Neste episódio do estudo do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda a análise do livro de Êxodo, revelando uma estrutura didática e simbólica que transcende a narrativa histórica. O estudo se concentra na terceira parte do livro, que descreve a construção do Tabernáculo, e a relaciona com a jornada evolutiva do espírito.
O que é estudado neste episódio
- A estrutura tripartida do livro de Êxodo: Haroldo Dutra Dias propõe que o livro de Êxodo pode ser compreendido em três partes, análogas às três seções do Tabernáculo: o Átrio (sacrifícios e expiação), o Lugar Santo (cultivo da religiosidade e fidelidade à lei divina) e o Santo dos Santos (comunhão e herança divina).
- O Tabernáculo como chave de leitura: A análise destaca a importância do Tabernáculo, que ocupa quase metade do livro de Êxodo, como um elemento central para a compreensão da mensagem. A tenda móvel, que se tornaria o Templo fixo, simboliza a jornada do povo e, por extensão, a jornada espiritual individual.
- A Lei em três etapas: É abordada a revelação da Lei em três momentos: oralmente a Moisés, nas primeiras tábuas dos Dez Mandamentos (quebradas) e nas segundas tábuas, que foram guardadas na Arca da Aliança no Santo dos Santos.
- A relação com o texto bíblico na antiguidade: Haroldo ressalta que a experiência dos hebreus com os textos bíblicos era física e geométrica, com o tema central (os Dez Mandamentos) localizado no meio do pergaminho de Êxodo.
- A Primeira Carta aos Coríntios (Capítulo 3): O estudo se aprofunda na interpretação de Paulo, especialmente no versículo 16: “Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”. Paulo argumenta que os cristãos são “crianças em Cristo” se ainda se prendem a rivalidades e divisões, e que a verdadeira sabedoria está em Deus, não nas aparências mundanas.
Reflexões
- A jornada do povo hebreu no Êxodo é uma metáfora da trajetória evolutiva de cada espírito, passando pela libertação da escravidão (expiação), pela fidelidade à lei divina e, finalmente, pela comunhão com Deus.
- O “Templo de Deus” não é uma construção física, mas o próprio ser humano, onde o Espírito Divino habita. A construção do nosso templo interior é um processo contínuo de aprimoramento moral e espiritual.
- A sabedoria mundana, que gera vaidade e discórdia, é “loucura junto a Deus”. A verdadeira sabedoria reside na humildade, na cooperação e na busca pela harmonia com as leis divinas.
Ler transcrição do episódio
Ouvir, ó Israel, a voz do Senhor teu Deus Nos homens trevas, eis a luz Adões e Evas, sede de Jesus Sob a guia de Moisés, deixai Ramsés Ardei nos desertos, vossas fés Paradigmas em dilúvio, subi a arca de Noé As trombetas anunciam Quedas de muralhas, nos homens Jericó Não olheis para trás, segui-lo Aos homens zenias, o arrebatamento Em carros de fogo, na paz de Jó Filhos de Abraão, cantai o canto Salomão Sob os arpejos de Davi A monça e leões, nos homens daniês A briselas e grilhões, de homens bapês Deus, Javé, Elohim Bíblia, Vedas, Sutra, Algorão Santidade nirvana, Samadhi Anjo, Deva e Og, Bate Messias, Jesus, Rabi Vim de ver e ouvir, ninguém pregou assim Ninguém jamais viveu assim Vim de ver e ouvir, ninguém pregou assim Ninguém jamais viveu assim Marias, Lourdes, Madalenas, Joanas, Verônica Com as serpentes a seus pés Cavatinas, Benidentes Caridades, Cantilenas Nem bestas, nem dragões Nem demônios, nem leões Pedro, Paulo, Estevão, José, Lucas e João Terra Prometida, Edém, Shangri-Lá Além Nova, Jerusalém Almorada Nova, Sirius, nosso lar Moradas da Casa do Pá Terra Prometida, Edém, Shangri-Lá Além Nova, Jerusalém Almorada Nova, Sirius, nosso lar Moradas da Casa do Pá Boa tarde, Leonora, Júlio.
Boa tarde, amigos. Todos bem-vindos. Júlio tá sem microfone. Aí eu te pergunto, Arosa, tem algo melhor do que viajar? Entrou o avô pagando aqui da… Viajar na Malnese. Não tem nada melhor. Agora hoje é um dia especial, né? Nossa, será? Por que, hein, Arosa? E aí? Aqui em Belo Horizonte tem um programa na rádio que chama-se Ao Mestre com Carinho. Olha que linda. É da Brasileiríssima. E aí sempre no programa as pessoas entram e falam de seus mestres, né? Mestres que marcaram a sua vida. E hoje é o dia do professor, né, Arosa?
Hoje é o dia do professor. Dia do professor. E a gente queria deixar aqui a nossa gratidão. Desde a professora lá do primário. Assinou a gente a ler, a escrever. E todas, todas as professoras e todos os professores estão passando. E até hoje estão passando pela minha vida, né? Nesse momento exato aqui. Professores é uma coisa… Na construção, né? Na construção do nosso ser. Todos que foram mestres, né? Recebi hoje de manhã uma mensagem linda, dizendo que Jesus… O único título que Jesus aceitou foi o de mestre, né?
