Neste estudo do Velho Testamento, Haroldo Dutra Dias aprofunda-se no Livro do Êxodo, explorando a estrutura literária e os significados espirituais contidos em suas narrativas. O foco deste episódio recai sobre a terceira parte do primeiro grande bloco do livro, que aborda a peregrinação do povo de Israel rumo ao Monte Sinai.
O que é estudado neste episódio
- Estrutura do Livro do Êxodo: Haroldo reitera a divisão do Êxodo em três grandes blocos: a libertação de Israel do Egito (o Êxodo propriamente dito), o recebimento da Lei no Sinai e a construção do Tabernáculo. Ele destaca a estrutura em “V” do livro, onde a divindade desce para que a humanidade possa ascender.
- A Terceira Parte do Primeiro Bloco: Esta seção é dedicada à “marcha do povo para o Sinai”, que é interpretada como uma ascensão espiritual. É subdividida em três temas principais:
- Capítulo 16: Providência Divina (Deus Provê): Aborda a provisão de maná (pão do céu) e codornizes, simbolizando o sustento divino em todos os aspectos da vida, incluindo as necessidades físicas (água, carboidratos e proteínas).
- Capítulo 17: Proteção Divina (Deus Protege): Ilustrado pela água que jorra da rocha e pelo combate contra os amalequitas, simbolizando a proteção de Deus nas batalhas e desafios da vida.
- Capítulo 18: Justiça Divina (Deus Organiza): Foca na organização social do povo através da instituição dos juízes por Moisés, estabelecendo a justiça, a equidade e a ordem social.
- Simbologia e Conexão com o Novo Testamento: Haroldo enfatiza que o Êxodo é uma “mina de ouro” para a simbologia bíblica, com muitos de seus elementos prefigurando ensinamentos de Jesus. Ele destaca a fala de Jesus em João (“Eu sou o pão que desceu do céu”, “Eu sou a água viva”, “Eu sou o cordeiro”), que ganha profundidade ao ser compreendida à luz das narrativas do Êxodo.
- A Primeira Revelação e a Lei de Talião: É discutida a persistência da primeira revelação (a Lei Mosaica) e a importância de não confundi-la com a Lei de Talião (“olho por olho, dente por dente”). Haroldo esclarece que a Lei de Talião não faz parte dos Dez Mandamentos e, embora tenha sido um progresso para a época ao limitar a vingança, não é de origem divina, mas sim um costume mesopotâmico.
Reflexões
- A primeira revelação, contida no Velho Testamento, ainda não cumpriu plenamente seu papel na Terra, pois a justiça e a equidade universais ainda não foram estabelecidas. A aplicação integral de seus princípios é um caminho a ser percorrido pela humanidade.
- A idolatria, seja a sistemas políticos, econômicos, autores ou filosofias, desvia o homem de Deus. O verdadeiro monoteísmo implica amar a Deus acima de todas as coisas, reconhecendo que Ele é o único imutável e perfeito, e que todas as construções humanas são transitórias e sujeitas ao progresso.
- A jornada do povo de Israel no deserto, com a provisão, proteção e organização divinas, serve como uma metáfora para a evolução espiritual individual e coletiva, onde a purificação e a ascensão são passos essenciais para a comunhão com Deus.
Ler transcrição do episódio
As Memórias As memórias que perdi e que desejo relembrar São como sonhos perdidos no tempo Que soam na lembrança como vidas não vividas Como estradas que guardam meus passos Que passem cem mil anos Vem que pedras virem pó Vem que se apaguem as estrelas Ainda vou encontrar Nem que seja duras penas Vou conquistar a afonia E eu sei que algum dia Ainda vou viver A vida Viva O amor Em meu coração A tristeza, a chama O amor A vida Viva A pena O amor A chama O amor A vida Viva Em meu coração A pena O amor Boa tarde. Ele é o Noura.
Boa tarde, Júlio. Nem que passem cem mil anos, né? Essa música é linda, né? Essa música é linda. Tá sem microfone, Júlio. Nem que pedras virem pó, nem que se apaguem as estrelas. Isso aqui é fé, né, Haroldo? É. E essa aí é uma música do Willi, composta também por uma comissão de jovens da mocidade precursor, né? Que ajudaram ali, mas tem a essência do Willi, né? Que é aquela cabeça, cabeça honra. E as harmonias do Hélder aí também, né? Presentes na música. É, então, o Hélder e o Willi na canção, na harmonia, na parte musical.
E a letra bem puxada pelo Willi e pela equipe, que a Sheila também fazia parte na época. Mocidade fazendo uma música, mocidade, tarefa de mocidade, produzindo uma música dessa qualidade, né, Haroldo? Uns cinquenta anos tem isso, né? Olha isso! Gente, boa tarde a todos. O início do século era outra coisa, né? É, isso mesmo. Então, vamos começar. A gente está com amigos desde o meio-dia nos esperando, né? Gente! Sim. Damos boa tarde a todos que já nos desejaram, né? Agradecendo por estarmos entrando na casa, né? De cada um.
E vamos começar com a nossa prece? Vamos. Elevando os nossos pensamentos. Gratidão pela vida. Gratidão por essa hora tão planejada em nossas existências. Agradecemos a Jesus. A sua pleia de espíritos que protege a cada um de nós. Agradecemos, Senhor, pelas aflições que nos ensinam a ter esperança, que nos dão a resistência, que trabalham dentro do nosso índio, pedimos a todos que assistem a esse estudo que recebam nesse momento em seus lares as luzes da consolação, do amor, da fé e da esperança. Estamos juntos nessa caminhada, com os nossos corações entrelaçados, a caminho da luz, ao caminho do Pai.
