eu tenho que colocar? Não, você tem que usar calçadinhas. O que eu tenho que fazer? Você tem que fazer isso. Aí, nós viramos crianças dependentes emocionalmente e psicologicamente. Espírito superior não decide para ninguém.
Ele só amplia sua análise. Ele chega para você e fala assim, o negócio é o seguinte, os riscos aqui são esses, esses e esses. As vantagens são essas, essas e essas. Você, eu já te conheço de outros carnavais, você é assim, assim, assim, assado. Analisa aí e toma a decisão, filho. A decisão que você tomar, eu estou aqui te apoiando. Então, não tem… Não tem esse negócio de, ai, vai, querido, vai… Não. É tudo na lucidez. É tudo você assumindo os riscos. Você tomando decisões. E você tomando as burduadas. Isso é evolução espiritual.
Bonito isso, não é? Ela falou, vou. Eu vou. Vai, filha. Vai, você está em alto risco. Esse negócio que você decidiu aí é arriscadíssimo. Mas, nós estamos aqui. Estamos aqui te ajudando. Estamos aqui te ajudando. E veio… O que aconteceu? Ela fortaleceu a autonomia dela. Fortaleceu. Então, a partir daquela encarnação, acabou. Alcione o Espírito Puro. Não precisa encarnar. Só encarna se quiser. Por quê? O que tem de lição para ela aqui na Terra? Nenhuma. Ela já aprendeu as lições do planeta Terra. Não precisa mais. Trazer esse tipo de aluna para cá.
Para quê? Quem que vai ensinar ela? Só como lição, não é? Está muito… Não, está não. Está muito intenso hoje? Não, não é? A gente está falando que Deus está em tudo. O tabernáculo é assim. O tabernáculo é assim. Está em tudo. Vou te falar um negócio. Achei até que você ia fazer uma explicação, igual você fez na música do Gilberto Gil, da música do Zezé de Camargo e Luciana, agora há pouco. Sobre o amor que mexe com a minha cabeça e me deixa assim. Faz lembrar de você e esquecer de mim. Exatamente. Faz lembrar de você e esquecer de mim.
E… Mas é isso, né, Arudo? E a gente pensa, assim, na inteligência, talvez, desse espírito puro que a adverte, né? Sabedor. Sabedor até mesmo dos compromissos e dos sentimentos que a levavam a fazer. Aquela é um estilingue, né? Você puxa para trás e ela vai. Eu só vou aqui… Júlio, e o seguinte? Sabedor dos riscos. Sabedor dos riscos. Ninguém chegar para você e falar assim, ah, Júlio, eu vou produzir um lítero musical. Você fala assim, senta aqui, filho. Senta aí. Senta aí. Você tem? Senta aí. Como é que… Você planejou aí?
Não, eu fiz uma oração, abri o livro e vou fazer. Não, não, espera aí. Calma. Calma. Você tem que pensar nisso, tem isso. Experiência. Experiência. Então, ele fez o papel dele, ele mostrou as variáveis, os riscos, mas ele não pode decidir por ela. Decidir ninguém vai decidir por você. E nós estamos com esse hábito no movimento espírita, tendo que entender isso, para que a gente possa aproveitar a contribuição dos espíritos. Então, você não tem que perguntar para o espírito, eu devo ou não devo? Você tem que perguntar assim, tem algum ponto que eu não estou enxergando?
Fala para mim. Eu estou querendo tomar essa decisão, eu estou vendo isso, isso e isso. Tem algum ponto que você gostaria de me mostrar? Algum ponto cego? Alguma coisa que eu não estou vendo? Meu filho, você não está vendo isso, você não está vendo isso, não está vendo isso, não está vendo isso. Nossa. É isso. E aí, você toma a decisão. Você. Porque se der errado, se der errado, a expiação é sua. Não é? E se você quiser, depois da pergunta, aquecer a orientação, maravilha. Não é isso? É assim também, não é? Se você pergunta, você já sabe que não vai ouvir, o outro vai falar, pergunte também.