Foi o de mestre. E agradecemos a todos que compartilham, aos evangelizadores que estão nos vendo, né? Quem transmite os seus conhecimentos. E agradecemos ao Arudo, portanto, que nos brinda com conhecimento. Hoje realmente é um dia de a gente agradecer àqueles que compartilham os saberes. Exatamente. Facilitadores, aqueles que ajudam. Então, todos, um parabéns maravilhoso aí pra todos. Então, começando o nosso estudo de Êxodo, à luz da doutrina espírita, damos boa tarde a todos que estão conosco ao vivo hoje. Pra mim aparece a Elenir Santos.
Pra mim também, mas sumiu um bocadinho de gente aqui. Mas aqui pra mim é a Elenir que tá aparecendo. A Elenir. Rosana, estamos aguardando. A Tânia, que está sempre conosco. Boa tarde, cristãos. A Ângela. Vamos dar uma corrida mais aqui pro meio. São muitos amigos, né? Márcia. Márcia. Márcia Gomes. Um abraço do Rio de Janeiro, parabenizando a todos os professores. A Elisa, que tá sempre conosco, que faz, que colabora com as preces lá no nosso grupo de Uates. A Elisa elabora na educação também. E são tantos amigos. Todos recebam o nosso boa tarde, né?
Compartilhando, agradecendo ao Aroldo pelo dia do professor, agradecendo a todos os professores. É isso aí. E semana passada nós não tivemos estudo, mas na anterior eu fiz o meu dever de casa e assisti a aula. E tô aqui esperando que a gente vai começar hoje em comunhão, né? Exatamente. Já introduzindo essa terceira parte do livro de Êxodo. E nós comentamos algo já no estudo passado, né, da semana retrasada, que nós tínhamos dividido o livro de Êxodo didaticamente. Tínhamos percebido uma estrutura. É claro que nós não temos aqui a menor pretensão de fechar a interpretação, porque o livro é de uma riqueza e ele permite centenas de enfoques, centenas de interpretações.
O que que distingue uma interpretação da outra? O que que distingue boas interpretações de interpretações regulares, de interpretações ruins? A coerência. Uma interpretação, quando é boa, ela é coerente, ela conversa com o todo do livro. Quando a interpretação é fraca, quando a interpretação é insuficiente, ela não consegue dialogar com o livro, ela não consegue dialogar com a obra. Ela fica parecendo uma interpretação muito isolada, muito fora do contexto. Esse é um critério para que a gente possa, vejam, não ficar avaliando a interpretação dos outros.
Não julguem isso. Para a gente avaliar a nossa própria interpretação. Deixa o outro interpretar o Evangelho como ele quiser. O importante é que ele esteja lento interpretando. Demora tantos milênios para uma pessoa se aproximar do Evangelho e querer interpretar. Não vai atrapalhar o entusiasmo de ninguém, hein? Pelo amor de Deus, hein? Nada de ficar criticando a interpretação de ninguém. Uma dica para a gente avaliar a nossa própria interpretação. Para que a gente também possa progredir, melhorar, aprofundar, ampliar a nossa interpretação.
Então, nesse enfoque que nós trouxemos aqui, é claro, é um enfoque baseado em muitas leituras, isso não está em um livro, mas é fruto da leitura de dezenas de livros, e a gente vai juntando as peças. Então, o livro de Êxodo, ele está dividido em três partes por uma razão muito natural. Os temas, eles evocam outros temas. Se eu perguntasse isso, para qualquer pessoa, quem tem pouquíssimo conhecimento do livro de Êxodo, sabe o que é Páscoa. A história da Páscoa, a história do faraó, das pragas do Egito, isso está na memória espiritual da humanidade inteira.
Ainda que a pessoa não seja judeu, não seja cristão, ainda que ele não pertença às religiões de matriz judaico-cristã, a pessoa conhece isso. Ela sabe lá de Moisés, da libertação do povo hebreu, da escravidão no Egito, sabe da Páscoa, sabe do Cordeiro, da morte dos primogênitos, ela sabe disso. E, quando a gente fala de sacrifício de Cordeiro, e quando a gente considera que, a partir do capítulo 25 de Êxodo, veja, quase a metade do livro é dedicado ao templo, ao tabernáculo. Isso é importante, não é? É importante a gente pensar nisso.
O livro tem 40 capítulos. Do 25 ao 40, é tudo dedicado, todos os capítulos são dedicados à construção do tabernáculo. Lembrando aqui que tabernáculo é a tenda móvel que acompanhava o povo hebreu durante os 40 anos de peregrinação do deserto. Quando Davi resolve construir um templo, ele pega a planta do tabernáculo, a estrutura, e aí constrói uma edificação fixa, que passa a ser o templo. Essa é a proposta dele, que só vai se concretizar depois. E, aí, o que era uma tenda móvel, o que era uma estrutura móvel feita para peregrinar junto com o povo se torna uma estrutura fixa.
Porque o povo também se fixa em uma terra, o povo também deixa de ser nômade, deixa de ser peregrino e se torna o povo da terra de Israel. E, um local específico, que é o Monte Sião, em Jerusalém, passa a abrigar a estrutura do templo. Mas, a estrutura do templo é a estrutura do tabernáculo. Então, vejam, são pistas, são pistas. Se quase metade do livro de Êxodo é dedicado ao tabernáculo, se a outra metade fala de cordeiro de sacrifício, tem uma fumaça aí, não é, Júlio? Tem uma fumaça, e é muita fumaça. Tem que procurar o fogo.