Que os nossos raciocínios cheguem aos nossos corações, que os nossos laços de amizade, pelo ideal que nos une, nos dê forças para, de mãos dadas, seguirmos essa caminhada. Agradecemos pelo Júlio, pelo Haroldo, que conduzem esses estudos, que sejam sempre iluminados pela nossa gratidão pelo trabalho, que os seus lares e as suas famílias também sintam a gratidão de cada um de nós. Que assim seja. Vamos aí, né? Então, bem-vindos ao estudo de êxodo à luz da doutrina espírita. E seguiremos a nossa programação normal. Quer cumprimentar as pessoas, Eleonora?
Queremos. Tem algumas que estão aí já há um tempão. Olha, Bete Alves, boa tarde Haroldo, a todos os irmãos, bons estudos. Cortou, Júlio. A Jane Leite, boa tarde. Jane de Brasília. Fala também, Júlio. Inbituba, é Santa Catarina? Inbituba? A Bete. Temi. São Paulo. A gente, Fátima. Aí, ó, tem a tua amor. Raimundo de Fortaleza. Esse é o Raimundo mais pra baixo, né? É, lá embaixo. É, tem um monte de gente, inúteis. Franca. Gustavo. É. A Mônica tá em Memphis, no Tennessee. No United States, olha só. Tennessee, coisa boa, hein?
Tem, tem a Patrícia Paula que é da França, tem uma outra amiga aqui que é de Portugal. O pessoal comenta aqui, esse horário pra eles é ótimo. Vancouver, o Roberto, né? Canadá. E todos os nossos amigos representando o Brasil inteiro, né? Isso, Jane. Brasil inteiro. Tem uma turminha aqui que tem acompanhado com a gente o estudo lá de Matheus 64 aos domingos. Ficam todos convidados a conhecerem lá no portal ser.org o projeto. E participar com a gente no domingo às 5, né, Eleonora? A gente tá lendo. 17 horas, muito bacana.
Tem bastante gente já aqui. Que bacana, hein? É. A gente tá abrindo com uma música sempre pra dar aquela quebrada, né, Rodovi? É importante a gente dar aquela mexidinha no coração. Já preparando o terreno, né? Isso. Beleza, vamos lá. Bom, vamos lá. Pra quem tá chegando pela primeira vez, pra quem não pegou, nós estudamos a estrutura literária do livro Êxodo e a gente dividiu o livro. Ele tem uma estrutura. O livro em si, né? É importante a gente entender isso. Não é a gente que impõe uma estrutura literária ao livro.
É o livro que se revela. É como uma música, né? A turma que é música aí sabe disso. Você tem um… Começa uma parte, aí tem um refrão. Às vezes vai com a segunda parte ou repete a primeira, repete a segunda. Aí vem o refrão de novo, aí finaliza, quer dizer, a música tem uma estrutura. Faz parte da música. Não é a gente que impõe isso. A música vem, ela foi composta, foi feita com aquela estrutura. E aí a gente… É o que a gente fez aqui no Êxodo. E a gente concluiu o quê? Que o livro de Êxodo poderia ser dividido em três grandes blocos.
Três grandes blocos, né? O primeiro bloco é o Êxodo propriamente dito, a libertação de Israel do Egito. Depois nós temos um segundo bloco, que é aquele momento em que o povo está ali no deserto e recebe a lei, os dez mandamentos, o Sinai. Esse é um momento importantíssimo. É um auge assim no livro. E depois, a terceira parte do livro é a parte do tabernáculo. O povo está peregrinando, já recebeu a lei, e eles começam a construir um tabernáculo porque Deus está peregrinando com eles. Isso é importantíssimo. Porque a promessa, desde a primeira parte, fala, eu vou descer para que vocês subam.
Não podemos esquecer isso, hein? Então, o livro de Êxodo é Deus desce para que a gente suba. É uma estrutura em V. Então, é um V. Eu quase falei V de vitória, mas fica parecendo propaganda política. Tipo, por exemplo, propaganda de horário eleitoral. Mas é. É um V. Então, a bondade divina desce para soerguer. É um V de vale. E aí a gente enxerga, por exemplo, o movimento da vinda de Jesus, do Cristo. O Cristo se apequena. O Cristo se diminui. Para que a gente possa crescer, brilhar, expandir, se libertar. Isso você falou.
Isso me lembrou, João Batista falando para Jesus, também é necessário diminuir para que ele cresça. Nesse mesmo movimento, né? Exatamente. Então, esse movimento é importantíssimo. E o livro de Êxodo tem essa… Os primeiros momentos, na primeira parte, Deus fala assim, eu me compadeci. É uma mensagem de compaixão. Eu me compadeci do sofrimento. E nós já comentamos isso, da compaixão de Deus, pela dor, quem está em dor está mais próximo de Deus, né? Tem tudo isso, já comentamos sobre isso. Então, esse apequinamento ele vai subir.
Então, a terceira parte do livro Êxodo, que é a construção do tabernáculo, é a parte da subida. É a parte em que nós criamos uma estrutura para que Deus se manifeste. E, aí, a gente vai perceber, quando a gente chegar lá, nós vamos estudar isso, que o tabernáculo tem uma estrutura ternária, que é de subida. Então, uma primeira parte é um preparativo, aí você se purifica, consegue ir para a segunda parte, se purifica, aí você está na presença de Deus, que é quase um símbolo da evolução. É uma tipologia, uma metáfora da evolução espiritual.
Nós vamos nos purificando, nos purificando, nos purificando, para interagir com Deus num processo de comunhão indescritível por hora. É isso. Então, se pegou essa linha geral, já entendeu o livro. Essa é a grande estrutura. Nós estamos, então, na primeira parte, que é a parte da saída. Da saída, não é? E, por coincidência, mas isso é coincidência, cada uma das três partes está dividida em três. Mas, isso tudo é coincidência. Cada uma das três partes está dividida em três. Esse fenômeno é muito típico na literatura hebraica.