Não teve meias palavras. A sua missão é arriscada. Acabou, não tem meias palavras. Missão arriscadíssima. Muitos saíram daqui e não voltaram. Pensa duas vezes. Ele falou tudo o que ele tinha que falar, Júlio. Acabou. Tudo o que ele tinha que falar. Manifestou a visão dele. Mas não é aquela… Danada, hein? Vou. Vou. Eu vou. E o livro se chama Renúncia. Renúncia. E olha que bonito que o livro se chama Renúncia, porque a gente fica imaginando, ela fez muita renúncia, viveu aqui… Não, gente, renúncia é pelo seguinte, ela correu o risco de perder a posição espiritual dela por amor.
Porque qual foi o cálculo que Alcione fez? Mesmo se eu cair, valeu a pena. Eu me pergunto, dentro desse sentimento, que não é da empáfia, nem do orgulho, nem da vaidade, se há alguma chance de um espírito que faça um movimento com esse sentimento errar. É que você ouviu uma vez daquela moça lá em Uberlândia, lembra? Ela falou assim, olha… Mas ela teve várias… Mas é complicado, Júlio, porque onde que estava o risco da missão de Alcione? A queda afetiva. E esse risco foi real. Quando ela procura o padre Carlos para se unir a ele, e ele estava casado.
E ele fala assim, não, eu te esfaço aqui, vamos ficar. Ela fala… Esse era o risco. Esse era o risco. Porque um terceiro seria prejudicado. Esse era o risco. Que negócio complicado, né, senhor? É, e ele fala isso para ela. Você encarnada vai sentir carência, vai sentir solidão, vai bater um… Coisa que um espírito que está em Sirius não tem. O que que não tem, Júlio? Porque lá, se você estiver num prédio, o lado do prédio, você não cai. Se você passar a mão no fogo, não queima, porque você não tem corpo físico. Você voa para qualquer lugar.
As coisas são mais… Aí você encarna que tem medo, tem solidão, tem carência, tem desespero. Necessidade. Você se sente abandonado. Você sente uma fome de compreensão, uma fome de afeto. As pessoas te criticam, você fica chateado. Você tem experiências humanas. Experiências de encarnada. Na verdade, o espírito está preparado, mas a carne é fraca. Mas aí, Haroldo, só para apimentar, só aqui nos cinco minutos aqui, porque o Cristo encarna, não é? Só para fazer uma comparação, que a gente não pode comparar, o Cristo encarna.
E ainda assim, estou me lembrando que ainda assim sofreu a tentação, não é? Não. Passou por ela, digamos assim, passou por ela, não é? Toma água, vai. Toma água. Agora eu misturei. Revista Espírita, fevereiro de 1868. Mensagem do Lamené. Sobre os Cristos, chegados ao mais alto grau da escala dos espíritos puros. Então, vamos lá. Nós temos a escala espírita, que estão sendo livros de espírito, que é Espírito Imperfeito, Espírito Superior e Espírito Puro. Mas, não é? Depois dessa escala, tem outra, Júlio. Tem outra. Na outra escala, o iniciante é o Espírito Puro.
E, no topo dela, estão os Cristos. Chegados a esse nível, essa é a frase do Lamené, chegados a esse nível, se tornam infalíveis, mesmo na carne. Mesmo na carne. Aí, você pergunta assim, então, Haroldo, como que foi a tentação de Jesus? A tentação de Jesus foi assim, Júlio. Eu, Haroldo, no gol, venho neimar sozinho com a bola. Nenhum zagueiro, só eu e ele, Júlio. Qual você acha que é a preocupação do Neymar? A preocupação dele é que se ele errar, ele está na água. Só ele sozinho, o goleiro. Se ele perder esse gol…
Isso aí não tem jeito. Isso aí não tem jeito, Júlio. Vou dar um outro exemplo, Júlio. Estou eu e o violão, e o Toninho Horta com o violão dele. E o concurso é o seguinte, em 30 segundos, quem faz os acordes mais diferentes? Ele vai ficar preocupado. Com você. Vai ficar preocupado com você. Aqui eu estou sendo suave. Agora eu vou dar um exemplo mais legal, Júlio. Dois pacientes tendo um infarto. Eu tenho dois bisturí, um eu coloco na sua mão e o outro no maior cirurgião cardíaco do Brasil. Qual paciente tem mais chance?