E eu achei interessante, Arondo, quando você falou, porque a memória de Êxodo é da fuga, é das leis, e não é da construção, não é? Exatamente. A nossa memória, assim, sobre os textos. A gente fica… Claro, porque o livro de Êxodo também tem tanta coisa. Tem o recebimento da lei, das tábuas no cenário, é muita coisa, não é? É muita coisa. Isso aqui dava, assim, Star Wars em nove episódios. E o redator fez num livro só, 40 capítulos. Juntou muita coisa. Se nós fôssemos fazer uma saga aqui, dava a primeira tríade, depois a segunda, a terceira, ficaria um Star Wars aí, um Star Trek.
Game of Thrones. É, Game of Thrones. Áreas temporárias. Exatamente. Game of Thrones. E de tanta coisa que está acontecendo. Mas quando a gente objetivamente olha e percebe que quase a metade está falando do tabernáculo, isso deveria nos chamar a atenção. Isso deveria despertar a nossa sensibilidade para algo que o redator está tentando nos transmitir. Para algo. E é em busca dessa pista, na direção desses indícios que nós seguimos. E percebemos que o tabernáculo está dividido em três partes. Primeira parte. A parte onde ocorrem os sacrifícios.
A parte mais horripilante da religião judaica, que todo mundo fica assim. Gente, o que é isso? Os animais ali sendo degolados e só o sangue é aproveitado. Só o sangue. E o texto que diz que é o sangue que expia o pecado. É o sangue. Olha, está lá na primeira parte do tabernáculo. E aí, nós temos a segunda parte. A segunda parte do tabernáculo é uma parte mais religiosa, de cultivo da religiosidade. É lá que está o candelabro de sete braços. É lá que estão os pães da proposição, que lembram os pães sem fermento da Páscoa.
É lá que está um incenso e é lá que estão os sacerdotes que têm que manter esse incenso aceso vinte e quatro horas. Tem que fazer um plantão, não pode apagar. O incenso tem que estar sempre aceso, os pães têm que ser trocados, não pode mofar, o candelabro tem que estar aceso. É o lugar santo. E o lugar especialista, que é onde Deus se manifesta. Quando Deus tem que conversar com a comunidade, Ele se materializa no Santo dos Santos, que é onde está a Arca da Aliança, a arca feita e as duas pedras, as duas… as segundas pedras, né?
Todo mundo lembra aqui. A lei foi dada… E, outra coisa também curiosa, né? A lei também foi dada em três etapas. Primeiramente, a lei foi transmitida oralmente de Deus para Moisés. Depois, pela segunda vez, os dez mandamentos foram dados agora em duas tábuas. Aí, Moisés quebrou as tábuas. Quebrou o tablet. Depois, Deus falou assim, ó, aí não, desperdiçar tablet não pode. Agora, você traz a pedra e eu vou escrever. Não vou dar mais pedra, não. E, aí, ele trouxe as pedras. São essas… Essa terceira revelação da lei que foi colocada na Arca da Aliança, que estava no Santo dos Santos.
Então, tudo em três, tudo apontando. Veja a coerência disso. Mas, não preciso nem ficar raciocinando muito. Então, não está convergindo para a mesma imagem, para uma mesma ideia, para o mesmo ponto, para o mesmo ponto. Então, nós, olhando para esse livro, de quarenta capítulos, nós também enxergamos o livro de êxodo como um tabernáculo. Então, gostaria que você olhasse agora para o seu livro, de baixo para cima, fica em cima assim, olha. É uma pena que os livros estão todos reunidos. Podia editar os livros separados, para você ter o livro de êxodo, só ele.
Porque os livros eram separados, eles foram juntados muitos séculos depois. Eles eram separados, pergaminhos separados. Então, imagina agora um pergaminho na sua mão, metaliza, metaliza um rolo, pele de carneiro, lixada, lisinha, bonita, toda cortadinha. Aquele rolo maravilhoso. Você tem um rolo de êxodo na sua mão, feito por um escriba dos bão. Você pagou caro nesse rolo. Está lá o rolo de êxodo, você pega ele, olha para ele, abre, abre. Você fala, não é que isso aqui tem o formato de um tabernáculo? Tem. Tem. E isso é importante, porque a experiência do povo hebreu com o livro bíblico não é a nossa, não é a nossa de folhear a página.
Eles não tiveram isso. Simão Pedro nunca folheou uma página, gente. Folheou depois que ele foi para o mundo espiritual, e pode ser, não é? Mas, na época, nunca folheou. Moisés nunca viu um livro na vida, gente. Enquanto ele estava encarnado, nunca viu um livro. É um rolo de um pergaminho. Então, a relação com o texto era outra. Era uma relação geométrica, porque o texto tinha uma forma. Ele tinha uma forma. Eu posso abrir ali num pedaço, em cima, mais para o meio, e, geralmente, ele está dobrado. Quando eu abro, o que eu vejo?