Hoje, os grandes estudiosos costumam dizer o seguinte, é importante entender a literatura hebraica como uma arquitetura. Por isso, Emmanuel utiliza, Emmanuel já antecipando cem anos de pesquisa bíblica, diz lá no livro A Caminho da Luz, que o Velho Testamento é um monumento da ciência secreta do povo hebreu. Um monumento daqueles conhecimentos avançados que não poderiam ser passados para qualquer um nesse sentido secreto. Então, era só para aquelas pessoas que estavam preparadas, que passavam por uma preparação muito rígida, muito intensa.
Os processos de iniciação que ocorriam no povo hebreu, no Egito, na Índia, isso era comum em todas, nós estamos falando de quatro mil anos atrás, quatro mil anos atrás. Então, é importante isso, um monumento. Aqui, nós temos uma arquitetura mesmo. E, a primeira parte está dividida em três. Nós já estudamos a primeira parte, da primeira parte, a segunda parte da primeira parte e estamos estudando a terceira parte da primeira parte. Então, para não confundir ninguém, nós estamos ainda no primeiro grande bloco. E o que é essa terceira parte do primeiro bloco?
É o povo em marcha para o cenário. O povo em marcha. Só para não perder. Quando você fala ele em marcha para o cenário, o cenário já era já era um monte conhecido deles? Já era algo que tinha alguma… Era um monte qualquer, Júlio. Isso é legal. Era um monte qualquer. Ele só vira cenário porque Moisés sobe e recebe os 10 mandamentos lá. Interessante, não é? É um monte comum. É um monte comum. Isso é bonito, não é? Quando Jesus conversa com a mulher samaritana, ele diz assim, em verdade, em verdade, fugigo, que chegará o momento em que Deus será adorado nem nesse monte, nem naquele monte, mas em espírito e em verdade, que os verdadeiros adoradores adoram espírito e verdade.
Então, quem adora em espírito e em verdade se torna um monte. Por isso que a fé remove montanha, porque a montanha é você. Para quem tem confiança, você é a montanha, uma montanha ambulante. Então, eu não preciso mais de montanhas geográficas. Você é um monte. Então, por que eu estou dizendo isso? Porque essa jornada aqui do povo, eles foram liberados, saíram lá do Mar Vermelho, do Mar de Juntos, e agora eles vão ter que subir, subir para chegar em uma montanha qualquer, que é onde virá os 10 mandamentos. Ora, tem uma metáfora clara aqui.
Na verdade, esse povo está se elevando para receber a lei. Entendi. Então, a gente poderia sim… Essa peregrinação aqui é uma ascensão para o povo se tornar sinaio. Olha que coisa, não é? Então, vamos lá. Nós estamos no primeiro bloco. O primeiro bloco é dividido em três partes, não é? Nós estamos na terceira parte. A terceira parte é dividida em… Três partes. Isso é brincadeira de boneca russa. Você tira uma boneca russa, você tira e tem outra. Aí tira e tem outra boneca igual. Tira e tem outra lá. Eu fui escrever e ficou errado, mas a primeira parte é aflição, que o pessoal estava pedindo os versículos.
1 a 11 é aflição, 2 a 15, libertação, e 16 a 18, peregrinação. Isso aí. Essas são as três partes do primeiro bloco. Primeira parte. Opa, quem gosta… Para quem gosta de Netflix, nós temos a primeira temporada, segunda temporada, terceira temporada. Esse é o primeiro episódio. Na primeira temporada… Nós temos o primeiro episódio, segundo episódio, terceiro episódio. O terceiro episódio está dividido em três cenas. Que cenas que são? Que é essa aí, que é a peregrinação. E aí nós vamos entender que… Qual é o tema da peregrinação?
O tema da peregrinação é providência divina. Então… Notou, Eleonora? Sim. Foi o tema da semana passada. Ah, não vai aparecer ali. Está lá. Olha o tamanho da providência divina. Ah, não sei, não consigo mostrar. Está lá no grupo. Providência divina. Providência divina. Então… Vamos anotar nisso, que isso é importante, hein? Capítulo 16 inteiro. É… Deus provê. Ele dá o maná. Ele dá a água. Capítulo 17. Deus protege. Olha isso. E o capítulo 18. Isso é importante, hein? Deus… organiza o povo. Organiza do ponto de vista social, no sentido de colocar ordem, de estabelecer justiça, equidade, justiça social, equidade, ordem, equilíbrio.
Provê, protege, estabelece a justiça. Esses são os temas. Capítulo 16, 17 e 18. E, aqui, gente, esses capítulos de Êxodo são… A gente diz assim. Tem alguns capítulos bíblicos que são mina de ouro para a simbologia bíblica. Muitos símbolos do Novo Testamento vão sair daqui. Muitos símbolos. Isso aqui é uma mina de símbolos. Daí, agora, a gente já tem condições de responder com mais profundidade à pergunta Eu preciso estudar o Velho Testamento para entender o Novo? Agora, a gente tem condição de responder com mais profundidade.
Olha que interessante. Quando Jesus em João diz assim Eu sou o pão que desceu do céu. Ele diz isso lá. Se você não leu o capítulo 16 de Êxodo, você não vai entender nada. Por quê? Porque é aqui no capítulo 16 que conta a história do pão que desceu do céu. O maná. O pão que desceu do céu. Então, aqui, aqui vai prover Deus vai prover água, proteína e carboidrato. Ele não gosta disso, não. Estou brincando. É porque ele traz a água da rocha, o maná, que é docinho, que é a glicose e traz as codornizes, que são proteína.