Eu sei que a resposta é uma. Eu vou brincar consigo. Vou falar assim, o que está na minha mão, porque esse quem vai operar é Deus. Então, aquele espírito tentando Jesus, aquele espírito tentando Jesus é alguém com a bolinha de gude querendo derrubar um muro de um quilômetro de concreto com a bolinha de gude. Ele vai ficar lá jogando a bolinha de gude até a bolinha de gude acabar, Júlio. Porque o muro não vai nem tremer. É isso aí. Entendeu? Dá para pensar. É essa a compreensão que nós temos que ter. Então, o que eu acho…
Sabe o que eu acho legal na tentação de Jesus? É como a gente se torna bobo quando é presunçoso. Porque o que mais me impressiona é a cegueira do tentador. Ele não tem noção. Aí, me fez lembrar da… Não tentará o Senhor seu Deus, não é isso? Exatamente. Exatamente. Mas, é isso. Então, hoje a gente está começando… Nós estamos começando a entrar no tabernáculo. Começando. Porque o tabernáculo é sobre Deus. O tabernáculo não é sobre nós. O tabernáculo é sobre Deus. E nós precisamos fazer um upgrade nas nossas ideias sobre Deus.
Porque a gente ainda está com essa noção de Deus… A gente confunde Deus com Papai Noel, não é? Já começa por aí, não é? Olha, gente. O assunto é… 919A. O assunto é grande. O assunto é sério. Envolve o teu templo interno e abandonado. Exatamente. A mais alta de todas as capelas. E as respostas mais lúcidas e belas vão te trazer, quando você voltar do tempo, a ler e a lembrar. Ouve o teu coração em cada prece. Deus responde… E te embesa. E te esclarece. E te lembra. Então, tem hora que a gente tem que esquecer o exterior.
Porque… Da onde você menos espera, é daí que não vem nada mesmo. Porque, no exterior, não vai vir nada. Não vai vir nada do exterior. Tem momentos da vida que não vai vir nada do exterior. Nada. Nada. Nada. Só virá de dentro de você. E esse é o teste. Você confia? Você confia? Ou ainda depende de aprovação alheia? Esse é o teste da fé. Nós estamos nele, né, Rodolfo? Por isso não é fácil, né? Nós estamos nele. Esse paradigma. O paradigma é o… Teste da confiança. Nada. Não tem sinal externo. Aí é um outro tema. Nós vamos falar dele, que é mais complexo.
Não dá para falar agora, porque agora já escureceu. Olha aqui. Está vendo? Então, está certo. Nós vamos falar do Salmo 22. Deus, meu Deus, por que me desamparaste? Semana que vem, então, a gente dá uma passadinha rapidinha no que a gente falou, da cobiça. E vamos em frente. Semana que vem a gente volta para a cobiça. Vamos cobiçar coisas melhores, né, Rodo? Coisas melhores. De dentro de mim, eu espero agora que os amigos que estão aí nos ajudem com a campanha do Quero Ser, porque todos moram dentro de mim, no meu coração.
Então, estou esperando de todos os que estão dentro. Nós estamos dentro desse templo, já que a gente está nessa jornada juntos. Imagina, Rodo. Eu acho interessante encarar essa jornada, todos nós aqui no deserto, estudando e aprendendo e caminhando e lutando. Muito bacana a gente estar junto aqui. Muito bom. Agradecer a todo mundo que vem aqui. 360 pessoas estão assistindo ao vivo. A gente nos faz muito felizes. Não é, Eleonora? É sempre muito prazeroso para nós. É uma recarga de energia. É um momento de muita alegria para nós.
E a gente quer que a gente construa esse banquete juntos, né? Por esse convite aí, para que todos estejam conosco, nesse pertencimento aqui ao ser, né? A essa instituição que abraça todos vocês e deseja também receber esse abraço de todos também. Então, vamos terminar com a música novamente e encerrar esse estudo de hoje? Então tá bom. Gente, obrigada. Até sexta que vem. Um abraço. 17 horas, semana que vem também. Isso aí, gente. Beijo, beijo. Quero ser, ser minha no perdão Quero ser e saber o que sou Quero ser e ser sempre melhor Quero ser e saber pra onde vou Quero ser e chegar ao amor Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser e seguir o parol Quero ser por a transformação Quero ser bela e sana ao sol Quero ser nova embarcação Quero ser e contar com você Quero ser e cantar com você Quero ser e servir por você Quero ser sempre ser pra você Quero ser Quero ser Quero ser e contar com você Quero ser e cantar com você Quero ser e servir por você Quero ser sempre ser pra você Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser Quero ser
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.

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