O meio. E o que está no meio de êxodo? Os dez mandamentos. Está no meio. Você abre e já vem dez, assim, mandamentos. Então, olha que interessante. Eu faço essa exploração que é física do livro. A relação dos hebreus e dos cristãos primitivos com os textos bíblicos é física, é geométrica, porque os livros têm forma. Tem forma. Aroldo, eu me lembrei, só um comentário. Quando, lá atrás, a gente também, hoje, a pouco tempo atrás, já era um pouco assim. Quando o Chico lançava, escrevia, psicografava, muitas mensagens, antes de chegarem a serem publicadas em compêndios, em livros, eram entregues naquelas folhinhas que você pegava no centro espírita.
A relação nossa também… Aroldo não é desse tempo, não. Acho que o Aroldo pegou isso, não. Por quê? Você é novo, né? Eu sou novo? Você tem cara de velho, mas você é novo. Eu sou novo há muito tempo. E aí a gente chegava lá e tinha uma relação com a mensagem, com as mensagens, com os textos do Emmanuel, e com aquelas mensagens, naqueles sapézinhos, né, que eram amplamente divulgados. Aí eu lembrei disso quando você falou e lembrei também que você falou essa coisa da estrutura, como se faz a escrita dos pergaminhos, quando você tem um texto que você disse, que você explicou uma vez, que o tema central está ali bem no meio do pergaminho.
Não sei se é uma regra, como é que funciona. E uma vez você falando essa questão dessa visão mais arquitetônica do texto e da mensagem, ela não sendo uma coisa linear, mas algo com formas mesmo. Exatamente. E essas formas são interessantes porque elas são uma dica de leitura, uma chave de leitura. Então, aqui a gente está percebendo que o livro de Êxodo tem uma chave de leitura. A chave de leitura é o tabernáculo. Mas, vamos lá. Vamos. Então, primeira parte do tabernáculo, a parte onde são feitos os sacrifícios, onde o pecado é expiado.
Essa parte não é a libertação? Quando o Espírito está em débito com a lei divina, quando ele está em conflito com a lei divina, eu gosto mais dessa expressão, quando o Espírito está em conflito com a lei divina, conflito porque ele não reconhece a lei divina como melhor do que o que ele pensa. Ele acha que o que ele pensa é melhor do que a lei divina. Então, ele está em conflito com a lei. Em conflito com a lei, ele começa a gerar dano ao próximo, à natureza, ao ambiente e a ele mesmo. E, na lei divina, existe uma cláusula, que é a cláusula da responsabilidade.
O que é a responsabilidade? É simples. Vou dizer de uma maneira mais simples, que fica fácil de entender. A responsabilidade significa quem bagunçou, arruma, quem derrubou, pega, quem rasgou, costura, quem desarmonizou, harmoniza. Isso é expiação. Então, enquanto eu estou ocupado em reparar o mal que eu fiz, eu estou preso, eu estou escravo. Eu estou escravo. Por quê? Porque eu não recebo passaporte. Eu não posso… Viajar é bom, né? Como começou aí a propaganda. Viajar é bom, mas se eu estou preso, eu tenho que cumprir a pena primeiro para depois eu poder viajar.
Aí eu posso escolher, aí eu tenho liberdade. E tem o sacrifício, mas a purificação também, né? A bacia também fica ali fora, né? Então, que derramamento de sangue é esse? Aí nós vamos retomar lá o nosso estudo de Levítico. O derramamento de sangue é a encarnação. Cada vez que você encarna, e, claro, todo mundo que encarna desencarna, né? Eu não queria dar essa notícia, mas é… Dar uma notícia na sexta-feira… Mas todo mundo que encarna vai desencarnar. Encarnar e desencarnar significa derramar sangue. É o primeiro…
A primeira parte do tabernáculo. A primeira parte do tabernáculo. Derramamento de sangue. Como os Espíritos dizem no livro dos Espíritos, é necessário passar pelas vicissitudes da vida corporal. A gente adoece, envelhece, desencarna, sente dores, experimenta deterioração, experimenta perdas, experimenta danos, prejuízos às vicissitudes. Essa é a primeira parte do tabernáculo. É a libertação. É a escravidão no Egito. Acabou. É a travadinha. Já voltamos. Voltamos. Quando nós retiramos essa primeira parte, nós temos um novo convite.
Qual convite? Sair do conflito com a lei divina. Entrar em harmonia com a lei divina. Como eu entro em harmonia com a lei divina? Através da conquista da fidelidade. Fidelidade. Cumprir as leis, né? A gente viu lá os dez mandamentos. E, na verdade, né, Leonora, primeiramente é compreender, depois aceitar, depois tornar-se sensível à lei e o último passo é cumprir. Isso é importante. Por isso que os Espíritos dizem assim a obediência é o consentimento da razão, a resignação é o consentimento do coração. Razão e coração.
Lembrei de Alcio, né, Haroldo? Conhecer, meditar, sentir, viver. Conhecer e meditar é razão. Sentir e viver é sentimento. É sentimento. Porque praticar a lei não pode ser um ato de robô. Não pode ser algo mecânico. Não pode ser algo mecânico. É um processo. Esse processo nos abre para o santo dos santos, para a terceira parte do tabernáculo, que é a comunhão. Na comunhão eu começo a receber a herança. Olha isso. A herança. Meu patrimônio divino que está reservado, que está guardado para quando você estiver preparado.