Para eles assarem lá as codornizes. Bebem água, comem o pãozinho e a codornize. Então, é água, carboidrato e proteína. Deixou faltar nada. Então, isso tem a ver com providência divina. Providência divina. Em todos os seus aspectos. Né, Leonora? Então, mata a sede, dá o pão e dá a carne, a codorna, aquela proteína, pro povo caminhar lá no deserto. Então, todo mundo é Sandra Morita, mas todo mundo bem nutrido, exatamente. E por isso que Jesus fala tanto sobre a água viva, que lá no Boa Nova o Humberto de Campos dá todos os símbolos, né?
Dessa água viva, de Deus nos alimentando espiritualmente, né? A gente brinca porque era o alimento que eles precisavam físico para ir para o deserto, né? Mas é o alimento espiritual que a gente precisa para seguir caminhando. Exatamente, Leonora. E aí foi bom você ter lembrado, porque ele fala assim, eu sou a água viva. Que água é essa? É aqui do 16. Só não falou das codornas, né? Não tem nada, João. Mas aí a proteína virou cordeiro. Eu sou a água viva, eu sou o pão que caiu do céu, eu sou o cordeiro. Interessante isso, né?
Muito. Interessante esse capítulo? A água viva da rocha está no iniciozinho do 17, está na transição aí, né? Está na transição aí. Lembrando, gente, o que? Falaram, Arouldo, mas a água está no 17. Gente, não existe capítulo nem versículo no original, hein? Não pode esquecer disso, não. Então, na verdade, o capítulo 16, ele pega uma beiradinha aí do 17, o iniciozinho, tá? Por quê? O tema do 17 mesmo é a partir do versículo 8, que é o combate com a Malete, que aí Deus protege nas batalhas, nas lutas, nos desafios, nos impecíveis.
É a ideia de escudo protetor. Aí, daí, vem o Maghen Davi, que a gente chama de Estrela de Davi, na verdade, é o escudo, né? Maghen é o escudo com a estrela desenhada nele, indicando proteção divina. Nosso lar é um desenho desse escudo. Os ministérios são cada um é uma ponta da estrela, né? Se você olhar a colônia de cima, você vê um escudo. Olha que bonito. Olha o símbolo aí da providência divina, da proteção divina. Ah, Haroldo, mas aqui está falando de uma guerra. Gente, desapega. O livro foi escrito há 3 mil anos atrás.
O povo não ia entender o conceito de proteção a não ser numa história de guerra. Em qual contexto, num deserto, eles iam entender proteção? Ah, proteção do leão. Leão no deserto? Já viu leão no deserto? Proteger do quê? O que tem no deserto? Só o areia e você. Geralmente era da gente quem estava querendo proteção. Era do sol ou da areia. O sol e a areia estavam em paz, né? O sol e a areia vai bem, né? Obrigado. Estava dominado, né? O problema é o ser humano, né? Então, os símbolos são fortes, mas a gente precisa sair da letra.
Sair da letra para que a gente possa captar a essência. Então, providência tem lá prover no sentido de sustentar, providência no sentido de proteger, agora, providência no sentido de justiça divina, de ordenar. Isso nós não podemos esquecer também. Então, lei de causa e efeito é providência divina. Providência. Então, eu estou nutrindo, protegendo e educando. O capítulo 18 é o quê? Moisés julgando. É o nascimento da justiça. É a lei de justiça, a primeira revelação, se estruturando. Aí ele começa a não dar conta porque é processo demais.
É conflito demais. Aí o que ele faz? Nomeia juízes de pequenas causas e ele fica só com as grandes. Entendi. Ele fica só com as grandes causas e as pequenas causas do juiz, o auxilio a resolver as questões. Mas olha que interessante. Auro, salvo o ignorante aqui. Quando fala juízes na… Na Bíblia tem a ver com isso? Está dizendo? Tem a ver com isso. Eles saem daqui. Só que aí o processo amplia porque não tem mais Moisés. Então, os juízes lá na frente, no livro, eles passam a ser julgadores, governadores, legisladores, porque nós temos que entender, aqui não tem separação de poderes.
Aqui é executivo, judiciário, legislativo, tudo misturado, igual agora. E o religioso também. Igual agora. Brincadeira, gente. Vamos concentrar aqui, sem perder a sintonia. Não, gosto dessas curiosidades que às vezes a gente não está habituado com a coisa da Bíblia, que tem um sentido. Você está vendo lá, juiz, não sei o quê, mas você não se antena nisso. Se você não falasse para a gente agora dessa maneira que ele determina juízes, eu não ia ficar assim. Tem a curiosidade, né? É bacana. Exatamente. Então, para não perder a sintonia, você estava falando do juiz aí, olha lá.
Exatamente. Então, o capítulo 18, isso é que é importante, gente. Agora, a gente precisa compreender algo aqui. Isso é muito importante, isso é muita calma agora, todo mundo escuta. Ouve, Israel. A primeira revelação não cumpriu ainda seu papel na Terra. Por quê? Porque a primeira revelação tem que produzir toda a justiça no mundo, inclusive social. A primeira revelação só estará cumprida quando a Terra, na Terra, vigorar toda a justiça. Quando não houver mais injustiça, desigualdade, violência, crime. Aí, cumpriu a primeira revelação.
Então, veja. Porque, muitas vezes, a gente alimenta uma ilusão de que nós já estamos no Evangelho. Estamos. As revelações vêm, porque não pode ficar esperando, não é? Você vai esperar o aluno tirar 10 para poder… Então, as revelações vão vindo, mas não cumpriu ainda, não cumpriu. E, mais, sem Jesus, a gente não cumpriria a primeira e, sem a terceira, a gente não cumpre a segunda. Não é? Nós temos que atentar para isso. Então, o capítulo 18, aqui, chama a atenção para isso. Não há mundo regenerado sem justiça, sem equidade, sem equilíbrio, equilíbrio.
Quando isso ocorre, aí, nós vamos poder dizer assim Moisés cumpriu o seu trabalho. Então, Moisés não descansou ainda, não descansou ainda. E, nós vamos ver, por exemplo, várias medidas, no Velho Testamento, que são medidas econômicas, sociais, agrárias. Nós temos tudo isso aqui de justiça, de equilíbrio. Não é? Agora, vamos ficar tranquilos, gente. Vamos ficar tranquilos pelo seguinte. Quantos degraus tem para os mundos? Vamos contar. Primitivo, expiação e prova, regenerado, ditoso, celeste. Tem cinco degraus. Tem gente querendo já comer os frutos do mundo celeste.
E aí, o que os Espíritos dizem? Quer comer fruto de mundo celeste? Vira anjo. Vira anjo. É fácil. Vira anjo. Por quê? Você tem a veste nupcial? Você está com a veste nupcial para entrar no mundo celeste? Aí entra no outro varábulo, né? Ah, pois é. A boda, todo mundo quer, né? A festa do mundo celeste, todo mundo quer. Até eu, né? Só que lá não entra, penetra. A veste é o quê? A veste nupcial é um campo mental, um perispírito puro. Se o teu campo mental não tiver puro, não entra. Bem, Haroldo, eu queria fazer um comentário que é o que o pessoal está fazendo nos grupos, né?
E eu acho que agora chegou bem o momento da gente falar. Quando você fala que Israel ainda não cumpriu a sua missão, enquanto povo, enquanto organização, alguns Espíritos já cumpriram a sua missão, né? Já vestiram essa veste. Por quê? Não, eu não estou falando de Israel. Eu estou falando da primeira revelação. Quer dizer, o conteúdo dela não foi aplicado ainda. Porque, às vezes, a gente fala assim, ah, não, já estou na doutrina, não preciso, né? Como se o conteúdo da primeira revelação já tivesse sido superado. Mas, o conteúdo do Velho Testamento só vai ser superado o dia que a sociedade e nós aplicarmos o conteúdo.
Agora, isso é importante, Eleonora. Por quê? Individualmente, eu posso progredir para o mundo celeste. É, porque o comentário está, que Emmanuel coloca que os egípcios, alguns egípcios já voltaram para a capela, né? E aí tem a questão individual e tem a questão da sociedade, né? Como você estava falando, quando o grupo, quando a maioria, né? Claro, é, com certeza. É o mesmo, o Brasil está aqui, né? Como a pátria do evangelho, né, Haroldo? Da mesma forma, esse compêndio de encargos, né? Que a gente possui aqui dentro e a gente, como povo, pode ou não cumprir junto com a nação, né?
A questão é que, você está falando, é numa circunstância de completude, né? É de aplicação, Hugo. É de aplicação. Porque, não é pelo fato de você ter lido que você superou o conteúdo, né? Um conteúdo, ele é superado quando ele se transforma em vida. Quando ele se transforma em cotidiano, em espontaneidade. Isso não aconteceu ainda, com a primeira revelação. É muito menos com a segunda. E nós estamos engatinhando com a terceira, né, Haroldo? Não é? Agora, a Flávia tem uma pergunta boa aqui. Flávia Beraldo Oliveira. Mas, a justiça do Antigo Testamento não é olho por olho?
Flávia, essa pergunta é ótima, porque nós vamos estudar isso quando a gente chegar na segunda parte. Aí, eu te pergunto, Flávia, Moisés recebeu dez mandamentos. Qual deles é olho por olho, dente por dente? Responde para mim, Flávia. Vamos lá nos dez mandamentos. Fala para mim se é o nono, se é o sétimo, se é o quinto. É anterior, eu acho, né? É de Amurado, é o que eu lembro. Vamos lá. Está no capítulo 20. Flávia, vamos lá. Me ajuda a procurar aqui olho por olho, dente por dente. Pessoal, ajuda aqui. Até tu, Nicodemus.
Capítulo 20. Vamos lá, capítulo 20. Versículo 1 a versículo 21. 21 versículos. Me ajuda aí, gente. Qual dos mandamentos é olho por olho, dente por dente? Está valendo o prêmio aí para quem encontrar? Está valendo o prêmio para quem encontrar? Marcelo respondeu. Nenhum. Nenhum. Está vendo, gente? Nós temos que tomar cuidado com as coisas que a gente reproduz. Tem que tomar cuidado. Ah, porque a primeira revelação é olho por olho, dente por dente. Ok? E mais, né? Essa justificativa é o que tem desestimulado as pessoas a estudarem o Antigo Testamento.
Ao se falar que nós vamos voltar para estudar lá o Antigo Testamento, que a lei era olho por olho, dente por dente. Então, ou seja, uma coisa que leva a outra, que não tem nada a ver. Exatamente. Eu lembro que o Haroldo comentou que a primeira lei é que Deus é um. E que até hoje a gente está tentando encontrar esse monoteísmo em nós, né? Tem tantos deuses em nossa vida. Exatamente. Então, a lei de Italião, ela surge no Código de Hammurabi. A lei de Italião é um costume dos povos da Mesopotâmia. A lei de Italião foi um progresso na legislação criminal.
Foi um progresso? Sim. Progresso. O que é progresso? Porque funcionava assim. Alguém brigava com alguém. Matava esse alguém. A tribo ia lá e falava assim, mas peraí, o Júlio matou? É, o Júlio matou. Bom, então vamos matar a família inteira do Júlio. Achei que ele até passou para lá. Até correu, né? Então, a lei de Italião foi um progresso. Porque ela disse assim, não, peraí. Matou um, morre um. Mas não, não matou, só arrancou o olho. Então arranca o olho. Só arranca o dente. Então arranca o dente. Foi um progresso.