Por isso, vamos ler com atenção. Livro dos Espíritos. Qual o objetivo da encarnação? Eles respondem lá. Colocar o Espírito em condições de assumir a parte que lhe toca na criação. Então, olha que interessante. Tem um lugar no mundo celeste para você. Não é concurso. Não tem ninguém descontando sua vaga. É sua. Tem lá um lugar em um mundo celeste para você. Mas, você precisa encarnar, se purificar para assumir a parte que lhe toca na obra divina. Para você chegar nesse mundo celeste, ocupar o seu lugar, você precisa estar puro.
Puro. Precisa ter aprimorado num grau máximo razão e sentimento. E, então, dizem os Espíritos, você vai experimentar a felicidade pura e eterna. Pura por quê? Porque você não tem mais corpo material, você não está mais encarnado, você não precisa encarnar. Então, você não tem nenhuma das vicissitudes da matéria da vida corporal. Não há mais vicissitudes. Não há mais. É algo… É isso aí. É isso aí. Bom… É a escala espírita, né? O tabernáculo é a escala espírita. Por isso que está em três partes também. É onde nós estamos na escala espírita.
Por isso que está em três partes. E, é interessante, Leandro, quando Kardec perguntou, os Espíritos veem a Deus, olha, os puros o veem e o compreendem, os imperfeitos o sentem e adivinham. A gente fica tentando adivinhar como é que é, porque você não está vendo você não está vendo, mas a gente sente. Olha, veja que bonito isso. Todos podem sentir. E esse significado do adivinhar, Haroldo, nesse contexto, quando ele fala assim, o adivinham, porque às vezes a gente gosta das palavras, mas o significado delas nos escapa, né?
Ele usa esse adivinham aí em que sentido? Eu acho que no sentido de se julgar. Eu acho que Deus é assim. Eu acho que Deus faz assim. Eu acho que Deus pensa assim. Chegar lá na frente e falar, nada disso. Não sabe de nada, inocente. Passa a gente pensar uma coisa, Júlio, há 200 anos atrás, a gente achava que Deus era um velhinho sentado num trono. Aí, hoje, você assiste programa na Netflix, Discovery, e você vê trilhões de planetas, galáxias, e você fala, caramba, não é nem velhinho, nem tem trono. Vou trazer, já que você falou, a gente não está aqui para fechar as interpretações, né?
Porque é o que me veio à mente, algo que eu não sabia, tá? O significado da palavra mesmo. É uma coisa interessante, né? Adivinhar, predizer o futuro, descobrir por meios sobrenaturais coisas passadas e presentes, decifrar, pressentir, acertar com, atinar. Viu? Não é? Eu senti, eu acho que é, né? Ou então, ele não sabe muito bem, mas, assim, é aquela assim, eu adivinhei, acertou, mas foi na adivinhação. Mas nem sempre acerta, né? Completamente. Ele tenta ali com os elementos que possui, com os elementos que possui, num lance da…
E tem aquelas da consciência, né? Talvez também um pouco ligada, né? Dentro do que podemos abrir o espectro de adivinhar aqui, num sentido mais da intuição, né? Que possa estar na consciência, né? Mas o outro sabe, né? O outro realmente sabe ou conhece, né? Muito legal. Eu fiquei aqui meio que pensando essa questão do Pátio, né? E essa questão do Santo dos Santos, fazendo um pensamento com a nossa vida, né? Aí eu fico pensando, a gente está ali entre o sacrifício, entre querer entrar nesse Santo dos Santos, a segunda ordem, né?
Os espíritos da segunda ordem com o desejo no bem, né? E esse esforço que nós estamos fazendo para que o espírito sobre a matéria, né? Que o espírito haja sobre a matéria. Acho que isso tem tudo a ver com entrar nesse lugar santo. O separado que você sempre explica, né? Que o separado do mundo é material. Nesse sentido, fico pensando que tem muito a ver com o nosso momento, né? Com o nosso momento de vida. Penso que a gente, hoje, talvez ainda more nessa área, a exterior, mas nesse esforço de querer entrar nesse Santo dos Santos, né?
De compreender a lei, de tentar cumpri-la, como você disse, né? Claro, claro. Agora, eu vou trazer um texto aqui, porque, ok, entendemos que é um tabernáculo, que o livro de Êxodo tem a estrutura de um tabernáculo, que essa estrutura é em três partes, que, aliás, é a mesma estrutura do Evangelho de João, hein? O Evangelho de João também está estruturado nessas três partes aqui. Mesma coisa. Mesma coisa. Então, a gente pode dizer que o Evangelho de João é um segundo êxodo. É um êxodo dois. Dois no sentido, assim, de um livro que tem a mesma estrutura.
Potentíssimo! Lembrar disso. Mas, não mais tendo Moisés como guia. Agora, tendo o Cristo como guia. Então, tem esses paralelos. Mas, vamos lá. Na época que isto aqui foi escrito, na época de Jesus, dos apóstolos, a ideia sobre o templo era de uma instituição física. Templo mesmo. Tanto que toda a cidade de Jerusalém vivia em torno do templo. Toda a religião judaica era em torno do templo. E, Saulo, quando se converte ao cristianismo, se torna Paulo, ele é expulso do templo. Ele é expulso. E agora? Então, eu vou ler aqui um capítulo.