Porque estabeleceu um limite. Agora, gente, isso não é lei mosaica. Cuidado com isso. Cuidado ao afirmar isso. Isso eram hábitos. Claro que Moisés conviveu com isso. Claro. O Moisés conviveu em vários povos, circulou. Claro que esse costume estava ali na sociedade. Claro. Mas isso não está na primeira revelação, gente. A primeira revelação são os 10 mandamentos. E os demais mandamentos decorrentes dos 10. Tem um capítulo no Boa Nova, né? Qual é o capítulo? Exatamente. Qual que é o capítulo mesmo? Que fala disso? Eu agora não sei se é pecado e punição, né?
Vou procurar. Qual que é o discípulo que ele exorta? Pode falar, Leonora. Não, eu ia comentar que eu queria voltar a esse maná, essa comida, sabe? Porque, na verdade, essa primeira parte, eles estão nessa peregrinação, né? Até chegar ao local do monte. Essas leis, quando começam, essas leis, acho que já começa a segunda parte, né? Já é a segunda parte. Já é a segunda parte, Leonora. A segunda parte, na verdade, começa no capítulo 19, é um capítulo antes do decálogo, né? E aí, tem uma pergunta boa aqui também. Deixa eu ver aqui.
Eu perdi aqui. Aqui passa tão rápido. Alguém está perguntando aqui. Ora, mas o Moisés determinava a morte da Dútera? A morte da Dútera? Ainda bem que a pessoa usou o Moisés determinava. É o saldo. Entendeu o saldo? Por isso que Kardec, quando vai comentar, ele diz assim. Na lei mosaica, temos aquela parte de origem divina e aquela parte de origem humana imperfeita e sujeita ao progresso. Uma parte que é sujeita ao progresso. Correto? Agora eu te pergunto, quando Jesus chega no sermão da montanha e diz assim, ouviste o que foi dito aos antigos, em algum momento ele reformulou 10 mandamentos?
Procura pra mim aí no Novo Testamento. Qual versículo que Jesus reformulou 10 mandamentos? Não é? Hein? Tem alguma passagem no Evangelho que Jesus chegou assim e falou assim, pessoal, ouviste o que foi dito, não matarás, mas eu vos digo, mata! Quando a gente começou o Êxodo, você falou pra gente ler o capítulo 1 do Evangelho segundo o Espiritismo, né? É, não é? Exatamente. Então muita gente acha isso, né? Ouviste o que foi dito aos antigos, não roubarás, mas se for pra uma causa justa, rouba! Tem isso no Novo Testamento?
Não tem. Então Jesus não toca na parte divina da primeira revelação, a parte humana, lei de progresso. Lei de progresso. Lei de progresso. São normas, né? Normativas, né? Ela tinha a ver com a educação do povo, né? Com direcionamento. Tem a ver, Júlio, com o capítulo 18. Que ele tá ali julgando e estabelecendo regras. Regras que eram adequadas praquela época. Pra aquele tempo. Aí, o que a gente faz? A gente quer colocar tudo num mesmo balaio, já acreditando nisso, né? E achar que o que os seres humanos fazem é definitivo e é divino.
Opa, vamos com calma. É por isso, gente? É por isso? A gente tem que tomar cuidado com defender instituições humanas. Jesus diz assim, ó. O pessoal lembrou aí? A lição a Nicodemus, né? Lição a Nicodemus. Jesus diz assim. É por isso que eu coloco o amor acima da justiça humana. E ele diz assim. Os homens erigiram a justiça humana como o mais alto monumento Eu, porém, coloco o amor acima da justiça humana. Humana. Não põe Deus no meio, não. Cuidado, gente. Sistema de governo, sistema político, sistema econômico, tudo isso é construção humana, sujeita à lei de progresso, portanto, sujeita à extinção.
Então, todos os sistemas econômicos da Terra, todos os sistemas políticos, todos os sistemas institucionais vão acabar. Todos. Não é um vai acabar para o outro ficar, não. Todos vão acabar. Porque os sistemas que vigoram nos mundos celestes, sistemas econômicos, de justiça, sociais, não existiram ainda na Terra. A gente não conhece. Vão com calma. Porque senão, mensagem de Emmanuel, você se apaixona por instituições humanas, se apaixona por projetos humanos. E o pior, compromete a sua evolução espiritual por paixão humana.
E isso é… idolatria. Isso é idolatria. Deixou de adorar a Deus, começou a adorar sistema político, sistema econômico, autor, filósofo, começa a adorar ser humano. Idolatria. E a pior de todas elas, porque esse tipo de idolatria mata milhões de pessoas. São os fanatismos, os excessos, todos. É sério. É sério. E eu não estou entrando aqui, eu estou falando em metáfora, porque isso resolve muitas discussões que estão tendo no movimento espírita agora. Porque tem espírita que está virando idólatra. Está tirando Deus para adorar outras coisas.
Não importa quais, não importa qual. Ah, mas eu adoro Gandhi, idolatria. Porque Gandhi é um ser humano. Um pouquinho mais humano, né? Mais humano que a gente, né? É mais humano que a gente, mas é humano. É não saber o peso e a medida, né, Haroldo? É confundir… É confundir as estações, né? Parece, mas não é ali que você desce, o negócio é outro. Ou seja, você tem placas apontando os caminhos, né? E Gandhi é uma grande placa apontando caminhos, né? A gente não adora placa, né? Não é isso, sabe, Júlio? Sabe o que acontece, Júlio?
Quando Jesus conversa com a mulher samaritana, ele não fala assim, haverá um tempo em que vocês vão me adorar. Ele não fala isso. Haverá um tempo em que Deus será adorado. Nem nesse… Deus será adorado. Porque só Deus é imutável, Júlio. Só Deus é perfeito. O resto é gente boa. Gente boa. Mas, não é Deus. Nós vamos falar sobre isso, tá, gente? Não precisa ficar… Nós vamos falar, quando a gente chegar nos 10 mandamentos. O primeiro mandamento é amar a Deus sobre todas as coisas. Então, não tem filósofo, não tem sociólogo, não tem ninguém que pode estar acima de Deus.
Isso é simples, gente. Isso é muito simples. Se eu colocar qualquer filósofo, qualquer filosofia, qualquer sociólogo, qualquer um acima de Deus, é idolatria. Eu voltei para a idolatria. Daqui a pouco eu estou erguendo estátua. E, na verdade, foram erguidas. E, na verdade, elas são erguidas. E, na verdade, elas são erguidas. Nós viajamos lá pela Grécia e você via. Tinha as estátuas do imperador, só trocava a cabeça. Não é isso? Por que o Paulo combateu o Império? Porque existia uma religião que adorava o imperador. Isso aí o cabelo do Paulo arrepiava.
Pessoal, vocês estão adorando imperador romano? Vocês estão curvando diante de estátua de imperador? O Paulo ficava… Ele faltava… comer pedra. De tão bravo que ele ficava. Perceberam? E o que acontece? Isso voltou. Voltou para a doutrina espírita. Tem espírita aí adorador de estátua. Desculpa, gente. Mas nós temos que… Eu só estou trazendo isso aqui para dizer o seguinte. Será que o êxodo já ocorreu? Eu tenho minhas dúvidas. Será que o êxodo já ocorreu? Eu não sei. Não sei, não. Para muitos de nós, a escravidão ainda continua.
E as pessoas estão esperando o próximo ídolo. O próximo ídolo para elas adorarem. Então… Não é? Eu sei. É uma fala dura. Mas nós estamos estudando o êxodo. Nós estamos estudando o êxodo. Então… A primeira revelação não cumpriu ainda sua missão na Terra. O monoteísmo ainda não foi implantado nem no movimento espírita. Porque nós não somos ainda monoteístas. Lá no fundo. Porque o monoteísta verdadeiro ama a Deus acima de todas as coisas. A Janaína falou assim. Eita! Não, mas eu estou falando para mim, tá, gente? Eu também estou falando para mim, pelo amor de Deus.
E é bom porque vocês não estão vendo. Mas, por exemplo, eu aqui, eu estou falando aqui, eu só vejo eu. Eu vejo a minha imagem aqui. Eu não vejo você. Então, literalmente, eu estou falando para mim. É uma terapia. Porque só aparece a minha imagem aqui e eu estou falando para mim mesmo. É ótimo. Sim, Haroldo. Enquanto você falava, eu fiquei pensando, né? Que Deus… Adorar a Deus, né? Então, Deus é amor. Deus é justiça. E, realmente, é um momento de, acho que, um testemunho, né? Tudo isso que está acontecendo comigo, com as pessoas que eu amo.
Com as pessoas, né? Que a gente vê que estão com a saúde, né? A gente saber que tudo isso é bom para o nosso ser espiritual, né? Que tudo isso é fruto do amor de Deus. Eu acho que esse, realmente, é o momento de… De entregar mesmo, na mão de Deus. Ô, Haroldo. A gente está estudando com o Matheus, no Matheus de 4. Um texto que chama Estrutura da Adoração. E tem muito a ver com o que você falou. E o autor lá, que é o autor… A gente chama de autor 2. Ele faz umas perguntinhas. Olha que interessante, como casa. Ele vai falando sobre essa questão da adoração e pergunta…
Quais estruturas têm nos chamado a atenção no serviço cristão? A estrutura de algum agrupamento? O recurso intelectual disponível? As possibilidades materiais? Estaremos mais atentos às ferramentas que às finalidades? Não estaremos, como os discípulos, que eles estavam falando sobre o Templo de Jerusalém, né? Buscando a atenção de Jesus para esses vieses das circunstâncias? Aí ele fala que as respostas a essas perguntas vão nos apontar os caminhos ou os ajustes que a gente deve considerar nesse aspecto da adoração.
É só um parêntese mesmo, para a gente ver como é que está. Maravilhoso, Júlio. Maravilhoso. É isso aí. É exatamente isso aí. Então, quando a gente diz assim que nós não estamos desmerecendo os obreiros do progresso, não é isso. Mas eles são instrumentos, ora. Eles não são a finalidade. A finalidade é qual o objetivo da encarnação? Aproximar o homem de Deus. Aproximar o homem de Deus. A finalidade é a comunhão divina. Para isso, ao longo de milhões de anos, nós vamos experimentar milhares de ferramentas. Interessante, não é?
Então, é interessante, Júlio, por exemplo, fazendo um link aqui com o nosso lar, a dona Laura diz assim, poxa vida, remuneração aí na terra é difícil, porque vocês estão ensaiando ainda para o trabalho. Vocês não estão trabalhando ainda, vocês estão só ensaiando, estão só aprendendo. A nossa remuneração aqui é melhor, mas nas esferas superiores é melhor ainda do que a nossa. Então, cuidado para não firmar pacto de fidelidade a instrumentos, porque os instrumentos progridem. A marcha continua. Cuidado. Repete, repete para nós.
Cuidado para não firmar pacto de fidelidade a instrumentos, porque os instrumentos progridem. A marcha continua. A marcha ascensional para Deus continua. Não é parada dramática, é uma travadinha mesmo. Já volta. É uma travadinha. É pedagógico, né? Os templos, é tudo. Os templos, as pessoas, os modos de fazer. As instituições todas. É, que era assim. Lembrando aí, a mensagem do Emmanuel. É indispensável evitar a idolatria em todas as circunstâncias. Suas manifestações sempre representaram zero perigo para a vida espiritual.
Olha aí. As crenças antigas permanecem repletas de cultos exteriores e de ídolos mortos. Olha. Ídolos mortos. Isso aí é uma lição para a gente. Está muito alinhado com o nosso estudo lá do Atenasio 410. Muito, mas muito. Aquelas coisas que você vai abrindo um livro, e abre o outro, e abre o outro. Quem combinou essas mensagens? Quem combinou essa coisa toda? Porque é a mensagem desse tempo, né, gente? Então, todo mundo fica perguntando, Maroto, o que é o anticristo? Agora, olha que interessante. Só para a gente encerrar.