Vou só começar a ler, porque hoje, inclusive, eu preciso sair cinco minutinhos, porque eu tenho uma reunião do tribunal importante. Mas, eu vou começar a ler o capítulo já. Primeira Carta aos Coríntios, capítulo 3, já com a minha tradução. Então, estou trazendo aqui, inédito, de primeira mão, a tradução. O pessoal já ir degustando. E tem uma coisa importante aqui. Vai falar do templo. Mas, para quem te possa entender, eu vou ler o capítulo 3 inteiro. O versículo que nos interessa é o 16. Mas, para a gente entender o versículo 16, eu preciso ler o capítulo todo.
Então, muita gente, todo mundo aí prestando atenção. Concentra aí. Você pode repetir, Haroldo, um Coríntios 3? 3, capítulo 3. Então, olha só. Paulo começa assim. Capítulo 3. Eu, irmãos, não pude vos falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças em Cristo. Olha que forte. Ele não pôde falar. Não pôde. Eu estou falando para encarnado. Porque vocês são criancinhas. Não dá para eu falar para vocês como se eu estivesse falando para espíritos. Porque vocês pensam só como encarnado. Olha isso. Ele já começa pendurando a orelha.
Aquele jeito sutil, amoroso, doce do Paulo. Não é? Que lembra muito a Meimeia. Amélia Rodrigues. Lembra muito, não é? Maria Dolores. Isso é meiguice dele. Leite vos dei de beber, não comida, porquanto não eram capazes. Por outro lado, nem agora ainda sois capazes. Olha isso. Eu dei leite de criancinha para vocês, porque vocês não têm condição de comer comida ainda. Ele está comparando aqui a bebezinha que está mamando no peito, tomando leitinho materno. Olha isso. Porque ainda sois carnais. Por quanto? Onde há inveja e discórdia entre vós, não seria porque sois carnais e andais segundo o homem?
Olha isso. Está tendo inveja aí? Vocês estão com inveja um do outro? Quem é o melhor? Quem fala melhor? Quem tem mais fama? Quem não tem? Está tendo discórdia? Então, é tudo encarnado, tudo bebezinho, tudo criancinha tomando leite de peito, e eu não tenho condição de dar comida para vocês, porque vocês são bebês. Basicamente, é isso que ele está dizendo. Bebezinho chora bebê e toma leite de peito. Vocês não têm condição. Olha isso. Quando, pois, alguém disser eu sou de Paulo e outro eu sou de Apolo, não sois meramente humanos?
Isso não é papo de encarnado? Isso não é papo de espírito imortal? Portanto, o que é Apolo? O que é Apolo? Servos, mediante os quais crestes isto conforme o Senhor concedeu a cada um. Eu plantei, Apolo regou, mas Deus fez crescer. O conseguinte, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas somente aquele que faz crescer, Deus. Ora, o que planta e o que rega são iguais e cada um receberá o próprio pagamento, segundo a própria labuta, porque somos cooperadores de Deus, seara de Deus. Olha que bonito, não é? Cooperador e seara ao mesmo tempo, não é?
Olha, nós somos os trabalhadores da seara e a seara ao mesmo tempo, não é? Olha que coisa bonita. Edificação de Deus sois vós, segundo a caridade de Deus, olha isso, a mim doada, como sábio arquiteto, eu assentei o alicerce. Outro, porém, edifica por cima, mas cada um observe como edifica por cima. O que você está construindo? O que você está construindo? O quanto nenhum outro pode assentar alicerce, além daquele que foi assentado, o qual é o próprio Jesus Cristo. Contudo, se alguém edifica sobre o alicerce ou prata, pedras preciosas, madeiras, feno, palha, a obra de cada um se tornará manifesta, pois o dia a tornará visível, porque é revelada no fogo, e o fogo provará de que espécie é a obra de cada um.
Você está vangloriando, eu fiz, eu sou melhor do que o fulano, então, tá bom, vamos esperar na hora que a expiação e a prova baterem na sua porta. Aí, nós vamos ver se você é bom mesmo, se você é tudo isso que você está falando. Se a obra de alguém permanecer, aquele edificou por cima, receberá pagamento. Ou seja, na hora que vier a expiação e a prova, se você conseguir ficar de pé, se você não enlouquecer, se você não abandonar o trabalho, aí nós vamos ver se o seu trabalho tem valor. Nós vamos ver se tem valor mesmo.
É isso que ele está dizendo. E, aí, você vai receber recompensa. Se a obra de alguém for queimada, sofrerá dano. Ele, porém, será salvo. Todavia, como que por meio do fogo? Vai ficar só menos vaidoso. Aí, agora, vem o versículo. Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destrói o templo de Deus, Deus a ele destrói, pois o templo de Deus é santo. Esse templo sois vós. Ninguém iluda a si mesmo. Se alguém dentre vós considera ser sábio nesta era, torne-se louco, a fim de que se torne sábio, porquanto a sabedoria deste mundo é loucura junto a Deus.