O Cristo é o enviado de Deus para guiar as pessoas a Deus. O que é o anticristo? É o enviado por ele mesmo para guiar as pessoas a ele mesmo. Esse é o anticristo. Então, cuidado. Transição planetária está cheia de anticristo. Cheia de propósito. De gente enviada por ela mesma querendo te conduzir a ela. Cuidado. Muita calma nessa hora. É mole não, viu? Muita calma. Essa é a diferencinha. Que é a lição, Júlio, Leonardo. Que Simão Pedro dá para Paulo. Ele fala assim, que o Paulo chega lá quando ele volta do deserto, hein?
Voltou do deserto, foi lá visitar Jerusalém. Tinha que ficar três anos no deserto. Ele volta e fala, vou lá no cinedro, vou falar para todo mundo, está todo mundo errado. Que Jesus é a luz do mundo, eu vou falar. E o Simão Pedro ouvindo, falando assim, isso não vai dar certo, Paulo. Mas por que você está me parecendo o Judas? Olha, velho. Por quê? Por que parecendo o Judas? Você está querendo acelerar as coisas e concentrar em você a solução. Você quer acelerar e quer concentrar em você. Só que o Simão Pedro é tão bonitinho que ele diz assim, mas digamos que você seja mais bem sucedido do que Judas.
Era pai, né? Digamos que dê certo. E que você consiga atrair todo mundo. Depois que você atrair todo mundo, Paulo, para onde você irá conduzi-los? Nosso trabalho, Paulo, não é de atrair, é de converter. Nosso trabalho não é de trazer ninguém para a gente. Olha, gente. Teve um Espírito que encarnou com uma missão, esqueceu disso, falhou. Malmé está lá no Acaminho da Luz. Nasceu com a missão na Ásia. Esqueceu da missão, conduziu todo mundo para ele. Cuidado. Agora, eu vou dizer. Isso acontece em todas as religiões, inclusive no movimento espírita.
Importantíssimo isso. Por isso que é bonito, Emmanuel diz assim, eu sou pregador de cartaz do reino. Eu estou pregando cartaz. Gente, eu acho genial essa frase do Emmanuel. Nós somos pregadores de cartaz. Eu só estou pregando aqui, vai ter um negócio aí, viu? Estou pregando cartaz, pelo amor de Deus, eu sou pregador de cartaz. Me deram os cartaz, estou com a cola e estou pregando. Acabou. Pregador de cartaz do reino de Deus. O dono da festa é Deus. O reino é dele. Nós estamos só pregando cartaz. Cuidado. Cuidado você não colocar a sua foto no cartaz.
Ou pior, colocar a foto de alguém. Aí é triste. Não. Você pode ficar escravizado por 3, 4, 5 séculos. Cuidado. É isso, não é, Julio? É isso aí, Haroldo. Nosso pessoal agradecendo muito, agradecendo muito o estudo. Fazendo os links com o Antigo Testamento e com a doutrina espírita, puxando, fazendo as reflexões. Haroldo tocou hoje, teve uma fala do Haroldo que teve muito a ver com o que a gente ouviu de Atos ontem, a respeito de Deus e os que sofrem, né, Leonora? Onde é que está Deus com os que sofrem, né? Depois a gente vai trazendo, vai compartilhando.
Muita sincronicidade, assim, entre as coisas que tem feito a gente refletir nos estudos. Sinal de que, Haroldo? O estudo de êxodo poderia ter, circunstancialmente, nesse período que a gente vive, ele nos traz elementos referentes à etapa de vida que a gente está vivendo, né, Haroldo? E todo estudo que nós vamos fazer do Evangelho vai acabar vai acabar desembocando naquilo que é a nossa necessidade, porque dá a impressão que, no planejamento divino, a coisa funciona, né? O negócio é bem feito, né? Não tem, assim, proviso de a mensagem não chegar para a gente nos momentos certos, né?
E tem acontecido muito isso, né? Tem, né? O pensamento divino está aí banhando todos, né? O pensamento divino está aí circulando no fluido cósmico. Eu lembro de um amigo espiritual que falou uma vez pra gente assim, né? Se você acha que o Evangelho não alcança alguma circunstância, é porque você não foi alcançado pelo Evangelho. Porque ele alcança tudo, né, Haroldo? O Evangelho. Tudo, tudo. Ele alcança todas as dores, né? Todas as lições do Evangelho. Mas é isso, meu amigo. Muito bom. Bom demais. Então, boa tarde pra todos.
Um final de semana abençoado, né? Muita paz aí. É. E sexta-feira que vem vai ser perguntas e respostas, né, meu Haroldo? A gente vai dar um break, porque terminou a terceira parte, né? Não assim. Depois eu ainda faço um resumo, que tem algumas coisinhas. Mas a gente faz aquele break pra perguntas e respostas. É importante, né? A gente tá com o formulário, né? Nas divulgações do estudo. Pra todo mundo que quiser fazer a sua pergunta. Se quiser, meio que, linkar ela com algum estudo. Coloca lá o número do estudo, né?
E faça a sua pergunta. Que aí, semana que vem, a gente vai responder. Prometemos que… Todas que conseguirmos em uma hora, né? O Haroldo falou que tem resposta pra todas as perguntas, viu? Todas, todas. E tem uma que é curtinha. Não sei. Essa você vai… Responde rapidinho. Então é isso. Um beijo a todos. Fiquem com Deus. Obrigado por tudo. Obrigada. Bom final de semana. Muita saúde a todos.
Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio; pode conter pequenas imprecisões.

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