Vou ler de novo. A sabedoria deste mundo é loucura junto a Deus, pois está escrito, abre aspas, Ele, o Senhor, é aquele que apanha os sábios na astúcia deles. E, novamente, abre aspas, o Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são vãos, não é isso? Porque hoje está cheio de sábio no Instagram, no Facebook, no Twitter, está cheio só sábio, não é? O conseguinte, ninguém se glorie em homens, pois todas as coisas são vossas, seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja as coisas presentes, sejam as coisas vindouras, tudo é vosso.
E vós sois do Cristo, e o Cristo de Deus. Ah, esse Paulo. Muito demais, não é? Inspirado demais, não é? O que nos interessa aqui? Não sabeis que sois o Templo de Deus? E o Espírito de Deus habita em vós? Então, eu quero encerrar com isso, não é? Se eu sair, então, o livro de êxodo que nós estamos estudando aqui, não é a historinha que aconteceu lá no deserto, gente. Para com isso. O livro de êxodo que nós estamos estudando aqui é o livro da sua vida, da sua evolução. Esse livro aqui é a sua trajetória evolutiva. Não é povo hebreu andando com cabra e cabrito no deserto, não, gente.
Nós já passamos disso, pelo amor de Deus. É a nossa jornada evolutiva. A nossa história, a minha, a sua. Esse templo aqui, esse tabernáculo aqui que está sendo construído na terceira parte do êxodo é você! É você! Não é aquele de pedra que tem lá em Jerusalém. Naquele vai acabar tudo. O planeta vai acabar. Bom, semana que vem, nós vamos estudar o comentário de Emmanuel a esse versículo. Bom demais. Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Onde? No santo dos santos. Dentro de você tem o santo dos santos, dentro de você tem um lugar santo e dentro de você tem o lugar do sacrifício, que é essa sua expressão corporal, sua personalidade, o nome que você tem, esse CPF que você veio com ele, essa carteira de identidade aí, que vai tudo morrer.
Vai tudo morrer. Esse CPF seu vai ser cancelado, essa identidade vai ser cancelada. Acabou. E vai ficar uma lápis bonita lá, assim, né? Haroldo Dutra Dias, 20 de setembro de 1971, e mistério que ninguém sabe. O dia, o mês e o ano. Essa é a parte do sacrifício. É, rapaz, hoje foi profundo, viu? Foi profundo. Ainda bem que vamos passar mais tempo nesses versículos de comunhão, né? O Júlio e o Leonor, eu vou deixando vocês despedindo os nossos amigos, nossos amigos queridos aí. Porque hoje eu tenho uma reunião de tribunal, uma coisa mais séria, e aí eu preciso entrar lá agora mesmo, correndo.
Vou deixar vocês despedindo aí. Então, semana que vem a gente volta no comentário de Emmanuel, pra gente poder dar sequência nisso aí. E morre no final de semana. E não se esqueça, o templo é você. Ih, rapaz, vai ficar pedra sobre pedra que não sei até qual lado. Oi, Leonora. Tchau, ótimo. Deixar o convite do pessoal hoje à noite, a gente vai ter o Instituto Ponto TV no ar. Mais um episódio lá do Linha 200, né? Ah, hoje tem música, então. Hoje tem música nova, né? Que a gente fez. E uma homenagem, vou contar só pra quem tá em êxodo aqui, né?
É que nós vamos fazer aí ao Wagner da Fraternidade Sem Fronteiras, fez aniversário essa semana. E acabou que nós nos inspiramos pra poder no trabalho da Fraternidade Sem Fronteiras. Então, se você conhece a fraternidade, se você participa e tal, divulga pro pessoal e vem à noite assistir a gente. Às 21h30 a gente vai começar o programa e vai ser muito legal, muito legal mesmo. A gente tá aí nesse trabalho do Linha 200. Ó, o picolé. Beleza. Alguém quer picolé aí? Então, estamos aí no trabalho do Linha 200, no trabalho da divulgação dos trabalhos do Cê.
Convidar o pessoal também pra ir no perfil do Cê. A Tânia Amara tá perguntando como participar. Não é no link do Portal Ser Mais, né? É no Espiritismo TV? É, você vai acessar pelo link do Espiritismo. TV, mas a gente vai divulgar no Grupo de Êxodo. O link de acesso lá. Não na página do Espiritismo. TV, no Youtube do Espiritismo.TV. No Youtube do Espiritismo. TV e no Facebook do Espiritismo.TV. Mas a gente vai divulgar aí no Grupo de Êxodo. Daí todo mundo que puder também dá um pulinho lá no Instagram do Espiritismo.
TV e do Ser, né? A gente tem o Instagram do Ser, do Espiritismo. TV e do Portal Ser. Então, procura a gente lá e acompanha, porque vai ficar mais fácil a gente ir divulgando pra vocês. Mas vai ser uma noite muito especial, vai ser bem legal mesmo. Esse trabalho com o Linha 200, que é uma obra do Emmanuel, né? Que a gente tá musicando todos os capítulos. É muito bacana, e hoje a gente vai falar um pouquinho dessa música. Nós vamos falar do texto do capítulo 19, que é um texto novo, e vamos falar da música do Caridade e Atitude, que é a que eu fiz, né?
Pra essa semana, que vai ser apresentada hoje. Então eu tô esperando vocês lá. Tá bem? E lembrando que domingo, né? Quem tá gostando desse estudo sobre templo, sobre comunhão, a gente tem o estudo de Mateus 24, né? Não ficará pedra sobre pedra. Ah, queria muito que o pessoal daqui participasse lá no Portal C. E como é que faz o link pra participar? Você acessa portalc.org e você já vai encontrar lá um link pros estudos do Mateus 24. É um grupo de estudo, né? É, você já acessa lá, tem um cadastro simples de e-mail e senha pra você ter o seu e-mail e senha da plataforma, mas você já acessa os textos.
Então, são textos de três autores diferentes comentando o capítulo 24 de Mateus. E você vai poder fazer leitura, né? E participar de uma metodologia de leitura onde você identifica tema central e tudo mais, até você realizar perguntas pros autores dos textos, né? Então, em suma, é um projeto muito bacana. Eu sempre convido a todo mundo, porque oportunidade única da gente escrever junto com os autores a história de uma obra. E essa obra tá sendo escrita pelos seus autores e pelos leitores. E tem sido muito rico esse momento lá.
Esses estudos são no domingo, a partir das 17 horas, né? A gente tem um grupo que tá se encontrando, o pessoal que tá lendo o Mateus 24, pra conversarmos. E tem sido muito rico também, né, Leonora? A Sandra. A Sandra Morini tá comentando que participa conosco, né, que tá super ligada a esse tema. Agora vai ser bem ligado, né? É demais, é demais. Essas coisas estão muito interligadas, né? E o bacana é que tudo sem uma coligação, assim, direta, nossa, né? Somos nós que estamos construindo a conexão, né? E a espiritualidade trabalhando, né?
Então, a Sandra Morini tá ao incentivo, ó. Quem não participa ainda, vale muito a pena, né? É isso aí, Leonora. Obrigada, gente. Então, o templo somos nós, né? Vamos ficar com essa pra essa semana. Nossa, aí eu fiquei assim, né? Muito bom. Esse estudo hoje foi muito bom, né, Leonora? Achei muito bacana, muito profundo. Ainda com direito a spoiler da tradução das cartas de Paulo. Pensa bem, nós estamos muito chiques aqui nesse encontro de sexta-feira, né? Muito chique mesmo. Eu tô já dando uma palhinha do seu trabalho de tradução, né?
É, isso mesmo. Qual o horário do estudo? Domingo às 17 horas. Isso. Eles passam o linkzinho do Zoom lá no grupo do Portal Sé. Tem um grupo também de Watts, mas aí você entrando lá é direcionado para os outros grupos, né? E lembrando que esse estudo de êxodo, ele tem um grupo no Facebook aberto, lá você pede o link para participar do grupo de WhatsApp, a gente está com dois grupos já cheios de WhatsApp, onde a gente comenta os estudos, onde a gente faz preces para sustentar os trabalhos. Então também todos convidados, né?
Isso mesmo. Estava até tentando colocar aqui a última música do do Linha 200 da semana passada, mas eu não tô, deixa eu ver se eu consigo achá-la aqui a tempo de colocar aqui para o pessoal. É, gente, por que que eu não estou encontrando isso? Era para estar aqui. Eu vou mudar de tela aqui para do Espiritismo, vai parecer que a gente mudou de programa, Eleonora. A tela do nosso programa da noite. Essa aqui. E vamos tocar aqui para o pessoal que está aqui ainda, a música da semana passada, que é do Linha 200, que é o capítulo 17, chamado Títulos.
E a gente encerra com ela, tá bom? Um beijão para vocês. Gente, bom final de semana. Títulos. Títulos. Títulos. Títulos. Títulos. Títulos. Títulos. Títulos. Títulos. Títulos. Títulos são concessões do Senhor. Cetro, coroa, caneta, carimbo, graça da cara não malbaratar. Pode, mas fode o poder que empodera. Mesma conquista é louro emprestado. Deve ao mais alto o mais alto credor. Crédito, crédito, crédito, crédito, bênçãos e ganhos a conta não flecha. Títulos são provações a quem pode. Faca na mão de quem deve cortar.
Toda gordura da ignorância. Ódio, egoísmo, orgulho, ganância. Títulos servem somente a servir. Mal servidor o que deles se serve. Esse não serve. Serviço sem viço. Vê-se o maior o menor servidor. Esse fez bem a si mesmo e aos outros. Bem pra ser bom só se for bem de todos. Uma Ferrari na estrada de terra? Como sorrir num país de banguelas. Missa em latim para céticos e surdos. Fidelidade no povo e no mundo. É da César o que é de César. Multiplicar o talento empenhado. Por sobre o módio os cestos com peixes. Brilha tua luz no caminho dos homens.
Civilidade, progresso, doçura. Títulos servem a humanidade. Cara, crachá, que Deus sopra onde quer. Nobres, patrões, excelências, feitores. Mestres, doutores, varões, diretores. Tabeliães, generais, mães e pais. Síndicos, chefes, gestores, regentes, bispos, torres, damas, reis. Casa após casa se move o pião. Títulos, títulos, títulos, títulos. Ser ser humano, degrau de princípio. Título em peste no estágio do espírito. Introdução à cidade celeste. Séculos, séculos, séculos, séculos, séculos, séculos, séculos. Séculos, séculos, séculos.
Títulos, títulos, títulos, títulos.
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.

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